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  • Série

    Globoplay vai exibir séries brasileiras da Fox

    13 de abril de 2019 /

    A plataforma Globoplay anunciou a compra dos direitos de exibição das séries nacionais produzidas pela Fox. Elas serão disponibilizadas para os assinantes do streaming do Grupo Globo conforme terminarem suas temporadas na TV paga. São apenas quatro séries, mas todas com mais de uma temporada: “Rio Heroes”, “Impuros”, “Me Chama de Bruna” e “Um Contra Todos”. Elas fazem parte da programação do canal pago Fox Premium e do aplicativo Fox Play. “Impuros” é a mais nova e sua 2ª temporada, já gravada, ainda não tem data de estreia. A trama acompanha a história de Evandro do Dendê (Raphael Logam), jovem da favela que não vê a hora de completar 18 anos e ter um trabalho digno. O problema é que, antes disso, seu irmão traficante é assassinado por policiais e seu desejo de vingança o projeta rapidamente no mundo do crime. “Rio Heroes” traz Murilo Rosa como um lutador de jiu jitsu que criou um campeonato de vale-tudo clandestino. A 2ª temporada estreia em 10 de maio na Fox Premium. “Me Chama de Bruna” é uma produção de 2016 que já conta com três temporadas e tem a 4ª encomendada. A série acompanha a história da famosa prostituta Bruna Surfistinha, vivida por Maria Bopp. Mais premiada de todas, “Um Contra Todos” gira em torno do personagem de Júlio Andrade, que, prestes a se tornar pai novamente, acaba preso injustamente, acusado de tráfico de drogas. Ele aprende a sobreviver na penitenciária e a ser respeitado como um chefão do crime, incorporando o personagem que foi acusado de ser. Duas vezes indicada ao prêmio Emmy Internacional, a produção teve três temporadas exibidas e a 4ª já está gravada. Com a aquisição, a Globoplay reforça seu catálogo de séries nacionais, que acaba sendo seu maior diferencial no mercado do streaming como alternativa à Netflix. Ainda não há previsão para a estreia das séries da Fox no serviço da Globo.

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  • Série

    Malhação: Viva a Diferença vence o Emmy Kids Internacional como Melhor Série de 2018

    9 de abril de 2019 /

    A série “Malhação: Viva a Diferença” foi a grande vencedora da cerimônia do Emmy Kids Internacional, realizada em Cannes, na França. A premiação dos melhores programas infantis da TV mundial premiou a produção da rede Globo como Melhor Série de 2018. Foi a quarta indicação de “Malhação” ao Emmy Kids e a primeira vitória, superando obras da Alemanha, Austrália e Canadá. Pela primeira vez ambientada em São Paulo, a temporada, concebida por Cao Hamburger e dirigida por Paulo Silvestrini, celebrou a diversidade, tendo como fio condutor a história de amizade entre cinco garotas, Keyla (Gabriela Medvedovski), Lica (Manoela Aliperti), Ellen (Heslaine Vieira), Benê (Daphne Bozaski) e Tina (Ana Hikari). Com a vitória, a Globo aproveitou para confirmar oficialmente a produção de uma série derivada da temporada premiada de “Malhação”. “As Five” vai mostrar as cinco protagonistas se reencontrando anos depois da história mostrada na TV. E será exibida primeiro no Globoplay, antes de surgir na TV aberta. Para Hamburger, o reconhecimento internacional é importante para lembrar os brasileiros de valores essenciais, “como respeito e valorização dos direitos humanos e das diferenças religiosas, culturais, raciais e de orientação sexuais, assim como da educação pública, único caminho para o desenvolvimento do pais.” “É também o reconhecimento ao trabalho de alto nível de todo o elenco e equipe técnica e artística”, completou o criador da temporada, que já tinha vencido o Emmy Kids na categoria Séries em 2014, por “Pedro & Bianca”, da TV Cultura.

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  • Série

    Série baseada em Cine Holliúdy ganha data de estreia na Globo

    27 de março de 2019 /

    A Globo marcou a data de estreia da série “Cine Holliúdy”, baseada no filme homônimo do diretor Halder Gomes, sucesso de bilheteria de 2013. A atração será exibida às terças, a partir de 7 de maio, após a novela “O Sétimo Guardião”. A série foi gravada no ano passado e será novamente estrelada pelo ator Edmilson Filho, no papel do cineclubista Francisgleydisson, que luta para manter viva a arte do cinema no interior do Ceará depois que um aparelho de televisão chega à cidade. O elenco coadjuvante, porém, foi bastante modificado em relação aos dois filmes do personagem. Matheus Nachtergaele (“Trinta”) vai integrar o elenco como o prefeito de Pitombas, cidade fictícia do Ceará em que a trama se passa. Heloísa Périssé (“Odeio o Dia dos Namorados”) foi escalada como sua esposa, “importada” de São Paulo, que está decidida em modernizar a comunidade ao colocar televisão na praça para que a população possa assistir às novelas. E Letícia Colin (“Entre Irmãs”) será sua filha – batizada, apropriadamente, de Marilyn. Ao ver seu faturamento de bilheteria cair, Francisgleydisson vai se desdobrar para tornar seu cinema mais atrativo, buscando se reinventar e até fazer graça da sua desgraça. O diretor do filme vai compartilhar a direção da série com Patrícia Pedrosa (de “Mister Brau”), e o elenco contará com muitas participações especiais, como Miguel Falabella (série “Sai de Baixo”), Ney Latorraca (“Irma Vap: O Retorno”), Tonico Pereira (série “A Grande Família”) e Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”). A produção da Globo será a terceira versão da história, já que “Cine Holliúdy” começou como um curta – “Cine Holiúdy: O Artista Contra o Cabra do Mal”, de 2004. Além de ter rendido um longa em 2013, a trama também teve continuação nos cinemas com o lançamento de “Cine Holliúdy 2: A Chibata Sideral” na semana passada.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Domingos Oliveira (1936 – 2018)

    23 de março de 2019 /

    O cineasta Domingos Oliveira morreu neste sábado (23/3), aos 82 anos, após sentir falta de ar e ser socorrido por paramédicos em sua casa, no Rio de Janeiro. Ele sofria de mal de Parkinson há muitos anos. Autor de clássicos, como “Todas as Mulheres do Mundo” (1966), e de filmes contemporâneos premiados, como “Barata Ribeiro, 716” (2016), ele também foi diretor de teatro, roteirista, dramaturgo, produtor e ator, e assinou mais de 120 obras ao longo da carreira no cinema, no teatro e na TV. Domingos Oliveira se formou em Engenharia Elétrica, mas nunca trabalhou na área. Sua carreira verdadeira iniciou em 1959, como diretor assistente de Joaquim Pedro de Andrade. Ele trabalhou nos três primeiros curtas do cineasta, além do segmento de Andrade em “Cinco Vezes Favela” (1962). Também foi redator da extinta revista Manchete nesse período, até ser convidado para participar da criação da TV Globo. Domingos foi o segundo produtor contratado pela emissora (após Haroldo Costa), e assumiu o comando do programa “Show da Noite”, apresentado por Glaúcio Gil. Ele produzia e dirigia a atração transmitida ao vivo de segunda a sexta-feira, ao mesmo tempo que desenvolvia roteiros de especiais e dirigia séries. Ele comandou a primeira série da TV brasileira, “22-2000 Cidade Aberta”, exibida em 1965 pela Globo. No ano seguinte, montou sua primeira peça de teatro, “Somos Todos do Jardim de Infância”, que lançou a atriz Leila Diniz, com quem Domingos era casado na época — seis anos depois, a trama foi adaptada para a TV, dentro da antologia “Caso Especial” (1972), da Globo. Seu primeiro filme chegou aos cinemas logo em seguida. “Todas as Mulheres do Mundo” (1966) trazia Paulo José como um mulherengo que se apaixonava por Leila Diniz e entrava em crise por se ver numa relação monogâmica. A obra escrita e dirigida por Oliveira fez enorme sucesso e se tornou um marco do cinema brasileiro, vencendo 12 troféus somente no Festival de Brasília. Vieram muitos outros filmes, séries e peças, num jorro de criatividade sem igual. Entre os destaques, o filme “Edu, Coração de Ouro” (1968) voltou a reunir o casal Paulo José e Leila Diniz, e o drama “A Culpa” (1971) foi premiado no Festival de Barcelona, na Espanha. Ainda dirigiu a icônica série “Ciranda, Cirandinha” (1978), sobre os jovens da época – estrelada pelos cabeludos Fábio Júnior, Lucélia Santos, Denise Bandeira e Jorge Fernando. Mas ao final dos anos 1970 largou as câmeras e passou a se dedicar ao teatro. Fez, entre outras peças, “Dinheiro pra que Dinheiro” (1976), “Ensina-me a Viver” (1981), “Escola de Mulheres” (1984) e “Confissões de Adolescente”(1992), baseada no livro de sua filha, a atriz Maria Mariana. Ele só foi voltar às telas como ator, em participações especiais nas novelas “Helena” (1987), “Bambolê” (1988) e nas minisséries “As Noivas de Copacabana” (1992) e “Contos de Verão” (1993). Até voltar a sentir vontade de filmar e iniciar uma nova fase na carreira com o lançamento de “Amores”, em 1998, abraçando um novo estilo de cinema, de baixo orçamento e muitas crises existenciais. O drama venceu quatro troféus no Festival de Gramado. E inaugurou uma história de amor entre o diretor e o evento gaúcho, que se estendeu por duas décadas. Oliveira lançou mais dez longas desde então, entre eles “Juventude” (2008), Melhor Roteiro e Direção em Gramado, “Primeiro Dia de Um Ano Qualquer” (2012) e “Infância” (2014), que também tiveram seus roteiros premiados no festival, mas principalmente “Barata Ribeiro, 716” (2016), consagrado como Melhor Filme e Direção em Gramado, e como Melhor Roteiro no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Em “Barata Ribeiro, 716”, também conhecido como “BR 716”, o cineasta se debruçou sobre suas memórias de juventude, materializando uma Copacabana há muito tempo desaparecida. Foi seu último filme, que coincidiu com seus 80 anos de idade. E para comemorar o aniversário, Domingos de Oliveira fez uma festa de três dias, com a trilha sonora de sua vida. “As piores partes da vida são o princípio e o fim. A mocidade e a velhice”, explicou, ao fazer um balanço de sua existência na ocasião. “Na mocidade você dispende muita energia para encontrar o seu lugar no mundo e não tem tempo de aproveitar a vida. Na velhice, o corpo vai embora, e tampouco dá para aproveitar direito. O melhor é o meio. Você já entendeu mais ou menos as coisas, não faz xixi na cama, não tem tantas culpas, e a vida fica uma delícia.” O artista deixa a mulher, Priscilla Rozembaum, com quem esteve casado durante 38 anos, e quatro filhos. Também deixa uma série praticamente pronta para ser exibida no Canal Brasil, “Mulheres de 50”, que volta a reunir o quarteto de protagonistas de suas peças “Confissões das Mulheres de 30” e “Confissões das Mulheres de 40” – Cacá Mourthé, Clarice Niskier, Dedina Bernardelli e Pirscilla Rozenbaum – , ainda sem previsão de estreia.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Márcia Real (1929 – 2019)

    15 de março de 2019 /

    A atriz Márcia Real faleceu na madrugada desta sexta-feira (15/3), em um hospital em Ibiúna, interior do estado de São Paulo, aos 90 anos de idade. De acordo com sua filha Márcia Regina, a atriz, que se destacou em novelas entre os anos 1960 e 1980, sofria há mais de uma década de Alzheimer. Eunice Alves (seu nome verdadeiro) nasceu em São Paulo, em 6 de janeiro de 1929. E estreou no teatro ainda adolescente, após um encontro casual com Bibi Ferreira na rua. Da conversa veio o convite para a peça “Minhas Queridas Esposas”, que a lançou na profissão de atriz no final dos anos 1940. Ela estreou no cinema logo em seguida, aos 20 anos, no musical “Carnaval no Fogo” (1949), uma chanchada da produtora Atlântida dirigida por Watson Macedo. Fez também os dramas “Liana, a Pecadora” (1951), de Antonio Tibiriçá, e “O Sobrado” (1956), de Walter George Durst e Cassiano Gabus Mendes, antes de se destacar na TV. Os papéis televisivos surgiram a partir de teleteatros da rede Tupi, como o “TV de Vanguarda”, “TV de Comédia” e “Grande Teatro Tupi”, que a tornaram um dos nomes mais prestigiados da emissora, entre o final dos 1950 e início de 1960, levando-a a apresentar o programa de variedades “Clube dos Artistas”. Com a popularização das telenovelas, ela migrou para o novo gênero, estrelando “Corações em Conflito”, na TV Excelsior, em 1964. Acabou participando das principais produções do canal, como “Vidas Cruzadas”, “A Grande Viagem”, “Redenção”, “Sangue do Meu Sangue” e outras. Após a extinção da Excelsior, migrou para a Record em 1970, onde estrelou “As Pupilas do Senhor Reitor”, “Os Deuses Estão Mortos”, “O Leopardo”, etc. E ainda esteve na fase final da Tupi, em “Aritana” e “Gaivotas”, entre 1978 e 1979. A crise que se abateu sobre a televisão nos anos 1970, com o fechamento de canais, reconduziu a atriz de volta ao cinema durante o auge da pornochanchada. Após participar do clássico “O Rei da Noite” (1975), de Hector Babenco, emendou três longas apelativos de Jean Garret, “A Ilha do Desejo” (1975), “Amadas e Violentadas” (1975) e “Possuídas pelo Pecado” (1976). Ela também fez diversas peças. Márcia Real só retornou à TV no final dos anos 1980, desta vez na Globo. Os papéis que marcaram essa fase eram sempre de mulheres ricas, finas e espirituosas, como Walkíria em “Bebê a Bordo”, Áurea em “Mico Preto”, Sálvia em “De Corpo e Alma” e Isadora em “Quatro por Quatro”, exibidas entre 1988 e 1995. Pelo timing para o humor televisivo, tornou-se uma das atrizes que mais marcaram as novelas de Carlos Lombardi. Mas ela ficou menos de uma década na Globo. Depois de “Quatro por Quatro” foi fazer minisséries e a novela “Canoa do Bagre” (1997) na Record, entrou na série de comédia “Ô… Coitado!” (1999-2000) e fez participação especial em “O Direito de Nascer” (2001) no SBT, encerrando sua filmografia no ano seguinte com a série “SPA TV Fantasia” (2002) na rede Brasil e o filme “Avassaladoras” (2002), de Mara Mourão.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Maria Isabel de Lizandra (1946 – 2019)

    15 de março de 2019 /

    Morreu na noite de quinta-feira (15/3), em São Paulo, a atriz Maria Isabel de Lizandra, que fez muito sucesso em novelas das décadas de 1960 e 1970. Ela tinha 72 anos e tinha dado entrada no Hospital das Clínicas pela manhã, com pneumonia. Maria Isabel Reclusa Antunes Maciel nasceu em São Paulo em 1946, e estreou na TV Tupi aos 18 anos, na novela “Se o Mar Contasse” (1964), de Ivani Ribeiro. Em seguida passou a estrelar novelas da TV Excelsior, sempre em personagens de destaque, como Raquel em “As Minas de Prata”, Eulália Terra em “O Tempo e o Vento”, Ruth em “O Terceiro Pecado”, e Rosália em “A Muralha”, entre 1966 e 1969. Com o fim da TV Excelsior, em 1970, voltou à Tupi, onde se tornou uma das principais estrelas da emissora, emendando 10 novelas em 10 anos, com personagens ainda lembradas pelos fãs mais velhos, como Malu de “Mulheres de Areia” (1973-1974), Catarina Batista de “O Machão” (1974-1975) – nestas duas, formando par romântico com Antônio Fagundes -, Lúcia de “Xeque-Mate” (1976) e Isabel de “Éramos Seis” (1977) – filha de Dona Lola (Nicette Bruno). Durante sua fase mais popular, tornou-se também estrela cinematográfica. Levou quase uma década entre a estreia em “Vereda da Salvação” (1964), de Anselmo Duarte, ao segundo filme, “O Supermanso” (1974), de Ary Fernandes, mas emendou lançamentos consecutivos no auge do gênero que ficou conhecido como pornochanchada – “As Mulheres Sempre Querem Mais” (1974), “A Noite da Fêmeas” (1976) e “Belas e Corrompidas” (1977). Ela não fez mais filmes após se casar com Ênio Gonçalves, seu par romântico na novela “Xeque Mate” (1976), com quem teve duas filhas. Mas continuou a fazer sucesso em novelas, chegando à Globo em 1983, onde atuou nas minisséries “Moinhos de Vento” (1983) e “Tenda dos Milagres” (1986) e nas novelas “Champagne” (1983) e “Vale Tudo” (1988), recentemente reprisada no Canal Viva, em que interpretou Marisa, a amiga de Raquel (Regina Duarte) de Foz do Iguaçu. Ainda participou de novelas na Bandeirantes, na Record e na Manchete, onde integrou o elenco de “Dono Beja”. Até encerrar a carreira na minissérie “Labirinto”, da Globo, em 1998. A atriz também atuou em peças como “Quarto de Empregada” e “Freud, Além da Alma”, e foi professora de Teatro e História do Teatro em universidades de São Paulo, mas já estava aposentada.

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  • Etc,  Filme,  TV

    D’Artagnan Júnior (1961 – 2019)

    25 de fevereiro de 2019 /

    O ator José D’Artagnan Júnior, conhecido por novelas da Globo, morreu no domingo (24/2) no Rio de Janeiro, aos 58 anos. A notícia foi compartilhada pelo também ator Miguel Falabella, amigo de D’Artagnan Júnior, no Instagram. D’Artagnan era casado com a autora de novelas e teatro Maria Carmem Barbosa, e participou de mais de 20 novelas da Globo. Ele começou a atuar ainda adolescente e seu primeiro trabalho televisivo foi “A Sucessora”, em 1978. Entre outras novelas, apareceu também em “Cara & Coroa” (1995), “Salsa e Merengue” (1996), “Malhação” (1998), “Pecado Capital” (1998), “Kubanacan” (2003), “Da Cor do Pecado” (2004), “A Lua Me Disse” (2005), “O Profeta” (2006), “Negócio da China” (2008), “Insensato Coração” (2011) e “Aquele Beijo” (2011). Sua última aparição em novelas foi em “Salve Jorge” (2012), como o personagem Aziz. D’Artagnan Júnior também fez cinema, especialmente quando jovem, atuando em seis filmes entre 1976 e 2003, entre eles os cultuados “Onda Nova” (1983), de José Antonio Garcia e Ícaro Martins, e “Anjos da Noite” (1987), de Wilson Barros. Ele encerrou a filmografia com “Apolônio Brasil, Campeão da Alegria” (2003), de Hugo Carvana. O ator sofria de problemas no fígado há mais de oito anos e havia se internado três semanas antes de falecer, com Pancreatite e Hepatite C. Segundo o comunicado de Falabella, sua esposa sofre de Alzheimer e não entende que ele morreu.

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  • Série

    Miguel Falabella e Tom Cavalcante podem viver casal gay em nova série

    18 de fevereiro de 2019 /

    Miguel Falabella está desenvolvendo uma sitcom para relançar na TV sua parceria com Tom Cavalcante, recentemente retomada nos cinemas com a produção de “Sai de Baixo – O Filme”. Segundo revelou ao UOL, os dois interpretariam um casal gay, com três filhos héteros adotados. O ator, roteirista e diretor pretende apresentar o projeto para a Globo em duas semanas. “Estou terminando de fazer a apresentação para vender para a emissora. Não há prazo! Somos nós dois em uma sitcom bem engraçada”, contou. Ainda sem título, o projeto é uma comédia tradicional, gravada ao vivo num teatro diante de uma plateia real, seguindo os moldes de “Sai de Baixo” (1996-2002). Por sinal, a produção de “Sai de Baixo – O Filme” estreia na quinta (21/2) nos cinemas brasileiros.

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  • Etc,  TV

    Bibi Ferreira (1922 – 2019)

    13 de fevereiro de 2019 /

    A atriz, cantora e diretora Bibi Ferreira, conhecida como primeira-dama do teatro brasileiro, morreu nesta quarta (13/2) aos 96 anos, após sofrer uma parada cardíaca. Com uma vasta e imensurável carreira nos palcos, Bibi se destacou em montagens históricas do teatro nacional. Mas essa dedicação fez com tivesse poucas participações no cinema e na TV, o que lhe deu menos popularidade que merecia. Abigail Izquierdo Ferreira nasceu em 1º de junho de 1922 no Rio de Janeiro, e com 20 dias de idade fez sua estreia no teatro. Filha do também famoso ator Procópio Ferreira e da bailarina espanhola Aída Izquierdo, ela subiu aos palcos pela primeira vez em 21 de junho de 1922, ainda bebê, substituindo uma boneca que havia desaparecido horas antes da sessão da peça “Manhãs de Sol”. Enquanto crescia, Bibi sentou no colo de Carmem Miranda, aprendeu a cantar com Noel Rosa e estudou teatro em Londres em 1942. Sua carreira premiadíssima destaca grandes sucessos musicais, como “Gota d’Água”, de Chico Buarque e Paulo Pontes, “Minha Querida Dama” (versão brasileira do clássico “My Fair Lady”, que fez com Paulo Autran), “O Homem da La Mancha”, “Alô Dolly” e “Piaf, a Vida de uma Estrela da Canção”. Este último foi o que mais marcou sua carreira. Iniciado em 1983, o espetáculo levou Bibi a percorrer vários países e chegou a virar vídeo em 2004, “Bibi Canta Piaf”. Após mais de duas décadas na pele da diva francesa, a diva brasileira foi reconhecida com a Comenda do Ordem e das Letras da República Francesa, o prêmio máximo da cultura na França. Bibi também foi diretora de shows, óperas e peças de teatro, tendo dirigido cantoras tão diferentes quanto Maria Bethânia, Elizeth Cardoso, Clara Nunes e Roberta Miranda, entre outras. O cinema foi um entusiasmo da juventude, estreando nas telas aos 14 anos, em “Cidade-Mulher” (1936), do grande mestre Humberto Mauro. Depois, foi dirigida pelo inglês Derek N. Twist em “O Fim do Rio” (1947), contracenando com atores britânicos, pelo tcheco Leo Marten em “Almas Adversas” (1952) e pelo argentino Carlos Hugo Christensen em “Leonora dos Sete Mares” (1955). E nunca mais fez outro filme. Em vez disso, preferiu participar dos primeiros teleteatros brasileiros, que eram basicamente teatro filmado: encenações feitas ao vivo, numa época em que ainda não existia o videotape. Foram várias aparições no programa “Grande Teatro Tupi”, entre 1952 e 1956. Em 1960, ela participou da inauguração da TV Excelsior como apresentadora do jornalístico “Brasil 60”, um dos primeiros a combinar reportagens gravadas com apresentação ao vivo, além do programa de variedades “Bibi Sempre aos Domingos”. Também comandou o programa musical “Bibi ao Vivo” na Tupi, em 1968. E foi a comentarista oficial da transmissão do Oscar 1972 no mesmo canal. Mas, curiosamente, jamais fez em novelas. E só apareceu em duas produções da Globo: “O Homem Que Veio do Céu” (1978), episódio da série de antologia “Caso Especial”, em 1978, e a minissérie “Marquesa de Santos”, no papel de Dona Carlota Joaquina, em 1984. Ao completar 50 anos de carreira na década de 1990, ela celebrou sua trajetória artística com o espetáculo “Bibi in Concert”. E, em 2013, levou este espetáculo para Nova York, apresentando-se na Broadway, com direito a dueto com Liza Minelli e críticas rasgadas do jornal New York Post, que a comparou com Ella Fitzgerald. Bibi anunciou sua aposentadoria dos palcos em setembro passado, após 77 anos de carreira, interrompendo planos que desenvolvia para um musical dedicado ao cancioneiro de Dorival Caymmi. Na época, já enfrentava uma série de problemas de saúde e chegou a ser internada com quadro de desidratação. “Nunca pensei em parar, essa palavra nunca fez parte do meu vocabulário, mas entender a vida é ser inteligente. Fui muito feliz com minha carreira. Me orgulho muito de tudo que fiz. Obrigada a todos que de alguma forma estiveram comigo, a todos que me assistiram, a todos que me acompanharam por anos e anos. Muito obrigada”, disse ela em comunicado.

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  • Série

    Globo vai exibir primeiro episódio de The Handmaid’s Tale na TV aberta

    12 de fevereiro de 2019 /

    A Globo vai repetir a estratégia de exibir na TV aberta o primeiro episódio de uma série exclusiva de seu serviço de streaming, o Globoplay, visando atrair novos assinantes para a plataforma. Nesta terça-feira (12/2), o canal transmite a estreia de “The Handmaid’s Tale”, que ganhou subtítulo nacional – “O Conto da Aia”. O mais curioso é que o episódio inaugural será exibido sem intervalos comerciais, como num canal pago premium. Ele vai ao ar após o “Jornal da Globo”. A 1º temporada, que venceu o Emmy de Melhor Série de Drama, já está disponível no Globoplay para assinantes – e também já foi exibida na TV paga pelo canal Paramount. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil justamente como “O Conto da Aia”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar à adoção de medidas drásticas, mergulhando a sociedade americana numa nova ordem conservadora, comandada apenas por homens. Com a fertilidade em queda, as mulheres que ainda conseguem ter filhos são transformadas em escravas sexuais, com o único propósito de gerar filhos. Elizabeth Moss (da série “Mad Men”) venceu o Emmy de Melhor Atriz pelo papel de June, rebatizada de Offred por seus captores. Como uma das últimas mulheres férteis, ela é forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do planeta, sendo obrigada a se submeter a um poderoso político, sua esposa cruel e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de June com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”), Ann Dowd (série “The Leftovers”) e Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”). As duas últimas também foram premiadas com o Emmy, respectivamente como Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Atriz Convidada de Série de Drama. Atualmente, a série se prepara para entrar em sua 3ª temporada na plataforma americana Hulu, com estreia marcada para 5 de junho. Veja abaixo o trailer nacional da tensa temporada inaugural.

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    Caio Junqueira (1976 – 2019)

    23 de janeiro de 2019 /

    O ator Caio Junqueira não resistiu e morreu na madrugada desta quarta-feira (23/1), aos 42 anos, uma semana após ter sofrido um grave acidente de carro no Rio de Janeiro. Ele bateu o carro que dirigia no Aterro do Flamengo, na altura do Monumento aos Pracinhas, na zona sul do Rio, no dia 16 de janeiro. Ele estava sozinho no veículo e foi levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, onde passou por uma cirurgia de emergência. Caio era filho do ator Fábio Junqueira (1956-2008) e irmão de Jonas Torres, conhecido como o Bacana da série “Armação ilimitada” (1985-1988). Ele deu seus primeiros passos na carreira aos 9 anos, ao participar da série “Tamanho família” (1985-1986), da extinta Rede Manchete. Em 1990 estreou na Globo, participando da minissérie “Desejo” e da novela “Barriga de Aluguel”. Ele fez poucas novelas, entre elas “A Viagem” (1994) e “O Clone” (2001), mas se destacou em minisséries, como “Engraçadinha” (1995), “Hilda Furacão” (1998), “Chiquinha Gonzaga” (1999) e “Um Só Coração” (2004), antes de mudar de canal. Na Record, fez o remake de “Escrava Isaura” (2004), a série “A Lei e o Crime” (2009), protagonizou “Ribeirão do tempo” (2010) e atuou em obras bíblicas como “José do Egito” (2013) e “Milagres de Jesus” (2014). Paralelamente, fez teatro e ainda obteve bastante destaque no cinema, atuando em filmes marcantes como “O aue É Isso Companheiro” (1997), “Central do Brasil” (1998), “Abril Despedaçado” (2001), “Zuzu Angel” (2006) e “Tropa de Elite” (2007), onde viveu Neto, soldado do Bope. Os trabalhos mais recentes foram nas séries “O Mecanismo”, da Netflix, e “Um Contra Todos”, da Fox Brasil.

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    Letícia Colin vai estrelar nova série da Globoplay passada em hospital

    16 de janeiro de 2019 /

    Após se destacar nas novelas “Novo Mundo” e “Segundo Sol”, a atriz Letícia Colin vai protagonizar uma nova série de streaming da Globo, “Onde Está Meu Coração”. Na atração, ela interpretará uma médica do pronto-socorro de um hospital de São Paulo que se vicia em crack e luta para largar o vício, enquanto busca manter emprego, posição, família e marido. A série terá 10 episódios e está sendo desenvolvida para a plataforma Globoplay com roteiro de George Moura e Sergio Goldenberg, autores de “Onde Nascem os Fortes” (2018) e “O Rebu” (2014). O elenco também inclui Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) como marido de Letícia, Fábio Assunção e Patrícia Pillar (ambos de “Onde Nascem os Fortes”). “Onde Está Meu Coração” é a décima série atualmente em produção na Globo, um número recorde, que decorre da decisão de estabelecer o Globoplay no mercado de streaming. Para isso, é necessário conteúdo. As outras séries em produção são “Carcereiros”, “Sob Pressão”, “Os Experientes”, “Pais de Primeira”, “Aruanas”, “Ilha de Ferro”, “Shippados”, “Desalma” e “Eu, a Vó e a Boi”.

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    José Mayer é dispensado da Globo, dois anos após acusação de assédio

    15 de janeiro de 2019 /

    A Globo esperou o contrato do ator José Mayer vencer, em dezembro, para dispensá-lo. O acordo não foi renovado após ele ser acusado de assediar sexualmente uma figurinista. Assim, seu afastamento por tempo indefinido se tornou definitivo. Mayer deixou de gravar novelas depois de “A Lei do Amor”, na qual interpretou o vilão Tião. Ele foi suspenso no início de 2017, após a denúncia mobilizar as atrizes do canal, que ensaiaram boicote à qualquer projeto que o incluísse. “Depois de mais de 35 anos de uma trajetória iniciada na novela ‘Guerra dos Sexos’, em 1983, com participação em mais de 40 obras, entre novelas, séries, minisséries e especiais, a Globo e o ator José Mayer informam o fim da parceria, de comum acordo, no final de 2018”, afirmou a emissora em nota, diante de consulta da imprensa. O ator foi denunciado pela assistente de figurino Susllem Tonani, que revelou suas investidas, com toques indevidos em suas partes íntimas, para o Departamento de Recursos Humanos da emissora em 2016, mas, como isso não gerou resultados, decidiu tornar o fato público em março de 2017, no blog Agora É Que São Elas, da Folha de S. Paulo. O caso acabou ganhando grande repercussão e uniu as atrizes da emissora em apoio à figurinista, com direito a hashtag, camiseta e slogan contra o assédio, “Mexeu com uma, mexeu com todas”. Apesar da polêmica, Aguinaldo Silva ainda tentou escalá-lo na novela “O Sétimo Guardião”, mas seu nome foi vetado pela Globo. Mesmo assim, o teledramaturgo prosseguiu em campanha em prol do ator. No última segunda (14/1), Silva publicou o seguinte Twitter: “Não há crime se não há queixa à polícia nem denúncia na Justiça, por isso… VOLTA, JOSÉ MAYER!” Apesar desta mensagem, a figurinista tentou, sim, levar o caso à Justiça. Ela alegou no ano passado que foi “extremamente inibida por um delegado” logo após sua denúncia. Vendo que o machismo policial trataria de inocentá-lo de qualquer acusação, ela desistiu de processar Mayer criminalmente. Ao longo da carreira, Mayer se destacou na Globo por interpretar personagens “pegadores”, que se envolviam com várias mulheres – geralmente, mais de uma ao mesmo tempo. A emissora seguiu escalando-o em personagens com esse perfil mesmo quando sua idade se tornou mais adequada para papéis de vovô. Para complicar ainda mais, muitas de suas parceiras românticas poderiam viver suas netas. Mayer só foi quebrar a imagem de machão em “Império” (2014), novela de Aguinaldo Silva em que interpretou o homossexual Cláudio Bolgari. Mas mesmo gay ele se envolvia com um parceiro muito mais jovem, vivido por Klebber Toledo.

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