Alexandre Nero e Grazi Massafera vão disputar o Emmy Internacional de Melhor Ator e Atriz da TV mundial
O Brasil vai concorrer a sete prêmios no International Emmy Awards 2016. Os nomes dos indicados foram anunciados nesta segunda-feira (26/6), pela Academia de Televisão dos EUA. Os principais destaques são as inclusões dos atores Alexandre Nero (por “A Regra do Jogo”) e Grazi Massafera (“Verdades Secretas”) nas categorias de Melhor Ator e Atriz da televisão mundial (menos a norte-americana, é claro). “A Regra do Jogo” e “Verdades Secretas”, por sinal, também concorrem na categoria de Melhor Novela. Os demais indicados foram o repaginado “Zorra” como Melhor Série de Comédia, “Os Experientes” como Melhor Minissérie e a produção da MTV “Adotada” como Melhor Programa de Entretenimento Não Roteirizado. Alexandre e Grazi terão concorrentes de peso na competição. Entre os atores, aparece ninguém menos que Dustin Hoffman, enquanto a disputa das atrizes inclui Judi Dench. Ambos concorrem pelo telefilme britânico “Roald Dahl’s Esio Trot”. A disputa inclui atrações de 15 países, num total de 40 indicados em 10 categorias. Confira a lista completa aqui. A Globo já venceu 14 prêmios no International Emmy Awards, considerado o Oscar da TV mundial. No ano passado, “Doce de Mãe” e “Império” conquistaram os prêmios de Melhor Série de Comédia e Melhor Novela. Além disso, Fernanda Montenegro venceu o Emmy de Melhor Atriz por “Doce de Mãe”, em 2013, e uma indicação da série “Como Aproveitar o Fim do Mundo” rendeu um remake americano, que estreia em 4 de outubro na rede CW com o título de “No Tomorrow”.
Rodrigo Lombardi vai substituir Domingos Montagner na minissérie Carcereiros
A rede Globo informou que Rodrigo Lombardi foi convocado para substituir Domingos Montagner em “Carcereiros”, série baseada no livro de mesmo nome de Drauzio Varella, que tem estreia prevista para janeiro. Montagner iria praticamente emendar a novela “Velho Chico” com as gravações da minissérie, que começa a ser rodada no final de outubro. O ator morreu afogado na semana passada, ao mergulhar no rio São Francisco, durante um intervalo da novela. Lombardi também atuou em “Velho Chico”, mas na primeira fase da trama, quando interpretou o Capitão Ernesto Rosa, amigo do pai de Santo, personagem de Domingos Montagner. O personagem central da minissérie é Adriano, que, apesar de ser formado em História, decide seguir a carreira do pai e se torna carcereiro. Viúvo, terá conflitos com a filha Lívia, ainda adolescente, e se envolverá com uma mulher mais jovem. A minissérie será a segunda adaptação de um livro da trilogia carcerária de Varella. A primeira foi o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. O médico e escritor trabalha atualmente no terceiro livro, “Presidiárias”. A adaptação está a cargo de Marçal Aquino e Fernando Bonassi, que também trabalharam no desenvolvimento de “Supermax”, série de terror que estreou esta semana na Globo. A direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”).
Renato Aragão será o tio de Didi na volta televisiva de Os Trapalhões
O ator Renato Aragão revelou que papel fará na volta da série humorística “Os Trapalhões” para a televisão. E não será seu personagem clássico Didi. Ele e Dedé Santana viverão os tios de novos Didi e Dedé, que ainda não foram escalados. “Seremos os tios de Didi e Dedé e entraremos quando necessário”, contou Renato, em entrevista ao jornal O Globo. Com isso, ele confirma que o programa terá o mesmo formato da nova “Escolinha do Professor Raimundo”, que homenageou a criação de Chico Anysio e seu vasto elenco clássico com novo elenco, mantendo os mesmos personagens. O comediante disse ainda ter recebido a ideia do revival de “Os Trapalhões” com alegria, mas também com certa dose de preocupação. “Vamos ver como será a aceitação do público, porque ‘Os Trapalhões’ são insubstituíveis. O que vai acontecer são imitações, como na ‘Escolinha’, em que os atores estão se saindo muito bem”, comparou. A entrevista também serviu para dar mais detalhes sobre o programa, que, pelo que o jornal dá a entender, já estaria aprovado pela rede Globo. Com direção-geral de Ricardo Waddington (programa “Amor & Sexo” e novela “Boogie Oogie”), o humorístico terá 12 episódios de 30 minutos cada e contará com esquetes escritas pelo próprio Renato Aragão, em parceria com o roteirista Mauro Wilson (“Os Caras de Pau em O Misterioso Roubo do Anel”). Falta, agora, fechar o elenco para uma estreia em 2017. O Globo também ouviu Dedé Santana, que se disse empolgado com o projeto, e Sandro Gomes, filho do humorista Mussum, que não impõe nenhum obstáculo ao projeto. “Essa será uma bela homenagem. Ainda não fomos procurados, mas vai ser um prazer ver o remake”, afirmou o empresário de 40 anos, que desde 2013 comercializa a cerveja artesanal Biritis, com fotos do pai estampadas nos rótulos. Vale lembrar que Renato Aragão e Dedé Santana retomarão seus papéis originais na volta da franquia aos cinemas, em “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, que estreia em 26 de janeiro.
Renato Aragão e Dedé Santana não serão mais Os Trapalhões na volta da série
A especulada volta da série humorística “Os Trapalhões” deve seguir fielmente o mesmo modelo da “Escolinha do Professor Raimundo”. A reforma da atração traria novos atores para interpretar os quatro principais personagens, Dedé, Didi, Mussum e Zacharias. Segundo o colunista do UOL Flávio Ricco, é assim que está estabelecido no projeto. Ou seja, apesar dos boatos, Renato Aragão e Dedé Santana não seriam protagonistas do programa. Entretanto, o colunista afirma que poderão aparecer em participações, como convidados especiais, e de forma que não ofusquem o novo quarteto. Esse formato refletiria melhor o projeto de uma renovação completa, em tom de homenagem, exatamente como ocorreu com a “Escolinha”. O roteiro da adaptação vem sendo desenvolvido por Mauro Wilson (“Os Caras de Pau em O Misterioso Roubo do Anel”) e pelo próprio Renato Aragão, que assim continuaria a ter presença importante na produção. A exibição está prevista para 2017, com direção-geral de Ricardo Waddington (programa “Amor & Sexo” e novela “Boogie Oogie”). De todo modo, Renato Aragão e Dedé Santana serão os Trapalhões originais na volta da franquia aos cinemas, em “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, que estreia em 26 de janeiro.
Nada Será Como Antes: Bruna Marquezine posta foto sexy de sua personagem no Instagram
A atriz Bruna Marquezine (novela “I Love Paraisópolis”) parece ansiosa com a estreia da minissérie “Nada Será Como Antes”, da Globo, em que viverá Beatriz, uma sedutora dançarina e cantora de boate que tem o sonho de ser uma estrela de TV nos anos 1950. Demonstrando a ansiedade, ela postou em seu Instagram uma foto sexy, em que aparece caracterizada como sua personagem, e escreveu: “7 dias. Beatriz. Nada será como antes”. Na trama, ela se envolverá com os personagens vividos por Letícia Colin (“Um Namorado para Minha Mulher”) e Daniel de Oliveira “Alemão”), e a Globo está explorando, ainda que receosamente, a sensualidade de sua personagem no material de divulgação. “Nada Será Como Antes” se passa nos anos 1950 e reflete o impacto da chegada da TV no Brasil. Entretanto, ao contrário do filme “Chatô, o Rei do Brasil”, que contou parte desta história com personagens inspirados em pessoas reais, a produção da Globo é inteiramente fictícia. A história se desenvolve em torno do romance entre o empresário visionário Saulo (Murilo Benício, da minissérie “Amores Roubados”), que aposta que a TV é o futuro, e seu grande amor Verônica (Débora Falabella, da série “Dupla Identidade”), a primeira estrela das telenovelas brasileiras. A direção, por sinal, é de um profissional das novelas da emissora, José Luiz Villamarim (“Paraíso Tropical”), que recentemente trabalhou na minissérie “Justiça”. Mas a premissa foi idealizada por dois cineastas, Guel Arraes (“O Bem Amado”) e Jorge Furtado (“Real Beleza”). A minissérie terá 12 capítulos e estreia na próxima terça, dia 27 de setembro.
Criador de Supermax desenvolve nova série de terror para a Globo
Se a série “Supermax”, que estreia nesta terça-feira (20/9) na Globo, for o sucesso que se imagina, o diretor José Alvarenga Jr. já tem na manga outro projeto de terror. Em entrevista à coluna Outro Canal, do jornal Folha de S. Paulo, ele contou que o novo projeto é uma “cosmogonia de todos os demônios”. A produção falará sobre diferentes criaturas sobrenaturais, de diversas religiões, que existem no Brasil e que acompanham a nossa mitologia desde a Idade Média. A trama começa com a vinda de bruxas da Europa, que teriam chegado aqui junto com as caravelas dos portugueses à época do descobrimento do Brasil. Alvarenga também contou que já existem sinopses para mais duas temporadas de “Supermax”, caso haja interesse da emissora. Mas ele próprio lembra já ter planejado uma série sobre um detetive com talentos paranormais, que foi engavetada pela Globo, indo para “o cemitério de elefantes” do canal. Curiosamente, antes dessa fase de terror, José Alvarenga Jr. era especialista em comédias, tendo dirigido até filmes de “Os Trapalhões” e “Os Normais”, além de séries como “O Divã” e “Como Aproveitar o Fim do Mundo”, que, por sinal, ganhou remake americano chamado “No Tomorrow” – com estreia prevista para 4 de outubro na rede americana CW.
Os Trapalhões já têm data para voltar ao cinema
O filme “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood” ganhou sua data de estreia. A volta da marca “Trapalhões” ao cinema vai acontecer em 26 de janeiro. O último filme em que Renato Aragão usou o nome Trapalhão tinha sido “Didi, o Cupido Trapalhão”, de 2003. Mas Trapalhões no plural não rendia título desde “Os Trapalhões e a Árvore da Juventude”, de 1991, último filme de Mussum e único dos “Trapalhões” sem Zacarias. O novo longa baseia-se na versão musical de “Os Saltimbancos Trapalhões”, peça montada em 2014 com a participação do eterno Didi, que, por sua vez, foi adaptada do filme homônimo dos “Trapalhões” de 1981. Além de Didi, o filme também terá Dedé Santana, o insusbstituível Dedé, e Roberto Guilherme, outro saudoso membro da trupe, mais lembrado como o Sargento Pincel. A eles se junta uma nova geração de atores, como Letícia Colin, Rafael Vitti, Livian Aragão, Emílio Dantas, Alinne Moraes e até Marcos Frota. O roteiro da adaptação foi escrito por Mauro Lima (“Operações Especiais”) e a direção está a cargo de João Daniel Tikhomiroff (“Besouro”). A sinopse ainda é desconhecida, mas o título sugere uma continuação e não um remake musical. Vale lembrar que a nostalgia por “Os Trapalhões” também passa pelo resgate da série clássica da rede Globo e uma cinebiografia de Mussum, projetados para 2017.
No Tomorrow: Remake de série brasileira ganha pôster e novos comerciais
A rede americana CW divulgou o pôster e dois novos comerciais de “No Tomorrow”, série de comédia baseada na produção brasileira “Como Aproveitar o Fim do Mundo”. As prévias exploram o aspecto romântico da premissa, sobre um casal que constrói seu relacionamento em torno da crença que o mundo vai acabar em poucos meses. A série gira em torno de Evie, personagem de Tori Anderson (série “The L.A. Complex”), empregada de uma grande loja, cuja falta de carisma é compensada por seu excesso de otimismo. Sua vida sem graça vira do avesso quando ela conhece Xavier com X, um hipster new age vivido por Joshua Sasse (série “Galavant”), que leva a vida seguindo o slogan “Carpe Diem” (aproveitar o dia). O encanto com o belo exemplar masculino, porém, não a impede de reparar que ele é um pouquinho maluco, ao decidir largar o emprego e viver intensamente como se não houvesse amanhã, porque acredita mesmo que não vai haver amanhã – ou pelo menos não haverá 2018, já que o mundo vai acabar em oito meses e 20 dias, com a colisão de um asteroide. Dividida, ela não sabe se foge do louco ou se deixar levar, aproveitando a “apocalista” do rapaz para se divertir, enquanto o mundo – ou o romance – não acaba. O remake alterou a premissa da produção da rede Globo para adequá-la aos dias atuais, já que, na série brasileira, o maluco acreditava numa profecia maia sobre o fim do mundo em 21 de dezembro de 2012. “Como Aproveitar o Fim do Mundo” durou oito episódios e foi cancelada na véspera da data em que o planeta “acabaria”, mas mesmo assim conseguiu ser indicada ao Emmy Internacional em 2013, chamando atenção dos produtores americanos. Escrita por Corinne Brinkerhoff e produzida por Ben Silverman (que juntos produzem “Jane the Virgin”, adaptação de uma novela venezuelana), “No Tomorrow” é a única série nova de comédia da próxima temporada da rede CW, que, se não tem atraído público com o gênero, vem conquistando prêmios – com a própria “Jane the Virgin” e, mais recentemente, “Crazy Ex-Girlfriend”. A estreia vai acontecer em 4 de outubro nos EUA.
Domingos Montagner (1962 – 2016)
Morreu o ator Domingos Montagner, que interpretava o personagem Santo na novela “Velho Chico”, da Globo, e está nos cinemas na comédia “Um Namorado para Minha Mulher”. A Globo informou seu falecimento, após revelar seu desaparecimento na tarde desta quinta (15/9). Montagner morreu afogado durante a tarde, após um mergulho no rio São Francisco, na cidade de Canindé de São Francisco. As equipes de busca encontraram seu corpo preso nas pedras a 30 metros de profundidade, perto da Usina de Xingó, em Sergipe. A atriz Camila Pitanga foi a última a vê-lo com vida. Ela revelou, em depoimento à polícia, que os dois estavam de folga das gravações e, depois de almoçar, resolveram mergulhar no rio, num local conhecido como prainha do Canindé. “Os dois entraram na água e a correnteza ficou forte de repente. Camila nadou rápido e conseguiu abraçar uma pedra. Ela chegou ver o Domingos nadar contra a correnteza, mas ele cansou e afundou”, disse o delegado ao UOL, confirmando que o local é perigoso, embora sem sinalização de alerta para os turistas. Por ironia, em “Velho Chico”, o personagem de Montagner havia sido dado como morto após sofrer um atentado e levar três tiros, mas foi encontrado por índios e “ressuscitado” com um beijo da amada Tereza (Camila Pitanga). Domingos Montagner nasceu em São Paulo em 26 de fevereiro de 1962. Ele começou a carreira no circo, em 1980, integrando a companhia de teatro La Mínima, e só chegou na TV em 2008, quando participou da série “Mothern”, do canal pago GNT. Ele engatou outros trabalhos em séries, como “Força Tarefa” e “Divã”, antes de estrear nas novelas em 2011, com “Cordel Encantado”. Desde então, vem fazendo várias novelas da Globo, como “Salve Jorge” (2012), “Joia Rara” (2013) e “Sete Vidas” (2015), e ainda iria estrelar “O Que nos Une”, novela de Lícia Manzo prevista para 2017. Sua filmografia também era recente. Ele estreou no filme “Paredes Nuas” (2009), de Ugo Giorgetti, e só voltou ao cinema três anos depois, como o Coronel Raimundo do sucesso “Gonzaga: De Pai pra Filho” (2012). Mas nos últimos dois anos engatou uma sequência forte de produções, aparecendo em “A Grande Vitória” (2014) e “Através da Sombra” (2015), até fazer sua estreia como protagonista em “De Onde Eu Te Vejo” (2016), de Luiz Villaça. Recém-lançados, “Vidas Partidas” (2016) e “Um Namorado da Minha Mulher” (2016), ainda em cartaz, serviram como testes para seu novo status de galã da meia-idade. No drama, inverteu expectativas para dar a seu personagem um contorno abusivo. Já na comédia, extrapolou para criar um tipo de sedutor profissional. Seu último trabalho foi uma pequena participação no filme “O Rei das Manhãs”, sobre o palhaço Bozo, que deve estrear no próximo ano. O ator deixa a mulher, Luciana Lima, e três filhos.
Ator Domingos Montagner sumiu no rio São Francisco
O ator Domingos Montagner, que interpreta o personagem Santo na novela “Velho Chico”, da Globo, e está nos cinemas na comédia “Um Namorado para Minha Mulher”, sumiu no rio São Francisco. A polícia da cidade de Canindé de São Francisco, no Sergipe, iniciou a procura pelo artista na região na tarde desta quinta-feira (15/9). Segundo informações preliminares, o ator teria saído para tomar banho no rio São Francisco, em uma localidade chamada prainha de Canindé do São Francisco, no município de mesmo nome, e desapareceu. A polícia informou que o desaparecimento ocorreu por volta das 14h30 e mobiliza bombeiros, policiais e pescadores de Sergipe e Alagoas, já que o rio faz divisa entre os dois estados. “O local do desaparecimento foi o pior lugar para se tomar banho. Ali há um encontro das águas e formam-se redemoinhos. Realmente é onde o rio é mais complicado, há vários retornos da água”, contou ao UOL o soldado Carlos Santos, da PM de Sergipe,e que faz buscas no local. Domingos estava de folga das gravações e tinha ido almoçar na região com a colega Camila Pitanga, que foi quem fez o alerta. Um funcionário do restaurante Caçuá, bem próximo de onde os atores estavam, contou ao UOL que Camila e Domingos mergulharam até uma pedra e, quando o ator foi tentar nadar até uma outra pedra, que ficava mais distante, foi levado pela correnteza. “Primeiro achamos que era alguma gravação da novela. Só demos conta quando ouvimos os gritos de socorro da Camila. Ela estava chorando e desesperada. Provavelmente ela também faria o mesmo e tentaria nadar até a outra pedra. Logo depois, ela foi levada por uma lancha”, explicou ele, que esclareceu que uma área do rio é rasa, mas do outro lado da pedra é mais fundo e com fortes correntezas. Em comunicado oficial, a Globo informou que a atriz, ao notar que o colega não retornava, avisou a produção, que acionou a política e iniciou imediatamente as buscas. “Helicópteros do Grupamento Tático Aéreo, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e pescadores da região estão ajudando nas buscas, mas até o momento o ator continua desaparecido”, informou a emissora.
Supermax: Veja uma prévia de 17 minutos da série de terror da Globo
A rede Globo divulgou uma prévia de 17 minutos de “Supermax”, sua primeira série de terror. O vídeo revela a premissa da atração e introduz os personagens como se fosse um reality show, com apresentação de ninguém menos que Pedro Bial. Isto porque a trama gira justamente em torno de um reality show, no qual concorrentes de passado duvidoso são confinados numa prisão desativada em plena Amazônia, como num “Big Brother prisional”. Em pouco tempo, porém, o confinamento vira terror, com direito a manifestações sobrenaturais e aparições de demônios. Segunda minisserie de terror da Globo, após “Amorteamo” no ano passado, “Supermax” foi criada pelo escritor Marçal Aquino (“Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios”), o roteirista Fernando Bonassi (“Lula, o Filho do Brasil”) e o diretor José Alvarenga Jr. (“Cilada.com”), e a direção dos episódios está a cargo de Alvarenga, do cineasta José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e de Rafael Miranda (diretor assistente da minissérie “O Caçador”). Vale lembrar que quem teve a ideia original de juntar “Big Brother” e terror pela primeira vez foi o produtor inglês Charlie Brooker, que em 2008 criou a minissérie britânica “Dead Set”, sobre como um grupo confinado na casa do “Big Brother” sobrevive a um surto zumbi na Grã-Bretanha. É sensacional. Já a série brasileira vai confinar Mariana Ximenes (“Os Penetras”), Erom Cordeiro (“Paraísos Artificiais”), Maria Clara Spinelli (“Quanto Dura o Amor?”), Rui Ricardo Diaz (“Lula, o Filho do Brasil”), Cleo Pires (“Qualquer Gato Vira-Lata”) e Ravel Andrade (“Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho”), entre outros. A atração foi gravada com apoio de técnicos e equipamento do “Big Brother Brasil”, mas também incorporou muita computação gráfica, o que fez com que seu cronograma de pós-produção se estendesse bastante. Por conta disso, a estreia, originalmente programada para o verão passado, só vai acontecer agora, em 20 de setembro. Mas os mais ansiosos poderão ver, antecipadamente, quase todos os episódios de uma vez, a partir desta sexta (16/9) na plataforma de streaming Globo Play. Detalhe importante: o último capítulo foi guardado para ser disponibilizado simultaneamente à transmissão televisiva. “Supermax” também terá uma versão internacional, falada em espanhol, com atores que representam, entre outros, os três países que coproduzem a minissérie: Espanha (Mediaset), México (TV Azteca) e Argentina (TV Pública e Oficinas Burman).
Classificação indicativa deixa de ser proibitiva na TV brasileira
O Supremo Tribunal Federal acabou com a vinculação entre o horário de programas de TV e a sua classificação indicativa. A decisão, em vigor desde quinta (1/9), permite aos canais maior flexibilidade na programação de suas atrações. Até então, a classificação era restritiva e não indicativa de fato. Programas “não recomendados para menores de 14 anos” só podiam ser exibidos a partir das 21h impreterivelmente. Esta classificação, incorporada ao Estatuto da Criança e do Adolescente, foi responsável por transformar a tradicional “novela das oito” em “novela das nove” na TV brasileira. Vale lembrar que, no ano passado, Gilberto Braga precisou mudar o destino de uma personagem – inicialmente uma garota de programa – na novela das 21h “Babilônia” para evitar que fosse classificada para 16 anos e, portanto, só liberada para ir ao ar após às 22h. E a Record teve que cortar cenas em que escravos eram chicoteados em “Escrava Mãe”, sua atual novela das 19h, para manter a recomendação em 10 anos. O novo entendimento também facilita a exibição de reprises de novelas durante a tarde. Recentemente, a Record encontrou dificuldades para adequar ao horário sua reprise de “Chamas da Vida”, que tinha classificação de “não recomendada para menores de 14 anos”, resultando numa edição muito retalhada. Sucessos do cinema juvenil com censura 12 anos, como “Esquadrão Suicida” e “Star Trek: Sem Froteiras”, atualmente em cartaz nos cinemas, também não precisarão mais sofrer cortes para passar à tarde. Além disso, a chamada Rede Fuso, que apresentava programação atrasada exclusivamente para os estados do Norte e Nordeste durante o período de horário de verão, deve terminar. Os programas costumavam ir ao ar mais tarde nestas regiões, pela obrigação de vincular a classificação etária e o horário de exibição. Agora, a programação nacional poderá permanecer unificada, apesar do horário de verão nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Foi uma longa batalha. Para se ter ideia, a ação que resultou nessa decisão foi apresentada há nada menos que 15 anos pelo PTB, com apoio da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV). Trata-se, claro, de um exemplo notável da celeridade do judiciário brasileiro. Mas foi mesmo uma batalha. Em contraste à celebração dos canais, organizações de proteção à infância lamentaram a decisão. Várias ONGs, como Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, o Instituto Alana, a ANDI – Comunicação e Direitos e a Artigo 19 encamparam uma campanha contrária à desvinculação dos horários na televisão. Para elas, é grande o risco de maior exposição de crianças a conteúdos violentos e erotizados durante horários impróprios, como ocorria nos anos 1990, antes do Estatuto da Criança e do Adolescente, quando o quadro sensual “Banheira do Gugu” ocupava a faixa das 16h. A publicação do acórdão do STF suprimiu trecho do Estatuto que proibia exibir programas fora dos horários reservados a cada idade, segundo a classificação do Ministério da Justiça. A pasta continuará avaliando a classificação indicativa, que deve ser informada no início de cada atração, mas a partir de agora ela será, como diz seu nome, apenas indicativa – e não mais proibitiva.
Nada Será Como Antes: Vídeo revela papel sensual de Bruna Marquezine
A rede Globo divulgou uma prévia da minissérie “Nada Será Como Antes” centrada na personagem de Bruna Marquezine (novela “I Love Paraisópolis”). O vídeo revela algumas cenas quentes, já que a personagem da atriz é uma dançarina sensual de boate que quer ser atriz e, para isso, se envolverá com homens poderoso e até com mulheres na história. Infelizmente, o vídeo também mostra os velhos problemas de empostação de voz e direção de atores que deixa boa parte das minisséries da emissora parecendo novelas. A direção, por sinal, é de um profissional de novelas, José Luiz Villamarim (“Paraíso Tropical”), que recentemente trabalhou na minissérie “Justiça”. Mas a premissa foi idealizada por dois cineastas, Guel Arraes (“O Bem Amado”) e Jorge Furtado (“Real Beleza”). “Nada Será Como Antes” se passa nos anos 1950 e reflete o impacto da chegada da TV no Brasil. Entretanto, ao contrário do filme “Chatô, o Rei do Brasil”, que contou parte desta história com personagens inspirados em pessoas reais, a produção da Globo é inteiramente fictícia. A história se desenvolve em torno do romance entre o empresário visionário Saulo (Murilo Benício, da minissérie “Amores Roubados”), que aposta que a TV é o futuro, e seu grande amor Verônica (Débora Falabella, da série “Dupla Identidade”), a primeira estrela das telenovelas brasileiras. O elenco também inclui Daniel de Oliveira (“Alemão”), Fabrício Boliveira (“Nise: O Coração da Loucura”), Cássia Kis Magro (novela “A Regra do Jogo”) e Leticia Colin (“Um Namorado para Minha Mulher”). A minissérie terá 12 capítulos e estreia em 27 de setembro.












