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  • Filme

    Carreira de Woody Allen pode ter chegado ao fim

    29 de janeiro de 2018 /

    A pressão de Dylan Farrow, que afirmou sua intenção de destruir a carreira de Woody Allen em sua recente e emocional entrevista televisiva, na qual cobrou atores e produtores que continuam trabalhando com seu pai, após ela acusá-lo de abuso sexual por mais de 20 anos, pode já ter conseguido seu objetivo. Várias publicações, como os jornais The New York Times, The New York Post, o inglês Daily Mail e o espanhol El País publicaram artigos no domingo (28/1), em que revelam que o diretor está enfrentando dificuldades para conseguir que atores se comprometam com seu próximo filme. Não só isso, a Amazon estaria querendo encerrar seu acordo de distribuição com Allen. E o novo longa já filmado do diretor, “A Rainy Day in New York”, tende a nem sequer ser lançado, pois vários atores que participaram da produção agora se recusam a promovê-lo. “’A Rainy Day in New York’ não vai sair ou (será) eliminado pela Amazon sem qualquer exibição de imprensa ou nos cinemas”, disse à coluna Page Six, do New York Post, um executivo da indústria cinematográfica que não quis ser identificado. Selena Gomez e Timothée Chalamet, que vivem os protagonistas do longa, recentemente doaram o dinheiro que receberam por participar da produção. Selena não mencionou o assunto e teria agido de forma anônima. Mas Timothée Chalamet, indicado ao Oscar de Melhor Ator pela atuação em “Me Chame Pelo Seu Nome”, comunicou no seu Instagram que doaria o cachê para três instituições. Rebecca Hall, que também faz parte do elenco, doou seu salário e ainda disse que não voltaria a trabalhar com o diretor. Já outros integrantes do elenco do filme – Elle Fanning, Jude Law, Liev Schreiber e Diego Luna – não se manifestaram. Outras atrizes que trabalharam como Woody Allen, como Marion Cotillard, Greta Gerwig e Mira Sorvino (que inclusive venceu um Oscar por um filme do diretor), disseram publicamente que não voltarão a trabalhar com ele. O New York Times ainda citou uma profissional de casting de Hollywood, que teria informado, sob a condição de anonimato para proteger seus relacionamentos profissionais, que está recomendando a seus clientes não trabalharem com Woody Allen. Ela disse que um papel em um filme de Allen está se tornando difícil de justificar – uma escolha de carreira, que pode colocar um ator numa saia-justa pouco indicada para o currículo. A reação negativa, por sinal, não se restringe a Hollywood. A produção de uma peça baseada num filme de Woody Allen também foi cancelada, com os produtores citando “os diálogos atuais sobre má conduta e assédio sexual.” Até o momento, a Amazon também não se pronunciou oficialmente sobre o futuro de seu contrato com Allen ou o lançamento de “A Rainy Day in New York”, que não tem estreia marcada. Letty Aronson, irmã mais nova de Woody Allen e produtora de seus filmes, lembrou que a Amazon tem contrato para financiar mais um filme de Allen. Ela também disse que ele pode trabalhar com novos atores. Ou escrever livros.

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  • Filme

    Indicado a cinco Oscars, Lady Bird ganha novo trailer legendado em português

    23 de janeiro de 2018 /

    A Universal divulgou o novo trailer oficial legendado de “Lady Bird”, que recebeu cinco indicações ao Oscar 2018, inclusive de Melhor Filme do ano – além de um dispensável subtítulo nacional: “A Hora de Voar”. O filme marca a estreia solo na direção da atriz Greta Gerwig (“Mulheres do Século 20”), que também assina o roteiro, baseado em suas lembranças de juventude. A prévia tem cenas brilhantes, pontuadas por um humor desconsertante, que evoca as comédias indies que Gerwig costuma estrelar – e escrever. Saoirse Ronan (“Brooklyn”) vive a protagonista, uma garota do Norte da Califórnia, que é tratada como ovelha negra da família pela própria mãe (Laurie Metcalf, a mãe de Sheldon na série “The Big Bang Theory”), mas ela própria se vê como uma joaninha (ladybird), querendo voar. O elenco também inclui Timothée Chalamet (“Interestelar”), Tracy Letts (série “Homeland”), Lucas Hedges (“Manchester à Beira-Mar”), Lois Smith (série “True Blood”), Beanie Feldstein (“Vizinhos 2”), Stephen McKinley Henderson (também de “Manchester à Beira-Mar”) e Odeya Rush (“Goosebumps”). Vencedor do Globo de Ouro de Melhor Comédia, “Lady Bird” chegou a bater recorde de avaliações positivas do site Rotten Tomatoes, com 100% de aprovação com 194 resenhas elogiosas. Mas isto chamou tanta atenção de um blogueiro, que decidiu postar uma crítica negativa para virar assunto, baixando a nota para 99%. A estreia no Brasil está marcada apenas para 15 de fevereiro – além de atrasada, provavelmente em poucas salas, já que enfrentará concorrência de “Pantera Negra”.

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  • Filme

    Oscar 2018 registra recorde de indicações femininas

    23 de janeiro de 2018 /

    Ecoando o clima de empoderamento feminino que vem marcando as discussões de bastidores de Hollywood, o Oscar 2018 registrou um número recorde de indicações para mulheres em categorias técnicas. Ao todo, 40 mulheres receberam indicações na competição, além das 10 citadas como Melhor Atriz e Atriz Coadjuvante. Trata-se do mesmo número registrado no ano passado, repetindo o recorde, mas com uma diferença importante. As nomeações não se limitaram às categorias tradicionalmente consideradas femininas, como Maquiagem e Penteado ou Figurino. Elas invadiram antigos feudos masculinos, como Direção, Roteiro, Edição e até Direção de Fotografia – que será disputada pela primeira vez por uma mulher: Rachel Morrison, de “Mudbound”. Além disso, a presença de “Lady Bird” na disputa de Melhor Filme conta quase como uma indicação extra, já que foi escrito, dirigido e protagonizado por mulheres. Ele é apenas o 13º filme de cineasta feminina indicado na categoria. De forma mais restrita ainda, sua diretora e roteirista Greta Gerwig tornou-se a quinta mulher a concorrer ao Oscar de Melhor Direção, prêmio vencido apenas por uma diretora até hoje – Kathryn Bigelow, por “Guerra ao Terror”, em 2010. Outras indicadas proeminentes incluem Mary H. Ellis, sexta mulher a disputar o Oscar de Melhor Mixagem de Som, por “Em Ritmo de Fuga”, Tatiana S. Riegel, que concorre pela Edição de “Eu, Tonya”, e Elaine McMillion Sheldon, indicada ao Oscar de Melhor Curta Documental por “Heroin(e)”. A cerimônia de entrega de prêmios acontece no dia 4 de março, com apresentação de Jimmy Kimmel e transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT. Confira aqui a lista completa dos indicados.

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  • Filme

    Greta Gerwig vira quinta mulher e Jordan Peele o quinto negro indicados ao Oscar de Direção

    23 de janeiro de 2018 /

    Nenhuma categoria do Oscar 2018 foi tão representativa dos tempos modernos quanto a de Melhor Direção. A indicação de Greta Gerwig, que também concorre como Melhor Roteirista por “Lady Bird”, tornou-se uma das mais comentadas, pela importância de dar maior reconhecimento à cineastas femininas. Ela tinha sido ignorada pelo Globo de Ouro, o que rendeu um comentário mordaz de Natalie Portman, na ocasião – a respeito da mentalidade de “Clube do Bolinha” das nomeações. Gerwig é apenas a quinta diretora indicada ao Oscar desde a primeira premiação da Academia, há 90 anos. E foi a única lembrada neste ano, em que também se destacaram Dee Rees (“Mudbound”), Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”) e Kathryn Bigelow (“Detroit em Rebelião”. Do mesmo modo, Jordan Peele se tornou o quinto negro a disputar a categoria, por “Corra!”, e o primeiro indicado a três prêmios no Oscar – além de Direção, Roteiro Original e Filme do ano. Mas enquanto uma mulher já venceu o Oscar de Melhor Direção, feito histórico de Kathryn Bigelow em 2010 (por “Guerra ao Terror”), nenhum diretor negro jamais teve este reconhecimento. Mesmo assim, a presença de cineastas negros vem se intensificando nos últimos anos, a ponto de levar “12 Anos de Escravidão”, dirigido por Steve McQueen, e “Moonlight”, de Barry Jenkins, a vencer o prêmio mais importante da Academia: o Oscar de Melhor Filme. Em contraste, Guillermo Del Toro pode se tornar o terceiro mexicano a faturar a estatueta nesta década, seguindo as conquistas de Alfonso Cuarón (“Gravidade”) e Alejandro G. Iñárritu (duas vezes, por “Birdman” e “O Regresso”). Por sinal, ele é o favorito, já tendo sido consagrado no Globo de Ouro e no Critics Choice por “A Forma da Água”. Os três concorrem com Paul Thomas Anderson (“Trama Fantasma”), um mestre do cinema indie, e Christopher Nolan (“Dunkirk”), especialista em blockbusters de grande orçamento. A lista deixou de fora o veterano Steven Spielberg (“The Post”) e o incensado Martin McDonagh (“Três Anúncios para um Crime”), que disputaram o Critics Choice e o Globo de Ouro, além de Luca Guadagnino (“Me Chame pelo seu Nome”), indicado ao Critics Choice. A cerimônia de entrega de prêmios acontece no dia 4 de março, com apresentação de Jimmy Kimmel e transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT. Confira aqui a lista completa dos indicados.

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  • Filme

    Paddington 2 vira o filme mais bem-avaliado do Rotten Tomatoes em todos os tempos

    19 de janeiro de 2018 /

    Há dois meses, “Lady Bird” se tornou o filme mais bem-avaliado do Rotten Tomatoes em todos os tempos, acumulando 164 críticas com 100% de aprovação. A façanha virou notícia, mas também estimulou um blogueiro a escrever uma crítica negativa do filme para chamar atenção, derrubando-o de sua posição histórica. Agora, outro filme alcançou a mesma marca, com aprovação unânime de 164 críticas positivas. “Paddington 2” virou o novo recordista de boas avaliações registradas pelo Rotten Tomatoes. As conquistas de “Lady Bird” e agora “Paddington 2” são notáveis, porque nenhum filme desde “Toy Story 2” (1999) tinha conseguido tantas críticas positivas nos Estados Unidos. Ainda mais nestes tempos, em que qualquer um se diz crítico de cinema e busca atenção por contrariar os mais experientes. Por outro lado, as boas avaliações tornam ainda mais decepcionante a baixa bilheteria de “Paddington 2” em sua estreia na América do Norte. A produção infantil britânica abriu no fim de semana passado apenas em 5º lugar, com US$ 15 milhões, após já ter se consolidado como sucesso no Reino Unido. Na continuação do longa de 2014, o ursinho falante atrapalhado é confundido com um ladrão e vai parar na cadeia, após ser incriminado pelo vilão, um ator e mestre dos disfarces vivido por Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). Com roteiro e direção de Paul King, que comandou o longa original, “Paddington 2” estreia no Brasil em 1 de fevereiro.

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  • Etc

    Filha de Woody Allen volta a acusá-lo de abuso sexual em sua primeira entrevista televisiva

    17 de janeiro de 2018 /

    Dylan Farrow, filha de Woody Allen com Mia Farrow, voltou a afirmar que foi abusada sexualmente pelo pai em 1992, quando tinha apenas sete anos. A nova denúncia foi feita no programa “This Morning”, da rede CBS, na primeira entrevista de Dylan para a TV. A entrevista completa será exibida na quinta (18/1), mas já na prévia adiantada pelo programa (veja abaixo) a jovem assume que está em campanha para derrubar Allen. “Por que eu não deveria derrubá-lo? Por que não deveria estar com raiva? Por que não deveria estar ferida? Por que não deveria sentir algum tipo de ultraje, após todos estes anos sendo ignorada, desacreditada e descartada?” “Tudo o que posso fazer é contar minha verdade e esperar. Esperar que me acreditem, em vez de apenas me ouvirem”, ela completa. A campanha de Dylan se tornou pública em 2014, quando ela escreveu uma carta aberta para o jornal The New York Times, denunciando Woody Allen, e ganhou força após o movimento #Metoo. Há algumas semanas, ela publicou uma nova carta no jornal The Los Angeles Times, questionando o tratamento diferenciado entre Allen e outros predadores de Hollywood. “Qual o motivo de Harvey Weinstein e outras celebridades acusadas de abuso terem sido banidas de Hollywood enquanto Allen recentemente conseguiu um contrato milionário de distribuição para seu próximo filme?”, ela questionou. Embora a pergunta seja retórica, a grande diferença entre Allen e os demais é que apenas Dylan acusa o diretor, enquanto os demais casos têm mais de uma acusadora. Dylan sabe disso, a ponto de dizer: “Estou falando a verdade e acho importante que as pessoas entendam que uma vítima importa e é suficiente para mudar as coisas”, ela disse. A história divide os próprios irmãos de Dylan. Enquanto Ronan Farrow defende a irmã e cobra publicamente atrizes que trabalham com Woody Allen, Moses Farrow já disse que se alguém era abusivo nos anos 1990 era sua mãe, a atriz Mia Farrow, que teria coagido os filhos a mentirem e acusarem Woody Allen durante as audiências de guarda das crianças no processo de separação. Mia se separou de Woody Allen após ele se envolver, de forma escandalosa, com sua enteada Soon-Yi Previn, que a atriz tinha adotado quando era casada com André Previn. Nenhuma atriz filmada por Woody Allen ao longo de meio século de carreira o acusou de qualquer coisa. Mas a campanha de Dylan começa a ter resultados. Mia Sorvino, que venceu um Oscar ao estrelar “Poderosa Afrodita” (1995) de Allen, disse que não voltaria a trabalhar mais com ele, assim como Greta Gerwig, que estrelou “Para Roma com Amor” (2012). E Timothee Chalamet e Rebecca Hall renegaram publicamente o diretor, anunciando que doariam os salários que receberam por participar de seu próximo filme, “A Rainy Day in New York”, para instituições que combatem o assédio sexual.

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  • Filme

    Estrela de Vicky Cristina Barcelona anuncia que não trabalhará mais com Woody Allen

    12 de janeiro de 2018 /

    A atriz Rebecca Hall, estrela de um dos maiores sucessos da carreira de Woody Allen, “Vicky Cristina Barcelona” (2008), anunciou que não trabalhará mais com o diretor. Ela acaba de filmar novamente com o cineasta, num papel em seu próximo filme, “A Rainy Day in New York”. A estrela britânica fez o anúncio em seu Instagram, um mês depois de Dylan Farrow, filha do diretor, escrever que sentia raiva de Hollywood e especialmente das atrizes que continuavam a apoiar seu pai, que ela acusa de abuso sexual. “Depois de ler e reler as declarações de Dylan Farrow alguns dias atrás e voltar e ler as mais antigas, eu vejo que este assunto não só é muito complicado, mas que minhas ações fizeram outra mulher se sentir silenciada e subestimada”, Hall escreveu. “Isso não é algo com o qual eu possa ficar bem no momento atual ou mesmo em qualquer momento, e estou profundamente arrependida”. Ela comentou a sensação surreal de trabalhar com Allen em meio à explosão do escândalo de Weinstein. “No dia seguinte em que a acusação contra Weinstein explodiu, eu estava filmando o último filme de Woody Allen em Nova York. Eu não podia imaginar estar num lugar mais estranho naquele dia. Quando me convidaram a filmá-lo, há cerca de sete meses, eu rapidamente disse que sim. Ele me deu um dos meus primeiros papéis significativos no cinema, pelo qual sempre fui grata, e era um dia de trabalho na minha cidade natal – fácil. Agora, porém, percebemos que não havia nada fácil nisso”. Ela conclui: “Lamento esta decisão e não farei mais isso”. Além de anunciar que não voltará a trabalhar com Woody Allen, ela declarou que doará o que recebeu para filmar “A Rainy Day in New York” para o fundo do movimento Time’s Up, criado para pagar despesas jurídicas de processos de assédio sexual. Hall é a terceira atriz a declarar que não trabalhará mais com Woody Allen, após Greta Gerwig, que participou de “Para Roma, Com Amor” (2012), e Mira Sorvino, que venceu o Oscar por seu trabalho em “Poderosa Afrodite” (1995), do diretor. O novo filme de Allen traz em seu elenco Timothée Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”), Selena Gomez (“Spring Breakers”), Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Elle Fanning (“Demônio de Neon”), Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) e Diego Luna (“Rogue One”). Ainda não há previsão para a estreia. The day after the Weinstein accusation broke in full force I was shooting a day of work on Woody Allen’s latest movie in New York. I couldn’t have imagined somewhere stranger to be that day. When asked to do so, some seven months ago, I quickly said yes. He gave me one of my first significant roles in film for which I have always been grateful, it was one day in my hometown – easy. I have, however subsequently realized there is nothing easy about any of this. In the weeks following I have thought very deeply about this decision, and remain conflicted and saddened. After reading and re-reading Dylan Farrow’s statements of a few days ago and going back and reading the older ones – I see, not only how complicated this matter is, but that my actions have made another woman feel silenced and dismissed. That is not something that sits easily with me in the current or indeed any moment, and I am profoundly sorry. I regret this decision and wouldn’t make the same one today. It’s a small gesture and not one intended as close to compensation but I’ve donated my wage to @timesup. I’ve also signed up, will continue to donate, and look forward to working with and being part of this positive movement towards change not just in Hollywood but hopefully everywhere. #timesup Uma publicação compartilhada por Rebecca Hall (@rebeccahall) em 12 de Jan, 2018 às 2:08 PST

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  • Filme,  Série

    A Forma da Água, de Guillermo del Toro, vence o Critics Choice 2018

    12 de janeiro de 2018 /

    O Critics Choice Awards entregou seus prêmios na noite de quinta (11/1) em Los Angeles, numa cerimônia apresentada pela atriz Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse). E os resultados foram muito parecidos com a premiação de domingo passado (7/11), o Globo de Ouro 2018, que também é um prêmio de críticos. A principal diferença ficou por conta dos discursos menos engajados, das roupas mais coloridas e do troféu principal, de Melhor Filme. Enquanto os críticos estrangeiros preferiram “Três Anúncios para um Crime”, os americanos premiaram “A Forma da Água”, fantasia de Guillermo Del Toro produzida pela Fox Searchlight, que teve direito a recado para a Disney no discurso do produtor J. Miles Dale: “Eu não sei se Bob Iger [CEO da Disney] está aí ou não. Não tenho certeza do que vai acontecer. Mas não estrague isso”. Del Toro ainda venceu o troféu de Melhor Direção, repetindo a conquista do Globo de Ouro. Também foram iguais os resultados de Melhor Ator e Atriz de Drama, conquistados, respectivamente, por Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”) e Frances McDormand (“Três Anúncios de um Crime”). E James Franco (“Artista do Desastre”) voltou a vencer como Melhor Ator de Comédia. Enfrentando denúncias de assédio, que surgiram após sua premiação no Globo de Ouro, Franco não compareceu ao evento dos críticos e seu troféu acabou recebido por Walton Goggins (“Vice Principals”) em seu nome. A Melhor Atriz de Comédia foi Margot Robbie (“Eu, Tonya”), marcando uma diferença em relação aos críticos estrangeiros, que preferiram Saoirse Ronan (“Lady Bird”). Já os coadjuvantes foram os mesmos de domingo: Allison Janney (“Eu, Tonya”) e Sam Rockwell (“Três Anúncios de um Crime”). A maior divergência, porém, ficou por conta da vitória de “Doentes de Amor” como Melhor Comédia. O filme nem tinha sido indicado ao Globo de Ouro. Por conta disso, “Lady Bird”, que venceu a categoria no domingo, acabou sem nenhum troféu do Critics Choice. O prêmio dos críticos também inclui produções cinematográficas de outros gêneros, assim “Corra!” venceu como Melhor Terror ou Sci-Fi e “Mulher-Maravilha” como Melhor Filme de Ação. Além disso, a intérprete da heroína, Gal Gadot, foi homenageada no evento, mantendo o empoderamento feminino na pauta da temporada. Entre os prêmios televisivos, houve ainda maior coincidência. Apenas um troféu importante foi diferente. Ted Danson (“The Good Place”) venceu como Melhor Ator de Comédia, em vez de Aziz Ansari (“Master of None”). Os demais nomes foram basicamente uma reprise do Globo de Ouro: “Handmaid’s Tale” como Melhor Série e Atriz (Elisabeth Moss) de Drama, “The Marvelous Mrs. Maisel” como Melhor Série e Atriz (Rachel Brosnahan) de Comédia, “Big Little Lies” como Melhor Minissérie, Atriz (Nicole Kidman), Atriz Coadjuvante (Laura Dern) e Ator Coadjuvante (Alexander Skarsgård) de Minissérie, além dos prêmios de Sterling K. Brown (“This Is Us”) como Melhor Ator de Série Dramática e Ewan McGregory (“Fargo”) como Melhor Ator de Minissérie. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. PREMIAÇÃO DO CRITICS CHOICE AWARDS 2018 CINEMA MELHOR FILME “A Forma da Água” MELHOR DIRETOR Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) MELHOR ATOR Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”) MELHOR ATRIZ Frances McDormand (“Três Anúncios de um Crime”) MELHOR ATOR EM COMÉDIA James Franco (“Artista do Desastre”) MELHOR ATRIZ EM COMÉDIA Margot Robbie (“Eu, Tonya”) MELHOR ATOR COADJUVANTE Sam Rockwell (“Três Anúncios de um Crime”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Allison Janney (“Eu, Tonya”) MELHOR REVELAÇÃO Brooklynn Prince (“Projeto Flórida”) MELHOR ELENCO “Três Anúncios de um Crime” MELHOR ROTEIRO ADAPTADO James Ivory (“Me Chame pelo seu Nome”) MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Jordan Peele (“Corra”) MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA Roger Deakins “Blade Runner 2049”) MELHOR FIGURINO Mark Bridges (“Trama Fantasma”) MELHOR MONTAGEM Paul Machliss e Jonathan Amos (“Em Ritmo de Fuga”) e Lee Smith (“Dunkirk”) MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO Paul Denham Austerberry, Shane Vieau e Jeff Melvin (“A Forma da Água”) MELHOR TRILHA SONORA Alexandre Desplat (“A Forma da Água”) MELHOR CANÇÃO “Remember Me” (“Viva – A Vida é uma Festa”) MELHORES EFEITOS VISUAIS “Planeta dos Macacos – A Guerra” MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO “O Destino de uma Nação” MELHOR ANIMAÇÃO “Viva – A Vida É uma Festa” MELHOR COMÉDIA “Doentes de Amor” MELHOR FILME DE AÇÃO “Mulher-Maravilha” MELHOR FILME DE TERROR OU SCI-FI “Corra!” MELHOR FILME ESTRANGEIRO “Em Pedaços” (Alemanha) TELEVISÃO MELHOR SÉRIE DE DRAMA “The Handmaid’s Tale” MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA Sterling K. Brown (“This Is Us”) MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA David Harbour (“Stranger Things”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA Ann Dowd (“The Handmaid’s Tale”) MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA “The Marvelous Mrs. Maisel” MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA Ted Danson (“The Good Place”) MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs. Maisel”) MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA Walton Goggins (“Vice Principals”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA Mayim Bialik (“The Big Bang Theory”) MELHOR SÉRIE LIMITADA “Big Little Lies” MELHOR TELEFILME “The Wizard of Lies” MELHOR ATOR EM TELEFILME OU SÉRIE LIMITADA Ewan McGregory (“Fargo”) MELHOR ATRIZ EM TELEFILME OU SÉRIE LIMITADA Nicole Kidman (“Big Little Lies”) MELHOR ATOR COADJUVANTE EM TELEFILME SÉRIE LIMITADA Alexander Skarsgård (“Big Little Lies”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM TELEFILME SÉRIE LIMITADA Laura Dern (“Big Little Lies”) MELHOR SÉRIE ANIMADA “Rick and Morty” MELHOR TALK SHOW “The Tonight Show Starring Jimmy Fallon” MELHOR REALITY SHOW DESESTRUTURADO “Born This Way” MELHOR REALITY SHOW ESTRUTURADO “Shark Tank” MELHOR REALITY SHOW DE COMPETIÇÃO “The Voice” MELHOR APRESENTADOR DE REALITY SHOW RuPaul (RuPaul’s Drag Race”)

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  • Filme

    Sindicato dos Diretores dos EUA inclui apenas uma mulher entre indicados a seu prêmio de cinema

    11 de janeiro de 2018 /

    O Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos complementou nesta quinta-feira (11/1) a relação dos indicados a seu prêmio anual, revelando os dez candidatos ao DGA Awards de Melhor Diretor e Melhor Diretor Estreante. Na lista abaixo, o destaque fica por conta de Jordan Peele, que concorre em ambas as categorias com o elogiado “Corra!”. Mas, curiosamente, Greta Gerwig, que também é estreante, só concorre na categoria principal. Anteriormente, ela dividiu a direção de um filme indie de pequena distribuição, “Nights and Weekends” (2008), com Joe Swanberg, mas “Lady Bird” é definitivamente seu primeiro trabalho solo como diretora. A presença de Greta Gerwig também significa uma representatividade de 1% para mulheres cineastas no clube masculino do Sindicato dos Diretores de Hollywood. Entre as 10 indicações nas duas categorias, ela é a única presença feminina. Os indicados aos troféus televisivos e de documentários foram adiantadas na quarta (10/1) e podem ser conferidos aqui. Todos os vencedores serão conhecidos no dia 3 de fevereiro. INDICADOS AO DG AWARDS 2018: CINEMA MELHOR DIRETOR Guillermo del Toro – “A Forma da Água” Greta Gerwig – “Lady Bird” Martin McDonagh – “Três Anúncios para um Crime” Christopher Nolan – “Dunkirk” Jordan Peele – “Corra!” Melhor DIRETOR ESTREANTE Geremy Jasper – “Patti Cake$” William Oldroyd – “Lady Macbeth” Jordan Peele – “Corra!” Taylor Sheridan – “Terra Selvagem” Aaron Sorkin – “A Grande Jogada”

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  • Etc

    Greta Gerwig diz que não voltará a trabalhar com Woody Allen

    11 de janeiro de 2018 /

    Em meio ao clima de denúncias de assédios em Hollywood, a atriz, roteirista e diretora Greta Gerwig, responsável pelo filme indie do ano, “Lady Bird”, anunciou que não voltará mais a trabalhar para Woody Allen. Ela atuou em “Para Roma com amor”, filme de 2012 do diretor, e foi pressionada a se manifestar sobre o cineasta durante as entrevistas que se seguiram ao Globo de Ouro 2018. Woody Allen é acusado de abuso sexual por sua filha adotiva Dylan Farrow. O diretor sempre negou as acusações, alegando que a história foi inventada pela ex-esposa Mia Farrow. O caso dividiu a família, com pelo menos um filho adotivo de Allen e Farrow ficando ao lado do diretor, enquanto o filho biológico do casal, Ronan Farrow, rompeu com o pai e se tornou ativista contra o abuso sexual — foram dele as matérias da revista New Yorker que denunciaram o produtor Harvey Weinstein. Gerwig comentou o caso após uma pergunta sobre o possível efeito de denúncias no legado artístico e futuras oportunidades de trabalho dos acusados, durante uma mesa redonda online do jornal New York Times. “Eu queria falar especificamente sobre Woody Allen, pois me fizeram essa pergunta algumas vezes recentemente. É algo que levo muito a sério e venho pensando muito sobre, então tive tempo de organizar meus pensamentos e dizer o que quero dizer. Só posso falar por mim mesma e cheguei a essa conclusão: Se eu soubesse na época o que sei hoje, não teria atuado no filme.Não trabalhei com ele desde então e não voltarei a trabalhar com ele”. Gerwig mencionou diretamente dois artigos escritos por Dylan Farrow, o de 2014 e outro de outubro de 2017, no qual ela critica o movimento #metoo por poupar Allen e cita especificamente atrizes que trabalharam com ele, como Gerwig, Kate Winslet e Blake Lively. “Os dois artigos de Dylan Farrow me fizeram perceber que eu havia agravado a dor de outra mulher e eu fiquei arrasada com isso”, disse a atriz. “Eu cresci com os filmes dele e eles me formaram enquanto artista, esse é um fato que não posso mudar. Mas posso tomar decisões diferentes de agora em diante.”

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    Três Anúncios para um Crime e Big Little Lies são os grandes vencedores do Globo de Ouro 2018

    8 de janeiro de 2018 /

    O filme “Três Anúncios para um Crime” e a série “Big Little Lies” foram as produções mais premiadas do Globo de Ouro 2018. Ambas receberam quatro prêmios, inclusive os de Melhor Filme e Melhor Série Limitada (definição já ultrapassada com a encomenda de uma 2ª temporada). Mas o que marcou a premiação foi seu tom politizado, assumidamente feminista. Da abertura do comediante Seth Meyers aos agradecimentos, passando pelo forte discurso da homenageada da noite, a atriz Oprah Winfrey, e pelos evidentes trajes pretos enfocados durante 99% da transmissão, os temas da inclusão racial, igualdade sexual, empoderamento feminino e a reação firme contra o assédio pontuaram todo evento. De forma condizente com estre clima, as principais vitórias refletiram os temas da noite. “Três Anúncios para um Crime” conta uma história de estupro e assassinato, que policiais homens pouco se esforçam para investigar, fazendo a mãe da vítima tomar uma atitude radical. Além de Melhor Filme de Drama, venceu os troféus de Melhor Roteiro (escrito pelo diretor Martin McDonaugh), Atriz (Frances McDormand) e Ator Coadjuvante (Sam Rockwell). “Big Little Lies” segue linha paralela, ao denunciar abusos e violência doméstica. Junto do Globo de Ouro de Melhor Série Limitada, venceu os troféus de Atriz (Nicole Kidman), Ator (Alexander Skarsgard) e Atriz Coadjuvante (Laura Dern) de Série Limitada. Entre as séries de drama e comédia, as mais premiadas também destacaram temática feminista. A sci-fi “The Handmaid’s Tale”, sobre um futuro distópico em que as mulheres perdem seus direitos, venceu como Melhor Série e Atriz de Drama (Elisabeth Moss), enquanto “The Marvelous Mrs. Maisel”, em que uma mulher troca a vida doméstica pelo sucesso como comediante nos anos 1950, levou os prêmios de Melhor Série e Atriz de Comédia (Rachel Brosnahan). Diante deste zeitgeist inescapável, destoaram o fato de a presidente da Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood, responsável pela premiação, ser a única a subir ao palco com vestido colorido – vermelho! – e os comentários de Natalie Portman e Barbra Streissand sobre a ausência de mulheres na disputa dos prêmios de direção. Em toda a história do Globo de Ouro, Streissand foi única a vencer como cineasta. E este ano os indicados foram todos “diretores homens”, como fez questão de ressaltar Portman, ao apresentar o prêmio ao vencedor, Guillermo del Toro, por “A Forma da Água”. Entretanto, o vencedor da categoria de Melhor Filme de Comédia, “Lady Bird”, foi escrito e dirigido por uma mulher, a atriz Greta Gerwig. “Lady Bird” também rendeu o prêmio de Melhor Atriz de Comédia para Saoirse Ronan, e consagrou-se, com seus dois troféus, como o segundo filme mais premiado da noite, num empate com “A Forma da Água”. Outros troféus importantes incluem o de Melhor Ator de Comédia para James Franco (“O Artista do Desastre”), Melhor Ator de Drama para Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”), Melhor Filme Estrangeiro para o alemão “Em Pedaços” e Melhor Animação para “Viva – A Vida É uma Festa”. Confira abaixo a lista completa da premiação. Vencedores do Globo de Ouro 2018 TELEVISÃO Melhor Série – Drama “The Handmaid’s Tale” Melhor Série – Comédia/Musical “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Série Limitada/Telefilme “Big Little Lies” Melhor Ator – Drama Sterling K. Brown (“This Is Us”) Melhor Atriz – Drama Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Melhor Ator – Comédia/Musical Aziz Ansari (“Master of None”) Melhor Atriz – Comédia/Musical Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Ator – Série Limitada/Telefilme Ewan McGregor (“Fargo”) Melhor Atriz – Série Limitada/Telefilme Nicole Kidman (“Big Little Lies”) Melhor Ator Coadjuvante – Série/Série Limitada/Telefilme Alexander Skarsgard (“Big Little Lies”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série/Série Limitada/Telefilme Laura Dern (“Big Little Lies”)   CINEMA Melhor Filme – Drama “Três Anúncios para um Crime” Melhor Filme – Comédia/Musical “Lady Bird – A Hora de Voar” Melhor Diretor Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) Melhor Ator – Drama Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”) Melhor Atriz – Drama Frances McDormand (“Três Anúncios Para um Crime”) Melhor Ator – Comédia/Musical James Franco (“Artista do Desastre”) Melhor Atriz – Comédia/Musical Saoirse Ronan (“Lady Bird”) Melhor Ator Coadjuvante Sam Rockwell (“Três Anúncios Para um Crime”) Melhor Atriz Coadjuvante Allison Janney (“Eu, Tonya”) Melhor Filme de Animação “Viva – A Vida é uma Festa” Melhor Filme Estrangeiro “Em Pedaços” (Alemanha) Melhor Roteiro Martin McDonaugh (“Três Anúncios para um Crime”) Melhor Trilha Sonora Original Alexandre Desplat (“A Forma da Água”) Melhor Canção Original “Remember Me”, Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez (“Viva – A Vida é uma Festa”)

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    Olivia Munn vai apresentar premiação do Critics’ Choice 2018

    3 de janeiro de 2018 /

    A atriz Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”) vai apresentar a premiação Critics’ Choice Awards 2018, que acontece em 11 de janeiro em Santa Monica, na Califórnia. Sua presença garante que o tema dos assédios sexuais em Hollywood fará parte da pauta de discursos, já que ela é uma das acusadoras do cineasta Brett Ratner (“X-Men: O Confronto Final”). Para completar, a atriz Gal Gadot vai ganhar uma homenagem da premiação por seu trabalho em “Mulher-Maravilha”, confirmando o tom de empoderamento feminino que deverá marcar o evento. A fantasia “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro, lidera a lista dos indicados com 14 nomeações, incluindo Melhor Filme. A lista completa dos filmes e séries que concorrem ao prêmio da crítica norte-americana pode ser conferida neste link. A premiação será transmitida ao vivo pela TV. No Brasil, a exibição acontecerá no canal pago TNT. Olivia Munn tem experiência como apresentadora. Antes de se dedicar à carreira de atriz, apresentou o programa geek “Attack of the Show” (entre 2006 e 2010). Ela aparecerá bastante nas telas em 2018, com papéis no novo filme da franquia “Predador”, em “Oito Mulheres e um Segredo”, em “X-Men: Fênix Negra” e na 2ª temporada da série “Six”.

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    Lady Bird supera Moonlight como o maior sucesso do estúdio indie A24 na América do Norte

    25 de dezembro de 2017 /

    O drama “Lady Bird”, que chegou a ser considerado o filme mais bem-avaliado da história do Rotten Tomatoes – até um blogueiro resolver ficar famoso com um único comentário negativo – realizou uma nova façanha. Com as bilheterias do último fim de semana, o primeiro longa escrito e dirigido individualmente pela atriz Greta Gerwig (a eterna “Frances Ha”) atingiu US$ 28,3M (milhões) e se tornou a produção mais bem-sucedida do estúdio A24 no mercado doméstico norte-americano. O valor superou os 27,8M de “Moonlight”, filme vencedor do Oscar 2017. O filme de Barry Jenkins ainda se mantém com grande vantagem na soma da bilheteria mundial, tendo feito mais de US$ 65M, mas a obra de Gerwig ainda não foi lançada no mercado internacional. “Lady Bird” evoca a juventude de Gerwig como adolescente rebelde e inconformista numa trama autobiográfica, com Saoirse Ronan (“Brooklyn”) no papel de protagonista. A atriz venceu o Gotham Awards e o filme também disputa prêmios no Globo de Ouro, SAG Awards e Spirit Awards, entre outros eventos de celebração dos melhores do ano. A estreia no Brasil está marcada para 15 de fevereiro.

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