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  • Série

    Succession: 2ª temporada ganha trailer legendado

    12 de julho de 2019 /

    O canal pago HBO divulgou o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “Succession”, uma das melhores surpresas do ano passado. A prévia destaca os integrantes da família rica e disfuncional que protagoniza a trama, cada um querendo destruir o outro, enquanto trabalham juntos em sua empresa, um poderoso conglomerado de mídia, supervisionados pelo pai dominador. A série foi criada pelo inglês Jesse Armstrong (de “Fresh Meat” e “Quatro Leões”), tem produção do cineasta Adam McKay (de “A Grande Aposta” e “Vice”), e destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel do chefe da família Roy, um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria diante da ganância dos filhos. Os herdeiros são vividos por Jeremy Strong (“Detroit em Rebelião”), Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (série “The Exorcist”). Adam McKay dirigiu o primeiro episódio, assistido por 582 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos, enquanto o segundo foi assinado por Mark Mylod, responsável por seis capítulos de “Game of Thrones”. A 2ª temporada estreia em 11 agosto nos Estados Unidos e no Brasil.

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  • Filme

    Incêndio em estúdio da Warner na Inglaterra destrói cenários de série da HBO

    12 de julho de 2019 /

    O estúdio da Warner Bros. de Leavesden, na Inglaterra, pegou fogo durante a madrugada de quarta (10/7). Segundo o jornal Daily Mail, foi um incêndio de grandes proporções, que precisou de 75 bombeiros, 18 caminhões e 16 horas de trabalho para ser contido. Não há informação sobre a totalidade dos danos do incêndio, mas o foco devastou a produção de “Avenue 5”, nova série da HBO que será estrelada por Hugh Laurie (“House”). O incêndio começou no galpão usado pela produção da série. O lugar estava vazio e não há feridos, mas objetos cenográficos – como uma nave espacial usada no programa – foram destruídos. Em sua reta final de produção, a série tinha apenas mais dois episódios para gravar em sua 1ª temporada. Um porta-voz do estúdio disse que nenhum outro set foi afetado, e que excursões de turistas estavam acontecendo normalmente em suas imediações. O local é conhecido por servir de cenário para grandes produções, como a saga “Harry Potter” – e virou ponto turístico para os fãs da franquia graças à preservação de diversos artefatos dos filmes. Este é o segundo incêndio recente registrado num estúdio inglês. No mês passado, um efeito explosivo mal realizado destruiu o teto de um galpão do tradicional estúdio Pinewood, durante as filmagens do novo filme de 007.

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  • Série

    Euphoria: Série polêmica de Zendaya é renovada para a 2ª temporada

    11 de julho de 2019 /

    A HBO encomendou a 2ª temporada de “Euphoria”, série adolescente para adultos, estrelada por Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), que estreou com bons índices de audiência e dando muito o que falar no mês passado. “O criador de ‘Euphoria’, Sam Levinson (cineasta de ‘Assassination Nation’), construiu um mundo incrível com um elenco extraordinário, liderado pela supremamente talentosa Zendaya. Nós estamos muito gratos que ele tenha escolhido a HBO como a casa de sua série única”, disse a emissora em comunicado oficial. Na série, Zendaya interpreta Rue, uma jovem perturbada que luta contra o vício em drogas. ‘Euphoria’ também acompanha outros jovens problemáticos, como Jules (Hunter Schaeffer), uma garota transgênero que vive um encontro traumático no primeiro episódio. Com cenas de nudez frontal, overdose de drogas, sexo homossexual e diversas situações fortes, a produção chegou a receber pressão de grupos conservadores para ser cancelada. Mas a controvérsia tem sido ótima, já que cada episódio vem registrando maior quantidade de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. O último, exibido no domingo passado (7/7), teve a maior audiência da atração – 600 mil ao vivo. Os números triplicam com reprises e exibições em streaming. Atualmente na metade da 1ª temporada, a série também é exibida pela HBO no Brasil.

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  • Filme

    Rip Torn (1931 – 2019)

    10 de julho de 2019 /

    O ator veterano Rip Torn, que foi indicado ao Oscar e venceu um Emmy, morreu na terça-feira (9/7) de causas naturais em sua casa em Connecticut, aos 88 anos. Ao longo de sua carreira de seis décadas, Torn apareceu em quase 100 longas-metragens, incluindo grandes clássicos do cinema, entre eles “A Mesa do Diabo” (1965), “O Homem que Caiu na Terra” (1976) e “MIB – Homens de Preto” (1997). Ele nasceu Elmore Rual Torn Jr. em 6 de fevereiro de 1931, em Temple, Texas. O apelido “Rip” veio da infância e o acompanhou ao ingressar no Instituto de Artes Performáticas de Dallas, onde teve como professor Baruch Lumet, o pai do diretor Sidney Lumet, e no Actors Studio, de Nova York, onde estudou ao lado de sua futura esposa, a atriz Geraldine Page (“O Regresso para Bountiful”). Seu estilo de interpretação foi comparado a James Dean e Marlon Brando pelo diretor Elia Kazan, que deu a Torn sua primeira grande oportunidade – como o substituto de Ben Gazzara na montagem teatral de “Gata em Teto de Zinco Quente”, de Tennessee Williams, em 1955. Kazan foi quem também o levou ao cinema, dando-lhe pequenos papéis em “Boneca de Carne” (1956) e “Um Rosto na Multidão” (1957), antes de escalá-lo ao lado de Paul Newman e Page na montagem teatral de “Doce Pássaro da Juventude”, outra peça de Williams, que rendeu a Torn uma indicação ao Tony em 1960. Todos os três reprisaram seus papéis na filmagem da história lançada nos cinemas em 1963. Seus primeiros papéis de destaque nas telas vieram em filmes de guerra, “Para que os Outros Possam Viver” (1957) e “Os Bravos Morrem de Pé” (1959). Em seguida, apareceu como Judas na superprodução “O Rei dos Reis” (1961), de Nicholas Ray, e participou de muitos programas de TV da época, incluindo “Os Intocáveis”, “Rota 66” e “O Agente da UNCLE”, geralmente como “ameaça” da semana. Torn costumava ser escalado como vilão em dramas sombrios, personagens sem escrúpulos como o psiquiatra que filmava suas amantes em “Coming Apart” (1969) ou o chantagista de “A Mesa do Diabo” (1965), que tenta obrigar Steve McQueen a participar de um jogo de pôquer manipulado. Como intérprete que seguia o “método” de incorporação de personagens do Actors Studio, isso também resultava em períodos de instabilidade mental, que acabaram lhe rendendo uma reputação de criador de problemas. Diz a lenda que ele estava pronto para o papel de sua vida em “Easy Rider – Sem Destino” (1969), quando puxou uma faca para o ator e diretor Dennis Hopper numa lanchonete. Foi demitido e Jack Nicholson assumiu seu personagem. Como todos sabem, a carreira de Nicholson explodiu com a aparição no filme de Hopper. Torn contestou essa história, dizendo que foi Hopper quem puxou a faca e o processou por difamação. Ganhou US$ 475 mil por perdas e danos. Mas aquela não foi a única altercação do ator com um de seus diretores. Durante uma luta improvisada em “Maidstone” (1970), Torn atacou Norman Mailer com um martelo e teve o ouvido mordido na confusão que se seguiu. Seu casamento com Geraldine Page não passou pela mesma turbulência. Os dois ficaram juntos de 1963 a 1987, até ela morrer de ataque cardíaco, aos 62 anos. Homem de família, Torn também ajudou a lançar a carreira de sua prima, a atriz Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original). E se casou novamente com Amy Wright, atriz conhecida por “Stardust Memories” (1980) e “O Turista Acidental” (1988). Entre os muitos sucessos da primeira fase de sua carreira, destacam-se ainda “O Homem que Caiu na Terra” (1976), como um amigo e confidente de David Bowie, e “Retratos de uma Realidade” (1983), pelo qual foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Mas uma participação em “Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu 2” (1982) inaugurou um novo capítulo em sua filmografia, mostrando que o lendário homem mau podia ser engraçadíssimo. Sem planejamento aparente, Torn começou a incluir comédias entre seus thrillers. Em meio a “O Limite da Traição” (1987) e “Robocop 3” (1993), começaram a aparecer títulos como “Nadine – Um Amor à Prova de Bala” (1987), “Um Visto para o Céu” (1991), “Por Água Abaixo” (1996) e “Advogado por Engano” (1997), que mostraram sua versalidade. Rip Torn virou comediante de vez ao entrar na famosa série “The Larry Sanders Show”, primeiro grande sucesso do canal pago HBO, no papel de Artie, o produtor desonesto do talk show fictício de Larry Sanders (personagem de Garry Shandling). A comédia inovadora foi exibida de 1992 a 1998, e Torn foi indicado ao Emmy por cada uma das seis temporadas, vencendo o troféu de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia em 1996. Mas, curiosamente, ele relutou em fazer a série, pois àquela altura se considerava ator de cinema. Acabou aceitando o emprego porque, segundo contou, devia muito dinheiro aos familiares. Mesmo assim, se recusou a fazer teste para o papel. Shandling teve paciência para convencê-lo a ler um trecho do roteiro do piloto com ele, e saiu da reunião para informar aos produtores que estava vindo do “melhor sexo” da sua vida. Os produtores toparam, porque se basearam nas comédias que Torn tinha feito no cinema, especialmente “Um Visto para o Céu”, de Albert Brooks. Entretanto, quando a série foi ao ar, muitos ainda se surpreenderam em descobrir que o malvadão Rip Torn era engraçado. Ele conquistou a indústria, a crítica e o público. E deixou de ser levado tão a sério – no bom sentido. Após vencer o Emmy, a carreira cinematográfica de Torn continuou crescendo, em vez de se encerrar como ele temia. Sua filmografia acrescentou o blockbuster “MIB – Homens de Preto” (1997), no qual desempenhou o papel de Zed, o chefe dos Homens de Preto, que voltou na continuação de 2002. Ele também fez uma participação no terceiro filme, de 2012, filmou três dramas indicados ao Oscar, “O Informante” (1999), “Garotos Incríveis” (2000) e “Maria Antonieta” (2006), além de diversas comédias, entre elas “Com a Bola Toda” (2004) e “Os Seus, os Meus e os Nossos” (2005). Seu sucesso acabou com o estigma do “ator de TV” e inspirou vários outros astros do cinema a seguir seus passos. Pioneiro, Torn ajudou a dar peso cinematográfico às séries e a dar à HBO o padrão de qualidade que revolucionou a indústria televisiva. Ele ainda voltou à TV em participações recorrentes nas séries “Will & Grace” e principalmente em “30 Rock”, na qual viveu Don Geiss, chefe do protagonista Jack Donaghy (Alec Baldwin). Este papel lhe rendeu sua última indicação ao Emmy em 2008, a 9ª de sua carreira.

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  • Etc,  Série

    HBO Max: Plataforma de streaming da WarnerMedia ganha nome, logo e detalhes

    9 de julho de 2019 /

    A WarnerMedia anunciou o nome oficial do seu vindouro serviço de streaming. A plataforma se chamará HBO Max e terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, Turner Classic Movies (TCM) e CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço oferecerá séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies” e “Chernobyl”, além de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. “A HBO Max reunirá o diverso e rico material da WarnerMedia para criar programação e experiências de usuário nunca antes vistas em uma plataforma de streaming”, disse Robert Greenblatt, presidente da WarnerMedia Entertainment e Direct-To-Consumer, em comunicado. “A programação de classe mundial da HBO lidera o caminho, cuja qualidade será o princípio orientador de nosso novo conjunto de Max Originals, nossas aquisições empolgantes e o melhor das bibliotecas da Warner Bros, começando com o fenômeno que é ‘Friends'”, completou. A HBO Max será inaugurada no final de 2019 em fase teste nos EUA, com implementação definitiva em 2020, mas ainda não possuiu previsão de chegada ao Brasil e nem preço de assinatura divulgados até o momento. Também não há informação a respeito do impacto do lançamento sobre os serviços de streaming pré-existentes da WarnerMedia, como HBO Now e DC Universe. Isto é, se eles continuarão a existir paralelamente à nova plataforma. As séries originais do serviço anunciadas até o momento são: – “Dune: The Sisterhood”, um derivado do universo sci-fi de “Duna”, desenvolvido pelo diretor Denis Villeneuve, responsável pela nova adaptação cinematográfica da obra literária. – “Tokyo Vice”, sobre a Polícia Metropolitana de Tóquio, estrelada por Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”). – “The Flight Attendant”, thriller estrelado por Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”). – “Love Life”, comédia romântica em formato de antologia estrelada por Anna Kendrick e produzida pelo cineasta Paul Feig, que trabalharam juntos no recente “Um Pequeno Favor”. – “Station Eleven”, serie pós-apocalíptica baseada no best-seller internacional de Emily St. John Mandel, adaptada por Patrick Somerville, criador de “Maniac”, e direção de Hiro Murai (“Atlanta”). – “Made for Love”, outra série de Somerville, desta vez uma comédia romântica com direção de SJ Clarkson (“Os Defensores”). – “Gremlins”, desenho animado baseado no filme clássico de 1984. Além dessas atrações, a Berlanti Prods, produtora de Greg Berlanti (“Supergirl”, “Riverdadle”), e a Hello Sunshine, da atriz Reese Witherspoon (“Big Little Lies”), vão desenvolver, respectivamente, quatro e dois filmes exclusivamente para a plataforma. Para completar, a rede CW não renovou seu acordo com a Netflix e todas as produções da Warner feitas para a emissora terão a HBO Max como segunda janela, a começar por “Batwoman” e “Katy Keene”. O serviço incluirá igualmente a dezena de séries novas que estão sendo desenvolvidas para a HBO, de “Watchmen” ao remake de “Perry Mason”. Ou seja, o slogan clássico da HBO, “It’s not TV”, passa a adquirir um novo sentido com a HBO Max.

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  • George R.R. Martin
    Série

    George R.R. Martin revela detalhes importantes do spin-off de Game of Thrones

    9 de julho de 2019 /

    George R.R. Martin adiantou vários detalhes do piloto da série derivada de “Game of Thrones”, que a HBO tem mantido em completo sigilo. A atração está sendo desenvolvida pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman – O Círculo Dourado”) com participação do próprio Martin, que não se conteve em entrevista à revista Entertainment Weekly. O autor revelou, por exemplo, que a trama vai se passar numa Westeros muito diferente da vista em “Game of Thrones”, milhares de anos antes da ascensão de Bram Stark ao trono de ferro. Para começar, o continente não estará dividido em Sete Reinos, mas num número muito maior de “subdivisões”. “Quando Aegon [Targaryen] conquistou Westeros, já havia sete reinos. Mas, se você olhar mais para trás na história do continente, chegamos a dez reinos, 12 reinos, até em torno de 100 reinos”, comentou Martin. “São reinos muito mesquinhos”. Como sua segunda revelação, o autor garantiu que o público voltará a ver uma das famílias mais famosas de Game of Thrones: os Stark. “Eles já existiam nessa época, definitivamente”, disse. “Assim como os Caminhantes Brancos, os lobos gigantes e também mamutes”. Por outro lado, Martin revelou também que os Lannister não farão parte da nova história. “Na época que abordamos, os Lannister ainda não existem. A família Casterly vive na fortaleza deles, o Rochedo Casterly”, comentou. Martin adiantou a principal semelhança entre o spin-off e “Game of Thrones”: a ausência de protagonistas. “Eu não gosto dessa palavra”, disse. “Em ‘Game of Thrones’, quase nunca tivemos atores concorrendo como protagonistas em premiações. É um elenco de verdade, ninguém é mais importante que os outros”. Para completar, o escritor falou sobre o título da série, que ainda não foi divulgado pela HBO. Depois de ter sugerido que a série poderia se chamar “The Long Night” (A Longa Noite), ele teria encontrado nome melhor, mas muito similar. “Eu ouvi alguém dizendo que o título poderia ser ‘The Longest Night’ [A Noite mais Longa]. Eu aprovo”, disse. Cercada de mistério, a produção não revelou até agora quais personagens seu elenco interpreta. E é um casting grandioso, liderado por Naomi Watts (“O Impossível”) e que também inclui Jamie Campbell Bower (das sagas “Crepúsculo”, “Harry Potter/Animais Fantásticos” e “Os Instrumentos Mortais”), Georgie Henley (a Lucy de “As Crônicas de Nárnia”), Miranda Richardson (também de “Harry Potter”), Naomi Ackie (que estará no próximo “Star Wars”), Josh Whitehouse (“Poldark”), Denise Gough (“Colette”), Sheila Atim (“Harlots”), Ivanno Jeremiah (“Humans”), Alex Sharp (“To the Bone”), e Toby Regbo (“The Last Kingdom”). O piloto já começou a ser gravado. Mas a HBO ainda espera ver o resultado para decidir se aprova a produção da série.

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  • Série

    A Black Lady Sketch Show: Nova série de comédia da HBO ganha primeiro trailer

    7 de julho de 2019 /

    A HBO divulgou o trailer de “A Black Lady Sketch Show”, nova série de comédia produzida por Robin Thede (estrela e criadora do talk show “The Rundown with Robin Thede”) e Issa Rae (estrela e criadora de “Insecure”) com um superelenco. A série junta a premissa dos programas de esquetes com a estrutura de uma série de comédia moderna, já que a produção tem várias cenas gravadas em ambientes externos. Geralmente, programas de esquetes são feitos em estúdios, até diante de plateias. Além de definir a atração como programa de esquetes, o título também apresenta o tema, ao destacar que se trata de uma produção protagonizada por atrizes negras. A prévia apresenta diversas piadas que refletem situações enfrentadas por “black ladies” de meia idade. O elenco grandioso inclui Issa Rae, Robin Thede, Laverne Cox (“Orange Is the New Black”), Angela Bassett (“Pantera Negra”), Tia Mowry (“The Game”), Aja Naomi King (“How to Get Away with Murder”), Lena Waithe (“Master of None”), Patti LaBelle (“Star”), Amber Riley (“Glee”), Yvonne Orji (também de “Insecure”), Loretta Divine (“Grey’s Academy”), Gina Torres (“Suits”), David Alan Grier (“The Cool Kids”), Jermaine Fowler (“Crashing”), Lil Rel Howery (“Corra!”), Deon Cole (“Black-Ish”), Marsai Martin (também de “Black-Ish”), Natasha Rothwell (outra de “Insecure”), Khandi Alexander (“Scandal”), Larry Wilmore (“Um Jantar para Idiotas”), Yvette Nicole Brown (“Community”) e até a cantora Kelly Rowland (“Empire”). A estreia está marcada para 2 de agosto.

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  • Filme

    Share: HBO divulga trailer de drama premiado no Festival de Sundance

    6 de julho de 2019 /

    A HBO divulgou o pôster e o trailer de “Share”, drama duplamente premiado no Festival de Sundance com os troféus de Melhor Roteiro e Melhor Atuação. A trama repercute um vídeo perturbador de uma adolescente que pode ter sido abusada sexualmente por colegas, mas não se lembra do que aconteceu na noite anterior. Pressionada pela família a relatar o incidente à polícia, ela acaba isolada na escola e se tornando uma pária social. “Share” é o primeiro longa da diretora e roteirista Pippa Bianco, baseado num curta-metragem dela mesma, lançado em 2015 com trajetória igualmente premiada. O papel principal é desempenhado pela promissora Rhianne Barreto (da “Hanna”), consagrada em Sundance, e o elenco também inclui Poorna Jagannathan (“Big Little Lies”) e JC MacKenzie (“Madame Secretary”) como seus pais, Lovie Simone (“Greenleaf”), Charlie Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e Nicholas Galitzine (“Chambers”) como colegas de escola. A estreia está marcada para 27 de julho nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Fãs de Michael Jackson processam acusadores de Deixando Neverland por difamação

    4 de julho de 2019 /

    Grupos de fãs de Michael Jackson resolveram processar as duas supostas vítimas que denunciaram abuso do cantor no documentário da HBO “Deixando Neverland”. Trata-se de uma ação simbólica, com indenização fixada em um euro, contra Wade Robson e James Safechuck por “macularem a imagem” do astro pop, que não pode se defender. Os fã-clubes Michel Jackson Community, MJ Street e On the Line processaram os homens por difamação em Orléans, no norte da França. O advogado que deu entrada na ação, Emmanuel Ludot, comparou as alegações dos acusadores a um “genuíno linchamento” de Jackson, que morreu em 2009. A decisão de abrir o processa na França se deve às leis de difamação do país oferecem proteção contra essa ofensa até depois da morte, ao contrário dos sistemas legais do Reino Unido e dos Estados Unidos. Robson e Safechuck não se manifestaram e nem procuraram advogados para tratar do caso. Além desse processo simbólico, há uma ação legal dos herdeiros de Michael Jackson contra a HBO, que busca indenização de US$ 100 milhões, mas tem sido derrotada em suas primeiras etapas na justiça americana. “Deixando Neverland” registrou uma das maiores audiências de documentários da HBO em sua estreia em março. A produção dirigida por Dan Reed traz acusações de abuso sexual contra o cantor Michael Jackson, por meio dos testemunhos de Wade Robson e James Safechuck, que eram crianças na época em que os supostos incidentes aconteceram.

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  • Série

    The Righteous Gemstones: Série com Danny McBride e John Goodman ganha trailer legendado

    4 de julho de 2019 /

    A HBO divulgou o trailer legendado de “The Righteous Gemstones”, nova série de comédia criada pelo comediante Danny McBride (“Alien: Covenant”). A série traz McBride, John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Adam Devine (“Perda Total”) como três gerações de uma famosa família de televangelistas, com uma longa tradição de desvios, ganância e machismo. O elenco também inclui Edi Patterson (“Vice Principals”), Cassidy Freeman (“Longmire”), Tony Calvero (“School of Rock”), Tim Baltz (“Shrink”), Gregory Alan Williams (“Tempestade: Planeta em Fúria”) e participação especial de Walton Goggins (“Homem-Formiga e a Vespa”). “The Righteous Gemstones” é a terceira série criada por McBride para a HBO, após “Eastbound & Out” e “Vice Principals”. A estreia está marcada para 18 de agosto.

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  • Série

    Pico da Neblina: Série brasileira de legalização da maconha ganha novo trailer da HBO

    4 de julho de 2019 /

    A HBO Brasil divulgou um novo vídeo de “Pico da Neblina”, série nacional que se passa num futuro próximo, após a legalização da maconha no Brasil. A trama gira em torno do jovem traficante paulistano Biriba (Luis Navarro), que, com a legalização da droga, deixa para trás a vida do crime para se juntar a um sócio investidor pouco experiente, Vini (Daniel Furlan, de “Samantha!”), visando usar seus conhecimentos para comercializar o produto na legalidade. Biriba terá que lidar com o peso e as pressões do seu passado do tráfico, ligado a seu amigo Salim (Henrique Santana), e as inúmeras armadilhas do mundo dos negócios. A série da produtora O2 foi desenvolvida por Quico Meirelles (da série “Lili a Ex”) com apoio de seu pai famoso, o cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”). Ambos assinam a direção dos episódios, ao lado de Luis Carone (“Antônia”) e Rodrigo Pesavento (“Sobre Amanhã”). O tema maconheiro já rendeu algumas séries americanas, mas geralmente de tom mais cômico, da primorosa “Weeds” à horrorosa “Desenrolados” (Disjointed), que também tratava do mercado legal e foi cancelada no ano passado pela Netflix. A série tem 10 episódios e estreia em 4 de agosto na HBO. Pico da Neblina | HBO Seu melhor amigo é seu ex-dealer e seu cliente virou sócio! A realidade de Biriba mudou da noite para o dia em Pico da Neblina. No dia 4 de agosto você vai entender qual é o “desenbolar” dessa história. Publicado por HBO Brasil em Quinta-feira, 4 de julho de 2019

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  • Série

    Louis Tomlinson diz não ter autorizado cena polêmica da série Euphoria

    2 de julho de 2019 /

    O cantor Louis Tomlinson, da boy band One Direction, não gostou e muito menos aprovou a mais recente polêmica da série “Euphoria”, produção da HBO estrelada por Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) que tem dado muito o que falar por seu tom escandaloso. O terceiro episódio, intitulado “Made You Look”, incluiu uma sequência de animação em que Tomlinson transa com seu colega de boy band Harry Styles. A cena de menos de um minuto é usada para ilustrar a imaginação de uma personagem que escreve fan fiction – a Kat, vivida por Barbie Ferreira (Barbara Linhares Ferreira), filha de brasileira que é uma das revelações da série. Os fãs do One Direction surtaram e, após diversas reclamações, Tomlinson pronunciou-se nas redes sociais, dizendo que ninguém da produção o contatou para pedir autorização para usar sua imagem na série. “Posso dizer categoricamente que eu não fui contatado nem aprovei. Nem Harry Styles nem a produção de “Euphoria” se pronunciaram sobre o assunto. Veja a cena aqui, enquanto ainda estiver no ar. Mas apenas se for maior de idade – a responsabilidade é sua. I can categorically say that I was not contacted nor did I approve it. — Louis Tomlinson (@Louis_Tomlinson) 1 de julho de 2019

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  • Divorce
    Série

    Divorce: Série estrelada por Sarah Jessica Parker vai acabar na 3ª temporada

    1 de julho de 2019 /

    A HBO decidiu se divorciar da série “Divorce”. A atração estrelada por Sarah Jessica Parker (“Não Sei Como Ela Consegue”) e Thomas Haden Church (“Compramos um Zoológico”) vai acabar em sua 3ª temporada. Criada por Sharon Horgan (série “Pulling”), a série retorna para seus últimos episódios nesta segunda (1/7) nos Estados Unidos. E será uma temporada abreviada, após menos de 500 mil telespectadores assistirem à produção no ano passado. É interessante reparar na contagem regressiva que levou ao cancelamento. A 1ª temporada teve 10 episódios, a 2ª diminuiu para 8 e a 3ª terá apenas 6 capítulos para encerrar a trama. A produção marcou a volta de Parker para a HBO, mais de uma década após o fim de “Sex and the City”. Mas sem o mesmo sucesso. Na nova série, ela interpretava uma mulher recém-divorciada, que precisa lidar com o longo processo de separação do ex-marido (Church) e iniciar uma nova etapa em sua vida. O elenco também incluía Molly Shannon (série “Enlightened”), Talia Balsam (série “Mad Men”), Sterling Jerins (“Inovocação do Mal 2”) e Tracy Letts (série “Homeland”). Além destes, Becki Newton (“Ugly Betty”), introduzida como intérprete recorrente na 2ª temporada, integra o elenco fixo dos capítulos finais.

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