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    Terror polêmico do Slender Man ganha trailer em versões dublada e legendada

    27 de julho de 2018 /

    A Sony Pictures divulgou três fotos e um novo trailer de terror “Slender Man – Pesadelo Sem Rosto”, em versões legendada e dublada, retomando o marketing que havia sido interrompido há seis meses, devido à polêmica levantada pelo lançamento da produção. O Slender Man foi criado no Photoshop pelo internauta Erick Knudsen como um meme em 2009, mas ganhou tanta popularidade que se espalhou pela internet e começou a gerar relatos de pessoas que afirmavam tê-lo visto de verdade. Sua lenda atingiu picos de notoriedade em 2014 após duas crianças, Anissa Weier e Morgan Geyser, atraírem a colega de classe Payton Leutner para um parque arborizado de Milwaukee, onde uma delas, Geyser esfaqueou Leutner 19 vezes, enquanto a outra a encorajava. A vítima ainda conseguiu rastejar para fora da floresta onde um ciclista a encontrou. Ela sobreviveu ao ataque. Na época, Weier e Geyser disseram à polícia que elas tinham que matar a colega para provar ao Slender Man que eram dignas de ser suas servas, bem como para proteger suas famílias contra ele. Todas as três meninas tinham 12 anos. A produção da Sony é o primeiro filme do personagem, com direção de Sylvian White (“Assassinato em Quatro Atos”) e roteiro de David Birke, que escreveu o aclamado suspense francês “Elle” (2016), de Paul Verhoeven. Por isso, quando o primeiro trailer chegou na internet com imagens que remetiam ao crime das meninas, o pai de uma das garotas de Wisconsin lançou campanha de boicote ao filme. Bill Weier, pai de Anissa Weier, disse à Associated Press: “É absurdo que eles desejem fazer um filme como este. É popularizar uma tragédia. Não estou surpreso, mas na minha opinião é extremamente desagradável. Tudo o que estão fazendo é ampliar a dor que as três famílias passaram”. O estúdio não respondeu à polêmica, mas adiou a estreia. De todo modo, “Slender Man – Pesadelo Sem Rosto” não é uma recriação do ataque de 2014, embora envolva um grupo de garotas adolescentes, que inclui Joey King (de “A Barraca do Beijo”), Annalise Basso (“Ouija: Origem do Mal”), Julia Goldani Telles (série “The Affair”) e Jaz Sinclair (“Cidades de Papel”). Os fãs de filmes de terror não terão dificuldades em ver que a prévia divulgada mostra o monstro num contexto descaradamente similar ao de “O Chamado”. A estreia está marcada para 23 de agosto no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Já existem seis projetos de filmes sobre o resgate dos meninos da Tailândia

    20 de julho de 2018 /

    A comoção mundial sobre o resgate de um time de futebol de meninos de uma caverna inundada da Tailândia pode render pelo menos seis filmes. Este é o número atual de produções em desenvolvimento sobre o drama real, de acordo com o ministério da Cultura da Tailândia. “Cinco produtoras internacionais propuseram a ministérios tailandeses fazer filmes e documentários sobre a operação de resgate”, afirmou o ministro da Cultura, Vira Rojpojchanarat, em entrevista citada pela Variety. Além disso, uma companhia tailandesa também está interessada nisso. Por conta desse interesse, ele explicou que será fundada uma comissão especial para supervisionar as iniciativas com foco no dramático caso. O ministro não revelou os nomes das empresas interessados, mas algumas iniciativas já vieram a público, como a da produtora Pure Flix, especializada em filmes evangélicos, e do cineasta Jon M. Chu (“Truque de Mestre: O 2º Ato”). Além disso, o Discovery Channel já gravou um programa documentar de uma hora, chamado “Operation Thai Rescue”, que será exibido na próxima segunda-feira nos Estados Unidos.

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    Comunidade LGBTQIA+ elogia atitude de Scarlett Johansson ao desistir de viver transexual no cinema

    16 de julho de 2018 /

    Depois de desistir de viver um transexual no filme “Rub & Tug”, a atriz Scarlett Johansson transformou as críticas que estava sofrendo na comunidade LGBTQIA+ em elogios. A atitude foi vista com bons olhos por vários artistas trans. A atriz Rain Valdez (“Transparent”) declarou ao The Hollywood Reporter que chegou a chorar com a atitude: “Isso diz muito sobre Scarlett. Isso realmente me deixa meio emocionada porque não é uma indústria fácil para mulheres trans e homens trans”. Outra atriz de “Transparent”, Alexandra Grey, desabafou: “Algumas vezes dói quando atores cis interpretam nossas histórias e ganham Oscars e Emmys com isso”, disse, referindo-se a Jared Leto e Jeffrey Tambor, que ganharam prêmios ao interpretar mulheres trans, respectivamente no filme “Clube de Compra Dallas” e na série da qual ela participa. “A decisão de Scarlett de desistir foi um bom exemplo de como ouvir a comunidade e optar pela coisa certa a se fazer”, disse Rhys Ernst, produtor e diretor indicado ao Emmypor seu trabalho em “This Is Me” – e que também trabalha em “Transparent”. Ela ainda acrescentou, para esclarecer: “Não estamos dizendo que você não pode retratar esses personagens. Estamos dizendo que só queremos ter a mesma oportunidade de interpretar qualquer tipo de papel. Nós gostaríamos de ser convidados para as mesmas coisas que atores cis tem a oportunidade de interpretar”. Como isso não é possível, pelo menos que deixem trans viverem trans no cinema, foi o apelo que fez Scarlett mudar de ideia. No comunicado em que informou sua desistência, a atriz afirmou que “o entendimento cultural sobre pessoas transgênero continua a avançar e eu tenho aprendido muito com a comunidade trans desde que fiz minha primeira declaração sobre a seleção e percebi que foi insensível. Tenho grande admiração e amor pela comunidade trans e agradeço por a conversa sobre inclusividade em Hollywood continuar.” Em “Rub & Tug”, Scarlett daria vida a Jean Marie Gill, que se tornou o chefe do crime em Pittsburgh (EUA) nos anos 1970, vestindo-se de homem diariamente para ganhar o respeito dos seus subalternos. Gill era transexual, tinha vários aliados e comparsas na comunidade LGBTQIA+ da cidade, que o ajudavam a manter casas de massagens ilegais que também serviam como bordéis. Ele ainda alimentava o tráfico de esteróides para os jogadores do Pittsburgh Steelers, time de futebol americano local, e adotou a identidade trans masculina de Dante “Tex” Gill. De acordo com o Deadline, as filmagens começariam em fevereiro de 2019. Mas agora os produtores precisam encontrar uma nova protagonista e não há mais cronograma marcado para a produção. Isto também pode significar que o filme não é mais prioridade do estúdio.

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    Após polêmica, Scarlett Johansson desiste de viver gângster transexual no cinema

    13 de julho de 2018 /

    A atriz Scarlett Johansson desistiu de estrelar o filme “Rub & Tub”, em que interpretaria um gângster transexual, após ser pressionada pela comunidade LGBTQIA+. Ela citou “questões éticas” para anunciar, nesta sexta-feira (13/7), que estava “se retirando” da produção. A repercussão de sua escolha foi muito negativa por questões de representatividade. “Rub & Tub” seria o segundo filme consecutivo – e com o mesmo diretor, Rupert Sanders – em que a atriz viveria um papel controverso. Ela tinha sido acusada de compactuar com o embranquecimento de “Ghost in the Shell”, adaptação do mangá homônimo, ao viver naquele filme uma mulher que originalmente era japonesa. Em “Rub & Tug”, Scarlett daria vida a Jean Marie Gill, que se tornou o chefe do crime em Pittsburgh (EUA) nos anos 1970, vestindo-se de homem diariamente para ganhar o respeito dos seus subalternos. Gill era transexual, tinha vários aliados e comparsas na comunidade LGBTQIA+ da cidade, que o ajudavam a manter casas de massagens ilegais que também serviam como bordéis. Ele ainda alimentava o tráfico de esteróides para os jogadores do Pittsburgh Steelers, time de futebol americano local, e adotou a identidade trans masculina de Dante “Tex” Gill. Assim que a notícia da produção chegou na imprensa, a caixa de pressão do Twitter deu início a uma campanha contra a atriz, chamando-a de “transface” e dizendo que o caso se trata de “ciswashing”. “Transface” é uma alusão ao uso de “blackface”, quando brancos se pintavam para imitar/ridicularizar negros, e “ciswashing” faz referência ao “whitewashing”, o costume de dar papéis de outras etnias para atores brancos. No caso de Johansson, a questão de raça se tornava sexual. As reclamações se tornaram ainda mais estridentes após uma declaração da atriz, ao ser questionada sobre o papel. “Diga para direcionar a pergunta aos representantes de Jeffrey Tambor, Jared Leto e Felicity Huffman para comentarem”, disse, citando atores heterossexuais que já foram premiados por interpretarem trans no cinema e na TV. Agora, ela não só mudou de tom como escolheu a revista Out, dedicada à comunidade LGBTQIA+, para fazer seu anúncio. Em uma mensagem publicada pelo site da Out, a atriz disse: “À luz das recentes questões éticas levantadas em torno da minha escalação como Dante Tex Gill, decidi retirar respeitosamente minha participação do projeto. Nossa compreensão cultural das pessoas transexuais continua a avançar, e eu aprendi muito com a comunidade desde que fiz minha primeira declaração sobre o meu casting e percebi que era insensível”, continuou a atriz. “Tenho grande admiração e amor pela comunidade trans e agradeço por a conversa sobre inclusividade em Hollywood continuar.” Apesar da declaração, o ponto central da polêmica não é puramente ético, mas econômico. A briga é quase “sindical”, no sentido de defender uma reserva de mercado para atores trans. O grande argumento da comunidade é que Hollywood não escala trans para papéis cis (de heteros ou homos identificados com o próprio gênero), e então a única chance de atuarem seria viver personagens trans. Mas se até estes papéis ganharem intérpretes cis, eles ficariam com ainda menos opções de trabalho. Este ponto foi mencionado pelas atrizes trans Jamie Clayton (série “Sense8”), MJ Rodriguez (série “Pose”), Trace Lysette (série “Transparent”) e Mya Taylor (“Tangerine”), que participaram dos protestos contra a escalação de Johansson. “Eu não ficaria tão chateada se estivesse entrando nos mesmos testes que Jennifer Lawrence e Scarlett para papéis cis, mas sabemos que não é o caso”, escreveu Lysette no Twitter. Vale lembrar que a questão já tinha sido apresentada pelo cantor Adam Lambert há dois anos, quando ele recusou o convite para viver o Dr. Frank-N-Furter no remake televisivo de “The Rocky Horror Picture Show”. Na época, o ex-concorrente do “American Idol” disse: “Eu senti que, em 2016, ser cisgênero e fazer um personagem trans é inapropriado. Nos anos 1970 era diferente”. Lambert acabou participando da produção, mas no papel de Eddie, o roqueiro interpretado por Meat Loaf no filme original, e Frank-N-Furter ganhou vida por meio de Laverne Cox (da série “Orange is the New Black”), a primeira atriz transgênero a ser indicada ao Emmy (duas vezes) e estampar a revista Time. A pressão agora está nos produtores de “Rub & Tub”, que perdem uma estrela do tamanho de Johansson e se veem com a “obrigação” de escalar um ator ou atriz transgênero, provavelmente desconhecido do grande público. Não será surpresa se a solução for nenhuma das opções apresentadas, com o simples cancelamento do projeto – o que não deixaria de ser uma resposta de Hollywood à polêmica.

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    Diretor de Truque de Mestre 2 também vai filmar resgate dos meninos da Tailândia

    12 de julho de 2018 /

    Após a produtora americana de filmes evangélicos Pure Flix anunciar seus planos de produzir um “drama inspirador” sobre o resgate do time de futebol dos meninos tailandeses de um complexo de cavernas na Tailândia, o diretor Jon M. Chu (“Truque de Mestre 2” e “G.I. Joe: Retaliação”) divulgou intenção de comandar projeto semelhante. Americano de origem asiática, Chu anunciou sua iniciativa pelo Twitter, defendendo sua versão como uma forma de impedir Hollywood de se apropriar da história do resgate da caverna tailandesa para contá-la da perspectiva da classe média branca americana. “Eu me recuso a deixar Hollywood embranquecer a história de resgate da caverna da Tailândia. De forma alguma. Não sob nossa vigilância. Isso não vai acontecer, do contrário nós transformaremos a vida deles num inferno. Há ali uma linda história sobre seres humanos salvando outros seres humanos. Portanto, ninguém (melhor que nós) tem condições de abordar essa história de forma correta e respeitosa”, concluiu. Em tempos de correção política histérica, é interessante ver como Chu usa as redes sociais para diferenciar-se de Hollywood e se identificar com o povo tailandês. Entretanto, ele é nascido e criado na Califórnia, e seu pai é um famoso chef, que tem um restaurante na Califórnia desde os anos 1970. Um restaurante, diga-se, de comida chinesa. Também deve-se destacar que os produtores da Pure Flix realmente mencionaram planos para “embranquecer” a história. “Eu vejo isso como um grande filme de Hollywood com os maiores astros do Cinema”, disse Michael Scott à agência Australian Associated Press. Em seu projeto, Chu voltará a se associar com a produtora Ivanhoe, com quem acaba de filmar a comédia “Podres de Rico” (Crazy Rich Asians), e, de acordo com informações da revista Variety, já está em conversas com funcionários do governo tailandês sobre as filmagens. A saga na Tailândia lembra o resgate de 33 mineiros chilenos que ficaram presos durante 69 dias em 2010, acontecimento que foi transformado no filme “Os 33”, de 2015, estrelado não por chilenos, mas pelo espanhol Antonio Banderas e o brasileiro Rodrigo Santoro, com direção da mexicana Patricia Riggen. Como o resgate chileno, o drama tailandês representa a coragem da vida real diante de circunstâncias angustiantes. Mas, mais importante que isso para Hollywood, ambos tiveram cobertura frenética da mídia mundial. E terminaram com um final feliz. Veja abaixo os tuítes de Chu sobre a importância de contar a história sob “nossa” perspectiva. Não a perspectiva de um Apichatpong Weerasethakul, mas de um asiático americano que avalia que isso é empoderamento. I refuse to let Hollywood #whitewashout the Thai Cave rescue story! No way. Not on our watch. That won’t happen or we’ll give them hell. There’s a beautiful story abt human beings saving other human beings. So anyone thinking abt the story better approach it right & respectfully. — Jon M. Chu (@jonmchu) July 11, 2018 Its a bit early 2truly discuss but the biggest lesson I learned frm making #CrazyRichAsians is that we must tell our stories especially the important ones so history doesnt get it wrong.This one is too important 2 let others dictate who the real heroes are https://t.co/ZmnSBFvPI3 — Jon M. Chu (@jonmchu) July 12, 2018 We have the power to not only MAKE history but be the historians that RECORD it too. So that it’s told correctly and respectfully. Couldn’t just sit here watching how others would “interpret” this important story. https://t.co/kRv5k9plDU — Jon M. Chu (@jonmchu) July 12, 2018 Why did it take me 38 years to realize… we can fight back. https://t.co/AqmVANFVDN — Jon M. Chu (@jonmchu) July 12, 2018

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    Produtores de Hollywood “atropelam” resgate por direito de filmar tragédia dos meninos da Tailândia

    10 de julho de 2018 /

    Dois produtores de Hollywood foram até a Tailândia para acompanhar o resgate dos meninos que ficaram presos em uma caverna no Norte do país junto com o treinador do time de futebol do qual fazem parte. Os americanos Michael Scott e Adam Smith planejam um filme sobre a tragédia da equipe dos Wild Boars (Javalis Selvagens). “Haverá outras empresas de produção chegando, por isso temos que agir muito rapidamente”, disse Smith a um site australiano de notícias, quando foi perguntado se suas ações podem ser vistas como insensíveis em um momento tão delicado. Enquanto mergulhadores enfrentavam o difícil percurso para trazer os garotos, com idades entre 11 e 16 anos, à segurança, durante a operação de resgate, os produtores realizavam entrevistas preliminares nos arredores da caverna de Tham Luang e buscavam registrar os direitos exclusivos das suas histórias. Scott, sócio-direitor da produtora cristã Pure Flix, afirmou que a empresa também já pensa em levar um roteirista ao local. “Eu vejo isso como um grande filme de Hollywood com os maiores astros do Cinema”, disse Scott à agência Australian Associated Press. A empresa Pure Flix é conhecida por produzir filmes cristãos maniqueístas, que fazem propaganda de uma agenda evangélica de direita. Um de seus títulos mais famosos foi “Deus Não Está Morto” (2014), que ganhou uma sequência voltada a pressionar mudanças de leis no Congresso americano. A história do time de futebol, que passou 17 dias preso numa caverna submersa, teve uma repercussão mundial similar ao desastre dos mineiros do Chile, que ficaram soterrados durante 69 dias. Este desastre também virou filme, “Os 33”, estrelado por Antonio Banderas e Rodrigo Santoro em 2015. Mas, neste caso, o produtores esperaram os mineiros serem resgatados, reencontrarem suas famílias e retomarem suas vidas, antes de pensar em fazer dinheiro com suas tragédias.

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    Scarlett Johansson irrita militantes das redes sociais ao decidir viver transexual no cinema

    3 de julho de 2018 /

    A notícia de que Scarlett Johansson viveria um gângster transexual no vindouro filme “Rub & Tug” colocou os militantes das redes sociais em pé de guerra contra a atriz. Diversos usuários do Twitter consideraram uma ofensa a escolha de uma intérprete hetero para um papel de trans. Especialmente Johansson, que já tinha sido alvo de reclamações ao interpretar uma “japonesa” em “Ghost in the Shell”. Para piorar, o diretor é o mesmo nos dois filmes, Rupert Sanders. A controvérsia foi alimentada pelo site Bustle, que questionou os representantes da atriz sobre a decisão de viver um trans. A resposta foi a seguinte declaração: “Diga para direcionar a pergunta aos representantes de Jeffrey Tambor, Jared Leto e Felicity Huffman para comentarem”, citando atores heterossexuais que já interpretaram trans no cinema. April Reign, que ficou conhecida por lançar a campanha #OscarsSoWhite, contra a discriminação racial no Oscar, resolveu levar adiante a polêmica, ao questionar a escolha no Twitter. “Scarlett Johansson recebeu uma considerável reação negativa por ‘Ghost in the Shell’, quando interpretou uma personagem asiática embranquecida. O filme fracassou. Implacável, ela se uniu COM O MESMO DIRETOR para interpretar um personagem trans masculino em ‘Rub & Tug’”. Logo em seguida, a caixa de pressão do Twitter deu início a uma campanha de bullying contra a atriz, chamando-a de “transface” e dizendo que o caso se trata de “ciswashing”. “Transface” é uma alusão ao uso de “blackface”, quando brancos se pintavam para imitar/ridicularizar negros, e “ciswashing” faz referência ao “whitewashing”, o costume de dar papéis de outras etnias para atores brancos. No caso, troca-se brancos por héteros e outras etnias por transexuais. Caso a pressão se acentue, o mais provável é que Scarlett desista para não manchar sua reputação.

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    Scarlett Johnsson vai viver chefe do crime transexual em novo filme do diretor de Ghost in the Shell

    2 de julho de 2018 /

    Scarlett Johnsson vai aproveitar o cabelo curto que vem usando nos últimos tempos num papel sob medida para visual andrógino. Ela vai se vestir de homem em seu próximo filme, “Rub & Tug”. O filme conta a história real de Jean Marie Gill, que se tornou a chefe do crime em Pittsburgh (EUA) nos anos 1970, vestindo-se de homem diariamente para ganhar o respeito dos seus subalternos. Gill era transexual, tinha vários aliados e comparsas na comunidade LGBTQIA+ da cidade, que a ajudavam a manter casas de massagens ilegais que também serviam como bordéis. Ela ainda alimentava o tráfico de esteróides para os jogadores do Pittsburgh Steelers, time de futebol americano local, e adotou a identidade trans masculina de Dante “Tex” Gill. Um detalhe é que, na vida real, Gill era mais parecida com Big Boo, a personagem de Lea DeLaria em “Orange Is the New Black”, que a Viúva Negra dos Vingadores. Veja abaixo uma foto da personagem real. Enfim, o roteiro é assinado por Gary Spinelli (“Feito na América”) e o papel permitirá um reencontro da atriz com o diretor Rupert Sanders, após a parceria em “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell” (2017). Com produção do estúdio New Regency, as filmagens devem começar em fevereiro de 2019, mas ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    I Am the Night: Série que reúne ator e diretora de Mulher-Maravilha ganha primeiro trailer tenso

    2 de julho de 2018 /

    O canal pago TNT divulgou o primeiro trailer de “I Am the Night”, série que volta a reunir a diretora Patty Jenkins e o ator Chris Pine após o sucesso de “Mulher-Maravilha. A prévia enfatiza o suspense da trama para criar um clima bastante tenso. A série é baseada numa história real, registrada na autobiografia “One Day She’ll Darken” de Fauna Hodel. Ela nasceu em 1951, filha de uma família proeminente da Califórnia, mas foi dada em adoção para uma jovem negra que trabalhava como atendente de banheiro em um cassino de Nevada. Fauna cresceu acreditando que era mestiça, encontrando preconceito tanto de negros quanto de brancos. Mas anos mais tarde encontrou sua mãe biológica, descobrindo que tinha uma ligação familiar com o principal suspeito de ser o famoso serial killer do caso da Dália Negra. Pine vive o protagonista Jay Singletary, um ex-marine que virou repórter, e encontra na história de Hodel uma forma de recuperar a carreira, após cair em desgraça. Desvendar os segredos por trás do nascimento da mulher pode ser a oportunidade que ele sempre esperou para ganhar reconhecimento, mas o enigma de Hodel também o levará aonde ele não espera: a um labirinto de maldade que irá desestabilizá-lo. A atriz India Eisley (“Anjos da Noite: O Despertar”) vive Hodel e o elenco também conta com outra intérprete do filme da Mulher-Maravilha, a atriz Connie Nielsen como a mãe biológica da jovem, uma linda socialite que viu sua família perder tudo e guarda terríveis segredos. A adaptação foi escrita por Sam Sheridan, que é casado com Jenkins. Ele é um lutador famoso de Muay Thai, que participou do filme “Guerreiro” e teve sua vida narrada no documentário “Thai Boxing: A Fighting Chance”, do National Geographic. Também escreveu livros sobre a luta e trabalha como roteirista na série “SEAL Team”. Jenkins assina a direção dos dois primeiros episódios e compartilha créditos de produção com Sheridan e Pine, além de Michael Sugar (produtor da série “13 Reasons Why”). A estreia é esperada para janeiro.

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    Produtora defende decisão polêmica de lançar filme estrelado por Kevin Spacey

    18 de junho de 2018 /

    A produtora Vertical Entertainment emitiu um comunicado para defender sua decisão de lançar nos cinemas o filme “Billionaire Boys Club”, último trabalho estrelado pelo ator Kevin Spacey. A participação do ator, vencedor de dois Oscars, tornou-se um fardo para a produção, após ele ser acusado por diversas pessoas de assédio e abuso sexual. As denúncias acabaram com sua carreira, levando-o a ser demitido da série “House of Cards” e ter sua atuação apagada em “Todo o Dinheiro do Mundo”, sendo substituído em refilmagens por outro ator. Ao abordar a polêmica, a produtora chamou atenção para o fato de o filme ter envolvido o trabalho de dezenas de outras pessoas, que deram duro para finalizar o produto, e que não mereciam ser penalizadas por conta do mal comportamento de uma pessoa. “Esperamos que essas alegações angustiantes relativas ao comportamento de uma pessoa – que não eram conhecidas publicamente quando o filme foi feito há quase três anos – não manchem o lançamento”, explicou a empresa em nota à imprensa. “Não toleramos o assédio sexual em qualquer nível e apoiamos totalmente as vítimas. Ao mesmo tempo, lançar este filme nos cinemas não é uma decisão fácil nem insensível, mas acreditamos em dar ao elenco, assim como centenas de membros da equipe que trabalharam duro no filme, a chance de ver seu produto final chegar ao público”, completa o curto texto. O filme foi produzido em meados de 2016, quando seus dois outros protagonistas, os jovens Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) e Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”), estavam começando a chamar atenção, mas sua estratégia de aproveitar o sucesso da dupla para conseguir maior visibilidade saiu pela culatra com o excesso de visibilidade do caso de Spacey. Sem a mesma verba de Ridley Scott para refilmar “Todo o Dinheiro do Mundo”, os produtores se viram sem alternativas para recuperar o investimento. Na verdade, viram-se numa armadilha não muito diferente da experimentada pelos personagens da trama. Escrito e dirigido por James Cox (“Tudo em Família”), o longa é, ainda por cima, inspirado por um escândalo real, ao narrar como um grupo de estudantes ricos de Los Angeles se deixam engabelar por um golpista nos anos 1980, ao arquitetarem um esquema para ganhar dinheiro de forma fácil, convencendo diversos amigos a investirem em seu negócio. Até que o pilantra que os incentivou some com todo o dinheiro, deixando-os endividados e incriminados. A história virou um caso criminal famoso e não terminou nada bem para nenhum dos personagens reais. Foi tão midiático que chegou a ganhar um telefilme em 1987, estrelado por Judd Nelson, logo após estrelar “O Clube dos Cinco” – no papel agora vivido por Ansel Elgort. O próprio Judd Nelson também integra o elenco da nova versão, numa homenagem, ao lado ainda de Emma Roberts (série “Scream Queens”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Billie Lourd (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Jeremy Irvine (“Cavalo de Guerra”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Rosanna Arquette (série “Ray Donovan”). É um ótimo elenco. Mas a decisão de ir adiante com um filme que mostra Kevin Spacey abusando de imberbes autodenominados “boys” pode ser considerada indigesta demais, diante das acusações de pedofilia que pesam contra o ator – que, para se defender, resolveu se assumir homossexual, ultrajando também a comunidade LGBT+. Ficou curioso? Veja o trailer aqui. A estreia está marcada para o dia 3 de agosto.

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    Apple encomenda série de mistério inspirada em repórter mirim da vida real

    17 de junho de 2018 /

    A Apple encomendou uma nova série de mistério, inspirada pela história real de Hilde Lysiak (foto acima), uma menina de apenas 11 anos, que obcecada em virar repórter desvendou um crime sozinha. A produção, que ainda não tem título, foi criada pelas produtoras-roteiristas Dana Fox (do filme “Como Ser Solteira”) e Dara Resnik (da série “Castle”), e terá 10 episódios. A série contará a história de uma menina que se muda do Brooklyn para a terra natal de seu pai, uma pequena cidade à beira do lago. Quando chega lá, sua perseguição obstinada pela verdade a leva a desenterrar um caso criminal que todos na cidade, incluindo o próprio pai, tentaram enterrar. A premissa evoca exatamente o que aconteceu com Hilde Lysiak, que foi a primeira a expor um assassinato em sua cidade natal, Selinsgrove, Pensilvânia, publicando a notícia num jornal local que ela própria criou, o Orange Street News (conheça o site oficial). As habilidades de investigação de Hilde chamaram atenção da mídia nacional e internacional. Mas a história também atraiu muitos comentários negativos, que tentaram minimizar o feito. Hilde rebateu o pouco caso ao tornar sua reportagem viral. Hoje, ela lidera uma iniciativa para capacitar a próxima geração de influenciadores, ativistas e líderes dos Estados Unidos.

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    Gotti: Novo filme de John Travolta consegue 0% de aprovação no Rotten Tomatoes

    15 de junho de 2018 /

    A cinebiografia do mafioso John Gotti, estrelada por John Travolta, virou um fenômeno de rejeição coletiva. “Gotti” atingiu a unanimidade da crítica, com 0% de aprovação no site Rotten Tomatoes. E isto porque foi escondido da imprensa, que só pôde assistir ao lançamento quando o longa chegou aos cinemas nesta sexta (15/06). A crítica do jornal The New York Times definiu a produção como “uma bagunça decepcionante”, a do Newsday chamou de “desastre” e a da revista The Hollywood Reporter resumiu: “O filme é muito terrível, mal escrito, desprovido de tensão, ridículo em alguns pontos e simplesmente aborrecido em outros”. Apesar da avaliação de 0% ser bastante rara, “Gotti” é o quarto longa na filmografia de John Travolta a conquistar esta marca, após “Os Embalos de Sábado Continuam” (1983), “Olha Quem Está Falando Agora!” (1993) e “A Vida Por Um Fio” (2015). Vale citar ainda que “A Reconquista” (2000), considerado por muitos a pior ficção científica de todos os tempos, também se destaca entre os filmes do ator com 3%. Mas Gotti é um desastre à parte, por envolver Travolta, mulher e filha. O filme mostra a vida tumultuada dos Gotti, enquanto o mafioso (Travolta) e sua mulher (Kelly Preston, esposa de Travolta) tentam manter a família unida durante vários crimes, tragédias e prisões. A filha de Travolta, Ella Bleu Travolta, também está no elenco como, claro, filha do protagonista na trama. Terceiro filme dirigido pelo ator Kevin Connolly (da série “Entourage”), “Gotti” foi escrito por Lem Dobbs (“Sem Proteção”) e outro ator, Leo Rossi (“As Três Faces do Crime”), e é contado pelo ponto de vista do filho do mafioso, John Gotti Jr (Spencer Lofranco, de “Invencível”). A Lionsgate viu que o resultado era radioativo e desistiu de lançar na véspera da previsão original de estreia, em dezembro do ano passado, mas o infame Keya Morgan, preso no começo da semana por preencher um boletim falso na polícia e proibido pela Justiça de se aproximar de seu “sócio” Stan Lee, descreveu o longa como “obra prima” e se juntou aos produtores para comprar o filme, visando lançá-lo por conta própria. O prejuízo tende a ser enorme, já que a expectativa é que a produção fature algo entre US$ 1 e 2 milhões no fim de semana.

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    Kevin Spacey volta à tona como predador de “boys” em trailer de filme sobre escândalo real

    8 de junho de 2018 /

    A TGV Pictures, distribuidora da Malásia, jogou no YouTube o trailer de “Billionaire Boys Club”, que chama atenção por trazer à tona um papel de Kevin Spacey, após ele ser denunciado por assédio sexual. O escândalo foi tão grande que Spacey foi demitido da série “House of Cards”, na qual vivia o protagonista, e teve sua atuação apagada em “Todo o Dinheiro do Mundo”, sendo substituído em refilmagens por outro ator. A repercussão atingiu vários outros projetos que o envolviam. A Netflix, por exemplo, assumiu o prejuízo de ter produzido uma biografia de Gore Vidal com o ator, premiado com dois Oscars, optando por vetar seu lançamento. Mas “Gore” não era o único filme finalizado que foi tolhido pelo movimento #MeToo. “Billionaire Boys Club” também quase prometia ficar esquecido, apesar de juntar dois dos atores jovens mais quentes do momento, Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) e Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”). O filme foi produzido em meados de 2016, quando os dois estavam começando a chamar atenção, mas sua estratégia de aproveitar o sucesso da dupla para conseguir maior visibilidade saiu pela culatra com o excesso de visibilidade do caso de Spacey. Sem a mesma verba de Ridley Scott para refilmar “Todo o Dinheiro do Mundo”, os produtores se viram sem alternativas para recuperar o investimento. E viram-se numa armadilha não muito diferente da experimentada pelos personagens da trama. Escrito e dirigido por James Cox (“Tudo em Família”), o longa é, ainda por cima, inspirado por um escândalo real, ao narrar como um grupo de estudantes ricos de Los Angeles se deixam engabelar por um golpista nos anos 1980 e arquitetam um esquema para ganhar dinheiro de forma fácil, convencendo diversos amigos a investirem em seu negócio. Até que o pilantra sumiu com todo o dinheiro, deixando-os endividados e incriminados. A história virou um caso criminal famoso e não terminou nada bem para nenhum dos personagens. Foi tão midiático que chegou a ganhar um telefilme em 1987, estrelado por um jovem ator em ascensão na época, Judd Nelson, logo após estrelar “O Clube dos Cinco” – no papel agora vivido por Ansel Elgort. O próprio Judd Nelson integra o elenco da nova versão, numa homenagem, ao lado ainda de Emma Roberts (série “Scream Queens”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Billie Lourd (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Jeremy Irvine (“Cavalo de Guerra”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Rosanna Arquette (série “Ray Donovan”). O surgimento do trailer veio acompanhado de data de estreia. Mas a decisão de ir adiante com um filme que mostra Kevin Spacey abusando de imberbes autodenominados “boys” é indigesta demais, diante das acusações de pedofilia que pesam contra o ator – que, para se defender, resolveu se assumir homossexual, ultrajando também a comunidade LGBT+. A estreia está marcada para o dia 3 de agosto.

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