Ryan Murphy anuncia nova série passada na era de ouro de Hollywood
O produtor Ryan Murphy, que criou alguns dos maiores sucessos recentes da TV, como “Glee”, “American Horror Story”, “American Crime Story” e “9-1-1”, anunciou o terceiro projeto de sua parceria com o serviço de streaming Netflix. Por meio de um post no Instagram, ele revelou que sua próxima série vai se chamar “Hollywood”. Desenvolvida em parceria com Ian Brennan, que trabalhou com o produtor como co-criador de “Glee” e “Scream Queens”, a série é descrita como “uma carta de amor à era de ouro da terra do cinema”. “Esta será a minha 3ª série para a Netflix, e não poderia estar mais animado e orgulhoso do trabalho que estamos desenvolvendo juntos. Vem mais por aí!”, prometeu o produtor. Murphy assinou um contrato com a Netflix no ano passado, avaliado em mais de US$ 300 milhões, para desenvolver novos conteúdos com exclusividade para a plataforma de streaming. O primeiro projeto anunciado foi a comédia “The Politician”, que deve ser lançada ainda este ano, sobre um jovem de família rica que, a cada temporada, vai tentar se eleger a um cargo público. O elenco inclui Ben Platt, Jessica Lange e Gwyneth Paltrow. Murphy também desenvolve “Ratched”, série focada na famosa enfermeira vilã do filme (e livro) “Um Estranho no Ninho”, que terá Sarah Paulson como a versão mais jovem do papel celebrizado por Louise Fletcher no cinema. Com “Hollywood”, Murphy vai retomar o tema e o drama de época de outra de suas produções famosas, “Feud”, que, em sua única temporada, mostrou a rivalidade entre as atrizes Bette Davis (vivida por Susan Sarandon) e Joan Crawford (Jessica Lange). As gravações vão começar no verão norte-americano (entre junho e agosto), possivelmente para um lançamento em 2020. Visualizar esta foto no Instagram. “Hollywood” — my new Netflix show co-created with Ian Brennan — begins principal photography this summer. A love letter to the Golden Age of Tinseltown, this straight-to-series production will be my third show for Netflix and I couldn’t be more excited or proud about the work we are doing together. More to come… Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 22 de Fev, 2019 às 9:02 PST
Estudo revela que número de diretoras em Hollywood é menor que há 20 anos
Um estudo da Universidade Estadual de San Diego, nos EUA, jogou um balde de água fria na ideia de que Hollywood vem progredindo na abertura de seu mercado para mulheres. Batizado de “Celluloid Ceiling”, o estudo foi repercutido pela revista Variety nesta quinta (3/11), demonstrando que, ao contrário dos esforços femininos por maior representatividade, o número de mulheres diretoras vem diminuindo nas últimas duas décadas. Segundo o levantamento comandado pela pesquisadora Martha Lauzen, apenas 8% dos 250 filmes mais lucrativos de 2018 foram dirigidos por mulheres. Em 1998, este número era de 9%, enquanto em 2017 a porcentagem chegou a 11%. O estudo também mapeou a presença feminina em outras funções na indústria. 27% dos filmes pesquisados tinham mulheres como roteiristas, 26% traziam mulheres como editoras e apenas 4% listaram mulheres como diretoras de fotografia. A maior representação feminina ocorre em tarefas burocráticas. 58% dos filmes pesquisados tinham mulheres como produtoras executivas, enquanto 73% tinham mulheres como produtoras. O estudo considerou um total de 3.076 funcionários empregados na produção nos 250 filmes mais lucrativos de 2018, e chegou à percentagem que representa a participação feminina real em Hollywood, que atinge 20% entre todas as funções que não incluem atuação. “O estudo traz evidências de que a larga mudança positiva prevista pelos observadores da indústria ainda não aconteceu. É improvável que os indicadores melhorem com os esforços individuais de algumas pessoas ou estúdios”, comentou a autora da pesquisa para a Variety. “Sem uma ação em larga escala comandada pelos principais players de Hollywood – os estúdios, as agências de talento, os sindicatos – é improvável que vejamos uma mudança significativa. A diferença entre os 8% de representação feminina e a paridade real é grande demais”, concluiu. Até hoje, apenas uma mulher venceu o Oscar de Melhor Direção: Kathryn Bigelow, por “Guerra ao Terror”, em 2010.
Vida de Audrey Hepburn vai virar série dos produtores de A Amiga Genial
A vida de uma das atrizes mais glamourosas de Hollywood vai virar série. Audrey Hepburn, estrela de clássicos como “Bonequinha de Luxo” (1961), “Sabrina” (1954) e “Cinderela em Paris” (1957), terá sua trajetória contada numa atração desenvolvida pela produtora italiana Wildside – responsável pelas séries “A Amiga Genial” e “O Jovem Papa”, ambas realizadas em parceria com o canal pago americano HBO. O roteiro é de Luca Dotti, um dos filhos de Hepburn, que está escrevendo a série em parceria com o jornalista italiano Luigi Spinola. Dotti é filho de um dos dois casamentos de Hepburn, com o psiquiatra italiano Andrea Dotti – o casal ficou junto entre 1969 e 1982. Hepburn teve uma das carreiras mais impressionantes de Hollywood. Nascida na Bélgica, ela se destacou como modelo na Europa antes de virar sensação no cinema, vencendo o Oscar em seu primeiro papel de protagonista, em “A Princesa e o Plebeu” (1953). Ela foi indicada mais quatro vezes ao troféu da Academia e acabou recebendo um prêmio especial por seu trabalho beneficente, entregue postumamente ao outro filho da atriz, Sean Hepburn Ferrer. Belíssima, marcou época por ditar moda, sendo a principal responsável pela popularização do visual “pretinho básico”, a roupa preta que fica bem sempre. Modelo favorita de Givenchy, sua elegância e vestidos de alta-costura tiveram impacto enorme na forma como as estrelas de cinema passaram a se relacionar com o mundo da moda, transformando o tapete vermelho das premières em passarelas de grifes. Mas nem todo o glamour do mundo lhe deu fama de frívola. Ao contrário. Adorava papéis que a tirassem da zona de conforto. Muitos esquecem que a protagonista de “Bonequinha de Luxo” era uma prostituta. E que ela foi pioneira ao abordar a intolerância contra homossexuais na tela, ao estrelar “Infâmia” (1961), como uma professora acusada de ter um relacionamento lésbico com Shirley MacLaine. A partir dos anos 1970, Hepburn passou a se dividir entre o cinema e seu trabalho com a Unicef, onde também foi pioneira ao usar sua imagem de estrela em prol de uma causa humanitária, promovendo um fundo monetário que ajudava crianças em situação de extrema pobreza na África e na América Latina. O último filme da atriz foi “Além da Eternidade”, lançado em 1989, onde foi dirigida por Steven Spielberg. Hepburn morreu em 1993, aos 63 anos, após uma breve batalha contra o câncer.
Atriz de Boardwalk Empire entra com processo contra Harvey Weintein por estupro
A atriz Paz de la Huerta, que ficou conhecida pela série “Boardwalk Empire” e o terror “Nurse – A Enfermeira Assassina”, decidiu processar o produtor Harvey Weinstein por abuso sexual. Ela abriu na segunda-feira (12/11) um processo onde acusa o magnata de tê-la estuprado duas vezes em 2010 em sua casa, em Nova York. A denúncia não é nova. Ela revelou os abusos nos primeiros dias do movimento #MeToo, em novembro do ano passado. Logo depois, De la Huerta procurou a polícia de Nova York, mas as autoridades teriam se recusado a registrar uma ocorrência naquela ocasião. O processo detalha que De la Huerta e Weinstein se encontraram em uma festa em dezembro de 2010. O produtor teria oferecido uma carona e insistido em subir no apartamento da atriz para falar de negócios. Ela alega que o primeiro estupro aconteceu naquela ocasião. Os documentos ainda apontam que Weinstein seguiu assediando a atriz e, no mês seguinte, fez novo contato, afirmando que a estava esperando na frente de seu apartamento e exigiu subir. A atriz, que estava bêbada, diz que foi estuprada mais uma vez neste outro encontro. O processo ainda revela um terceiro encontro entre os dois, em 2011, no hotel Four Seasons. A atriz teria recebido um bilhete de um funcionário do hotel enviado por Weinstein pedindo que ela fosse até seu quarto. Como continuava recebendo ligações e outros convites do produtor, ela disse que foi até o cômodo para pedir que ele parasse com o assédio. Quando abriu a porta, Weinstein estaria de roupão e mostrou suas partes íntimas, convidando-a para participar de um ato sexual com outra mulher nua que já estava no quarto. Weinstein foi denunciado por cerca de 100 mulheres desde a revelação de seus hábitos como predador sexual, em reportagens publicadas pelo jornal The New York Times e a revista The New Yorker em outubro de 2017. Os relatos das vítimas que resolveram quebrar o silêncio foi tão potente que inspirou outras mulheres a perderem a vergonha para contar suas histórias, originando o movimento #MeToo. Apesar dessa repercussão, a maioria das denúncias não foi levada à justiça, pois aconteceram há mais de duas décadas, levando os crimes a prescreverem. O produtor está sendo processado criminalmente em Nova York com base em cinco casos de vítimas mais recentes.
6ª temporada de Ray Donovan ganha trailer sombrio e legendado para a estreia no Brasil
A HBO Brasil divulgou o trailer legendado da 6ª temporada de “Ray Donovan”, que mostra o personagem-título vivido por Liev Shreiber em seu novo ambiente, após trocar Los Angeles por Nova York. A prévia é sombria, explorando a tentativa de suicídio de Donovan. Além do tom pesado, as cenas confirmam que a atração segue extremamente violenta. Desenvolvida por Ann Biderman (também criadora da série “Southland”), a atração gira em torno de um profissional que ajuda estrelas de Hollywood e endinheirados envolvidos em escândalos, mas enfrenta dificuldades em resolver conflitos dentro de sua própria família. A 6ª temporada também traz de volta a personagem da atriz Susan Sarandon (“A Intrometida”), introduzida na trama do ano passado, e estreia na sexta-feira (9/11) no Brasil, com uma diferença de 12 dias em relação à exibição nos Estados Unidos.
Steven Seagal abandona entrevista ao vivo ao ser questionado sobre acusações de assédio sexual
O ator Steven Seagal abandonou uma entrevista via satélite para a BBC nesta quinta-feira (4/10) após ser questionado sobre as acusações de assédio sexual que sofreu nos Estados Unidos. “Sobre sua vida nos Estados Unidos, você foi registrado em alegações de assédio sexual. Você tem uma acusação de estupro e fico imaginando como você lida com tudo isso”, questionou a apresentadora Kirsty Wark. Antes mesmo dela terminar a pergunta, o ator tirou seu retorno no ouvido, levantou-se da cadeira e saiu da frente das câmeras. Veja abaixo. Seagal foi acusado por cerca de 10 mulheres de abuso sexual, mas a promotoria de Los Angeles não conseguiu transformar as acusações em processo, porque a maioria das denúncias prescreveu. Regina Simons, uma das denunciantes, disse que sofreu abuso há 25 anos, quando ainda era menor de idade. Ela relatou que Seagal a convidou para uma festa em sua casa, que deveria ter outras pessoas, mas não havia mais ninguém, e então a estuprou. A mulher afirmou que nunca tinha ficado nua na frente de um homem antes dessa agressão. Já Faviola alega que Seagal beliscou seus mamilos e agarrou sua vagina durante um teste para filme em 2002. “Depois, ele se sentou calmo, como se nada tivesse acontecido. O segurança pessoal de Steven ficou bloqueando a porta e apenas se moveu quando Steven pediu. Eu saí do quarto me sentindo horrível e violentada”, contou. Mais conhecida, a atriz e apresentadora Lisa Guerrero revelou que sofreu o abuso quando disputava um papel no longa “Ameaça Subterrânea”. Ela contou que Seagal pediu que ela fosse a sua casa para uma “audição particular”. Desconfortável, ela foi ao local acompanhada de sua empresária. Lá, o ator as recebeu usando apenas um robe de seda. Mais tarde, a atriz recebeu outra ligação, informando que Segal gostaria de oferecer a ela o papel, mas que ela teria que voltar à casa dele para um “ensaio particular” na mesma noite. Guerrero declinou. Atrizes famosas como Julianna Margulies e Portia de Rossi também acusaram o ator de tentar abusá-las. “Meu teste final para um filme de Steven Seagal aconteceu em seu escritório”, denunciou Portia de Rossi no Twitter. “Ele me disse o quão importante era a química entre os atores fora das telas enquanto me fez sentar e foi descendo o zíper das suas calças de couro. Eu corri e chamei minha agente. Sem se incomodar, ela disse, ‘Bem, eu não sabia se ele era o seu tipo'”, escreveu a atriz da série “Arrested Development”, que se assumiu lésbica e é casada com a apresentadora Elle DeGeneres desde 2008. Já a estrela de “The Good Wife” contou que foi convencida por uma diretora de elenco a se encontrar com Seagal num quarto de hotel em 1990. Mas, ao chegar no hotel, não havia sinal da mulher, e o ator abriu a porta armado: “Ele fez questão que eu visse a arma. Eu nunca tinha visto uma arma na vida”, contou a atriz, que tinha tinha 23 anos na época. Ela não entrou em detalhes sobre o que aconteceu no quarto, mas disse ter saído “incólume”. “Não sei com saí de lá, mas não fui machucada, não fui estuprada”. Depois disso, a atriz disse que nunca mais foi a reuniões com homens da indústria sozinha. Steven Seagal nega todas as acusações. This is the moment Steven Seagal walks out on a #newsnight interview over questioning about #metoo allegations, which he denies.@sseagalofficial | @KirstyWark | @BBCTwo | #newsnight pic.twitter.com/Lr6mE3th4F — BBC Newsnight (@BBCNewsnight) October 4, 2018
Vídeo de bastidores explora mudanças e tom sombrio da 6ª temporada de Ray Donovan
O canal pago americano Showtime divulgou o pôster e um vídeo de bastidores da 6ª temporada de “Ray Donovan”, que mostra o personagem-título vivido por Liev Shreiber em seu novo ambiente, após trocar Los Angeles por Nova York. A prévia traz declarações de Schreiber, apresenta o novo personagem policial vivido por Domenick Lombardozzi e explica como tudo mudou a partir da tentativa de suicídio de Donovan. Além do tom sombrio, as cenas confirmam que a atração segue extremamente violenta. Nas palavras de Kerris Dorsey, intérprete da filha do protagonista: “É um retorno às raízes de ‘Ray Donovan’ que as pessoas amam”. Desenvolvida por Ann Biderman (também criadora da série “Southland”), a atração gira em torno de um profissional que ajuda estrelas de Hollywood e endinheirados envolvidos em escândalos, mas enfrenta dificuldades em resolver conflitos dentro de sua própria família. “Ray veio a Los Angeles para construir uma vida para ele e sua família. Mas eles não estão mais lá. A carreira de Ray mudou e ele está procurando um lugar para reconstruir sua vida. Ray acha que irá a Nova York para ajudar sua filha, mas ele vai descobrir que está lá para ajudar a si mesmo”, explicou o showrunner David Hollander sobre os novos rumos da trama. A 6ª temporada também trará de volta a personagem da atriz Susan Sarandon (“A Intrometida”) e estreia em 28 de outubro nos Estados Unidos.
Transexuais de Hollywood divulgam carta-aberta pedindo mais respeito e espaço no cinema e na TV
Grupos de transgêneros, apoiados por mais de 40 empresas de televisão e de produção cinematográfica, divulgaram uma carta-aberta nesta terça-feira (7/8), publicada pelo site da revista Variety, em que pedem a Hollywood para se empenhar mais e contar suas histórias na TV e no cinema. O texto é direcionado aos produtores para que “usem seu poder para melhorar as vidas das pessoas trans, mudando o entendimento que a América tem das pessoas trans”. “Crescemos vendo filmes e programas de TV nos quais somos retratados quase exclusivamente como vítimas trágicas, assassinos psicóticos e estereótipos unidimensionais”, continua a carta, demonstrando como as produções perpetuam preconceitos. “Queremos ajudá-los a contar nossas histórias ricas e diversificadas, e precisamos da sua ajuda para isso.” A carta “Querida Hollywood” foi assinada pelos grupos de defesa de gays, lésbicas e transgêneros GLAAD e Outfest, além do sindicato de atores SAG, as principais agências de atores dos EUA e produtores de peso, como Judd Apatow (dentre outras, da série “Girls”) e Ryan Murphy (dentre outras, da série trans “Pose”). A mobilização sem precedentes acontece na sequência da polêmica envolvendo a escalação de Scarlett Johansson para interpretar um homem trans no filme “Rub & Tug”. A atriz desistiu do papel, após ver a reação de protestos nas redes sociais, dizendo ter percebido que sua escolha foi “insensível”. A carta reconheceu que séries de TV como “Will & Grace”, “Ellen” e filmes como “O Segredo de Brokeback Mountain”, “Milk” e “Moonlight” ajudaram a romper os estereótipos sobre gays e lésbicas nos últimos 15 anos. “Mulheres, pessoas de cor, pessoas com deficiências e diversos grupos de fé deixaram claro que querem mais histórias autênticas sobre suas vidas em filmes e na TV. As pessoas trans sentem o mesmo”, conclui o texto. Além da carta, o GLAAD e o recém-criado 5050by2020, iniciativa do movimento Time’s Up liderada pela produtora Jill Solloway (criadora da série “Transparent”), também desenvolveram um guia de recursos para estúdios de cinema e TV consultarem quando quiserem encontrar escritores e talentos trans. O guia também detalha como criar papéis autênticos e como tornar os ambientes de trabalho seguros e trans-inclusivos. Apesar desse esforço, um estudo do GLAAD revelou que nenhum dos 109 filmes lançados pelos sete maiores estúdios de Hollywood em 2017 incluiu um único personagem transgênero sequer.
Ray Donovan: Trailer sombrio mostra nova locação e violência da 6ª temporada
O canal americano Showtime divulgou o trailer da 6ª temporada de “Ray Donovan”, que mostra o personagem-título vivido por Liev Shreiber em seu novo ambiente, após trocar Los Angeles por Nova York. A prévia é sombria, explorando pensamentos suicidas do protagonista, mas também extremamente violenta. Desenvolvida por Ann Biderman (também criadora da série “Southland”), a atração gira em torno de um profissional que ajuda estrelas de Hollywood e endinheirados envolvidos em escândalos, mas enfrenta dificuldades em resolver conflitos dentro de sua própria família. “Ray veio a Los Angeles para construir uma vida para ele e sua família. Eles não estão mais lá. A carreira de Ray mudou e ele está procurando um lugar para reconstruir sua vida. Ray acha que irá a Nova York para ajudar sua filha, mas ele vai descobrir que ele está lá para ajudar a si mesmo”, explicou o showrunner David Hollander sobre os novos rumos da trama. A 6ª temporada também trará de volta a personagem da atriz Susan Sarandon (“A Intrometida”) e estreia em 28 de outubro nos Estados Unidos.
Gal Gadot negocia viver a atriz e inventora Hedy Lamarr em minissérie
A atriz Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) estaria negociando estrelar uma minissérie sobre a atriz e inventora Hedy Lamarr, segundo fontes do site The Hollywood Reporter. A produção estaria sendo desenvolvida pela roteirista-produtora Sarah Treem, co-criadora da série “The Affair”, para o canal pago Showtime, que se recusou a comentar. Gadot representaria a estrela austríaca de Hollywood, que brilhou em clássicos como “Êxtase” (1932), “Argélia” (1938), “Demônio do Congo” (1942), “Flor do Mal” (1946) e “Sansão e Dalila” (1949), mas cuja maior realização foi uma invenção. Em parceria com o compositor George Antheil (“No Silêncio da Noite”), ela criou um sistema de comunicações revolucionário que, apesar de ter sido esnobada pelas Forças Armadas dos Estados Unidos durante a 2ª Guerra Mundial, hoje serve de base para os sistemas de compartilhamento de dados por WiFi e do Bluetooth. Sua contribuição tecnológica foi reconhecida muito tarde em sua vida. Porém, em 2014 ela foi homenageada postumamente com sua inclusão no National Inventors Hall of Fame. Este não é o primeiro projeto de minissérie em desenvolvimento sobre Lamarr. A estrela alemã Diane Kruger, vencedora do prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes do ano passado por “Em Pedaços”, anunciou uma produção similar há quase um ano. Ela se associou com a produtora Straight Up Films (que fez “Transcendence” e “Em Busca da Justiça”) para fazer sua minissérie, que pretendia produzir e protagonizar, e contava até com o apoio do Google e algumas fundações de incentivo à pesquisa. Mas, desde então, assumiu diversos compromissos no cinema e o projeto não saiu do papel. Caso Gal Gadot feche contrato para viver Lamarr, a produção marcará seu primeiro papel importante numa produção televisiva americana, após aparecer em “Entourage” e “The Beautiful Life” em 2009, no começo de sua carreira.
Warner quer construir teleférico entre seu estúdio e o letreiro de Hollywood
A Warner Bros pretende construir um teleférico saindo de seu estúdio até o letreiro de Hollywood, uma das principais atrações turísticas de Los Angeles. O projeto foi estimado em US$ 100 milhões e inclui um centro de visitantes perto do famoso letreiro situado nas colinas da cidade. Em comunicado, a Warner afirma que o letreiro é “um ponto de referência importante e histórico da cidade de Los Angeles, reconhecido mundialmente. Sua fama, no entanto, gerou sem querer efeitos negativos, como o trânsito pesado nas áreas residenciais próximas e preocupações de segurança. O conceito de um teleférico como uma solução é algo que foi sugerido no passado e recentemente se destacou como uma solução potencial”. O percurso de 1,6 km seria feito em cerca de seis minutos em ambos os sentidos. A instalação estaria dentro do terreno de Burbank em que ficam os estúdios da Warner, mas a companhia levará em conta a opinião da cidade, de moradores da região e de ambientalistas antes de iniciar as obras. O projeto, que ainda não tem um cronograma, também precisará obter aprovação do Conselho Municipal – equivalente a Câmera dos Vereadores – para sair do papel.
Brian De Palma prepara filme de terror baseado em Harvey Weinstein
O cineasta Brian De Palma, responsável por clássicos como “Carrie, a Estranha”, “Scarface” e “Os Intocáveis”, revelou à revista francesa Le Parisien estar desenvolvendo um filme de terror baseado no escândalo sexual de Harvey Weinstein. “Estou escrevendo um filme sobre este escândalo. É um projeto que eu tenho discutido com um produtor francês. Meu personagem não se chamará Harvey Weinstein, mas será um filme de terror com um agressor sexual e se passará na indústria cinematográfica”, ele revelou. De Palma recentemente terminou as filmagens de “Domino”, thriller estrelado pelo dinamarquês Nikolaj Coster-Waldau e a holandesa Carice Van Hotten (ambos da série “Game of Thrones”), que não tem previsão de estreia e, segundo o diretor, pode nem ser lançado. “Foi uma experiência horrível. O filme foi subfinanciado, estava muito atrasado, o produtor não parou de mentir para nós e não pagou alguns dos meus funcionários. Eu não sei se será lançado”, ele revelou.
Zoe Saldaña ganha estrela na Calçada da Fama de Hollywood
A atriz Zoe Saldaña, protagonista das franquias “Avatar”, “Guardiões da Galáxia” e “Star Trek”, recebeu nesta quinta (3/5) sua estrela na Calçada da Fama de Hollywood. A cerimônia foi acompanhado por vários amigos poderosos da atriz, como o presidente da Disney, Alan Horn, o presidente da Marvel, Kevin Feige, e o cineasta James Cameron, de “Avatar”, que a definiu como uma “força da natureza”. “É a dona do espaço sideral. A rainha do universo”, disse o diretor, referindo-se à especialização da atriz em filmes de ficção científica espacial. “Se dissessem que essa menina que fazia teatro no Brooklyn ia chegar até aqui, eu não acreditaria. Não porque não acreditasse em mim mesma, mas porque não podia pagar uma passagem de avião para vir naquela época”, comentou a atriz, em seu discurso de agradecimento. Ela contou como foi sua primeira viagem a Los Angeles, quando veio fazer aulas de atuação e aproveitou a oportunidade para visitar Hollywood. “Percorremos todas as ruas tirando fotos e fazendo vídeos das estrelas, sonhando se algum dia seríamos nós que estaríamos aí. Voltei ao hotel e perguntei às minhas irmãs se nós poderíamos alcançar algo assim. E elas me responderam: ‘Claro que sim!’ Essa noite me deu esperança. Com trabalho duro e fé, sei que posso conseguir o que quiser”, declarou. A cerimônia também foi prestigiada por amigos, como o casal Mila Kunis e Ashton Kutcher, colegas como Pom Klementieff e Karen Gillan, ambas de “Guardiões da Galáxia”, pela família da atriz, seu marido Marco Perego e os três filhos do casal. Atualmente, Zoe Saldaña está em cartaz nos cinemas com o filme “Vingadores: Guerra Infinita”, no qual interpreta a personagem Gamora, também presente na franquia “Guardiões da Galáxia”.











