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    White Boy Rick: Matthew McConaughey é pai de traficante juvenil em trailer legendado de drama real

    5 de junho de 2018 /

    A Sony divulgou sete fotos, o pôster e o primeiro trailer legendado de “White Boy Rick”, filme de gângsteres estrelado por Matthew McConaughey (vencedor do Oscar por “Clube de Compra Dallas”) e baseado numa história verídica. O tom, que pincela eventos dramáticos com cenas de ação e humor negro, lembra o recente “Feito na América”, com Tom Cruise, também baseado em fatos reais, passado na mesma época e com desdobramentos similares. A trama gira em torno de uma família da classe trabalhadora de Detroit nos anos 1980, e mostra como o filho adolescente do personagem de McConaughey é atraído para o submundo das drogas, vira traficante, rei do crime, é preso e se transforma em informante do FBI, tudo isso aos 15 anos de idade. O jovem estreante Richie Merritt vive o personagem-título e o elenco ainda inclui Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Bruce Dern (também de “Os Oito Odiados”), Piper Laurie (“Twin Peaks”), Bel Powley (“O Diário de uma Adolescente”), RJ Cyler (“Power Rangers”), Eddie Marsan (série “Ray Donovan”), Rory Cochrane (série “CSI: Miami”), Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) e Jonathan Majors (minissérie “When We Rise”). O roteiro foi escrito pelos irmãos gêmeos Logan e Noah Miller (ambos de “Sweetwater”) e Andy Weiss (“Intermediário.com”), e finalizado por Steve Kloves (roteirista dos sete filmes da franquia “Harry Potter”). A direção é do francês Yann Demange (“71: Esquecido em Belfast”) e a estreia está marcada para 21 de setembro nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Série

    Rise: Série musical com revelações de Moana e Stranger Things é cancelada

    11 de maio de 2018 /

    A rede NBC cancelou a série musical “Rise” em sua 1ª temporada. A atração de temática edificante vinha registrando uma média de 4,4 milhões de telespectadores e 0,85 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. “Rise” é baseada numa história real – narrada no livro “Drama High” – e traz o ator Josh Radnor (“How I Met Your Mother”) como um professor que afeta a vida de adolescentes de uma escola deteriorada, ao recuperar o departamento de teatro da instituição. O elenco também inclui Auli’i Cravalho (dubladora de “Moana”, em seu primeiro papel de carne e osso), Shannon Purser (a Barb de “Stranger Things”), a veterana Rosie Perez (“Segurando as Pontas”) e alguns jovens estreantes, como Ellie Desautels, Erin Kommor, Sergio King e Damon J. Gillespie. A trama foi desenvolvida por Jason Katims, que criou “Friday Night Lights”, cultuadíssima série que também se passava no colegial. Além dele, a produção contava com a dupla Flody Suarez e Jeffrey Seller, do fenômeno musical da Broadway “Hamilton”. O último episódio da série será exibido na terça (15/5) nos Estados Unidos.

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  • Série

    Família Getty prepara processo contra o canal FX pela minissérie Trust

    18 de março de 2018 /

    Ariadne Getty, irmã de John Paul Getty III, prepara um processo contra o canal pago FX e os produtores da série “Trust” pela forma como sua família está sendo retratada na minissérie. De acordo com documentos obtidos pela revista The Hollywood Reporter, o advogado de Ariadne Getty, o já notório Martin Singer (advogado de Stallone e Brett Ratner em casos de abuso sexual), afirma que a série é “uma descrição difamatória, cruel e malvada” da família. “É irônico que você tenha intitulado sua série de televisão com o nome de Trust (confiança, em inglês)”, escreveu Singer. “Os títulos mais apropriados seriam mentira ou desconfiança, uma vez que a história difamatória que conta sobre a situação dos Getty durante o seqüestro é falsa e enganadora”. A série aborda o sequestro de John Paul Getty III, que também foi explorado no filme “Todo o Dinheiro do Mundo” sem maiores controvérsias. A diferença é que a versão da história desenvolvida por um cineasta inglês Danny Boyle e o roteirista Simon Beaufoy, ambos premiados com o Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008), sugere que tudo começou como um plano do próprio sequestrado para extorquir dinheiro do avô, o magnata do petróleo John Paul Getty. “Vocês estão usando uma versão falsa da tragédia da família Getty para gerar entretenimento e para seus próprios ganhos financeiros”, escreve Singer. “Isso é realmente irônico, uma vez que um dos temas de ‘Trust’ é retratar a família da minha cliente como sendo impulsionada pela ganância”. Ambientada em 1973, a trama aborda o sequestro do jovem John Paul Getty III e o pedido de resgate de milhões de dólares, já vistos no filme de Ridley Scott. Mas, na versão televisiva, o crime teria sido imaginado pela própria vítima, já que o avô, o homem mais rico dos anos 1970, não lhe liberava dinheiro. O que deveria ser um falso rapto acaba ganhando contornos inesperados quando o rapaz acaba sequestrado de verdade e o magnata se recusa a pagar. Para piorar, o pai do jovem, envolvido em drogas, não responde aos telefonemas dos raptores, deixando o problema para a mãe, quebrada financeiramente, tentar resolver. Desesperada, ela tenta fazer de tudo para salvar a vida do filho. Beaufoy escreveu e Boyle assina a direção de todos os 10 episódios da atração, que, como o filme, também conta com um elenco de cinema: Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Hilary Swank (“Logan Lucky – Roubo em Família”), Brendan Fraser (“A Múmia”) e Harris Dickinson (“Ratos de Praia”) – nos papéis que em “Todo o Dinheiro do Mundo” foram vividos por Christopher Plummer (“Toda a Forma de Amor”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Michael Wahlberg (“O Dia do Atentado”) e Charlie Plummer (“O Jantar”). A minissérie estreia no próximo domingo, dia 25 de março, nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Madonna vai dirigir seu terceiro filme

    13 de março de 2018 /

    A cantora Madonna vai voltar a trocar o microfone pelas câmeras de cinema. Já distante dos fracassos comerciais de “Sujos e Sábios” (2008) e “W.E.: O Romance do Século” (2011), ela anunciou planos de dirigir seu terceiro filme. Trata-se de “Taking Flight”, cinebiografia da bailarina Michaela DePrince, com produção do estúdio MGM. O longa será baseado nas memórias da própria bailarina, nascida na Serra Leoa e adotada por uma família americana de Nova Jersey. O pai da menina foi assassinado por rebeldes, durante a guerra civil que incendiou o país africano, quando ela tinha 3 anos de idade e sua mãe morreu de febre e fome uma semana depois. Ela também teve três irmãos que morreram jovens. Sem condições de criá-la, seu tio a enviou para um orfanato, onde ela foi encontrada e adotada por uma família americana. Ela cresceu com 11 irmãos, nove deles adotados como ela, e foi incentivada pela família, ao notar seu talento como dançarina, a seguir o balé. Ela se formou no American Ballet Theatre de Nova York e fez sua estréia profissional aos 17 anos no Joburg Ballet na África do Sul. Em pouco tempo começou a chamar atenção. Apareceu no documentário de balé “First Position”, num dos vídeos de “Lemonade” de Beyoncé e, agora, aos 20 anos, é uma bailarina solo do Balé Nacional da Holanda. “A jornada de Michaela me tocou profundamente tanto como artista quanto como uma ativista que entende a adversidade. Temos uma oportunidade única de falar sobre a Serra Leoa e fazer de Michaela uma voz para todas as crianças órfãs com as quais ela cresceu. Estou honrada em trazer sua história à vida”, disse Madonna no comunicado do anúncio da produção. Madonna também abordou órfãos africanos como produtora e roteirista do documentário “I Am Because We Are” (2008), sobre os mais de 1 milhão de órfãos do Malawi, devido à pandemia da AIDS na região. A bailarina Michaela DePrince comemorou a notícia em seu Instagram. Veja abaixo. So excited to announce that I’m working with this wonderful human being and she’s directing my movie about my life. @madonna. Another incredible person I’m excited to work with is the one and only @thecamillard ❤️? #michaeladeprince Uma publicação compartilhada por Michaela DePrince (@michaeladeprince) em 13 de Mar, 2018 às 12:04 PDT

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  • Série

    História de Todo o Dinheiro do Mundo vira comédia no trailer da série Trust

    28 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano FX divulgou um novo trailer de “Trust”, minissérie que conta a mesma história do tumultuado filme “Todo o Dinheiro do Mundo”. A prévia ajuda a explicar porque Ridley Scott fez de tudo para lançar seu filme antes da produção televisiva, já que sugere uma história muito mais – com direito a trocadilho – rica e divertida que a versão cinematográfica. O tom é de comédia noir de humor negro, como o primeiro longa de seu diretor. “Trust” também foi desenvolvida por um cineasta inglês consagrado: Danny Boyle, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008). A minissérie é uma nova parceria entre ele e o roteirista Simon Beaufoy. Os dois fizeram juntos “Quem Quer Ser um Milionário?” e também “127 Horas” (indicado ao Oscar em 2011). Mas “Trust” remete à “Cova Rasa” (1994), que colocou Boyle na mira dos cinéfilos. Ambientada em 1973, a trama aborda o sequestro do jovem John Paul Getty III e o pedido de resgate de milhões de dólares. A diferença é que, na versão televisiva, a própria vítima planeja o crime, já que o avô, o homem mais rico dos anos 1970, não lhe libera dinheiro. Só que o plano não corre como esperado, pois o rapaz acaba sequestrado de verdade e o magnata se recusa a pagar. Para completar, o pai do sequestrado, envolvido em drogas, também não responde aos telefonemas dos raptores, deixando o problema para a mãe do rapaz, quebrada financeiramente. Desesperada, ela tenta fazer de tudo para salvar a vida do filho. Beaufoy escreveu e Boyle assina a direção de todos os 10 episódios da atração, que, como o filme, também conta com um elenco de cinema: Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Hilary Swank (“Logan Lucky – Roubo em Família”), Brendan Fraser (“A Múmia”) e Harris Dickinson (“Ratos de Praia”) – nos papéis que em “Todo o Dinheiro do Mundo” foram vividos por Christopher Plummer (“Toda a Forma de Amor”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Michael Wahlberg (“O Dia do Atentado”) e Charlie Plummer (“O Jantar”). A minissérie estreia em 25 de março nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Al Pacino enfrenta escândalo sexual no trailer cinematográfico de Paterno

    23 de fevereiro de 2018 /

    A HBO divulgou o segundo e cinematográfico trailer de “Paterno”, filme de temática absolutamente atual, que deve dominar o Emmy 2018. O que levanta a inevitável questão: porque os filmes da HBO são indicados ao Emmy, quando os da Netflix concorrem ao Oscar? A prévia é uma paulada que resume a trama de forma eficiente pela exploração de seus conflitos, tanto de forma íntima quanto em grande escala, ao contar a história real de Joe Paterno, ex-treinador de futebol da Universidade Penn State envolvido num escândalo sexual. Depois de se tornar o treinador mais vitorioso da história do futebol universitário, Paterno foi acusado de ter ignorado as acusações de abuso contra seu assistente Jerry Sandusky, que molestava os jovens. Um relatório concluiu que o treinador e outros funcionários do time estavam cientes das ações de Sandusky, mas optaram por ignorar o fato. As acusações acabaram se tornando públicas e sepultaram as carreiras de todos os envolvidos. O filme traz Al Pacino (“O Poderoso Chefão”) no papel-título e Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como a jornalista que não deixa o caso ser abafado, além de Kathy Baker (série “The Ranch”), Annie Parisse (série “Vynil”), Peter Jacobson (série “Colony”), Benjamin Cook (visto na série “Veep”), John D’Leo (“A Família”) e Nicholas Sadler (“Nunca Diga Seu Nome”). Trata-se do quarto trabalho de Pacino para a HBO, após “Phil Spector” (2013), “Você Não Conhece o Jack” (You Do Not Know Jack, 2010) e a minissérie “Angels in America” (2003), todas baseadas em histórias reais. A direção está a cargo de Barry Levinson, que foi o diretor de “Você Não Conhece o Jack” e do mais recente telefilme do canal, “O Mago das Mentiras” (The Wizard of Lies), estrelado por Robert De Niro. A estreia de “Paterno” vai acontecer em 7 de abril.

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  • Filme

    Fotos de bastidores do filme do serial killer Ted Bundy revelam visual de Zac Efron, Kaya Scodelario e Lily Collins

    19 de fevereiro de 2018 /

    O ator Zac Efron (“Baywatch”) divulgou algumas fotos de bastidores de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, em que vive Ted Bundy, um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. Além de mostrá-lo caracterizado no papel, as imagens também revelam os visuais de Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), irreconhecível de óculos e cabelos curtos, e Lily Collins (“O Mínimo para Viver”). O filme tem direção de Joe Berlinger, que também pode ser vistos nas imagens. Ele é conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após um assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Berlinger dirigiu apenas um filme de ficção e há 17 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Terry Kinney (série “Billions”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. Ainda não há previsão para a estreia. Excited to welcome the amazing @kayascods as Carole Ann ? ?#wickedcrew #behindthescenes Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 15 de Fev, 2018 às 3:57 PST When Ted met Liz #behindthescenes ? Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 1 de Fev, 2018 às 12:00 PST Schemin’ #behindthescenes? Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 26 de Jan, 2018 às 2:33 PST #BugLife #behindthescenes ? Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 30 de Jan, 2018 às 7:22 PST

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    James Hetfield vai virar ator no filme sobre o serial killer Ted Bundy

    12 de fevereiro de 2018 /

    James Hetfield vai estrear como ator de cinema aos 54 anos. O cantor e guitarrista da banda Metallica entrou no elenco de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, filme sobre o serial killer mais famoso dos EUA, Ted Bundy. O roqueiro interpretará o oficial Bob Hayward, um patrulheiro rodoviário veterano de Utah, que foi o primeiro policial a prender Bundy em 1975. Será a primeira vez que Hetfield terá um papel diferente de si mesmo numa produção live action. Ele já tinha aparecido anteriormente em séries, filmes e até animações como cantor do Metallica. Joe Berlinger, diretor do filme, já filmou Hetfield previamente nos documentários “Metallica: Some Kind of Monster” (2004) e “Metallica: This Monster Lives” (2014). Ele também é conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após o assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Além destes e outros documentários, ele dirigiu apenas um filme de ficção há 17 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e a produção está a cargo de Nicolas Chartier, responsável pelos filmes premiados no Oscar “Guerra ao Terror” (2009) e “Clube de Compra Dallas” (2013). O elenco destaca Zac Efron (“Baywatch”), que tem o papel principal, além de Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Terry Kinney (série “Billions”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”) e Dylan Baker (série “The Good Wife”). A trama se concentrará na relação disfuncional entre Bundy (Efron) e sua namorada Liz Kloepfer (Collins), que durou sete anos. Os dois se conheceram em 1969 e por três vezes ela o denunciou à polícia por comportamento violento. Nos anos 1970, Bundy ficou famoso por raptar, violentar e assassinar mulheres jovens. Antes de ser executado na cadeira elétrica em 1989, aos 42 anos, Bundy confessou 30 assassinatos, ocorridos, segundo ele, entre 1974 e 1978. A vida de Bundy já inspirou alguns filmes, a maioria feita para a TV e nenhum particularmente memorável. O novo longa ainda não tem previsão de estreia.

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    Todo o Dinheiro do Mundo tem duas morais da história, após lidar com assédio sexual

    11 de fevereiro de 2018 /

    A carreira de Ridley Scott é uma das mais interessantes dentre os cineastas veteranos em atividade. São quase 30 filmes para cinema, equilibrando-se entre ficções científicas, dramas contemporâneos, fantasias e filmes de época. Muita coisa parece interessar a Scott, seja a lenda de Robin Hood, a travessia do Mar Vermelho por Moisés, a descoberta da América por Cristóvão Colombo, além de histórias de monstros espaciais. Em “Todo o Dinheiro do Mundo”, Scott olha para o mundo real contemporâneo, mas para pessoas diferentes. Pessoas gananciosas, desesperadas e desesperançadas. A trama apresenta o homem mais rico do mundo na década de 1970, o magnata John Paul Getty (Christopher Plummer), uma espécie de Tio Patinhas mais sombrio. Para ele, nada era mais importante do que o seu dinheiro. Tirar de seus trilhões de dólares 17 milhões para pagar o resgate do seu neto, que foi sequestrado em 1973, quando tinha 16 anos de idade, era algo fora de cogitação. E é essa basicamente a história. Enquanto a mãe do garoto, vivida por Michelle Williams, tenta desesperadamente conseguir até mesmo conversar com o velho avarento, ele aciona um empregado (Mark Wahlberg) para tentar descobrir o paradeiro do menino sem que, com isso, precise gastar muito dinheiro. O filme apresenta algumas situações bem absurdas sobre até que ponto vai a doença daquele velho de quase 90 anos. Se o filme de Scott falha em criar uma atmosfera de suspense dentro desse situação de estresse do sequestro do rapaz, do jeito que o filme se encaminha dá até impressão de que o cineasta queria mesmo este tom. De certa maneira, isso tem o seu lado positivo, já que não transforma “Todo o Dinheiro do Mundo” em um thriller banal sobre sequestro e busca, coisa que já se viu tantas vezes no cinema. Scott prefere enfatizar a fábula moral que surge em meio àquela situação absurda. Por mais que possamos pensar que a moral da história é simples até demais, não há problema nenhum em lembrá-la de vez em quando. Lembrar que não se leva dinheiro para a sepultura. O que pode incomodar um pouco nesta narrativa – além da fotografia mais escura que o costume na filmografia do diretor – é a estranheza no modo como costura a trama sem personagens principais. A mais destacada é Michelle Williams, muito bem no papel da mãe desesperada, sem se descabelar ou transformar o filme em uma grande tragédia ou um grande melodrama. Até porque raramente Scott é apegado a sentimentalidades. Entretanto, “Todo o Dinheiro do Mundo” não lida apenas com a questão moral da avareza. Talvez o filme se torne até mais lembrado pela forma como abordou outra questão, fora das telas, envolvendo o escândalo sexual de Kevin Spacey, que forçou Scott a substituí-lo por Plummer, no papel de Getty, em um intervalo de tempo admiravelmente veloz. A tempo, inclusive, de participar da temporada de premiações. No caso do Oscar 2018, apenas Christopher Plummer recebeu a única indicação da obra, de Melhor Ator Coadjuvante. Não deixa de ser uma ironia.

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    Rise: Série musical com revelações de Moana e Stranger Things ganha novo comercial

    5 de fevereiro de 2018 /

    A rede NBC divulgou um novo comercial da vindoura série musical “Rise”. O vídeo foi exibido na noite de domingo (4/2), durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato americano de futebol, maior audiência e espaço comercial mais valorizado da TV americana), e aproveitou o tema esportivo como ponto de partida, traçando a evolução do protagonista, vivido por Damon J. Gillespie, um jogador de futebol colegial que termina cantando num palco. A trama evoca três produções bem-sucedidas da TV aberta americana: a clássica “Fama” e as mais recentes “Glee” e “Friday Night Lights”. Não por acaso, Jason Katims, que criou “Friday Night Lights”, também é o autor da nova série, que tem entre seus produtores a dupla Flody Suarez e Jeffrey Seller, do fenômeno musical da Broadway “Hamilton”. “Rise” é baseada numa história real – narrada no livro “Drama High” – e traz o ator Josh Radnor (“How I Met Your Mother”) como um professor que afeta a vida de adolescentes de uma escola deteriorada, ao recuperar o departamento de teatro da instituição. O elenco também inclui Auli’i Cravalho (dubladora de “Moana”, em seu primeiro papel de carne e osso), Shannon Purser (a Barb de “Stranger Things”), a veterana Rosie Perez (“Segurando as Pontas”) e alguns jovens estreantes, como Ellie Desautels, Erin Kommor, Sergio King e o citado Damon J. Gillespie. Destaque da midseason americana, a série vai estrear em 13 de março nos EUA.

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    Jim Parsons entra no filme do serial killer Ted Bundy

    4 de fevereiro de 2018 /

    Os atores Jim Parsons (da série “Big Bang Theory”) e Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”) entraram no elenco de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, filme sobre o serial killer mais famoso dos EUA, Ted Bundy. Eles vão se juntar a Zac Efron (“Baywatch”), que tem o papel principal, além de Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Terry Kinney (série “Billions”) e Dylan Baker (série “The Good Wife”). A trama se concentrará na relação disfuncional entre Bundy (Efron) e sua namorada Liz Kloepfer (Collins), que durou sete anos. Os dois se conheceram em 1969 e por três vezes ela o denunciou à polícia por comportamento violento. Nos anos 1970, Bundy ficou famoso por raptar, violentar e assassinar mulheres jovens. Antes de ser executado na cadeira elétrica em 1989, aos 42 anos, Bundy confessou 30 assassinatos, ocorridos, segundo ele, entre 1974 e 1978. A vida de Bundy já inspirou alguns filmes, a maioria feita para a TV e nenhum particularmente memorável. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” tem direção de Joe Berlinger, conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após o assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Além destes e outros documentários, ele dirigiu apenas um filme de ficção há 17 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e a produção está a cargo de Nicolas Chartier, responsável pelos filmes premiados no Oscar “Guerra ao Terror” (2009) e “Clube de Compra Dallas” (2013). O filme ainda não tem previsão de estreia.

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    Menina que surtou com o Slender Man é condenada a 40 anos de reclusão psiquiátrica

    2 de fevereiro de 2018 /

    A condenação de uma adolescente nesta semana colocou fim num caso bizarro que ocorreu nos Estados Unidos há quatro anos. Em 2014, uma garota de 12 anos esfaqueou por 19 vezes a sua melhor amiga, dizendo-se influenciada pelo Slender Man, uma lenda urbana criada na internet. Agora, Morgan Geyser foi julgada e condenada a 40 anos de reclusão em uma instituição de saúde mental. Geyser contou com a ajuda de outra garota, Anissa Weier, para cometer o crime – e Weier já tinha sido condenada a 25 anos em uma instituição psiquiátrica por seu papel no crime. A vítima, Payton Leutner, sobreviveu e conseguiu pedir ajuda a um ciclista que passava próximo ao local do ataque. Weier e Geyser disseram à polícia que elas tinham que matar Leutner para provar ao Slender Man que eram dignas de ser suas servas, bem como para proteger suas famílias contra ele. Todas as três meninas tinham 12 anos no momento do ataque. O Slender Man foi criado no Photoshop pelo internauta Erick Knudsen como um meme em 2009, mas ganhou tanta popularidade que se espalhou pela internet e começou a gerar relatos de pessoas que afirmam tê-lo visto de verdade. Sua lenda atingiu picos de notoriedade após o ataque das crianças em Milwaukee. Segundo os pais de Geyser, ela sofre de problemas mentais e foi diagnosticada com esquizofrenia. “Ela tem uma condição de saúde que não escolheu ter”, afirmou o advogado da família. A condenação acontece após protestos do pai de Anissa Weier contra o filme “Slender Man”, da Sony. Bill Weier acusa o filme, que teve seu primeiro trailer divulgado em janeiro, de explorar a tragédias das famílias. “É absurdo que eles desejem fazer um filme como este”, disse Weier. “É popularizar uma tragédia. Não estou surpreso, mas na minha opinião é extremamente desagradável. Tudo o que estão fazendo é ampliar a dor que as três famílias passaram”. O estúdio não respondeu à polêmica, mas “Slender Man” teve seu lançamento adiado. A estreia estava marcada para 18 de maio. Entretanto, após os protestos, passou para 24 de agosto nos Estados Unidos. A produção da Sony é o primeiro filme do personagem, com direção de Sylvian White (“Assassinato em Quatro Atos”) e roteiro de David Birke, que escreveu o aclamado suspense francês “Elle” (2016), de Paul Verhoeven.

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    Kaya Scodelario será esposa do famoso serial killer Ted Bundy em filme com Zac Efron

    29 de janeiro de 2018 /

    A atriz Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”) entrou no filme “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, cinebiografia de Ted Bundy, um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. Ela vai viver a esposa do assassino vivido por Zac Efron (“Baywatch”). O filme tem direção de Joe Berlinger, conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após o assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Além destes e outros documentários, ele dirigiu apenas um filme de ficção há 17 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e a produção está a cargo de Nicolas Chartier, responsável pelos filmes premiados no Oscar “Guerra ao Terror” (2009) e “Clube de Compra Dallas” (2013). Ted Bundy assumiu a culpa pelo assassinato de pelo menos 30 mulheres, cometidos em sete estados americanos diferentes, entre 1974 e 1978 — entretanto, as investigações apontam que o número de vítimas pode ter sido muito maior. Ele foi preso pela primeira vez em 1975, quando a polícia ainda não sabia a extensão de seus crimes, escapou e só foi detido definitivamente em 1978. Condenado à pena de morte, passou mais de uma década na prisão, até ser executado em 1989. A vida de Bundy já inspirou alguns filmes, a maioria feita para a TV e nenhum particularmente memorável. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” também conta no elenco com Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), como uma namorada de Bundy, e John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), como o juiz que o condenou. A produção ainda não tem previsão de estreia.

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