Jamie Foxx confirma volta ao papel de Electro no próximo Homem-Aranha
O ator Jamie Foxx publicou e imediatamente apagou um comentário no Instagram em que confirmou sua volta ao papel de Electro no próximo filme do Homem-Aranha. Ao mencionar seu retorno, ele ainda adiantou que o personagem voltaria em nova versão, e que ele não apareceria azul novamente. “Super animado em fazer parte do próximo filme do Homem-Aranha. Mal posso esperar pra vocês verem esse novo. E eu não vou estar azul no próximo filme, mas sim 100% durão”, ele escreveu. Foxx interpretou o vilão Electro em “O Espetacular Homem-Aranha 2” (2014), estrelado por Andrew Garfield, e voltará ao papel no próximo filme do super-herói, que agora é vivido por Tom Holland. Para tornar essa escalação ainda mais curiosa, o filme coproduzido por Sony e Marvel Studios também deve trazer J.K. Simmons de volta ao papel de J. Jonah Jameson, que o ator interpretou na trilogia do Homem-Aranha estrelada por Tobey Maguire. Os detalhes da nova produção estão sendo mantidos em sigilo, mas a notícia da participação de Foxx já alimenta várias teorias de fãs sobre a inclusão do multiverso na trama. O conceito de realidades paralelas no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) foi introduzida em “Vingadores: Ultimato” (2019) e mencionada pelo vilão Mysterio (Jake Gyllenhaal) em “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019) – mas, neste caso, como parte de uma elaborada enganação. Além de Tom Holland, a maior parte do elenco dos dois filmes mais recentes do herói – incluindo Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon e Tony Revolori – deve retornar na continuação, que tem filmagens previstas para as próximas semanas em Atlanta, nos EUA. O filme também contará com direção de Jon Watts, responsável pelos bem-sucedidos “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017) e “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019).
Jamie Foxx negocia volta como Electro no próximo filme do Homem-Aranha
O ator Jamie Foxx, que interpretou o vilão Electro em “O Espetacular Homem-Aranha 2” (2014), estrelado por Andrew Garfield, está nas negociações finais para reprisar o papel no próximo filme do super-herói, estrelado por Tom Holland. Para tornar essa escalação ainda mais curiosa, o filme coproduzido por Sony e Marvel Studios também deve trazer J.K. Simmons de volta ao papel de J. Jonah Jameson, que ele interpretou na trilogia do Homem-Aranha estrelada por Tobey Maguire. Os detalhes da nova produção estão sendo mantidos em sigilo, mas a notícia da participação de Foxx já alimenta várias teorias de fãs sobre a inclusão do multiverso na trama. O conceito de realidades paralelas no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) foi introduzida em “Vingadores: Ultimato” (2019) e mencionada pelo vilão Mysterio (Jake Gyllenhaal) em “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019) – mas, neste caso, como parte de uma elaborada enganação. Além de Tom Holland, a maior parte do elenco dos dois filmes mais recentes do herói – incluindo Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon e Tony Revolori – deve retornar na continuação, que tem filmagens previstas para as próximas semanas em Atlanta, nos EUA. O filme também contará com direção de Jon Watts, responsável pelos bem-sucedidos “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017) e “Homem-Aranha: Longe de Casa”.
Estudo denuncia controle da China sobre conteúdo do cinema americano
Um relatório divulgado nesta quarta-feira (5/8) pela organização Pen America acusa os maiores estúdios de cinema dos EUA de promoverem autocensura para permitir que seus filmes sejam bem-vindos no milionário mercado chinês. O estudo de 94 páginas do grupo literário e de direitos humanos revelou uma profunda influência do governo chinês em Hollywood, detalhando as várias maneiras em que os estúdios alteram “elenco, enredo, diálogo e cenários” em um “esforço para evitar antagonizar as autoridades chinesas” em seus filmes. A lista de produções que sofreram intervenção pró-chinesa inclui blockbusters como “Homem de Ferro 3”, “Guerra Mundial Z” e até o vindouro “Top Gun: Maverick”. Segundo a associação, essa autocensura vai desde a remoção da bandeira de Taiwan na jaqueta de Tom Cruise em “Top Gun: Maverick” até a exclusão da China como fonte de um vírus zumbi no filme “Guerra Mundial Z”, lançado em 2013. A prática da autocensura também busca evitar tópicos sensíveis, como Tibete, Taiwan, Hong Kong ou Xinjiang, e eliminar personagens pertencentes à comunidade LGBTQIA+. Para entrar no mercado chinês, conteúdo LGBTQIA+ foi removido de “Bohemian Rhapsody”, quase transformando Freddie Mercury num cantor heterossexual. Filmes como “Star Trek: Sem Fronteiras”, “Alien: Covenant” e “A Viagem” também eliminaram cenas LGBTQIA+. Sequências com mortes de chineses foram tiradas de “007: Operação Skyfall” e “Missão: Impossível III”, e um personagem principal teve a etnia alterada de tibetano para celta em “Doutor Estranho”, da Marvel, uma decisão tomada pelo roteirista para evitar o risco de “alienar 1 bilhão de pessoas”, e que assim atingiu 7,5 bilhões de pessoas, para ficar na metáfora numérica. “Apaziguar o governo chinês e seus censores se tornou uma maneira simples de fazer negócios como qualquer outra”, diz o relatório. Pequim possui um dos mais rígidos sistemas de censura do mundo, sediado no departamento de propaganda do Partido Comunista Chinês. O comitê de censura decide se um filme estrangeiro pode ser lançado no mercado local de filmes, que é o segundo e pode se tornar no maior do mundo após a pandemia de covid-19. Para se ter ideia, os sucessos de bilheteria “Vingadores: Ultimato” e “Homem-Aranha: Longe de Casa” geraram mais receita na China do que nos Estados Unidos. “O Partido Comunista Chinês realmente exerce uma enorme influência sobre a lucratividade dos filmes de Hollywood e os executivos do estúdio sabem disso”, diz a Pen America. Isto gera uma submissão ao autoritarismo chinês, que pode render até momentos constrangedores, como a ida do então CEO da Disney, Michael Eisner, até Pequim para pedir desculpas pessoalmente pela produção do filme “Kundun” de Martin Scorsese, lançado em 1997, que trata da vida de Dalai Lama, líder espiritual do Tibete no exílio. Isto mesmo: a Disney lamentou que o filme existisse, após ele ser censurado e proibido de ser lançado na China, porque seu principal interesse na época era construir um parque temático em Xangai. O relatório denuncia que a censura se institucionalizou a ponto de alguns estúdios fazerem “voluntariamente determinadas restrições sem serem solicitados” e outros até convidam censores chineses para os sets. “Se algum projeto for considerado abertamente crítico” ao regime chinês, os estúdios temem que “sejam colocados em uma lista negra”, disse um produtor, que pediu para não ser identificado, à agência AFP. Assim, não permitem sequer que filmagens críticas à China sejam realizadas, eliminando-as do cinema de Hollywood. Em junho passado, o ator Richard Gere, que é budista e defensor da causa tibetana, já tinha comparecido ao Senado dos EUA para denunciar a forma como a China estava controlando o conteúdo de Hollywood. “A combinação da censura chinesa com o desejo dos estúdios de cinema americanos de acessar o mercado chinês leva à autocensura e a negligenciar as questões sociais que os grandes filmes americanos sempre abordaram”, disse ele na ocasião. “Ao obedecer aos ditames chineses, a abordagem de Hollywood cria um padrão para o resto do mundo”, afirma a Pen America, que conclui seu relatório lamentando a forma como esse “novo normal” consolidou-se em países supostamente orgulhosos de sua liberdade de expressão.
Próximo Homem-Aranha é adiado para dezembro de 2021
As mais recentes mudanças no cronograma de lançamentos da Disney causaram um efeito dominó. A Sony rapidamente aproveitou o súbito aparecimento de uma vaga no concorrido calendário de dezembro de 2021, com o adiamento de um ano de “Avatar 2”, para mudar a estreia de seu terceiro Homem-Aranha, ainda sem título. Prevista para 4 de novembro de 2021, a estreia do super-herói foi atrasada em algumas semanas e agora vai acontecer em 17 de dezembro, data até então reservada para “Avatar 2”. Não está claro se a mudança foi planejada em conjunto com a Disney, que é coprodutora do longa e tem excesso de títulos, com poucas vagas para encaixá-los, devido à compressão do calendário causada pela pandemia de coronavírus. A continuação de “Homem-Aranha: Longe de Casa” vai trazer de volta Tom Holland ao papel de Peter Parker/Homem-Aranha após o filme anterior bater o recorde de bilheteria da franquia, com US$ 1,13 bilhão. O valor também representou a maior arrecadação da história da Sony, superando o lançamento do “007: Operação Skyfall”, que faturou US$ 1,1 bilhão. O filme é bastante esperado pelos fãs, após o herói ser denunciado como criminoso e ter sua identidade secreta revelada nos instantes finais de “Homem-Aranha: Longe de Casa”.
J.K. Simmons revela já ter filmado nova aparição como J. Jonah Jameson
O ator J.K. Simmons revelou já ter filmado sua próxima aparição como J. Jonah Jameson, o editor do Clarim Diário no universo cinematográfico da Marvel. Durante uma entrevista no programa de rádio “The Jess Cagle Show”, da Sirius XM, Simmons disse que há planos para que ele interprete JJJ diversas vezes. “Bem, sim [eu voltarei como Jameson], essa é a resposta curta”, disse o ator. “Há um futuro para J. Jonah Jameson após um hiato de vários anos. Ele apareceu muito brevemente para aqueles que foram espertos o suficiente para esperar a cena pós-créditos de ‘Longe de Casa’… Há mais uma aparição de JJJ pronta. E, pelo que estou ouvindo, há planos para mais uma. Então, espero que JJJ continue agora e para sempre.” Simmons já tinha dito que seu contrato previa várias aparições. Mas, aparentemente, muitas delas serão vídeos curtos, como o conteúdo “extra” que a Sony liberou no YouTube com editoral de Jameson contra o Homem-Aranha. Não se sabe, porém, se ele também participará do Aranhaverso do estúdio, já que fotos dos sets de “Morbius” e “Venom 2” mostraram referências ao Clarim Diário. De todo modo, tudo isto deve conduzir ao terceiro filme do Homem-Aranha. Ainda sem título oficial, o próximo longa tem lançamento marcado para 5 de novembro de 2021. Vale lembrar que Simmons viveu o memorável JJJ pela primeira vez na trilogia original do “Homem-Aranha”, dirigida por Sam Raimi entre 2002 e 2007. A maior diferença é que, nos filmes de Raimi, o ator usava uma peruca para disfarçar sua calvície natural – liberada na nova versão. Além disso, o Clarim Diário também deixou de ser um jornal tradicional em “Homem-Aranha: Longe de Casa”, para virar uma espécie de telejornal/live do YouTube. Para completar, Simmons ainda é o dublador oficial de JJJ em todos os desenhos da Marvel desta década, como “Ultimate Homem-Aranha”, “Hulk e Os Agentes de S.M.A.S.H.” e “Os Vingadores Unidos”.
J.K. Simmons revela ter assinado contrato para aparecer em vários filmes da Marvel
O ator J.K. Simmons (“Whiplash”) revelou ter assinado contrato para reprisar o papel de J. Jonah Jameson em vários filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) e não apenas na impactante cena pós-créditos de “Homem-Aranha: Longe de Casa”. A informação veio à tona durante entrevista para um podcast da revista Entertainment Weekly, quando Simmons respondeu se poderíamos esperar vê-lo em outros filmes da Marvel. “Eu não sei se usaria a palavra ‘esperar'”, disse o ator, explicando que está contratado para outros filmes, mas o estúdio não é obrigado contratualmente a incluí-lo. Ainda assim, ele revela vontade de reprisar o papel. “É ótimo ter a oportunidade, à medida que essas coisas evoluem, e ser um dos que restaram da versão anterior”. Simmons interpretou o memorável JJJ na primeira trilogia do “Homem-Aranha”, dirigida por Sam Raimi entre 2002 e 2007, e retornou ao papel do editor do Clarim Diário no mais recente filme do herói, exibido nos cinemas em 2019. A diferença é que, nos filmes de Raimi, o ator usava uma peruca para disfarçar sua calvície natural – liberada na nova versão. No último filme, o Clarim Diário também deixou de ser um jornal tradicional para virar uma espécie de telejornal, aparentemente criado como produção para o YouTube. Por curiosidade, Simmons também é o dublador oficial de J.J. Jameson em todos os desenhos da Marvel desta década, como “Ultimate Homem-Aranha”, “Hulk e Os Agentes de S.M.A.S.H.” e “Os Vingadores Unidos”.
Homem-Aranha é denunciado por um novo crime nos filmes da Marvel
O Homem-Aranha está sendo denunciado por mais um “crime” que ele supostamente cometeu no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Um vídeo do Clarim Diário, que fez parte da campanha da Sony para divulgar o lançamento do Blu-ray de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, o herói é acusado de destruir o famoso parque de diversões de Coney Island, em Nova York. “Coney Island reabriu hoje, anos após o ataque devastador do Homem-Aranha. Policiais locais se recusam a usar o nome do Homem-Aranha na denúncia. O Clarim Diário acredita que isso aconteceu por medo da vingança por parte do perigoso Homem-Aranha”, diz o vídeo. O incidente em Coney Island é uma referência à batalha entre o Homem-Aranha e o Abutre, que aconteceu no filme anterior, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017). O vídeo também ajuda a deixar claro como o velho tabloide Clarim Diário, editado por J.J. Jameson nos quadrinhos, foi atualizado como um programa de fake news do YouTube. O Clarim e seu editor, vivido por J.K. Simmons, deverão ter grande importância no próximo filme da franquia, após serem introduzidos nos segundos finais de “Homem-Aranha: Longe de Casa”. A continuação está atualmente sendo escrita pela mesma dupla que assinou os dois primeiros filmes: Chris McKenna e Erik Sommers. A previsão de estreia é para julho de 2021.
J.K. Simmons volta a viver J.J. Jameson em novo vídeo de Homem-Aranha
A Sony Pictures divulgou um novo vídeo de “Homem-Aranha: Longe de Casa” para a campanha de lançamento do filme em Blu-ray. Assim como o anterior, traz J.K. Simmons de volta ao papel do jornalista ranzinza J.J. Jameson. O material é spoiler completo de uma das pós-créditos do filme. A cena atualiza o velho tabloide Clarim Diário, editado por Jameson, como um programa de fake news do YouTube, dando ao personagem dos quadrinhos uma inflexão indignada de apresentador de extrema direita, enquanto elogia Mysterio e revela a identidade secreta do Homem-Aranha para o mundo. Esta é a quarta vez que J.K. Simmons vive J.J. Jameson no cinema. Ele foi o intérprete do personagem na trilogia original do “Homem-Aranha”, dirigida por Sam Raimi. A diferença é que, na ocasião, usava uma peruca para disfarçar sua calvície natural. Curiosamente, Simmons também é o dublador oficial de J.J. Jameson em todos os desenhos da Marvel desta década, como “Ultimate Homem-Aranha”, “Hulk e Os Agentes de S.M.A.S.H.” e “Os Vingadores Unidos”. O Blu-ray de “Homem-Aranha: Longe de Casa” já está à venda.
Tom Holland teria sido responsável pela volta do Homem-Aranha aos filmes da Marvel
O ator Tom Holland teve papel fundamental para que Disney e Sony fechassem um novo acordo em relação ao Homem-Aranha, apurou revista The Hollywood Reporter. A publicação informou que o intérprete do herói teve encontros com Bob Iger, CEO da Disney, e Tom Rothman, chefão da Sony, após o anúncio de que o Aranha não estaria mais no Universo Marvel. Ele usou sua participação na D23, a Comic Con da Disney, para mobilizar fãs e usar essa influência para demonstrar aos dois executivos como a permanência do Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) seria mais lucrativo para ambos, com maior venda de ingressos e nenhum protesto. Ele teria usado seu contrato para estrelar “Uncharted”, adaptação de game que a Sony pretende transformar em franquia, para fazer Rothman reconsiderar a separação, e se tornou uma das raras estrelas de cinema a ser recebida pessoalmente por Iger, um dos homens mais poderosos de Hollywood, para discutir uma questão puramente comercial. Tom Holland tem apenas 23 anos. O resultado dessa intervenção foi anunciado por outro defensor da permanência do Aranha no MCU, ninguém menos que Kevin Feige, o chefão da Marvel. “Eu estou feliz que a jornada do Aranha no MCU vai continuar, e todos nós aqui da Marvel estamos muito animados que vamos continuar trabalhando nisso”, disse Feige, em comunicado, na sexta-feira passada (27/9). “O Homem-Aranha é um ícone poderoso e um herói que as histórias cruzam todas as idades e públicos ao redor do mundo. E também ele é o único herói com o superpoder de cruzar universos cinematográficos, então a Sony continuará a produzir os seus próprios filmes do Aranhaverso e você nunca sabe quais surpresas o futuro trará”, completou. Detalhes da negociação entre Disney e Sony não foram revelados, mas o site Deadline apurou que a Disney conseguiu aumentar sua participação de 5% para 25% das bilheterias, em troca de um investimento equivalente (25%) no orçamento da produção. Além disso, a Sony concordou em ceder o Aranha para outro filme do MCU. Em contrapartida, a Disney não vai mais se opor à participação do Aranha num novo filme de Venom ou outro personagem derivado dos quadrinhos do herói. Mais que isso, o Aranhaverso poderá citar o MCU. Os personagens dos dois universos não serão exatamente compartilhados, mas estarão conectados – isto é, terão consciência da existência uns do outros. Isto significa que Morbius poderá ver uma notícia sobre o Homem de Ferro na televisão, por exemplo.
Surgem detalhes da negociação que manteve o Homem-Aranha nos filmes da Marvel
Detalhes da negociação entre Disney e Sony para a permanência do Homem-Aranha no MCU (sigla, em inglês, do Universo Cinematográfico da Marvel) começaram a vir à tona. O site Deadline apurou que os estúdios encontraram um meio termo entre suas propostas e entraram em acordo para compartilhar o herói em outros filmes. Enquanto a Sony queria manter o acordo original, em que a Disney ficava com 5% dos lucros das bilheterias, o estúdio dono da Marvel só aceitava renovar a parceria por 50%, contribuindo também com 50% do orçamento da produção. A diferença de propostas fez o negócio congelar. Até que a Disney sentiu a reação negativa dos fãs durante a feira D23, sua Comic-Con particular. Tom Holland, o intérprete do Homem-Aranha, foi ao evento divulgar sua participação num desenho da Pixar, mas o público – e a imprensa – só queria saber do que iria acontecer com o filme do super-herói. Por conta disso, a Disney decidiu voltar à mesa de negociações. Ainda de acordo com o Deadline, o estúdio dos Vingadores vai agora receber 25% das bilheterias, em troca de um investimento de 25% no orçamento da produção. Além disso, a Sony concordou em ceder o Aranha para outro filme do MCU. A novidade é que, em contrapartida, a Marvel não vai se opor à participação do Aranha num novo filme de Venom ou outro personagem derivado dos quadrinhos do herói. Mais que isso, o Aranhaverso poderá citar o MCU. Os personagens dos dois universos não serão exatamente compartilhados, mas estarão conectados – isto é, terão consciência da existência uns do outros. Isto significa que Morbius poderá ver uma notícia sobre o Homem de Ferro na televisão, por exemplo. Com alguma sorte, mais detalhes serão revelados em breve.
Tom Holland comemora permanência do Homem-Aranha na Marvel com vídeo de O Lobo de Wall Street
O ator Tom Holland e a atriz Zendaya comemoram nas redes sociais a notícia de que o próximo filme do Homem-Aranha vai continuar no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Pouco mais de um mês depois de anunciarem o fim de seu acordo, Sony e Disney encontraram um meio termo para voltar a trabalhar juntos, com o objetivo de lançar pelo menos mais um filme do super-herói no mesmo universo compartilhado pelos Vingadores. A novidade foi anunciada nesta sexta (27/9) por ninguém menos que Kevin Feige, o chefão da Marvel, que não revelou as condições financeiras do negócio. O intérprete do Homem-Aranha se manifestou no Instagram com um trecho do filme “O Lobo de Wall Street”, postando a cena em que o ator Leonardo DiCaprio diz ao microfone da firma não vai embora, levando os coadjuvantes (seus funcionários na trama) à loucura. “O show continua”, ele completa. A mensagem de Holland foi comentada com emojis (de chorar de rir) por Zendaya, que coestrela os últimos filmes do super-herói no papel de M.J. Ela também publicou sua comemoração nas redes sociais, postando um gif com o Homem-Aranha dançando. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram ? Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em 27 de Set, 2019 às 8:41 PDT pic.twitter.com/VNSRL27Y8Z — Zendaya (@Zendaya) September 27, 2019
Disney e Sony se acertam e Homem-Aranha volta para a Marvel
Uma reviravolta inesperada nas negociações entre Disney e Sony garantiu a permanência do Homem-Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Pouco mais de um mês depois de anunciarem o fim de seu acordo, os dois estúdios encontraram um meio termo para voltar a trabalhar juntos, com o objetivo de lançar pelo menos mais um filme do super-herói no mesmo universo compartilhado pelos Vingadores. A novidade foi anunciada por ninguém menos que Kevin Feige, o chefão da Marvel. “Eu estou feliz que a jornada do Aranha no MCU vai continuar, e todos nós aqui da Marvel estamos muito animados que vamos continuar trabalhando nisso. O Homem-Aranha é um ícone poderoso e um herói que as histórias cruzam todas as idades e públicos ao redor do mundo. E também ele é o único herói com o superpoder de cruzar universos cinematográficos, então a Sony continuará a produzir os seus próprios filmes do Aranhaverso e você nunca sabe quais surpresas o futuro trará”, disse Feige, em comunicado. Os termos do novo acordo não foram revelados, mas Feige continuará a ser responsável pela visão criativa do terceiro longa do Homem-Aranha interpretada por Tom Holland, depois de “De Volta ao Lar” (2017) e “Longe de Casa” (2019). Além disso, pelo novo acordo, o Aranha irá aparecer como coadjuvante no filme de outro herói da Marvel, ainda não determinado. Tem mais: o terceiro “Homem-Aranha” tem até data de lançamento definida. Ainda sem título, chegará aos cinemas em 16 de julho de 2021. Os mesmos roteiristas do filme anterior, Chris McKenna e Erik Sommers, já estão trabalhando na história, que liderá com as revelações feitas ao final de “Longe de Casa”. Para quem não sabe, o Homem-Aranha não faz oficialmente parte do MCU porque a Sony comprou os direitos do personagem em 1999 por aproximadamente US$ 7 milhões, três anos após a Marvel declarar falência e uma década antes de ser comprada pela Disney. O primeiro filme foi lançado em 2002, com Tobey Maguire no papel principal, e foi um sucesso. Mas a pós a primeira trilogia, a Sony quis reinventar o personagem e implodiu a franquia. Após a compra da Marvel pela Disney em 2009 e a consolidação do MCU, os estúdios entraram em um acordo para a produção em conjunto de novos longas do herói, visando resgatar sua popularidade. A estreia de Tom Holland como Homem-Aranha aconteceu “Capitão América: Guerra Civil” (2016), que marcou a primeira parceria entre Sony e Disney. O último filme do herói, “Homem-Aranha: Longe de Casa”, arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias. E o sucesso mudou tudo. A Disney teria crescido o olho diante do desempenho do filme, que se tornou a maior bilheteria da Sony em todos os tempos. Paralelamente, a Sony percebeu que poderia usar o Homem-Aranha para ancorar um universo de adaptações de quadrinhos da Marvel independente da Disney. As duas posições dificultaram entendimento entre os estúdios para manter o Homem-Aranha no MCU. A oferta original feita pela Disney para renovar a parceria era um acordo de coprodução completo, bancando 50% de todos os filmes e dividindo os lucros ao meio. E além do Aranha, essa oferta se estenderia a produções como “Venom 2” e “Morbius”, atualmente em produção, que também seriam incorporadas ao MCU. A Sony recusou, pois os filmes do Aranhaverso representam seus maiores sucessos comerciais. Liderada por Tom Rothman e Tony Vinciquerra, a Sony simplesmente não queria compartilhar sua maior franquia. Em vez disso, propôs manter o acordo sob os termos atuais, em que a Marvel recebe na faixa de 5% do primeiro dólar bruto, sem precisar investir nenhum centavo, e ainda fica com todo o lucro do merchandising. A Disney recusou. Foi esse impasse que tirou, por 37 dias, o Aranha da Marvel. Mesmo com o final das negociações, a Sony manteve um tom elogioso em relação à Marvel e especialmente Kevin Feige. O prestígio do produtor, que preside a Marvel Studios, pode ter ajudado a retomar as negociações. Feige é o único produtor de Hollywood que nunca conheceu o fracasso. Todos os seus filmes da Marvel, desde o primeiro “X-Men” em 2000, quando ainda não presidia o estúdio, foram sucessos retumbantes. E ele é o responsável por “Vingadores: Guerra Infinita”, que neste ano destronou “Avatar” (2009) para se tornar a maior bilheteria de cinema de todo o mundo em todos os tempos.
J.K. Simmons volta a viver J.J. Jameson em vídeo inédito de Homem-Aranha: Longe de Casa
A Sony Pictures divulgou um vídeo inédito de “Homem-Aranha: Longe de Casa”. A divulgação acompanha o lançamento do filme em Blu-ray e traz J.K. Simmons como o ranzinza J. Johah Jameson. O material é extensão de uma das pós-créditos do filme. A cena atualiza o velho tablóide Clarim Diário, editado por Jameson, como um programa de fake news do YouTube, dando ao personagem dos quadrinhos uma inflexão indignada de apresentador de extrema direita. “Homem-Aranha, um psicopata com poderes que se chama de herói. Deixe eu lhe falar algo, garoto: você não é um herói. Mystério, esse sim é um herói. Você é um criminoso, uma ameaça”, diz o personagem no vídeo. Junto com o vídeo, a Sony ainda inaugurou um site do jornal fictício com matérias tendenciosas contra o Aranha. Esta é a quarta vez que J.K. Simmons vive J.J. Jameson no cinema. Ele foi o intérprete do personagem na trilogia original do “Homem-Aranha”, dirigida por Sam Raimi. A diferença é que, na ocasião, usava uma peruca para disfarçar sua calvície natural. Curiosamente, Simmons também é o dublador oficial de J.J. Jameson em todos os desenhos da Marvel desta década, como “Ultimate Homem-Aranha”, “Hulk e Os Agentes de S.M.A.S.H.” e “Os Vingadores Unidos”.







