Jackie Chan será homenageado com Oscar honorário por sua carreira
O ator Jackie Chan vai receber um Oscar em homenagem à sua carreira, anunciou a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos nesta quinta-feira (1/9). O ator de 62 anos já participou de mais de 150 filmes desde os anos 1960, tendo iniciado a carreira em clássicos do kung fu de Hong Kong, ganhado projeção em comédias de Hollywood, onde estrelou sucessos como as franquias “A Hora do Rush” e “Bater e Correr”, e se transformado no astro mais bem-sucedido da China, a ponto de aparecer em 2º lugar na lista dos atores de maior remuneração do mundo em 2016. Além de Chan, a Academia vai homenagear o documentarista Frederick Wiseman, a editora de filmes britânica Anne V. Coates e o diretor de elenco Lynn Stalmaster, todos contemplados com o Governors Awards de 2016. Cada um deles receberá uma estatueta honorária do Oscar em reconhecimento à sua contribuição ao cinema em uma cerimônia de gala em Los Angeles, em novembro. Em um comunicado, a presidente da Academia, Cheryl Boone Isaacs, os classificou como “verdadeiros pioneiros e lendas de seu ofício”.
Michael Keaton ganha estrela na Calçada da Fama de Hollywood
O ator Michael Keaton (o Batman de Tim Burton) foi homenageado na quinta-feira (28/7), com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood. Durante a cerimônia, o ator de 64 anos descreveu os altos e baixos de sua carreira como “uma busca perpétua pelo progresso”. “Dizer que isso é um sonho seria incorreto, porque eu nunca quis realmente ser famoso”, ele declarou. “É muito divertido, mas não é realmente o que eu tinha em mente. Sempre quis ser bom, e isso é tudo.” Após estrelar dois filmes vencedores consecutivos do Oscar, “Birdman” (2014) e “Spotlight” (2015), Keaton será visto a seguir em outro longa candidato a prêmios, “The Founder”, cinebiografia de Ray Kroc, o empresário que lançou a rede McDonald’s, com estreia em dezembro nos EUA. Ele também está no elenco do novo filme do Homem-Aranha, “Spider-Man: Homecoming”, que chega aos cinemas em 2017.
William Hurt homenageia Hector Babenco em texto emocionado
Procurado para repercutir a morte do cineasta Hector Babenco, o ator William Hurt escreveu um texto emocionado, em que lembrou sua convivência com o diretor e celebrou todos os que se foram na produção de “O Beijo da Mulher Aranha”, filme pelo qual conquistou o maior prêmio de sua carreira, o Oscar de Melhor Ator em 1986. No filme dirigido por Hector Babenco e adaptado do livro homônimo de Manuel Puig, o ator interpretava Luis Molina, um homossexual que foi preso por comportamento imoral em um país da América do Sul. Para escapar da realidade que o cerca, ele inventa filmes românticos ao lado do parceiro de prisão Valentin Arregui, um preso político vivido por Raul Julia, que busca se manter mais ligado à realidade. “Hector foi, pelo nosso trabalho em ‘O Beijo da Mulher Aranha’, o melhor diretor com quem já trabalhei – em duas áreas mais especiais e essenciais da arte da atuação: o aspecto tátil básico de criação de personagem (o fundamento do ofício de ator) e a paixão flagrante pelo tema”, ele escreveu. “Nenhum outro diretor com quem trabalhei captou tão bem os aspectos mais duros do processo de criação como Hector em ‘O Beijo da Mulher-Aranha'”, continuou. “Hector foi o condutor quando me senti mais integralmente um ator de cinema”, observou, mencionando a “proximidade da colaboração” do cineasta com os atores, “a ética de trabalho inequívoca”. Hurt lembrou que Babenco “era temperamental e tinha orgulho disso”. “Ninguém se importava. Ele era honesto com seus sentimentos e isso era maravilhoso”, escreveu. “Arte e talento são suor. Ele dividiu isso de pessoa a pessoa. Abençoado seja. Abençoado seja por toda essa experiência.” O ator também se lembrou das filmagens em São Paulo e outros que se foram, como Raul Julia (1940-1994), e chegou a comentar um encontro com Fernando Ramos da Silva, o ator que estrelou “Pixote: A Lei do mais Fraco” (1981) e morreu poucos anos depois assassinado por policiais. “Passamos algumas boas horas juntos. Eu pensei ‘este é um dos meus pais artísticos’. Ele era mais novo do que eu, mas por outro lado era mais velho. Ele tinha passado por tanta coisa. Mas elas mudam o mundo, eu acho, essas belas pessoas e Hector. Fernando morreu não muito depois. Então, por causa de Hector, lutei pelas causas certas, justiça e caráter”. Por fim, ele conclui: “Tirando ter filhos e encontrar seu amor verdadeiro, não há nada melhor do que ter tido a chance de expressar-se a si mesmo em boa companhia, no ofício que você teve sorte o suficiente para encontrar, aprender e transmitir. Hector, que sua passagem para o paraíso seja tão imediata e apaixonada como foi a de Manuel [Puig], Raul [Julia] e Leonard [Scharader, roteirista].” “Ninguém de quem lembramos morre. Algo se vai, sim. Mas não a essência”, disse.
Jodie Foster ganha estrela na Calçada da Fama
A atriz e cineasta Jodie Foster (“Um Novo Despertar”) finalmente ganhou sua estrela na Calçada da Fama de Hollywood, em Los Angeles, após dois Oscars e quatro décadas de filmes no currículo. A cerimônia foi realizada na tarde quarta-feira (4/5), e contou com depoimento da também atriz e aspirante a diretora Kristen Stewart (“Acima das Nuvens”). Foster destacou em seu discurso de agradecimento que cresceu a dez quadras da Hollywood Boulevard e que, quando era menina, passava pela Calçada da Fama para ir à escola. “A cerimônia de entrega de uma estrela é algo que sempre pensei e sonhei”, ela revelou, afirmando que a ocasião era especial por acontecer na véspera da estreia de seu novo trabalho como diretora, o thriller “Jogo do Dinheiro” com os atores George Clooney e Julia Roberts, que terá sua première mundial na próxima quinta (12/5), no Festival de Cannes. Foster agradeceu aos fãs que foram vê-la “completando uma fantasia secreta”, apesar do dia nublado em Los Angeles. E dedicou a estrela a sua mãe e todas as mulheres que a ajudaram em sua carreira, citando a amiga presente. “Tenho que dizer que se alguma vez ficasse trancada em um quarto de 2,5 por 4,5 metros com alguém, estaria realmente contente que fosse Kristen Stewart”, ela disse, lembrando o filme “Quarto do Pânico” (2002) no qual trabalharam juntas. Em seu depoimento, Stewart, por sua vez, afirmou que Foster foi sua “primeira amiga adulta” quando ela, uma menina de apenas dez anos, contracenou com a companheira em “O Quarto do Pânico”. Para Stewart, Foster é um exemplo de atriz feminina que, apesar de ter trabalhado desde muito jovem e ganhado vários prêmios, sempre se manteve uma pessoa “normal e genial”. Duas vezes vencedora do Oscar por “Os Acusados” (1988) e “O Silêncio dos Inocentes” (1991), Jodie Foster nasceu em Los Angeles em 1962 e teve seu primeiro papel de relevância em “Alice Não Mora Mais Aqui” (1974), do diretor Martin Scorsese, mesmo cineasta que a escalou como prostituta aos 13 anos, em “Taxi Driver” (1976), que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar. Como diretora, ela comandou quatro filmes: “Mentes que Brilham” (1991), “Feriados em Família” (1995), “Um Novo Despertar” (2011) e “Jogo do Dinheiro”, cuja estreia no Brasil está marcada para 26 de maio.
Lea Michele faz tatuagem em homenagem a Cory Monteith
A atriz Lea Michele divulgou em seu Instagram a foto de uma tatuagem nova, que faz homenagem ao ex-namorado e colega de “Glee”, Cory Monteith, morto em 2013. A imagem destaca a tatuagem de um pequeno número 5 na altura da costela (veja acima). Trata-se de uma referência ao número da camisa de futebol americano que o personagem de Cory usava em “Glee”. “Mais uma… Para o meu quarterback”, escreveu ela, na legenda da foto. O intérprete do atleta Finn Hudson em “Glee” foi encontrado morto em um quarto de hotel em Vancouver, no Canadá, na noite do dia 13 de julho de 2013. Ele tinha 31 anos e seu funeral foi organizado por Michele, que também vivia sua namorada na série, Rachel Berry. A causa da morte foi overdose por uma mistura de drogas. A atriz também gravou a tatuagem de uma pequena xícara em um dos dedos, em homenagem à avó, que morreu recentemente. “Perdi minha linda avó esta semana. Ela não era aquela avó tradicional que você conhece… Ela me deu meu primeiro copo de café quando eu tinha 8 anos. Ela disse algo inapropriado para todos os namorados que eu tive. Ela nunca fez uma torta ou tricotou um suéter para mim. Mas ela era minha avó e eu a amava, mais do que tudo”.
Patty Duke (1946 – 2016)
A atriz Patty Duke, que venceu o Oscar e teve uma série com seu nome antes de se tornar adulta, morreu na terça-feira (29/3), após sofrer complicações de uma infecção causada por uma perfuração no intestino. Ela tinha 69 anos. Patty nasceu Anna Marie Duke em Nova York, em 1946, e interpretou diversas nova-iorquinas ao longo de sua trajetória, que iniciou muito cedo. Ela ganhou o pseudônimo Patty ainda criança, aparecendo com este nome em seus primeiros trabalhos de 1954, aos oito anos de idade, quando começou a fazer pequenas participações em filmes, telenovelas e diversos teleteatros. A mudança foi exigência de seus empresários, que achavam “Anne Marie” pouco artístico. Os empresários, o casal John and Ethel Ross, não cuidavam apenas de sua carreira. O pai de Patty era um taxista alcoólatra e sua mãe sofria de depressão. Quando a menina tinha seis anos, a mãe teve um surto e expulsou seu pai de casa. Aos oito, a entregou aos cuidados do casal Ross, que passou a cuidar dela, mas não necessariamente de forma amorosa, transformando-a numa máquina de ganhar dinheiro. Forjaram currículo, mentiram sua idade e, quando ela se provava difícil de lidar, a viciaram em álcool. Tudo isto está em sua autobiografia. A criança tinha um talento evidente, que já se manifestava aos 12 anos, quando passou a se destacar em produções de diferentes gêneros, como o drama “A Deusa” (1958), a sci-fi “Quarta Dimensão” (1959) e a comédia “Feliz Aniversário” (1959). No mesmo período, ela fez sua estreia na Broadway, estrelando a peça “The Miracle Worker”, na qual deu vida a Helen Keller, uma garota cega, surda e muda. A peça fez enorme sucesso e ficou em cartaz por dois anos. O papel de Helen Keller acabou sendo, de forma precoce, o ponto alto de sua carreira. Em 1962, aos 16 anos, ela foi escalada para revivê-lo em “O Milagre de Anne Sullivan”, drama dirigido por Arthur Penn, no qual sua personagem precisava de ajuda constante da incansável professora Anne Sullivan (Anne Bancroft, que também atuou na peça). Por seu desempenho, Patty venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante e se tornou, na época, a pessoa mais jovem a conquistar um prêmio da Academia. O Oscar a deixou tão famosa que ela ganhou uma série com seu próprio nome, “The Patty Duke Show”. O título foi escolhido antes que a rede ABC soubesse qual seria trama. A ideia era criar uma atração para a estrelinha ascendente, o que quer que fosse. O fato é que, até então, não existiam programas estrelados por garotas da idade de Patty na televisão. Assim, para decidir sobre o que seria a série, o produtor-roteirista Sidney Sheldon (também criador de “Jeannie É um Gênio”) levou a jovem para passar uma semana com sua família. Na curta convivência, Sheldon reparou que Patty tinha dois lados distintos (mais tarde, ela seria diagnosticada com bipolaridade), o que lhe deu a ideia de criar uma trama sobre duas adolescentes idênticas. Na série, Patty vivia uma nova-iorquina moderna, que passa a conviver com sua prima idêntica (também interpretada pela atriz), vinda da Europa. Embora fossem iguais fisicamente, as duas não podiam ter gostos mais diferentes. E a confusão que suas semelhanças causavam alimentava a maioria das piadas do programa. “The Patty Duke Show” durou três temporadas, entre 1963 e 1966, e marcou época, inaugurando um filão que atualmente responde por boa parte da programação de canais pagos como Nickelodeon, Disney Channel e Freeform (ex-ABC Family): as séries de meninas. Fez tanto sucesso que Patty recebeu indicações ao Emmy, ao Globo de Ouro e também se lançou como cantora. Mas quando completou 18 anos, ela rompeu com os empresários exploradores e quis renegociar seu contrato, fazendo exigências que levaram um impasse e ao fim inesperado da atração, mesmo com boa audiência. Apesar de gravada em preto e branco, “The Patty Duke Show” continuou no ar em reprises ao longo das décadas, chegando a experimentar uma redescoberta em 1988, quando passou a integrar a programação do canal Nickeledeon. As reprises mantiveram a popularidade da produção, a ponto de gerar um telefilme de reencontro, 33 anos após seu cancelamento. Exibido em 1999, o telefilme mostrava as primas casadas, com filhos e até netos. Com o fim de sua série, Patty decidiu priorizar sua carreira cinematográfica. Ela já tinha estrelado seu primeiro filme como protagonista, a comédia adolescente “Uma Lourinha Adorável” (1965), como uma moleca andrógina, dividida entre a vontade de ser um menino, para ter mais liberdade e fazer esportes, e a primeira paixão colegial. Mas seu primeiro longa após “The Patty Duke Show” acabou seguindo na direção oposta, numa escolha arriscada, com o objetivo de mostrá-la adulta. Patty escandalizou ao decidir estrelar “O Vale das Bonecas” (1967). Na adaptação do romance trash de Jacqueline Susann, ela interpretava uma jovem estrela da Broadway que se viciava em drogas, fazia sexo casual, destruía lares e precisava ser internada para reabilitação. O filme era um dramalhão tão grande que virou cult, ao ser considerado um dos piores melodramas já feitos. Para reafirmar que era uma jovem moderna, ela também estrelou “Uma Garota Avançada” (1969), no qual se rebelava contra os planos de casamento de sua família, abandonando o lar para abraçar o estilo de vida boêmio do Greenwich Village, em Nova York. Mas os papéis de adulta não lhe renderam o mesmo sucesso da adolescência. Durante os anos 1970, ela se viu alternando participações em diversas atrações televisivas, como “Galeria do Terror”, “O Sexto Sentido”, “Havaí 5-0”, “Os Novos Centuriões”, “Police Woman” e “São Francisco Urgente”, com filmes B, como o terror “Sob a Sombra da Outra” (1972) e o desastre sci-fi “O Enxame” (1978). Em 1979, ela voltou à trama que a consagrou, estrelando uma versão televisiva de “O Milagre de Anne Sullivan”, desta vez no papel da professora, comprovando como o tempo tinha passado. Patty havia se tornado adulta demais até em sua vida pessoal, passando por três casamentos frustrados e um relacionamento polêmico com Desi Arnaz Jr., filho de Lucille Ball e Desi Arnaz, quando já tinha 24 anos e ele ainda era menor de idade. O escândalo quase destruiu sua carreira quando ela engravidou em 1971, e as revistas de fofoca especulavam que o pai podia ser o ator de 17 anos. Mas ela rapidamente se casou com John Astins (o Gomez da série “Família Addams”), registrando a criança como filho dele. O jovem cresceu para se tornar um hobbit, Sean Astin, astro da trilogia “O Senhor dos Anéis”. Patti ainda teve outro filho com John Astins, mas o casamento terminou em divórcio em 1983. Após esse período tumultuado, a atriz tentou retomar a carreira televisiva, estrelando quatro séries de curta duração. A que foi mais longe teve uma temporada completa de 22 episódios: a sitcom “It Takes Two”, na qual interpretou a mãe de dois futuros astros televisivos, os jovens Anthony Edwards (o Dr. Mark Greene de “Plantão Médico/E.R.”) e Helen Hunt (a Jamie Buchman de “Louco por Você/Mad About You”). As outras séries foram “Hail To The Chief”, em 1985, na qual interpretou a primeira mulher presidente dos EUA (durou 7 episódios), “Karen’s Song”, em 1987, como uma mãe divorciada (a filha era Teri Hatcher, de “Desperate Housewives”) que se envolve com um homem muito mais jovem (em 13 capítulos), e, por fim, o drama “Amazing Grace”, em 1995, como uma ex-alcoóltra que se torna pastora de uma igreja (5 episódios). Entre 1985 e 1988, ela foi eleita presidente do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG, na sigla em inglês), chegando a comandar uma greve que conseguiu melhorar salários e condições de trabalho para os dubladores de animações. O período coincidiu com o ressurgimento das comédias adolescentes no cinema americano, o que lhe rendeu seu último papel de destaque no filme “Willy/Milly” (1986), como a mãe de uma moleca que, por meio de mágica, virava hermafrodita – uma versão extrema da ideia de “Uma Lourinha Adorável” (1965). Em 1987, ela publicou sua autobiografia, tornando-se a primeira celebridade a se assumir bipolar (ou maníaca-depressiva, como ainda se chamava a condição na época). A experiência a inspirou a virar ativista por melhores condições de saúde mental nos EUA, defendendo tratamentos de distúrbios de personalidade. Após contar sua história em livro, Patty estrelou “Call Me Anna” (1990), uma telebiografia de sua própria vida, intitulada com seu nome de bastimo. Ela ainda apareceu nas comédias “Por Trás Daquele Beijo” (1992), “Nos Palcos da Vida” (2005) e no filme religioso “A História de Oseias” (2012), estrelado por seu filho Sean Astin, além de diversos telefilmes – entre eles, “Luta Pela Vida” (1987), como mulher de Jerry Lewis. Nos últimos anos, experimentou uma fase de redescoberta, recebendo uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood e convites para participar de várias séries, como “Glee” e “Drop Dead Diva”. Ela também se tornou uma das poucas atrizes a aparecer nas duas versões de “Havaí 5-0”, ao estrelar um episódio do remake. A melhor participação, porém, ficou reservada para seu último papel, num episódio de “Liv e Maddie” exibido em 2015 no Disney Channel. Na ocasião, ela interpretou duas personagens idênticas, evocando “The Patty Duke Show”: a avó e a tia-avó gêmeas da protagonista Liv (Dove Cameron). Uma bela homenagem para sua despedida das telas. “Eu te amo, mãe”, resumiu Sean Astins, ao informar aos fãs sobre a morte de Patty. “Que atriz!”, lembrou o apresentador Larry King. “Obrigado, Patty, por tudo que nos deu”, manifestou-se a própria Academia.
Vinyl: Série de Scorsese e Mick Jagger vai homenagear David Bowie
A série “Vinyl”, que estreia no domingo (14/2) no canal pago HBO, terá um episódio dedicado a David Bowie. Criada pelo cantor Mick Jagger, em parceria com o diretor Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”) e o roteirista Terence Winter (série “Boardwalk Empire”), a atração se passa na cena musical de Nova York dos anos 1970, centrada nos bastidores de uma gravadora, e inclui vários roqueiros de passagem por sua trama. A aparição de David Bowie já estava prevista para o sexto episódio. Mas a morte do cantor fez o roteiro sofrer mudanças. “A série é uma forma de homenageá-lo”, disse Jagger em entrevista ao jornal britânico The Mirror, acrescentando: “Sua presença na série será uma forma positiva de lembrar e honrar sua vida. David foi um amigo muito querido e sua morte me entristeceu bastante”. O ator Noah Bean (série “Nikita”), que interpretará Bowie, também se manifestou, via Twitter. “Eu fiquei emocionado e intimidado por interpretá-lo antes de sua morte, e agora honrado e entristecido que isso seja exibido em sua memória”, escreveu. Os dois são muito parecidos fisicamente, como pode ser conferido pelas imagens acima. Ao longo dos dez episódios de sua 1ª temporada, “Vinyl” também mostrará aparições de John Lennon, Lou Reed e sua banda Velvet Underground, Led Zeppelin, New York Dolls e muitos outros roqueiros famosos. A série é estrelada por Bobby Canavale (“Blue Jasmine”) na pele do dono de uma gravadora à beira da falência, que busca um artista capaz de “reinventar” seu negócio, em meio à reconstrução febril do estilo de vida movido a sexo, drogas e rock’n’roll da década em que o glam, o punk rock, as discotecas e o hip-hop surgiram em Nova York. O elenco também inclui Olivia Wilde (“Rush: No Limite da Emoção”) como a modelo casada com o personagem de Canavale, Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”) como seu braço direito, Juno Temple (“Killer Joe”) como uma caçadora de talentos e James Jagger (filho de Mick) como cantor de uma banda punk.
Leandra Leal se fantasia de David Bowie para baile de carnaval
A atriz Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), musa do cinema brasileiro atual, homenageou David Bowie, falecido em janeiro, no baile Sem Rival, no Rio de Janeiro. A atriz escolheu uma roupa de visual new wave e pintou um raio em seu rosto, em referência à capa de “Aladdin Sane”, álbum de Bowie lançado em 1973. A fantasia chamou atenção em seu perfil no Instagram, ao mostrar que o Carnaval também pode ser rock’n’roll. A propósito, ela vai cantar em seu próximo filme, uma adaptação da novela “Cheias de Charme” (2012), previsto para o segundo semestre.
Comercial revela detalhes do especial televisivo de “reencontro” do elenco de Friends
A rede americana NBC divulgou o primeiro comercial do especial dedicado ao diretor James Burrows, que ganhou status de “reencontro” do elenco da série “Friends” na internet. Intitulado “Must See TV: An All-Star Tribute to James Burrows”, o evento chamou atenção por reunir elencos de várias séries clássicas de comédia, mas a prévia revela que se trata de um programa de entrevistas, em que os astros compartilham memórias e piadas, relembrando as produções. O especial celebra um marco histórico: a direção de mil episódios televisivos por Burrows. Além do elenco de “Friends” – menos Matthew Perry, que não pode comparecer por estar em cartaz com uma peça em Londres – , astros das séries “The Big Bang Theory”, “Taxi”, “Cheers”, “Frasier”, “Mike & Molly” e “Will & Grace” também participam do tributo ao diretor, que irá ao ar no dia 21 de fevereiro nos EUA.
David Duchovny ganha estrela na Calçada da Fama de Hollywood
O ator David Duchovny, que ficou conhecido como o protagonista da série “Arquivo X”, ganhou uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood. A homenagem aconteceu na segunda (25/1), em meio ao burburinho do retorno da atração clássica à televisão. Concebida como uma minissérie de 6 episódios, a volta de “Arquivo X” registrou uma audiência impressionante, com 13,47 milhões de telespectadores, em sua estreia na noite de domingo na rede americana Fox. Além de interpretar Fox Mulder, o agente do FBI obcecado pelo paranormal e teorias da conspiração, o ator de 55 anos também ficou conhecido por outros papeis, como o escritor Hank Moody, na série “Californication”, que durou sete temporadas. Atualmente, ele também estrela “Aquarius”, passada nos anos 1960, em que vive o policial Sam Hodiak, na caça ao famoso psicopata Charles Manson. Renovada para a 2ª temporada, “Aquarius” deve retornar durante a programação de verão da TV americana.
Elencos de Friends e The Big Bang Theory se encontram em gravação de especial
O elenco da série “Friends” se reuniu neste domingo (24/1) em Los Angeles, para gravar um especial para a rede NBC, em homenagem ao diretor James Burrows, que comemora um marco histórico em sua carreira: a direção de mil episódios televisivos. Com exceção de Matthew Perry, que não pode ir ao evento por estar em cartaz com uma peça em Londres, o encontro de Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc e David Schwimmer causou comoção nas redes sociais, ao render uma foto compartilhada no Instagram de Kaley Cuoco, atriz da série “The Big Bang Theory”. Na imagem, os Friends aparecem ao lado de Kaley, Jim Parson, Johnny Galecki e Simon Helberg, num encontro de gerações que marcaram a comédia televisivia. “Friends encontram Big Bang Theory”, escreveu a atriz na postagem. O programa especial deve ir ao ar no dia 21 de fevereiro nos Estados Unidos. Segundo o site TV Line, o especial também reunirá os elencos de outras séries dirigidas por Burrows, incluindo “Taxi”, “Cheers”, “Frasier” e “Will & Grace”.
Sidney Poitier será homenageado pela Academia Britânica com prêmio pela carreira
O ator Sidney Poitier será homenageado pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês) na entrega de seu prêmio anual de cinema, o BAFTA Awards. Chamado de BAFTA Fellowship, o prêmio celebra a carreira de quem entrou para a história do cinema. Entre os homenageados de anos anteriores, estão Helen Mirren, Anthony Hopkins, Sean Connery, Martin Scorsese, Charlie Chaplin e Woody Allen. “Estou muito honrado por ter sido o eleito para receber o Bafta honorário e também muito agradecido à Academia Britânica por me dar este reconhecimento”, disse o ator em comunicado. Nascido nas Bahamas em 1927, o astro veterano de Hollywood chegou a vencer o prêmio BAFTA de Melhor Ator Estrangeiro em 1959, por seu papel em “Fugitivos” (1958). Ele também tem um Oscar de Melhor Ator por “Uma Voz Nas Sombras” (1963) e igualmente recebeu uma homenagem pela carreira da Academia americana, em 2002. Por coincidência, seus filmes mais populares foram lançados no mesmo ano: a comédia “Adivinhe Quem Vem para Jantar”, o suspense “No Calor da Noite” e o drama “Ao Mestre, Com Carinho”, todos de 1967. Além de atuar, ele também dirigiu nove filmes. O trabalho de Poitier é considerado importante por discutir as relações raciais numa época de profunda intolerância, como os anos 1960. Por isso, recebeu em 2009, das mãos do presidente dos Estados Unidos Barack Obama a Medalha Presidencial da Liberdade, a condecoração civil mais importante do país. A cerimônia do prêmio BAFTA vai acontecer no dia 14 de fevereiro, na histórica Royal Opera House, em Londres.
Elenco da série Friends vai se reencontrar em especial televisivivo
O elenco da série “Friends” vai se reencontrar na TV. A ocasião será um especial de duas horas em homenagem ao diretor James Burrows, que em novembro completou seu milésimo episódio à frente das câmeras da TV. Quinze deles foram registrados em “Friends”. A rede NBC está preparando a homenagem ao profissional e, segundo o site TV Line, também confirmou participação do elenco de outras séries clássicas que ele dirigiu, como “Taxi”, “Cheers”, “Frasier”, “Will & Grace”, “The Big Bang Theory” e “Mike & Molly”. Com uma carreira que abrange mais de quatro décadas, desde a sitcom clássica “Mary Tyler Moore” em 1974, Burrows se especializou em produzir episódios pilotos de séries bem-sucedidas. Foi ele quem formatou a estreia da própria “Friends”, além de “The Big Bang Theory”, por exemplo. Mas, curiosamente, só possui um único crédito como criador de série. O detalhe é qual série: “Cheers”, uma das comédias televisivas mais famosas de todos os tempos, de onde saiu o spin-off “Frasier”. Em atividade até hoje, ele já dirigiu o piloto de uma nova sitcom aprovada para 2016, “Crowded”. O especial está programado para o dia 21 de fevereiro nos EUA.












