Trailer apresenta segunda metade da série de hip-hop The Get Down
A Netflix divulgou o trailer da segunda metade de “The Get Down”, série musical do cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) sobre as origens do hip-hop em plena época da disco music. A primeira parte dividiu opiniões, ao se mostrar fantasiosa como um grande musical de Hollywood, quando muitos esperavam um relato mais factual, mas o acabamento cinematográfico justificou o custo elevado – US$ 120 milhões em sua 1ª temporada. A série se passa no berço do hip-hop, no bairro negro do South Bronx, em Nova York, em meados dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54, mas também tem uma trama paralela, envolvendo uma cantora de gospel, fã de discoteca e filha de pai evangélico (vivido por Giancarlo Esposito, da série “Breaking Bad”). Apesar de acompanhar personagens fictícios, a produção incorpora fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash é um dos produtores, ao lado do rapper Nas e do crítico e escritor Nelson George, que trabalharam junto com o Baz Luhrmann para garantir a autenticidade da recriação da época. No elenco, que destaca uma nova geração de atores negros e latinos, há alguns rostos bem conhecidos como o veterano Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). Os últimos seis episódios da 1ª temporada serão disponibilizados no dia 7 de abril na plataforma de streaming.
Vídeo anuncia volta de The Get Down, a série mais cara da Netflix
Série mais cara da Netflix, “The Get Down” já tem data para retornar. A plataforma de streaming divulgou um vídeo para anunciar a segunda metade da 1ª temporada, que custou US$ 120 milhões para ser gravada. A primeira parte dividiu opiniões, ao se mostrar fantasiosa, como um grande musical, quando muitos esperavam um relato mais factual das origens do hip-hop. Apesar de acompanhar personagens fictícios, a produção incorpora fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash é um dos produtores, ao lado do rapper Nas e do crítico e escritor Nelson George, que trabalharam junto com o criador da atração, o cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), para garantir a autenticidade da recriação da época. A série se passa no berço do hip-hop, no bairro negro do South Bronx, em Nova York, em meados dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54, mas também tem uma trama paralela, envolvendo uma cantora de gospel, fã de discoteca e filha de pai evangélico (vivido por Giancarlo Esposito, da série “Breaking Bad”). O elenco destaca uma nova geração de atores negros e latinos, mas há alguns rostos mais conhecidos como o veterano Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). Os últimos seis episódios da 1ª temporada serão disponibilizados no dia 7 de abril na plataforma de streaming.
Luke Cage é renovada para a 2ª temporada
A plataforma de streaming Netflix anunciou a renovação de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel, para a 2ª temporada. O anúncio foi feito durante a Comic-Con Experience (CCXP), num teaser curto que apenas avisa que os novos episódios virão em breve (“coming soon”, na projeção em inglês). Não há previsão para o início da produção, porque a plataforma resolveu disponibilizar as séries da Marvel à conta-gotas. Originalmente, Ted Sarandos, executivo responsável pelo conteúdo do serviço, planejava lançar apenas duas atrações de super-heróis por ano. Mas o plano já sofreu revisão no cronograma de 2017, que prevê a estreia de “Punho de Ferro”, “Os Defensores” e “O Justiceiro”. Enquanto isso, a 3ª temporada de “Demolidor” e a 2ª de “Jessica Jones”, já encomendadas, seguem sem data, num provável remanejamento para 2018. “Luke Cage”, portanto, vai enfrentar longa fila. Desenvolvida por Cheo Hodari Coker (série “Ray Donovan”) e passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série estreou em 30 de setembro na Netflix.
Série vai investigar os assassinatos dos rappers Tupac Shakur e Notorious B.I.G.
O canal pago americano USA Network vai lançar a sua versão de “American Crime Story”, acompanhando crimes americanos populares, que, para se diferenciar, ainda não teriam sido resolvidos. A atração vai se chamar “Unsolved”. E o curioso é que o responsável por dirigir e produzir o piloto é Anthony Hemingway, que venceu um Emmy por seu trabalho em “American Crime Story: O Povo contra O.J. Simpson”. A 1ª temporada vai investigar as mortes dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur. A trama será baseada na investigação do ex-detetive do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) Greg Kading, autor do livro “Murder Rap: The Untold Story of Biggie Smalls & Tupac Shakur Murder Investigations”, e terá roteiro de Kyle Long (da série “Suits”). Tupac Shakur morreu no dia 13 de setembro de 1996, em Las Vegas, no auge do sucesso, quando era um dos principais rappers da Costa Oeste norte-americana. Na época, havia uma disputa ferrenha entre rappers da California e de Nova York, que envolviam até criminosos que os apoiavam – um deles, Suge Knight, era o dono da gravadora de Tupac – , e seis meses depois veio o troco, com o assassinato de Biggie Smalls no dia 9 de março de 1997, executado em Los Angeles também no ápice da carreira e da mesma forma que o rival: com tiros disparados contra seu carro. A história já foi apresentada no filme “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009) e está para ser revisitada em duas novas produções cinematográficas: “All Eyez On Me”, que é uma cinebiografia de Tupac, e “Labyrint”, que tem a mesma premissa policial da série “Unsolved”, com o detalhe de ser estrelada por Johnny Depp. Além disso, o canal pago TBS prepara a série de comédia “Think B.I.G.”, baseada na vida de Biggie “Notorious B.I.G.” Smalls. Por enquanto, “Unsolved” ainda está em estágio de produção de piloto. O episódio teste precisará ser aprovado pelos executivos do USA para virar série.
Ice Cube vai escrever e estrelar nova versão musical de Oliver Twist para a Disney
Dentro da atual estratégia de produzir novas versões de todos os clássicos infantis já filmados, a Disney anunciou a produção de uma nova versão de “Oliver Twist”, de Charles Dickens. A novidade é que desta vez será um versão musical, ao som de música urbana contemporânea (leia-se hip-hop), escrita, produzida e estrelada pelo rapper Ice Cube. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, Cube vai escrever o roteiro em parceria com Jeff Kwantinetz, produtor do seu filme “Um Salão do Barulho 3” (2016), e interpretar o papel do vilão velhaco Fagin, que explora as crianças de rua. O musical também terá envolvimento do produtor Marc Platt (do musical da Broadway “Wicked”) e do diretor da peça “Hamilton”, Thomas Kail, que negocia assumir a direção do filme. Platt e Kail trabalharam juntos no especial televisivo “Grease Live!”, vencedor do Emmy 2016. Baseado no romance escrito por Dickens em 1838, “Oliver Twist” conta a história de um menino órfão que conhece um ladrão de rua e passa a integrar um bando de trombadinhas de Londres. A trama será atualizada e deve ser ambientada nos EUA dos dias atuais. Vale lembrar que a história já rendeu um musical de sucesso, “Oliver!”, que foi encenado no teatro nos anos 1960 com o futuro cantor dos Monkees Davy Jones. Esta versão foi filmada em 1968 e venceu seis Oscars, inclusive o de Melhor Filme. Uma das obras mais adaptadas do cinema, “Oliver Twist” já teve até versão dirigida por Roman Polanski, em 2005. A nova adaptação da Disney ainda não tem previsão de lançamento.
Luke Cage: Ouça um rap exclusivo da trilha sonora da série
A Marvel divulgou em seu canal no YouTube a música “Bulletproof Love”, composta especialmente para a série “Luke Cage”. A canção faz parte da trilha hip-hop da produção, que foi criada pelo rapper Ali Shaheed Muhammad, do grupo A Tribe Called Quest, e o compositor Adrian Younge, da trilha de “Black Dynamite” (2009). Além da base produzida pela dupla, a música traz a voz do rapper Method Man, que inclusive aparece na série como ele mesmo. Lançada na sexta (30/9), a série teria “quebrado” a Netflix, por conta do excesso de streaming, deixando a plataforma fora do ar por duas horas.
Luke Cage: Veja a abertura da nova série de super-herói da Marvel
A plataforma de streaming Netflix divulgou um novo vídeo de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel, que revela a abertura oficial da série, entre closes dos músculos do protagonista, vivido por Mike Colter (desde “Jessica Jones”), as ruas do Harlem e a trilha hip-hop da produção – do compositor Adrian Younge, da trilha de “Black Dynamite” (2009). Desenvolvida por Cheo Hodari Coker (série “Ray Donovan”) e passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série chega nesta sexta (30/9) na Netflix. Justice may be blind, but tomorrow it becomes unbreakable. #LukeCage pic.twitter.com/srR5H7FskR — Luke Cage (@LukeCage) September 29, 2016
Luke Cage: Vídeo acompanha o herói por pontos turísticos do Harlem
A plataforma de streaming Netflix divulgou um novo vídeo de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel, que referencia o bairro nova-iorquino do Harlem, onda a trama se passa. A prévia é introduzida pelos rappers A$ap Ferg e Method Man, e acompanha o astro Mike Colter (intérprete de Luke Cage desde “Jessica Jones”) por pontos turísticos do bairro, como o histórico Apollo Theatre, onde lendas do blues deixaram sua marca, e em cenas da própria série que exploram aspectos da cultura local. O objetivo é mostrar como Luke Cage é um herói diferente, mais realista. Enquanto alguns voam, ele circula pelas ruas da periferia. Desenvolvida por Cheo Hodari Coker (série “Ray Donovan”) e passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série tem estreia marcada para esta sexta (30/9) na Netflix.
Mostra exibe filmes clássicos de hip-hop em São Paulo
A 3ª Mostra de Filme Hip-Hop vai exibir 14 filmes dedicados ou inspirados pelo gênero musical no CineSesc, em São Paulo, com entrada gratuita a partir desta quarta (28/9). A abertura acontece com “Wave Twisters” (2001), de Syd Garon e Eric Henry, o primeira longa de animação do hip-hop. Mas a maior parte da seleção foca a “old school”, com filmes clássicos dos anos 1980. Há, por exemplo, “Breakin'” (1984), que revelou Ice-T, “Krush Groove” (1985), estrelado por Run-DMC, LL Cool J, Kurtis Blow, Fat Boys e Beastie Boys, e “Beat Street – A Loucura do Ritmo” (1984), que tem uma história não muito diferente da série “Get Down” e traz o lendário b-boy Crazy Legs mostrando porque é considerado o maior dançarino de break de todos os tempos e… Vin Diesel como figurante! Além disso, há o documentário mais recente dos Beastie Boys, “Awesome; I Fuckin’ Shot That!” (2006), que registra um show do trio em Nova York, e um filme de Adam Yauch, o integrante falecido da banda, “Gunnin’ for that #1 Shot”, sobre um time de basquete. A mostra, que tem curadoria do ex-VJ da MTV Rodrigo Brandão, também presta homenagem a Bobbito Garcia, lendário radialista, jogador de basquete de rua e cineasta, com três de seus filmes. E fecha, no dia 5 de outubro, lembrando um ícone do rap brasileiro, com o doc “Sabotage: Maestro do Canão” (2015), de Ivan Vale Ferreira.
Luke Cage: Novo trailer resume a trama com diversas cenas inéditas e hip-hop
A plataforma de streaming Netflix divulgou um novo trailer de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel, repleto de cenas inéditas. A prévia inicia com a ascenção de Cornell “Boca de Algodão” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”), o rei do crime do Harlem, revela sua ligação com a política corrupta Maria Dullard (Alfre Woodard, de “12 Anos de Escravidão”), e conclui com a transformação de Luke Cage (vivido por Mike Colter desde “Jessica Jones”) em herói relutante, com um empurrão da enfermeira Claire Temple (Rosario Dawson repetindo seu papel de “Demolidor”). Além da trilha sensacional, o vídeo continua reforçando a ligação da série com o mundo do hip-hop com uma participação do rapper Method Man como ele próprio. O elenco ainda inclui Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como a heroína Misty Knight, a brasileira Sonia Braga (“Tieta do Agreste”) como a mãe de Claire, Frankie Faison (série “Banshee”), Frank Whaley (série “Ray Donovan”) e vilões vividos por Theo Rossi (série “Sons of Anarchy”), Erik LaRay Harvey (série “Boardwalk Empire”) e Alfre Woodard (“12 Anos de Escravidão”). Desenvolvida por Cheo Hodari Coker (série “Ray Donovan”) e passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série tem estreia marcada para 30 de setembro na Netflix.
Luke Cage: Veja três pôsteres com os vilões da nova série de super-herói da Marvel
A plataforma de streaming Netflix divulgou três novos pôsteres de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel. Desta vez, os cartazes destacam os vilões da tração, o rei do crime Cornell “Boca de Algodão” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”), a política corrupta Maria Dullard (Alfre Woodard, de “12 Anos de Escravidão”) e o capanga Shades (Theo Rossi, da série “Sons of Anarchy”). Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série tem estreia marcada para 30 de setembro na Netflix.
Bill Nunn (1953 – 2016)
Morreu o ator Bill Nunn, que ficou conhecido pelo clássico “Faça a Coisa Certa”, de Spike Lee, e por interpretar o editor do Clarim Diário na trilogia original do “Homem-Aranha”. Ele faleceu aos 62 anos no sábado (24/9) em sua casa, em Pittsburgh, na Pensilvânia, ao lado de sua família, após lutar contra um câncer. O próprio Spike Lee deu a notícia em uma publicação em seu Facebook. “Radio Raheem está descansando agora. Deus o está protegendo”, escreveu o diretor, referindo-se ao personagem de Nunn em “Faça a Coisa Certa”, assim batizado por carregar um boom box (rádio-gravador) gigante, de onde saía a excelente trilha hip-hop do filme. Nunn tinha estreado no cinema no longa anterior de Spike Lee, “Lute pela Coisa Certa” (1988), um ano antes de virar o estopim musical e dramático do melhor trabalho da carreira do diretor. Além de providenciar a trilha ambulante de “Faça a Coisa Certa”, Radio Raheem foi o estopim da revolta da trama, atual até hoje, ao morrer em um conflito com a polícia durante uma briga de rua no Brooklyn. O atro voltou a trabalhar com Lee em mais dois filmes, inclusive no segundo melhor longa do cineasta, “Mais e Melhores Blues” (1990), e em outro clássico do período, “New Jack City – A Gangue Brutal” (1991), um dos dois filmes relevantes de Mario Van Peebles. Sua participação em produções importantes do renascimento do cinema negro, que então começava a ser referido como afro-americano, chamou a atenção de Hollywood. E logo Nunn passou a parecer em dezenas de sucessos comerciais, contracenando com Robin Williams em “Um Conquistador em Apuros” (1990) e Harrison Ford em “Uma Segunda Chance” (1991), antes de vir a integrar franquias de sucesso, como a comédia “Mudança de Hábito” (1992), com Whoopie Goldberg, “Beijos que Matam” (1997), que lançou o personagem Dr. Alex Cross, vivido por Morgan Freeman, e, claro, “Homem-Aranha” (2002), do diretor Sam Raimi, em que viveu Robbie Robertson, o chefe amigo de Peter Parker (Tobey Maguire) na redação do Clarim, num franco contraste ao intempestivo publisher J. Jonah Jameson (J.K. Simmons). Nunn repetiu este papel nos três filmes da trilogia original. Seu último longa foi “A Luta Por Um Ideal” (2012), em que retomou as produções de temática social, como o diretor de uma escola de pública enfrentando dificuldades. Depois, ainda integrou o elenco das duas temporadas da comédia “Sirens”, cancelada no ano passado.
Luke Cage: Vídeo de bastidores introduz o vilão da série
A plataforma de streaming Netflix divulgou novas fotos e um vídeo de bastidores de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel. A prévia traz o elenco e o produtor Cheo Hodari Coker (série “Ray Donovan”) discutindo o que faz de Luke Cage (vivido por Mike Colter desde “Jessica Jones”) um herói diferente, ao mesmo tempo em que introduz o grande antagonista da série, Cornell “Boca de Algodão” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”), o rei do crime do Harlem, entre diversas cenas inéditas da produção. O elenco ainda inclui Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como a heroína Misty Knight, Rosario Dawson repetindo seu papel de Claire Temple (introduzida em “Demolidor”), a brasileira Sonia Braga (“Tieta do Agreste”) como a mãe de Claire, Frankie Faison (série “Banshee”), Frank Whaley (série “Ray Donovan”) e vilões vividos por Theo Rossi (série “Sons of Anarchy”), Erik LaRay Harvey (série “Boardwalk Empire”) e Alfre Woodard (“12 Anos de Escravidão”). Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série tem estreia marcada para 30 de setembro na Netflix.










