Hard: Natália Lage herda produtora de vídeos adultos em trailer de nova série da HBO
A HBO divulgou o primeiro trailer de “Hard”, sua nova série de comédia brasileira, que traz Natália Lage (“A Divisão”) como herdeira de uma produtora de vídeos adultos. Na trama, a atriz vive Sofia, uma dona de casa que, ao ficar viúva, descobre que o marido mentia sobre sua verdadeira profissão. Ela recebe como herança uma produtora pornô e precisa se adaptar à essa nova forma de sustentar a família. A série é remake de uma produção francesa de mesmo nome e terá duração de três temporadas, com 6 episódios de 30 minutos em cada uma delas. Gravada em São Paulo com direção geral de Rodrigo Meirelles (“Psi”, “Vade Retro”), a atração também traz no elenco Julio Machado (“Divino Amor”), Martha Nowill (“A Garota da Moto”), Fernando Alves Pinto (“A Vida Secreta dos Casais”) e Denise Del Vecchio (“Os Dez Mandamentos”). “Hard” estreia na HBO no dia 17 de maio às 23h.
HBO Max ganha novo comercial com data de estreia e cenas de séries originais
A HBO Max divulgou um novo comercial de conteúdo, prometendo a HBO com “muito mais”. O vídeo desfila rapidamente algumas séries clássicas, começando com “Friends”, mas também “The Big Bang Theory”, “Sex and the City” e “Família Soprano”, alternadas com cenas de cinema, de clássicos como “O Mágico de Oz” e “Casablanca” a lançamentos mais recentes, como “Nasce uma Estrela” e as adaptações da DC Comics “Mulher-Maravilha” e “Coringa”, sem esquecer de muitos desenhos animados, de “Pernalonga” a “Rick and Morty”, passando por “South Park”. O comercial ainda chega a mostrar cenas das novas séries em desenvolvimento, mas no estilo “piscou perdeu” e sem identificação. Mesmo assim, é possível identificar imagens de “The Flight Attendant”, thriller estrelado por Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”), e de “Love Life”, comédia romântica em formato de antologia estrelada por Anna Kendrick e com produção do cineasta Paul Feig – os dois trabalharam juntos no recente “Um Pequeno Favor”. Para completar, o vídeo revela, finalmente, a data oficial de estreia do serviço, que chega em 27 de maio nos EUA. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já no lançamento, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa também séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, junto de milhares de filmes, atrações clássicas da TV e ainda conteúdo original. Diversos produções originais foram anunciadas nos últimos meses, incluindo novas atrações de super-heróis, como “Lanterna Verde” (Green Lantern) e “Liga da Justiça Sombria” (Justice League Dark), um derivado de “O Iluminado”, uma produção sci-fi de Ridley Scott (“Perdido em Marte”), “Dune: The Sisterhood”, um derivado do universo sci-fi de “Duna”, novos desenhos dos “Looney Tunes”, uma série animada dos “Gremlins”, um revival de “Gossip Girl” e até um especial de reencontro do elenco de “Friends”, entre vários títulos mais. Apesar da divulgação da data de estreia nos EUA, ainda não há previsão para o lançamento do serviço no Brasil.
Perry Mason: Matthew Rhys vira o advogado mais famoso da TV no primeiro trailer do revival
A HBO divulgou o primeiro trailer de “Perry Mason”, que traz o advogado mais famoso da ficção de volta à TV, com Matthew Rhys (vencedor do Emmy por “The Americans”) no papel-título. A prévia estabelece o tom da nova versão, reimaginada como uma série de época, com forte clima noir e visual cinematográfico. O maior diferencial do novo “Perry Mason é sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – como os sete longas de “Perry Mason”, lançados entre 1934 e 1940, e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, exibida entre 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Como os produtores mantiveram “Perry Mason” na TV, com telefilmes estrelados por Burr, até os anos 1990, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. A direção da estreia é assinada por Timothy Van Patten, que também foi responsável pelo primeiro episódio de “Game of Thrones”, além de 20 capítulos de “Família Soprano” (The Sopranos), 18 de “Boardwalk Empire” e ainda venceu o Emmy pela minissérie “The Pacific” – todas produções da HBO. Além de Matthew Rhys no papel-título, o elenco também conta com John Lithgow (vencedor do Emmy pelo papel de Winston Churchill na série “The Crown”), Tatiana Maslany (vencedora do Emmy como protagonista de “Orphan Black”), Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. A estreia está marcada para 21 de junho.
Rubem Fonseca (1925 – 2020)
O escritor Rubem Fonseca morreu na tarde desta quarta (15/4). Ele sofreu um infarto no horário do almoço e foi levado às pressas para o Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, onde veio a falecer. Autor de alguns dos livros mais emblemáticos da literatura brasileira e diversos roteiros de cinema, ele completaria 95 anos em maio. Nascido em 1925, em Juiz de Fora, Minas Gerais, Rubem Fonseca se mudou para o Rio ainda criança. Formado em Direito, tornou-se comissário em um Distrito Policial do bairro de São Cristóvão, uma vivência que o inspirou a se tornar o maior escritor do gênero policial no Brasil. Ele tinha 38 anos quando publicou o primeiro livro, a coletânea de contos “Os Prisioneiros” (1963), saudada como “revelação do ano” pelo Jornal do Brasil. Outras antologias, como “A Coleira do Cão” (1965) e “Lúcia McCartney” (1967) se seguiram, reinventando a narrativa policial, ao incluir em suas tramas as rápidas e brutais transformações das grandes metrópoles brasileiras. O ápice desse estilo se deu em “Feliz Ano Novo” (1975), que chegou a ser proibido pela ditadura militar por se basear num tripé de sexo, violência e conflitos de classes. Após superar a censura, sua fama de proibidão ajudou a torná-lo um dos maiores best-sellers do escritor. Reconhecido como um dos principais contistas da literatura brasileira, Fonseca também assinou romances premiados. A estreia no gênero se deu com “O Caso Morel” (1973), rendeu o impactante “Bufo & Spallanzani” (1986) e atingiu o ápice com o icônico “Agosto” (1990), que tinha o suicídio de Getúlio Vargas como pano de fundo e a criatividade voraz de um marco literário. Muitos de seus livros viraram filmes e séries, e o próprio escritor assinou algumas adaptações como roteirista, a começar por “Lúcia McCartney, Uma Garota de Programa” (1971), dirigida por David Neves. A mesma história, baseada em seu livro de 1967, virou série em 2016. Com “Relatório de um Homem Casado” (1974), iniciou grande amizade com Flávio Tambellini, que no ano seguinte rendeu seu primeiro roteiro original, “A Extorsão” (1975), escrito em parceira com o diretor, falecido logo após o lançamento. Rubem também trabalhou com o filho do cineasta, Flávio Ramos Tambellini, na adaptação de seu livro “Bufo & Spallanzani” (2001). O escritor assinou o roteiro original de “Stelinha” (1990), de Miguel Faria Jr., que venceu o Festival de Gramado, e estreou na TV com a adaptação de “Mandrake” (1983), telefilme produzido pela Globo com direção de Roberto Farias. Esta história ainda inspirou a série de mesmo nome, sobre um advogado do submundo carioca, vivido por Marcos Palmeira na HBO, entre 2005 e 2007. Um de seus maiores sucessos cinematográficos foi a adaptação de “A Grande Arte” (1991), que ele próprio escreveu para o diretor Walter Salles. Mas após trabalhar com alguns dos principais nomes do cinema brasileiro, o escritor foi encontrar seu grande parceiro das telas em sua própria casa: seu filho, o diretor José Henrique Fonseca. Os dois adaptaram “Agosto” numa minissérie da Globo em 1993 e trabalharam juntos na estreia de José Henrique no cinema, no violento “O Homem do Ano” (2003), roteirizado por Rubem, que pela primeira vez adaptou a obra de outro autor – Patrícia Melo – , e estrelado pela nora do escritor, Claudia Abreu. José Henrique também comandou as adaptações de “Mandrake” e “Lúcia McCartney” em séries. Outras obras adaptadas do escritor ainda incluem os longas “O Cobrador” (2006), dirigido pelo mexicano Paul Leduc, “O Caso Morel” (2006), de Sheila Feitel, e “Axilas” (2016), filme derradeiro do angolano José Fonseca e Costa. Curiosamente, a última contribuição de Fonseca para as telas foi também sua única telenovela. Ele concebeu a história original de “Tempo de Amar” com sua filha, a também escritora Bia Corrêa do Lago, que foi exibida com grande sucesso pela rede Globo, entre 2017 e 2018. Rubem Fonseca não concedia entrevistas há mais de 50 anos e sua reclusão ganhou ares de folclore. Mas ele não se impunha um auto-isolamento social. Segundo a filha, o objetivo de não ter o rosto fotografado ou exibido na TV era poder caminhar à vontade pelas ruas do Leblon. “Meu pai diz que a vantagem de não ser uma pessoa conhecida é poder olhar as coisas sem ser incomodado. Para ele, o escritor tem que observar, não ser observado”, contou ela em uma entrevista de 2015, quando o pai completou 90 anos. O escritor continuou ativo até o fim da vida, tendo publicado cinco livros de contos na década passada.
Hard: Nova série brasileira da HBO ganha fotos e data de estreia
A HBO divulgou as primeiras fotos e a data de estreia de “Hard”, sua nova série de comédia brasileira. Estrelada por Natália Lage (“A Divisão”), a série é remake de uma produção francesa de mesmo nome e terá duração de três temporadas, com 6 episódios de 30 minutos em cada uma delas. Na trama, a atriz vive Sofia, uma dona de casa que, ao ficar viúva, descobre que o marido mentia sobre sua verdadeira profissão. Ela recebe como herança uma produtora de filmes pornô e precisa se adaptar à essa nova forma de sustentar a família. Gravada em São Paulo com direção geral de Rodrigo Meirelles (“Psi”, “Vade Retro”), a série também traz no elenco Julio Machado (“Divino Amor”), Martha Nowill (“A Garota da Moto”), Fernando Alves Pinto (“A Vida Secreta dos Casais”) e Denise Del Vecchio (“Os Dez Mandamentos”). “Hard” estreia na HBO no dia 17 de maio às 23h.
HBO fará série espanhola de ficção sobre a quarentena do coronavírus
A HBO Europa anunciou a produção de uma série antológica “de quarentena”. A produção vai se chamar “En Casa”, e trará episódios independentes de até 15 minutos filmados por cinco cineastas espanhóis em suas casas. Os diretores que participarão do projeto são Leticia Dolera (“Requisitos para Ser una Persona Normal”), Rodrigo Sorogoyen (“Madre”), Paula Ortiz (“La Novia”), Carlos Marqués-Marcet (“10.000 Km”) e Elena Martín (“Julia Ist”). A emissora entregou equipamentos básicos para o time de cineastas em suas casas e orientou que as tramas devem refletir de alguma forma a situação de isolamento social provocada pela pandemia do novo coronavírus. Os diretores usarão suas casas como cenário e as pessoas com quem estão isolados como protagonistas das histórias. Segundo a HBO, os episódios abrangerão diversos gêneros — da comédia romântica à fantasia. A data de estreia ainda não foi definida.
HBO Brasil libera acesso a episódios de séries em sua plataforma digital
A HBO liberou o acesso a vários conteúdos exclusivos, sem custo, em seu site brasileiro e na sua plataforma de streaming HBO Go. O material, que ficará disponível até o final de abril, inclui os primeiros episódios de séries recentes, como “Watchmen”, “Avenue 5”, “Euphoria”, “His Dark Materials” e “The Outsider”. Também foi disponibilizada toda a 1ª temporada da série brasileira “O Negócio” e há planos para abrir gradualmente o acesso a séries clássicas, como “Sex and The City” e “Família Soprano” (The Sopranos), informou a HBO. O conteúdo já está disponível e não é preciso ser assinante para assistir.
The Third Day: Novo trailer revela adiamento da minissérie estrelada por Jude Law
A HBO adiou a estreia de mais uma atração. O canal pago não vai mais estrear a minissérie “The Third Day” em 11 de maio, como originalmente anunciado. A produção, desenvolvida em parceria com o canal britânico Sky, agora será exibida na temporada de outono na América do Norte, que começa em setembro. O adiamento foi revelado por meio de um novo trailer, o segundo da atração estrelada por Jude Law (“Capitã Marvel”). A minissérie criada por Dennis Kelly (“Utopia”) se passa em uma ilha misteriosa na costa da Grã Bretanha e acompanha um recém-chegado (Law), que ao desembarcar no local se espanta com o mundo nada comum de seus habitantes. Isolada do Reino Unido, a ilha tem rituais pouco convencionais, e essa experiência faz o protagonista reviver um trauma do passado, colocando-o em conflito com os moradores. Fãs de filmes terror devem perceber que certos detalhes da premissa remetem ao clássico “O Homem de Palha” (1973). “The Third Day” tem, ao todo, seis episódios escritos por Dennis Kelly (criador da série “Utopia”) e dirigidos pelo cineasta Marc Munden (“A Lenda do Tesouro Perdido”). A atração mantém Jude Law na HBO, após o ator britânico estrelar “The Young Pope” e “The New Pope”. Por coincidência, as minisséries papais também era coproduções da Sky. Além de Law, o elenco de “The Third Day” ainda inclui Naomie Harris (“Moonlight”), Emily Watson (“Chernobyl”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos”), Freya Allan (“The Witcher”) e Paddy Considine (“Peaky Blinders”). “The Third Day” foi a segunda série adiada pela HBO, com o objetivo de compensar eventuais buracos na programação causados pela pandemia de coronavírus. A primeira foi “The Undoing”, produção estrelada por Nicole Kidman, que também ficou para o segundo semestre.
HBO adia minissérie I Know This Much Is True, estrelada por Mark Rufallo
A minissérie “I Know This Much Is True”, estrelada por Mark Rufallo, foi adiada em duas semanas pelo canal pago HBO. Prevista originalmente para 27 de abril, a minissérie vai estrear agora em 10 de maio. A alteração se deve à suspensão do lançamento de outra série, “The Undoing”, com Nicole Kidman e Hugh Grant, que estrearia justamente em 10 de maio e foi remanejada para o final do ano, sem data precisa. “I Know This Much Is True” é descrita pelo canal como “uma saga familiar que segue a vida paralela de irmãos gêmeos idênticos em uma história épica de traição, sacrifício e perdão, tendo como pano de fundo a América do século 20”. Ruffalo interpreta os irmãos Dominick e Thomas Birdsey. Um deles está num hospício, diagnosticado como esquizofrênico, e com a mãe à beira da morte, o outro resolve resgatá-lo e cuidar dele, levando-o para sua vida, ao custo de sua própria sanidade e relacionamentos. O elenco também inclui Melissa Leo (“O Vencedor”), Kathryn Hahn (“Corra!”), Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”), Rosie O’Donnell (“Smilf”), Archie Panjabi (“Blindspot”), Imogen Poots (“Natal Sangrento”) e Philip Ettinger (“Confronto no Pavilão 99”). A atração dramática tem seis episódios, todos escritos, dirigidos e produzidos pelo cineasta Derek Cianfrance (de “A Luz Entre Oceanos”). Veja abaixo o trailer oficial com a nova data de estreia, divulgado pela HBO americana.
Elenco de Watchmen grava vídeo sobre a pandemia de coronavírus
O elenco de “Watchmen” voltou a se reunir para um novo trabalho diante das câmeras. Os atores da série da HBO gravaram “Washmen”, um vídeo em que cada fazem campanha para os fãs lavarem as mãos, uma das principais medidas preventivas no combate à pandemia de coronavírus. O título é um trocadilho em inglês que substitui a palavra “Watch” (“vigiar”) por “Wash” (“lavar”). “Quem lava os lavadores?” pergunta o perfil de Watchmen no Twitter, também brincando com o famoso slogam dos quadrinhos, “Quem vigia os vigilantes?”. Entre os atores que participaram, diretamente do isolamento social de suas casas, estão Regina King, Yahya Abdul-Mateen II, Jean Smart, Sara Vickers, Tom Mison, Tim Blake Nelson, Dustin Ingram e Andrew Howard. A série criada por Damon Lindelof (criador também de “Lost” e “The Leftovers”), que serve de continuação para os quadrinhos clássicos de Alan Moore e Dave Gibbons, exibiu uma história completa e, apesar do sucesso, pode não voltar à TV. Embora a HBO deseje produzir novos episódios, Lindelof disse que considerava a atração como uma minissérie e só faria uma nova temporada se imaginasse uma nova história capaz de superar os capítulos inaugurais. Se o impasse persistisse, ele também se disse disposto a passar a produção para outro roteirista. Who Washes The Washmen? pic.twitter.com/MfRXDGOix4 — Watchmen (@watchmen) March 27, 2020
Bad Education: Hugh Jackman se envolve em escândalo financeiro em trailer de comédia da HBO
A HBO divulgou o pôster e o trailer de “Bad Education”, comédia que traz Hugh Jackman (“Logan”) como superintendente de um colégio em Long Island envolvido num escândalo financeiro. Inspirado em fatos reais, o filme acompanha Frank Tassone (Jackman) e Pam Gluckin (Allison Janney, de “Mom”), que reinam em seu distrito escolar após promover um recorde de admissões em universidades e aumentar o valor dos imóveis da região. Quando vem à tona um esquema de desvio de recursos que ameaça destruir tudo o que construíram, Frank se vê obrigado a manter a ordem e o sigilo, custe o que custar. O elenco também inclui Ray Romano (“O Irlandês”), Alex Wolff (“Hereditário”) e Geraldine Viswanathan (“Não Vai Dar”). Dirigido por Cory Finley (“Puro Sangue”), “Bad Education” teve première mundial no Festival de Toronto, em setembro passado, ocasião em que arrancou elogios da crítica – alguns, replicados no trailer – e atingiu 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 25 de abril na TV paga e na plataforma HBO Go.
The Undoing: HBO adia estreia da nova série de Nicole Kidman para o fim do ano
A HBO anunciou o adiamento da estreia de “The Undoing”, minissérie estrelada por Nicole Kidman (“Big Little Lies”) e Hugh Grant (“Paddington 2”). O lançamento estava previsto para 10 de maio, mas agora só vai acontecer no outono norte-americano (entre setembro e novembro). Embora as gravações de “The Undoing” tenham sido finalizadas antes do agravamento da pandemia de coronavírus, a decisão pode ser reflexo da paralisação do setor de pós-produção, que tem prejudicado outras atrações. A série “Supernatural”, por exemplo, saiu do ar nesta semana, deixando sete episódios inéditos devido à falta de finalização. Apenas o último capítulo ainda estava em fase de gravação quando a suspensão de todas as produções foram anunciadas. Além disso, o investimento em publicidade tem diminuído consideravelmente, com acordos sendo fechados apenas para o segundo semestre. O que pode incentivar emissoras a “preservarem” sua programação mais valiosa, adiando estreias para um período que possa gerar maior receita publicitária. Com seis episódios, “The Undoing” é baseada no livro “You Should Have Known” (2014), de Jean Hanff Korelitz, e gira em torno da personagem de Kidman, Grace Sachs, uma terapeuta de sucesso que está às vésperas de publicar seu primeiro livro. Sua vida perfeita ainda inclui um marido dedicado e um filho que frequenta uma escola particular de elite em Nova York. Entretanto, essa aparente felicidade é abalada por um acontecimento inesperado, que põe em cheque tudo aquilo em que ela acreditava. A atração marca a estreia do ator inglês Hugh Grant em sua primeira minissérie americana, como o marido de Kidman. O elenco também destaca Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”), Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”), Lily Rabe (“American Horror Story”) e Michael Devine (“Limitless”). A produção está a cargo do roteirista-produtor David E. Kelley, que volta a se reunir com Kidman após o sucesso de “Big Little Lies”.
The Great: Elle Fanning é a imperatriz Catarina, a Grande em trailer de minissérie do roteirista de A Favorita
A plataforma Hulu divulgou o trailer de “The Great”, série de época que traz Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) no papel da imperatriz Catarina, a Grande, que reinou na Rússia entre 1762 e 1796. A prévia se diferencia de outras produções similares pelo humor marcante de seu criador, Tony McNamara, indicado ao Oscar pelo Roteiro de “A Favorita” (2018) – por sinal, outra atração sobre monarca do século 18. “The Great” se passa antes da ascensão ao trono de Catarina II, focando em sua relação conflituosa com o marido, o czar Pedro III, imperador da Rússia, que é vivido por Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A trama é descrita como “uma história ligeiramente real, divertida e anacrônica de uma jovem idealista e romântica que chega à Rússia para um casamento arranjado com o Imperador Pedro. Esperando por amor, ela encontra um mundo perigoso e depravado que decide mudar. Tudo o que ela precisa fazer é matar o marido, derrubar a igreja, enganar os militares e conquistar a corte”. Vale lembrar que o período mais avançado do reinado da imperatriz foi coberto por outra minissérie recente, “Catherine the Great”, na HBO, com Helen Mirren (“A Rainha”) no papel principal. A produção da Hulu representa o primeiro papel significativo de Fanning numa série e também um retorno ao formato para Hoult, que ganhou projeção ao partir de “Skins”, em 2007. Com 10 episódios, “The Great” estreia em 15 de maio na plataforma de streaming norte-americana.












