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    “The Last of Us” bate recorde de audiência e supera “A Casa do Dragão”

    13 de março de 2023 /

    O último episódio da 1ª temporada de “The Last of Us” bateu o recorde de audiência da série, visto por 8,2 milhões de telespectadores em todas as plataformas da HBO nos Estados Unidos. Com isso, o crescimento do público ao longo da temporada foi de 74,5% maiores, desde os 4,7 milhões que assistiram à estreia da série em janeiro até a exibição da season finale no domingo (12/3). A emissora também contabilizou toda a audiência da atração desde seu lançamento – incluindo reprises e exibição estendida em streaming – para revelar que “The Last of Us” teve uma média de 30,4 milhões de telespectadores desde sua estreia, superando os 29 milhões de “A Casa do Dragão”. Em toda a história da HBO, a audiência cumulativa da série pós-apocalíptica só perde para a temporada final de “Game of Thrones”, que teve uma média superior a 44 milhões de espectadores em 2019. Baseada num game premiado de aventura e tiro ao “zumbi”, a série se passa num futuro pós-apocalíptico, depois que um fungo mortal destruiu quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que se mostra resistente à infecção e pode representar a cura, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Para a adaptação, o produtor-roteirista Craig Mazin (“Chernobyl”) se juntou ao criador do game, Neil Druckman, e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais, que assinam a direção dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”).

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    Foto da série “The Last of Us” revela participação da intérprete de Ellie nos games

    10 de março de 2023 /

    O canal pago americano HBO divulgou uma foto do último episódio da 1ª temporada da série “The Last of Us”, que revela uma participação bastante especial para os fãs do game em que a trama se baseia. A foto em questão mostra uma mulher grávida, chamada Anna, que é vista no meio da floresta. A personagem é interpretada pela atriz Ashley Johnson, que é responsável por dar voz e movimento à protagonista Ellie no jogo que deu origem à série. Na atração, Johnson vai interpretar a mãe de Ellie (Bella Ramsey). Até o momento, foram divulgados poucos detalhes sobre a personagem. Sabe-se apenas que Anna tinha uma amizade com Marlene, líder dos Vaga-lumes, e que ela morreu logo após dar à luz Ellie, deixando para trás seu canivete favorito e um bilhete pessoal, que Ellie carrega na mochila. Ainda assim, é possível que a série explore mais a personagem, talvez até explicando o motivo de Ellie ser imune à contaminação que dizimou boa parte da população da Terra. Em entrevista ao site Rotten Tomatoes, o criador do game e produtor da série, Neil Druckmann, explicou a importância de trazer a história de Anna para a série. “Existem outras histórias que foram escritas desde que o jogo saiu para diferentes projetos que, por um motivo ou outro, não saíram do papel”, disse ele. “Quando Craig [Mazin] e eu começamos a conversar sobre a história e dividi-la, mencionei algumas dessas histórias para ele, e ele ficou com os olhos arregalados como um fã e disse: ‘Oh meu Deus, temos que colocar isso na tela, temos que colocá-las na série’… Ashley Johnson interpreta a mãe de Ellie, e essa foi uma daquelas histórias que estavam próximas do meu coração, e estou tão feliz que ela seja contada”. Vale lembrar que Johnson não é a única pessoa integrantes dos games que entrou na série. O ator Jeffery Pierce, que interpretou Tommy, o irmão mais novo de Joel nos jogos, viveu Perry, o braço direito de Kathleen (Melanie Lynskey) na série, e Troy Baker, intérprete original de Joel, participou da atração como James, membro de um grupo canibal comandado por David (Scott Shepherd). Já Merle Dandridge interpretou Marlene, líder dos Fireflies, tanto no game quanto na série. O último episódio da 1ª temporada da série vai ao ar no próximo domingo (12/3) na HBO e na HBO Max.

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    Série “Barry” vai acabar. Veja o trailer da 4ª e última temporada

    7 de março de 2023 /

    A série de comédia “Barry”, criada e estrelada por Bill Hader (“It – Capítulo Dois”), vai acabar na vindoura 4ª temporada. E para divulgar o final da série, o canal pago americano HBO divulgou o primeiro trailer da 4ª temporada. O trailer mostra o personagem-título na prisão, arrependido dos seus atos. Porém, aos poucos o clima muda, e o sentimento de arrependimento do protagonista dá lugar à raiva e vingança. “Foi uma jornada incrível fazer essa série, e é agridoce que a história tenha chegado à sua conclusão natural”, disse Hader, em comunicado. “Barry” foi criada por Hader e Alec Berg (“Silicon Valley”), e acompanha um assassino de aluguel desiludido (Bill Hader) que, durante um “serviço” em Los Angeles, depara-se com uma comunidade de teatro amador e começa a crer que sua verdadeira vocação é ser ator. O problema é que o passado não quer lhe dar uma chance de mudar de vida. O elenco da série ainda conta com Henry Winkler (o eterno Fonzie de “Happy Days”), Sarah Goldberg (“Um Golpe Perfeito”), Anthony Carrigan (“Gotham”), Stephen Root (“Corra!”), D’Arcy Carden (“The Good Place”) e Michael Irby (“Mayans M.C.”). “Depois de três temporadas magistrais de ‘Barry’, estamos ansiosos para que os espectadores vejam a conclusão poderosa, complexa e hilária da história de Barry Berkman. Foi um prazer trabalhar com essa equipe imensamente talentosa, incluindo Bill Hader, Alec Berg, Aida Rodgers e todo o elenco e equipe excepcionais”, disse Amy Gravitt, vice-presidente executiva de comédia da HBO/HBO Max. A 4ª e última temporada começa a ser exibida em 16 de abril, e vai mostrar Gene Cousineau (Winkler) sendo aclamado como um herói, já que a prisão de Barry (Hader) teve consequências chocantes. Porém, isso vai culminar em um capítulo final explosivo e hilário.

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  • Série

    Joel dos jogos aparece em “The Last of Us” como novo personagem

    6 de março de 2023 /

    O penúltimo episódio de “The Last of Us” ofereceu aos fãs uma espécie de crossover. Troy Baker, ator que deu a voz e a captura de seus movimentos para o personagem Joel nos videogames, apareceu na série da HBO como um novo personagem. Ele surgiu na série como James, o braço direito do líder do culto canibal David (Scott Shepherd). Em entrevista à revista Variety, Baker comemorou a participação na série. “Interpretar qualquer personagem é muito melhor do que eu achei que fosse fazer. Eu pensei que eu seria tipo um estalador”, disse, referindo-se às mutações da trama. Ele também explicou como foi “passar a coroa” para Pedro Pascal (“Narcos”) – o intérprete de Joe na adaptação. “Sou fã dele como ator. Ele atua de um jeito em que parece ser tão confiante em seu domínio sobre o personagem que permite que ele se sinta confortável em sua própria convicção. Ele faz tudo no fio da navalha. Não há nada que seja selvagem. Se você observar todas as suas escolhas, verá que são mínimas e, por isso, profundas. E isso torna Joel, de várias maneiras, mais perigoso”, revelou. Segundo Baker, o grande triunfo de Pascal como o protagonista da adaptação é a fisicalidade, um aspecto impossível de ser explorado no jogo: “Quando você está se costurando com balas e facadas, não pode dizer: ‘Ai, minha mão ainda dói’. Mas na série poderíamos dizer ‘Eu quebrei minha mão e ela está machucada’, com o personagem permanecendo nesse estado durante meses. Para mim, isso é algo que ajuda a fundamentar a história e apresentá-la de uma forma muito tangível para um público totalmente novo”. Troy Baker, um dos nomes mais famosos na dublagem de games dos EUA, foi a voz de Joel no primeiro videogame de 2013, na fase final do PlayStation 3, e na continuação de 2020. Na versão brasileira, Joel é dublado por Luiz Carlos Persy, que também empresta a sua voz para a versão televisiva do personagem na dublagem nacional da série. O diretor de criação e roteirista do jogo, Neil Druckmann, ao desenvolver o protagonista da história, teve como uma de suas inspirações o personagem Llewelyn Moss, do filme “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007). Moss, um veterano da Guerra do Vietnã vivido por Josh Brolin (“Deadpool 2”) no longa dos irmãos Ethan Coen e Joel Coen, é uma figura bastante fria e dura. No entanto, a interpretação de Troy Baker trouxe outras nuances para Joel, deixando o personagem mais emotivo, embora ainda durão. Afinal, apesar do estereótipo de norte-americano rústico, Joel consegue despertar empatia mesmo ao agir de maneira moralmente questionável. Pedro Pascal, que vem se especializando em papéis de figuras paternas ao acaso, como fez em “The Mandalorian”, vem mostrando uma interpretação afinada com a de Troy Baker. Até mesmo o sotaque texano empregado pelo dublador no jogo aparece na atuação de Pascal. No entanto, existem também diferenças, que parecem uma maneira de evitar replicar o jogo na série. Enquanto nos videogames Joel parece mais insensível e amargurado após a perda da filha, a versão de Pascal se mostra menos indiferente ao mundo e às pessoas ao seu redor, apesar de sua visível amargura. Outra diferença notável é o seu relacionamento com Tess. Enquanto no jogo ela é apenas uma parceira de negócios, a série mostra também um envolvimento mais íntimo. O último episódio da 1ª temporada da série vai ao ar no próximo domingo (12/3) na HBO e na HBO Max.

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    Trailer da temporada final de “Succession” mostra família Roy em pé de guerra

    2 de março de 2023 /

    A HBO divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada da série “Succession”, que vai encerrar a série premiada. A prévia destaca a união da “aliança rebelde” da “nova geração de Roys” contra o próprio pai, além de traições dentre a família Roy. A série criada por Jesse Armstrong gira em torno do dono do império de mídia Logan Roy (Brian Cox) e seus quatro filhos crescidos, Kendall (Jeremy Strong), Siobhan (Sarah Snook), Roman (Kieran Culkin) e Connor (Alan Ruck). O chefão da HBO, Casey Bloys, sustentou por muito tempo que a decisão de encerrar ‘Succession’ seria inteiramente de Armstrong, já que o executivo tem um histórico de deixar os criativos determinarem o que é melhor para a história. E o produtor resolveu que agora era a hora. A última temporada vai se passar em meio a discussões de venda do conglomerado de mídia Waystar Royco para o visionário da tecnologia Lukkas Matsson (Alexander Skarsgard), e a perspectiva dessa negociação provoca angústia existencial e divisão entre os Roys, fazendo a luta pelo poder voltar a ganhar força. O elenco da 4ª temporada também incluiu Matthew Macfadyen (“O Soldado que Não Existiu”), Nicholas Braun (“Zola”), J. Smith-Cameron (“Margaret”), Peter Friedman (“Mulher Solteira Procura”), David Rasche (“Teias da Alma”), Fisher Stevens (“Awake: A Vida Por Um Fio”), Hiam Abbass (“Blade Runner 2049”) e Justine Lupe (“Mr. Mercedes”). Os novos episódios estreiam em 26 de março.

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    Rolling Stone ataca série de The Weeknd após ser ridicularizada: “Te incomodamos?”

    2 de março de 2023 /

    A revista Rolling Stone publicou uma matéria polêmica sobre os bastidores de “The Idol”, série desenvolvida e estrelada por The Weeknd, que vai estrear este ano na HBO. Em “The Idol”, The Weeknd interpreta um guru de autoajuda que atrai uma artista em ascensão (Lily-Rose Depp, a filha de Johnny Depp) e a leva para o submundo perigoso de Los Angeles. A Rolling Stone diz ter ouvido 13 fontes anônimas envolvidas na produção que descrevem a série como “fora de controle”. Segundo testemunhos publicados pela revista, desde que Sam Levinson (o criador de “Euphoria”) assumiu o comando da série, a história foi desvirtuada. Ele escreveu várias cenas de sexo violentas e perturbadoras, inclusive com fetichização de estupro. “Era uma fantasia de estupro que qualquer homem tóxico teria. Era como ler pornografia de tortura sexual”, revelou uma das fontes anônimas, o que inspirou o título original da reportagem: “’The Idol’: How HBO’s Next ‘Euphoria’ Became Twisted ‘Torture Porn’” (The Idol: como a nova ‘Euphoria’ da HBO se tornou ‘pornô de tortura’ pervertido). As fontes envolvidas em “The Idol” contam que a série se tornou degradante após a saída de Amy Seimetz (“The Girlfriend Experience”), encarregada original de desenvolver o projeto do cantor, e culpam Levinson. Além disso, as mudanças criativas elevaram o orçamento, fazendo a HBO desperdiçar cerca de US$ 75 milhões em regravações – o que não teria sido bem visto internamente. A Rolling Stone cita dois rascunhos de cenas criadas por Sam Levinson que chocaram a equipe. Em uma das cenas, The Weeknd deveria bater no rosto de Lily-Rose Depp, enquanto ela pediria para ser mais espancada e ele ficaria excitado. Já em outra cena, ela deveria carregar um ovo na vagina: se o ovo caísse, o personagem de The Weeknd não a estupraria. Estas cenas, porém, não estão na série e nunca foram gravadas. Segundo The Weeknd foi outra cena, que realmente está na série, que teria motivado a reportagem da revista. O cantor a publicou na íntegra em suas redes sociais em resposta à publicação, perguntando: “Te chateamos?” Na cena, o personagem interpretado pelo cantor debocha de uma proposta de capa da revista, dizendo que ela é “insignificante”. Seu personagem aparece ao lado de Lily Rose Depp enquanto recusa a oferta de seu relações públicas, interpretado por Dan Levy (“Schitt’s Creek”), de colocar a cantora na capa da publicação. “Eles não são meio irrelevantes?”, diz o The Weeknd. “Eu sinto que essa revista pode ter passado do seu auge“, complementa a personagem de Rose Depp. “Ninguém liga para a Rolling Stone”, conclui o guru. Para comprovar seu ponto, o personagem de The Weeknd procura o Instagram da revista no celular e compara: “A Rolling Stone tem 6 milhões de seguidores no Instagram, metade deles provavelmente bots. E Jocelyn tem 78 milhões de seguidores, todos reais, eu diria. Então ela faz uma sessão de fotos, ela os marca, eles conseguem seus seguidores. Mais dinheiro para a Rolling Stone, nada para Jocelyn.” A revista Variety, que faz parte da mesma empresa da Rolling Stone, apurou que nenhuma das fontes da revista viu o produto acabado. A HBO também está contestando a reportagem, especialmente a parte que acusa a produção de enfrentar turbulência devido a um ambiente de trabalho ruim, roteiros reescritos de última hora e questões orçamentárias. Para completar, Lily-Rose Depp emitiu um comunicado defendendo Levinson: “Sam é, por muitas razões, o melhor diretor com quem já trabalhei. Nunca me senti tão apoiada ou respeitada em um espaço criativo, minhas contribuições e opiniões foram mais valorizadas. Trabalhar com Sam é uma verdadeira colaboração em todos os sentidos – é importante para ele, mais do que tudo, não apenas o que seus atores pensam sobre o trabalho, mas como nos sentimos ao interpretá-lo. Ele contrata pessoas cujo trabalho valoriza e sempre criou um ambiente em que me senti vista, ouvida e apreciada.” Além da dupla protagonista, o elenco da atração também conta com Suzanna Son (“Red Rocket”), Melanie Liburd (“This is Us”), Tunde Adebimpe (“O Casamento de Rachel”), Steve Zissis (“Togetherness”), Elizabeth Berkley Lauren (“CSI: Miami”), Nico Hiraga (“Moxie”), Anne Heche (“Spread”) – em seu último papel – e os cantores Troye Sivan e Jennie Kim (do grupo sul-coreano BLACKPINK). “The Idol” ainda não tem data de estreia definida. .@RollingStone did we upset you? pic.twitter.com/Uyx06lyRgx — The Weeknd (@theweeknd) March 1, 2023

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    Zendaya pode ganhar US$ 1 milhão por episódio de “Euphoria”

    28 de fevereiro de 2023 /

    A atriz Zendaya pode se tornar uma das estrelas de TV mais bem pagas de Hollywood. De acordo com o Puck News, a atriz pode receber US$ 1 milhão por cada episódio da série “Euphoria”. Caso essa negociação se concretize, Zendaya, que tem 26 anos, vai se tornar a atriz mais jovem a atingir esse salário. Criada por Sam Levinson (“País da Violência”), “Euphoria” é um dos maiores sucessos da HBO. A série é um drama juvenil bastante realista que mostra a rotina de Rue Bennett (Zendaya), uma estudante do ensino médio que luta contra o abuso de substâncias após a morte de seu pai. O papel já rendeu a Zendaya dois Emmys. O primeiro, em 2020, quando tinha 24 anos e se tornou a atriz mais jovem a ser premiada na categoria principal de atuação em série de drama. O segundo foi em 2022, fazendo dela a primeira mulher negra a vencer dois prêmios Emmy consecutivos de Melhor Atriz. “Meu maior desejo para ‘Euphoria’ era que pudesse ajudar a curar as pessoas”, disse Zendaya ao receber seu segundo troféu. “Só quero dizer obrigada a todos que compartilharam suas histórias comigo. Quero que saibam que qualquer pessoa que tenha amado uma Rue ou sinta que é uma Rue, quero que saibam que sou muito grata por suas histórias, e eu as carrego comigo, e eu as carrego com ela”. Ao receber US$ 1 milhão por episódio, Zendaya estará numa posição financeira muito mais favorável do que sua colega de elenco, Sydney Sweeney, que já declarou publicamente as dificuldades financeiras envolvidas no seu trabalho. “Se eu quisesse tirar uma pausa de seis meses, não teria renda para cobrir isso”, disse ela ao Hollywood Reporter. “Não tenho alguém me apoiando, não tenho ninguém a quem recorrer para pagar minhas contas ou pedir ajuda”. Zendaya se juntará ao seleto grupo de atores que ganharam US$ 1 milhão por episódio. Esse grupo conta com elenco de principal de “Friends” em sua última temporada, o elenco principal de “Game of Thrones”, Nicole Kidman e Reese Witherspoon por “Big Little Lies”, Elisabeth Moss em “Shining Girls” e Kerry Washington, que estrelou e co-produziu “Pequenos Incêndios Por Toda Parte”.

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    “Succession” vai acabar na 4ª temporada

    24 de fevereiro de 2023 /

    O drama atual mais premiado da HBO vai acabar neste ano. O criador e showrunner de “Succession”, Jesse Armstrong, revelou que a 4ª temporada da série, que começará a ser exibida em 26 de março, marcará o fim da atração. A notícia foi dada em primeira mão à revista New Yorker, durante uma entrevista com Armstrong publicada na quinta (23/2). No artigo, o produtor diz que “há uma indicação no título de ‘Succession’. Nunca pensei que isso pudesse durar para sempre. O fim sempre esteve presente em minha mente. Desde a 2ª temporada, tenho tentado pensar: é a próxima, ou a seguinte, ou é a seguinte?” “Eu me reuni com alguns de meus colegas escritores antes de começarmos a escrever a 4ª temporada, por volta de novembro/dezembro de 2021, e meio que disse: ‘Olha, acho que talvez deva ser isso. Mas o que vocês acham?’ E criamos vários cenários: poderíamos fazer algumas temporadas curtas ou mais duas temporadas. Ou poderíamos continuar por muito tempo e transformar a série em algo bem diferente, e ser um tipo de série divertida e livre, onde haveria semanas boas e semanas ruins. Ou podemos fazer algo um pouco mais musculoso e completo, e sair meio com força. E essa sempre foi definitivamente a minha preferência.” A notícia acaba com as especulações sobre o final de ‘Succession’, algo que Armstrong vinha provocando desde que o drama satírico estourou como um queridinho da temporada de premiações. “Eu me sinto profundamente em conflito. Eu gosto bastante desse período em que estamos editando – quando toda a temporada está editada – mas ainda não lançamos”, disse Armstrong. “E também gostei bastante do período em que eu e meus colaboradores próximos descobrimos que provavelmente era isso, mas ainda não tínhamos que enfrentar essa decisão publiamente. Foi uma decisão difícil, porque as colaborações – com o elenco, com meus colegas escritores, com Nick Britell e Mark Mylod e os outros diretores – foram muito boas. E sinto que fiz o melhor trabalho que posso, trabalhando com eles. E a HBO tem sido generosa e provavelmente teria feito mais temporadas, e eles foram gentis em dizer ‘A decisão é sua’. Isso é bom, mas também é uma responsabilidade no final – parece bastante perverso parar de fazer a série.” O chefão da HBO, Casey Bloys, sustentou por muito tempo que a decisão de encerrar ‘Succession’ seria inteiramente de Armstrong, já que o executivo tem um histórico de deixar os criativos determinarem o que é melhor para a história. Bloys também afirmou que é improvável que ‘Succession’ ganhe uma série derivada. Ainda assim, Armstrong disse à New Yorker que a porta permanece aberta para revisitar o mundo sedento de poder dos Roys: “Acho que essa história de sucessão que estávamos contando está completa”, disse ele. “Esta é a temporada muscular para esgotar todas as nossas reservas de interesse, e acho que há alguma dor em todos esses personagens que é realmente forte. Mas a sensação de que pode haver algo mais em um mundo aliado, ou personagens aliados, ou com alguns dos mesmos personagens – isso também é forte em mim. Eu alertei o final da série, quando conversei com alguns de meus colaboradores, como: Talvez haja outra parte deste mundo para a qual poderíamos voltar, se houvesse apetite? Talvez haja algo mais que possa ser feito, que aproveite o que tem de bom na maneira como trabalhamos nisso. Então esse é outro sentimento verdadeiro.” Procurada pela imprensa dos EUA, a HBO se recusou a comentar, mas confirmou que a revelação da New Yorker é precisa. “Succession” virou um fenômeno desde sua estreia, quando impressionou o público, a crítica e ganhou o Emmy de Melhor Roteiro (vencido por Armstrong). Ao todo, a série conquistou 13 Emmys (e um total de 102 prêmios diversos), incluindo dois troféus de Melhor Série de Drama por suas 2ª e 3ª temporadas. Por conta disso, foi considerado um sucessor dos programas de prestígio da HBO, após a conclusão dos multipremiados “Game of Thrones” e “Veep”. A série acompanha as disputas de uma família pelo controle de um poderoso conglomerado de mídia – supostamente inspirada pelos herdeiros da Fox. Com produção do cineasta Adam McKay (“Não Olhe para Cima”), o elenco destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel do chefe da família Roy, um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria diante da ganância dos filhos, que são vividos por Jeremy Strong (“Detroit em Rebelião”), Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (do clássico “Curtindo a Vida Adoidado”). Veja abaixo o trailer da 4ª e última temporada.

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    HBO desiste de reviver “True Blood” e “A Sete Palmos”

    22 de fevereiro de 2023 /

    A HBO não vai mais reviver as séries “True Blood” e “A Sete Palmos” (Six Feet Under). A revelação foi feita pelo chefão do canal, Casey Blois, em entrevista publicada nesta quarta (22/2) na revista Variety. De acordo com Bloys, o revival de “A Sete Palmos” nunca passou da fase de pitching – apresentação de ideias. Entretanto, ele confirmou o desenvolvimento do remake de “True Blood”, observando que alguns roteiros foram escritos, “mas nada que parecesse ter chegado lá” em termos de despertar interesse. As duas séries foram criadas por Alan Ball. “A Sete Palmos” foi exibida pela HBO entre 2001 e 2005, período em que se tornou um dos primeiros hits do canal. Ela entrou para a história da televisão graças a seu capítulo final, considerado por muitos críticos como o melhor final de série de todos os tempos. A notícia da nova produção tinha agradado quem achava o fim original perfeito. A série girava em torno da Família Fisher, dona de uma funerária em Los Angeles, mostrando seus problemas afetivos em meio a velórios e funerais. Misturando dramaticidade mórbida com tom de comédia sombria, a atração teve cinco temporadas, totalizando 63 episódios com um elenco fantástico, que destacava Michael C. Hall (“Dexter”), Peter Krause (“9-1-1”), Lauren Ambrose (“Servant”), Frances Conroy (“American Horror Story”), Mathew St. Patrick (“Sons of Anarchy”), Freddy Rodriguez (“Bull”) e Rachel Griffiths (“Brothers and Sisters”), além de incluir participações recorrentes de Richard Jenkins (“A Forma da Água”), Jeremy Sisto (“FBI”), Justina Machado (“One Day at a Time”), Lili Taylor (“Perry Mason”), James Cromwell (“O Artista”), Ben Foster (“A Qualquer Custo”), Kathy Bates (“American Horror Story”), Peter Facinelli (“Crepúsculo”) e Rainn Wilson (“The Office”). Já “True Blood” era uma série de vampiros estrelada por Anna Paquin, Stephen Moyer e Alexander Skarsgard, que durou sete temporadas entre 2008 e 2014. O projeto em desenvolvimento era uma nova adaptação dos livros de Charlaine Harris, que inspiraram a série original, que tinha à frente o roteirista-produtor Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e “Aventuras Sombrias de Sabrina”. Ele escreveu o roteiro do piloto com a roteirista Jami O’Brien (criadora “NOS4A2”). A negativa foi a segunda derrota de Aguirre-Sacasa em emplacar uma série de vampiros contemporânea, após “The Brides”, sobre as três “Noivas de Drácula”, ter seu piloto rejeitado na rede ABC.

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  • Série

    Próximo episódio de “The Last of Us” vai explorar as origens de Ellie

    20 de fevereiro de 2023 /

    Depois de seis semanas, “The Last of Us” vai finalmente dar a Ellie (Bella Ramsey) uma história de origem. A prévia do próximo episódio mostrou a criação de Ellie na Zona de Quarentena. O trailer do episódio 7 também mostra Riley, personagem vivida por Storm Reid, que era a melhor amiga de Ellie, tanto na série de videogames quanto na série. A julgar pela prévia, os espectadores poderão ver como foi a interação de Ellie com seu primeiro Clicker e como ela descobriu que poderia ser a cura para o surto. O showrunner de “The Last of Us”, Craig Mazin, há muito tempo provoca a chegada de Riley, confirmando até mesmo que veremos como Ellie entrou em contato pela primeira vez com Marlene (Merle Dandridge). “O que aconteceu com Ellie? E quem é Riley? E por que Marlene foi a pessoa que as encontrou? E, também, como Marlene sabe o nome de Ellie, e o que isso significa, que Marlene a colocou lá?”, brincou o co-criador da série e showrunner Craig Mazin no podcast de “Last of Us” no início deste ano. “Há uma rica história que estamos insinuando que se tornará perfeitamente clara e clara à medida que a temporada avança.”

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    Bella Ramsey avisa homofóbicos que “The Last of Us” vai ficar cada vez mais queer

    13 de fevereiro de 2023 /

    A atriz Bella Ramsey, intérprete da personagem Ellie na série “The Last of Us”, mandou um recado para os trolls da internet que têm reclamado das temáticas LGBTQIA+ apresentadas na série: “Acostumem-se com isso”. A fala de Ramsey foi uma resposta a um caso recente, quando um grupo de ditos “fãs” do game, que originou a atração, bombardeou o site IMDb com avaliações negativas do 3º episódio da série, sobre a relação homossexual entre os personagens Bill (Nick Offerman) e Frank (Murray Bartlett). Em entrevista à revista GQ UK, a atriz afirmou que as pessoas precisam se acostumar a ver esse tipo de conteúdo, ou não vão aproveitar a série. Ela disse que visitou a sala dos roteiristas da 2ª temporada de “The Last of Us” e afirmou que a série deve continuar a “seguir de perto o enredo dos jogos”. Isso significa que sua personagem, Ellie, provavelmente terá um relacionamento com uma mulher chamada Dina (conforme acontece no jogo). “Existem algumas partes com Ellie sozinha, provavelmente, mas eu gosto do fato de que ela também tem [Dina] agora”, disse Ramsey sobre a sequência do videogame, “The Last of Us Part II”, que servirá como base para a 2ª temporada da série. A sequência também apresenta um adolescente transgênero chamado Lev. Antecipando uma reação negativa dos trolls, Ramsey disse que não está “particularmente ansiosa com isso”. “Eu sei que as pessoas vão pensar o que quiserem pensar. Mas eles vão ter que se acostumar com isso. Se você não quer assistir à série porque tem histórias gays, porque tem um personagem trans, isso é com você e é você que está perdendo. Não vai me deixar com medo. Eu acho que isso vem de um lugar de desafio”. Ramsey anunciou em uma entrevista ao The New York Times em janeiro passado que se identifica como uma pessoa não-binária. Durante a conversa com a GQ, ela revelou que seu colega de elenco, Pedro Pascal, foi “super favorável” à sua decisão. A irmã de Pascal é transgênero. Ramsey disse que, nos intervalos das filmagens, os dois frequentemente discutiam a identidade sexual. “E nem sempre eram [conversas] profundas”, contou ela. “Elas podem ser engraçadas e bem-humoradas, todo o espectro. Nós éramos muito honestos e abertos um com o outro.” Ramsey acrescentou que aceita todos os pronomes, como “ela” ou “elu”, mas há certas descrições que não suporta. “Isso é o que me incomoda mais do que os pronomes: ser chamada de ‘mulherzinha’ ou ‘jovem poderosa’, ‘jovem mulher’, mas eu não sou [isso]”, disse ela. “[Em] ‘Catarina, a Menina Chamada Passarinha’, eu usava vestidos. [Em] ‘Becoming Elizabeth’, eu estava em um espartilho. E eu me senti superpoderosa nisso. Interpretar essas personagens mais femininas é uma chance de ser algo tão oposto a mim, e é muito divertido.” “The Last of Us” está sendo exibida na HBO e na HBO Max. Veja abaixo o trailer do próximo episódio, que irá ao ar no domingo (19/2).

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  • Série

    Joel reencontra irmão no teaser do próximo episódio de “The Last of Us”

    13 de fevereiro de 2023 /

    A HBO divulgou um teaser do sexto episódio de “The Last of Us”, que mostra o aguardado reencontro de Joel (Pedro Pascal) com o irmão Tommy (Gabriel Luna). Os dois se separaram após o começo da pandemia apocalíptica apresentada no primeiro capítulo da série. E Joel passou os cinco episódios anteriores buscando um modo de ir ao encontro do irmão, acreditando que ele corria perigo por deixar de se comunicar durante uma missão distante. Baseada num game premiado de aventura e tiro ao “zumbi”, a série se passa num futuro pós-apocalíptico, depois que um fungo mortal destruiu quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que se mostra resistente à infecção e pode representar a cura, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Para a adaptação, o produtor-roteirista Craig Mazin (“Chernobyl”) se juntou ao criador do game, Neil Druckman, e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais, que assinam a direção dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). O próximo episódio, intitulado “Kin”, será exibido no domingo (19/2) na HBO e na HBO Max.

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    Vídeo de “The Last of Us” revela química incrível de Pedro Pascal e Bella Ramsey

    12 de fevereiro de 2023 /

    A HBO Max divulgou um vídeo com Pedro Pascal e Bella Ramsey, intérpretes de Joe e Bella em “The Last of Us”, respondendo perguntas pessoais. Mas em vez de curiosidades, o que o vídeo realmente revela é a química incrível da dupla de atores. Os dois brincam entre si, demonstram curiosidade real sobre a carreira do colega, fazem revelações autodepreciativas e riem o tempo inteiro. O bom relacionamento ajuda a explicar o sucesso da parceria na tela, responsável por fazer a audiência de “The Last of Us” subir sem parar, a cada novo episódio exibido. Baseada num game premiado de aventura e tiro ao “zumbi”, a série se passa num futuro pós-apocalíptico, depois que um fungo mortal destruiu quase toda a civilização, afetando o cérebro dos infectados, que aos poucos se tornam monstros. A trama segue o contrabandista Joel (o astro de “The Mandalorian”, Pedro Pascal), contratado para levar Ellie (Bella Ramsey, de “Game of Thrones), uma adolescente de 14 anos que se mostra resistente à infecção e pode representar a cura, de uma zona de quarentena para uma organização que trabalha para acabar com a pandemia. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Para a adaptação, o produtor-roteirista Craig Mazin (“Chernobyl”) se juntou ao criador do game, Neil Druckman, e alinhou um trio de cineastas consagrados em festivais internacionais, que assinam a direção dos episódios: o russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), a bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, drama vencedor do Spirit Award de Melhor Filme Internacional) e o iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). O próximo episódio será exibido no domingo que vem (19/2) na HBO e na HBO Max.

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