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  • Filme

    Rogue One cumpre sua missão e valoriza ainda mais a franquia

    18 de dezembro de 2016 /

    “Durante a batalha, espiões rebeldes conseguem roubar os planos secretos da arma decisiva do Império, a Estrela da Morte”. A frase está no famoso texto de abertura de “Guerra nas Estrelas”, lançado em 1977. Usar como sinopse o prólogo do “Star Wars” original era uma escolha arriscada, já que todo fã da saga sabe como a história acaba. “Rogue One: Uma História Star Wars” assume o risco e entrega uma dos melhores filme da franquia. Com sete filmes, vários livros, animações, games, quadrinhos e tudo o mais que for possível licenciar, “Star Wars” deixou de ser uma série de cinema e foi se tornando – ao longo de quase quarenta anos – um mundo próprio, com seus fatos históricos, heróis e vilões. A grande ideia por trás de “Rogue One” é assumir a saga como História com H maiúsculo, uma narrativa sobre um tempo passado (o “Há muito tempo atrás” de suas aberturas) em um lugar longínquo (a “galáxia muito distante”). Assim como é possível se emocionar com “Band of Brothers” mesmo já sabendo quem venceu a 2ª Guerra Mundial, a experiência com “Rogue One” pode ser encarada como a representação de um fato histórico importante para a História da galáxia. Sabemos que os “espiões rebeldes conseguem roubar os planos secretos”, mas não como e nem quem são eles, e muito menos os sacrifícios exigidos para tal. O diretor Gareth Edwards (“Godzilla”) fez um filme de guerra, sujo, violento, em que os personagens são peças menores dentro de um acontecimento maior. Não espere jedis superpoderosos com feitos extraordinários, em “Rogue One” a missão é mais importante do que seus soldados. Mesmo assim, o filme segue a jornada do herói com a estrutura clássica dos filmes da série: Jyn Erso é a filha de uma pessoa importante (os laços familiares sempre fundamentais na mitologia da saga), possui um mentor misterioso e encontra aliados improváveis, incluindo um robô de personalidade forte (e além disso o clímax se divide em três linhas narrativas, como acontece nos outros episódios). O que difere é este olhar histórico, consciente da importância do que está sendo narrado e com poder de ressignificar o próprio “Episódio IV”, que deu início a tudo. O filme assume um tom mais sério e fatalista (com direito a referências a conflitos atuais em relação a guerras religiosas, armas de destruição em massa e terrorismo), mas também tem ótimas piadas e personagens cativantes. Este equilíbrio entre o macro (a História) e o micro (a relação entre os personagens) é o maior mérito de “Rogue One”, que consegue ao mesmo tempo ser diferente, mas também um típico “Star Wars” (incluindo as atuações irregulares). E apesar da experiência ser melhor para quem conhece o filme de 1977, trata-se de uma obra que pode ser vista por quem nunca teve contato com “Guerra nas Estrelas”, funcionando também de forma independente. Com bom ritmo, escala épica e um dos grandes momentos de toda a saga (que envolve alguns pobres rebeldes encurralados com uma porta que não abre totalmente), “Rogue One” é mais do que um passatempo até a chegada do “Episódio VIII” ou uma ponte pro “Episódio IV”: é bom cinema, bem escrito, bem dirigido e sem medo de tomar as decisões que precisa para cumprir sua missão: transformar a frase de abertura de um filme em uma obra de arte.

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  • Série

    Naruto vai ganhar nova série animada centrada em seu filho

    18 de dezembro de 2016 /

    Além de confirmar a produção de um filme com atores, o painel de Naruto durante o evento Jump Festa no Japão anunciou a estreia de uma nova série derivada da franquia, centrada em Boruto, o filho do herói original. O criador de Naruto, Masashi Kishimoto, esteve no palco durante o anúncio do novo projeto, e disse: “Eu pretendo torná-lo ainda melhor do que Naruto.” No fim de semana, a TV Tokyo complementou a divulgação com um vídeo promocional e um pôster, que destaca que a série animada terá o mesmo nome do mangá dedicado ao personagem, “Boruto: Naruto Next Generations”. Boruto já foi protagonista do filme “Boruto – Naruto the Movie” (2015), que até então era a única adaptação do mangá. A série vai estrear em abril no Japão.

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  • Filme

    Cantor Nicky Jam se alia a Vin Diesel no novo trailer de xXx: Reativado

    18 de dezembro de 2016 /

    A Paramount divulgou um novo trailer de “xXx: Reativado”, que destaca a participação do cantor Nicky Jam. O filme vai reunir o personagem Xander Cage, que Vin Diesel viveu em “Triplo X” (2002), com uma nova geração de agentes, além de trazer de volta Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”), responsável por recrutar Diesel no primeiro filme. O elenco internacional é formado pela búlgara Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”), as australianas Ruby Rose (série “Orange Is the New Black”) e Toni Collette (“Uma Longa Queda”), o chinês Donnie Yen (“O Grande Mestre”), o tailandês Tony Jaa (“Velozes & Furiosos 7”), a indiana Deepika Padukone (“Piku”), o lutador inglês de MMA Michael Bisping (“Anomalia: Corrida Contra a Vida”), o escocês Rory McCann (série “Game of Thrones”), o cantor chinês Kris Wu (“Mermaid”) e o brasileiro Neymar, que assim como o astro de reggaeton Nicky Jam fará sua (curta) estreia no cinema. O filme tem direção de D.J. Caruso (“O Quarto dos Esquecidos”), roteiro de Chad St. John (“Invasão à Londres”) e F. Scott Frazier (“Códigos de Defesa”), e estreia em 19 de janeiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Naruto vai virar filme americano com atores reais

    17 de dezembro de 2016 /

    A Lionsgate confirmou que está trabalhando em uma versão cinematográfica de “Naruto”. A produtora comprou os direitos de adaptação do mangá para realizar um filme com atores em 2015, mas o anúncio oficial só foi feito agora, durante o painel de Naruto e Boruto na Jump Festa – a Comic-Con dos mangás, realizada no Japão. O filme terá direção de Michael Gracey e produção de um veterano de adaptações de quadrinhos, Avi Arad – que lançou os personagens da Marvel no cinema a partir de “Blade – O Caça-Vampiros” (1998), “X-Men: O Filme” (2000) e “Homem-Aranha” (2002). Gracey, por sua vez, é um experiente técnico de efeitos visuais, que fará sua estreia na direção em 2017, à frente de “The Greatest Showman”, estrelado por Hugh Jackman, Michelle Williams, Zac Efron, Rebecca Ferguson e Zendaya. Criado por Masashi Kishimoto em 1997, o mangá vendeu mais de 200 milhões de exemplares no Japão, inspirou uma série de 220 episódios, um spin-off exibido desde 2007 (está na 24ª temporada), além de 11 filmes animados de sucesso e o projeto de uma nova série derivada, centrada em Boruto, para 2017. O penúltimo longa, “Naruto – O Filme” (The Last Naruto) foi exibido no Brasil. Já o anime passou no SBT e hoje pode ser visto só pela Netflix e Claro Video (outro serviço de streaming), enquanto o mangá é publicado pela Panini Comics. No Japão a história em quadrinhos acabou em 2014. A trama original acompanha Naruto, um adolescente que sonha se tornar o ninja protetor da sua vila.

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  • Rogue One: A Star Wars Story
    Filme

    Felicity Jones tem contrato para fazer mais um filme como Jyn Erso

    16 de dezembro de 2016 /

    A produtora Kathleen Kennedy já afirmou, categórica, que “Rogue One: Uma História Star Wars” não teria continuação. E quem for ao cinema saberá claramente porquê. Mesmo assim, o site The Hollywood Reporter revelou que a atriz Felicity Jones, protagonista do longa, assinou um contrato para fazer mais um filme da franquia. “Rogue One” tem tudo para bater recordes de bilheteria, o que provavelmente levaria a Disney a pressionar a LucasFilm, presidida por Kennedy, a retomar os personagens de algum modo. O desfecho da história, porém, não sugere mesmo um “Rogue Two”. O que deve acontecer é a personagem de Felicity, Jyn Erso, aparecer em flashbacks da saga principal, ou mesmo num spin-off que se passe na mesma época de seu filme – que cronologicamente antecede os eventos de “Guerra nas Estrelas” (1977). O fato é que, graças ao contrato assinado por Felicity Jones, os fãs ainda poderão ver Jyn Erso novamente. Nem que seja uma última vez.

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  • Filme

    História da continuação de Animais Fantásticos e Onde Habitam teria sido revelada

    16 de dezembro de 2016 /

    O site Internet Movie Data Base (IMDb) divulgou uma sinopse da sequência de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, que após começar a ser discutida na internet foi apagada rapidamente. As três frases adiantam uma parte significativa do suposto enredo da continuação. O texto diz que a trama começa dois anos após o término da primeira história e Newt já se tornou o autor publicado que sonhava. Ele tenta a todo custo se soltar das amarras emocionais com Leta Lestrange, mas isso fica difícil já que ela aparece em vários momentos tentando falar com ele. Sem conseguir mais fugir, ele conversa com Leta e descobre que ela traz uma mensagem de Dumbledore, que pede a ajuda de Newt para derrotar Gerardo Grindelwald de uma vez por todas. Embora a sinopse não tenha sido oficializada pela Warner, partes desse enredo foram adiantados em entrevistas com a escritora J.K. Rowling, o diretor David Yates e o produtor David Heyman. Anteriormente, eles haviam comentado que haveria a ampliação da presença de Johnny Depp como o vilão Gellert Grindelwald (ou Gerardo Grindelwald, na tradução dos livros), maior destaque para Zoe Kravitz (“Divergente”), que vive Leta, a ex-namorada de Newt Scamander (Eddie Redmayne), e que um jovem Dubledore seria introduzido na trama. Portanto, é bem provável que a sinopse seja mesmo esta. Ainda não foi confirmado quem será o novo Dumbledore. “Animais Fantásticos e Onde Habitam 2” está atualmente em pré-produção e começará a ser filmado em julho. A continuação será ambientada em Paris, mas também deve ter cenas na Inglaterra, cenário habitual de “Harry Potter”.

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  • Série

    Atriz de The Walking Dead vai estrelar a nova série de Star Trek

    15 de dezembro de 2016 /

    A atriz Sonequa Martin-Green, intérprete de Sasha Williams em “The Walking Dead”, irá audaciosamente onde nenhuma mulher negra jamais esteve: protagonizar uma série da franquia “Star Trek” como comandante de uma nave espacial. Segundo a revista Entertainment Weekly, ela vai estrelar a nova série “Star Trek: Discovery”, assumindo a ponte de comando da nave que dá título à produção. A escalação representa um marco para “Star Trek”. Anteriormente, o ator Avery Brooks abriu o leque da diversidade ao protagonizar a série “Star Trek: Deep Space Nine” (1993–1999) como o primeiro capitão negro do universo trekker, mas nenhuma atriz negra ainda tinha sido escalada para liderar uma tripulação da franquia. Entretanto, sua personagem não será uma capitã. A descrição do papel é de uma jovem tenente, como os produtores já vinham mencionando, o que também quebra a tradição de “Star Trek” girar sempre em torno de um capitão da Federação. Além de Sonequa, também foram anunciados Chris Obi (minissérie “Raízes”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”) e Mary Chieffo (“Miss Dial”) como três Klingons. Eles se juntam aos anteriormente confirmados Michelle Yeoh (estrela de “O Tigre e o Dragão”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”) e Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”), que viverá o membro de uma espécie alienígena inédita no universo trekker. “Star Trek: Discovery” será a primeira série da franquia em mais de dez anos e foi concebida por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). A estreia está prevista para maio, com o objetivo de lançar uma nova plataforma de streaming nos EUA, CBS All Access. No resto do mundo, a atração será distribuída pela Netflix. O que fica no ar com a participação de Sonequa é o que isso representa para o futuro de Sasha em “The Walking Dead”. Logo após Chad L. Coleman ser anunciado no elenco da série “The Expanse”, seu personagem, Tyrese, morreu em “The Walking Dead”. Já Heath, o personagem de Corey Hawkins, que vai estrelar “24: Legacy”, teve outro destino: simplesmente sumiu. Todas as gravações da 7ª temporada de “The Walking Dead” já se encerraram, embora os oito episódios remanescentes só comecem a ser exibidos a partir de fevereiro.

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  • Filme

    Rogue One, prólogo da saga Star Wars, chega a mais de 1,2 mil cinemas no Brasil

    15 de dezembro de 2016 /

    “Rogue One: Uma História Star Wars” é disparada a maior estreia da semana. Mais que isso, com lançamento em mais de 1,2 mil telas, é também uma das dez maiores estreias de todos os tempos no país – o recorde pertence a “Star Wars: O Despertar da Força”, distribuído em 1.504 salas há exatamente um ano – metade de todos os cinemas do Brasil. Bastante aguardado, o filme é um prólogo do clássico “Guerra nas Estrelas”, apresentando um grupo de rebeldes nunca visto antes na franquia, mas também o saudoso vilão Darth Vader. A trama gira em torno de uma missão para roubar os planos de construção da Estrela da Morte, a arma de destruição do Império que é derrotada no filme de 1977. Apesar de muitos relatos de problemas nos bastidores, o ritmo é empolgante e faz o longa escalar a lista dos melhores títulos da saga. Com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, também estreia neste fim de semana nos EUA – lá, em mais de 4 mil telas, isto é, em mais cinemas que todo o parque exibidor nacional. Adiado para não chegar aos cinemas tão próximo da tragédia da Chapecoense, “Sully – O Herói do Rio Hudson” também supera expectativas. Em cartaz em 261 salas, a produção conta a história real do piloto de avião que impediu um acidente de graves proporções ao realizar um pouso de emergência no Rio Hudson, em Nova York, salvando a vida de todos os passageiros. Mas mesmo considerado um herói pela mídia, ele precisou lidar com o escrutínio e acusações, durante a investigação de seus atos. Lembra “O Voo” (2012), mas consegue superar comparações, muito por conta da dobradinha formada pelo ator Tom Hanks e o diretor Clint Eastwood, dois veteranos que não enferrujam, apenas se aprimoram. Sucesso de bilheteria e crítica nos EUA (86% de aprovação), tem aparecido até em algumas listas importantes de Melhores Filmes do ano. Com ainda mais destaque na temporada de premiações, “Neruda” é a obra sul-americana mais celebrada do ano. Candidato do Chile ao Oscar, o novo filme de Pablo Larraín é uma delícia, que usa tom farsesco para contar fatos reais: a caçada policial ao poeta Pablo Neruda, “o comunista mais importante do mundo”, no final dos anos 1940. Sofisticado por um lado, no uso da metalinguagem, o longa também usa elementos de comédia maluca, evocando até a franquia “Pantera Cor-de-Rosa” na forma atrapalhada com que o inspetor vivido por Gael Garcia Bernal tenta prender aquele que é muito mais esperto que ele. Estreia em 34 telas. Sem muito espaço no circuito devido à guerra de blockbusters, a comédia brasileira “Magal e os Formigas” também tem seu jeito surreal de lidar com a realidade. O filme é praticamente uma homenagem ao cantor Sidney Magal, girando em torno de um fã mau-humorado que, em meio à crise financeira, resolve entrar num concurso para imitá-lo. No processo, acaba redescobrindo o bom humor. E tudo isso com uma ajuda do próprio Magal, que aparece apenas para ele, dando-lhe conselhos de vida. Há quem lembre de “Quero Ser John Malkovich” (1999), mas o tom abordado está mais para “A Procura de Eric” (2009), com direito à parábola moral de fábula encantada. Não que esteja neste nível ou seja tão engraçado quanto parece. As piadas fraquinhas renderam apenas 16 salas. O circuito limitado ainda recebe duas produções de perfil de festival. O romeno “Sieranevada” chegou a ser exibido em Cannes, e gira em torno do encontro de uma grande família num jantar para celebrar seu patriarca recém falecido. O diretor Cristi Puiu (“Aurora”) dá ao evento um tom de tragicomédia – em 13 salas. Bem mais ambicioso, o nepalês “Nas Estradas do Nepal” foi exibido em Veneza e usa a jornada de dois meninos, de castas e crenças diferentes, para retratar uma região belíssima, que ganha contornos horríficos por viver tantos anos mergulhada em guerra. Apesar do tema universal, o diretor estreante Min Bahadur Bham optou por uma filmagem de câmera parada, que não deixa o filme ser confundido com uma versão infantil de Hollywood sobre a barbárie. Por isso, a distribuição é confinada a apenas quatro salas do Rio e uma de Porto Alegre. Clique nos títulos de cada lançamento para ver seus trailers.

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  • Filme

    Gru enfrenta vilão retrô no primeiro trailer dublado de Meu Malvado Favorito 3

    14 de dezembro de 2016 /

    A Universal divulgou dois pôsteres (com Minions e sem Minions) e o primeiro trailer dublado de “Meu Malvado Favorito 3”, que traz Gru enfrentando um novo supervilão. A introdução do divertido inimigo revela sua característica mais marcante: ele é totalmente obcecado pelos anos 1980. Balthazar Bratt era um ex-astro infantil que, ao crescer, não conseguiu superar o personagem que interpretava na infância. Por isso, ainda corta o cabelo no estilo mullet, usa um uniforme com ombreiras, joga bombas no formato de cubos mágicos e, para andar furtivamente, usa passos de moonwalk, a dancinha em ré de Michael Jackson. Por sinal, toda a sua aparição é marcada pela trilha de “Bad”, de Michael Jackson. E claro que o confronto com Gru é um duelo de dança. Nos EUA, o personagem é dublado por Trey Parker, um dos criadores da série animada “South Park”. Gru, por sua vez, continua a ser dublado por Steve Carell. Quem também está de volta é Kristen Wiig, como a agente Lucy Wilde, assim como Miranda Cosgrove como a pequena Margo. O filme foi novamente escrito por Cinco Paul e Ken Daurio e dirigido por Pierre Coffin e Kyle Balda, responsáveis por toda a trilogia. “Meu Malvado Favorito 3” estreia nos cinemas em 29 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Além de filmes solos, Warner fará continuação de Esquadrão Suicida

    14 de dezembro de 2016 /

    Apesar dos planos de lançar “Gotham City Sirens”, centrado na Arlequina, e de um spin-off dedicado ao Pistoleiro, a Warner não desistiu de produzir uma continuação de “Esquadrão Suicida”. A informação foi rapidamente mencionada no texto do site The Hollywood Reporter sobre o derivado de Margot Robbie. Não há maiores detalhes sobre a produção, mas a continuação de “Esquadrão Suicida” deve ter outro diretor, já que, segundo o THR, Ayer vai filmar “Gotham City Sirens”. Vale observar que nenhum dos três filmes citados foi anunciado oficialmente pela Warner, mas o estúdio tem várias datas reservadas para produções da DC Comics, cujos títulos não foram revelados. “Esquadrão Suicida” foi destruído pela crítica e considerado uma das piores adaptações de quadrinhos já feitas – com apenas 26% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mesmo assim, rendeu US$ 755 milhões em todo o mundo, mais que o suficiente para garantir o interesse da Warner em repetir a dose.

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    O Pistoleiro de Esquadrão Suicida também ganhará filme solo

    14 de dezembro de 2016 /

    Além de “Gotham City Sirens”, centrado na Arlequina, a Warner está desenvolvendo outro spin-off de “Esquadrão Suicida”, dedicado ao Pistoleiro. A informação foi rapidamente mencionada no texto do site The Hollywood Reporter sobre o derivado de Margot Robbie. Não há maiores detalhes sobre a produção, mas Will Smith está à bordo para voltar a viver o Pistoleiro. Por coincidência, o ator e o diretor de “Esquadrão Suicida”, David Ayer, estão filmando outra parceria neste momento: a sci-fi “Bright” para a Netflix. Ayer vai filmar também “Gotham City Sirens”. Não está claro se ele fará também este segundo projeto.

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    Arlequina vai se juntar a outras vilãs de Gotham City no spin-off de Esquadrão Suicida

    14 de dezembro de 2016 /

    David Ayer vai voltar a dirigir a Arlequina no filme derivado de “Esquadrão Suicida”. O site The Hollywood Reporter apurou que o diretor do filme dos supervilões vai permanecer na franquia para comandar o spin-off, que juntará a personagem de Margot Robbie com outras garotas malvadas do universo dos quadrinhos da DC Comics. Além de estrelar, Robbie também produzirá o longa. É dela, por sinal, a ideia de fazer uma espécie de “Esquadrão Suicida feminino”, juntando Arlequina a “novas” vilãs. O projeto está sendo chamado de “Gotham City Sirens”, numa referência clara ao submundo de Batman, além de, mais explicitamente, evocar uma publicação em quadrinhos que tem este título – traduzida no Brasil como “Sereias de Gotham City”. A premissa de “Gotham City Sirens” foi concebida em 2009 por Paul Dini, o criador da Arlequina. Além dela, participam da publicação a Mulher-Gato e a Hera Venenosa. Anteriormente, o site The Wrap chegou a mencionar a participação do grupo de heroínas conhecidas como Aves de Rapina. Seria curioso um confronto entre as vilãs e Batgirl/Oráculo, Canário Negro e Caçadora, especialmente porque Hera Venenosa faz parte da versão atual deste grupo nos quadrinhos. Além disso, Katana, que participou de “Esquadrão Suicida”, interpretada por Karen Fukuhara, também integrou uma formação das Aves de Rapina. Mas como o THR não mencionou as heroínas, é provável que a Warner tenha optado por concentrar a trama apenas nas vilãs. O roteiro de “Gotham City Sirens” está sendo desenvolvido por Geneva Robertson-Dworet, que está em alta em Hollywood. Ela é responsável pelas histórias de três vindouras superproduções, “Transformers: O Último Cavaleiro”, o reboot de “Tomb Raider” e a continuação “Sherlock Holmes 3”. A produção estará a cargo dos experientes Geoff Johns (cocriador da série “The Flash”) e Jon Berg (“No Limite do Amanhã”). Apesar de ainda não ter cronograma de produção ou previsão de lançamento, “Gotham City Sirens” não deve demorar a ser filmado. O diretor David Ayer está atualmente filmando “Bright”, sci-fi estrelada por Will Smith (também de “Esquadrão Suicida”) para a Netflix, e não possuiu nenhum projeto engatilhado para o segundo semestre, mesma época em que a agenda de Margot Robbie esvaziará.

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    Trailer de Velozes e Furiosos 8 bate recorde com 139 milhões de visualizações em 24 horas

    13 de dezembro de 2016 /

    O trailer de “Velozes e Furiosos 8” é um fenômeno. Se alguém tinha dúvidas se a franquia poderia continuar a fazer sucesso sem Paul Walker, pode mudar de ideia: o interesse do público continua altíssimo. Em 24 horas desde sua divulgação na internet, a prévia de mais de 3 minutos de duração foi vista 139 milhões de vezes. Com isso, a produção da Universal passou veloz e furiosa por “A Bela Adormecida” (127 milhões) para estabelecer um novo recorde de visualizações num único dia. A informação é do próprio estúdio e, assim como os números inflados dos rivais, é difícil de ser comprovada, pois soma Youtube de filiais da Universal em todo o mundo, além de redes sociais dos integrantes do elenco, do diretor e do próprio estúdio. A prévia deu o que falar, porque revela o motivo da treta falseta entre Dwayne Johnson e Vin Diesel nos últimos dias de filmagem. É que o personagem de Diesel, Dominic Toretto, vira traidor e enfrenta seus amigos por causa da vilã Cipher (Charlize Theron). Nos EUA, o filme foi batizado de “The Fate of the Furious”. Por aqui, a estreia está marcada para o dia 13 de abril. Não viu o trailer ainda? Confira neste link.

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