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    Sinta-se em Casa: Programa de Marcelo Adnet acaba na sexta

    8 de setembro de 2020 /

    O humorista Marcelo Adnet revelou que seu programa “Sinta-se em Casa”, do Globoplay, acaba na sexta-feira (11/9). O melhor humorístico da quarentena chega ao fim junto com a quarentena, após um feriadão em que poucos respeitaram o isolamento social. A informação sobre o final da produção veio à tona numa troca de tuítes entre Adnet e o também humorista Paulo Vieira. Após Vieira mencionar que o colega não teria tempo para conferir suas “tretas”, por fazer um programa diário, Adnet revelou o fim do programa. “Acaba sexta. Aí passarei a me exercitar, pegar sol e beber água. E seguir suas tretas!” Na sequência, Vieira lamentou o fim do projeto, mas disse imaginar o cansaço que é fazer um programa diário e ponderou que “é importante se recompor”. Adnet respondeu: “Porr*. São 106 capítulos sem parar”. “Sinta-se em Casa” vai acabar no auge, após seu conteúdo virar assunto oficial, com reclamações da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República) e ofensas pessoais proferidas pelo secretário de Cultura Mário Frias, que não gostou de ser satirizado. Na segunda (7/9), Adnet usou a controvérsia como inspiração para seu humorístico. Acaba sexta. Aí passarei a me exercitar, pegar sol e beber água. E seguir suas tretas! — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 8, 2020 Pourra. São 106 capítulos sem parar — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 8, 2020

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  • Etc

    Marcelo Adnet transforma ofensas de Mário Frias em piada

    8 de setembro de 2020 /

    Marcelo Adnet aproveitou o material humorístico fornecido pelo secretário de Cultura Mário Frias em novo esquete do programa “Sinta-se em Casa”, do Globoplay. Primeiro programa após os ataques de Frias e da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República), motivados por uma paródia feita por Adnet na sexta (4/9), o “Sinta-se em Casa” desta segunda (7/9) não deixou passar batido a reação desmedida do secretário, parafraseando as ofensas que ele postou nas redes sociais. “Isso mesmo, presidente. Vivemos a época do ‘mimimi’, mas curiosamente vou usar recursos e energia para responder a uma piada que não gostei: frouxo, sem futuro, criatura imunda”, diz Adnet no vídeo, ironizando a reação de Frias. No esquete, Adnet ainda apareceu em um playground para ilustrar a frase em que secretário faz bravata de recreio estudantil: “No lugar onde eu cresci, não duraria um minuto”. O humorista também incorporou Bolsonaro para falar que quer acabar com o politicamente correto, contudo o que realmente importa é “atacar quem faz piada conosco”. Confira abaixo. Dia de virar as costas pro Pantanal e dramatização do xilique-resposta do Brother Retumbante. Pedro reclamando seus direitos autorais. #SintaSeEmCasa completo, grátis e sem recursos públicos aqui: https://t.co/SL4t86LKCb pic.twitter.com/b4MN6dd1tS — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 7, 2020

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  • Filme,  Música

    Filme da prisão de Caetano Veloso é “advertência” sobre futuro brasileiro

    7 de setembro de 2020 /

    Único filme brasileiro selecionado para o Festival de Veneza, o documentário “Narciso em Férias” foi exibido nesta segunda-feira (7/9) em sessão de gala, fora de competição no evento italiano. Ausentes devido à pandemia de coronavírus, os responsáveis pelo longa participaram da première de forma remota, via videoconferência. Dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil (“Uma Noite em 67”), o filme traz Caetano compartilhando suas memórias do cárcere e as canções que marcaram o período, quando foi preso com seu amigo Gilberto Gil em 1968 e posteriormente exilado do Brasil. Durante a entrevista coletiva, disponibilizada por streaming, os realizadores destacaram que o filme faz mais que relembrar fatos do passado, que muitos brasileiros não conhecem ou fingem não ter existido. Ele serve também como uma “advertência” para o futuro, diante de rumos dos tempos atuais, “para que não se repitam os erros que culminaram na atrocidade e na imbecilidade que foi a ditadura militar no Brasil”, nas palavras de Renato Terra. O diretor fez uma comparação entre o passado da ditadura e o governo brasileiro atual. “Em 1968, no Brasil, houve o AI-5, o Congresso Brasileiro foi fechado, havia censura na imprensa, pessoas eram sequestradas, tiradas de casa e torturadas, foi um período horrível da História brasileira. Hoje, a gente vive aqui numa democracia, é diferente, mas o caminho que a gente percorreu para chegar até 68 guarda algumas semelhanças com o que a gente tá vivendo nesse momento no Brasil”, apontou. Ele lembrou que a volta da ditadura é bandeira de alguns políticos nacionais. “O AI-5, por exemplo, que foi a causa direta da prisão do Caetano e do Gil… Algumas pessoas no Brasil – poucas, mas barulhentas – pedem a volta do AI-5 ou defendem a ditadura militar. E tem um absurdo muito grande nisso, uma coisa que é muito descolada da realidade”. Ricardo Calil, por sua vez, considerou que “os artistas estavam entre os primeiros alvos da ditadura militar” e, do mesmo modo, também são foco de ataques prioritários do governo atual, mas de forma distinta. “Não há mais a censura, mas há um esforço do governo em desmontar muitas áreas da Cultura, incluindo o cinema, incluindo a Cinemateca Brasileira, que é a instituição que guarda nossa memória cinematográfica, e também as instituições que patrocinam e financiam o cinema e garantem o futuro do cinema nacional” Paula Lavigne, mulher de Caetano e produtora do documentário, acrescentou que “Narciso em Férias” tem a função de relembrar como foi a ditadura, já que “muita gente não sabe que eles [Caetano e Gil] foram presos”, especialmente os mais novos, por causa da proibição de se noticiar a prisão na época e pela disseminação do negacionismo da extrema direita brasileira. Além disso, ela aponta que o verdadeiro motivo da prisão foi “uma fake news”, um boato, “e isso fica claro nos documentos: não existia uma acusação objetiva”. Essa arbitrariedade, que veio à tona em documentos recém-revelados sobre a prisão, transformam o encarceramento de Caetano e Gil “num teatro do absurdo, num pesadelo kafkiano”, na definição de Kalil. Por isso, o filme também serviria para desnudar o despreparo e o caos que caracterizou o regime militar brasileiro. “Uma das táticas da direita é o negacionismo”, ponderou Lavigne, lembrando que há pessoas de direita “dizendo até que não houve ditadura militar”. “Mas muitos artistas foram presos, alguns sofreram até mais que Caetano e Gil, foram torturados, outras pessoas mortas. Então, eu acho que o momento é muito adequado” para se falar disso. A entrevista foi disponibilizada na íntegra no canal do Festival de Veneza no YouTube. Veja abaixo, a partir de 1h13 minutos do vídeo, que reúne outras coletivas desta segunda no festival. Já “Narciso em Férias” pode ser visto, também desde esta segunda-feira, com exclusividade na plataforma Globoplay.

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  • Etc

    Marcelo Adnet responde à Secom: “Não aguentam sátira”

    5 de setembro de 2020 /

    O humorista Marcelo Adnet respondeu no Twitter os ataques pessoais do secretário especial da Cultura, Mario Frias, e institucionais do perfil da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República), motivados por uma paródia feita em seu programa “Sinta-se em Casa”, na Globoplay. O comediante satirizou a participação de Frias num vídeo de tom nacional-triunfalista sobre “Heróis Brasileiros”, e o secretário da Cultura reagiu com ofensas, chamando Adnet de “criatura imunda”, “crápula”, “frouxo”, “sem futuro”, “palhaço”, “idiota”, “egoísta”, “fraco” e “bobão”, além evocar sua vida privada para exemplificar sua “falta de caráter”. Por sua vez, a Secom acusou Adnet de “parodiar o bem e fazer pouco dos brasileiros”, além de “desprezar o ser humano”. “Se elegeram sob a bandeira do fim do mimimi e do politicamente correto mas não aguentam UMA SÁTIRA que vêm chorar em perfil oficial”, escreveu Adnet. “A crítica não é ao povo, não força a barra. É AO GOVERNO FEDERAL, que em vez de trabalhar prefere perseguir seus próprios cidadãos”, acrescentou. Aos fatos:1-se elegeram sob a bandeira do fim do mimimi e do politicamente correto mas não aguentam UMA SÁTIRA que vem chorar em perfil oficial!2-A crítica não é ao povo, não força a barra. É AO GOVERNO FEDERAL que em vez de trabalhar prefere perseguir seus próprios cidadãos. — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 5, 2020

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    Humoristas apoiam Marcelo Adnet após ataques: “governo mimimi”

    5 de setembro de 2020 /

    Após sofrer ataques pessoais do secretário especial da Cultura, Mario Frias, e institucionais do perfil da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República), Marcelo Adnet ganhou solidariedade de vários humoristas brasileiras. Os ataques foram motivados por uma paródia feita por Adnet na sexta (4/5), em seu programa “Sinta-se em Casa”, na Globoplay. O comediante satirizou a participação de Frias num vídeo de tom nacional-triunfalista sobre “Heróis Brasileiros”, e o secretário da Cultura reagiu com ofensas, chamando Adnet de “criatura imunda”, “crápula”, “frouxo”, “sem futuro”, “palhaço”, “idiota”, “egoísta”, “fraco” e “bobão”, além evocar sua vida privada para exemplificar sua “falta de caráter”. Por sua vez, a Secom acusou Adnet de “parodiar o bem e fazer pouco dos brasileiros”, listando “pessoas reais” que não estavam nem foram citadas no vídeo, em que Frias aparece sozinho no Museu do Senado. “Não imaginamos que honrar um morador de rua que salvou uma desconhecida ou uma professora que morreu queimada para salvar dezenas de crianças causaria reações maldosas, carregadas de desprezo por brasileiros simples, mas imensamente bondosos”, diz o texto, que ainda acusa Adnet de “desprezar o ser humano”. A reação, claro, virou piada entre a classe dos humoristas brasileiros. Maurício Meirelles criou a definição que acabou viralizando na internet, ao chamar o governo Bolsonaro de “governo mais mimimi da história deste país”. Danilo Gentili usou ironia para questionar quanto a Secom tinha recebido para fazer publicidade para Adnet. E tanto Fabio Rabin quanto Gregório Duvivier (num retuíte do repórter Rafael Neves) lembraram da recente participação de Adnet no “Roda Viva”, onde Marcelo Tas sugeriu que só governos comunistas, como China e Cuba, perseguiam humoristas e reprimiam o humor. Gentili ainda ponderou, em tom de reclamação, que Adnet não o defendeu na época de sua condenação por fazer piada misógina com a deputada petista Maria do Rosário. Mas o perfil Tesoureiros do Jair lembrou da defesa feita por Bolsonaro à liberdade do humor por ocasião dessa condenação, e o próprio Adnet retuitou em seu perfil. Veja estas e outras reações abaixo. É o governo mais MIMIMI da história do Brasil. PQP https://t.co/t2sLv4OpMA — Mauricio Meirelles (@MauMeirelles) September 5, 2020 Quanto o Adnet pagou pra vocês fazerem essa excelente publicidade pra ele? https://t.co/jh77prkkhd — Danilo Gentili (@DaniloGentili) September 5, 2020 Parabéns @MarceloAdnet ! Isso aqui é pra enquadrar.Era em Cuba que não podia fazer humor ? https://t.co/PPK9ExSYLY — Fabio Rabin (@fabiorabin) September 5, 2020 Corre aqui @MarceloTas, o governo de Cuba está perseguindo um humorista https://t.co/H4rOh2Stad — Rafael Neves (@contaneves) September 5, 2020 Meu presidente. https://t.co/gxnZeXDzOP — paulinho serra🇧🇷🏳️🇯🇲🏴‍☠️🇦🇱 (@PaulinhoSerra) September 5, 2020 Quem lê a resposta do Mário Frias pro Adnet – a que termina com um “Onde eu cresci ele não durava um minuto” – além de perceber que o Secretário de Cultura não sabe português, pensa que ele é uma mulher negra que enfrentou as adversidades de uma Esparta da vida real brasileira. — Antonio Tabet (@antoniotabet) September 5, 2020 Embora o Adnet tenha mantido o mais completo silêncio qdo fui condenado a prisão pela M. Rosário ou qdo rolou outras investidas do governo anterior contra meu trabalho, ele pode contar com meu total apoio contra essa investida grotesca e babaca do atual governo. Presidente fraco https://t.co/jh77prkkhd pic.twitter.com/TJiGYiZTjC — Danilo Gentili (@DaniloGentili) September 5, 2020 Em abril de 2019, Danilo Gentili foi condenado por esfregar uma notificação que recebeu da deputada Maria do Rosário em suas partes íntimas e a chamar de puta. Em setembro de 2020, o @MarceloAdnet fez uma paródia. pic.twitter.com/apO62pQdeP — Tesoureiros do Jair (@tesoureiros) September 5, 2020

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  • Etc

    Secretário da Cultura ataca Marcelo Adnet com ofensas após ganhar paródia

    5 de setembro de 2020 /

    Nem todo político tem o bom-humor de Delfim Netto, que colecionou e emoldurou cartuns que o satirizavam na época em que foi ministro em plena ditadura militar. O secretário especial da Cultura, Mario Frias, e o perfil da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República), resolveram se manifestar – no caso da Secom, oficialmente – contra uma paródia do humorista Marcelo Adnet, que faz os melhores esquetes de humor do período da pandemia em seu programa “Sinta-se em Casa” na Globoplay. Na sexta (5/9), Adnet parodiou a campanha sobre “Heróis Brasileiros”, lançada uma dia antes pelo governo, com narração e atuação de Mario Frias, evocando o estilo nacional-triunfalista já popularizado na pasta da Cultura num vídeo anterior de Roberto Alvim. Na mesma noite, Frias atacou o esquete, lançando várias ofensas pessoais contra o humorista. Ele chamou Adnet de “criatura imunda”, “crápula”, “frouxo”, “sem futuro”, “palhaço”, “idiota”, “egoísta”, “fraco” e “bobão”, além de atacar sua vida privada, comentando sua infidelidade no casamento com a ex Dani Calabresa. “Um Judas que não respeitou nem a própria esposa, traindo a pobre coitada em público por pura vaidade e falta de caráter”. Adnet respondeu com nova piada, dizendo que Frias “recomendou” o esquete. “Até o Secretário Frias recomendou no Instagram dele! Vale conferir o post! A Secom deve replicar em suas redes!”, postou o humorista. Foi a deixa para o Twitter oficial da Secom atacar a sátira, acusando Adnet de “parodiar o bem e fazer pouco dos brasileiros”. A secretaria de Comunicação passou, então, a listar “pessoas reais” que não estão no vídeo, em que Frias aparece sozinho no Museu do Senado – diante de quadro do Rei da Bélgica!. “Não imaginamos que honrar um morador de rua que salvou uma desconhecida ou uma professora que morreu queimada para salvar dezenas de crianças causaria reações maldosas, carregadas de desprezo por brasileiros simples, mas imensamente bondosos”, diz o texto. Seguindo esse raciocínio, a Secon afirma que Adnet despreza “as pessoas reais, de carne e osso, que são exemplos para todos”, e que, no entanto, não aparecem em lugar algum do vídeo parodiado, nem mesmo em citações. De fato, a Secom fez vários posts consecutivos, explicando o vídeo com o que não há no vídeo. Leia abaixo. Melhor ainda, compare os vídeos originais e veja todas as reações. 🇧🇷 O Brasil tem História. Uma História com verdadeiros líderes, respeitados intelectuais e grandes heróis nacionais. Alguns, conhecidos; muitos, ignorados. Uma História tão bela e grandiosa quanto desprezada e vilipendiada por anos de destruição da identidade nacional. pic.twitter.com/N8TDqpASXu — SecomVc (@secomvc) September 3, 2020 Arquivo Confidencial com o presidente no #SintaSeEmCasa Pgm completo https://t.co/t26nDkk4gq pic.twitter.com/t3jPIJhhE5 — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 5, 2020 Ver essa foto no Instagram Garoto frouxo e sem futuro. Agindo como se fosse um ser do bem, quando na verdade não passa de uma criatura imunda, cujo o adjetivo que devidamente o qualifica não é outro senão o de crápula. Um Judas que não respeitou nem a própria esposa traindo a pobre coitada em público por pura vaidade e falta de caráter. Um palhaço decadente que se vende por qualquer tostão, trocando uma amizade verdadeira, um amor ou sua história por um saquinho de dinheiro e uma bajulada no seu ego infantil e incapaz de encarar a vida e suas responsabilidades morais. Pior do que isso: conta vantagem por se considerar melhor que as outras pessoas. Mas isso tudo é só para esconder a solidão em que ele se encontra. Quem em sã consciência consegue conviver no mundo real com um idiota egoísta e fraco como esse? Onde eu cresci ele não durava um minuto. Bobão! Uma publicação compartilhada por Mario Frias🇧🇷 (@mariofriasoficial) em 4 de Set, 2020 às 6:47 PDT Até o Secretário Frias recomendou no instagram dele! Vale conferir o post! A Secom deve replicar em suas redes! — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 5, 2020 Erramos. Acreditamos que seria possível unir todo o país em torno de bons valores e de bons exemplos. Afinal, ninguém é contra a bondade, o amor ao próximo, o sacrifício por inocentes, certo? Errado! Infelizmente, há quem prefira parodiar o bem e fazer pouco dos brasileiros. pic.twitter.com/kqA2yjx0Rb — SecomVc (@secomvc) September 5, 2020 Coincidentemente, a data é próxima ao nosso 7 de Setembro. Decidimos então fazer uma série única, sobre heróis brasileiros — primeiramente, heróis anônimos; depois grandes heróis nacionais. Em comum, além da bravura de seus atos, o fato de serem amplamente desprezados. — SecomVc (@secomvc) September 5, 2020 Não imaginamos que honrar um morador de rua que salvou uma desconhecida ou uma professora que morreu queimada para salvar dezenas de crianças causaria reações maldosas, carregadas de desprezo por brasileiros simples, mas imensamente bondosos. — SecomVc (@secomvc) September 5, 2020 De que adianta afetar bons sentimentos, falar em defesa do povo e coisas do tipo, mas na prática desprezar as pessoas reais, de carne e osso, que são exemplos para todos? De que adianta gritar que ama a humanidade, mas desprezar o ser humano? — SecomVc (@secomvc) September 5, 2020

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  • Música

    Documentário sobre prisão de Caetano Veloso ganha trailer e música exclusiva

    4 de setembro de 2020 /

    A Uns Produções e Filmes divulgou o primeiro trailer de “Narciso em Férias”, documentário em que Caetano Veloso aborda seus dias de prisão durante a ditadura militar. Dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil (“Uma Noite em 67”), o filme traz Caetano compartilhando suas memórias do cárcere e as canções que marcaram o período, quando foi preso com seu amigo Gilberto Gil em 1968 e posteriormente exilado do Brasil. A prévia traz relatos do cantor sobre o dia em que ele foi preso e também de seu cotidiano atrás das grades, culminando na inspiração para compor a música “Terra”, que ele interpreta ao violão para o documentário. “Terra” não é a única música que integra o filme. Caetano chegou a gravar uma versão de “Hey Jude”, dos Beatles, ao violão especialmente para a produção. Ele conta que a música que Paul McCartney fez para o filho de John Lennon o ajudou a superar os momentos mais difíceis daquela situação. Ouça abaixo. O documentário terá première mundial na segunda-feira (7/9) no Festival de Veneza, mesmo dia em que será lançado na Globoplay.

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  • Série

    Estreias online: The Boys e mais 6 séries para ver no fim de semana

    4 de setembro de 2020 /

    A estreia da 2ª temporada de “The Boys” é o lançamento mais esperado entre os streaming de séries desta semana. Mas os fãs não vão exatamente maratonar a produção, porque a Amazon Prime Video disponibilizou apenas os três primeiros episódios nesta sexta (4/9). Felizmente, há mais quatro estreias com temporadas completas e outras duas com episódios semanais para quem quiser uma desculpa para estender o isolamento social por alguns dias. As dicas de passatempos podem ser conferidas com trailers e maiores informações logo abaixo. The Boys | EUA | 2ª Temporada Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), os Boys são um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis: eles são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e comercializa suas imagens. A missão se torna ainda mais complicada na 2ª temporada, quando os verdadeiros heróis da história passam ser considerados perigosos vilões e viram alvo da liga de “super-heróis” assassinos. O elenco destaca Karl Urban (“Thor: Ragnarok”) como líder dos Boys e Antony Starr (série “Banshee”) como o mais poderoso dos psicopatas de capa. Já os responsáveis pela produção são os mesmos que deram vida à “Preacher”, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Disponível na Amazon. Patrulha do Destino | EUA | 2ª Temporada A 2ª temporada de “Patrulha do Destino” chega em doses homeopáticas à TV paga e ao streaming da HBO, um mês após o final de seus episódios nos EUA. Ainda assim, será uma transmissão rápida, considerando que a série só estreou ao Brasil em março deste mesmo ano. Reunindo os personagens mais bizarros da DC Comics, criados ainda nos anos 1960, a série abusa do humor negro, palavrões e surrealismo, incluindo nos novos episódios até fantasmas tarados. Mas apesar do humor, o tom também é deprimente, pois todos os personagens tem origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Para quem não conhece, é completamente diferente de todas as demais séries baseadas nos quadrinhos da DC Comics. Disponível na HBO Go. Como Se Tornar Uma Divindade na Flórida | EUA | 1ª Temporada Estrelada e produzida por Kirsten Dunst (“Homem-Aranha”), a série de humor negro criada pelos estreantes Robert Funke e Matt Lutsky se passa na Flórida no início dos anos 1990 e acompanha a tramoia de uma funcionária de parque aquático com salário mínimo, que busca se infiltrar na organização que levou sua família à ruína. Armada com seu charme e um plano de vingança, ela se torna uma das melhores vendedoras da empresa, que promete riquezas, mas é um esquema de pirâmide bilionário, baseada na exploração de seus clientes. O humor de situações absurdas lembra os filmes de Yorgos Lanthimos (o diretor de “A Favorita”), que participou do começo do projeto e acabou substituído como produtor pelo astro George Clooney. Já renovada para sua 2ª temporada, a atração ainda destaca em seu elenco Théodore Pellerin (“Boy Erased”), Mel Rodriguez (“O Último Cara da Terra”), Ted Levine (“Monk”), a cantora Beth Ditto (“A Pé Ele Não Vai Longe”) e uma pequena participação de Alexander Skarsgård (“Big Little Lies”), praticamente irreconhecível de mullet. Disponível na Globoplay. Away | EUA | 1ª temporada A atriz Hilary Swank, vencedora de dois Oscars (por “Meninos Não Choram” e “Menina de Ouro”), vive uma astronauta rumo à Marte, mas parte da série é dedicada a sua família na Terra, alternando sci-fi com melodrama. Criada pelo roteirista Andrew Hinderaker (“Penny Dreadful”), a atração lembra a antiga “Defying Gravity” (2009), que era estruturada de forma similar e com o mesmo tom de novela. A equipe de produção ainda inclui o cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), o produtor Jason Katims (criador de “Parenthood”) e a roteirista Jessica Goldberg (criadora de “The Path”). Disponível na Netflix. As Poderosas Mustangs | Austrália | 3 Temporadas Conhecida como “Mustangs FC”, a série acompanha um grupo de meninas que decide montar um time de futebol, quebrando barreiras para se apoiar dentro e fora dos gramados. Juntas, elas mostram o que é “jogar como uma garota”. Criada e produzida por Amanda Higgs (“The Time of Our Lives”) e Rachel Davis (“Worst Year of My Life, Again!”), a atração recebeu vários prêmios da indústria televisiva australiana, inclusive dos sindicatos dos Produtores (Melhor Série) e Diretores (Fiona Banks) – e, de quebra, lançou várias atrizes adolescentes. A 3ª e última temporada foi exibida em janeiro deste ano. Disponível na Globoplay. Power | EUA | 6ª Temporada Criada por Courtney Kemp Agboh (produtora-roteirista de “The Good Wife”), “Power” se passa nos bastidores da vida noturna de Nova York, onde o glamour se mistura com o submundo do crime. Na trama, Ghost (Omari Hardwick) tem uma vida de luxo como um rico dono de boate e traficante de alto nível. Seus problemas começam quando ele percebe que pode fazer sucesso e ganhar mais dinheiro longe dos negócios ilícitos… e terminam nesta 6ª temporada, entre muitos tiroteios e situações sem volta. Entre “a última traição” e “a última batalha”, o protagonista se vê sozinho confrontando todos os demais personagens. A produção é do rapper Curtis “50 Cent” Jackson, que também tinha um papel importante na trama até a temporada passada, e fez tanto sucesso que, após seu final, renderá não uma, mas três novas atrações derivadas. Para quem não acompanhou desde o início, a Starzplay disponibiliza todas as temporadas. Disponível na Starzplay. Power Book II: Ghost | EUA | 1ª Temporada O primeiro dos três spin-offs anunciados de “Power” tem estreia simultânea com os EUA neste domingo (6/9). A nova produção irá acompanhar Tariq St. Patrick (Michael Rainey Jr.), enquanto ele lida com sua nova vida, as consequências de seus atos e a dificuldade de se tornar digno do legado de seu pai (Omari Hardwick), o Ghost do título, protagonista de “Power”. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe (Naturi Naughton) da prisão. Além dos personagens conhecidos, a nova serie ainda traz em seu elenco a cantora e atriz Mary J. Blige (indicada ao Oscar por “Mudbound”) e o rapper Method Man (“The Deuce”). Disponível na Starzplay.

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  • Etc

    Amazon Prime Video passa a oferecer mais cinco canais de streaming

    2 de setembro de 2020 /

    Além da Globoplay, a Amazon também está lançando um pacote com opções de canais por streaming nesta semana. O Amazon Prime Video Channels é um serviço que oferece aos usuários do Prime Video a possibilidade de assinar outros serviços dentro da própria plataforma. O lançamento, feito nesta quinta (2/9), oferece cinco novas opções: Starzplay, MGM, Looke, Paramount+ e Noggin, que podem ser contratadas individualmente, a preços que variam de R$ 19,90 a R$ 9,50 por mês. Com isso, a Amazon repete o que já faz em território norte-americano. Por lá, até produções da HBO podem ser vistas pelo Prime Video, o que por enquanto não é possível para o cliente brasileiro. Para quem não conhece, três dos novos “canais” oferecidos pela Amazon já são disponibilizados de forma individual há algum tempo. A Paramount+ (R$ 19,90/mês), serviço nacional da ViacomCBS, oferece séries como “Handmaid’s Tale”, “Yellowstone”, “Schitt’s Creek” e “Pen15, num catálogo com mais de 2 mil títulos, em que ainda constam filmes da Paramount Pictures e atrações da MTV (como “De Férias com o Ex”) e da Nickelodeon (“Bob Esponja”, “Tartarugas Ninja”, etc). O Starzplay (R$14,90/mês), versão digital do canal pago americano Starz (da Lionsgate), tem séries adultas como “The Great”, “P-Valley”, “Normal People”, “Power” e “The Girlfriend Experience”. O streaming brasileiro Looke (R$ 16,90/mês) oferece basicamente VOD (locação digital de filmes), mas também tem um serviço de assinatura para cinéfilos, com um vasto catálogo de cerca de 6 mil títulos. Já o inédito MGM (R$ 14,90) reúne clássicos do cinema do tradicional estúdio de Hollywood, num conteúdo que abrange desde “Legalmente Loira” (2001) até “Cantando na Chuva” (1952), enquanto a outra novidade, o Noggin (R$ 9,50/mês) tem atrações infantis do Nick Jr., como “Dora, a Aventureira” e “Os Anjinhos”. Por oferecer os canais individualmente, o Amazon Prime Video Channels difere do serviço lançado pelo Globoplay. Chamado de Globoplay + Canais Ao Vivo, o serviço reúne os canais da Globosat, a maior programadora da TV paga no Brasil, a um preço fixo. Por R$ 49,90/mês, os assinantes podem assistir ao conteúdo de canais como Multishow, SporTV, Universal, GloboNews e GNT. A ideia de juntar streamings diferentes em uma única plataforma lembra o pacote dos serviços de TV paga. Mas se a oferta de diferentes opções num único endereço/aplicativo facilita a vida do usuário, ainda falta à iniciativa digital outro atrativo da TV paga: oferecer descontos para quem incluir mais canais. Nos EUA, a Disney levou adiante essa ideia, ao oferecer um combo com Disney+ (Disney Plus), Hulu e ESPN a preço mais baixo que cada serviço individual. Este parece ser o futuro da “nova TV”.

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  • Filme

    Globoplay anuncia integração dos canais Globosat em novo pacote de streaming

    31 de agosto de 2020 /

    A Globoplay anunciou a integração dos canais Globosat (que agora passam a se chamar Canais Globo) a sua plataforma de streaming. O novo produto, chamado “Globoplay + Canais ao Vivo”, custará R$ 49,90 por mês e estará disponível já nesta terça-feira (1/9) para assinantes Globoplay, com a programação ao vivo de 21 canais. Novos usuários só poderão assinar o serviço em 1º de outubro. Com o pacote digital, os assinantes poderão ver em um só lugar o conteúdo linear de Multishow, Globonews, Sportv 1, Sportv 2, Sportv 3, GNT, Viva, Gloob, Gloobinho, Off, Bis, Mais Globosat, Megapixel, Universal TV, Studio Universal, Syfy, Canal Brasil e Futura. Desta lista, além da transmissão ao vivo da Globo de graça a todos os usuários, o canal Futura estará disponível também para não assinantes, reforçando, segundo a Globo, o compromisso de promover a transformação social através do modelo de produção audiovisual educativa, participativa e inclusiva. “Um marco para a Globo”, disse Paulo Marinho, diretor de canais do grupo, em entrevista coletiva remota. “Simboliza e materializa uma virada”, acrescentou. “Agora, será tudo da Globo em um só lugar. Vamos trazer cada vez mais conteúdo. O conceito será all in one, com a diversidade de nosso catálogo”, acrescentou Erick Brêtas, diretor de produtos e serviços digitais da Globo. Tanto Marinho quanto Brêtas procuraram reforçar a ideia de que o novo serviço não busca competir com as operadoras de TV por assinatura. “Muita gente pergunta: ‘mas as pessoas não vão sair da TV por assinatura e vão assinar este produto?’ A gente acredita que este produto é muito mais para um outro tipo de público”, disse Brêtas. Quem não quiser pagar mais para ver canais da TV paga ao vivo, também terá a opção atual da Globoplay, oferecida por R$ 22,90, sem o conteúdo extra. Além de oferecer os canais ao vivo, o novo serviço oferece ao assinante o recurso de “cloud DVR”, ou seja, a possibilidade de ver conteúdo anterior ao que está sendo exibido. Será possível ver somente quatro horas para trás de programação linear dos canais Globosat, mas isto já é bem mais que os 90 minutos disponibilizados atualmente para o conteúdo da Globo ao vivo. Também será oferecido ver conteúdo antigo destes canais, que ficarão disponíveis para consumo on demand após seis meses.

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  • Filme,  Música

    Globoplay adquire documentário sobre prisão de Caetano Veloso pela ditadura

    31 de agosto de 2020 /

    A Globoplay comprou os direitos de transmissão do documentário “Narciso em Férias”, sobre a prisão de Caetano Veloso em 1968, durante a ditadura militar. O longa chega à plataforma de streaming no dia 7 de setembro, mesmo dia de sua première mundial na 77ª edição do Festival de Veneza. Dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil (“Uma Noite em 67”), “Narciso em férias” será exibido fora de competição no festival italiano. O documentário traz o depoimento de Caetano Veloso sobre sua experiência na cadeia, que incluiu passar uma semana trancado numa solitária. Ele e Gilberto Gil foram retirados de suas casas em São Paulo por agentes à paisana, duas semanas após o decreto do AI-5. À época, o regime militar proibiu que jornais divulgassem a prisão dos artistas. No total, Caetano ficou 54 dias encarcerado. Durante o período, ele compôs a canção “Irene”, inspirado pela lembrança da risada de sua irmã mais nova, e ao sair da prisão foi exilado em Londres. Em entrevista à revista americana Variety, Caetano destacou a importância de lembrar esse período histórico para se contrapor à versão dos fatos propagada pelo atual governo negacionista. “O Brasil tem um governo que diz que a ditadura militar foi uma coisa boa. E eles estão tentando lançar uma luz positiva. É hora de falar sobre esse período da maneira que faço no filme”, afirmou.

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    Estreias online: 10 séries imperdíveis para ver em casa no fim de semana

    21 de agosto de 2020 /

    Com ótimas opções, as séries que chegam ao streaming oferecem uma programação perfeita para maratonas de sofá e cama, aproveitando o clima frio nas regiões Sul e Sudeste neste fim de semana. São nada menos que 10 títulos que destacam, além dos populares “Lucifer” e “Killing Eve”, produções de vários países numa grande variedade de gêneros. A seleção permite descobrir, por exemplo, porque “Rita” é considerada há anos uma das melhores comédias europeias e como “Das Boot” conseguiu se equiparar ao cultuado filme original dos anos 1980. Confira abaixo mais detalhes destes e de outros lançamentos imperdíveis em streaming. Lucifer | EUA | 5ª Temporada – Parte 1 Aguardadíssima após o final dramático do quarto ano, em que Lucifer é enviado de volta ao inferno, a nova temporada traz o protagonista ligeiramente diferente. Isto porque seu “irmão gêmeo” resolveu tomar seu lugar na Terra, fingindo ser o diabo. O falso Lucifer é ninguém menos que seu irmão Michael, mais conhecido como o arcanjo Miguel no Brasil. Por sinal, a ideia de colocar Michael no lugar do protagonista também é conhecida – como podem atestar os fãs da série “Supernatural”. Originalmente concebida para encerrar a série, a 5ª Temporada foi dividida em duas partes, com os primeiros 8 episódios disponibilizados nesta sexta (21/8). Destaques incluem um episódio metalinguístico e outro inspirado no film noir. Mas a melhor notícia para os fãs é que a Netflix se arrependeu de decretar o cancelamento e renovou a série para “mais uma” temporada final. Disponível na Netflix. Killing Eve | EUA, Reino Unido | 3ª Temporada A obsessão continua. A atração premiada, criada por Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”), traz as protagonistas Sandra Oh (ex-“Grey’s Anatomy”) e Jodie Comer (“The White Princess”) num novo jogo de gato e rato. Mas embora Eve (Oh) tenha sobrevivido à tentativa de assassinato de seu crush do mal Villanelle (Comer), alguns de seus contatos no submundo da espionagem não terão a mesma sorte na nova temporada, em que não faltam traições, reviravoltas e romance… tóxico – literalmente, com veneno. Disponível na Globoplay. Rita | Dinamarca | 5 Temporadas Grande sucesso da TV dinamarquesa, a comédia dramática segue uma professora independente e sem papas na língua, que se torna a favorita dos alunos de sua escola. Já entre os adultos, não dá para dizer o mesmo. Entre eles, incluem-se seus filhos adolescentes, a quem tenta prevenir, de forma não convencional, sobre os erros que cometeu na juventude. Disponível na Netflix. Das Boot | Alemanha | 2ª Temporada Aclamado pela crítica, o drama é inspirado no filme “O Barco: Inferno no Mar” (1981) e acompanha a tripulação de um submarino alemão durante a 2ª Guerra Mundial. A 2ª temporada gira em torno de uma missão de perseguição de outro submarino, que deveria transportar sabotadores para a costa leste dos EUA, mas tem sua lealdade questionada. Paralelamente, a história acompanha o antigo capitão do “barco”, que sobreviveu no Atlântico e encontra abrigo em Nova York, além de mostrar alemães que enfrentam o nazismo para ajudar famílias de judeus. Com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série é considerada tão boa quanto o filme original, além de ampliar a história que virou cult e consagrou o diretor Wolfgang Petersen nos anos 1980. Disponível na Starzplay. A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert | EUA | Minissérie completa Patrick Dempsey (“Grey’s Anatomy”) vive um escritor premiado que acaba preso e tem a reputação abalada quando o cadáver de uma adolescente desaparecida é encontrado enterrado no jardim de sua casa. Ele admite que não só conhecia a menor como a considerava sua musa. Mas também jura nunca ter feito nada inapropriado, muito menos assassinado a menina. Só que a investigação o incrimina cada vez mais e apenas um estudante, que o considera seu mentor, decide acreditar na sua história e tentar encontrar formas de inocentá-lo. O suspense tem seus 10 episódios dirigidos pelo veterano cineasta francês Jean-Jacques Annaud (dos filmes “O Nome da Rosa” e “Sete Anos no Tibet”). Disponível na Globoplay. Stranger | Coreia do Sul | 2 Temporadas Com a ajuda de uma detetive ousada, um promotor que perdeu a capacidade de sentir empatia investiga um caso de assassinato e corrupção política. A detetive é vivida por Doona Bae, estrela de outras duas ótimas séries da Netflix, “Sense8” e “Kingdom”. Disponível na Netflix. Biohackers | Alemanha | 1ª Temporada Uma estudante de medicina entra na universidade com uma missão secreta: desvendar uma conspiração que liga uma tragédia familiar a uma professora de biologia visionária. Com clichês de cientista maluco (“A Ilha do Dr. Moreau”, por exemplo), experiências clandestinas (“Anatomia”, para citar o cinema alemão) e uma trama de vingança e mistério, o techno-thriller é uma criação de Christian Ditter, diretor de filmes bem diferentes, como o romântico “Simplesmente Acontece” (2014) e a comédia “Como Ser Solteira” (2016). Disponível na Netflix. Rio Heroes | Brasil | 2ª Temporada Produção da Fox que mergulha no universo das lutas de vale-tudo. Inspirado na história verdadeira da criação de uma competição de lutas clandestinas, a atração concebida por Fabio Danesi (“O Negócio”) reúne atores conhecidos do grande público, como Murilo Rosa, Priscila Fantin, André Ramiro e Duda Nagle. Disponível na Globoplay. Great Pretender | Japão | 1ª Temporada Anime muito divertido e estiloso, com clima dos filmes de Jean-Paul Belmondo dos anos 1960 e 70, sobre um trapaceiro que se acha o rei dos golpes do Japão, até tentar trapacear um vigarista internacional, que acaba lhe envolvendo numa conspiração maior que sua capacidade de enganação. Disponível na Netflix. Hoops | EUA | 1ª Temporada A nova animação adulta da Netflix gira em torno de Ben Hopkins, um treinador de basquete colegial que não consegue vencer e só se destaca pelo mau temperamento e a boca suja – e por ser filho de um antigo astro do esporte. Mas ele acredita que sua vida miserável pode mudar completamente se conseguir fazer seu terrível time do ensino médio se tornar vencedor nas quadras. Criação de Ben Hoffman (roteirista do “The Late Late Show with James Corden”), “Hoops” tem produção-executiva da dupla Chris Miller e Phil Lord (produtores-roteiristas de “Homem-Aranha no Aranhaverso”) e destaca Jake Johnson (o Peter Parker do “Aranhaverso”) como dublador do protagonista. Como curiosidade, ele volta a trabalhar na produção com mais três colegas de sua antiga série, “New Girl”: Max Greenfield, Damon Wayans Jr. e Hannah Simone. Disponível na Netflix.

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    Séries: Final de 3% e estreia de Caçadoras de Recompensas chegam ao streaming

    15 de agosto de 2020 /

    A Netflix disponibilizou quatro das cinco séries atuais que chegam em streaming nesta semana. Os principais lançamentos são o final de “3%”, primeira e mais bem-sucedida série brasileira da plataforma, e a estreia de “Caçadoras de Recompensas”, que começa sua trajetória bastante elogiada pela crítica nos EUA. A lista tem também uma “La Casa de Papel” colombiana, novos episódios de “Ricky & Morty” e a estreia das primeiras temporadas de “Chicago P.D.” na Globoplay. Confira abaixo mais detalhes dos novos lançamentos em streaming. 3% | Brasil | 4ª Temporada Passada num futuro distópico, a primeira série brasileira da Netflix discutiu miséria, meritocracia e resistência ao acompanhar o processo seletivo que permite a uma pequena parcela da população ter acesso a melhores condições de vida. A trama agora chega ao fim com reviravoltas, alianças inesperadas e uma disputa ao estilo de “Jogos Vorazes” entre os protagonistas. “Seis candidatos. Quem ganhar, ganhou”. Disponível na Netflix. Caçadoras de Recompensas | EUA | 1ª Temporada A comédia de ação gira em torno de duas irmãs gêmeas que levam a rebeldia adolescente a outro nível, ao descobrir seu talento para surpreender e prender criminosos. Aproveitando-se da aparência inocente para se dar bem neste negócio arriscado, elas se juntam a um caçador de recompensas veterano para aprender os truques e seguir a profissão sem que ninguém saiba, incluindo os pais, os crushes e, claro, as terríveis meninas populares da escola. As gêmeas são vividas pelas atrizes Maddie Phillips (“Ghost Wars”) e Anjelica Bette Fellini (“The Gifted”), que não são realmente parentes, mas demonstram ótima química e garantem a diversão – e os 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. A série é a primeira criação de Kathleen Jordan (roteirista de “American Princess”), mas conta com os experientes Jenji Kohan (criadora de “Weeds” e “Orange Is the New Black”) e Jesse Peretz (diretor de “Juliet, Nua e Crua”) entre os produtores. Peretz também dirigiu o primeiro episódio. Disponível na Netflix. O Maior Assalto | Colômbia | 1ª Temporada Minissérie colombiana ao estilo de “La Casa de Papel”, acompanha o planejamento de um roubo milionário ao Banco Central da Colômbia. A trama é inspirada num assalto que realmente aconteceu nos anos 1990 e foi adaptada por Pablo Gonzalez, criador de outra atração criminal da Netflix, “Historia de un Crimen: Colmenares”. Disponível na Netflix. Rick and Morty | EUA | 4ª Temporada – Parte 2 Com cinco novos episódios, a 4ª temporada de “Rick and Morty” finalmente se completa. A primeira parte havia sido disponibilizada em dezembro do ano passado. Mas graças ao sucesso e reconhecimento da crítica, a produção tem mais 60 capítulos encomendados pelo Adult Swim, que produz originalmente a série animada nos EUA. Criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”), a série acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, que acabam tendo grande impacto na realidade de sua família – e também na cultura pop. Disponível na Netflix. Chicago PD | EUA | 4 Temporadas A Globoplay disponibilizou as quatro primeiras temporadas da série “Chicago PD”, que integra o catálogo da franquia, formada ainda por “Chicago Fire”, “Chicago Med” e “Chicago Justice”. Agora, as quatro séries produzidas por Dick Wolf estão na plataforma. Isto representa um alívio para os fãs, já que elas costumam se cruzar com compartilhamento de personagens e histórias. “Chicago PD” surgiu como um spin-off plantado em “Chicago Fire” em 2014 e acompanha o cotidiano do Distrito 21 do Departamento de Polícia de Chicago, composto pelos policiais uniformizados que patrulham as ruas e a unidade de inteligência que combate os principais delitos da cidade. Liderando a equipe está o sargento Hank Voight (Jason Beghe), um homem que possui seu próprio senso de justiça e está sempre disposto a contornar a lei. Atualmente em sua 7ª temporada nos EUA, a série já se encontra renovada até o 10º ano. Disponível na Globoplay.

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