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    A Casa do Dragão: Trailer dos próximos episódios promete sangue

    22 de agosto de 2022 /

    A HBO divulgou um novo trailer de “A Casa do Dragão”, com cenas dos próximos episódios da atração, que bateu recorde de audiência em streaming e na TV dos EUA. A prévia mostra a divisão dos sete reinos diante da sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), após ele escolher sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”, na versão adulta), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde jovem, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). Daemon, por sinal, adverte que “vai haver sangue”, entre cenas de batalhas e fogo de dragões. O prólogo de “Game of Thrones” foi desenvolvido pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e é baseada num livro já publicado da saga, “Fogo & Sangue”, de George R.R. Martin. A atração é centrada na família Targaryen, o clã de Daenerys, e se passa 200 anos antes dos eventos de “Game of Thrones”. A 1ª temporada tem um total de 10 episódios, com exibição aos domingos no canal pago HBO e no serviço de streaming HBO Max.

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    “A Casa do Dragão” bate recorde de público na HBO e HBO Max

    22 de agosto de 2022 /

    A estreia de “A Casa do Dragão” atraiu um público recorde para a HBO nos EUA. O prólogo de “Game of Thrones”, que se passa cerca de 200 anos antes da série anterior, atraiu quase 10 milhões de espectadores em todas as plataformas nos Estados Unidos, informou a HBO em comunicado. Com isso, “A Casa do Dragão” rendeu a maior audiência de única noite para o canal desde o final de “Game of Thrones”, que atraiu 19,3 milhões de espectadores ao vivo em sua despedida em maio de 2019. Desde então, a melhor contagem de uma noite tinha sido o final da 2ª temporada de “Euphoria” em fevereiro deste ano, que teve 6,6 milhões de espectadores multiplataforma. Mas este não foi o único desempenho surpreendente da produção. Os números de “A Casa do Dragão” representam a maior estreia de série na história da HBO. Nenhuma outra série juntou tanto público para assistir seu primeiro episódio. A noite de domingo (21/8) também registrou o melhor desempenho de um lançamento simultâneo na HBO Max nos EUA, América Latina e no combo denominado EMEA – Europa, Oriente Médio e África. Mas, como de costume, os números de streaming não foram divulgados. “Foi maravilhoso ver milhões de fãs de ‘Game of Thrones’ retornarem conosco a Westeros na noite passada”, disse Casey Bloys, chefe de conteúdo da HBO e HBO Max, em comunicado. “‘A Casa do Dragão’ apresenta um elenco e equipe incrivelmente talentosos que colocaram seu coração e alma na produção, e estamos em êxtase com a resposta positiva dos espectadores. Estamos ansiosos para compartilhar com o público o que mais George [RR Martin], Ryan [Condal] e Miguel [Sapochnik] têm reservado para eles nesta temporada”. “A Casa do Dragão” foi desenvolvida pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e é baseada num livro já publicado da saga, “Fogo & Sangue”. A atração é centrada na família Targaryen, o clã de Daenerys, e se passa 200 anos antes dos eventos de “Game of Thrones”. A trama se concentra na crise de sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), após ele escolher sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”, na versão adulta), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde jovem, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). A lista de personagens importantes na conspiração ainda destaca Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. A 1ª temporada de “A Casa do Dragão” tem um total de 10 episódios, com exibição aos domingos no canal pago HBO e no serviço de streaming HBO Max.

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    Estreia de “A Casa do Dragão” “quebra” a HBO Max

    22 de agosto de 2022 /

    A série “A Casa do Dragão”, spin-off do fenômeno “Game of Thrones” (2011-2019), estreou no último domingo (21/8) trazendo de volta lembranças de “Game of Thrones”, entre elas alguns problemas já conhecidos do público. O aumento de tráfico na HBO Max fez com que o serviço de streaming ficasse momentaneamente fora do ar nos EUA. Durante a exibição, usuários insatisfeitos lotaram o perfil de suporte técnico da HBO Max no Twitter (@HBOMaxHelp) com reclamações. Segundo um comunicado divulgado pela HBO, a queda do serviço afetou cerca de 3 mil espectadores, sendo que a maioria das contas que reportaram problemas foram aquelas que assistiam à HBO usando dispositivos da Amazon. “’A Casa do Dragão’ está sendo vista com sucesso por milhões de assinantes da HBO Max esta noite. Estamos cientes de que uma pequena parcela dos usuários tentando se conectar por meio de dispositivos Fire TV está com problemas e isso está em processo de resolução para os usuários afetados”, afirmou a HBO, em comunicado oficial. Essa não é a primeira vez que os espectadores têm problemas para assistir aos episódios de séries passadas no universo criado pelo escritor George R. R. Martin. Durante as temporadas finais de “Game of Thrones”, problemas de conexão e transmissão eram constantes nas estreias de novos episódios. “A Casa do Dragão” foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e é baseada num livro já publicado da saga, “Fogo & Sangue”. A atração é centrada na família Targaryen, o clã de Daenerys, e se passa 200 anos antes dos eventos de “Game of Thrones”. A trama se concentra na crise de sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), após ele escolher sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde jovem, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). A lista de personagens importantes na conspiração ainda destaca Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. A primeira temporada de “A Casa do Dragão” terá um total de 10 episódios, com exibição aos domingos no canal pago HBO e no serviço de streaming HBO Max.

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    Teaser apresenta série da HBO Max baseada em quadrinhos espanhóis

    21 de agosto de 2022 /

    A HBO Max revelou o primeiro teaser de “García!”, que adapta os quadrinhos de Santiago García e Luis Bustos. O thriller satírico de ação evoca a história do Capitão América. A trama se passa numa versão distópica da Espanha atual, dividida e à beira do caos político, onde uma repórter investigativa (Veki Velilla, de “Yrreal”) descobre uma conspiração de décadas: a existência de um superagente criado em um laboratório na década de 1950 pelos serviços secretos fascistas do general Franco e preservado criogenicamente. Depois de 60 anos congelado em sono profundo, García (Francisco Ortiz, de “El Cid”), o supersoldado com incrível força física e programado para obedecer ordens sem questionar, é acordado pela repórter e se vê desorientado e confuso em uma Espanha que mudou tanto que ele não consegue mais reconhecer. A série foi desenvolvida por Sara Antuña (“Atrapada”) e Carlos de Pando (“O Ministério do Tempo”) e conta com direção do cineasta Eugenio Mira (“Toque de Mestre”) Produzido pela Zeta Studios, a primeira produção original da HBO Max na Espanha estreia em outubro.

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    John Corbett vai reprisar papel de “Sex and the City” em “And Just Like That…”

    19 de agosto de 2022 /

    Um antigo amor vai voltar a aparecer na vida de Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker). Segundo o site Deadline, o ator John Corbett vai retomar o papel de Aidan Shaw, da época de “Sex and the City”, na 2ª temporada de “And Just Like That…”. O personagem é um simpático fabricante de móveis, que pode alegrar a agora viúva, após a morte de Mr. Big (Chris Noth) nos primeiros episódios da série da HBO Max. Junto com Samantha (Kim Cattrall), o personagem de Corbett foi uma das maiores ausências do revival rebatizado de “Sex and the City”. O ator já tinha dito ao site Page Six em 2021 que poderia aparecer em alguns episódios, mas sua participação não se materializou na 1ª temporada, encerrada em fevereiro. Corbett interpretou o namorado intermitente e mais tarde noivo de Carrie nas temporadas 3 e 4 de “Sex and the City”. Eles se separaram duas vezes, a primeira depois que ela confessou ter dormido com Mr. Big – que viria a ser seu futuro marido – , e a segunda vez quando ela não conseguiu se comprometer com a consumação de um casamento. Os dois personagens voltaram a se encontrar na 6ª temporada, quando Aidan revelou que estava casado e tinha um filho pequeno. O destino os reuniu novamente no filme “Sex and the City 2” em um mercado em Abu Dhabi. A dupla compartilhou um beijo apaixonado durante um jantar, mas, como ambos estavam casados ​​na época (e Aidan já era pai de três), Carrie fugiu. Uma reunião de Carrie e Aidan em “And Just Like That…” provavelmente terá que abordar o que aconteceu com a esposa de Aidan. Por curiosidade, Corbett também está reprisando outro personagem amado dos fãs de comédias românticas: Ian Miller de “Casamento Grego”, no terceiro filme da franquia, que acabou de ser rodado na Grécia e ainda não tem previsão de estreia.

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    Criador de “Os Fungos” critica exclusão da série na HBO Max “sem aviso prévio”

    19 de agosto de 2022 /

    O roteirista Stephen P. Neary, criador da animação “Os Fungos” (“The Fungies!”), criticou a decisão da Warner Bros. Discovery de excluir a sua série do serviço de streaming HBO Max. A atração foi um dos mais de 30 títulos excluídos do catálogo da plataforma nesta semana, com a desculpa de preparar a fusão com a Discovery+. “Ontem à noite, durante uma aula de desenho, descobri que ‘Os Fungos’ seria retirada da HBO Max nesta semana. Estou com o coração partido, mas quero aproveitar esta oportunidade para agradecer a todos os incríveis artistas e produtores por seu trabalho duro nesta série sincera, que foi um sonho febril”, disse ele, em publicação no Twitter. “Os Fungos” teve um total de três temporadas e 80 episódios. Produzida pela Cartoon Network Studios, a atração se passava em uma metrópole pré-histórica e mitológica, chamada de Fungietown, um mundo estranho habitado por algumas criaturas com aparência de fungos e até alguns dinossauros. A série acompanhava as aventuras de Seth, um dos jovens habitantes cogumelos da cidade, cujo amor por aventuras científicas geralmente causava problemas com os habitantes locais. Além de escrever a série, Neary também era um dos seus dubladores, ao lado da atriz Jennifer Coolidge (“The White Lotus”). Em sua publicação, Neary falou sobre o trabalho envolvido na realização da produção e no descaso da HBO Max. “Trabalhamos muito durante a pandemia e esperava que o esforço fosse recompensado com o apoio da rede. Foi prometido que a série iria ao ar no Cartoon Network, o que geraria visualizações para o HBO Max, mas logo após o lançamento, a série foi retirada do ar sem aviso prévio”, disse ele. Neary falou que “houve pouca ou nenhuma promoção” de “Os Fungos”, mas aparentemente isso não faria diferença, visto que “programas mais conhecidos” também estão sendo retirados por causa de “decisões desinformadas e motivadas por dinheiro”. “Meu coração está com as outras séries afetadas, e o belo trabalho que está sendo cancelado antes mesmo de ir ao ar”, disse ele. Uma dessas séries afetadas foi “Summer Camp Island”, cuja criadora Julia Pott também manifestou a sua indignação ontem. “Trabalhamos por cinco anos para fazer 100 episódios de animação. Trabalhamos até tarde da noite, nos deixamos levar, éramos uma família de artistas que trabalhavam duro porque queriam fazer algo bonito, e a HBO Max apenas excluiu todos eles como se não fôssemos nada. Animação não é nada!”, disse ela. Neary ainda terminou a sua postagem usando um tom animador. “Vou continuar fazendo as minhas coisas! Mesmo que seja só para mim. É o que sempre fiz, desde muito pequeno. Obrigado a todos”. Ele também brincou, dizendo que não iria cancelar a sua assinatura da HBO Max. “Onde mais eu iria assistir ‘O Ensaio’?” A decisão de retirar as séries foi puramente contábil, sem levar em conta critérios criativos. O objetivo é cortar quaisquer despesas resultantes da exibição de episódio das séries menos vistas no serviço, antes da fusão com a Discovery+. Uma conta de armazém da esquina, que se soma à visão grandiosa do conglomerado do Cartoon Netwook manifestada na suspensão da produção de atrações infantis para o streaming.

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    “Mulher-Hulk”, “A Casa do Dragão” e as melhores séries da semana

    19 de agosto de 2022 /

    As programação de streaming destaca os episódios inaugurais de dois lançamentos muito esperados, “Mulher-Hulk” e “A Casa do Dragão”. Duas superproduções, que investem em efeitos visuais para dar vida a campeões garantidos de audiência. Mas quem quiser mais que um episódio por semana também encontra lançamentos de temporadas completas de outros títulos – inclusive, para fãs de fantasias, outra adaptação de quadrinhos. Confira abaixo as 10 principais séries estreantes da semana.   | A CASA DO DRAGÃO | HBO MAX   O primeiro spin-off do fenômeno “Game of Thrones” (2011-2019) acompanha a família Targaryen, o clã de Daenerys, 200 anos antes dos eventos da série original, e se concentra na crise de sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), com direito a complôs, batalhas, dragões e um clima absolutamente épico. A disputa se instala porque Viserys escolheu sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde a infância, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). A lista de personagens importantes na conspiração ainda destaca Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. A série foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e conta com produção e direção de Miguel Sapochnik, que venceu um Emmy como diretor do famoso episódio da “Batalha dos Bastardos” de “Game of Thrones”.   | MULHER-HULK: DEFENSORA DE HERÓIS | DISNEY+   A comédia de tribunal da Marvel traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada que, da noite para o dia, se vê transformada na super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Mas o que a princípio parece um problema logo se torna um grande chamariz, já que seu novo perfil acaba atraindo uma nova clientela, formada por suspeitos superpoderosos. Por conta disso, a produção conta com vários personagens do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), como seu primo Hulk (Mark Ruffalo), o vilão Abominável (novamente vivido por Tim Roth após “O Incrível Hulk”), o Mago Supremo Wong (Benedict Wong), o Demolidor (Charlie Cox) e a nova vilã Titânia (Jameela Jamil, de “The Good Place”). “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”. Só que a primeira sitcom assumida da Marvel é menos engraçada que os últimos filmes de Thor, graças à utilização de recursos narrativos (conversa cúmplice com o público) e temas (dates de mulheres com mais de 30 anos) que ficaram ultrapassados desde que apareceram pela primeira vez nos quadrinhos e na série de advogados “Ally McBeal” – clara referência da produção – no século passado.   | NADA SUSPEITOS | NETFLIX   Fernanda Paes Leme (“Ricos de Amor”), Thati Lopes (“Diários de Intercâmbio”) e Maíra Azevedo (“Até o Fim”) são herdeiras e suspeitas da morte de seu amante milionário na série que combina o gênero “whodunit” (quem matou), dos mistérios de Agatha Christie, com um tema popular da atual leva de comédias nacionais: as novas ricas. Tudo começa como um mistério tradicional. As três amantes e seus agregados são convocadas para um encontro na mansão do amante, quando descobrem que estão envolvidas com o mesmo homem. Mas antes que mais detalhes sejam revelados, a luz apaga, alguém grita e o dono da casa aparece morto – clássico. Mas a trama, que também faz referência ao jogo “Detetive” na introdução da investigação criminal, logo adentra o território da convivência forçada entre as herdeiras, que precisam dividir a mansão. O elenco de apoio é grandioso, com destaque para Marcelo Médici (“Vai que Cola”), GKay (“Carnaval”), Silvero Pereira (“Bacurau”), Romulo Arantes Neto (“Quem Vai Ficar com Mario?”), Raphael Logan (“Pacificado”), Dhu Moraes (“Tô de Graça”), Cezar Maracujá (“Os Suburbanos”), Paulo Tiefenthaler (“Coisa mais Linda”), Gi Uzêda e o veterano Eliezer Motta (que marcou época em “Viva o Gordo”).   | MAL DE FAMÍLIA | APPLE TV+   Criada e estrelada por Sharon Horgan (“Catastrophe”), a comédia sombria acompanha a vida das cinco irmãs Garvey, que prometeram proteger umas às outras depois da morte prematura de seus pais. Por isso, quando desconfiam que uma delas está sofrendo abuso do marido, planejam o assassinato do cunhado. Além de Horgan, o elenco conta com Eve Hewson (“Por Trás de Seus Olhos”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Eva Birthistle (“The Last Kingdom”) e Sarah Greene (“Normal People”) como as irmãs Garvey, e Claes Bang (“Dracula”) como o marido/cunhado. Batizada em inglês de “Bad Sisters”, a produção é remake da série belga “Clan” e foi adaptada por Horgan em parceria com Brett Baer e Dave Finkel (ambos de “New Girl”).   | KLEO | NETFLIX   Com muita violência e humor ácido, a série de ação acompanha uma ex-espiã da Alemanha Oriental, que após a queda do muro de Berlim embarca em uma missão de vingança contra as pessoas que a traíram. Criada por Richard Kropf, Bob Konrad e Hanno Hackfort, trio responsável por “Para – We Are King” na HBO Max e “You Are Wanted” na Amazon Prime Video, a atração destaca Jella Haase (“Berlin Alexanderplatz”) no papel-título.   | ALMA | NETFLIX   Escrita pelo espanhol Sergio G. Sánchez (roteirista de “O Orfanato” e “O Impossível”), a trama de mistério acompanha a personagem-título (vivida por Mireia Oriol, do terror “O Pacto”) que, após sobreviver a um trágico acidente de ônibus em que quase todos os seus colegas morreram, acorda em um hospital completamente sem memórias e atormentada por experiências sobrenaturais. Com a ajuda de sua família e amigos, ela resolve desvendar o mistério por trás do acidente e de sua própria identidade.   | SNOWFALL 5 | STAR+   Passado em Los Angeles no começo dos anos 1980, o drama narra a evolução do tráfico internacional a partir da substituição da cocaína pelo crack nas ruas dos EUA, traçando um paralelo com a política da guerra às drogas e o escândalo Irã-Contras, que revelou como os EUA se associaram aos cartéis de traficantes para financiar uma revolução no Irã. Criada por dois cineastas, Eric Amadio (“Acompanhados”) e John Singleton (“+Velozes +Furiosos”), que infelizmente faleceu em 2019 devido a um derrame, a série segue numerosos personagens a caminho de uma violenta colisão, destacando Franklin Saint (Damson Idris), jovem traficante de rua em busca de poder e dinheiro, Gustavo “El Oso” Zapata (Sergio Peris-Mencheta), um lutador mexicano metido numa luta de poder dentro de uma família do crime, Teddy McDonald (Carter Hudson), um funcionário da CIA envolvido na operação Irã-Contras, e Lucia Villanueva (Emily Rios), a filha de um poderoso chefão do crime mexicano.   | POWER BOOK III: RAISING KANAN 2 | STARZPLAY   A segunda série derivada de “Power”, encerrada em 2020, é um prólogo da trama original de Courtney Kemp, que leva os espectadores de volta aos anos 1990, época do pager e do boombox, para mostrar a juventude de Kanan Stark, retratado em “Power” pelo rapper, ator e produtor da franquia Curtis “50 Cent” Jackson. Em “Raising Kanan”, o personagem é vivido por Mekai Curtis (“Alexandre e o Dia Terrível, Horrível, Espantoso e Horroroso”). Os episódios acompanham sua criação na região conhecida como Jamaica, no Queens, em Nova York, os amigos e as conexões que o levaram à seu destino trágico. 50 Cent também participa como narrador da história e o elenco ainda inclui Patina Miller (“Madam Secretary”), Omar Epps (“House”), London Brown (“Ballers”), Malcolm M. Mays (“Snowfall”), Shanley Caswell (“NCIS: Nova Orleans”), Lovie Simone (“Jovens Bruxas: Nova Irmandade”), Toby Sandeman (“The Royals”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”).   | RESIDENT ALIEN 2 | STAR+   Adaptação de quadrinhos da Dark Horse Comics, a série acompanha um extraterrestre que cai em uma pequena cidade do Colorado, onde assume o corpo de um médico legista recluso, que foi assassinado. Tudo o que ele quer é ser deixado em paz enquanto aguarda um resgate que nunca vem. Até que as circunstâncias o forçam a sair de seu esconderijo remoto para assumir o trabalho do médico e ajudar a resolver crimes – enquanto questiona se a raça humana merece ser salva ou destruída. Criada por Chris Sheridan (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada”), traz o ator Alan Tudyk (o Sr. Ninguém da série “Patrulha do Destino”) no papel-título da atração, que atualmente é o maior sucesso do canal pago americano Syfy.   | CUPHEAD – A SÉRIE 2 | NETFLIX   A adaptação do game “Cuphead” companha duas xícaras antropomorfizadas que tentam pagar uma dívida para o diabo e reconquistar suas almas. O mais interessante na produção é seu visual, totalmente inspirado em animações dos anos 1930, em particular nos desenhos de Rudolf Ising e Max Fleischer, que incorporavam elementos de terror e de musicais às histórias. Na 2ª temporada, Xicrinho (Cuphead) e Caneco (Mugman) enfrentam novos perigos enquanto tentam fugir do Diabo, e acabam encontrando a primeira xícara feminina da franquia, a Srta. Cálice (Ms. Chalice).

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    HBO Max remove mais 36 títulos e gera protestos

    18 de agosto de 2022 /

    A HBO Max vai remover 36 títulos de seu serviço ainda nesta semana. Um porta-voz da HBO Max afirmou que a decisão se deve à vindoura fusão do serviço com o Discovery+, que também é de propriedade da Warner Bros. Discovery. “À medida que trabalhamos para reunir nossos catálogos de conteúdo em uma plataforma, faremos alterações na oferta de conteúdo disponível na HBO Max e no Discovery+”, disse a empresa em comunicado. “Isso incluirá a remoção de alguns conteúdos de ambas as plataformas.” Embora a HBO Max tenha removido vários títulos nas últimas semanas, nenhuma exclusão anterior foi tão grande quanto essa. Só que a notícia da exclusão dos títulos não foi bem recebida. Julia Pott, criadora da animação “Summer Camp Island”, uma das atrações que vai sumir do catálogo, expressou a sua indignação no Twitter. “Trabalhamos por cinco anos para fazer 100 episódios de animação”, ela reclamou. “Trabalhamos até tarde da noite, nos deixamos levar, éramos uma família de artistas que trabalhavam duro porque queriam fazer algo bonito, e a HBO Max apenas excluiu todos eles como se não fôssemos nada. Animação não é nada!” and we worked through the pandemic to make 20 linear episodes that are our most beautiful work yet. I cannot wait for you to see them. YOU WILL SEE THEM! I will not rest! — Julia Pott (@juliapott) August 18, 2022 Pott também falou sobre a temporada final de “Summer Camp Island”, originalmente prevista para ser lançada em 2023 e que agora está no limbo. “Ralamos durante a pandemia para fazer 20 episódios que são nosso mais belo trabalho até agora”, disse ela. “Eu mal posso esperar para vocês vê-los. VOCÊS VÃO VÊ-LOS! Eu não vou descansar!” A afirmação de Pott levanta um questionamento até então sem resposta: o que vai acontecer com essas atrações excluídas? Até o momento, a HBO Max não informou qual será o futuro dessas atrações. Não se sabe se elas serão disponibilizados no novo serviço com a Discovery+ ou se a remoção delas da plataforma vai torná-los inacessíveis. Os conteúdos excluídos são, em sua maioria, animações e reality shows originais da HBO Max, como “Aquaman: King of Atlantis”, “Ellen’s Next Great Designer”, “My Mom, Your Dad”, entre outros. Mas a plataforma também vai excluir títulos da HBO, do Cartoon Netword e alguns títulos adquiridos. Essa mudança reflete uma recente onda de demissões dentro da empresa, que afetou desproporcionalmente a divisão de não-ficção (reality shows) e de produções originais internacionais. Confira a lista dos conteúdos excluídos. Além dos listados abaixo, a HBO Max também vai excluir “um grupo seleto de especiais da ‘Vila Sésamo'”, mas não especificou quais. HBO Max Originais “12 Dates of Christmas” “About Last Night” “Aquaman: King of Atlantis” “Close Enough” “Ellen’s Next Great Designer” “Esme & Roy” “The Fungies!” “Generation Hustle” “Generation” “Infinity Train” “Little Ellen” “My Mom, Your Dad” “Odo” “Ravi Patel’s Pursuit of Happiness” “Summer Camp Island” “The Not-Too-Late Show with Elmo” “The Runaway Bunny” “Theodosia” “Tig n’ Seek” “Yabba Dabba Dinosaurs” HBO Originais “My Dinner with Herve” “Share” Cartoon Network “Dodo” “Elliott From Earth” “Mao Mao, Heroes of Pure Heart” “Mighty Magiswords” “OK K.O.! – Let’s Be Heroes” “Uncle Grandpa” “Victor and Valentino” Títulos adquiridos “Detention Adventure” “Messy Goes to Okido” “Mia’s Magic Playground” “The Ollie & Moon Show” “Pac-Man and the Ghostly Adventures” “Make It Big, Make It Small” “Squish”

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    Audiência do streaming em aparelhos de TV ultrapassa canais pagos nos EUA

    18 de agosto de 2022 /

    A audiência dos serviços de streaming superou pela primeira vez o público total dos canais pagos nos aparelhos de televisão dos EUA. Segundo uma pesquisa realizada pelo instituto Nielsen, o consumo de streaming representou 34,8% do total de conteúdos audiovisuais no mês de julho, enquanto a TV paga e a TV aberta ficaram, respectivamente, com 34,4% e 21,6%, respectivamente. As comparações feitas pelo Nielsen incluem apenas programação assistida em aparelhos de TVs e em Smart TVs. Ela não leva em consideração o streaming em dispositivos móveis (como celulares e tablets) ou na web. Caso contabilizasse esses números, a diferença seria muito, mas muito maior. O desempenho de julho não foi o primeiro em que o streaming teve mais público que a TV aberta. Mas, até então, as plataformas nunca tinham vencido a TV paga nos EUA. A Netflix foi o serviço com a maior participação dentre o número geral de visualizações, com um recorde de 8,0%. Parte desse sucesso se deu pelos quase 18 bilhões de minutos de exibição da 4ª temporada de “Stranger Things”, somados aos 11 bilhões de minutos acumulados pelas séries “Virgin River” e “The Umbrella Academy”. Entre os filmes, os mais vistos foram “A Fera do Mar” e “Agente Oculto”, com mais de 5 bilhões de minutos assistidos. A Nielsen tem como base de medição minutos e não horas vislumbradas. A segunda plataforma de maior sucesso foi o YouTube, com 7,3% de todo o público, mais do que o dobro da terceira colocada, a Hulu, com 3,6%. O bom posicionamento da Hulu se deu, em parte, pelas sucessos da 2ª temporada de “Only Murders in the Building” e a estreia de “The Bear”, que juntos tiveram mais de 3 bilhões de minutos assistidos. O Prime Video ficou com 3% das exibições, seguido por 1,8% da Disney+ e 1% da HBO Max. Outros serviços de streaming somados totalizaram mais 10,2% de toda a exibição. Os números reforçam o poder de retenção de público da Netflix, além de demonstrarem que os números de assinantes da Disney+ não se refletem no consumo dos seus conteúdos. Faz sentido, já que é uma das plataformas com menos atrações originais. No geral, o consumo de streaming em julho aumentou 3,2% em comparação ao mês anterior e ganhou 1,1 ponto de participação. O tempo gasto em streaming em julho foi em média de quase 191 bilhões de minutos por semana, e cada uma das cinco medições semanais feitas em julho agora representam cinco das seis semanas de maior audiência de streaming já registradas. A visualização da TV paga, por sua vez, caiu 2% em julho, e os pontos de participação, na comparação com junho, também caíam 0,7. Essa queda é constante. Ano após ano, o consumo de TV paga caiu 8,9% e 3,3 pontos de participação. A exibição de esportes registrou o maior declínio, caindo 15,4% em relação a junho e 34% em relação a um ano atrás, quando os Jogos Olímpicos de Tóquio começaram. Isto coincide com o avanço do streaming sobre os direitos de transmissões esportivas. Enquanto isso, a exibição de TV aberta caiu 3,7% em julho, em relação a junho, e representou uma perda de 0,8 ponto de participação. Mas vale lembrar que a TV aberta americana costuma pausar a produção de novos conteúdos nessa época do ano, retomando-os no início da temporada de outono, que começa em setembro.

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    HBO Max revela fotos e teaser de “The White Lotus 2”

    18 de agosto de 2022 /

    A HBO Max divulgou nas redes sociais as primeiras fotos e um teaser da 2ª temporada de “The White Lotus”. A prévia curta revela que os novos episódios vão se passar na ilha da Sicília, na Itália. Originalmente concebida pelo roteirista-produtor Mike White (“Escola do Rock”) como minissérie, a atração foi muito elogiada pela crítica e se tornou um sucesso na HBO Max. Diante da repercussão, a plataforma optou por transformá-la numa série anual, funcionando como uma antologia com novos personagens a cada temporada. Em sua 2ª temporada, “The White Lotus” irá apresentar um novo grupo de hóspedes numa unidade diferente da rede fictícia de hotéis The White Lotus. Em vez de mostrar ricaços hospedados em um resort de luxo no Havaí, a trama vai acompanhar turistas americanos de férias na Europa. O elenco vai trazer de volta Jennifer Coolidge, que brilhou no primeiro ano da produção no papel de Tanya McQuoid. Ela agora estará em férias na Sicília, onde vai encontrar novos personagens vividos por Aubrey Plaza (“Legion”), Michael Imperioli (“Família Soprano”), F. Murray Abraham (“Homeland”), Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Theo James (“A Mulher do Viajante no Tempo”), Haley Lu Richardson (“A Cinco Passos de Você”), Will Sharpe (“Giri/Haji”), Adam DiMarco (“A Ordem”), Meghann Fahy (“The Bold Type”) e Leo Woodall (“Cherry – Inocência Perdida”), entre outros. Ainda não há previsão para a estreia dos novos capítulos. Benvenuti à Sicília. #TheWhiteLotus pic.twitter.com/35izXHFQ5N — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) August 17, 2022 Dizem que Sicília é linda em outubro. A segunda temporada de #TheWhiteLotus chega em breve na HBO Max. pic.twitter.com/XJGSsKdAQm — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) August 17, 2022

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    HBO Max demite 70 funcionários

    16 de agosto de 2022 /

    A Warner Bros. Discovery demitiu cerca de 70 funcionários do serviço de streaming HBO Max nesta segunda (15/8). O volume equivale a 14% do total de funcionários da plataforma nos EUA, mas a maioria das demissões foi de funcionários dos serviços da divisão de não-ficção (reality shows) e de produções originais internacionais. A equipe de produções originais de ficção foi a menos afetada. A decisão de manter a equipe de ficção é tranquilizadora, uma vez que CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, já anunciou que a empresa deve reduzir o seu investimento no streaming. Ele também havia declarado o fim dos filmes exclusivos para a HBO Max. Mas não é esse o caminho para onde a atual decisão aponta. O diretor de conteúdo da HBO e HBO Max, Casey Bloys, vai manter a sua função e continuar a supervisão dos projetos de ficção do serviço. Além dele, a maioria dos executivos que trabalham sob a sua supervisão também mantiveram os seus empregos. Houveram, porém, algumas reestruturações. Amy Gravitt, responsável pela divisão da comédia da HBO também vai assumir as produções de comédia da HBO Max, ocupando assim o lugar de Suzanna Makkos (que não foi demitida). A mudança se deu como forma de unificar as duas divisões de comédia. Já a divisão de drama, supervisionada por Sarah Aubrey, também se manteve intacta. Aubrey foi responsável pelas séries originais da HBO Max e supervisionou, entre outras, “O Pacificador”. Não ficou claro, porém, se esses funcionários que mantiveram os seus empregos vão trabalhar em novas atrações, ou se vão apenas fazer a manutenção daquilo que já estava em andamento. Ainda assim, é um futuro muito mais promissor do que as especulações apocalípticas de antes. Por outro lado, a divisão de produções de não-ficção foi praticamente desfeita. Isso se deve, em parte, aos planos futuros da fusão da HBO Max com a Discovery+, plataforma especializado em produções desse tipo. Portanto, manter as duas divisões seria redundância. “Enquanto contemplamos a oferta de conteúdo do Discovery se juntando ao HBO Max para uma eventual plataforma combinada, tivemos que tomar a decisão incrivelmente difícil de dissolver ou reestruturar equipes, nenhuma das quais reflete as contribuições dos indivíduos afetados por isso”, a empresa comunicou, em um memorando. Os cortes fazem parte de uma meta ambiciosa da Warner Bros. Discovery, que pretende economizar cerca de US$ 3 bilhões com a eliminação de redundâncias e diminuição da folha de pagamentos.

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  • Série

    Gloria Perez aprova sucesso de “Pacto Brutal”: “Valeu a pena”

    15 de agosto de 2022 /

    A escritora Gloria Perez ficou feliz com o sucesso de “Pacto Brutal”, série documental sobre o assassinato de sua filha, Daniella Perez. Em entrevista à revista Veja, ela disse que a repercussão compensou as lembranças árduas que precisou enfrentar para a produção. Seu depoimento é a âncora do programa. “A grande repercussão me diz que valeu a pena todo o desgaste emocional que me custou essa imersão na dor maior da minha vida”, disse. Ela comentou que foi difícil lembrar tudo o que ocorreu, mas também importante para trazer o caso de volta sem o ruído das diferentes versões. “Foi muito duro gravar minha participação, revisitar os momentos mais difíceis, mais sofridos, agora através da fala. Foi a primeira vez que pude falar de sentimentos. Antes, só tive que rebater versões”. A escritora aproveitou para lamentar como o assassinato, ocorrido em 1992, foi tratado de forma sexista pela mídia, com julgamentos sobre a vítima a partir de mentiras ditas pelo assassino Guilherme Pádua. “Pelo fato de ser mulher, as versões mais absurdas, as acusações mais infundadas, mais desrespeitosas, eram divulgadas sem questionamento”, afirmou. “Penso que ainda há muito o que se fazer no que diz respeito à proteção às mulheres, mas já temos um ganho muito grande, porque hoje estamos reconhecendo e falando sobre isso”, concluiu. Gloria Perez gravou mais de 20 horas de depoimento para a série documental e, segundo relatos, a equipe de bastidores chorou durante as gravações. Com direção de Tatiana Issa (“Dzi Croquettes”) e Guto Barra (“Yves Saint-Laurent: My Marrakesh”), que também assina o roteiro, o projeto foi idealizado por Issa, que começou a carreira como atriz e era próxima de Daniella Perez. Em 1992, ano do assassinato, ela atuava na novela “Deus nos Acuda” com o marido da vítima, Raul Gazolla. São ao todo cinco episódios documentais sobre o assassinato, com depoimentos doloridos da mãe da atriz, a autora Gloria Perez, de Gazolla, amigos – até Roberto Carlos! – e especialistas que estiveram envolvidos nas investigações. A morte brutal da estrela da Globo foi um dos crimes mais célebres do Brasil e em mais de um sentido, já que os envolvidos eram celebridades conhecidas. Maior estrela da telenovela “De Corpo e Alma”, escrita por sua mãe, Daniella foi assassinada por Guilherme de Pádua, ator com quem fazia par romântico na trama, e por Paula Thomaz, esposa de Guilherme na época. Seu corpo foi encontrado num matagal, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, perfurado com dezoito golpes fatais de arma branca. Segundo o processo, a motivação do crime foi o fato de Guilherme acreditar que seu papel na novela estava diminuindo por culpa da atriz. Em 28 de julho, a HBO Max anunciou que “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez” tinha virado a série original mais assistida da plataforma no Brasil e América Latina em seus primeiros dias de exibição, superando estreias bem sucedidas de títulos nacionais e internacionais.

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  • Etc

    Novos donos dizem que público do canal de “Riverdale” tem 58 anos de idade!

    15 de agosto de 2022 /

    Os planos do Nexstar Media Group para a recém-adquirida rede The CW precisaram de apenas uma apresentação para virar piada nas redes sociais. Ao relatar seu projeto de ampliar a base de telespectadores, os novos proprietários da emissora afirmaram que a média etária do público da CW é de 58 anos. Entretanto, o canal é conhecido por suas séries adolescentes, cheias de super-heróis e colegiais, como “Riverdale”, “All American”, “Legacies” e “The Flash”. De acordo com o presidente e COO da Nexstar, Tom Carter, a diferença entre a idade elevada do público e o conteúdo é o motivo pelo qual a CW é a rede de menor audiência entre todas as cinco dos EUA. O plano, daqui para frente, seria incluir mais produções que reflitam a “verdadeira idade” da audiência. O mais curioso é que o (ainda) presidente do canal, Mark Pedowitz, não cansa de comentar que o público jovem da emissora é o verdadeiro motivo da baixa audiência, devido ao costume de consumir conteúdo online. Por isso, ele sempre destaca a importância da CW Seed, plataforma da rede, em sua estratégia de audiência geral. Pedowitz, por sinal, não foi referenciado na apresentação, que contou com declarações de executivos da CBS e da Warner, empresas até então sócias no controle da CW (cujo nome é a sigla da junção de CBS e Warner). Mas a expectativa é que ele permanece como CEO do canal. O comentário de Carter acabou viralizando nas redes sociais, no pior sentido. “Eu teria rido se a idade média fosse 40”, escreveu Mike Royce, ex-produtor de “On One Day at a Time”, no Twitter. “58 é uma verdadeira genialidade cômica.” Royce ainda fez a sugestão de sua antiga comédia de cinquentões, “Men of a Certain Age”, fizesse companhia para “Riverdale” na programação da emissora. Foram várias piadas depois disso. “Você ouviu?”, escreveu o jornalista Matt Sibley, do site Newsarama. “Aparentemente, a idade média dos espectadores da CW é de 58 anos. 58 anos! Agora, eu sei que você está pensando que isso é absurdo! Mas pense em quanto tempo ‘Supernatural’ durou.” “Descobrir que a idade média de um telespectador da CW é 58 é a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo”, escreveu a roteirista Caissie St.Onge (“Busy Tonight”). “Talvez seja porque quando você tem 58 anos finalmente tem tempo para assistir TV? Hora de sentar, abrir um White Claw e viver indiretamente através de adolescentes falsos fazendo merda que você sempre ouviu que os adolescentes faziam?” Veja abaixo estes e outros posts (em inglês) sobre a declaração. After Riverdale, stay tuned for an all new pic.twitter.com/EAPeceLF9S — Mike Royce (@MikeRoyce) August 15, 2022 "You hear about this?– Apparently the average age of a CW viewer is 58 years old. 58 years old! Now I know you're thinking, that's absurd! But just think about how long Supernatural was on for." pic.twitter.com/ZbjyKRWyO1 — Matt Sibley (in his Red era) (@Matt_Sibley) August 15, 2022 Finding out the average age of a CW viewer is 58 is THE BEST thing that could have happened to me. Maybe it's that when you're 58 you finally have time to watch TV? Time to sit back, crack a White Claw & live vicariously through fake teens doing shit you always heard teens did? — Caissie (@Caissie) August 15, 2022 So this was the CW the whole time? pic.twitter.com/V6v0aCtTxs — Scott of Rivia (@DerfelMacGuffin) August 15, 2022 the average cw viewers watching organ harvesting cults and supernatural plots playout on riverdale: pic.twitter.com/xSIAiVQZ9P — barchiedaily (@Barchiedaily) August 15, 2022 the average CW viewer tuning in to Riverdale each week https://t.co/wXz4agIe23 pic.twitter.com/8mMhDK1339 — Spencer Althouse (@SpencerAlthouse) August 15, 2022 ***The CW, 2006-2022***– superheroes– supernatural– sexy teens ***The CW, 2022-????***– The Bucket List: The Series– Golden Girls: The Next Generation– Walker — Alex Zalben (@azalben) August 15, 2022

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