Comercial do filme de Pokémon mostra o que acontece quando Deadpool dubla Pikachu



A Warner divulgou um comercial de “Pokémon: Detetive Pikachu” nas redes sociais, que mostra o que acontece quando o intérprete de Deadpool é contratado para dublar Pikachu. O inevitável: muita piada de pika e até pum.

O vídeo é curto, mas tenta explicar como o Pikachu virou falante e abusado no cinema. A prévia mostra que só o principal personagem humano e outros pokémons entendem o que ele diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que realmente soa como uma palavrão na voz de Deadpool, ou melhor, Ryan Reynolds.

Outro detalhe bizarro é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título do filme, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”.

No jogo em que o filme se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. No filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido.


O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”).

Já o elenco destaca Justice Smith (série “The Get Down”) como Tim, além de Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Kathryn Newton (série “Supernatural”), Ken Watanabe (“A Origem”), Bill Nighy (“Uma Questão de Tempo”), a cantora Rita Ora (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Karan Soni (também de “Deadpool”).

A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.



Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna



Back to site top
Change privacy settings