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  • Série

    2ª temporada de The Crown focará a infância do Príncipe Charles

    27 de dezembro de 2016 /

    Após se focar na juventude da Rainha Elizabeth, a série “The Crown” vai destacar a infância do Príncipe Charles em sua 2ª temporada. A novidade foi adiantada pelo criador da série Peter Morgan (roteirista de “A Rainha”) em entrevista à revista People. “Nós vamos começar a focar no Charles como um pequeno garoto e sua educação e em Philip e sua história”, ele disse, referindo-se também ao marido de Elizabeth, que aparecerá em vários flashbacks de sua própria juventude. De acordo com a revista People, a Princesa Diana também terá destaque na série, mas apenas a partir do final da 3ª temporada. Outra mudança no horizonte é que, ao final da 2ª temporada, a maior parte do elenco será trocada, já que a trama avançará mais rapidamente no tempo. A 2ª temporada de “The Crown” tem estreia prevista para o final de 2017.

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  • Música

    Minissérie sobre Elvis Presley, Jerry Lee Lewis e Johnny Cash ganha primeiro trailer

    25 de dezembro de 2016 /

    O canal pago americano CMT divulgou o primeiro trailer da minissérie “Sun Records”, anteriormente identificada como “Millon Dollar Quartet”, dedicada à primeira geração do rock. Como a prévia destaca, a trama se passa no começo dos anos 1950 e gira em torno dos artistas mais famosos da gravadora Sun: Elvis Presley, Jerry Lee Lewis e Johnny Cash. A minissérie pretende contar a história da Sun Records, que deu origem ao rock’n’roll, destacando seus artistas, desde as primeiras sessões de Ike Turner e o surgimento do rockabilly com Carl Perkins, refletindo também a época, marcada por grandes mudanças políticas e agitação social. Chad Michael Murray (série “Agent Carter”) é o nome mais conhecido da produção, como o produtor Sam Phillips, dono da Sun Records. O resto do elenco foi preenchido com testes abertos, realizados na escola em que Elvis estudou em Memphis, cidade onde a trama acontece. Drake Milligan, que já viveu Elvis num curta de 2014, repetirá a dose na minissérie, Kevin Fonteyne (série “Masters of Sex”) será Johnny Cash, Dustin Ingram (“Cabana do Inferno”) atuará como Carl Perkins e os gêmeos Christian Lees e Jonah Lees (ambos de “O Conto dos Contos”) viverão Jerry Lee Lewis e seu primo pastor Jimmy Swaggart. A produção está a cargo de Leslie Greif, criador da série clássica de ação “Walker, Texas Ranger”, estrelada por Chuck Norris nos anos 1990. A estreia vai acontecer em 23 de fevereiro nos EUA. Além da minissérie, também está em desenvolvimento um filme sobre o mesmo tema, que pode trazer Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) no papel de Sam Phillips.

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  • Filme

    Sully demonstra a efetividade e a frieza do cinema de Clint Eastwood

    22 de dezembro de 2016 /

    É importante saber que “Sully – O Herói do Rio Hudson” é dirigido por Clint Eastwood, um cineasta econômico, preciso, direto ao ponto – não mostra nem mais, nem menos, apenas o necessário –, um exímio contador de histórias, como se ainda respirasse os ares da Hollywood dos anos 1970, com foco total na humanidade de seus personagens. Para Clint, tudo que um diretor necessita é um bom roteiro, uma boa montagem e um bom elenco. Tudo isso está aplicado na condução da história sobre como o Capitão Chester “Sully” Sullenberger III (Tom Hanks), e seu co-piloto Jeff Skiles (Aaron Eckhart), salvaram a si mesmos e outras 153 pessoas a bordo do Airbus A320, graças a uma manobra ousada de pouso no Rio Hudson, em Nova York, após a aeronave ser atingida por pássaros e perder os dois motores. Isso aconteceu de verdade no inverno de 2009 e a responsabilidade foi toda de Sully, embora sua decisão de descer na água estivesse longe de garantir a sobrevivência de todos a bordo, afinal nem mesmo o Capitão poderia prever que o avião boiaria em um rio castigado por um frio de rachar. Deu certo, mas a companhia aérea e a agência de aviação contestaram a ação do piloto, acreditando que bastava retornar e pousar no aeroporto de LaGuardia. Entre pesadelos que atormentam Sully (dormindo ou acordado) e cenas de interrogatórios que antecipam o inevitável julgamento, Clint primeiro expõe o problema. Com o espectador ciente do drama, ele finalmente intercala a trama, com a reconstituição da queda do avião no melhor uso que se pode fazer de flashbacks no cinema. É a hora em que podemos comprovar quem está falando a verdade: os acusadores de Sully ou o próprio. E Clint picota seu filme entre idas e vindas no tempo com a segurança e a competência de sempre. Em seus trabalhos mais recentes, o diretor vem se dedicando em focar o homem comum alçado à condição de herói ou ídolo americano, ainda que sempre questionado – por alguns ou por ele mesmo. Com “Sully”, ele atinge um momento grandioso ao valorizar a condição humana, num mundo que treina a todos para uma vida profissional em que se age como máquinas. Tom Hanks, Aaron Eckhart e Laura Linney, como a esposa de Sully, entregam o que se espera deles. Mas, assim como Clint, não vão além, porque o diretor se contenta apenas com a exposição dos fatos (do ponto de vista do protagonistas, mas são fatos). E isso não apenas em “Sully”, mas também em “Sniper Americano” (2014), “Jersey Boys” (2014), etc. Embora o diretor mereça elogios pelo absoluto controle de seu ofício, a frieza profissional ressente-se da falta de emoção, que havia de sobra em “Gran Torino” (2008) e “Invictus” (2009), que são da década passada e os últimos grandes filmes de Clint Eastwood. Portanto, por mais que seja bem feito e com muito talento envolvido, não é de causar espanto que o público saia do cinema questionando: “Era só isso?”.

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  • Série

    Six: Série de ação sobre as missões da tropa de elite da Marinha americana ganha trailer e vídeo de bastidores

    20 de dezembro de 2016 /

    O canal pago americano History divulgou o pôster, dois trailers e um vídeo de bastidores de “Six”, nova série que contará a história da tropa de elite da Marinha dos EUA, a equipe SEAL Team Six, que executa as missões mais arriscadas na caça e combate de ameaças terroristas em território inimigo. As prévias revelam que os episódios iniciais vão girar em torno da missão de resgate de um militar que já liderou a equipe, interpretado por Walton Goggins (“Os Oito Odiados”), que foi capturado na África pelo grupo islâmico fundamentalista Boko Haram. Mas a série também reconstituirá outras histórias reais, como a missão no Afeganistão que descobriu um americano trabalhando com os terroristas, também vislumbrada nos vídeos. O elenco inclui Barry Sloane (série “Revenge”), Kyle Schmid (série “Being Human”), Juan Pablo Raba (série “Narcos”), Edwin Hodge (“Uma Noite de Crime”), Nadine Velazquez (série “Major Crimes”), Brianne Davis (série “True Blood”), Nondumiso Tembe (também de “True Blood”) e Dominic Adams (série “Devious Maids”). “Six” foi criada para o canal History pelo roteirista William Broyles Jr. (“Apollo 13”, “Náufrago”), que lutou na guerra do Vietnã, e David Broyles, e tem direção de Lesli Linka Glatter (“Homeland”). A estreia está marcada para 18 de janeiro nos EUA.

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  • Filme

    David Oyelowo e Rosamund Pike enfrentam o racismo para mudar o mundo em trailer de drama histórico

    20 de dezembro de 2016 /

    A Fox Searchlight divulgou o trailer americano de “A United Kingdom”, drama britânico de época que combina política, racismo e o nascimento de uma nação africana. Bem mais emocional que a prévia inglesa, o vídeo mostra como o casamento inter-racial entre os personagens de David Oyelowo (“Selma: Uma Luta Pela Igualdade”) e Rosamund Pike (“Garota Exemplar”) se torna mais que um choque social nos anos 1940, explodindo uma crise internacional. Escrito por Guy Hibbert (“Rastros de Justiça”), o roteiro foca a história real de Seretse Khama, membro da família real de Bechuanalândia, uma ex-colônia inglesa que viria a se tornar a nação africana de Botswana. Khama provocou indignação internacional quando se casou com uma mulher branca em 1948. Ele venceu uma tentativa de deposição, planejada por seu tio, apenas para enfrentar a oposição do governo racista da África do Sul, onde casamentos inter-raciais eram ilegais. A pressão do país aliado obrigou a Grã-Bretanha a bani-lo do seu próprio país de origem em 1951. Mas Seretse Khama voltou anos depois, justamente para liderar a independência do país, fundando um partido político em 1962 e se tornando o primeiro presidente de Botswana em 1966, que precipitou o fim da era do colonialismo britânico. Ele permaneceu no poder até sua morte, em 1980, e durante seu governo se tornou um dos maiores críticos do regime racista do apartheid na vizinha África do Sul. Botswana realiza eleições regulares desde sua morte e é considerado um dos maiores exemplos de estabilidade política no continente africano. “A United Kingdom” tem direção de Amma Asante, que anteriormente já tinha lidado com tema similar em “Belle”, sobre a filha mulata de um aristocrata na Inglaterra do século 18. O próprio Oyelowo assina a produção, que marca seu reencontro com Rosamund Pike, após os dois coadjuvarem em “Jack Reacher: O Último Tiro” (2012). A estreia aconteceu em novembro no Reino Unido, mas o filme só chegará a outros países em 2017. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil, mas “A United Kingdom” desembarca nos EUA em 10 de fevereiro.

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  • Filme

    Jonah Hill e Rooney Mara se juntam a Joaquin Phoenix em cinebiografia de cartunista

    18 de dezembro de 2016 /

    a cinebiografia do cartunista John Callahan, baseada no livro autobiográfico Don’t Worry, He Won’t Get Far on Foot. Os atores Jonah Hill (“Anjos da Lei”) e Rooney Mara (“Carol”) foram anunciados na adaptação de “Don’t Worry, He Won’t Get Far on Foot”, cinebiografia do cartunista John Callahan. Eles vão se juntar a Joaquin Phoenix (“O Mestre”) que fará o papel principal. Nascido em Portland, Callahan teve infância difícil, marcada por abusos sexuais e vícios, e virou cartunista após ficar quadriplégico por conta de um acidente de carro sofrido aos 21 anos. De estilo inconfundível, seus quadrinhos cheios de humor negro – e por vezes controversos – o tornaram famoso. Desde a publicação do livro, em 1989, Hollywood tenta filmar a história e durante muitos anos Robin Williams esteve cotado para interpretar Callahan. Com o projeto, Joaquin Phoenix voltará a ser dirigido pelo cineasta Gus Van Sant (“Milk”). Os dois trabalharam juntos em “Um Sonho sem Limites” (1995), segundo filme do ator, então com 21 anos. Marcante para o jovem, a produção foi o primeiro trabalho em que ele foi creditado como Joaquin Phoenix, já que até então era chamado de Leaf Phoenix. O longa também será o terceiro filme de Phoenix com Rooney Mara. Os dois trabalharam juntos em “Ela” (2013) e acabam de filmar a cinebiografia de “Maria Madalena”, em que a atriz tem o papel principal.

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    Escândalo sexual nos bastidores da Fox News vai virar filme

    11 de dezembro de 2016 /

    A polêmica acusação de assédio sexual contra o ex-chefe da Fox News, Roger Ailes, movida pela âncora Megyn Kelly e uma outra mulher será levada às telas. Os direitos da história foram comprados pela Annapurna Pictures e o roteiro será desenvolvido por Charles Randolph, vencedor do Oscar 2016 de Melhor Roteiro por “A Grande Aposta”. Segundo o site da Variety, a trama do filme será baseada nos artigos sobre o caso escritos pelo jornalista Gabriel Sherman e irá trazer os fatos descobertos no fim do primeiro semestre deste ano. O escândalo veio à tona quando Ailes foi forçado a pedir demissão após ter denunciado assédio sexual. Em seguida, uma série de revelações de situações semelhantes vieram à tona, incluindo a ex-âncora Gretchen Carlson. Além do projeto sobre a Fox News, Charles Randolph está trabalhando no roteiro da cinebiografia do ex-vice-presidente dos EUA na era de George W. Bush, Dick Cheney. Ainda não há diretor nem título definido para o projeto.

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    Cauã Reymond viverá Dom Pedro I em superprodução de cinema

    11 de dezembro de 2016 /

    O ator Cauã Reymond (“Alemão”) foi escalado para viver Dom Pedro I, o príncipe português que virou imperador do Brasil, ao proclamar a independência do país em 7 de setembro de 1822. Segundo o site Filme B, o projeto será uma superprodução tocada por quatro produtoras diferentes e com direção de Laís Bodanzky (“As Melhores Coisas do Mundo”). “Será um filme intimista, com o ponto de vista muito amarrado em Dom Pedro, e não nos eventos históricos – um pouco como na série ‘Downton Abbey’. Vamos nos aprofundar no lado pessoal, a boemia e o porquê desse vício no sexo – ele deixou muitos filhos bastardos no país. É uma figura muito rica, que tem um lado meio abolicionista, gostava dos escravos. Também era marceneiro, gostava muito de trabalhar com as mãos”, disse Bianca Villar, da produtora Biônica, ao site. Apesar desse conceito intimista, o filme está sendo apresentado com título de comédia: “Pedro, o Filme”. São “O Filme”, por exemplo, “Crô: O Filme” (2013), “Minha Mãe é uma Peça: O Filme” (2013), “Meu Passado Me Condena: O Filme” (2013), “Carrossel: O Filme” (2015), “Vai que Cola: O Filme” (2015), “Apaixonados: O Filme” (2016), etc. O roteiro deste novo “O Filme” é de Laís Bodanzky, seu marido e parceiro Luiz Bolognesi (“Uma História de Amor e a Fúria”) e do escritor Chico Mattoso. Com orçamento estimado em R$ 11 milhões, a produção tem 40% das filmagens previstas para acontecerem em Portugal. Atualmente, a equipe está na fase de busca das locações.

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    Shailene Woodley vai ficar perdida no mar em filme do diretor de Evereste

    11 de dezembro de 2016 /

    A atriz Shailene Woodley (“Divergente”) vai estrelar o novo filme do diretor islandês Baltasar Kormakur (“Evereste”), informou o site da revista Variety. Com roteiro dos gêmeos Aaron e Jordan Kandell, responsáveis pelo blockbuster animado “Moana”, “Adrift” é uma história baseada em fatos reais. A trama acompanha um casal em viagem por mar ao Taiti quando seu barco é atingido por um enorme furacão. Após ficar inconsciente, ela acorda no barco destruído e com o noivo desaparecido. Resta à jovem cruzar mais de 1,5 mil km pelo oceano Pacífico até o Havaí, enfrentando os desafios naturais que se sucedem. Ainda não há previsão para o começo das filmagens ou estreia.

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    O Filho Eterno evita a pieguice ao tratar de deficiência com uma narrativa dura e humanizadora

    10 de dezembro de 2016 /

    Tarefa complicada adaptar uma obra sobre um pai que não aceita a condição do filho, que tem Síndrome de Down, e não resvalar na pieguice, no dramalhão. O mérito está em toda a equipe envolvida, passando pelo roteiro adaptado de Leonardo Levis (“Canção da Volta”), pela produção sempre competente de Rodrigo Teixeira, que só este ano se mostrou atuante em quatro produções importantes, pela direção contida – mas sem perder o interesse na emoção – de Paulo Machline (“Trinta”), nos dois protagonistas, vividos por Marcos Veras (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”) e Débora Falabella (minissérie “Nada Será Como Antes”), e também no trabalho comovente do garoto Pedro Vinícius, que empresta seu coração gigante para o último ato do filme, sem parecer se esforçar muito para isso. “O Filho Eterno” também tem recria fielmente as décadas de 1980 e 1990, já que a história se passa no intervalo entre duas Copas, a de 1982, quando a seleção brasileira de Zico e cia. perdeu naquele histórico 3×2 para a Itália e deixou um gosto amargo no país inteiro, e termina em 1994, com a conquista do título de tetracampeão, com a seleção de Romário e a memorável disputa por pênaltis. Percebemos não apenas o bom trabalho de direção de arte na reconstrução de época, mas também o próprio espírito desse período, exemplificado no próprio modo mais duro e até desumano como as coisas eram ditas. Naquela época, era natural chamar um garoto com Síndrome de Down de mongol, ou dizer coisas que não deveriam ser ditas para os próprios amigos, como se pode ver em um diálogo entre o personagem de Veras e um amigo, em uma festa regada a vinho em sua casa. Esse jeito duro de mostrar as coisas também se traduz na condução narrativa do filme, que evita, na maior parte do tempo, o caminho fácil da emoção. Afinal, trata-se de uma história de negação do próprio filho, que para o pai é um grande problema, um grande desgosto. Marcos Veras, em seu primeiro trabalho dramático para o cinema, confere verdade a seu personagem, embora sua performance seja apenas correta. Como ele é o condutor da narrativa, também não é fácil para o espectador acompanhar, ainda que com certo distanciamento, o modo como ele encara a situação, seja fugindo para a bebida ou para outras mulheres, seja tratando o filho de forma agressiva e impaciente, seja até mesmo ficando feliz ao saber que crianças com Down podem morrer cedo. O mais interessante é que o filme não transforma esse personagem em um monstro ou um sujeito odiável, mas apenas num ser humano. Apenas num homem que demora a enxergar o presente que lhe foi dado de maneira amorosa. Até ele chegar nesta conclusão, o amor aparece na figura da mãe, vivida por Débora Falabella. E é dela o grande momento do filme. Desses de fazer muito espectador chorar. Trata-se de um monólogo em que ela conta sobre um dia na vida dela com o filho. Percebemos que a emoção está ali de verdade, não apenas uma técnica de interpretação. É o tipo de cena que já eleva o filme a um outro patamar. Baseado na história real de Cristóvão Tezza, que desabafou em forma de romance sobre esse difícil processo de aceitação da condição do próprio filho, “O Filho Eterno” também já teve uma adaptação para os palcos na forma de monólogo. E, nas versões anteriores, a personagem da mãe aparecia ainda menos. Na adaptação cinematográfica, ela não só está mais presente, como também representa o amor incondicional, ajudando a tornar mais palatável as cenas duras de negação do diferente. Foi uma escolha muito feliz dos realizadores (roteirista e diretor), e por causa disso o filme ganhou uma força maior. Outro acerto foi a escalação do ótimo garoto que interpreta o Fabrício pré-adolescente, um amor de menino, que empresta sensibilidade e espontaneidade à obra.

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    Fome de Poder: Filme sobre a história polêmica da fundação do McDonald’s ganha trailer legendado

    9 de dezembro de 2016 /

    A Diamond Filmes divulgou o trailer legendado de “Fome de Poder” (The Founder), a história por trás da fundação da rede de fast food McDonald’s. Em tom desmistificador, mostra como McDonald’s prosperou após seus verdadeiros fundadores sofrerem uma trapaça e perderem tudo o que tinham criado para um vigarista. A prévia mostra como Ray Kroc (Michael Keaton), um vendedor de máquinas de milk shake do Illinois, viu o potencial da lanchonete dos irmãos Mac e Dick McDonald, na Califórnia da década de 1950, enxergando em seu sistema veloz de produção de lanches uma mina de ouro. A ponto de usar sua lábia e economias para entrar na sociedade, visando, em negociatas de bastidores, tomar para si mesmo o controle do McDonald’s. Keaton está contando com a experiência em prêmios da The Weinstein Company, produtora do longa, para tentar conquistar, pela segunda vez, uma indicação ao Oscar de Melhor Ator, após se destacar em “Birdman” (2014). O elenco ainda inclui Nick Offerman (série “Parks and Recriation”) John Caroll Lynch (“Belas e Perseguidas”), Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”), Laura Dern (“Livre”), BJ Novak (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”) e Patrick Wilson (“Invocação do Mal”). Escrito por Robert Siegel (“O Lutador”) e dirigido por John Lee Hancock (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), o filme tem estreia limitada na sexta (16/12) nos EUA, visando qualificação para o Oscar. No Brasil, o lançamento está marcado apenas para 16 de março.

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    Miles Teller dá Sangue pela Glória em trailer de filme de boxe, que também é história de superação

    7 de dezembro de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou o trailer legendado de “Sangue pela Glória” (Bleed for This), combinação de drama esportivo, história de superação e cinebiografia estrelada por Miles Teller (“Whiplash – Em Busca da Perfeição”). Baseado na história verídica de Vinny Pazienza, o filme traz Teller como um lutador de boxe que, após sofrer um acidente de carro e ter que usar um colar cervical, não se dá por vencido, preferindo correr o risco de ficar paralítico a abandonar seus sonhos de voltar aos ringues. Escrito e dirigido por Ben Younger (“Terapia do Amor”), o filme também traz no elenco Aaron Eckhart (“Invasão à Londres”), Katey Sagal (série “Sons of Anarchy”), Amanda Clayton (“John Carter”) e Ciarán Hinds (“Hitman: Agente 47”). Detalhe: Martin Scorsese é o produtor-executivo. Por conta disso, havia muitas esperanças em relação à temporada de premiação. Mas o filme passou em seis festivais sem chamar atenção e tombou nas bilheterias americanas, sumindo abaixo do Top 20 em três semanas. A estreia está marcada para 9 de fevereiro no Brasil.

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    Sully ganha nova data de estreia no Brasil

    5 de dezembro de 2016 /

    Com o lançamento adiado após a queda do voo que levava o time da Chapecoense, o longa “Sully – O Herói do Rio Hudson” ganhou uma nova data de estreia no Brasil: 15 de dezembro. Inicialmente programado para 1º de dezembro, o longa foi retirado da programação pela Warner para evitar uma possível alusão à tragédia que deixou 71 mortos na Colômbia, causando comoção mundial. Dirigido por Clint Eastwood, “Sully – O Herói do Rio Hudson” é baseado na história real do piloto americano Chelsey Sullenberger, o “Sully”, que em 2009 conseguiu evitar um acidente de grandes proporções em Nova York, ao constatar falhas nos motores e pousar seu avião em pleno Rio Hudson, salvando as vidas de todos a bordo. O feito heroico fez o piloto ganhar os noticiários e se transformar em um herói nacional, mas, ao mesmo tempo, suas decisões foram contestadas pela perícia. O longa liderou as bilheterias dos EUA por duas semanas consecutivas em setembro passado. No filme, Hanks aparece com cabelos brancos e aparência envelhecida para viver o protagonista, e o elenco também inclui Anna Gunn (série “Breaking Bad”), Laura Linney (série “The Big C”), Aaron Eckhart (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”), Sam Huntington (série “Being Human”) e Autumn Reeser (série “Hawaii Five-0”).

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