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    CEO da WarnerMedia alimenta rumor sobre volta de Harry Potter

    4 de março de 2021 /

    O rumor de uma série live-action de Harry Potter voltou a ganhar força, desta vez alimentado pelo próprio CEO da WarnerMedia, Jason Kilar, durante uma conferência para acionistas. “Existe essa coisa chamada ‘Harry Potter’, que é uma de nossas franquias mais amadas. Somos incrivelmente gratos pela parceria com J.K. Rowling, então diria que há muita diversão e potencial nisso”, disse Kilar, claramente aludindo a novos projetos. Originalmente, a WarnerMedia tinha negado a existência de uma série sobre o bruxinho e seus amigos. “Não há série de ‘Harry Potter’ em desenvolvimento no estúdio ou na plataforma de streaming”, disse a empresa em comunicado, após o site The Hollywood Reporter revelar que roteiristas estavam sendo sondados para o projeto. No momento do comunicado, nenhum contrato tinha sido assinado. Além de uma série na HBO Max, circulam especulações sobre um novo filme baseado em “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”, peça de teatro escrita por Rowling que dá sequência à trama original. Os sete livros de “Harry Potter” já foram adaptados em oito filmes da Warner Bros., entre 2001 e 2011. Mas o universo do personagem ainda continua a ser explorado no cinema. A autora J.K. Rowling assina a franquia derivada “Animais Fantásticos”, que atualmente filma seu terceiro longa.

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    Annie Awards: Soul e Wolfwalkers lideram indicações do “Oscar da animação”

    3 de março de 2021 /

    O Annie Awards, prêmio mais importante da animação, considerado o Oscar do gênero, divulgou a lista de indicados para sua 48ª edição. A disputa pelos principais troféus destaca “Soul”, da Disney+, e “Wolfwalkers” da Apple TV+, empatados com o maior número de indicações. Cada um teve 10 nomeações. “Wolfwalkers”, entretanto, não entrou na disputa do Melhor Longa Animado, concorrendo na categoria alternativa de Melhor Animação Independente. Os cinco título indicados a Melhor Longa Animado do ano tem, inclusive, dobradinha da produtora Pixar, da Disney. Além de “Soul”, “Dois Irmãos” também concorre ao prêmio, junto com duas continuações da DreamWorks, “Os Croods 2: Uma Nova Era” e “Trolls 2”. A lista se completa com “Os Irmãos Willoughby”, da Netflix. Entre as séries, as mais lembradas foram “She-Ra e as Princesas do Poder” (DreamWorks/Netflix), “Star Wars: The Clone Wars” (Lucasfilm/Disney+) e “Harley Quinn” (Warner/HBO Max), a série da Arlequina. Confira abaixo os indicados às 11 principais categorias da premiação, que premia mais de 30 categorias diferentes (incluindo curtas, comerciais de TV, filmes universitários e animação computadorizada em longas live-action). Melhor Longa-Metragem Animado Dois Irmãos (Pixar) Soul (Pixar) Os Croods 2: Uma Nova Era (DreamWorks) Os Irmãos Willoughby (Netflix/Creative Wealth Media) Trolls 2 (DreamWorks) Melhor Animação Independente Shaun o Carneiro: A Fazenda Contra-Ataca (Aardman/Netflix) Calamity Jane (Maybe Movies) On-Gaku: Our Sound (Rock’n Roll Mountain) Ride Your Wave (Science Saru) Wolfwalkers (Cartoon Saloon / Melusine) Melhor Produção Animada de TV – Pré-escolar Buddi (Unanico Group) Muppet Babies (Oddbot/Disney Junior) Stillwater (Gaumont/Scholastic) Paddington (Blue-Zoo Animation/Nickelodeon) Xavier Riddle and the Secret Museum (9 Story/Brown Bag Films) Melhor Produção Animada de TV – Infantil Hilda (Silvergate/Netflix) O Despertar das Tartarugas Ninja (Nickelodeon) She-Ra e as Princesas do Poder (DreamWorks) Star Wars: The Clone Wars (Lucasfilm) Victor e Valentino (Cartoon Network Studios) Melhor Produção Animada de TV – Geral Close Enough (Cartoon Network Studios) Primal (Cartoon Network Studios) Harley Quinn (Warner Bros. Animation) Rick e Morty (Adult Swim) The Midnight Gospel (Titmouse/Netflix) Melhor Direção em Série Animada Primal – Genndy Tartakovsky Great Pretender – Hiro Kaburagi Mao Mao: Heróis de Coração Puro – Michael Moloney O Despertar das Tartarugas Ninja – Alan Wan O Mundo Maravilhoso de Mickey Mouse – Eddie Trigueros Melhor Direção em Filme Animado Calamity Jane – Rémi Chayé A Caminho da Lua – Glen Keane Ride Your Wave – Masaaki Yuasa Soul – Pete Docter e Kemp Powers Wolfwalkers – Tomm Moore e Ross Stewart Melhor Trilha Sonora em Série Animada Blood of Zeus (Powerhouse Animation/Netflix) Mira Royal Detective (Wild Canary/Disney Junior) Star Trek: Lower Decks (CBS/Titmouse) Star Wars: The Clone Wars (Lucasfilm) The Tiger That Came to Tea (Lupus Films) Melhor Trilha Sonora em Filme Animado Dois Irmãos (Pixar) A Caminho da Lua (Netflix/Glen Keane Productions) Soul (Pixar Animation Studios) Os Irmãos Willoughby (Netflix/Creative Wealth Media) Wolfwalkers (Cartoon Saloon/Melusine) Melhor Roteiro de Série Animada Big Mouth (Netflix) O Mundo de Greg (Cartoon Network Studios) Fancy Nancy (Disney Television Animation) Harley Quinn (Warner Bros. Animation) She-Ra e as Princesas do Poder (DreamWorks) Melhor Roteiro de Filme Animado Shaun o Carneiro: A Fazenda Contra-Ataca (Aardman/Netflix) Dois Irmãos (Pixar) A Caminho da Lua (Netflix/Glen Keane Productions) Soul (Pixar) Wolfwalkers (Cartoon Saloon/Melusine)

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    Ray Fisher volta a acusar produtores e presidente da Warner Bros. de racismo

    2 de março de 2021 /

    Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, voltou a acusar produtores e o presidente da Warner Bros. Pictures de racismo. Ele repetiu denúncias que já tinha feito em outubro sobre mudanças racialmente motivadas nas refilmagens daquele filme, sob comando do diretor Joss Whedon. E acusa especificamente Geoff Johns, roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”, além de criador das séries “The Flash” e “Stargirl”, por ter ajudado a reescrever o filme com Joss Whedon para diminuir a importância dos personagens negros da trama. Alguns foram até eliminados na versão refeita por Whedon, que foi exibida nos cinemas em 2017. “Quando se trata de questões raciais, sempre tento dar o benefício da dúvida para quem pode não saber de seus privilégios. Mas quando executivos do estúdio (especialmente Geoff Johns) dizem ‘não podemos ter um homem negro raivoso no centro do filme’, e depois usam seu poder para tirar TODAS as pessoas negras do filme, eles não têm mais o benefício da dúvida”, escreveu Fisher. O ator ainda alertou para tentativas de colocar toda a culpa em Joss Whedon e no ex-presidente do estúdio, Kevin Tsujihara, teriam o objetivo de livrar os demais. Ray Fisher afirma que os executivos, incluindo o produtor Jon Berg e o presidente do estúdio, Toby Emmerich, sabiam que os diálogos dessa conversa, testemunhada por terceiros, eram “ofensivos, discriminatórios e inaceitáveis” — e supostamente por isso não havia pessoas negras presentes nas reuniões. “Eles escolhiam o caminho covarde do gaslighting — e com pedidos extremamente problemáticos, pedindo que eu ‘interpretasse o Ciborgue como o Corcunda de Notre Dame’ e exigindo que uma cena fosse regravada para destacar a existência do pênis do Ciborgue”, exemplificou. O ator finaliza recomendando o resgate da visão original do diretor Zack Snyder para o filme. “A ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder prova, e se opõe, a essa discriminação”. Fisher tem atacado continuamente a Warner Bros. desde o verão norte-americano passado, alegando ter sido maltratado por Joss Whedon no set das refilmagens de “Liga da Justiça”, com apoio dos produtores do filme. Ele diz que teria sido ameaçado ao se queixar do diretor e coagido a abandonar algumas das acusações após o caso se tornar público. Whedon entrou na produção após Snyder filmar a maior parte de “Liga da Justiça”. O diretor original precisou se afastar do longa devido a uma tragédia pessoal e a Warner aproveitou para substitui-lo na pós-produção pelo responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”. O substituto refez mais de 70% do filme. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou, tardiamente, as acusações de Fisher sobre os bastidores das refilmagens, que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da Warner. A WarnerMedia, empresa de entretenimento que inclui a Warner Bros. Pictures entre suas marcas, encomendou uma investigação independente para chegar ao fundo da questão. Ao mesmo tempo, Whedon se afastou (ou foi afastado) da produção de “The Nevers”, uma série que desenvolvia para a HBO. Mas Fisher não se deu por contente e também pediu a cabeça dos produtores do filme, do presidente da Warner Bros. Pictures e do presidente da DC Films, Walter Hamada, que só assumiu seu cargo após a estreia de “Liga da Justiça”. Segundo Fisher, Hamada teria tentado convencê-lo a não incluir Geoff Johns nas acusações, devido aos muitos projetos do produtor-roteirista na companhia. Em comunicado, a Warner e a responsável pela investigação, a ex-juíza federal Katherine B. Forrest, pronunciaram-se em defesa de Hamada. “Estou desapontada com as constantes declarações públicas que sugerem que Walter Hamada interferiu de alguma forma na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não interferiu. Eu o entrevistei extensivamente em mais de uma ocasião e especificamente o entrevistei sobre sua interação muito limitada com o Sr. Fisher. Achei o Sr. Hamada confiável e acessível. Concluí que ele não fez nada que impedisse ou interferisse na investigação. Pelo contrário, as informações que forneceu foram úteis e ajudaram a avançar a investigação”, disse Forrest. Apesar da reprimenda pública, Fisher não pediu desculpas para a Hamada. Ao contrário, no novo “comunicado” sobre o caso, ele exigiu suas desculpas “aos participantes da investigação”. Please Read. A>E pic.twitter.com/C6PjkBLlDE — Ray Fisher (@ray8fisher) March 2, 2021

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    Tom & Jerry supera críticas negativas com segunda maior estreia da pandemia nos EUA

    28 de fevereiro de 2021 /

    O lançamento de “Tom & Jerry – O Filme” conquistou a segunda maior bilheteria de estreia da América do Norte desde que os cinemas reabriram, durante a pandemia, em agosto passado. O filme faturou US$ 14,1 milhões em 2,4 mil cinemas, perdendo apenas para outro título da Warner Bros., “Mulher Maravilha 1984”, que arrecadou US$ 16,4 milhões durante o Natal. O detalhe é que ambos os filmes foram lançados simultaneamente em streaming, na plataforma HBO Max. O sucesso dos filmes da Warner contraria previsões pessimistas sobre seu desempenho cinematográfico com a disponibilização online. Nenhum outro filme lançado nos últimos 10 meses foi capaz de ultrapassar a marca de US$ 10 milhões em sua estreia no mercado doméstico, incluindo os sucessos “Os Croods 2: Uma Nova Era” (US$ 9,7 milhões) e “Tenet” (US$ 9,35 milhões). No exterior, onde “Tom & Jerry” foi exibido apenas nos cinemas, o filme fez mais US$ 25,1 milhões, somando ao todo US$ 38,8 milhões. Um bom começo para uma produção de Hollywood durante a pandemia, apesar do orçamento salgado de US$ 79 milhões. Contrastando com os números positivos, a reação da crítica ao filme foi completamente negativa. O híbrido de animação e live-action, dirigido pelo veterano Tim Story (“Quarteto Fantástico”), recebeu apenas 25% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. “Desesperadamente sem graça”, definiu o crítico do Vulture/New York Magazine. O 2ª lugar nas bilheterias norte-americanas ficou com “Os Croods 2: Uma Nova Era”, que fez US$ 1,2 milhões após impressionantes dois meses em cartaz – e apesar de também estar disponível online. O desempenho desses dois filmes sugere que as produções voltadas ao público infantil são as únicas capazes de atrair grande volume de espectadores aos cinemas durante a atual crise sanitária. Outro detalhe interessante no relatório divulgado pela Warner à imprensa é que as vendas de ingressos de “Tom and Jerry” foram impulsionadas pelo aluguel de cinemas particulares, que foram fechados para receber poucas famílias por vez. E as famílias, ao contrário da crítica, aprovaram o filme, dando nota A- no CinemaScore (pesquisa feita com o público na saída dos cinemas).

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    Ray Fisher é confrontado pela Warner após voltar a sugerir racismo do estúdio

    28 de fevereiro de 2021 /

    O ator Ray Fisher voltou a acusar a Warner Bros. de racismo, via Twitter, ao insinuar que a contratação do roteirista negro Ta-Nehisi Coates para escrever uma nova versão da franquia Superman com JJ Abrams seria uma forma de causar distração e sepultar suas acusações contra Walter Hamada, presidente da DC Films. “Vocês se lembram daquela vez que Walter Hamada e a Warner Bros. Pictures tentaram destruir a credibilidade de um negro e deslegitimar publicamente uma investigação muito séria, com mentiras na imprensa?”, Fisher tuitou. “Mas ei, Superman Negro…” As novas declarações de Fisher, que já chegou a sugerir que até o presidente da WB, Toby Emmerich, era racista, fizeram o estúdio responder prontamente. Fisher tem atacado continuamente a Warner Bros. desde o verão norte-americano passado, alegando ter sido maltratado por Joss Whedon no set das refilmagens de “Liga da Justiça”, com apoio dos produtores do filme. Ele teria sido ameaçado ao se queixar do diretor e coagido a abandonar algumas das acusações após o caso se tornar público. Quem ele diz que o ameaçou foi Geoff Johns, produtor de “Liga da Justiça” – além de criador das séries “The Flash”, “Titãs” e “Stargirl”, e roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”. Pela importância de Johns para a DC, Walter Hamada teria tentado tentado convencer o ator a não envolver o produtor em suas acusações. Pelo menos, é isto que Fisher afirma, acusando pessoas acima desses executivos por protegê-los em meio ao escândalo. Fisher alega que a investigação interna, que teria resultado no afastamento de Whedon do estúdio, sofreu tentativa de influência por integrantes da chefia da Warner, inclusive de seu alvo declarado, Walter Hamada. Aparentemente, a Warner cansou de deixar essas acusações sem resposta. Após o novo tuíte, o conglomerado de mídia que contém a Warner Bros. Pictures emitiu um comunicado oficial e ainda promoveu uma manifestação do responsável pela investigação dos bastidores de “Liga da Justiça”, que contestam frontalmente as afirmações do ator. “Mais uma vez, há falsas declarações sendo feitas sobre nossos executivos e nossa empresa em torno da recente investigação de ‘Liga da Justiça’. Como afirmamos antes, uma investigação ampla e completa de terceiros foi conduzida. Nossos executivos, incluindo Walter Hamada, cooperaram plenamente, não foram encontradas evidências de qualquer interferência, e a Warner Bros. não mentiu na imprensa. É hora de parar de dizer o contrário e avançar de forma produtiva”, diz o texto da WarnerMedia. A declaração foi amparada por uma manifestação individual de Katherine B. Forrest, a investigadora e ex-juíza federal que chefiou a investigação feita após as acusações de Fisher. “Estou desapontada com as constantes declarações públicas que sugerem que Walter Hamada interferiu de alguma forma na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não interferiu. Eu o entrevistei extensivamente em mais de uma ocasião e especificamente o entrevistei sobre sua interação muito limitada com o Sr. Fisher. Achei o Sr. Hamada confiável e acessível. Concluí que ele não fez nada que impedisse ou interferisse na investigação. Pelo contrário, as informações que forneceu foram úteis e ajudaram a avançar a investigação”. Ray Fisher reagiu aos comunicados retomando seus ataques nominais a Walter Hamada. “Como eu disse desde o início: Walter Hamada TENTOU interferir na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não teve sucesso porque eu não o permiti. O fato de o investigador fazer uma declaração afirmando que não houve interferência é propositalmente enganoso e desesperador”, ele acusou. Para completar, ainda retuitou sua denúncia original contra Hamada, datada de 4 de setembro. “Para que vocês entenderem melhor o quão fundo isso vai: Depois de falar sobre ‘Liga da Justiça’, recebi um telefonema do presidente da DC Films em que ele tentou jogar Joss Whedon e Jon Berg embaixo do ônibus na esperança de que eu cedesse e não denunciasse Geoff Johns. Eu não vou ceder”. Ironicamente, enquanto fazia esses ataques, o ator também promovia em suas redes sociais a nova versão de “Liga da Justiça”, dirigida por Zack Snyder. Veja abaixo. Do ya’ll remember that time Walter Hamada and @wbpictures tried to destroy a Black man’s credibility, and publicly delegitimize a very serious investigation, with lies in the press? But hey, Black Superman… A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) February 27, 2021 #ZackSnydersJusticeLeague #SnyderCut pic.twitter.com/Kgysywx08U — Zack Snyder (@ZackSnyder) February 27, 2021 As I’ve said from the start: Walter Hamada ATTEMPTED to interfere with the JL investigation. He was unsuccessful in doing so because I did not allow him to. Having the investigator make a statement claiming there was no interference is purposely misleading and desperate. A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) February 27, 2021 For those in the back: https://t.co/bV3wL1HfMZ — Ray Fisher (@ray8fisher) February 28, 2021 My mom is funny. ☺️#ZackSnydersJusticeLeague #Snydercut pic.twitter.com/fFCaN0zfVh — Ray Fisher (@ray8fisher) February 28, 2021

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    Nova Liga da Justiça de Zack Snyder terá lançamento digital em março no Brasil

    26 de fevereiro de 2021 /

    A demora no lançamento da HBO Max no Brasil fez com que o serviço de streaming da WarnerMedia perdesse um dos seus principais atrativos para a concorrência. A esperada versão do diretor Zack Snyder para “Liga da Justiça” será disponibilizada em outras plataformas brasileiras em 18 de março, mesmo dia em que chegará à HBO Max nos EUA. O longa poderá ser visto como vídeo premium sob demanda (PVOD) para locação digital nas lojas Apple TV, NOW, Google Play, Looke, Microsoft Store, Sky Play, Vivo Play e outras. Mas ficará disponível na concorrência apenas até 7 de abril. Quem deixar passar essa janela de três semanas precisará aguardar o lançamento da HBO Max no país, no final de junho, para encontrar o filme em streaming. Intitulada em inglês “Zack Snyder’s Justice League”, a versão do diretor de “Liga da Justiça” tem quatro horas de duração e apresentará cenas, personagens e desfecho diferentes da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas, submetida a refilmagens e edição de Joss Whedon em 2017. Snyder teria aceitado refazer o filme de graça para recuperar o controle sobre a obra e conseguir maior orçamento para efeitos visuais, bem como autorização para filmar duas cenas extras, que não estavam nos planos originais do longa. A maior parte do filme, porém, foi filmada há cerca de quatro anos. Snyder chegou perto de terminar “Liga da Justiça” em 2017, mas precisou se afastar da produção após uma tragédia abalar sua família. Ele acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva do trabalho original. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi desaprovado de forma unânime, com um fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Em meio às controvérsias, a versão de Snyder, batizada pelos fãs de SnyderCut, ganhou status de lenda. Após uma campanha exaustiva nas redes sociais, que dobrou até os executivos da HBO Max, os fãs finalmente terão acesso ao que pediram, podendo comprovar aquilo que acreditavam ou se confrontar com nova frustração diante da edição alternativa de “Liga da Justiça”. O dia da verdade é 18 de março.

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    Nova versão de Liga da Justiça homenageia filha falecida de Zack Snyder

    23 de fevereiro de 2021 /

    O cineasta Zack Snyder incluiu uma homenagem à sua filha falecida na nova edição de “Liga da Justiça”. Autumn Snyder se suicidou aos 20 anos, quando o diretor trabalhava na versão original do filme. Abalado, ele acabou se afastando da produção, sendo substituído por Joss Whedon, que, com aval da Warner, refez tudo o que estava pronto. Quando Snyder retomou o projeto, recebendo carta branca para restaurar sua versão num lançamento da HBO Max, ele rapidamente liberou um teaser ao som de “Hallelujah”, de Leonard Cohen. Muitos consideraram que a canção fazia referência ao “milagre” da materialização do “SnyderCut”. Mas, na verdade, a música foi escolhida por ser a favorita de Autumn. “Hallelujah” também será ouvida no filme, em interpretação da cantora canadense Allison Crowe, amiga da família que cantou a música no funeral de Autumn. Allison, inclusive, já tinha aparecido nos filmes da DC Comics, durante uma cena de “O Homem de Aço”, em 2013. “Quando você pensa sobre a catarse disso…”, disse Snyder, ao revelar a homenagem, em entrevista à revista Vanity Fair. “Se eu fosse um oleiro, teria feito alguma cerâmica para encontrar uma maneira de passar por isso. Mas eu sou um cineasta, então você tem esse filme gigante.” Snyder ainda comentou que, no final do filme, há uma dedicatória para Autumn. “Sem ela, isso absolutamente não teria acontecido.” A morte de Autumn foi “um raio no centro de toda esta saga”, acrescentou Snyder. “E de muitas maneiras, instruiu tudo o que fizemos desde então.” “Zack Snyder’s Justice League”, a versão do diretor de “Liga da Justiça”, com quatro horas de duração, tem lançamento marcado para o dia 18 de março na plataforma HBO Max – que só chega ao Brasil em junho.

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    Coringa e super-heróis aparecem em novas imagens de Liga da Justiça

    22 de fevereiro de 2021 /

    Zack Snyder liberou novas fotos dos bastidores de “Liga da Justiça” para acompanhar sua entrevista publicada na nova edição da revista Vanity Fair. Entre as imagens, destacam-se o Coringa, vivido por Jared Leto, em “pose de Jesus Cristo”, e uma cena que reúne todos os heróis do filme diante da câmera fotográfica do diretor. A coleção, também disponibilizada no Instagram do filme, ainda traz individualmente o Batman de Ben Affleck, o Ciborgue (em traje de captura de performance) de Ray Fisher e a Mera de Amber Heard. São os personagens e respectivos atores que participaram de uma sessão extra de refilmagem especificamente para a nova versão do longa. A estreia de “Zack Snyder’s Justice League” está marcada para o dia 18 de março na plataforma de streaming HBO Max – que só vai chegar no Brasil em junho.

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    Zack Snyder diz que aceitou refazer Liga da Justiça de graça

    22 de fevereiro de 2021 /

    Zack Snyder revelou que nunca assistiu à versão de “Liga da Justiça” refeita por Joss Whedon e que não está recebendo pagamento da Warner para realizar sua versão do filme. Ele contou esses e outros detalhes de seu envolvimento com o longa de super-heróis da DC Comics em uma entrevista para a revista Vanity Fair. Segundo o cineasta, o conselho de não ver o que Whedon fez em “Liga da Justiça” veio de sua mulher, Deborah Snyder, e do diretor Christopher Nolan, ambos produtores do lançamento de 2017. “Eles vieram até mim e disseram: ‘Não assista a esse filme nunca'”, contou. Snyder, que dirigiu uma versão quase completa do filme, precisou se afastar da produção após uma tragédia pessoal. Acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva do trabalho original. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Na entrevista, Snyder diz que, quando estava filmando, perguntava-se “‘Como vou conseguir introduzir seis personagens, mais um alien com potencial de dominação do mundo, dentro de duas horas?’ Acho que teria conseguido, e certamente é possível, porque foi feito. Mas eu não vi”. Ele confirmou a importância do papel dos fãs para levar a Warner a reconsiderar sua visão para o filme. Mas foi preciso esperar o lançamento da HBO Max para isso se concretizar, porque, em seus primeiros contatos, o estúdio só se dispunha a lançar a “versão do diretor” sem realizar nenhum tipo de refilmagem nem finalizar os efeitos especiais incompletos das cenas abandonadas. Snyder recusou. “Obviamente que disse não. Eles queriam fazer isso por três motivos: primeiro, para tirar a internet da cola deles; segundo, para fazer um tipo de justiça, se redimir de alguma forma; e terceiro, para lançar uma versão mal-acabada do filme, para a qual podiam apontar e dizer ‘viu, nem era tão bom assim'”, explicou o diretor. Para conseguir fechar o acordo que incluiu refilmagens, com novos efeitos e até inclusões de personagens que jamais estiveram na versão original (como o Coringa de Jared Leto), o cineasta aceitou trabalhou de graça. “Eu não estou sendo pago por isso”, afirmou, sobre a nova edição. Mas ele vê vantagens na situação. “Eu não queria entrar nessa me comprometendo com alguém [um empregador]. Não ter um salário permitiu que todo o poder de negociação ficasse nas minhas mãos.” Por conta disso, Snyder afirma ter tido liberdade para refazer o final “com uma participação especial que vai explodir a mente dos fãs mais radicais”. A estreia de “Zack Snyder’s Justice League” está marcada para o dia 18 de março na plataforma de streaming HBO Max – que só vai chegar no Brasil em junho.

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    James Gunn revela primeiras fotos dos bastidores da série do Pacificador

    20 de fevereiro de 2021 /

    O diretor e roteirista James Gunn compartilhou as primeiras fotos dos bastidores da série “Peacemaker”, derivada de “O Esquadrão Suicida”. A imagem mostra o cineasta em meio ao elenco sorridente, em frente a uma casa-trailer pintada com as cores do uniforme trajado pelo ator John Cena (“Bumblebee”). Cena é o protagonista da série. A atração gira em torno do vilão Pacificador (Peacemaker, em inglês), personagem do ator no filme “O Esquadrão Suicida”, também escrito e dirigido por Gunn. A série irá explorar a origem do vilão, mas o cineasta alertou que isso não a torna automaticamente um prólogo de “O Esquadrão Suicida”. A trama também pode incluir aparições de outros membros da Força Tarefa X (mais conhecida como Esquadrão Suicida) e tem confirmada a presença do anti-herói Vigilante, que será vivido por Freddie Stroma (“Bridgerton”). O elenco ainda conta com Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Christopher Heyerdahl (“Van Helsing”), Chukwudi Iwuji (“Cidade Pássaro”), Lochlyn Munro (“Riverdale”), Annie Chang (“Shades of Blue”), Jennifer Holland (“Brightburn: Filho das Trevas”) e Steve Agee (também de “Brightburn”). Os dois últimos aparecerão em “O Esquadrão Suicida”, respectivamente como a agente da NSA Emilia Harcourt e o agente penitenciário John Economos. Com oito episódios, “Peacemaker” ainda não recebeu uma data de lançamento na HBO Max, mas só deve estrear após “O Esquadrão Suicida” chegar nos cinemas em agosto. Are you ready for what the #Peacemaker crew is cooking up? @DCPeacemaker @hbomax #teampeacemaker @thedanieb @JohnCena @jennlholland @steveagee @CConradTweets pic.twitter.com/Yo5hfHhHLJ — James Gunn (@JamesGunn) February 18, 2021

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    JJ Abrams cria nova série de fantasia para a HBO Max

    19 de fevereiro de 2021 /

    A HBO Max encomendou a produção de uma nova série baseada numa ideia original de JJ Abrams, criador de “Lost” e diretor de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Intitulado “Subject to Change” (sujeito à mudança, em tradução literal), a série é um thriller fantasioso. A trama segue um estudante universitário desesperado, que se inscreve para um teste médico e, segundo a sinopse adiantada, “inicia uma aventura radical e angustiante, de quebrar a cabeça e a realidade”. A última série criada por Abrams tinha sido a cultuada “Fringe” (às vezes chamada de “Fronteiras” no Brasil) em 2008. Mas ele também está desenvolvendo “Demimonde”, baseado em outra ideia original, igualmente para a HBO Max. Jennifer Yale atuará como roteirista principal, produtora e showrunner de “Subject to Change”. “Tem sido incrível e divertido tecer essa história um tanto insana com Jenn, e sou grato a ela e a todos na HBO Max pela oportunidade de dar vida à série”, disse Abrams em um comunicado. Yale acrescentou: “Eu me senti muito privilegiada por trabalhar com JJ e [a produtora] Bad Robot na expansão da história emocionante de JJ e criar um thriller sinuoso e instigante onde quase tudo é possível e ainda assim tudo está planejado. Tornar isso uma realidade em parceria com a HBO Max é um sonho. ” “Mal podemos esperar para trazer este thriller complexo e revelador para a HBO Max”, acrescentou a chefe de conteúdo original do streamer, Sarah Aubrey. “Vai levar os espectadores a uma jornada inesperada, mostrando todo o brilho criativo de JJ, Jennifer e a equipe da Bad Robot.” “Subject to Change” será produzido pela Bad Robot, dentro do contrato milionário de desenvolvimento da empresa com a Warner Bros. Television.

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    Mortal Kombat ganha trailer sangrento “para maiores”

    18 de fevereiro de 2021 /

    A Warner revelou o trailer da nova versão de “Mortal Kombat”. A prévia, repleta de lutas e sangue, foi exibida com rótulo vermelho (red band) nos EUA, indicando ser para maiores. A violência, entretanto, faz parte do game original em que a produção se baseia, sucesso entre adolescentes dos anos 1990. Já o outro aspecto marcante do trailer, os palavrões, foi simplesmente ignorado nas legendas em português. Em relação à trama, o vídeo aponta que, desta vez, a história terá como protagonista o lutador de MMA Cole Young (vivido por Lewis Tan, de “Into the Badlands”). Ele surge sem fazer ideia do significado da marca do dragão, que carrega na pele como tatuagem, nem por que Sub-Zero está atrás dele para exterminá-lo. Ao descobrir que o sinal de nascença sinaliza que ele está destinado a competir em um torneio lendário, ele busca a orientação de Lorde Raiden para treinar ao lado de guerreiros como Sonya Blade, Liu Kang, Kung Lao e Kano para o Mortal Kombat. O elenco também destaca Ludi Lin (“Power Rangers”), Mehcad Brooks (“Supergirl”), Sisi Stringer (“Colheira Maldita”), Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), Josh Lawson (“House of Lies”), Jessica McNamee (“Megatubarão”), Max Huang (“Operação Zodíaco”), Chin Han (“Marco Polo”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”) e Joe Taslim (“The Raid – Operação Invasão”). A produção está a cargo de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”), que contratou o pouco experiente Simon McQuoid para dirigir o longa, a partir de um roteiro desenvolvido por Dave Callaham (“Os Mercenários”) e Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”). Vale lembrar que a franquia já rendeu dois filmes nos anos 1990. O primeiro foi dirigido por Paul W.S. Anderson (franquia “Resident Evil”) em 1995 e é considerada a primeira adaptação bem-sucedida de um videogame. A sequência, “Mortal Kombat: Aniquilação” (1997), ficou a cargo de John R. Leonetti, que por coincidência trabalhou com James Wan como diretor de fotografia de “Invocação do Mal” (2013). Mas o filme foi um fracasso. Depois disso, veio uma série de TV, “Mortal Kombat: Conquest”, com apenas uma temporada em 1998, e a série de streaming de Kevin Tancharoen, “Mortal Kombat: Legacy”, que durou duas temporadas em 2011 e 2012. Antes marcado para janeiro, o filme chegou a sair do calendário, ressurgindo somente após mudança de estratégia da Warner para enfrentar a pandemia. O novo “Mortal Kombat” vai chegar simultaneamente aos cinemas e na HBO Max em 16 de abril nos EUA. No Brasil, o lançamento está marcado para um dia antes, em 15 de abril, apenas nos cinemas.

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    HBO Max renova série animada dos Gremlins antes da estreia

    17 de fevereiro de 2021 /

    A HBO Max renovou antecipadamente a série animada dos “Gremlins” para uma 2ª temporada. Anunciada em 2019, a atração se chama em inglês “Gremlins: Secrets of the Mogwai” e é um prólogo dos longas de Joe Dante. Como os fãs sabem, o “Gremlins” original contava a história de Billy Peltzer (Zach Galligan), que ganha um novo bichinho de estimação, um mogwai, sem imaginar que, se não seguisse as regras de como tratá-lo, poderia liberar no mundo verdadeiras pestinhas monstruosas. Escrito por Chris Columbus (o diretor de “Esqueceram de Mim”), o filme chegou aos cinemas em 1984 e fez tanto sucesso que ganhou uma continuação, “Gremlins 2: A Nova Geração”, em 1990. A animação vai voltar no tempo para mostrar o Sr. Wing – o vovô chinês interpretado nos filmes por Keye Luke – em sua infância na Xangai dos anos 1920, onde encontra pela primeira vez o amigável mogwai Gizmo. A renovação foi anunciada bem antes da estreia da série, que está atualmente em produção e só agora anunciou seu elenco de vozes, formado por Izaac Wang (“Bons Meninos”), Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”), BD Wong (“Jurassic World”), James Hong (“Os Aventureiros do Bairro Proibido”), AJ LoCascio (“Croods, o Início”), Gabrielle Green (“Força Danger”) e Matthew Rhys (“The Americans”). Produzida pela Warner Bros. Animation em parceria com a Amblin Television (de Steven Spielberg), a série terá 10 episódios com aproximadamente 30 minutos de duração e ainda não tem previsão de lançamento.

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