Estúdio já desenvolve continuação do inédito Pokémon: Detetive Pikachu
Ainda faltam quase quatro meses para a estreia de “Pokémon: Detetive Pikachu”, mas o estúdio Legendary já está planejando a sequência do longa. Segundo a revista The Hollywood Reporter, a produtora contratou o roteirista Oren Uziel (do horroroso “O Paradoxo Cloverfield”) para escrever a continuação. A ideia é dar início à produção tão logo a bilheteria de “Pokémon: Detetive Pikachu” confirme as expectativas do estúdio. Claro que tudo muda se o filme se provar um fracasso – neste caso, o custo do roteiro não produzido será debitado da pilha de prejuízos do longa. No filme, o personagem de Justice Smith é o único que entende o que o Pikachu diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão, quando se lembra que o bichinho tem a mesma voz de Deadpool (isto é, do ator Ryan Reynolds)! Outro detalhe bizarro é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa no filme. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que o filme se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Já no filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim (Smith) para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Netflix fecha acordo para produzir uma série baseada em Resident Evil
A Netflix está desenvolvendo uma série baseada na franquia “Resident Evil”. A plataforma fechou contrato com o estúdio alemão Constantin Film, que detém os direitos de adaptação dos jogos da Capcom e foi responsável pelos seis filmes estrelados por Milla Jovovich no cinema. Ainda em busca de um showrunner, a ideia é manter a premissa básica, que também foi usada nos filmes. A história irá explorar as experiências sombrias da corporação da Umbrella e a nova ordem mundial causada pelo surto do T-vírus. Antes de fechar com a Netflix, a Constantin chegou a contratar o cineasta inglês Johannes Robers (“Medo Profundo”) para dirigir um reboot com novos atores no cinema. Este projeto pode ter sido abandonado. A notícia da série coincide com o lançamento do novo game “Resident Evil 2” para PS4, Xbox One e PC, que aconteceu nesta sexta (25/1). E também reflete o interesse da Netflix em desenvolver séries inspiradas em jogos, como “Castlevania” e a vindoura “The Witcher”, atualmente em produção, com Henry Cavill no papel principal de Geralt de Rivia. Além destas, o produtor do desenho de “Castlevania”, Avi Arad, também negociou com a Capcom os direitos para realizar uma série baseada em “Devil May Cry”
Comercial do filme de Pokémon mostra o que acontece quando Deadpool dubla Pikachu
A Warner divulgou um comercial de “Pokémon: Detetive Pikachu” nas redes sociais, que mostra o que acontece quando o intérprete de Deadpool é contratado para dublar Pikachu. O inevitável: muita piada de pika e até pum. O vídeo é curto, mas tenta explicar como o Pikachu virou falante e abusado no cinema. A prévia mostra que só o principal personagem humano e outros pokémons entendem o que ele diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que realmente soa como uma palavrão na voz de Deadpool, ou melhor, Ryan Reynolds. Outro detalhe bizarro é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título do filme, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que o filme se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. No filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). Já o elenco destaca Justice Smith (série “The Get Down”) como Tim, além de Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Kathryn Newton (série “Supernatural”), Ken Watanabe (“A Origem”), Bill Nighy (“Uma Questão de Tempo”), a cantora Rita Ora (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Karan Soni (também de “Deadpool”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Kevin Hart vai estrelar filme baseado no jogo de tabuleiro Monopoly
O comediante Kevin Hart vai estrelar o filme baseado no jogo de tabuleiro “Monopoly”, a versão original do jogo conhecido no Brasil como “Banco Imobiliário”. A contratação do ator também trouxe para o projeto o cineasta Tim Story, que dirigiu Hart em “Policial em Apuros” (2014) e sua continuação. Além de atuar, o astro também vai produzir o filme. A Hasbro tenta realizar uma versão cinematográfica de “Monopoly” há pelo menos uma década, e vários roteiristas já passaram pelo projeto. Com Hart, parece que o jogo vai finalmente sair do tabuleiro, embora ainda não haja uma data de estreia definida. Sem ter a carreira afetada pelos tuítes homofóbicos que o fizeram desistir de apresentar o Oscar 2019, o ator está em cartaz nos cinemas em “Amigos para Sempre” e será visto a seguir na continuação de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, com estreia prevista para dezembro.
Diretor de Rua Cloverfield, 10 assume a arrastada adaptação do game Uncharted
O diretor Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”) assumiu a atribulada adaptação do game “Uncharted” para o cinema. Ele vai substituir Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que deixou o projeto em dezembro por conflitos de agenda. Um dos projetos que mais sofre com idas e vindas do estúdio, o filme de “Uncharted” se arrasta para ser aprovado pela Sony desde 2010. A primeira versão do roteiro foi escrita por Thomas Dean Donnelly e Joshua Oppenheimer (dupla dos péssimos “Dylan Dog e as Criaturas da Noite” e “Conan, o Bárbaro”), jogada no lixo e substituída por novo texto do casal Marianne e Cormac Wibberley (“A Lenda do Tesouro Perdido”), que se focaria na família do protagonista, também incinerado após “mudança de direção criativa”. Isto levou à criação de nova história por Mark Boal (“A Hora Mais Escura”). Nesta versão, o protagonista estaria em busca da cidade de El Dorado, mas para chegar lá precisaria competir com mercenários e criaturas mutantes que defendem o local. Não rolou. E outro roteiro foi escrito pelo cineasta Joe Carnahan (“A Perseguição”). Entregue há dois anos, em janeiro de 2019, também precisou ser refeito após o produtor Tom Rothman ter a inspiração de fechar com Tom Holland (o Homem-Aranha) para viver o papel principal, aós ver “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Fãs do jogo do PlayStation 3 podem ter dificuldades para entender a escalação, já que o protagonista é um arqueólogo de cerca de 30 anos e Holland ainda passa por estudante colegial nos filmes do Homem-Aranha. Para quem não conhece, o game acompanha as aventuras do arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake para encontrar relíquias místicas ao redor do mundo. A questão é que a Sony não vai adaptar os jogos já lançados da franquia, mas fazer um prólogo, centrado na juventude do protagonista. Na história, Drake seria um jovem ladrão e teria seu primeiro encontro com o caçador de tesouros Victor Sullivan, que se torna seu mentor. O roteiro final foi escrito por uma dupla menos conhecida do que todos os que a antecederam no projeto, Jonathan Rosenberg e Mark Walker, que não tem sequer currículo de roteiristas. Não há previsão de estreia. Ainda mais que Dan Trachtenberg é capaz de querer mexer no roteiro. Também. Neste ritmo, Tom Holland pode até chegar à idade de Harrison Ford quando finalmente for filmar a “homenagem” dos games à Indiana Jones.
Conheça a abertura e a música-tema do novo desenho de Carmen Sandiego
A Netflix divulgou a abertura de “Carmen Sandiego”, nova série animada baseada no jogo e nos desenhos de “Em que Lugar da Terra Está Carmen Sandiego?”. Em clima de “007”, a música é composta por Jared Lee Gosselin (“Shrek Terceiro”) e cantada por Raquel Castro (a Marisol da série “Empire”). Carmen Sandiego surgiu pela primeira vez num jogo (“Where in the World Is Carmen Sandiego?”) de 1985, criado por Gene Portwood e Lauren Elliott, ex-funcionários da Disney, com o intuito de ensinar geografia às crianças. No game, detetives da agência ACME tentam deter a organização criminosa V.I.L.E., liderada por Carmen Sandiego, que realiza roubos impossíveis ao redor do mundo. Fez tanto sucesso que virou uma série animada exibida entre 1994 e 1999 pela Fox Kids. As duas produções tem visuais bem diferentes, embora a atração da Netflix preserve as roupas vermelhas e até o chapelão da protagonista. Em sua nova versão, Carmen também ganhou contornos de uma Robin Hood moderna. Embora seja publicamente percebida como uma criminosa pela maioria das agências da lei – correção, uma mestre criminosa, devido à escala e teatralidade de seus assaltos – ela na verdade só rouba de outros ladrões, especialmente da V.I.L.E. A protagonista é dublada por Gina Rodriguez (a “Jane The Virgin”) e o elenco de vozes em inglês ainda destaca Finn Wolfhard (“Stranger Things”), no papel de Player/Jogador, amigo e cúmplice de Carmen Sandiego. A série estreia na sexta (18/1) em streaming.
Adaptação do game Minecraft ganha novo roteirista
A Warner encomendou um novo roteiro para seu projeto de adaptação do game “Minecraft”. A informação é da revista Variety, que revelou a contratação do cineasta Peter Sollett (“Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música”) para reescrever a história. O projeto está em desenvolvimento desde que o estúdio adquiriu os direitos do game em 2014. O primeiro roteiro foi escrito por Jason Fuchs, responsável pelo desastre comercial de “Peter Pan” (2015), o que deve ter levado a Warner a reconsiderar. Na ocasião, chegou a ser anunciado que o filme seria dirigido por Rob McElhenny, conhecido por seu humor negro e escrachado na série “It’s Always Sunny in Philadelphia”, e estrelado pelo ator Steve Carell (“Foxcatcher”). Mas a indecisão em relação ao roteiro fez com que eles abandonassem o projeto, optando por outros negócios mais garantidos. Com mais de 100 milhões de vendas em diversas plataformas – incluindo PC, consoles e plataformas mobile -, “Minecraft” é um jogo extremamente popular de construção, e se tornou uma propriedade da Microsoft em 2014, quando a empresa adquiriu o estúdio Mojang por US$ 2,5 bilhões. A produção está a cargo de Roy Lee, que conseguiu emplacar com sucesso “Uma Aventura Lego” (2014), outra franquia baseada em brincadeira.
Pôster de filme da Netflix é acusado de plagiar a capa do game The Last of Us
Um pôster do filme “What Still Remains”, que faz parte do catálogo da Netflix, foi acusado de plagiar a capa do famoso game “The Last of Us”. Além do uso da mesma fonte, a disposição dos personagens e a ambientação são bastante similares, com a mulher em primeiro plano, o homem equidistante e ambos localizados entre prédios tomados pela vegetação, que ocupam praticamente os mesmos espaços em ambas as artes. A “coincidência” chamou atenção até do diretor criativo de “The Last of Us 2”, Neil Druckmann, que comentou as semelhanças entre os dois cartazes nas redes sociais. “Espera… isto é de verdade?”, ele escreveu no Twitter. Veja abaixo. O game exclusivo do PlayStation foi lançado em 2013, enquanto o filme estrelado por Colin O’Donoghue (o Hook da série “Once Upon a Time”) e Lulu Antariksa (“Legacies”) chegou ao streaming no ano passado. Mas a arte não é a única semelhança entre os dois produtos. Enquanto “The Last of Us” conta a saga de uma adolescente e um homem sem vínculos familiares sobrevivendo em um mundo pós-apocalíptico, “What Still Remains” mostra uma jovem que perdeu a família e encontra um viajante em um mundo destruído por uma infecção. “What Still Remains” é o primeiro filme do diretor Josh Mendonza, e foi elogiado pela crítica internacional. Segundo o Los Angeles Times, a produção mostra uma “versão diferente de um mundo pós-apocalíptico” focada mais no diálogo do que nos filmes de ação. Já a Decider cravou que o projeto é uma ótima escolha para ver um filme de terror caso tenha gostado de “Bird Box”. O filme tem 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entretanto, sua nota é péssima no IMDb: 4,5 na opinião do público, com críticas que o descrevem como um episódio ruim de “The Walking Dead”, com metade do orçamento e o pior roteirista da série. Hold on… is this for real? ? https://t.co/pXsl8sO6Ba — Neil Druckmann (@Neil_Druckmann) 6 de janeiro de 2019
Franquia Alien revela projeto misterioso: novo game para dispositivos móveis
Um novo projeto “misterioso” da franquia “Alien” foi revelado. Trata-se mesmo de um game chamado “Alien: Blackout”, desenvolvido para dispositivos móveis pela FoxNext Games, D3 Go! e Rival Games, que coloca os jogadores nas botas de Amanda Ripley, a filha da protagonista dos filmes originais – Ellen Ripley, vivida por Sigourney Weaver. O jogo se passa a bordo de uma estação espacial da empresa Weyland-Yutani infestada por alienígenas. A premissa foi revelada na forma de teasers na página oficial da franquia no Instagram. Os jogadores precisarão levar sua equipe para a segurança e evitar encontros com os alienígenas mortais, ao longo de sete níveis da estação – e do jogo. “Sobreviva a sete níveis indutores de medo, guiando remotamente a tripulação de Amanda Ripley através de tarefas cada vez mais desafiadoras, usando apenas os sistemas de emergência da estação”, diz a descrição oficial do jogo. “A incerteza e a imprevisibilidade tanto dos alienígenas quanto de sua tripulação podem impor uma derrota total a Amanda e a toda a estação. “Alien: Blackout” estará disponível em 24 de janeiro para download na AppStore, da Apple, no Google Play e na Amazon Appstore. As pistas de que um dos projetos misteriosos da franquia seria o game vieram à tona quando a Fox registrou direitos autorais sobre o nome “Alien: Blackout” em categorias que incluem “software de jogos” e “jogos de computador on-line”. Além disso, a franquia também está lançando uma nova história em quadrinhos, “Alien: Resistance”, que chega às bancas (virtuais) americanas em 23 de janeiro. Para completar, a Fox confirmou que relançará os filmes originais de “Alien” em Blu-Ray e formatos digital. E isto explica uso da hashtag “readplaywatch”, que apareceu nos posts misteriosos do Instagram da franquia. Ela se refere aos quadrinhos, ao jogo e aos filmes. Infelizmente, a confirmação desses projetos afasta a materialização de uma série sobre a criatura, que chegou a empolgar fãs como rumor. Visualizar esta foto no Instagram. She thought she could run… she thought she could hide… Help #AmandaRipley fight off the Xenos in the new mobile game @AlienBlackout available January 24. #ReadPlayWatch Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 7 de Jan, 2019 às 8:54 PST Visualizar esta foto no Instagram. Can you survive? All that matters is that you escape before THEY come out of the shadows… Preorder @alienblackout today on the App Store and Google Play. #ReadPlayWatch #AmandaRipley #AlienBlackout Uma publicação compartilhada por Alien (@alienanthology) em 7 de Jan, 2019 às 9:48 PST
Nova série animada de Carmen Sandiego ganha primeiro trailer dublado
A Netflix divulgou fotos e o trailer dublado de “Carmen Sandiego”, nova série animada baseada no jogo e nos desenhos de “Em que Lugar da Terra Está Carmen Sandiego?”. Ironicamente, o vídeo falado em português destaca em letras garrafais os nomes dos dubladores da versão original em inglês. Ou seja, para ouvir um áudio que combine com as imagens, é preciso assistir à versão americana do trailer, disponibilizada logo abaixo – sem legendas. A série “Carmen Sandiego” é dublada por Gina Rodriguez (a “Jane The Virgin”), que tem o papel-título, e Finn Wolfhard (“Stranger Things”), no papel de Player/Jogador, amigo e cúmplice da protagonista. Carmen Sandiego surgiu pela primeira vez num jogo (“Where in the World Is Carmen Sandiego?”) de 1985, criado por Gene Portwood e Lauren Elliott, ex-funcionários da Disney, com o intuito de ensinar geografia às crianças. No game, detetives da agência ACME tentam prender um grupo de ladrões liderados por Carmen Sandiego, que realizam roubos impossíveis ao redor do mundo. Seu prazer é vencer os desafios. Como a ACME é marca registrada da Warner, a agência não é mencionada na prévia do novo desenho, que, entretanto, destaca seu alvo original, a organização criminosa V.I.L.E. Na verdade, “Carmen Sandiego” é a segunda série animada da personagem, que estreou pela primeira vez numa produção exibida entre 1994 e 1999 pela Fox Kids. As duas produções tem visuais bem diferentes, embora a atração da Netflix preserve as roupas vermelhas e até o chapelão da protagonista. Em sua nova versão, Carmen também ganhou contornos de uma Robin Hood moderna. Embora seja publicamente percebida como uma criminosa pela maioria das agências da lei – correção, uma mestre criminosa, devido à escala e teatralidade de seus assaltos – ela na verdade só rouba de outros ladrões. Suas novas escapadas começam em 18 de janeiro no serviço de streaming.
Ryan Reynolds revela imagem de captura facial de sua interpretação de Pikachu
O ator Ryan Reynolds (“Deadpool”) compartilhou em seu Instagram um foto do processo de captura de movimento para viver Pikachu no filme “Pokémon: Detetive Pikachu”. A imagem revela que, além de dublar o monstrinho, ele também vai emprestar suas expressões faciais para o personagem. “Você é adorável! Você é adorável! Você é adorável!”, ele escreveu ao lado da imagem. O filme é a adaptação de um game da Nintendo, que em inglês se chama “Great Detective Pikachu”. E é bem diferente dos desenhos que os fãs conhecem. Para começar, jogo e filme mostram Pikachu com um chapeuzinho de Sherlock Holmes para deixar claro que ele é um detetive – o público não saberia sem o chapéu, imagina-se. Mas a maior diferença é que o Pikachu fala na produção de cinema. Ou melhor, sua fala é entendida como uma conversa normal por outros pokémons e por um humano em particular, um jovem americano chamado Tim Goodman. Para o resto do mundo, porém, tudo o que ele diz continua a ser entendido como repetições do mesmo palavrão – pika-pika-pika. Graças a sua capacidade única para entendê-lo, Goodman se alia ao Detetive Pikachu para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). Já o elenco destaca, além de Ryan Reynolds como a voz de Pikachu, o ator Justice Smith (série “The Get Down”) como Tim, e ainda Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Kathryn Newton (série “Supernatural”), Ken Watanabe (“A Origem”), Bill Nighy (“Uma Questão de Tempo”), a cantora Rita Ora (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Karan Soni (também de “Deadpool”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Pokémon: Detetive Pikachu | Monstrinhos celebram Natal com anjo de neve em novas imagens As expressões do ator são refletidas no personagem por um sistema de pontos digitais. Confira abaixo! >> CONTINUA APÓS PUBLICIDADE O elenco do live-action do jogo homônimo inspirado no universo de Pokémon conta com Ryan Reynolds (como a voz de Pikachu), Justice Smith, Ken Watanabe e Kathryn Newton. A história seguirá um falante Pikachu, que ama café e solucionar problemas. Visualizar esta foto no Instagram. YOURE ADORABLE YOURE ADORABLE YOURE ADORABLE YOURE ADORABLE Uma publicação compartilhada por @ rynrenolds em 30 de Dez, 2018 às 11:11 PST
Interatividade de Black Mirror: Bandersnatch não funciona em diversos dispositivos
O filme interativo da Netflix, “Black Mirror: Bandersnatch”, foi lançado “de surpresa” na sexta (28/12) e rapidamente despertou a curiosidade dos usuários do serviço de streaming, bem como da imprensa. Tem até quem acha que nem se trata de um filme, mas de um simples videogame, como apurou o site Deadline junto a especialistas. Porém, várias pessoas estão reclamando que o filme/game não funciona em seus dispositivos. Smart TVs mais antigas com aplicativos da Netflix não rodam o filme devido aos requisitos de pré-visualização. Também não dá para assistir a “Bandersnatch” usando o Google Chrome, Apple TV ou Amazon Fire, por motivos técnicos. Os usuários que tentarem acessar o episódio interativo nessas plataformas estão vendo algo muito anti-climático: um pequeno vídeo de personagens de outros episódios pedindo desculpas. A plataforma de streaming não explicou o motivo do filme não “rodar” nesses dispositivos. Em vez disso, divulgaram que “Black Mirror: Bandersnatch” funciona na maioria das Smart TVs, em dispositivos Roku e em consoles de videogame como o PS4 e o Xbox One.
Estreia de Black Mirror: Bandersnatch revela primeira série live-action interativa da Netflix
A Netflix finalmente divulgou as primeiras informações sobre “Black Mirror: Bandersnatch”, disponibilizado nesta sexta (28/12). Mas a esta altura nem precisava, pois o público já deve ter descoberto por conta própria. Conforme apontavam rumores, trata-se da primeira experiência interativa para adultos do serviço de streaming. Ao longo do filme, o espectador é convidado a fazer escolhas para o protagonista da história. As decisões acontecem de forma simples, pela seleção de uma entre duas alternativas que lhe são oferecidas durante várias cenas. Usando toque na tela, mouse ou controle remoto, cada opção leva a trama para um determinado rumo. Elas começam com opções simples, como o que comer no café da manhã, e acabam conduzindo a escolhas éticas, potencializando conflitos aflitivos de quem precisa decidir o destino do personagem. O espectador tem um determinado tempo para decidir. Se optar por não fazê-lo, a história segue um rumo pré-determinado, apresentando sua versão mais simplificada. É possível conduzir o filme à sua conclusão em até 90 minutos. Mas também assisti-lo por 2h30. O recomendado é não recomeçar a vê-lo após o final e sim continuar assistindo mesmo depois dos créditos aparecerem, pois a inteligência artificial do mecanismo interativo oferecerá de novo o longa levando em conta as opções anteriores, para que a história não se repita. Ao todo são cinco finais possíveis e múltiplas variações da história. O resultado é impressionante e deixa para trás as experiências anteriores na criação de uma narrativa interativa. Vale lembrar que a Netflix começou a introduzir elementos interativos na série animada “Kong: O Rei dos Macacos”, disponibilizada em abril de 2016. E aprimorou o formato com o lançamento de três outras produções infantis, “Gato de Botas: Preso num Conto Épico”, “Buddy Thunderstruck: A Pilha do Talvez” e “Stretch Armstrong: The Breakout”. “Black Mirror” é a primeira experiência interativa da plataforma com atores reais, mas foi precedida por uma série do cineasta Steven Soderbergh realizada inteiramente neste formato, “Mosaic”, lançada em janeiro na HBO. A diferença é que a história de Charlie Brooker, criador de “Black Mirror”, inclui muito mais opções e layers narrativos. E levou à criação de uma nova tecnologia. Isto mesmo, “Black Mirror” deixou de ser uma produção sobre tecnologia futurista para virar uma produção que cria tecnologia futurista. O filme foi desenvolvida com o auxílio de uma nova ferramenta de roteiro, que trabalha a história em layers, de modo que cada opção interativa seja levada em consideração e faça sentido em relação às conclusões oferecidas. Também inovou na criação de buffers para servir as diferentes versões para diferentes pessoas simultaneamente. Além de incluir a inteligência artificial que “lembra” opções tomadas anteriormente ao conduzir e retomar a história. Tudo isso se dá no contexto propício de uma trama sobre games interativos dos anos 1980, época em que os jogos de computador de aventuras (choose your own adventure) tinham se tornado muito populares – uma fase que durou até a chegada dos jogos de tiros. No filme, o protagonista vivido por Fionn Whitehead (“Dunkirk”) começa a desenvolver um game chamado “Bandersnatch”, mas o trabalho o leva ao limite de sua capacidade, após ele decidir explorar realidade virtual, tecnologia inexistente na época em que a história se passa. “Bandersnatch” é o nome de uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. Mas também foi o título de um jogo anunciado em 1984, ano em que se passa o filme. E ele nunca foi lançado. A direção é do cineasta David Slade (“30 Dias de Noite” e série “Hannibal”), que já havia comandando um episódio de “Black Mirror”: “Metalhead” na temporada passada. E há um easter egg do cão-robô daquele capítulo no filme interativo. O elenco ainda destaca Will Poulter (“Maze Runner”), Alice Lowe (“Prevenge”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”). Assista abaixo ao trailer disponibilizado na quinta (27/12) do filme de “Black Mirror”, que em nenhum momento avisa se tratar de uma experiência interativo. Segundo Carla Engelbrecht, diretora de inovação de produtos da Netflix, a ideia era realmente fazer segredo. “Percebemos que agir um pouco mais silenciosamente significaria que mais pessoas poderiam tentar dar uma chance à experiência, em vez de ficarem refletindo sobre isso por um tempo”, ela disse à revista The Hollywood Reporter. A tecnologia pode ser inovadora – e será usada em novos projetos interativos da Netflix -, mas a ideia de que segredo é publicidade reprova em qualquer teste científico.











