Spike Jonze vai dirigir documentário dos Beastie Boys para a Apple
A Apple anunciou a produção de um documentário sobre a banda de hip-hop The Beastie Boys, que será dirigido pelo cineasta Spike Jonze (“Ela”). Em suas redes sociais, a Apple descreveu a produção como “uma história íntima e pessoal da banda e 40 anos de amizade numa experiência de documentário ao vivo”. A parte ao vivo é uma incógnita, mas Jonze tem se especializado em realizações ao vivo, desde clipes (Arcade Fire e Lady Gaga) a programas de premiação (YouTube Music Awards). Segundo comunicado, “o filme mistura perfeitamente um show ao vivo e um documentário para criar um novo formato, um documentário ao vivo. Isso faz sentido? Fará mais sentido quando você ver o trailer”. Os Beastie Boys Mike Diamond (Mike D) e Adam Horovitz (Ad-Rock) serão responsáveis pelo roteiro. O terceiro integrante da banda, Adam Yauch (MCA), faleceu em 2012 de câncer. Jonze tem uma longa relação com a banda, iniciada em 1994 como diretor de vários de seus clipes, como “Sabotage” e “Sure Shot”. “Devo muito ao Beastie Boys”, disse o cineasta em comunicado. “É um privilégio me reunir com eles de novo para ajudar a contar sua história.” Intitulado “Beastie Boys Story”, a produção será lançada nos cinemas exclusivamente no circuito IMAX, em 3 de abril, e chegará na plataforma Apple TV+ em 24 de abril. Ver essa foto no Instagram An intimate, personal story of their band and 40 years of friendship in a live documentary experience. #BeastieBoysStory, a new film directed by Spike Jonze and written by Mike Diamond and Adam Horovitz along with Jonze, will come to Apple TV+ on April 24. Uma publicação compartilhada por Apple TV (@appletv) em 15 de Jan, 2020 às 10:06 PST
Próximo filme de Spike Lee será uma adaptação de quadrinhos da DC Comics
O diretor Spike Lee, que venceu o Oscar 2019 de Melhor Roteiro por “Infiltrado na Klan”, definiu seu próximo projeto. Ele vai adaptar “Prince of Cats”, quadrinhos de Ron Wimberly que transportam a tragédia clássica de “Romeu e Julieta” para as ruas do Brooklyn, em Nova York, durante o auge do hip-hop dos anos 1980. Lançado em 2012 pela Vertigo, divisão adulta da DC Comics, “Prince of Cats” acompanha o ponto de vista de Teobaldo e seus irmãos Capuletos, que travam duelos de espadas, discotecagem, rap, breakdancing e graffiti contra seus rivais Montéquios, a família de Romeu. O próprio Spike Lee está escrevendo a adaptação em parceria com o autor dos quadrinhos, Ron Wimberly, e o roteirista Selwyn Sefyu Hinds (da série “Twilight Zone”/”Além da Imaginação”). As filmagens de “Prince of Cats” serão financiadas pela produtora Legendary e ainda não há previsão de estreia.
HBO Max encomenda séries de comédia de Elizabeth Banks, Issa Rae e Mindy Kaling
A HBO Max anunciou a produção de três novas séries de comédia originais, que serão produzidas por Elizabeth Banks (do novo “As Panteras”), Issa Rae (“Insecure”) e Mindy Kaling (“Projeto Mindy”). As atrações foram reveladas na noite de terça (29/10) pela WarnerMedia, em evento dedicado a detalhar a plataforma de streaming, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. “Elizabeth Banks, Issa Rae e Mindy Kaling são três das mulheres mais talentosas de nossa indústria e agora estão trazendo seus projetos originais e impressionantes para a HBO Max”, disse Sarah Aubrey, diretora de conteúdo original da plataforma. “Esses três talentos incríveis incorporam as vozes distintas e diversas que darão vazão à promessa da marca HBO Max de qualidade para todos os públicos”, acrescentou Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente da TBS, TNT e TruTV. O programa de Kaling se chama “College Girls”, vai acompanhar três colegas de faculdade, irritantes e sexualmente ativas, e já ganhou encomenda de 13 episódios. A produção de Banks é “DC Super Hero High”. Escrita por Scott Weinger (“90210”) e inspirada nos quadrinhos da DC Comics, vai mostrar estudantes do Ensino Médio que podem se tornar super-heróis. E a atração de Rae, “Rap Sh*t”, reflete as aspirações de um grupo de hip-hop feminino de Miami. As duas últimas ainda estão em desenvolvimento. Ao todo, a HBO Max pretende oferecer 31 produções inéditas e exclusivas já em seu lançamento no ano que vem.
Série sobre o grupo de rap Wu-Tang Clan ganha novo trailer
A plataforma Hulu divulgou o segundo trailer de “Wu-Tang: An American Saga”, minissérie que conta a história do grupo de hip-hop Wu-Tang Clan. A prévia ilustra a juventude dura dos futuros astros do rap ao som de hits clássicos da banda. Desenvolvida por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, em parceria com o roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme” e “Superfly”), a trama se passa no começo dos anos 1990 em Nova York e revela como Bobby Diggs (o próprio The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontravam divididos entre a música e o crime, para dar origem a uma das mais improváveis histórias de sucesso da música popular americana. Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e paixão pelo kung fu clássico de Hong Kong em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop em todos os tempos. Ao todo, a banda lançou cinco álbuns, que viraram ouro e platina e venderam 40 milhões de cópias em todo o mundo, além de ter rendido carreiras individuais bem-sucedidas para a maioria de seus integrantes. O elenco inclui Ashton Sanders (“Moonlight”), Shameik Moore (“Dope: Um Deslize Perigoso”), os rappers Dave East (“Beats”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”) e outros. Com produção da Imagine Television, a minissérie conta com a produção de outro membro do grupo, Method Man, e inclui Ghostface Killa, Inspectah Deck, Masta Killa e GZA, bem como herdeiros de Ol ‘Dirty Bastard (falecido em 2004), como consultores. “Wu-Tang: An American Saga” será a segunda série musical da Imagine, que produz “Empire” na Fox. A produtora do cineasta Ron Howard também é responsável pelas séries de maior sucesso do canal pago National Geographic, “Genius” e “Mars”. A estreia está marcada para 4 de setembro nos Estados Unidos.
Série sobre a história da banda de rap Wu-Tang Clan ganha primeiro trailer
A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer de “Wu-Tang: An American Saga”, minissérie que conta a história da banda de hip-hop Wu-Tang Clan. A prévia ilustra a juventude dura dos futuros astros do rap ao som de hits clássicos da banda. Desenvolvida por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, em parceria com o roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme” e “Superfly”), a trama se passa no começo dos anos 1990 em Nova York e revela como Bobby Diggs (o próprio The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontravam divididos entre a música e o crime, para dar origem a uma das mais improváveis histórias de sucesso da música popular americana. Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e paixão pelo kung fu clássico de Hong Kong em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop em todos os tempos. Ao todo, a banda lançou cinco álbuns, que viraram ouro e platina e venderam 40 milhões de cópias em todo o mundo, além de ter rendido carreiras individuais bem-sucedidas para a maioria de seus integrantes. O elenco inclui Ashton Sanders (“Moonlight”), Shameik Moore (“Dope: Um Deslize Perigoso”), os rappers Dave East (“Beats”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”) e outros. Com produção da Imagine Television, a minissérie conta com a produção de outro membro do grupo, Method Man, e inclui Ghostface Killa, Inspectah Deck, Masta Killa e GZA, bem como herdeiros de Ol ‘Dirty Bastard (falecido em 2004), como consultores. “Wu-Tang: An American Saga” será a segunda série musical da Imagine, que produz “Empire” na Fox. A produtora do cineasta Ron Howard também é responsável pelas séries de maior sucesso do canal pago National Geographic, “Genius” e “Mars”. A estreia está marcada para 4 de setembro nos Estados Unidos.
Documentário de Beyoncé é considerado “um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”
“Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado um marco de seu gênero. O documentário registra a apresentação de Beyoncé no Festival de Coachella do ano passado, tanto no palco quanto nos ensaios e bastidores. O espetáculo grandioso se tornou icônico, todo concebido como uma mensagem social e cultural, ao traçar as contribuições de artistas negros do Sul dos Estados para a formação da cultura americana. Na época, a crítica da apresentação publicada no New York Times considerou o show um dos “mais significativos, absorventes, vigorosos e radicais de um músico americano neste ano, ou em qualquer ano próximo”. A versão filmada é ainda mais elogiada. “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”, tascou o prestigioso Washington Post. Para não deixar dúvidas, o Chicago-Sun Times repetiu: “‘Homecoming’ é um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Exatamente o mesmo elogio. O que disse o site do finado crítico Roger Ebert? “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Não é mentira. A frase cansou de ser repetida. E também ganhou variações, como no texto da agência Associated Press: “Uma das mais icônicas apresentações musicais de todos os tempos”. Mas teve quem tentasse elogiar melhor. “Homecoming” pertence a uma classe só dele, como uma síntese completa das artes pop”, segundo a revista New Yorker. Obra-prima, em outras palavras. E com o seguinte detalhe: Beyoncé não aparece apenas diante das câmeras. Ela escreveu, dirigiu e produziu o filme. Os fãs que ficaram em êxtase podem se preparar para o bis. Segundo a revista Variety, o contrato assinado pela cantora prevê mais dois especiais na Netflix.
Após “obra-prima”, Beyoncé fará mais dois especiais na Netflix
“Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, foi apenas o primeiro de três especiais previstos num contrato milionário fechado entre a cantora e a plataforma de streaming. De acordo com a revista Variety, Beyoncé receberá US$ 60 milhões pelos três projetos. O primeiro da encomenda, o documentário “Homecoming: A Film by Beyoncé”, escrito, dirigido, produzido e estrelado pela cantora, teria custado US$ 20 milhões. O filme recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado uma obra-prima.
Trailer revela documentário “secreto” sobre show icônico de Beyoncé
A Netflix divulgou de surpresa o primeiro trailer de “Homecoming”, um documentário “intimista” sobre Beyoncé, que foi produzido sem alarde. A prévia é “narrada” por uma entrevista com a poeta Maya Angelou, pouco antes de sua morte, dentro do conceito cultural criado pela cantora para o show que inspira o filme. As filmagens acompanham principalmente a apresentação de Beyoncé no Festival de Coachella do ano passado, tanto no palco quanto nos ensaios e bastidores. O espetáculo grandioso se tornou icônico, todo concebido como uma mensagem social e cultural, que traça as contribuições de artistas negros do Sul dos Estados para a formação da cultura americana. Na época, a crítica da apresentação publicada no New York Times considerou o show um dos “mais significativos, absorventes, vigorosos e radicais de um músico americano neste ano, ou em qualquer ano próximo”. O filme será lançado em 17 de abril – por coincidência, logo após o começo da edição deste ano do festival americano de música.
Minissérie documental sobre a banda Wu-Tang Clan ganha primeiro trailer
O canal pago americano Showtime divulgou o trailer de “Of Mics and Men”, minissérie documental sobre a banda de hip-hop Wu-Tang Clan. Originalmente concebida como um documentário tradicional, a produção foi adquirida pelo Showtime na semana passada, na véspera de sua première mundial no Festival de Sundance. Dirigida por Sacha Jenkins, cuja relação com o grupo remonta ao início dos anos 1990 – quando editava um dos primeiros zines do hip-hop, Beat Down – , a obra revisita a carreira da banda, que comemora 25 anos do lançamento de seu primeiro álbum, o clássico “Enter the Wu-Tang (36 Chambers)”. Combinando entrevistas íntimas e reflexivas de cada um dos nove membros vivos da banda – RZA, GZA, Inspectah Deck, Raekwon the Chef, U-God, Ghostface Killah, Method Man, Masta Killa e Cappadonna -, com imagens de arquivo e cenas de shows, a minissérie vai contar como uma dezena de amigos de infância se uniram para superar a pobreza e a violência de seus bairros por meio da música, assim como mostrar a difícil convivência após o estrelato e o destino trágico de Ol’ Dirty Bastard. Ainda não há previsão de estreia. E vale lembrar que, além dessa produção, a carreira do Wu-Tang Clan também vai virar uma série de ficção, atualmente em desenvolvimento para a plataforma Hulu, com produção do cineasta Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”).
História do grupo de rap Wu-Tang Clan vai virar série
A história de um dos maiores grupos de rap vai virar série. A plataforma Hulu encomendou a produção de “Wu-Tang: An American Saga”, série limitada de 10 episódios que vai acompanhar a trajetória, do surgimento à dispersão, do fenômeno Wu-Tang Clan. Desenvolvida em parceria por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, e pelo roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme” e “Superfly”), com produção da Imagine Television, a atração vai se passar no começo dos anos 1990 em Nova York e mostrar como Bobby Diggs (The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontram divididos entre a música e o crime, para dar origem a uma das mais improváveis histórias de sucesso do rap. A série terá produção de outro membros do grupo, Method Man, e contará com Ghostface Killa, Inspectah Deck, Masta Killa e GZA, bem como herdeiros de Ol ‘Dirty Bastard, como consultores. “Sou fã do Wu-Tang desde meados dos anos 1990 e reconheci rapidamente o quanto o Wu-Tang e The RZA eram significativos para o mundo da música e da cultura hip-hop. Ao longo dos anos, conheci RZA e ficou claro que ele é a alma e o contador de histórias do Wu-Tang”, disse o produtor Brian Grazer, sócio do cineasta Ron Howard na produtora Imagine. “Trabalhar com RZA e Alex Tse nesta série tem sido um dos momentos favoritos da minha carreira e a Hulu é a parceira perfeita para levar essa história a um público global.” Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e paixão pelo kung fu clássico em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop. Lançou cinco álbuns de ouro e platina e vendeu 40 milhões de discos em todo o mundo, além de render carreiras individuais bem-sucedidas para a maioria de seus integrantes. “Wu-Tang: An American Saga” será a segunda série musical da Imagine, que produz “Empire” na Fox. A produtora também é responsável pelas séries de maior sucesso do canal pago National Geographic, “Genius” e “Mars”. Relembre abaixo meia-duzia hits do grupo.
Criador de Cara Gente Branca vai filmar cinebiografia de Sylvia Robinson, a “Mãe do Hip-Hop”
O diretor Justin Simien, responsável pelo filme e a série “Cara Gente Branca” (Dear White People), vai filmar uma cinebiografia da cantora e empresária musical Sylvia Robinson, conhecida como “Mãe do Hip-Hop”. Como cantora de R&B, Robinson foi responsável por dois grandes sucessos: “Love Is Strange”, hit de 1957 que ela lançou como integrante da dupla Mickey & Sylvia, e “Pillow Talk”, um funk de 1973 que estourou sua carreira solo. Mas seu lugar de destaque na história da música se deve mais ao fato de ter fundado com o marido Joe Robinson a Sugar Hill Records, gravadora que mudou a História da Música em 1979 com o lançamento do single “Rapper’s Delight”, do grupo Sugarhill Gang, o primeiro lançamento de um novo gênero musical: nada menos que o rap. Ela própria compôs e produziu a canção. A Sugar Hill Records também lançou “The Adventures of Grandmaster Flash on the Wheels of Steel” (1981), de Grandmaster Flash, primeira música criada totalmente por DJ e considerada primeiro lançamento autêntico de hip-hop, “The Message” (1982), de Grandmaster Flash & The Furious Five, primeiro rap consciente, com letra focada em problemas sociais em vez de festas, e “White Lines” (1983), de Grandmaster Melle Mel, primeiro rap a falar de drogas que também fez História por seu clipe, o primeiro da carreira do jovem Spike Lee. Sylvia morreu de insuficiência cardíaca em 2011, ao 75 anos. Os direitos para a produção de um filme baseado em sua vida foram adquiridos em 2014 pela produtora Paula Wagner, parceira de Tom Cruise durante muitos anos. O roteiro começou a ser escrito naquela época. É assinado por Malcolm Spellman, Carlito Rodriguez e Tracy Oliver. Os dois primeiros são produtores-roteiristas da série musical “Empire”, enquanto a terceira assinou a comédia de sucesso “Viagem das Garotas”. O filme vai se focar mais na relação de Robinson com o surgimento do rap, mostrando como ela se tornou um magnata da música depois de gravar “Rapper’s Delight”, em 1979. A produção tem sinergia dentro da WarnerMedia. O filme é iniciativa do estúdio Warner Bros, do mesmo conglomerado da Rhino Records, gravadora especializada em clássicos que comprou o catálogo da Sugar Hill nos anos 1990. Ou seja, os direitos musicais são da própria Warner. Relembre abaixo as músicas da época
Empire é renovada para sua 5ª temporada
A rede americana Fox renovou “Empire” para sua 5ª temporada. O anúncio foi feito logo após a série registrar a pior audiência de sua trajetória, assistida por 5,2 milhões de pessoas ao vivo na última quarta (2/5). Mesmo assim, a produção que combina novelão e hip-hop continua a ser um dos carros-chefes do canal. “‘Empire’ é tão envolvente, emocional e imprevisível como sempre foi”, declarou Michael Thorn, presidente da Fox em um comunicado. “Estamos muito orgulhosos do nosso elenco incrível, liderado por Terrence [Howard] e Taraji [P. Henson], que entregam performances poderosas semana após semana. Gostaríamos também de agradecer a nossa tremenda equipe criativa… cuja narrativa inspirada continua a criar os momentos OMG inesquecíveis, de cair o queixo, que sempre foram a assinatura de ‘Empire’.” Criada pelo diretor Lee Daniels e o roteirista Danny Strong, que antes trabalharam juntos no filme “O Mordomo da Casa Branca” (2013), a série é estrelada por Terrence Howard e Taraji P. Henson como um casal que compartilha filhos, brigas, problemas legais e a gravadora Empire, um verdadeiro império comercial, onde a maior parte da ação acontece. A 4ª temporada se encerra em 23 de maio nos Estados Unidos, com os próximos episódios previstos para setembro. No Brasil, a série teve sua 1ª temporada exibida na Globo e os capítulos mais recentes são atualmente transmitidos pelo canal pago Fox Premium 1.
Superfly: Remake em ritmo de hip-hop do clássico “gangsta” da era do soul ganha novo trailer
A Sony divulgou o segundo trailer do remake de “SuperFly”. E o vídeo demonstra que quase nada sobrou do filme original, além dos nomes dos personagens. Para começar, a história clássica de 1972 foi mudada do Harlem, em Nova York, para a Atlanta atual. A trama, que acompanhava um traficante de cocaína chamado Priest, em busca de um último grande negócio para se aposentar, agora envolve guerra de gangues armadas e escalada ambiciosa para aderir a um poderoso cartel mexicano. E o Priest do século 21 não trabalha com dinheiro, mas com criptomoedas. Além disso, a trilha soul inesquecível de Curtis Mayfield foi substituída por músicas do rapper Future. Não é por acaso que o título é diferente. A mudança é sutil, mas existe. O original era “Super Fly”, separado. A “atualização” foi escrita por Alex Tse (“Watchmen”) e vai marcar a estreia no cinema de Director X., antigamente conhecido como Little X, cujo nome verdadeiro é Julien Christian Lutz. O diretor canadense ficou conhecido após gravar dezenas de clipes de rapppers e de… Justin Bieber. O elenco inclui Trevor Jackson (série “Black-ish”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Michael Kenneth Williams (série “The Night Of”), Jennifer Morrison (série “Once Upon a Time”), Andrea Londo (série “Narcos”) e Lex Scott Davis (série “Training Day”), sem esquecer figurações de diversos rappers de Atlanta. “SuperFly” estreia em 15 de junho nos Estados Unidos e apenas em 30 de agosto no Brasil. Confira abaixo o trailer do filme original como parâmetro para verificar as mudanças e semelhanças entre os dois filmes.






