Perry Mason volta aos anos 1930 em novo trailer do reboot da HBO
A HBO divulgou um pôster e o novo trailer de “Perry Mason”, que traz o advogado mais famoso da ficção de volta à TV, com Matthew Rhys (vencedor do Emmy por “The Americans”) no papel-título. A prévia mostra Mason nos anos 1930 e antes de se tornar o tal advogado famoso, como detetive que investiga um sequestro sórdido envolvendo políticos e religiosos. O clima é totalmente noir. Com oito episódios, a série limitada recontextualiza Perry Mason em seus primeiros anos de atividade como investigador particular durante o pós-guerra em Los Angeles. O maior diferencial do reboot é justamente sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros -os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, exibida entre 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Com isso, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. Além de Rhys, o elenco destaca a vencedora do Emmy Tatiana Maslany (“Orphan Black”) e o vencedor do Emmy John Lithgow (“The Crown”), além de Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. Dirigida e coproduzida pelo também vencedor do Emmy Tim Van Patten (“Boardwalk Empire”), “Perry Mason” será lançada em 21 de junho.
I May Destroy You: Veja o trailer da nova série britânica da HBO
A HBO divulgou o pôster e o trailer da nova série britânica “I May Destroy You”. A provocativa série de meia hora traz sua criadora, a atriz Michaela Coel (criadora e estrela da aclamada série de comédia “Chewing Gum”), como uma escritora feminista em ascensão e segura de si que tenta reconstruir sua memória fragmentada depois de uma noite bebendo com os amigos. As coisas tomam um rumo dramático quando ela percebeu que alguém pode ter batizado sua bebida com uma droga de estupro. Em busca de saber se foi agredida sexualmente naquela noite, ela assume que, para entender os fatos, precisa reconstruir todos os elementos de sua vida. O piloto tem direção de Sam Miller, que já foi indicado ao Emmy por “Luther”, e o elenco também inclui Ann Akin (“Trigonometry”), Lewis Reeves (“Unforgotten”), Franc Ashman (“Na Companhia de Estranhos”) e Layo-Christina Akinlude (“The End of the F***ing World”). “I May Destroy You” tem estreia marcada para 7 de junho na HBO americana.
Netflix, YouTube, Amazon, HBO, Warner, Disney e Marvel se juntam aos protestos contra racismo nos EUA
Os grandes estúdios e plataformas de filmes e séries de Hollywood se juntaram em apoio aos atos de protesto contra o racismo nos EUA, que explodiram na semana passada, após o assassinato gravado de George Floyd por asfixia, nas mãos de um policial branco. Netflix, Amazon, HBO, Warner, YouTube e até a Disney e suas inúmeras subdivisões fizeram questão de deixar claras suas posições. Se já tinha se tornado comum encontrar artistas-ativistas, como Jane Fonda e Joaquin Phoenix, o movimento dos estúdios é inédito. O primeiro a se posicionar foi o YouTube, na última sexta (29/5). A plataforma de vídeos do Google publicou no Twitter uma mensagem manifestando seu repúdio “contra o racismo e a violência” e anunciando uma doação de US$ 1 milhão para “enfrentar injustiças sociais”. No sábado, foi a vez da Netflix, que afirmou nas redes sociais que “ficar em silêncio é ser cúmplice”, apoiando abertamente o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), que protesta contra o assassinato de negros pela polícia branca americana. O posicionamento foi replicado pelas sucursais da plataforma em todo o mundo. A Netflix Brasil lembrou vítimas nacionais, como João Pedro e João Vitor, ambos mortos em ações policiais. Não ficou nisso. Em um ato conjunto de solidariedade, os principais concorrentes da Netflix no Brasil, o Amazon Prime Video e o Globoplay, replicaram a mensagem da plataforma. “Somos aliados nessa”, escreveu a plataforma da Globo. O perfil da HBO foi além, trocando o nome do canal pela hashtag #BlackLivesMatter: “Estamos com nossos colegas, empregados, fãs, atores e criadores negros — todos afetados pela violência sem sentido”. Mensagem semelhante foi publicada pela Warner Bros. Pictures, que pertence ao mesmo grupo da HBO, a WarnerMedia. A Disney, por sua vez, compartilhou uma carta endereçada aos funcionários e assinada pelo CEO Bob Chapek, pelo presidente executivo Bob Iger e pela diretora de diversidade, Latondra Newton, em que se posicionam ao lado dos protestos. “O recente assassinato de George Floyd, bem como outros exemplos de ataques letais e assédio a cidadãos negros desarmados em nossa nação continua a motivar revolta e indignação em pessoas de todas as origens, incluindo muitos de nossos funcionários. Sentimentos de luto e raiva nos fazem confrontar a ideia de que algumas vidas são consideradas menos valiosas — e menos merecedoras de dignidade, cuidado e proteção — do que outras. Nós também percebemos que agora, mais do que nunca, é a hora de todos nós fortalecermos nosso compromisso com a diversidade e a inclusão em todos os lugares”, diz o texto. A Marvel Entertainment, que pertence à Disney, também fez questão de se pronunciar. “Nós nos posicionamos contra o racismo. Nós nos posicionamos a favor da inclusão. Nós estamos com nossos funcionários e criadores negros, e com toda a comunidade negra. Nós devemos nos unir e nos manifestar”. Foi seguida pela Hulu, plataforma de conteúdo adulto da Disney. “Nós apoiamos as vidas negras. Hoje e todos os dias. Vocês estão sendo vistos. Estão sendo ouvidos. E estamos com vocês”, escreveu o serviço de streaming no Twitter. O presidente da Paramount, Jim Gianopulos, também se pronunciou, mas por meio de um e-mail direcionado aos funcionários, que foi revelado ao público pela imprensa americana. “Em meio a esta época incrivelmente difícil, saibam que estamos aqui para vocês e que permanecemos uma comunidade e uma empresa que está comprometida com a justiça racial e social”, escreveu o executivo.
Ruby Rose se despede de Batwoman e insinua motivos para sair da série
A atriz Ruby Rose publicou um vídeo no Instagram com cenas de “Batwoman” para se despedir de seu papel na série, e aproveitou para passar um recado velado para os produtores. Depois que boatos sobre ser uma “atriz-problema” começaram a circular por “fontes” não oficiais na mídia especializada, ela insinuou que teve bons motivos para deixar o papel e não quis torná-los públicos por decisão própria. Na legenda da postagem, ela explicou um pouco mais sobre a decisão. “Não foi uma escolha fácil, mas aqueles que sabem, sabem… Eu não queria passar sem reconhecer todos os envolvidos, e como esta série foi importante para a TV e a nossa comunidade [LGBTQIA+]. Eu fiquei quieta por enquanto, porque esta foi a minha escolha. Adoro vocês”, escreveu. Fontes ouvidas pelo editor do site TVLine, Michael Ausiello, afirmaram que a decisão de sair da série não teria sido exclusiva da atriz. “Não foi 100% decisão dela. Foi um término. Ela não estava feliz trabalhando na série. Isso a tornava alguém divertida com que se trabalhar? Não. Então, todo mundo decidiu que seria do interesse da série e de todos os envolvidos que eles seguissem caminhos diferentes”. Ainda segundo essa fonte, Rose não teria se adaptado à vida em Vancouver, no Canadá, onde “Batwoman” é gravada, nem às longas horas de trabalho que são requeridas para se fazer uma série. Entretanto, essa fonte misteriosa “esqueceu” de lembrar que a atriz sofreu um acidente grave nas gravações, logo no começo dos trabalhos, precisando passar por uma cirurgia na coluna. Ela correu o risco de ficar paralisada pelo resto da vida, mas em 10 dias voltou ao trabalho, para não atrasar a estreia da atração, e atuou toda a temporada com dores constantes. Depois de seu acidente, a produção ainda teve outro, que deixou uma produtora assistente com risco de ficar paraplégica, ao ter a cabeça atingida por um guindaste durante gravações noturnas em Vancouver. O texto de Ruby, termina de forma amigável. “Eu tenho certeza que a próxima temporada será ótima, também”. Os produtores ainda não revelaram como vão substituir a atriz principal de “Batwoman”. A showrunner Caroline Dries afirmou ter a intenção de ter outra intérprete lésbica para viver Kate Kane, fazendo justiça à personagem, que se tornou a primeira super-heroína LGBTQIA+ a ter uma série própria. Renovada para a 2ª temporada, “Batwoman” é uma das maiores audiências da rede CW. Ver essa foto no Instagram Thank you everyone for coming on this journey. If I mentioned everyone it would be 1000 tags.. but Thank you to the cast, crew, producers and studio. It wasn’t an easy decision but those who know, know.. I didn’t want to not acknowledge everyone involved and how big this was for TV and for our community. I have stayed silent because that’s my choice for now but know I adore you all. I’m sure next season will be amazing also. Xxx *hangs up cowl and cape. Also @mysmarvel Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 27 de Mai, 2020 às 5:03 PDT
HBO Max estreia nos EUA com super-heróis, Harry Potter, Friends e… projetos adiados
A HBO Max finalmente foi lançada nesta quarta (27/5) nos EUA, reunindo todo o conteúdo da WarnerMedia, de filmes clássicos à séries recentes, numa única plataforma de streaming. Em síntese, trata-se do equivalente da Warner ao serviço Disney+ (Disney Plus). Prometendo 10 mil horas de conteúdo, o lançamento reúne num mesmo aplicativo a programação dos canais pagos HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e parte da rede The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC e do Studio Ghibli (de animação japonesa), em acordos recentemente firmados. Isso significa a disponibilidade imediata de séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, junto de milhares de filmes, desde “O Mágico de Oz” e “Casablanca” até as franquias “Harry Potter”, os heróis da DC Comics, o universo “Invocação do Mal”, “Nasce uma Estrela” e “Coringa”, sem esquecer atrações clássicas da TV, como “Friends”, “O Rei do Pedaço” e “The Big Bang Theory”, e ainda conteúdo original. A maior dificuldade do lançamento foi providenciar essa parte original. A maioria das séries encomendadas teve a produção suspensa devido à pandemia do novo coronavírus e não ficaram prontas para a inauguração do serviço. Entre as poucas exceções, destaca-se “Love Life”, uma comédia romântica em formato de antologia estrelada por Anna Kendrick e com produção do cineasta Paul Feig – os dois trabalharam juntos no recente “Um Pequeno Favor”. Também conseguiram ser finalizados uma nova série animada dos “Looney Tunes” (a Turma do Pernalonga), um programa de variedades derivado de Vila Sésamo, chamado “The Not Too Late Show with Elmo”, e um reality de competição LGBTQIA+, “Legendary”. Diversos programas originais foram anunciadas nos últimos meses, incluindo novas atrações de super-heróis, como “Lanterna Verde” (Green Lantern) e “Liga da Justiça Sombria” (Justice League Dark), um derivado de “O Iluminado”, uma produção sci-fi de Ridley Scott (“Perdido em Marte”), “Dune: The Sisterhood”, que é derivada do universo sci-fi de “Duna”, uma série animada dos “Gremlins”, um revival de “Gossip Girl” e até um especial de reencontro do elenco de “Friends”, entre vários títulos mais, que não puderam começar a ser produzidos. Muitos outros ainda estão sendo anunciados, como a versão da “Liga da Justiça” do diretor Zack Snyder, oficializada há poucos dias. “Hoje temos o orgulho de apresentar a HBO Max – um sonho criado e alimentado por uma incrível equipe de executivos talentosos que dedicaram o último ano e meio a torná-la realidade para os consumidores em todo o país”, disse Bob Greenblatt, presidente da WarnerMedia Entertainment e da divisão D2C (direto ao consumidor), responsável pela HBO Max. “No entanto, este é apenas o começo de nossa jornada. Continuaremos a inovar e a desenvolver essa plataforma única que reúne a amada programação de toda a família WarnerMedia, além de preparar o caminho para as vozes criativas de amanhã”, completou, em comunicado, referindo-se veladamente aos projetos não finalizados. A falta de conteúdo original não foi a única crítica recebida pelo lançamento. Sobrou polêmica para o próprio nome da plataforma, que supostamente desvalorizaria a marca HBO ao misturar “Friends” e outros conteúdos de TV aberta num produto chamado HBO Max, ao mesmo tempo em que a própria HBO segue oferecendo os serviços HBO Now e HBO Go, o que tende a criar confusão. Mas o maior problema seria o preço salgado. Com assinaturas mensais de US$ 15, a plataforma se posiciona como a mais cara entre as pretendentes ao trono da Netflix. O valor é três vezes maior que o cobrado pela Apple TV+ (US$ 4,99 por mês) e mais que o dobro do valor da Disney+ (Disney Plus) (US$ 6,99). O jornal The New York Times já previu o fracasso da iniciativa, em reportagem publicada na terça (26/5), devido a esses detalhes, acrescentando ainda que o projeto foi feito para vender o acesso à internet rápida da AT&T nos EUA e apenas marginalmente rivalizar com a Netflix. Só que esqueceu, justamente, dos detalhes mais importantes. O combo de provedor e conteúdo corta custos, servindo realmente como atrativo para o negócio original da AT&T. Mas a HBO Max não é exatamente uma Quibi. A plataforma de conteúdos curtos para celular fracassou porque a pandemia ampliou o tempo disponível para “quarenteners” maratonarem séries e filmes em streaming. Conteúdo curto não é maratonável. Já a coleção completa de “Harry Potter”… os assinantes da Netflix, que sempre cobraram os filmes do bruxinho, que o digam. Ainda não há previsão para o lançamento do serviço no Brasil.
Sair de Batwoman não foi decisão exclusiva de Ruby Rose
O site TV Line apurou que a saída de Ruby Rose da série “Batwoman” não teria sido uma decisão exclusiva da atriz. Apesar dos comunicados de despedida terem sido marcados por elogios entre as partes, fontes ouvidas pelo editor Michael Ausiello afirmaram que os produtores também teriam interesse de vê-la fora da atração. “Não foi 100% decisão dela”, disse uma fonte citada pela publicação. “Foi um término. Ela não estava feliz trabalhando na série. Isso a tornava alguém divertida com que se trabalhar? Não. Então, todo mundo decidiu que seria do interesse da série e de todos os envolvidos que eles seguissem caminhos diferentes”. Ainda segundo essa fonte, Rose não teria se adaptado à vida em Vancouver, no Canadá, onde “Batwoman” é gravada, nem às longas horas de trabalho que são requeridas por uma série. Representantes da produtora WBTV (Warner Bros. Television) e da rede The CW, que exibe “Batwoman” nos EUA, não quiseram comentar a notícia. Quem fez o anúncio sobre a saída de Ruby Rose foi a própria atriz, que enviou um comunicado para a imprensa, na terça (19/5), sobre a decisão de abandonar a série depois de apenas uma temporada. Nem ela nem os produtores, que se manifestaram em seguida, comentaram o motivo da sua saída. Renovada para a 2ª temporada, a série vai continuar com outra atriz principal. A produtora Caroline Dries afirmou ter a intenção de ter outra intérprete lésbica para viver Kate Kane, fazendo justiça à personagem, que se tornou a primeira super-heroína LGBTQIA+ a ter uma série própria.
Bomba! Ruby Rose abandona série Batwoman
A atriz Ruby Rose comunicou que está fora da série “Batwoman”, que encerrou sua 1ª temporada no domingo passado (17/5). “Batwoman” foi renovada para uma 2ª temporada em janeiro, junto com outras 12 séries da CW, e integra a programação recém-anunciada da rede para o início de 2021. Desde a estreia, a série se consagrou como uma das mais vistas do canal, fazendo história como a primeira atração estrelada por uma super-heroína assumidamente lésbica. Sua estrela, Ruby Rose, também é assumida, assim como a criadora e showrunner da série, Caroline Dries. Nenhuma justificativa foi dada para a mudança. Em comunicado, Rose elogiou os produtores e foi elogiada de volta, apesar do problema que criou para a produção. “Tomei a decisão muito difícil de não voltar à ‘Batwoman’ na próxima temporada”, disse Rose. “Esta não foi uma decisão que tomei de forma leviana, pois tenho o maior respeito pelo elenco, equipe e todos os envolvidos com a série em Vancouver e em Los Angeles. Sou grato a Greg Berlanti, Sarah Schechter e Caroline Dries por não apenas me darem essa oportunidade incrível, mas também por me receberem no universo da DC que eles criaram tão bem. Obrigado Peter Roth e Mark Pedowitz e as equipes da Warner Bros. e The CW, que colocaram tanto no programa e sempre acreditaram em mim. Obrigado a todos que fizeram da 1ª temporada um sucesso – estou realmente agradecida. ” As equipes mencionadas disseram em conjunto: “A Warner Bros. Television, a CW e a Berlanti Productions agradecem a Ruby por suas contribuições ao sucesso de nossa 1ª temporada e desejam a ela tudo de bom. O estúdio e a rede estão firmemente comprometidos para a realização da 2ª temporada de ‘Batwoman’ e seu futuro a longo prazo, e nós – junto com a talentosa equipe criativa do programa – esperamos compartilhar seu novo rumo, incluindo a escalação de uma nova atriz principal e integrante da comunidade LGBTQIA+ nos próximos meses.” O texto deixa claro que os produtores procurarão outra atriz lésbica para o papel. Como dezenas de outras séries, “Batwoman” foi forçada a terminar sua temporada mais cedo devido à pandemia de coronavírus. Os profissionais da produção de Greg Berlanti gravaram 20 dos 22 episódios planejados, e o capítulo exibido no passado foi o último de Rose no programa. Não está claro se havia planos para uma transição de intérpretes no final originalmente planejado, mas como a irmã da heroína, a vilã Alice (Rachel Skarsten), tem a capacidade de mudar cirurgicamente o rosto das pessoas, esse detalhe poderia ser aproveitado na trama. Spoiler: no último episódio exibido, o vilão Tommy Elliot (Gabriel Mann) foi transformado em Bruce Wayne (Warren Christie), por exemplo.
Room 104 vai acabar na 4ª temporada
A HBO decidiu encerrar a série “Room 104” na 4ª temporada. A série de antologia, que acompanha acontecimentos variados no mesmo quarto de hotel, encerrou a gravação de seus últimos episódios no ano passado, antes da pandemia de coronavírus, e eles serão exibidos a partir de 24 de julho. Desenvolvida pelos irmãos Mark e Jay Duplass (criadores de “Togetherness”), a série foi considerada inovadora por conseguir criar situações sempre diferentes, inusitadas e até bizarras inteiramente dentro de quatro paredes, as mesmas quatro paredes em todos os episódios. Como o elenco muda a cada capítulo, a atração já contou com vários atores famosos, como Michael Shannon (“A Forma da Água”), Mahershala Ali (“Moonlight”), Judy Greer (“Homem-Formiga”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Rainn Wilson (“The Office”), Luke Wilson (“Zumbilândia: Atire Duas Vezes”), Cobie Smulders (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Melonie Diaz (“A Primeira Noite de Crime”), Natalie Morales (“Santa Clarita Diet”), Dale Dickey (“A Qualquer Custo”), Melissa Fumero (“Brooklyn Nine-Nine”) e Katie Aselton (“Legion”), entre muitos outros. As participações da nova temporada ainda incluirão Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Jillian Bell (“A Noite É Delas”) e Logan Miller (“Com Amor, Simon”).
The Great: Elle Fanning é a imperatriz Catarina, a Grande em trailer legendado de minissérie
A plataforma Starzplay divulgou o trailer legendado de “The Great”, série de época que traz Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) no papel da imperatriz Catarina, a Grande, que reinou na Rússia entre 1762 e 1796. A prévia se diferencia de outras produções similares pelo humor marcante de seu criador, Tony McNamara, indicado ao Oscar pelo Roteiro de “A Favorita” (2018) – por sinal, outra atração sobre monarca do século 18. “The Great” se passa antes da ascensão ao trono de Catarina II, focando em sua relação conflituosa com o marido, o czar Pedro III, imperador da Rússia, que é vivido por Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A trama é descrita como “uma história ligeiramente real, divertida e anacrônica de uma jovem idealista e romântica que chega à Rússia para um casamento arranjado com o Imperador Pedro. Esperando por amor, ela encontra um mundo perigoso e depravado que decide mudar. Tudo o que ela precisa fazer é matar o marido, derrubar a igreja, enganar os militares e conquistar a corte”. Vale lembrar que o período mais avançado do reinado da imperatriz foi coberto por outra minissérie recente, “Catherine the Great”, na HBO, com Helen Mirren (“A Rainha”) no papel principal. A produção representa o primeiro papel significativo de Fanning numa série e também um retorno ao formato para Hoult, que ganhou projeção ao participar da britânica “Skins”, em 2007. Originalmente, “The Great” foi concebido para a plataforma americana Hulu, da Disney, que ainda não chegou ao Brasil. A estreia por lá vai acontecer já neste domingo (10/5) No Brasil, todos os 10 episódios serão disponibilizados em 18 de junho, com exclusividade na Starzplay.
Insecure é renovada para 5ª temporada
A HBO renovou a série de comédia “Insecure” para sua 5ª temporada. O anúncio foi feito após a exibição de apenas três episódios da 4ª temporada do programa, que estreou em 12 de abril. Criada e estrelada por Issa Rae, a série acompanha como ela enfrenta racismo e outros problemas da vida real, enquanto tenta lidar com uma série interminável de experiências cotidianas desagradáveis. A produção adapta uma websérie (“The Misadventures of Awkward Black Girl”) anterior da atriz. “Estamos empolgados com o fato de Issa e toda a equipe de ‘Insecure’ voltarem a se reunir numa 5ª temporada”, disse Amy Gravitt, vice-presidente executiva de programação da HBO. “Suas histórias nos deixam sentir um pouco menos sozinhos no mundo”. A renovação reforça ainda mais os laços entre Rae e HBO. Além de “Insecure”, a artista também produz o humorístico “A Black Lady Sketch Show”, que foi renovado para a 2ª temporada, e está desenvolvendo duas novas séries: “Tre Cnt”, sobre luta livre profissional, em parceria com Dwayne Johnson, e “The Dolls”, sobre bonecas dos anos 1980, com Laura Dern.
Lovecraft Country: Nova série de terror do diretor de Corra! ganha primeiro trailer
A HBO divulgou o primeiro trailer de “Lovecraft Country”, série sobrenatural produzida por Jordan Peele (diretor de “Corra” e “Nós”), que combina drama de época, crítica social e monstros. A prévia mistura tudo isso ao som de “Land of 1000 Dances”, soul clássico de Wilson Pickett. “Lovecraft Country” é baseada no livro homônimo de Matt Ruff (lançado em março no Brasil como “Território Lovecraft”) e se passa nos anos 1950. A trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz que lutou na 2ª Guerra Mundial e que, quando seu pai desaparece, junta-se a sua amiga Letitia e seu tio George para embarcar numa jornada a sua procura. Nessa busca, eles enfrentam os horrores brutais do racismo da época, assim como horrores sobrenaturais, na forma de criaturas vorazes, e tentam sobreviver a tudo isso. O elenco destaca Jonathan Majors (“Hostis”) como Atticus, Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”) como Letitia e Courtney B. Vance (“American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson”) no papel do tio George. Os coadjuvantes incluem Aunjanue Ellis (“Quantico”), Wunmi Mosaku (“Macbeth”), Michael Kenneth Williams (“Olhos que Condenam”), Jamie Chung (“The Gifted”), Jordan Patrick Smith (“Vikings”) e a top model Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O projeto foi desenvolvido por Jordan Peele, que descobriu o livro e concebeu sua transformação em série. Para a produção, ele fechou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green (criadora da série “Underground”) a escrever os roteiros da adaptação. Já a direção do primeiro episódio ficou a cargo de outro cineasta, Yann Demange, premiado no Festival de Veneza e vencedor do BIFA (premiação do cinema indie britânico) por “71: Esquecido em Belfast” (2014). A série estreia em agosto, em dia ainda não divulgado.
My Brilliant Friend: Adaptação da saga literária de Elena Ferrante é renovada para 3ª temporada
O canal americano HBO e o italiano RAI anunciaram nesta quinta (30/4) a renovação da parceria para produzir a 3ª temporada de “My Brilliant Friend”, que adapta a saga literária de Elena Ferrante “A Amiga Genial”. Exibida no Brasil pela HBO, a série está a um capítulo do final de sua 2ª temporada, que adapta o livro “História do Novo Sobrenome”. A season finale vai ar na próxima segunda-feira (4/5) às 23h. A 3ª temporada de “A Amiga Genial” vai adaptar “História de Quem Foge e Quem Fica”, o terceiro dos quatro livros de Ferrante sobre as amigas de longa data Lenù e Lila. O último volume se chama “História da Menina Perdida”. A série conta com a própria Ferrante como uma das roteiristas. O detalhe é que este nome é pseudônimo e a verdadeira identidade da escritora ou escritor já rendeu verdadeira epopeia de caça ao segredo pela imprensa italiana A maioria dos episódios da série é dirigido pelo cineasta Saverio Costanzo (“A Solidão dos Números Primos”), que na 2ª temporada contou com ajuda de Alice Rohrwacher (“Feliz como Lázaro”).
Franquia de terror Hellraiser vai virar série da HBO
A HBO está desenvolvendo uma série baseada na franquia de terror “Hellraiser”, que já conta com 10 filmes. O projeto foi criado por uma equipe de peso, com roteiros de Mark Verheiden (criador da série do “Monstro do Pântano”) e Michael Dougherty (“Godzilla II: Rei dos Monstros”) e direção de David Gordon Green (do novo “Halloween”, de 2018). Green tem um relacionamento de longa data com a HBO, como produtor e diretor das séries de comédia “Eastbound & Down”, “Vice Principals” e “The Righteous Gemstones”. A série não será um reboot, mas uma continuação e expansão da mitologia imaginada pelo escritor Clive Barker sobre os Cenobitas, liderados pelo icônico personagem Pinhead. Considerado o “Stephen King britânico”, Barker adaptou um livro de sua autoria (“The Hellbound Heart”) para virar cineasta com o primeiro filme da franquia, “Hellraiser – Renascido do Inferno”, lançado em 1987. A história original envolvia um cubo sinistro, que prometia prazeres transcendentes, mas na verdade abria as portas do inferno, condenando almas a uma eternidade de sofrimento nas mãos dos terríveis Cenobitas. Uma dessas vítimas era um homem chamado Frank (Sean Chapman), que em busca de prazeres proibidos encontra o artefato capaz de abrir a porta para outra dimensão e tem seu corpo dilacerado pelos anjos do inferno (os cenobitas). A partir daí, sua amante Julia (Clare Higgins) faz de tudo para libertá-lo do inferno, praticando rituais sinistros sem que sua família desconfie de seus planos. Até que sua sobrinha Kirsty (Ashley Laurence) encontra o artefato maldito e, sem querer, acaba invocando os cenobitas. O lançamento de “Hellraiser” causou enorme impacto com sua mistura de sadomasoquismo, inferno, pactos demoníacos, artefato maldito, ultraviolência gore e criaturas de pesadelos – entre elas, o fantástico Pinhead, um cenobita que tem a cabeça inteira coberta por alfinetes. Virou um dos marcos do terror da década de 1980. O filme ganhou uma continuação oficial em 1988, escrita pelo próprio Barker, mas o sucesso acabou tirando a franquia das mãos de seu criador, resultando em filmes cada vez mais fracos e distantes do clima original – assim como Jason, de “Sexta-Feira 13”, Pinhead também foi parar até numa nave espacial. Ao todo, dez filmes foram lançados, mas os seis últimos saíram direto em DVD – entre eles, “Hellraiser: Inferno” (2000), dirigido por Scott Derrickson, que depois fez “Doutor Estranho”. O último lançamento aconteceu em 2018, mas um projeto de refilmagem do original chegou a ser concebido antes disso na produtora da franquia, a Dimension dos irmãos Weinstein. Com o escândalo dos abusos sexuais de Harvey Weinstein, a Dimension entrou em colapso e os direitos foram adquiridos pela Spyglass, que no ano passado chegou a contratar o roteirista David S. Goyer (de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e o diretor David Bruckner (“O Ritual”) para a produção. A série não tem relação com esses planos de remake.










