Séries originais da HBO Max terão um episódio inédito por semana
Um dos detalhes que chamou atenção na apresentação da WarnerMedia para a plataforma HBO Max, realizada na noite de terça (29/10), foi o modelo de distribuição das séries. A plataforma da Warner pretende romper com o modelo de streaming estabelecido pela Netflix, disponibilizando apenas um episódio inédito de suas séries originais por semana. A ideia é repetir na plataforma o engajamento gerado pelas séries da HBO na TV paga. As maratonas esgotam rapidamente as discussões sobre as séries, enquanto a disponibilização semanal tem a capacidade de prolongar a duração do interesse do público nas produções. A estratégia “espelhará amplamente o padrão de lançamento da HBO”, disse o chefe de conteúdo do serviço de streaming Kevin Reilly. “Gostamos de criar impacto cultural e nutrir grande valor a partir de nossas propriedades intelectuais. Nossos criadores de conteúdo também veem o valor de implantar programas gradualmente e de deixá-los respirar. Sucessos da HBO como ‘Succession’ e ‘Chernobyl’ tornaram-se parte do zeitgeist com um cronograma semanal de lançamentos, em vez de desaparecer rapidamente após uma maratona de episódios. Sabemos que as pessoas gostam de maratonar e, na HBO Max, também poderão empilhar temporadas anteriores e o conteúdo do catálogo repleto de séries favoritas”. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear em maio de 2020 com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a HBO Max. A WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.
House of the Dragon: HBO oficializa spin-off de Game of Thrones sobre a família Targaryan
A HBO oficializou a produção de uma nova série passada no mundo de Westeros. O canal pago americano anunciou a produção de um spin-off de “Game of Thrones” centrado na família Targaryen, o clã de Daenerys. A atração foi aprovada na fase de roteiro, dispensando a produção de piloto, e já ganhou a primeira arte oficial com seu título: “House of the Dragon”. Veja abaixo. O anúncio desta terça-feira (29/10) veio logo após a notícia de que o canal recusou o piloto de outra série passada no mesmo universo, que seria estrelada por Naomi Watts (“O Impossível”). Após gastar uma fortuna na gravação do piloto inicial, a HBO interrompeu sua pós-produção, rejeitando o projeto sem nem ver a edição final de imagens. Talvez por isso o presidente do canal, Casey Blois, tenha decidido aprovar a nova série sem insistir num novo piloto. O projeto foi encomendado há cerca de 50 dias. “House of the Dragon” é assinada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e pelo escritor George R.R. Martin, e vai se basear num livro de Martin, “Fogo & Sangue”. A atração recebeu encomenda de 10 episódios iniciais e contará entre seus diretores com um veterano de “Game of Thrones”, Miguel Sapochnik, vencedor do Emmy pelo celebrado capítulo da “Batalha dos Bastardos”. Além de dirigir o primeiro capítulo, Sapochnik também será um dos produtores da nova série. Ainda não há previsão para a estreia da produção, que ainda nem escalou seu elenco central.
Plataforma HBO Max será lançada em maio nos Estados Unidos
A WarnerMedia anunciou nesta terça (29/10) que o serviço de streaming HBO Max será lançado em maio de 2020 nos Estados Unidos. O projeto é a aposta bilionária do conglomerado para enfrentar a guerra dos streamings, e vai chegar após a estreia dos concorrentes Apple TV+ (em 1 de novembro) e Disney+ (Disney Plus) (12 de novembro), que tentarão destronar Netflix e Amazon. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear já com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a plataforma. No evento de apresentação da plataforma, a WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.
Spin-off de Game of Thrones com Naomi Watts é descartado pela HBO
A série derivada de “Game of Thrones”, estrelada por Naomi Watts (“O Impossível”), não foi aprovada. A HBO interrompeu a pós-produção do episódio piloto, que já tinha encerrado suas gravações e estava em processo de (re)edição. A emissora não confirmou oficialmente a informação, mas, segundo o site Deadline, a roteirista Jane Goldman (“Kingsman”, “X-Men: Primeira Classe”) entrou em contato com o elenco para avisar que o projeto chegou ao fim. A produção seria um prólogo da série original, passada milhares de anos antes da trama de “Game of Thrones”, e retrataria “o momento em que o mundo passa da Era dos Heróis ao seu pior momento. E uma coisa é certa: dos segredos terríveis da história de Westeros à verdadeira origem dos Caminhantes Brancos, aos mistérios do Leste, aos Starks da lenda… não é a história que achamos que conhecemos”, dizia a sinopse liberada. O piloto foi dirigido por SJ Clarkson (da série “Jessica Jones”) e seu elenco grandioso também incluía Jamie Campbell Bower (das sagas “Crepúsculo”, “Harry Potter/Animais Fantásticos” e “Os Instrumentos Mortais”), Georgie Henley (a Lucy de “As Crônicas de Nárnia”), Miranda Richardson (a Rita Skeeter de “Harry Potter”), Naomi Ackie (que estará no próximo “Star Wars”), Josh Whitehouse (“Poldark”), Denise Gough (“Colette”), Sheila Atim (“Harlots”), Ivanno Jeremiah (“Humans”), Alex Sharp (“To the Bone”) e Toby Regbo (“The Last Kingdom”). Fontes da revista The Hollywood Reporter afirmam que a HBO não estava empolgada com a edição do piloto e pediu mudanças, antes de desistir de tentar consertar o que considerou sem conserto. Ainda assim, expandir o mundo de “Game of Thrones” continua sendo uma das principais prioridades do canal pago e de sua nova empresa-mãe WarnerMedia. Não por acaso, a HBO encomendou a produção de um segundo piloto de spin-off no mês passado. Fontes confirmaram à revista The Hollywood Reporter que se trata de um roteiro centrado na família Targaryen, que se passaria mais próximo da cronologia da série original. Este projeto é assinado pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e pelo escritor George R.R. Martin, e se baseia num livro de Martin, “Fogo & Sangue”.
HBO Max pode não ser lançada no Brasil
O Brasil pode ficar sem a plataforma de streaming HBO Max. Foi o que a WarnerMedia revelou, por meio de um comunicado a respeito de sua estruturação na América Latina. O texto aborda a compra da parte do parceiro Ole Communications na administração da HBO, MAX, Cinemax e HBO Go nos países de língua espanhola da América Latina e no Caribe. Essa transação tem o objetivo de preparar terreno para o lançamento do HBO Max, serviço de streaming que englobará todas as produções da Warner Bros. Mas a aquisição das cotas de parceiros latinos deixou de fora o Brasil, “devido à incerteza regulatória existente no país”. “Temos a opção de adquirir os negócios no Brasil, mas não faremos isso no momento”, diz o comunicado. “Como dissemos, investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país. Apoiamos e continuamos otimistas quanto aos esforços em andamento para alterar a lei do SeAC de sorte a garantir que o setor de mídia tenha uma estrutura regulatória clara e previsível que promova o investimento e a inovação”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011), citada no comunicado. O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max.
Silicon Valley: Última temporada da série ganha trailer
A HBO divulgou o trailer da 6ª e última temporada de “Silicon Valley”, que mostra Richard (Thomas Middleditch) no meio de uma guerra tecnológica por causa do uso indevido de dados de usuários na internet. Lançada em 2014, a série é ambientada no Vale do Silício, região na Califórnia que reúne empresas de tecnologia como Apple e Google, e acompanha um grupo de amigos que tenta emplacar sua própria empresa de informática. Os atores Thomas Middleditch, Kumail Nanjiani, Zach Woods, Martin Starr e Amanda Crew formam o núcleo principal do elenco. O comediante T.J. Miller (o Fuinha de “Deadpool”) também fez parte da produção até sua 4ª temporada, mas acabou saindo do elenco após uma série de polêmicas envolvendo o seu nome, incluindo abusos de álcool e drogas, acusações de assédio sexual e uma bizarra prisão por fazer falsa ameaça de bomba. O final de “Silicon Valley” vai acontecer no mesmo ano em que a HBO se despediu de dois de seus maiores sucessos de público e crítica, as séries “Game of Thrones” e “Veep”. Os episódios finais da série começam a ser exibidos no domingo (27/10).
Watchmen registra melhor estreia da HBO desde Westworld
A estreia de “Watchmen”, no domingo passado (20/10), registrou o maior público de primeiro episódio de uma série da HBO nos últimos três anos. Mais de 1,5 milhão de pessoas assistiram ao capítulo inaugural ao vivo pela televisão e streaming oficial (HBO Now e HBO GO) nos Estados Unidos. O público é maior que a sintonia habitual de “Succession” (1,2 milhão), série que “Watchmen” substituiu na grade de programação do canal, e só perde para as primeiras temporadas de “Westworld” (mais de 2 milhões), que por sinal foi a última série a estrear com números maiores. “Game of Thrones” tinha dez vezes mais audiência, é claro, mas já foi encerrada. Na televisão apenas, a primeira exibição de “It’s Summer and We’re Running Out of Ice” foi assistida por 800 mil pessoas. Parece um desempenho modesto, mas não é. Com esse resultado, “Watchmen” teve a maior audiência de um estreia na TV paga americana em 2019. Desenvolvida pelo produtor-roteirista Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”), a série é uma continuação da trama dos quadrinhos de Alan Moore e Dave Gibbons, já levados ao cinema no filme homônimo de 2009. A produção inclui pelo menos três personagens dos quadrinhos (e do filme), dois deles em versões mais velhas. Jeremy Irons (“Liga da Justiça”) interpreta Adrian Veidt, o Ozymandias, e Jean Smart (“Legion”) é Laurie Jupiter, a Espectral. O terceiro personagem é o Dr. Manhattan, que não envelhece e é representado por meio de animação criada por computação gráfica. O elenco também inclui Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). A série é exibida simultaneamente no Brasil pelo canal pago HBO.
Damon Lindelof diz que não faria Watchmen sem a benção de Dave Gibbons
O produtor-roteirista Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”) revelou que não faria a série “Watchmen” se não contasse com o apoio de pelo menos um dos criadores da obra original. Como o escritor britânico Alan Moore odeia que façam qualquer adaptação de suas obras, ele buscou a “benção” do desenhista Dave Gibbons. Em entrevista para o site Vulture, do jornal New York Post, Lindelof afirmou que se ele fosse contra o projeto, pararia tudo. “Quando conversamos com Dave, expliquei que não estava adaptando suas 12 edições, e sim mostrando 30 anos depois. Vamos ter [Adrian] Veidt e Laurie [Jupiter]. Não seria ‘Watchmen’ se o Dr. Manhattan não aparecesse. Mas serão apenas esses três. Eles apoiam uma nova história. Dave disse algo como: ‘Isso parece muito legal.’ Se ele tivesse dito: ‘Isso não é Watchmen para mim’ ou ‘acho isso um pouco esquisito’, eu faria uma pausa séria.” Dave Gibbons não só apoiou o projeto como participou do seu desenvolvimento como consultor. Para completar, ainda criou sua própria versão da Sister Night (Irmã Noite), nova personagem criada por Lindelof para a série, como pode ser visto no vídeo abaixo. Lindelof não teve a mesma sorte com Alan Moore. Ao se comunicar com o lendário quadrinista, sua única resposta foi que ele não queria seu nome vinculado a essa produção de maneira alguma. Como o produtor adiantou, a trama vai incluir pelo menos três personagens dos quadrinhos (e do filme), dois deles em versões mais velhas. Jeremy Irons (“Liga da Justiça”) interpretará Adrian Veidt e Jean Smart (“Legion”) será Laurie Jupiter, a Espectral. O terceiro personagem é o Dr. Manhattan, que não envelhece e pode ser representado por meio de animação criada por computação gráfica. O elenco também inclui Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”), Hong Chau (“Pequena Grande Vida”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). A 1ª temporada vai estrear no dia 20 de outubro. Watch Dave Gibbons, original Watchmen illustrator, draw his own depiction of #WatchmenHBO’s Sister Night. pic.twitter.com/7tnlY8Z7QT — Watchmen (@watchmen) October 16, 2019
Reese Witherspoon e Jennifer Aniston recriam cena clássica de Friends
As atrizes Reese Witherspoon e Jennifer Aniston recriaram os diálogos de um cena clássica de “Friends”, série em que interpretaram irmãs. O episódio revisitado, por sinal, chamava-se “The One with Rachel’s Sister”. O vídeo foi compartilhado por Whiterspoon em seu perfil no Instagram, e também serviu para divulgar o novo projeto que volta a juntá-las. “Uma das melhores partes de trabalhar com a Jen é reviver minhas frases favoritas de Friends”, escreveu a atriz na legenda. Atualmente, Jennifer Aniston e Reese Witherspoon trabalham juntas na série “The Morning Show”, que estreia na plataforma Apple TV+ em 11 de novembro. As atrizes vão ganhar uma bolada pela série: US$ 2 milhões por episódio. “The Morning Show” é a primeira série de Aniston desde o fim de “Friends”, em 2004, e já se encontra renovada para sua 2ª temporada. Na atração, as duas dividirão a bancada de um telejornal. Criação de Kerry Ehrin (“Bates Motel”), a trama gira em torno de um telejornal matutino, que, após a demissão de um de seus apresentadores, busca um substituto, dando origem a uma nova rivalidade na produção. O elenco ainda destaca Steve Carell, que também volta às séries, após sair de “The Office” em 2011. Ele vive o jornalista demitido. Já Reese Witherspoon, além de interpretar a substituta novata, produz a atração. Ver essa foto no Instagram One of the best parts of working with Jen is reliving my favorite lines from #FRIENDS! ? #theGreenSisters Uma publicação compartilhada por Reese Witherspoon (@reesewitherspoon) em 18 de Out, 2019 às 8:54 PDT
The Outsider: Nova série baseada em terror de Stephen King ganha primeiro trailer
A HBO divulgou o trailer de “The Outsider”, minissérie baseada no livro mais recente (da fonte inesgotável) de Stephen King. Publicada no Brasil em junho, a trama de “The Outsider” foi adaptada por Richard Price (criador de “The Night of”) e será estrelada e coproduzida por Ben Mendelsohn (“Rogue One”). Além disso, seus dois primeiros episódios são dirigidos pelo ator Jason Bateman (“A Noite do Jogo”), vencedor do Emmy de Melhor Diretor por “Ozark”. Bateman também interpreta um dos personagens da série, suspeito do crime que dá início ao mistério. A série gira em torno da investigação do assassinato de um menino 11 anos, encontrado morto num parque de Flint City. Testemunhas e impressões digitais apontam como principal suspeito uma das figuras mais conhecidas da cidade – o treinador da Liga Infantil de beisebol, que também é professor, casado e pai de duas filhas – , vivido por Bateman. Entretanto, ele tem um álibi que o coloca bem longe da cena do crime no momento do assassinato. Conforme a investigação do detive policial interpretado por Mendelsohn avança, mais situações inexplicáveis começam a aparecer. É quando entra em cena uma detetive diferente, vivida por Cynthia Erivo (“As Viúvas”), especializada no paranormal. O elenco também inclui Bill Camp (“Coringa”), Mare Winningham (“American Horror Story”), Paddy Considine (“A Morte de Stalin”), Julianne Nicholson (“Àlbum de Família”), Summer Fontana (“The Originals”), Derek Cecil (“House of Cards”), Michael Esper (“Trust”), Max Beesley (“Mad Dogs”) e Marc Menchaca (“Ozark”). Com 10 episódios, “The Outsider” tem estreia marcada para 12 de janeiro.
Terror Maniac Cop vai virar série do diretor de Drive
O cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn, conhecido por filmes como “Drive” (2011) e “O Demônio de Neon” (2016), fechou contrato para desenvolver uma série baseada no terror “Maniac Cop – O Exterminador” (1988), filme cult da era dos slashers sangrentos, que será exibida pelos canais pagos HBO nos Estados Unidos e Canal+ (Canal Plus) na França. “Maniac Cop” era uma história típica de psicopata deformado, mas trocava o monstro mascarado e o cenário suburbano/campestre de filmes como “Halloween” e “Sexta-Feira 13” por um policial fardado e psicopata, que assassinava brutalmente inocentes nas ruas de Nova York. O filme original tinha roteiro de Larry Cohen (“Nasce um Monstro”) e direção de William Lustig (“O Maníaco”), dois mestres do terror, e ainda por cima incluía Bruce Campbell (o Ash de “Evil Dead”) como um dos suspeitos de ser o assassino. Fez tanto sucesso que rendeu duas continuações. Refn chegou a anunciar em 2017 planos de transformar “Maniac Cop” num filme, mas o projeto tomou outro rumo, com menos ênfase na trama de terror e tendência a refletir as críticas à brutalidade policial nos EUA. A trama vai ser adaptada por John Hyams, roteirista-produtor das séries de zumbis “Z Nation” e “Black Summer”. Refn e Hyams também vão se alternar na direção dos episódios. “Sempre fui um admirador dedicado de John Hyams”, disse Refn, em comunicado sobre o projeto. “Temos conversado sobre uma re-imaginação dos filmes de ‘Maniac Cop’ há vários anos, mas, conforme começamos a trabalhar no material, vimos que queríamos explorar o mundo que estávamos criando com maior profundidade. Transformar ‘Maniac Cop’ em uma série nos permitirá realizar nossas ambições mais loucas e alcançar um público enorme através dos parceiros HBO e Canal+. Esta série será uma odisseia de horror sem censura e cheia de ação. Dado o estado atual do mundo, ‘Maniac Cop’ também será um forte comentário sobre o declínio da civilização”. “Maniac Cop” será a segunda série americana de Refn, que estreou nesse mercado com “Too Old to Die Young”, disponibilizada em junho na plataforma de streaming da Amazon. Veja abaixo um trailer do filme original de 1988.
Tom Hanks e Steven Spielberg desenvolvem série sobre batalhas aéreas da 2ª Guerra Mundial
Tom Hanks e Steven Spielberg anunciaram uma nova parceria. Ator e diretor já trabalharam juntos em vários filmes, mas também são parceiros de produções televisivas premiadíssimas. O novo projeto é a terceira série sobre o tema compartilhado por suas atrações mais bem-sucedidas na HBO. Assim como “Band of Brothers” e “The Pacific” a vindoura “Masters of the Air” vai abordar um aspecto dos combates da 2ª Guerra Mundial. Desta vez, serão as batalhas aéreas. O detalhe é que a nova produção não será lançada pela HBO como as duas anteriores. “Masters of the Air” está sendo desenvolvida para a Apple TV+. Inicialmente, a série chegou a ser considerada pela HBO, mas o canal desistiu do projeto devido a seu custo elevado. Com 9 episódios, a produção recriará as batalhas da Força Aérea dos Estados Unidos contra a aviação da Alemanha nazista na década de 1940. A história é inspirada no livro de não ficção de Donald L. Miller, que entrevistou vários aviadores e pesquisou exaustivamente os arquivos sobre a guerra nos céus da Europa. Veja a capa da publicação abaixo. O roteiro está a cargo de John Orloff, que trabalhou anteriormente em “Band of Brothers”. Ainda não há previsão de estreia.
Minissérie da HBO sobre Santos Dumont ganha trailer, fotos e vídeos de bastidores
A HBO divulgou dez fotos e oito vídeos da minissérie “Santos Dumont”, que narra a vida do “pai da aviação” nacional. São dois trailers, um deles em espanhol para o mercado latino-americano, e seis vídeos de bastidores, que detalham os desafios da produção, uma das mais ambiciosas já realizadas no Brasil. As prévias não evitam o tom ufanista nem as limitações evidentes do orçamento em reais, ao tentar evocar o visual grandioso de época que o público se acostumou a esperar dos dramas americanos e europeus da HBO. Trata-se da primeira minissérie brasileira histórica do canal, baseada na vida e na época do pioneiro da aviação. A atração mira o glamour da virada do século 20 e a façanha de Alberto Santos Dumont como o primeiro homem a voar em um avião, além de mostrar detalhes da vida do inventor bon vivant, que também criou o relógio de pulso. Ambientada na França e no Brasil, a trama acompanha a trajetória do aviador desde a infância nos cafezais de sua família no interior de Minas Gerais até os sofisticados salões e aeroclubes de Paris. A direção está a cargo de Estevão Ciavatta, que fez a fraquinha comédia “Made in China” (2014), estrelada por Regina Casé, e dirigiu a série “Preamar” (2012) na própria HBO, em parceria com Fernando Acquaron, que estreia na função após produzir documentários dirigidos por Ciavatta. O papel principal é encarnado por João Pedro Zappa, que brilhou em “Gabriel e a Montanha” (2017). Ele vive Santos Dumont da adolescência aos 40 anos, sendo antecedido no papel pelo menino Guilherme Garcia e sucedido pelo ator Gilberto Gawronski (“Aline”) na fase mais velha. Outro destaque é Bruna Scavuzzi (vista na série “Cidade Proibida”) como Aída de Acosta, socialite cubano-americana que virou a primeira mulher a voar sozinha num dirigível – façanha realizada seis meses antes dos irmãos Wright tentarem seu voo inaugural. “Santos Dumont” vai estrear em 10 de novembro.









