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    Ativistas publicam carta aberta em defesa de Amber Heard

    18 de novembro de 2022 /

    Um grupo de ativistas e artistas publicou uma carta aberta em apoio à atriz Amber Heard (“Aquaman”) e chamando o veredito do seu julgamento com Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”) de “prejudicial”. A carta foi assinada por mais de 140 organizações e ativistas de direitos das mulheres e contra a violência doméstica. “Grande parte desse assédio [contra Heard] foi alimentado por desinformação, misoginia, bifobia e um ambiente de mídia social monetizado, onde as alegações de uma mulher a respeito de violência doméstica e de agressão sexual foram ridicularizadas para entretenimento”, diz o texto. “A mesma desinformação e acusações de culpar as vítimas agora estão sendo usadas contra outras pessoas que alegam abuso.” “Em nossa opinião, o veredito de ‘Depp vs. Heard’ e o discurso continuado em torno dele indicam um mal-entendido fundamental a respeito do parceiro íntimo e da violência sexual e de como as sobreviventes respondem a isso”, continua. “As consequências danosas da disseminação dessa desinformação são incalculáveis. Temos sérias preocupações sobre o uso indevido crescente de processos por difamação para ameaçar e silenciar sobreviventes.” A carta conclui condenando a “humilhação pública de Amber Heard” e acrescentando que “apoiamos a capacidade de todos de denunciar violência sexual e de parceiro íntimo sem assédio e intimidação”. Entre as pessoas e entidades que assinaram a carta estavam a atriz Constance Wu (“Podres de Ricos”), a icônica feminista Gloria Steinem, a documentarista Amy Ziering (“Allen contra Farrow”), além das organizações National Women’s Law Center, The National Organization for Women, Women’s March Foundation, Women’s Equal Justice Project e muitas outras. Ao final do julgamento de Amber e Depp, o júri concluiu que Heard difamou Johnny em seu artigo de 2018 sobre violência doméstica, embora ela não o tenha mencionado por nome naquele texto. Ele foi punida em mais de US$ 10 milhões em danos. Apesar disso, Heard ganhou uma acusação de difamação contra Depp, mas os valores decididos pelo júri foram desproporcionais: US$ 2 milhões. Ambos estão apelando dos vereditos. Em uma declaração após o julgamento, Depp disse: “Minha decisão de prosseguir com este caso, sabendo muito bem os obstáculos legais que enfrentaria e o inevitável espetáculo mundial em minha vida, só foi tomada após considerável reflexão. Desde o início, o objetivo de apresentar este caso era revelar a verdade, independentemente do resultado. Falar a verdade era algo que eu devia aos meus filhos e a todos aqueles que permaneceram firmes em seu apoio a mim. Sinto-me em paz sabendo que finalmente consegui isso.” “Espero que minha busca para que a verdade seja dita tenha ajudado outras pessoas, homens ou mulheres, que se encontraram na minha situação, e que aqueles que os apoiam nunca desistam. Também espero que a posição volte agora para ‘inocente até ser considerado culpado’, tanto nos tribunais quanto na mídia”, completou ele. Heard, por sua vez, disse na época que estava “desapontada com o que esse veredito significa para outras mulheres” e chamou o resultado de um “retrocesso”. “Isso atrasa o relógio para uma época em que uma mulher que falava e denunciava podia ser envergonhada e humilhada publicamente. Isso atrasa a ideia de que a violência contra as mulheres deve ser levada a sério”, disse Heard. “Acredito que os advogados de Johnny conseguiram fazer com que o júri ignorasse a questão-chave da liberdade de expressão e ignorasse as evidências que eram tão conclusivas, que ganhamos [outro processo similar] no Reino Unido. Estou triste por ter perdido este caso. Mas estou ainda mais triste por parecer ter perdido um direito que pensei que tinha como americana: o direito de falar livre e abertamente.”

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  • Série

    Mrs. America: Série em que Cate Blanchett enfrenta o feminismo estreia no Brasil

    19 de setembro de 2020 /

    O canal pago Fox Premium estreia nesta sábado (19/9), às 22h15, a minissérie “Mrs. America”, estrelada por Cate Blanchett, que recria as lutas do feminismo dos anos 1970 nos EUA. Criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, a minissérie tem nove episódios, foi lançada em abril nos EUA e recebeu 10 indicações ao prêmio Emmy, principal premiação da TV americana que acontece no domingo (20/9), incluindo Melhor Minissérie do ano. O detalhe é que, em vez de narrar a história pelo olhar feminista, a trama gira em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos na década de 1970. Blanchett concorre ao Emmy pelo papel, assim como suas coadjuvantes Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), Margo Martindale (“The Americans”) e Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”). O elenco também destaca Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), James Marsden (“Westworld”), Sarah Paulson (“Ratched”), John Slattery (“Madman”), Kayli Carter (“Godless”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). Algumas dessas estrelas interpretam feministas históricas, como Gloria Steinem (Byrne), Betty Friedan (Ullman), Shirley Chisholm (Aduba) e até a republicana Jill Ruckelshaus (Banks), entre outras. Veja o trailer original da atração logo abaixo.

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  • Filme

    Julianne Moore e Alicia Vikander vivem a feminista Gloria Steinem em trailer

    4 de setembro de 2020 /

    O estúdio indie americano Roadside Attractions divulgou o pôster e o trailer de “As Vidas de Glória” (The Glorias), filme em que Julianne Moore (vencedora do Oscar por “Para Sempre Alice”) e Alicia Vikander (“Tomb Raider”) vivem a famosa jornalista e escritora feminista Gloria Steinem. Com direção de Julie Taymor (de “Frida” e “Across the Universe”), o filme é baseado no livro de memórias homônimo de Steinem, lançado no Brasil com o título de “Minha Vida na Estrada”, que foi adaptado pela dramaturga Sarah Ruhl, duas vezes finalista do Tony (o Oscar do teatro), fazendo aqui sua estreia como roteirista de cinema. Atualmente com 83 anos, Steinem foi uma das fundadoras da pioneira revista feminista “Ms.”, criada em 1971 – e que aparece em algumas cenas da prévia. Mas se tornou conhecida nos Estados Unidos ainda em 1969, com a publicação de um artigo-manifesto (“After Black Power, Women’s Liberation”), que tratava da luta das mulheres por igualdade de direitos. A opção escolhida para contar essa história foi mostrar a evolução de Gloria desde a infância, adolescente, juventude e fase adulta, quando é vivida, respectivamente, por Ryan Keira Armstrong (“Anne with an E”), Lulu Wilson (“A Maldição da Residência Hill”), Alicia Vikander e Julianne Moore. O elenco inclui ainda Janelle Monáe (“Estrelas Além do Tempo”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Bette Midler (“The Politician”) e Timothy Hutton (também de “A Maldição da Residência Hill”). Exibido no Festival de Sundance, “The Glorias” recebeu críticas positivas, mas apesar dos 73% de aprovação no Rotten Tomatoes será lançado diretamente na internet em 30 de setembro nos EUA.

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  • Série

    Mrs. America: Cate Blanchett ataca feministas em trailer de nova série

    29 de março de 2020 /

    O canal pago americano FX divulgou o pôster e o trailer de “Mrs. America”, série sobre o movimento feminista estrelada por Cate Blanchett. “Mrs. America” vai narrar a história da pela igualdade de gêneros nos Estados Unidos, mas em vez de narrar a história pelo olhar feminista, vai girar em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos na década de 1970. O elenco também destaca Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), James Marsden (“Westworld”), Margo Martindale (“The Americans”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), John Slattery (“Madman”), Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”), Kayli Carter (“Godless”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). Por conta do tema, a produção vai apresentar várias feministas famosas, como Gloria Steinem (Byrne), Betty Friedan (Ullman), Shirley Chisholm (Aduba) e até a republicana Jill Ruckelshaus (Banks), entre outras. Criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, a minissérie terá nove episódios, que estreia em 15 de abril na plataforma Hulu. Originalmente concebida para o FX, a série mudou de endereço com o lançamento da iniciativa FX on Hulu, que leva produções do canal pago – consagradas ou inéditas – para o serviço de streaming adulto da Disney. A primeira série exclusiva dessa faixa foi “Devs”, sci-fi tecnológica de Alex Garland (diretor de “Ex Machina” e “Aniquilação”), lançada em 5 de março.

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  • Série

    Mrs. America: Fotos destacam elenco grandioso liderado por Cate Blanchett

    14 de agosto de 2019 /

    O canal pago americano FX divulgou as primeiras fotos de “Mrs. America”, que destacam o elenco grandioso da minissérie. As imagens apresentam as caracterizações de Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), James Marsden (“Westworld”), Margo Martindale (“The Americans”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), John Slattery (“Madman”) e Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”). Mas o elenco também conta com Kayli Carter (“Godless”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). “Mrs. America” vai narrar a história da pela igualdade de gêneros nos Estados Unidos, mas em vez de narrar a história pelo olhar feminista, vai girar em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos na década de 1970. Por conta do tema, a produção vai apresentar várias feministas famosas, como Gloria Steinem (Byrne), Betty Friedan (Ullman), Shirley Chisholm (Aduba) e até a republicana Jill Ruckelshaus (Banks), entre outras. Criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, a minissérie terá nove episódios, mas ainda não ganhou previsão de estreia.

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  • Série

    Elizabeth Banks vai enfrentar Cate Blanchett em minissérie sobre feminismo dos anos 1970

    8 de junho de 2019 /

    A atriz – e também diretora – Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) entrou no elenco de “Mrs. America”, série do canal pago FX sobre a luta histórica pela igualdade de gêneros nos Estados Unidos. Ele vai viver uma das maiores rivais da protagonista, que será interpretada por Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), primeiro nome anunciado na produção. “Mrs. America” foi criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, mas em vez de narrar a história pelo olhar feminista, vai girar em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos (Equal Rights Amendment, ERA) na década de 1970. A sinopse apresentada pelo canal pago FX diz: “Através dos olhos das mulheres dessa época, tanto de Schlafly como das feministas Gloria Steinem, Betty Friedan, Shirley Chisholm, Bella Abzug e Jill Ruckelshaus, a série explorará como um dos campos de batalha mais duros nas guerras culturais dos anos 1970 ajudou a dar origem ao movimento conservador da Maioria Moral e mudou para sempre a nossa paisagem política”. Na produção, Banks viverá Jill Ruckelshaus, política feminista que integrou uma comissão federal, equivalente à Comissão dos Direitos Humanos do Brasil, que, após conquistar igualdade de direitos entre as raças nos anos 1960, buscava mais direitos para as mulheres em 1975 – o Ano Internacional da Mulher. O elenco ainda contará com Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), Kayli Carter (“Godless”), James Marsden (“Westworld”), Margo Martindale (“The Americans”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), John Slattery (“Madman”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”), Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”) e Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”). A minissérie terá nove episódios, mas ainda não ganhou previsão de estreia.

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  • Série

    Cate Blanchett vai viver militante anti-feminista em sua primeira série americana

    31 de outubro de 2018 /

    A atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) vai estrelar sua primeira série americana, mais de duas décadas após sua última incursão no gênero, feita ainda no começo de sua carreira na televisão australiana. Ela viverá uma militante anti-feminista que impediu uma emenda constitucional nos Estados Unidos que garantiria a igualdade de direitos para todos, sem distinção de sexo. Intitulada “Mrs. America”, a série foi criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, e vai contar a história de Phyllis Schlafly, uma ativista conservadora, conhecida por sua oposição ao feminismo, e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos (Equal Rights Amendment, ERA) na década de 1970. A sinopse apresentada pelo canal pago FX, que vai exibir a produção, diz: “Através dos olhos das mulheres dessa época, tanto de Schlafly como das feministas Gloria Steinem, Betty Friedan, Shirley Chisholm, Bella Abzug e Jill Ruckelshaus, a série explorará como um dos campos de batalha mais duros nas guerras culturais dos anos 1970 ajudou a dar origem ao movimento conservador da Maioria Moral e mudou para sempre a nossa paisagem política”. “Não podia haver um momento mais apropriado para revisar este período da história recente”, completou Blanchett, no comunicado da produção. “Não poderia ser mais relevante do que hoje em dia.” Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Carey Mulligan viverá a feminista Gloria Steinem no cinema

    8 de novembro de 2017 /

    A atriz Carey Mulligan, que foi uma sufragista no filme “As Sufragistas” (2015), sobre os primórdios do movimento feminista, vai viver uma das mais famosos ativistas feministas dos anos 1970, a jornalista Gloria Steinem. Segundo o site da revista Variety, ela vai estrelar “An Uncivil War”, que será sua segunda parceria com a diretora Dee Rees após o recente “Mudbound”, produção da Netflix que está sendo cotada para o Oscar. Com roteiro de David Kukoff (“O Negócio é Fofoca”), a trama vai mostrar a luta pela aprovação de leis sobre a igualdade sexual em 1972, num confronto político com grupos conservadores. As filmagens vão acontecer no primeiro semestre de 2018. Curiosamente, “An Uncivil War” é o segundo filme a abordar a vida de Gloria Steinem atualmente em desenvolvimento. A ativista será tema da cinebiografia “My Life on the Road”, na qual será vivida por Julianne Moore.

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  • Filme

    Julianne Moore vai viver a famosa feminista Gloria Steinem em cinebiografia

    3 de novembro de 2017 /

    A atriz Julianne Moore, vencedora do Oscar por “Para Sempre Alice” (2014), vai viver a jornalista e escritora feminista Gloria Steinem no cinema. Segundo o site Deadline, ela protagonizará a cinebiografia “My Life on the Road”, que será dirigida por Julie Taymor (de “Frida” e “Across the Universe”). O filme é baseado no livro de memórias homônimo de Steinem, lançado no Brasil com o título literal de “Minha Vida na Estrada”. E a adaptação está à cargo da dramaturga Sarah Ruhl, duas vezes finalista do Tony (o Oscar do teatro), em sua estreia como roteirista de cinema. O título se refere ao fato de a escritora ter passado parte da vida na estrada – seja em viagens familiares na infância ou, já adulta, como ativista e palestrante sobre feminismo e direitos das mulheres. Atualmente com 83 anos, Steinem foi uma das fundadoras da pioneira revista feminista “Ms.”, criada em 1971. Mas se tornou conhecida nos Estados Unidos ainda em 1969, com a publicação de um artigo-manifesto (“After Black Power, Women’s Liberation”), que tratava da luta das mulheres por igualdade de direitos.

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