Chris Rock vai estrelar a 4ª temporada de Fargo, que abordar a máfia nos anos 1950
O canal pago americano FX anunciou a produção da 4ª temporada da série “Fargo”, que será estrelada pelo humorista Chris Rock. A novidade foi anunciada pelo presidente do canal, John Landgraf, durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Além de um protagonista negro, a série de antologia criminal criada por Noah Hawley também vai mudar sua locação, saindo da zona rural do centro-oeste americano para a metrópole de Kansas City, e irá retroceder ainda mais no tempo. Até então, apenas a 2ª temporada tinha sido um flashback, passado nos anos 1970. Desta vez, porém, a história irá acontecer durante os anos 1950. A trama vai explorar o encontro de dois grupos migratórios na cidade grande: os europeus, que vieram da Itália, e os afro-americanos, que deixaram os estados mais racistas do Sul, com suas leis discriminatórias. Diante do conflito dos dois grupos pelo controle do tráfico de drogas na cidade, uma tênue paz é organizada por meio de um pacto inusitado. Chris Rock vai interpretar um pai que entregou seu filho para ser criado pelo chefe do grupo inimigo e, em contrapartida, pegará o filho do inimigo para criar. É então que o chefe da máfia resolve fazer uma cirurgia de rotina e morre no hospital, fazendo com que tudo mude. “Sou fã de ‘Fargo’ e mal posso esperar para trabalhar com o showrunner Noah Hawley”, disse Chris Rock, num comunicado. O restante do elenco e a data de estreia da 4ª temporada ainda não foram confirmados.
Minissérie clássica Shogun vai ganhar remake
O canal pago americano FX anunciou a produção de “Shogun”, nova minissérie baseada no romance homônimo de James Clavell. Lançado em 1975, o livro já foi levado com sucesso à TV numa minissérie famosa de 1980, estrelada pelo ator Richard Chamberlain (“Os Pássaros Feridos”). Esta atração entrou para a História como a primeira – e até agora única – produção da TV americana filmada inteiramente no Japão. Além de ter se tornado imensamente popular, a minissérie ainda venceu três Emmys e três Globos de Ouro. Shogun era um antigo título militar, conferido pelo Imperador do Japão aos comandantes de seus exércitos, e acabou se tornando uma reverência dada aos governantes de algumas regiões, com poderes de ditadores militares. A trama mostra como um marinheiro britânico chamado John Blackthorne, que sobrevive a um naufrágio na costa do Japão feudal, no século 17, torna-se um samurai e homem de confiança de um Shogun. Na trama, ele se envolve na complexa teia política do país, tornando-se confidente do Lord Toronaga (o grande Toshirô Mifune, na série de 1980), um poderoso aristocrata, cuja ascensão o levará ao shogunato. Outro elemento importante é a presença de Lady Mariko (Yôko Shimada), uma samurai destemida, que faz Blackthorne balançar e colocar seu status em risco. A nova adaptação está a cargo dos roteiristas Ronan Bennett (“Gunpowder”) e Rachel Bennette (“Bel Ami: O Sedutor”), enquanto a direção será comandada por Tim Van Patten (“Game of Thrones”). Eles terão a missão de trabalhar sob a lupa do século 21, onde as redes sociais despertam realizam uma espécie de controle de qualidade não oficial, para lidar com várias discrepâncias e anacronismos do romance original, escrito por um ocidental imaginando o Japão antigo. Ainda não há elenco definido nem previsão de estreia para a produção.
FX desiste de produzir 2ª temporada de Feud centrada no divórcio da Princesa Diana
O canal pago americano FX desistiu de produzir a 2ª temporada de “Feud” centrada no divórcio entre o Príncipe Charles e a Princesa Diana. A revelação foi feita pelo presidente do canal, John Landgraf, no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos). Ele disse que a série não foi cancelada, mas não abordará mais o tema previamente anunciado. “No fim das contas, nós apenas não conseguimos desenvolver o material da forma como gostaríamos”, justificou o executivo. “‘Feud’ ainda é uma série ativa, mas Ryan [Murphy, o criador] não me confirmou qual será o tema da próxima temporada, ou quando ele terá tempo para realizá-la”. O executivo negou que a decisão tenha sido influenciada pelo sucesso de “The Crown”, série da Netflix sobre a família real britânica que vai abordar a história do casamento e divórcio de Charles e Diana nas próximas temporadas. “A nossa abordagem era bem diferente. Eu gosto de ‘The Crown’, mas ela é contada do ponto de vista da família. Nossa série seria do ponto de vista de alguém de fora que está entrando na família, como Meghan Markle”, revelou, comparando as duas “princesas”. “Feud” nasceu como uma série em formato de antologia, com a proposta de abordar uma famosa rixa histórica a cada temporada. O primeiro ano, exibido em 2017, tratou da rivalidade entre as atrizes Bette Davis (Susan Sarandon) e Joan Crawford (Jessica Lange) em Hollywood. Intitulada simplesmente “Feud: Charles & Diana”, a 2º temporada seria transmitida no começo deste ano, mas o roteiro acabou não agradando e agora não será mais produzida. Como Ryan Murphy está envolvido em diversos projetos e assinou contrato de exclusividade com a Netflix, a possibilidade de a série se resumir à 1ª temporada se tornou uma grande possibilidade, que Landgraf ainda não oficializou.
Mayans MC: Trailer dramático do spin-off de Sons of Anarchy faz referência a Jax Teller
O canal pago americano FX divulgou o pôster e o primeiro trailer completo de “Mayans MC”, spin-off latino da excelente “Sons of Anarchy”. O vídeo é todo centrado no personagem de JD Pardo (da série “Revolution”), chamado EZ Reyes, que passa por diversos testes até ser considerado um legítimo Mayan. Mas também traz duas referências à série original. A primeira é obvia, na presença de Emilio Rivera, que retoma o papel de Marcus Alvarez, o líder dos Mayans de Oakland em “Sons of Anarchy”. A segunda é sutil: uma cruz com o nome de Jax, marcando o local na estrada em que Jax Teller, o líder do SoA, morreu no final da série original. Cronologicamente, a trama será uma continuação direta de “Sons of Anarchy”, passada após os eventos do final da série original, quando os motoqueiro latinos assumiram o controle do tráfico da região. E se esboça com muitos elementos dramáticos, ao mostrar Reyes entre um passado promissor e um presente sem rumo, que tem sua vida definida pelo fato de ter passado um tempo na prisão. Tentando encontrar sua nova identidade após sair da cadeia, ele se junta os motoqueiros de Santo Padre, responsáveis pelo narcotráfico na fronteira da Califórnia com o México. Além de JD Pardo, o elenco inclui Michael Irby (série “Taken”), Sarah Bolger (“Into the Badlands”), Maurice Compte (“Power”), Clayton Cardenas (“American Crime”), Antonio Jaramillo (“Shades of Blue”), Raoul Max Trujillo (“Sicario: Terra de Ninguém”) e Edward James Olmos (“Battlestar Galactica”). Anunciado há dois anos, o projeto sofreu para sair do papel: teve seu primeiro piloto descartado pelo canal pago FX, mas conseguiu autorização para rodar um segundo, com a substituição de diversos atores e aprimoramentos na história. O desenvolvimento do spin-off foi realizado pelo cineasta indie Elgin James, que tem uma trajetória de vida semelhante a dos personagens – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e seu trabalho mais recente foi o roteiro de “Lowriders” (2017), drama sobre a cultura latina de carros envenenados. Kurt Sutter, que criou “Sons of Anarchy” e escreveu, dirigiu e foi até ator em muitos dos episódios da série, vai produzir “Mayans MC”, além de ter dirigido o piloto rejeitado. A nova versão do episódio inicial foi refeita por Norberto Barba, diretor-produtor de “Grimm”. A 1ª temporada terá 10 episódios, com estreia marcada para 4 de setembro nos Estados Unidos.
Pose: Série com maior elenco transexual da TV é renovada para a 2ª temporada
O canal pago FX anunciou a renovação de “Pose”, última série criada por Ryan Murphy para o canal (que também exibe suas criações “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Feud”). Inédita no Brasil, a série entrou para a História ao escalar o maior elenco com atores transgêneros já visto na TV, e por ter pela primeira vez um episódio escrito, produzido e dirigido por uma trans negra, Janet Mock. “Pose” se passa na cena dançante de Nova York entre os anos 1980 e 1990, auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna), e acompanha a trajetória de um grupo de jovens que tenta deixar sua marca em sua época. A 1ª temporada se encerra em 22 de julho nos Estados Unidos, e Ryan Murphy está doando todos os lucros obtidos pela produção para entidades relacionadas aos direitos LGBTQIA+.
Janet Mock se torna primeira transexual negra a produzir, escrever e dirigir uma série de TV
A produtora Janet Mock entrou para a história da TV no domingo (8/7), quando o canal pago FX exibiu o sexto episódio da série “Pose”. Ela se tornou a primeira negra transexual a produzir, escrever e dirigir um episódio de uma série de TV. Ela comemorou o feito no Instagram. “Não deixe meu sorriso engá-lo. Estava muito nervosa por fazer algo que nunca tinha feito, um trabalho que parecia ser reservado para homens brancos, uma posição na indústria que raramente convida mulheres e/ou pessoas de cor para sentar em uma cadeira de direção”, opinou Mock. “Você escreveu este roteiro, você sabe os personagens. Você ajudou a moldá-los, fazê-los. Você consegue. E sua vida inteira como uma garota trans negra te prepara para tantos desafios.” “Ser a primeira da sua família a ir para a faculdade, conseguir um mestrado, trabalhar como jornalista, sair do conforto e segurança de contar outras histórias para realmente contar as suas próprias histórias, escrever dois livros de memórias, ser a primeira transexual de cor contratada entre roteiristas… e sim, ser a primeira a escrever e dirigir um episódio de televisão”, completou Mock. Vale lembrar que já houve uma transexual branca que fez tudo isso com sucesso em vários episódios de uma série, a cineasta Lena Wachowski, criadora de “Sense8” na Netflix. Por sinal, “Pose” estreou em junho nos Estados Unidos com outra marca para a comunidade LGBTQIA+, ao escalar o maior elenco com atores transgêneros na história da televisão. Criada por Steven Canals (série “Dead of Summer”), Brad Falchuk e Ryan Murphy (a dupla de “American Horror Story”), “Pose” se passa na cena dançante de Nova York entre os anos 1980 e 1990, auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna), e acompanha a trajetória de um grupo de jovens que tenta deixar sua marca em sua época. A 1ª temporada se encerra em 22 de julho nos Estados Unidos, e Ryan Murphy está doando todos os lucros obtidos pela produção para entidades relacionadas aos direitos LGBTQIA+. This was taken under the amber light of the #posefx ballroom on my first shoot as a Director. Don’t let the smile fool you: I was nervous af about doing something I had never done before, a job that seemed to be reserved for white men, a position in the industry that rarely invited women and/or people of color to sit in the director’s chair. I doubted whether I had the skills and experience to be a director. But I was pushed by @mrrpmurphy who told me I could (“you’re naturally bossy…like me”) and used his Half Initiative to make it happen. But still I had to talk myself through self-doubt (like so many “firsts” have done before me) by saying, “You wrote this script. You know these characters. You helped shape them, make them, move them. You got this, and your whole life as a black trans girl with all your experiences have prepared you for so many unknowns — from being the first in your family to go to college, to get a masters, to work as a journalist, to leave the safety of telling others stories to actually tell your own story, to write two memoirs that centered #girlslikeus, to be the first trans woman of color to be hired in a writer’s room…and yes, the first to write and direct an episode of television. You can do this, will do this and are deserving.” I couldn’t do it alone — no director can. I thank my mentors @mrrpmurphy & @gwynethhorderpayton for pushing, nurturing and supporting me, my DP @simondennis_dop for making it all seem so easy, my first AD Deanna Leslie Kelly, my production designer @jame03, HMU @wigorama @barryleemoe @sherrilaurence, @eriberryk and @tanasepopa for being architects, my editor Shelly Westerman, the marvelous @alexisvmw, my ❤️ @svcanals and the entire crew and the cast especially @theebillyporter, @katemara, @indyamoore, @mjrodriguez7, @evanpeters, and our guest star @johnnysibilly who gave all of themselves to episode 6. LOVE IS THE MESSAGE — and there was no way to write, prep and shoot this script without that LOVE. I hope you enjoy “Love Is the Message” tonight on @fxnetworks. @poseonfx airs at 9PM. Uma publicação compartilhada por Janet Mock (@janetmock) em 8 de Jul, 2018 às 9:07 PDT
Jodie Foster negocia estrelar série baseada nos quadrinhos de Y: O Último Homem
A atriz Jodie Foster (“Elysium”) está em negociações para integrar o elenco da série baseada nos quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: the Last Man). Segundo o site The Hashtag Show, a atriz é cotada para o papel de Jennifer Brown, mãe do protagonista Yorick Brown. Há anos considerada como franquia potencial, a adaptação dos quadrinhos teve seu piloto encomendado em abril pelo canal pago FX, com roteiro e produção de Michael Green (indicado ao Oscar por “Logan”). Para se ter noção, a trama quase virou filme em 2007 com direção de D.J. Caruso (“Eu Sou o Número Quatro”) e com Shia LaBeouf (“Ninfomaníaca”) no papel principal. Em 2012, voltou a ser cotado para o cinema, como o longa de estreia de Dan Trachtenberg, que acabou fazendo “Rua Cloverfield 10”. O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para a FX há três anos, em parceria com Michael Green. Mas só agora o projeto andou. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, e vencedor de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, “Y: O Último Homem” teve 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, em que contou a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan que pode virar série. Ele também criou os quadrinhos dos Fugitivos (Runaways), transformado em atração da plataforma Hulu. Além disso, Vaughan é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de cocriador da série “American Gods”. O piloto da adaptação será dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna). E como deve ser rodado no fim de julho, o elenco precisa ser finalizado nos próximos dias.
Killing Eve lidera indicações ao prêmio dos críticos de TV dos Estados Unidos
A Associação dos Críticos de Televisão dos Estados Unidos, conhecida pela sigla TCA em inglês, anunciou os indicados a seu prêmio anual, que reconhece os melhores da produção televisiva norte-americana na opinião da crítica especializada. Neste ano, os 200 críticos membros da TCA assistiram ao menos 500 séries e um número não revelado de reality shows para chegar na lista dos nomeados. E a produção mais lembrada foi uma série estreante: “Killing Eve”, do canal pago BBC America, que recebeu cinco indicações. Logo em seguida, com uma indicação a menos, destacou-se a veterana “The Americans”, em sua última temporada no FX. O canal pago FX e a plataforma de streaming Netflix lideraram em quantidade de nomeações (10 e 9, respectivamente), mas até emissoras pouco lembradas pelo Emmy e o Globo de Ouro, como Starz, TBS, CNN e The CW também constam na lista. “É um momento empolgante para a televisão e as indicações ao TCA Awards mostram o quanto existe de programação e como ela pode ser encontrada em qualquer lugar e para todos os públicos”, disse Daniel Fienberg, presidente da TCA e crítico de TV da revista The Hollywood Reporter. A 34ª edição dos TCA Awards será apresentada pela comediante Robin Thede no dia 24 de agosto. Confira a lista completa dos indicados abaixo. Indicados ao TCA Awards 2018 Melhor Intérprete em Drama Jodie Komer, por Killing Eve – BBC America Darren Criss, por The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story – FX Elisabeth Moss por, The Handmaid’s Tale – Hulu Sandra Oh, por Killing Eve – BBC America Matthew Rhys, por The Americans – FX Keri Russell, por The Americans – FX Melhor Intérprete em Comédia Pamela Adlon, por Better Things – FX Rachel Bloom, por Crazy Ex-Girlfriend – The CW Rachel Brosnahan, por The Marvelous Mrs. Maisel – Amazon Ted Danson, por The Good Place – NBC Donald Glover, por Atlanta – FX Bill Hader, por Barry – HBO Melhor Reality Show The Great British Baking Show – PBS Nailed It! – Netflix Project Runway – Lifetime Queer Eye – Netflix RuPaul’s Drag Race – VH1 Melhor Programa Infantil Daniel Tiger’s Neighborhood – PBS Kids Elena of Avalor – Disney Channel Muppet Babies – Disney Junior Odd Squad – PBS Kids Sesame Street – HBO Sofia the First – Disney Junior Melhor Programa de Variedades Full Frontal with Samantha Bee – TBS Jimmy Kimmel Live – ABC Last Week Tonight with John Oliver – HBO Late Night with Seth Meyers – NBC The Late Show with Stephen Colbert – CBS Saturday Night Live – NBC Melhor Programa de Notícias e Informação Anthony Bourdain: Parts Unknown – CNN 60 Minutes – CBS Blue Planet 2 – BBC America The Rachel Maddow Show – MSNBC The Vietnam War – PBS Wild Wild Country – Netflix Melhor Filme ou Minissérie Alias Grace – Netflix The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story – FX Howards End – Starz Patrick Melrose – Showtime The Tale – HBO Twin Peaks: The Return – Showtime Melhor Drama The Americans – FX The Crown – Netflix The Good Fight – CBS All Access The Handmaid’s Tale– Hulu Killing Eve – BBC America This Is Us – NBC Melhor Comédia Atlanta – FX Barry – HBO GLOW – Netflix The Good Place – NBC The Marvelous Mrs. Maisel – Amazon One Day at a Time – Netflix Melhor Programa Estreante Barry – HBO Counterpart – Starz GLOW – Netflix Killing Eve – BBC America The Marvelous Mrs. Maisel – Amazon Mindhunter – Netflix Programa do Ano The Americans – FX Atlanta – FX The Good Place – NBC The Handmaid’s Tale – Hulu Killing Eve – BBC America This Is Us – NBC
Ryan Murphy vai doar todo o lucro da série Pose para organizações LGBTQ
O produtor Ryan Murphy (“American Horror Story”) anunciou que vai doar 100% de seu lucro com “Pose”, sua última série para o canal pago FX, para organizações envolvidas em causas da comunidade LGBTQ. Em um anúncio feito por meio da sua conta oficial do Twitter no fim de semana, Murphy revelou que a decisão leva em conta o trabalho excepcional de instituições que merecem todo o aporte financeiro necessário. Desde então, ele vem divulgando, diariamente, nomes de organizações que serão beneficiadas. “Pose” se passa na cena dançante de Nova York nos anos 1990, auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna), e fez história ao escalar cinco intérpretes transgênero nos papéis principais, tornando-se a série com o maior elenco trans da televisão americana em todos os tempos. A estreia aconteceu em 3 de junho na TV americana. Murphy não sentirá falta dos lucros da série, porque assinou um contrato milionário com a Netflix para desenvolver novas atrações. I am donating 100 percent of my profits from my new FX show POSE towards trans and LGBTQ charitable organizations. These groups do amazing work and need our support. Every day for the next 14 days I will highlight a group I'm supporting, and encourage you to do the same! — Ryan Murphy (@MrRPMurphy) May 9, 2018
Mayans MC: Spin-off latino de Sons of Anarchy ganha três teasers
Um novo vídeo de “Mayans MC” reúne três teasers do spin-off latino da excelente “Sons of Anarchy”. Os vídeos são alegóricos, mostrando os motoqueiros da trama na estrada, rodando até sobre um muro – em alusão à fronteira entre os Estados Unidos e o México. Anunciado há dois anos, o projeto sofreu para sair do papel: teve seu primeiro piloto descartado pelo canal pago FX, mas conseguiu autorização para rodar um segundo, com a substituição de diversos atores e aprimoramentos na história. A trama vai girar em torno do personagem de JD Pardo (da série “Revolution”), chamado EZ Reyes, que passará por diversos testes até ser considerado um legítimo Mayan. Tentando encontrar sua nova identidade após um longo período na cadeia, Reyes precisará redescobrir a si mesmo e achar um caminho para retornar à glória do passado, uma época em que era considerado o “menino de ouro” da cidade de Santo Padre, na fronteira da Califórnia com o México. Além dele, o elenco inclui Michael Irby (série “Taken”), Sarah Bolger (série “Into the Badlands”), Maurice Compte (série “Power”), Clayton Cardenas (“American Crime”), Edward James Olmos (série “Battlestar Galactica”) e Emilio Rivera, que retoma o papel de Marcus Alvarez, o líder dos Mayans de Oakland em “Sons of Anarchy”. Em “Mayans MC”, a filial de Oakland terá uma relação direta com a divisão fronteiriça, uma vez que os dois líderes – Alvarez e Obispo “Bishop” Losa (Michael Irby), de Santo Padre – são primos. Cronologicamente, a trama será uma continuação de “Sons of Anarchy”, passada após os eventos do final da série original, quando os motoqueiro latinos assumiram o controle do tráfico da região. O desenvolvimento do spin-off foi realizado pelo cineasta indie Elgin James, que tem uma história de vida digna de “Sons of Anarchy” – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e seu trabalho mais recente foi o roteiro de “Lowriders” (2017), drama sobre a cultura latina de carros envenenados. Kurt Sutter, que criou “Sons of Anarchy” e escreveu, dirigiu e foi até ator em muitos dos episódios da série, vai produzir “Mayans MC”, além de ter dirigido o piloto rejeitado. A nova versão do episódio inicial foi refeita por Norberto Barba, diretor-produtor de “Grimm”. A 1ª temporada terá 10 episódios, com estreia projetada para a temporada de outono (entre setembro e novembro) nos Estados Unidos.
Atlanta é renovada para a 3ª temporada
O canal pago americano FX anunciou a renovação de “Atlanta” para a 3ª temporada. A oficialização era esperada, já que as duas temporadas anteriores da série tivera grande sucesso de pública e crítica. Vencedora dos Emmys de Melhor Ator e Direção de Série de Comédia, a série fechou sua 2ª temporada com 99% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Criada e estrelada por Donald Glover (da série “Community”), a série segue dois primos trabalhando na cena de música rap de Atlanta. Apesar da renovação, não há definição de quando a série irá retornar ao ar. A 1ª temporada estreou em setembro de 2016, enquanto a 2ª começou a ser exibida em março de 2018. Para completar, Glover anda muito requisitado em diversos projetos no cinema, como o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”, dublagens de séries animadas e ainda tem uma carreira musical sob o pseudônimo de Childish Gambino. Seu single mais recente, “This Is America”, fez enorme sucesso com quase 250 milhões de visualizações no YouTube em menos de um mês. “Atlanta” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox e tem seus primeiros dez episódios disponíveis na Netflix.
Legion é renovada para a 3ª temporada
O canal pago FX anunciou a renovação de “Legion” para sua 3ª temporada. Apesar da queda brutal de audiência, a atração continuará a ser exibida em 2019. Em seu comunicado, o canal defende e elogia o espírito inovador da série. “‘Legion’ redefiniu as séries de super-heróis e superou todas as expectativas, à medida que a intensidade e a revelação aumentam na 2ª temporada”, disse Eric Schrier, presidente de programação original da FX Networks e FX Productions. “Estamos incrivelmente orgulhosos da conquista de Noah Hawley e estamos honrados em continuar a série, pois ela ultrapassa os limites da narrativa televisiva convencional. Também somos gratos pelas contribuições de nossos produtores executivos, John Cameron, Lauren Shuler Donner, Simon Kinberg e Jeph Loeb com a Marvel Television, bem como pelo excelente elenco e equipe deste espetáculo inovador”. A renovação foi anunciada um mês após o FX encomendar um episódio a mais para a 2ª temporada, que se encerrará com 11 capítulos em 12 de junho. E três dias após o capítulo mais recente atingir a pior audiência de toda a série, visto por 365 mil telespectadores ao vivo e com 0,15 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Ou seja, “Legion” perdeu 1,3 milhão de telespectadores desde sua estreia no ano passado nos Estados Unidos. O episódio extra foi acrescentado para que Noah Hawley (criador também de “Fargo”) evitasse cortes difíceis na produção, uma vez que ela é, nas palavras da atriz Aubrey Plaza, “dez vezes mais viajante” que a temporada inaugural. O final da atual temporada trará o protagonista David Haller (Dan Stevens) “enfrentando o futuro”, segundo a sinopse oficial. “Legion” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Série de comédia Baskets é renovada para a 4ª temporada
O canal pago americano FX renovou a série “Baskets”, do comediante Zach Galifianakis (“Se Beber Não Case”), para sua 4ª temporada. Em comunicado, o co-presidente de programação original do canal, Eric Schrier, ainda elogiou a equipe de produção. “‘Baskets’ continua a empolgar graças à equipe criativa dos sonhos liderada por Jonathan Krisel e Zach Galifianakis, e não poderíamos estar mais felizes em encomendar uma 4ª temporada para ser exibida no próximo ano. Cada temporada nos aproxima da família Baskets e sua busca pela vida, amor e glória de palhaçadas. Nossos agradecimentos aos produtores e ao elenco por fazer de Baskets uma alegria tão grande de se ver.” Criada pelos comediantes Zach Galifianakis (trilogia “Se Beber, Não Case!”) e Louis C.K. (série “Louie”) e o diretor-roteirista Jonathan Krisel (série “Portlandia”), “Baskets” marcou a volta de Galifianakis à TV após o cancelamento de “Bored to Death” em 2011, na qual era coadjuvante. A série correu risco de sair do ar devido ao envolvimento de Louis C.K. em sua produção. Após ser acusado de assédio e assumir o comportamento, o produtor perdeu vários contratos. De todas as suas produções, especiais, filmes, pilotos, séries e projetos encaminhados, apenas “Better Things” e agora “Baskets” vão continuar em frente, mas sem seu envolvimento. Galifianakis estrela a série como os gêmeos Chip e Dale Baskets, mas o grande destaque do elenco é o veterano ator Louie Anderson, que vive sua mãe, Christine Baskets, papel que lhe rendeu um prêmio Emmy em 2016. Na trama, a família tenta manter viva a tradição circense dos palhaços, nem que seja em rodeios.












