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  • Música

    Funkeiras dão lição a produtor após tuítes preconceituosos contra funk brasileiro

    15 de março de 2021 /

    Rick Bonadio, produtor até hoje lembrado por ter trabalhado com Mamonas Assassinas e pelo infame rap sexista animado “Dogão É Mau”, resolveu manifestar preconceito contra o funk brasileiro, após Cardi B ter incorporado o ritmo em sua apresentação no Grammy 2021. “Já exportamos Bossa Nova, já exportamos Samba Rock, Jobim, Ben Jor. Até Roberto Carlos. Mas o barulho que fazem por causa de 15 segundos de funk na apresentação da Cardi B me deixa com vergonha. Precisamos exportar música boa e não esse ‘fica de quatro'”, ele escreveu no Twitter. “Eu sinto a necessidade de criticar algumas situações porque vejo uma alienação generalizada. O funk precisa evoluir. Os funkeiros precisam ousar evoluir musicalmente para crescer. Não se pode fazer o mesmo sempre porque isso dá certo”, acrescentou Bonadio. Os textos deram início a uma revolta nas redes sociais. Várias estrelas do funk se insurgiram contra o produtor “ultrapassado”, com Anitta à frente, disparando uma saraivada de tuítes. Menosprezar o funk que lançou Anitta ao estrelado internacional e contagiou Cardi B, Major Laser e até Madonna chega a ser mais que elitismo bobo, é negacionismo puro. Música ruim, repetitiva e letras iguais era o que se falava sobre os Beatles na época em que Rick Bonadio nasceu. Ele simplesmente repete o preconceito de seus avós. Anitta foi mais incisiva, ao citar uma crítica dos anos 1960 que dizia o mesmo contra a Bossa Nova, estilo escolhido por Bonadio como contraste ao funk. O saldo positivo da lavação de roupa foi que a discussão trouxe à tona algumas conclusões certeiras da turma do funk, que, ao contrário do que muitos pensam, tem QI altíssimo. Rapidamente os tuítes de Bonadio foram apontados como ilustração perfeita do preconceito de classe e raça, que caracteriza a elite que define o Brasil como uma “democracia racial”, além de demonstrar uma total desconexão com a realidade social do país. O fato de mirar o funk, enquanto sertanejo, pagode e forró poderiam ser alvos dos mesmos argumentos, não passou em branco pelos artistas atingidos. Nem o descaso por musicas feita pelas classes menos privilegiadas. Veja abaixo alguns dos tuítes mais certeiros das estrelas do funk, que perceberam logo o que havia por trás dos comentários, demonstrando entender o Brasil melhor que muitos políticos – e alguns produtores fonográficos. Mesma batida? Vc deve ter parado de pesquisar desde seu último álbum de sucesso. Mesmas letras? Aceito. Porém infelizmente cada um canta uma letra compatível com o nível educacional e cultural que lhe é oferecido. Nesse caso, pelo governo brasileiro para com suas comunidades.. 🤷🏽‍♀️ — Anitta (@Anitta) March 15, 2021 Por que vocês acham que essa galera do business não ousa falar de outros ritmos? Porque existem grandes empresários por trás… aí a briga dói no bolso… melhor não, né? Mas já com os funkeiiiirosss… quem vai brigar por eles?? — Anitta (@Anitta) March 15, 2021 Entendam uma coisa, galera… é MUITO necessário resistir a esse tipo de comentário. São de pequenas opiniões assim que as coisas crescem aos poucos e podem virar cruciais no futuro. Alguém já viu o filme "Sombra Lunar" na Netflix? Explora essa questão. Uma pequena ideia — Anitta (@Anitta) March 15, 2021 Rick Bonadio veja está aula da Anitta e tente repensar seus (pre)conceitos! pic.twitter.com/eWUlTnxdKL — GirlFromRio❄ (@GirlFromRio5) March 15, 2021 Todos nós temos plena consciência que o funk incomoda, só que há anos o funk se tornou um movimento, um movimento de resistência e que representa a realidade de milhões de brasileiros. O funk já ultrapassou tantas barreiras e criticar já se tornou ultrapassado, resta aceitar! — Ludmilla ⚽️ (@Ludmilla) March 15, 2021 Desmerecer o trabalho do outro é TRISTE e DESRESPEITOSO. — Lexa (@LexaOficial) March 15, 2021 O funk evoluiu e cresceu tanto que estava no Grammy ontem. É preciso respeitar nosso movimento. Tenho respeito pelo seu trabalho e esperamos o mesmo respeito. O funk é cultura, é música e tá quebrando barreiras sim. 🙏🏽 https://t.co/oWESPGzmtI — Lexa (@LexaOficial) March 15, 2021 Da pra aceitar sim, dá pra respeitar e dá pra você ignorar o ritmo, mas você escolheu "criticar" e "ofender". Sim eu me ofendi, eu canto funk e proibidão mas eu gero empregos, pago imposto e mantenho a comida na minha casa com letras do proibidão. — Valesca Popozuda #Mecomeesome (@ValescaOficial) March 15, 2021 Em pleno 2021 produtor querendo criticar o funk, além de ignorância é algo extremamente elitista e que ignora a importância do funk na vida de tantas pessoas, inclusive na minha. Que cada vez mais a gente possa levar o funk para o mundo! Funkeira com muito orgulho SIM! — Mc Rebecca #ToPreocupada (@mcrebecca) March 15, 2021

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  • Etc

    Pedro Sampaio e Cardi B comemoram funk brasileiro no Grammy 2021

    15 de março de 2021 /

    Depois de Cardi B. usar um trecho de seu remix funk de “Wap” durante a apresentação da música no Grammy 2021, com direito a frase em português, o DJ Pedro Sampaio foi ao delírio no Twitter. Além de agradecer a rapper, ele prontamente já se colocou à disposição para colaborações. “Fica de quatro! Chegamos no Grammy com a Cardi B!”, comemorou, ao ver o batidão encerrar a apresentação da música. Apesar da letra original de “Wap” ter sido censurada pela Academia, o “fica de quatro” que surgiu ao final, num encaixe com a versão brasileira, acabou passando. Cardi B respondeu prontamente em inglês, agradecendo Sampaio pela versão. “Obrigada, Pedro Sampaio”, escreveu, incluindo uma emoji de bandeira brasileira. “Eu simplesmente tinha que fazer isso”, acrescentou. “O prazer foi meu Cardi B”, ele respondeu, falando que era assim que se festejava no Brasil, com a energia funk brasileira. E em seguida questionou quando a cantora americana iria lançar um funk brasileiro para o mundo. Ela então aprofundou a conversa, mostrando que conhece o som, mas não os relacionamentos de bastidores. “Eu me apaixonei pelo funk quando ouvi pela primeira vez ‘Onda Diferente’ de Anitta & Ludmilla. Espero que elas possam fazer mais músicas como essa ou ‘Favela Chegou’ novamente. Obrigado, Brasil por sempre me dar amor. Eu tive que retribuir com meu amor”, contou. Anitta e Ludmilla, claro, brigaram depois das parcerias citadas. “Cardi B, quando você quiser seu próximo hit brasileiro [de] funk, você sabe para quem ligar”, concluiu Sampaio. Os seguidores dos dois foram à loucura com essa troca. Veja os tuítes originais abaixo. // FICA DE QUATRO! 🇧🇷🔥 CHEGAMOS NO GRAMMY COM A @iamcardib "pedro sampaio no beat ela vem" — Pedro Sampaio (@DjPedroSampaio) March 15, 2021 Thank you @DjPedroSampaio 🇧🇷 .I just had to do it ! — iamcardib (@iamcardib) March 15, 2021 // My pleasure Cardi! Thats how we throw it down here in Brazil 🔥🇧🇷 Brazilian Funk energy! https://t.co/qQY0OFj80e — Pedro Sampaio (@DjPedroSampaio) March 15, 2021 I felt in love wit funk when I first Hurd Onda differente by Anitta & Ludmilla.Hope they can both do a song like that or favela chegou again . Thank you 🇧🇷 for always showing me love I had to show my love back 😘. — iamcardib (@iamcardib) March 15, 2021 // How long is it gonna take for Cardi B to release a Brazilian funk to the world? // Quanto tempo vai demorar pra Cardi B lançar um funk pro mundo??? @iamcardib — Pedro Sampaio (@DjPedroSampaio) March 15, 2021 // @iamcardib when you need your next Brazilian funk hit, you know who to call ☎️🔥🍑 — Pedro Sampaio (@DjPedroSampaio) March 15, 2021

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  • Reality,  TV

    BBB 21: Vera Fischer torce por Pocah desde que a funkeira era criança

    7 de março de 2021 /

    O “BBB 21” tem mobilizado a torcida de muitos famosos, cada um defendendo ou descartando favoritos conforme as edições avançam. Mas Vera Fischer já tinha sua favorita desde antes do começo desta edição. A estrela do cinema e da TV declarou sua predileção logo que a lista dos participantes foi divulgada, deixando muitos fãs sem entender a relação. Mas elas são amigas de longa data. Desde o tempo em que Viviane de Queiroz Pereira não era chamada de Pocah. “Vou contar a história: nos anos 1990 quando meu filho Gabriel nasceu, eu procurava uma babá que fosse carinhosa, responsável e honesta. Achei: chama-se Inês, mãe de Viviane e Vinicius. Eles conviveram com a minha família, na minha casa, até Gabriel ter 20 anos (chama-se amizade). A gente era uma tchurma muito bacana e amorosa. Íamos pra todo canto juntos”, explicou Vera em seu Instagram. A cantora passou da infância à adolescência frequentando a casa de Vera Fischer porque sua mãe trabalhava como babá de Gabriel, filho caçula da atriz. Em entrevista recente, Pocah confirmou que sua mãe era tratada como se fosse da família e ela também se sentia assim, tendo ido até a Disney à passeio com a atriz. A funkeira afirmou que todo fim de semana passeava no sítio de Vera, que proporcionava “viagens, presentes e experiências” que a sua mãe não poderia dar aos filhos. Graças a esse carinho, a estrela acabou tornando-se uma referência para a Pocah, que a classificou como a sua “primeira inspiração feminina”. “Era a mulher mais glamourosa que eu conhecia. Eu calçava os sapatos dela e achava que um dia seria miss também”, disse a cantora, lembrando do título de Miss Brasil conquistado pela atriz em 1969. “Ela dizia que eu deveria ser modelo, mas não tínhamos dinheiro para investir na minha carreira.” Em publicação nas redes sociais em janeiro deste ano, Vera Fischer fez uma grande declaração de carinho para Pocah, que respondeu relembrando ter recebido o apoio da atriz quando decidiu virar cantora. “Nunca esquecerei do dia em que te contei que decidi virar cantora. Você me chamou para sentar à mesa com você e tomamos café juntas. Você disse que não curtia funk, mas me apoiou e me deu forças para realizar meus sonhos. Então, obrigada minha eterna musa inspiradora”, escreveu. Para Vera, o apoio sempre foi incondicional. “Desde pequena, ela dizia que queria ser cantora, e eu dizia: ‘vai’. Ela conseguiu”, comemora a atriz. “Ela sempre foi linda. Achava mesmo que ela deveria ser modelo. Ainda novinha, ela já tinha um cabelão e um jeitinho de ser especial”. O convívio com a família de Vera Fischer também foi a porta de entrada da música na vida de Pocah. Quando o filho de Vera, Gabriel, cresceu, formou um banda com o irmão de Pocah, Vinny Darian. Era nu metal, inspirado em Slipknot, Korn e Limp Bizkit. Naquela época, ela começou a sonhar em virar roqueira. “Usava unha preta. Já tive até o cabelo rosa. Demorei um tempo para chegar ao universo do funk”, contou. Mesmo sem ser fã de funk, Vera Fischer curtiu o trabalho da cantora: “Para o público consumidor a música, dá o recado. É ousada e inclusiva, o que é muito louvável e importante”, escreveu a atriz em uma publicação. A torcida de Vera Fischer por Pocah, portanto, não é de hoje. “Eu torço para a Pocah desde sempre. A vida acaba nos afastando fisicamente das pessoas, mas eu tenho um carinho enorme por ela”, disse a atriz em entrevista à coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo. Veja abaixo fotos que a atriz revelou da infância de Pocah em seu Instagram. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Vera Fischer 🎥🎭 (@verafischeroficial)

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  • Música

    MC Rebecca tenta controlar Anitta tarada em clipe divertido

    26 de fevereiro de 2021 /

    MC Rebecca lançou um clipe bastante quente com participação de Anitta nesta sexta (26/2). “Tô Preocupada (Calma Amiga)” brinca com a fama de tarada de Anitta, mostrando a cantora perdendo a linha com diversos homens que encontra – todos top models, é claro – , enquanto MC Rebecca tenta controlá-la em vão. “Tô preocupada com a minha amiga/ Ela tá descontrolada/ Não pode ver o gostoso, que ela fica tarada”, canta Rebecca. “Me deixa, não me controla”, retruca Anitta, após os pedidos de “calma, amiga”. Divertidíssimo, o vídeo tem direção de Larissa Machado. E isto é outra gracinha, porque se trata do nome verdadeiro de Anitta.

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  • Música

    Ludmilla vira pistoleira em novo clipe de Major Lazer

    20 de fevereiro de 2021 /

    O grupo eletrônico Major Lazer, projeto do DJ Diplo, divulgou o clipe de sua nova parceria brasileira. A música se chama “Pra Te Machucar” e tem participação de ÀTTØØXXÁ e Suku Ward, mas quem canta e estrela é Ludmilla. Para acompanhar a trilha de western distorcido criada por Diplo, a cantora entra em cena com chapéu de cowboy, a “galope” numa moto e disparando tiros para salvar uma donzela em perigo. Se deu certo para Lil Nas X… Dirigido por Felipe Sassi, o mesmo por trás do clipe de “Rainha da Favela”, o vídeo de clima sertanejo foi gravado em Itu, interior de São Paulo, e também faz uma crítica a apropriação cultural do funk, com uma cantora loira sendo despejada de um palco enquanto a Lud pistoleira fuzila empresários gananciosos.

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  • Filme,  Música

    Globoplay anuncia documentários de Ludmilla e Lexa

    17 de fevereiro de 2021 /

    A Globo aproveitou um dos intervalos comerciais do “BBB 21”, na noite de eliminação de Nego Di (16/2) para anunciar algumas novidades do seu serviço de streaming. No teaser exibido pela emissora, os destaques ficaram por conta de documentários musicais focados em dois dos maiores nomes do funk nacional: Ludmilla e Lexa. Os documentários “Ludmilla: Rainha da Favela” e “Lexa” acompanharão as trajetórias das duas cantoras. O vídeo que apresenta cenas das produções não revela previsões de estreia. Veja abaixo o teaser, que inclui séries (nacionais e importadas) e outros conteúdos da programação da Globoplay. Eu tô todo bobo com meu catálogo LINDÃO! 🤩 pic.twitter.com/buMFRyAqGY — globoplay (@globoplay) February 17, 2021

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  • Música

    “Hino da vacina” de MC Fioti ganha clipe gravado no Butantan

    23 de janeiro de 2021 /

    O canal Kondzilla lançou neste sábado (23) o clipe de “Bum Bum Tam Tam (Remix Vacina Butantan)”, de MC Fioti. O hit virou o “hino” da vacina CoronaVac, devido à semelhança de seu refrão com o nome do Instituto Butantan, de São Paulo. Mas nem ele sabe como essa relação entre a música e a vacina começou. Vale lembrar que “Bum Bum Tam Tam” já era um sucesso enorme. O clipe original, lançado em 2017, tornou-se o primeiro vídeo brasileiro a registrar 1 bilhão de visualizações no YouTube. Mas nas últimas semanas a música voltou à tona, viralizando em memes pela coincidência entre seu título e o Butantã. Aproveitando a repercussão saudável, o cantor gravou uma variação da letra explicitando a referência: “É a vacina envolvente que mexe com a mente de quem tá presente / É a vacina saliente, que vai curar ‘nóis’ do vírus e salvar muita gente / Aí, eu falei assim pra ela: ‘Vai, vai no Butantan, vai no Bubutantan”. Com isso, Fioti usou seu poder de comunicação para prestar um grande serviço público e ajudar a popularizar a vacinação no Brasil. Pegou tão bem que até o governador João Doria fez questão de ligar para o funkeiro e elogiar seu “sucesso butantante”. “Ele [Doria] me agradeceu pelo apoio que a gente tá dando para a vacina”, disse Fioti ao jornal Folha de S. Paulo. “Foi um papo legal. E eu cantei pra ele a música na versão da vacina.” O clipe, que começa como continuação do vídeo original, foi gravado há oito dias, em 15 de janeiro, na sede do próprio Butantan e com participação de funcionários do Instituto na coreografia coletiva. “Acho que a minha música, o funk, conversa muito com a comunidade. Por meio dessa nova versão e do clipe a gente vai conseguir passar a mensagem e eles vão se conscientizar de que a solução para a gente é se vacinar”, acrescentou Fioti, desta vez em entrevista ao G1. Ele deu várias entrevistas nos últimos dias, inclusive para a imprensa internacional. “Estou feliz de poder ajudar a nossa população através da música”, completou o jovem de 26 anos, filho de doméstica, que trabalhou em lanchonetes, foi ajudante de pedreiro e catou papelão e alumínio na rua, antes de virar um artista de sucesso.

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  • Música

    KondZilla lidera YouTube brasileiro com folga de 20 milhões sobre a concorrência

    3 de janeiro de 2021 /

    O Canal KondZilla, voltado para o funk brasileiro e comandando pelo diretor paulista Konrad Dantas, de 32 anos, encerrou 2020 como o maior canal brasileiro do YouTube. E com muita folga. São 62,5 milhões de inscritos, 20 milhões a mais que os youtubers Whindersson Nunes, o segundo da lista, com 41,6 milhões, e Felipe Neto, terceiro colocado com 41 milhões. A lista dos cinco maiores ainda conta com o canais “Você Sabia?” (38,7 milhões) e Luccas Neto (33,2 milhões).

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  • Música,  Série

    Super Freak: Vida do cantor Rick James vai virar série

    16 de dezembro de 2020 /

    A vida e o funk de Rick James vão virar série. O UCP, estúdio televisivo da NBCUniversal, colocou em desenvolvimento “Super Freak” (título ainda provisório), uma minissérie baseada na biografia do famoso artista, que contará com roteiro de Randy McKinnon (“Grand Army”) e Nick Antosca (“The Act”). A atração também terá produção de Ty James, filha do falecido cantor, mas neste momento não há nenhum canal ou serviço de streaming definido para sua exibição. A série vai partir dos planos de Rick James para um retorno no início de 1990, em meio a um julgamento acalorado que ameaçou destruir seu legado. A história abordará temas oportunos de raça, privilégio e a área cinzenta de imagem versus realidade das celebridades. Antosca fará a produção executiva por meio de sua empresa, Eat the Cat, e contará como consultor o autor de best-sellers e repórter premiado Mike Sager, que conheceu Rick James em 1995, enquanto trabalhava na revista Rolling Stone. Sager é autor de um perfil do artista na revista, intitulado “A Ascensão e Queda de um Super Freak”, que servirá de base para a trama. Vale observar que Sager e James permaneceram amigos íntimos até a morte do cantor em 2004. “Estamos confiantes de que este projeto pode dar aos fãs exatamente o que eles estão esperando e mais um pouco”, disse Ty James. “Será um passeio de tapete mágico, com altos e baixos, alegrias e dores – uma história de perseverança e tenacidade, sendo a música seu maior sistema de navegação. Prepare-se para a jornada de suas vidas – a história de James A. Johnson, também conhecido como Rick James!” Lembre abaixo o clipe da música que serve de título (provisório) para a atração. Vídeo que foi vetado pela MTV em 1981 por ser considerado muito “vulgar” para seu padrão. Na época, a MTV praticamente não exibia vídeos de artistas negros e James ganhou apoio de David Bowie, que apontou racismo da emissora.

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  • Série

    Série da Netflix revela que Anitta foi estuprada aos 15 anos

    16 de dezembro de 2020 /

    A nova série documental “Anitta: Made In Honório” estreou à meia-noite desta quarta (16/12) na Netflix e já virou o assunto mais comentado no Twitter. Não apenas por causa dos fãs de Anitta, mas devido a uma revelação bombástica. Na série, a cantora revela pela primeira vez que sofreu um estupro “aos 14 ou 15 anos”. A violência é abordada logo no primeiro episódio, por meio de um depoimento da própria Anitta. Quase sem encarar a câmera, ela conta detalhes da noite de terror que viveu com um homem, que a manipulou e a forçou a fazer sexo ainda menor de idade. “Eu tinha medo dele, ele era autoritário comigo, falava de forma autoritária. Eu era diferente quando eu era adolescente, não era como eu sou hoje em dia”, conta ela. “Ele estava muito nervoso, muito estressado. Eu estava com bastante medo das reações dele e eu acabei perguntando se ele queria ir pra um lugar só nós dois. Rapidamente, na mesma hora, ele parou o estresse dele e perguntou se eu tinha certeza. Eu falei que sim. Mas hoje eu tenho plena certeza que eu falei que sim, porque eu tinha muito medo do estresse dele”, desabafa. Emocionada, Anitta continua seu relato. “Quando eu cheguei lá, eu realizei que não era certo fazer aquilo por medo e eu falei que não queria mais. Mas ele não ouviu. Ele não falou nada. Ele só seguiu fazendo o que ele queria fazer. Quando ele acabou, ele saiu, foi abrir uma cerveja e eu fiquei olhando pra cama cheia de sangue”, conta. Ela disse que levou alguns anos para tomar coragem e dizer o que aconteceu para a família. No episódio, um dos irmãos dela, Renan, diz que ela pediu que eles não a encarassem enquanto ela relatava o crime. Até hoje ela demonstra desconforto ao falar sobre o assunto. A cantora explica ainda que durante muitos anos conviveu com o drama de achar que aquilo tinha sido culpa sua. “Faz muito pouco tempo que eu parei de achar que isso é culpa minha, que eu causei isso pra mim. Eu sempre tive medo do que as pessoas iam falar: como ela pode ter sofrido isso e hoje ser tão sexual, ser tão aberta, fazer tanta coisa’. Eu não sei. O que eu sei é que eu peguei isso que eu vivi e transformei em uma coisa pra me fazer sair por cima, sair melhor”, continua. A agressão é uma das muitas revelações da série sobre a vida da jovem Larissa de Macedo Machado antes de virar Anitta. Revelações, inclusive, que também ajudam a explicar porque ela virou Anitta. Em “Anitta: Made In Honório”, ela finalmente conta a história por trás do nome artístico. “Pra todos vocês que se perguntam de onde nasceu a Anitta. Nasceu daí. Da minha vontade e necessidade de ser uma mulher corajosa, que nunca ninguém pudesse machucar, que nunca ninguém pudesse fazer chorar, magoar. Que sempre tivesse uma saída para tudo. Foi daí. Eu criei essa personagem aí”, aponta. Já o sucesso de Anitta veio da dedicação, das horas de trabalho sem fim e exigências extremas, que sua equipe precisa se desdobrar para cumprir. Mas que ela própria tem dificuldades para levar a cabo, acontecendo de ter viajar por conta de compromissos em três países no mesmo dia. Por isso, as horas livres são contadas e seus muitos relacionamentos amorosos não duram quase nada. Mostrando os bastidores de seus trabalhos, a cantora ainda dá uma alfinetada no Rock in Rio, onde o show não saiu como ela queria. Para deixar claro o que deu errado, ela fez a reprodução do mesmo show em Honório Gurgel, bairro onde cresceu no subúrbio do Rio e que batiza a série. Cenas dessa apresentação permeiam toda a série e encerram a produção. Assim como “Vai Anitta”, outra série que a cantora lançou na Netflix em 2018, “Anitta: Made In Honório” contém seis episódios de pouco mais de 30 minutos cada. Veja o trailer da série abaixo.

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  • Música,  Reality,  TV

    Ludmilla vai ganhar reality show da Globoplay

    4 de dezembro de 2020 /

    A cantora Ludmilla vai estrelar seu próprio reality show, um projeto da Globoplay em parceria com o Multishow. O programa acompanhará a cantora e contará com a participação de familiares e amigos. As gravações da série documental já estão acontecendo para uma estreia no ano que vem. Ludmilla também fará a sua estreia como atriz em 2021, na série “Arcanjo renegado”, da Globoplay. Na trama, ela interpretará uma policial militar. O papel foi um convite da produção após a cantora comentar nas redes ter adorado a 1ª temporada.

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  • Música

    Pabllo Vittar “tá bandida” em clipe de parceria com Pocah

    27 de novembro de 2020 /

    Pabllo Vittar lançou o clipe de “Bandida”, uma parceria com Pocah, que faz parte de “111 Deluxe”, seu novo álbum. Claramente inspirado na explosão de cores e danças do K-Pop, o clipe desfila roupas e cabelos coloridíssimos, em meio a coreografias reboladas, desenvolvidas pelo coreógrafo Flávio Verne, que assina a direção do vídeo em conjunto com Vittar. Eles já são parceiros há dois anos, desde que Verne coreografou um clipe de Lucas Lucco com participação de Vittar (“Paraíso”). Depois disso, deu liga. Vieram o clipe do sucesso “Problema Seu”, a apresentação do MTV EMA 2019 e várias outras colaborações. “Bandida” também faz menção ao bordão “ai, como eu tô bandida”, da personagem Valéria, criada por Rodrigo Sant’Anna, que virou hit de bailes funks na voz de MC Mayara – sampleada no ponto alto pancadão da nova música. Com remixes e duas faixas exclusivas, “111 Deluxe” chegou às plataformas digitais em novembro de 2020.

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  • Série

    Nova série de Anitta ganha trailer da Netflix

    20 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Anitta: Made in Honório”, segunda série documental da plataforma dedicada à cantora Anitta. A prévia acompanha a frenética rotina profissional da estrela, com várias cenas do show (gratuito no Parque de Madureira) que batiza a produção e de seus bastidores, mas também traz um olhar mais íntimo sobre a vida pessoal de Anitta, com cenas de arquivo e flagras do impacto causado pela pressão do sucesso sobre a jovem Larissa – que muitas vezes se mostra menos poderosa que a cantora dos clipes e apresentações fabulosas. “Anitta: Made in Honório” tem direção do cineasta Andrucha Waddington (do filme e da série “Sob Pressão”) e de seus sobrinho Pedro (também da série “Sob Pressão”), e a estreia está marcada para 16 de dezembro.

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