Roteirista de O Regresso vai escrever o Star Trek de Quentin Tarantino
A pré-produção do próximo filme da franquia “Star Trek” segue em velocidade de dobra espacial. Segundo o site Deadline, o roteirista Mark L. Smith, que escreveu “O Regresso”, filme responsável pelo Oscar vencido pelo ator Leonardo DiCaprio, fechou contrato para escrever a nova jornada da nave Enterprise. A filmagem vai reunir na ponte de comando o produtor J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) e o diretor Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”). Smith irá desenvolver uma ideia de Tarantino, que assumirá a direção do longa após terminar seu próximo filme, cuja produção ainda não começou. Tarantino se reuniu com três roteiristas para definir qual escreveria o projeto, e conseguiu aval de Abrams e do estúdio Paramount para buscar uma classificação etária “R”, a mais elevada do cinema comercial americano. Assim, o próximo filme da franquia irá onde nenhum outro já foi antes: para o público adulto. Todos os trabalhos de Tarantino tem classificação “R”, o que possibilita as doses de violência e linguagem despojada que caracterizam sua filmografia. O mais recente, “Os Oito Odiados”, foi liberado apenas para maiores de 18 anos no Brasil. Os grandes estúdios de Hollywood costumam lançar suas franquias mais caras com a menor censura possível, para atingir um público maior e faturar mais nas bilheterias. Mas a Fox provou recentemente que era possível realizar blockbusters para maiores, com os sucessos de “Deadpool” e “Logan”. Tarantino procurou Abrams, responsável pela franquia “Star Trek”, com uma ideia para a produção, entusiasmou o colega e os dois conseguiram convencer a Paramount. O próximo passo é aguardar o roteiro, que materializará a história para o começo da produção propriamente dita. Enquanto o roteiro não fica pronto, o diretor trabalha em seu atual projeto, um longa ainda sem título sobre Charles Manson e o ano de 1969, em desenvolvimento na Sony. Abrams, por sua vez, prepara “Star Wars: Episódio IX”. Ambos os filmes só chegarão aos cinemas em 2019. E só depois disso os dois se teleportarão para a Enterprise.
Trailer da série Stargate: Origins revela prólogo da franquia sci-fi
A MGM divulgou o trailer e um vídeo de bastidores de “Stargate: Origins”, série que ressuscita a franquia sci-fi “Stargate” com um prólogo centrado na personagem Catherine Langford, personagem que apareceu pela primeira vez no filme de 1994 e mais tarde na temporada inaugural de “Stargate: SG-1”. Catherine era uma arqueóloga que presenciou a descoberta da “relíquia” estelar original em 1928, enterrado sob as ruínas de Gizé, no Egito, e durante toda a sua vida lutou para que o programa Stargate se tornasse realidade. A nova série vai acompanhar suas primeiras tentativas de desvendar os mistérios do Portal Estelar, em meio a inimigos nazistas, para salvar a Terra de uma terrível escuridão. A protagonista é vivida pela australiana Ellie Gall (série “Puberty Blues”) e o elenco também conta com Connor Trinneer (“Star Trek: Enterprise”), Derek Chariton (série “The American West”), Tonatiuh Elizarraraz (visto em “Jane the Virgin”) e Lincoln Hoppe (“Santos ou Soldados: Missão Berlim”). A produção faz parte de um projeto da MGM para uma espécie de “Netflix Stargate”, uma nova plataforma digital por assinatura, chamada “Stargate Command”, que vai incluir toda a biblioteca Stargate, além de conteúdos novos e exclusivos como “Stargate: Origins”. “Stargate: Origins” será a quarta série live action da franquia, após “Stargate: SG-1”, “Stargate: Atlantis” e “Stargate: Universe”, somando mais de 350 episódios em quase 25 anos desde o lançamento do filme original. Ao todo serão 10 episódios com apenas 10 minutos de duração na 1ª temporada – ou seja, o equivalente a um telefilme de 1h40 dividido em 10 partes. A série vai estrear em 15 de fevereiro.
Mark Hamill reclama dos rumos de Star Wars: “Não é o meu Luke Skywalker”
Mark Hamill ainda não se conformou com o destino de seu personagem nem com a abordagem que Rian Johnson deu a Luke Skywalker em “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Em uma recente entrevista posta no YouTube pelo usuário Jar Jar Abrams, ele revelou ter confrontado o diretor em relação aos rumos da história, alegando que o personagem ficou muito diferente daquele apresentado na trilogia original. “Eu disse para Rian: ‘Jedi não desistem’. Quer dizer, mesmo que ele tivesse um problema, ele teria, talvez, tirado um ano para tentar e reagrupar. Mas se ele cometeu um erro, ele tentaria corrigi-lo. Então, logo nisso tivemos uma diferença fundamental. Mas não é mais a minha história. É a história de outra pessoa – Rian precisava que eu fosse de determinado jeito para tornar o final efetivo… Esse é o cerne do meu problema. Luke nunca diria isso. Desculpe. Veja, estou falando sobre o ‘Star Wars’ de George Lucas. Como essa é a próxima geração de ‘Star Wars’, então quase tive que encarar Luke como outro personagem. Talvez ele seja Jake Skywalker. Ele não é o meu Luke Skywalker, mas tive que fazer o que Rian queria porque serve bem à história. Mas, escuta, ainda não aceitei completamente. Mas é só um filme. Espero que as pessoas gostem e não fiquem chateadas. Comecei a realmente acreditar que Rian era o homem certo que eles precisavam para o trabalho.” O ator não é o único contrariado. Fãs criaram uma petição para que o filme não seja considerado canônico – isto é, parte da saga oficial. Veja o vídeo com a entrevista abaixo.
Alison Sudol anuncia final de filmagens de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald
As filmagens de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” acabaram. E para marcar a ocasião, a Warner divulgou nas redes sociais um vídeo em que Alison Sudol (intérprete de Queenie) tenta manipular uma claquete, percebendo que não é tão fácil como parece. Ao final, ela anuncia que a produção se encerrou. Além de Alison Sudol, diversos integrantes de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” voltarão na sequência, entre eles a roteirista J. K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, e o diretor David Yates. No elenco, os retornos incluem Eddie Redmayne (Newt Scamander), Alison Sudol (Queenie Goldstein), Dan Fogler (Jacob Kowalski), Katherine Waterston (Tina Goldstein), Zoe Kravitz (Leta Lestrange) e Ezra Miller (Credence Barebone). A trama, que foi ambientada em Nova York no primeiro filme, acontecerá agora em Londres e Paris, e apresentará ainda mais ligações com a saga de “Harry Potter”. A história começa meses após os acontecimentos de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, com Gellert Grindelwald (Johnny Depp) reunindo novos seguidores para sua causa, que considera que os bruxos são superiores aos demais humanos. Somente Alvo Dumbledore, que um dia foi considerado o melhor amigo do vilão, poderá acabar com seus planos sombrios. No entanto, para que essa intervenção realmente ocorra, o futuro diretor de Hogwarts precisará da ajuda do ex-aluno Newt Scamander, que voltará a reunir Tina, Jacob e Queenie em uma aventura por um mundo mágico repleto de perigos. Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) interpreta Dumbledore e as novidades ainda incluem Callum Turner (“Victor Frankenstein”), que viverá Theseus Scamander, o irmão mais velho de Newt, e Claudia Kim (série “Marco Polo”) como uma Maledictus, portadora de uma maldição que pode transformá-la numa fera. A previsão de estreia é para novembro de 2018. That's a wrap on #FantasticBeasts: The Crimes of Grindelwald production! See you in 2018. #MagicInProgress #FantasticBeasts #WizardingWednesdays pic.twitter.com/6nLoKDJm7x — Fantastic Beasts (@BeastsMovieUK) 20 de dezembro de 2017
Sophia Bush revela bastidores de sua saída da série Chicago PD
A atriz Sophia Bush surpreendeu os fãs quando deixou “Chicago PD” após a 4ª temporada. E fora um comentário no Instagram, afirmando que saiu da série “porque queria”, manteve-se em silêncio sobre sua decisão de deixar a produção da rede NBC. Mas após virem à tona denúncias do comportamento abusivo de Jason Beghe, seu colega no elenco, as peças se encaixaram. E numa entrevista recente, ela praticamente assumiu que as duas coisas realmente estão relacionadas. Ela revelou, durante um podcast da Refinery 29, que, entre a 3ª e a 4ª temporada da série, sentou-se com os produtores executivos da série para discutir sua experiência no set. “Eu disse: ‘Aqui é o ponto em que estamos. Aqui está tudo o que vocês já sabem. E é assim que eu venho até vocês. Se nada realmente mudar de forma drástica, eu vou sair no final do ano’ – porque entendi como o negócio funciona e como as mulheres são tratadas. Eu completei: “Não estou avisando com duas semanas de antecedência e não estou saindo quebrando tudo e dizendo que nunca mais volto. Estou lhes dando um aviso prévio de 23 episódios. Estou lhes dando bastante tempo”, contou ela. Apesar do tempo dado, nada mudou. E ela levou adiante sua decisão de sair da série. “Eu não tenho que dar todo o detalhamento específico de exatamente porque eu parti, do que me levou ao ponto de querer fazer isso. Mas, o tema principal para mim, é que eu tinha o trabalho dos meus sonhos… Mas percebi, no final da 2ª temporada, que não conseguiria fazer mais aquele trabalho”, ela acrescentou, descrevendo a experiência de trabalhar na 3ª temporada “como se eu estivesse presa em um prédio em chamas”. “Passei a me sentir miserável e tive que sair”. O site Deadline descobriu, no final de novembro, que Jason Beghe foi investigado pela NBC e pela produtora Wolf Entertainment por acusações de “comportamento inadequado” justamente no período em que Sophia Bush contou que teve sua conversa série com os produtores, exigindo mudanças “drásticas”. Mas, apesar dele enfrentar queixas de vários membros do elenco e da equipe de produção, Beghe não foi afastado. A consequência das reclamações foi um acordo pelo qual os produtores pagaram terapia para o ator. Diante dessa “punição” leve, a atriz preferiu tomar outro rumo na carreira. O Deadline garante que a saída de Bush é mesmo relacionada à conduta de Beghe. E mais uma outra atriz e uma integrante da equipe estariam deixando a produção, descrita por fontes do site como um “ambiente hostil para mulheres”.
Diálogos de Leia em Star Wars: Os Últimos Jedi foram criados por Carrie Fisher
O diretor Rian Johnson revelou que cenas de “Star Wars: Os Últimos Jedi” foram criadas com a colaboração de Carrie Fisher. Em entrevista ao site The Daily Beast, ele contou que a atriz era fã de piadas de frases curtas. “Ele pensava em piadas com muita facilidade”. Um desses exemplos aconteceu no reencontro entre Leia e Luke (Mark Hamill). “A cena em que ela senta com Luke e diz ‘eu mudei meu penteado’, obviamente, foi ela”. Durante uma discussão em painel em Star Wars Celebration em abril passado, ele chegou a descrever como foi o processo artístico de mexer um roteiro com ela. “Eu ia para a casa dela. Nós nos sentamos em sua cama por horas e revisávamos os roteiros. Tínhamos um fluxo de consciência que era quase um jazz, com sessões de improviso sobre o texto escrito. Ela gostava de rabiscar no meu roteiro tudo o que ela dizia e, no final de seis horas, surgia uma linha de diálogo de apenas quatro palavras que era a síntese de todo esse esforço, mas era brilhante”. Johnson cita a despedida entre Almirante Holdo (Laura Dern) e Leia. “Toda aquela cena com Holdo foi reescrita pos Carrie e Laura. Nós três nos reunimos e trabalhamos nela. E o coração da cena veio de Laura. O que ela diz não é apenas entre sua personagem e Leia, mas também entre Laura, e Carrie, querendo expressar o que Carrie significava para ela. A sua gratidão”. Na cena, Leia desabafa que está cansada com as perdas de pessoas queridas. “Não posso aguentar mais”. E Holdo sorri e a reconforta. “Claro que você pode”, diz ela. “Você me ensinou como”. Ele também lembra a cena final com Rey (Daisy Ridley), com a Resistência dizimada e a pergunta da jovem: “Como podemos construir uma rebelião com isso?” Leia responde com calma e certeza: “Temos tudo o que precisamos”. “Agora, quando vejo a performance de Fisher, eu me sinto… Deus, eu me sinto sortudo, sabe? Sinto-me afortunado por ter esse desempenho dela, sinto-me afortunado de termos tido esses momentos com ela. Sinto-me tão afortunado de que seus últimos momentos no filme, que estão no final do filme, são palavras de esperança ditas a Rey. Sim. Deus. Eu queria que ela estivesse aqui para vê-las.”
Star Wars: Os Últimos Jedi estreia com segunda maior bilheteria da história na América do Norte
“Star Wars: Os Últimos Jedi” mostrou sua força nas bilheterias, ao estrear com impressionantes US$ 220M (milhões) de arrecadação nos Estados Unidos e Canadá. O valor fez Hollywood balançar tanto quando a compra da Fox pela Disney e só não supera uma única estreia em todos os tempos: “Star Wars: O Despertar da Força”, justamente o filme anterior da franquia, que destruiu recordes ao abrir com US$ 238M em dezembro de 2015. Vale a pena dar mais contexto ao feito. Para se ter ideia, em três dias o filme faturou mais que “Liga da Justiça” em um mês inteiro no mercado norte-americano – lançada em 17 de novembro, a produção de super-heróis atingiu US$ 219,4M neste fim de semana. A segunda maior bilheteria de estreia a história foi acompanhada por críticas elogiosíssimas, que renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, além de uma nota A no CinemaScore, que pesquisa a opinião do público de cinema dos Estados Unidos. No mercado internacional, o filme da Lucasfilm/Disney fez mais US$ 230M, o que totalizou seu lançamento em US$ 450M em todo o mundo. Aparentemente, só a Fox não acreditava na força da franquia. Mas esta é uma das lições que o estúdio vai aprender em breve, após a ressaca de sua compra pelo rival. Demissões são esperadas ao final da fusão, e alguns executivos podem ter entrado na lista após a ideia genial que resultou no desempenho da animação “O Touro Ferdinando”. A Disney jamais permitiria que um de seus desenhos com potencial de blockbuster fosse lançado no mesmo dia de um “Star Wars”. Contrariando o bom senso, a Fox praticamente queimou o novo trabalho de Carlos Saldanha. Distribuído sob a sombra de “Os Últimos Jedi”, “O Touro Ferdinando” registrou a pior abertura da carreira do diretor brasileiro, com US$ 13,3M, basicamente 6% do que fez o novo “Star Wars”. Até então, “Robôs” representava a estreia mais fraca de Saldanha, com US$ 36M em 2005. O pior é que a Fox já sabia que isso aconteceria. Em 2015, o estúdio também queimou um sucesso em potencial com um lançamento no mesmo fim de semana de “Star Wars: O Despertar da Força”. O fracasso de “Alvin e os Esquilos: Na Estrada”, que abriu com US$ 14,3M, acabou com a franquia dos esquilinhos cantores. “O Touro Ferdinando” foi aprovado pela crítica, com 76% no Rotten Tomatoes, e estreia no Brasil com quase um mês de distância de “Star Wars”, em 11 de janeiro. Outra animação completa o Top 3. Trata-se de “Viva – A Vida É uma Festa”, que a Disney lançou nos Estados Unidos um mês antes de “Star Wars”, e que caiu para o 3ª lugar após ficar três semanas na liderança das bilheterias. No Brasil, a estreia está marcada para 4 de janeiro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 220M Total EUA: US$ 220M Total Mundo: US$ 450M 2. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 13,3M Total EUA: US$ 13,3M Total Mundo: US$ 19,5M 3. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 150,8M Total Mundo: US$ 448,2M 4. Extraordinário Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA: US$ 109,2M Total Mundo: US$ 153,6M 5. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA: US$ 219,4M Total Mundo: US$ 633,9M 6. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA: US$ 96,5M Total Mundo: US$ 157,5M 7. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 2,9M Total EUA: US$ 306,3M Total Mundo: US$ 841,7M 8. O Artista do Desastre Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA: US$ 12,9M Total Mundo: US$ 15,5M 9. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA: US$ 97,2M Total Mundo: US$ 297,9M 10. Lady Bird Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA: US$ 25,9M Total Mundo: US$ 25,9M
Último filme da franquia Maze Runner ganha pôster para lançamento em Imax
A Fox divulgou o pôster para o lançamento em Imax de “Maze Runner: A Cura Mortal”, último filme da trilogia distópica estrelada por Dylan O’Brien (série “Teen Wolf”). A arte busca evidenciar a escala grandiosa da produção e assim justificar sua exibição em tela grande. O filme chegará aos cinemas três anos após a exibição do segundo capítulo. A produção sofreu atraso devido a um grave acidente sofrido por O’Brien durante as filmagens. Ele quebrou vários ossos ao ser atingido por um automóvel e precisou ser internado num hospital. Mas o ator já está bem, tanto que veio ao Brasil participar da Comic Con Experience. Com o atraso no cronograma original, o longa será lançado em janeiro de 2018, 11 meses após a previsão original. Assim como nos filmes anteriores, a direção é de Wes Ball e o elenco inclui todos os sobreviventes de “Maze Runner: Prova de Fogo” (2015), entre eles Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee, Rosa Salazar, Giancarlo Esposito e Patricia Clarkson.
Novo pôster de Deadpool 2 parodia pintura de Michelângelo
O estúdio (que ainda se chama) Fox divulgou um novo pôster de “Deadpool 2”, que parodia o famoso afresco de Michelângelo sobre “A Criação de Adão”. Na imagem, Deadpool (Ryan Reynolds) ocupa o lugar do primeiro homem, tocando o cano do revólver de Cable (Josh Brolin), que voa na cena como deus. Abaixo deles, o texto anuncia “a segunda vinda” para o ano que vem. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para março de 2018.
Quarto filme da franquia de terror Sobrenatural ganha novo trailer
A Universal divulgou novos pôsteres e trailer de “Sobrenatural: A Última Chave”, quarto filme da franquia de terror criada por James Wan e Leigh Whannell (mesma dupla responsável por “Jogos Mortais”). A prévia revela uma espécie de história de origem, apesar de o filme anterior ter se apresentado justamente como isso, tendo o título de “Supernatural: A Origem” (2015). A trama de “Sobrenatural: A Última Chave” leva a médium Elise Rainier (Lin Shaye) de volta à casa de sua família, onde testemunhou na infância sua primeira atividade paranormal e onde enfrentará uma nova assombração. Elise era apenas coadjuvante no filme que iniciou a franquia em 2010, mas se tornou o elemento central nos filmes seguintes, junto com seus dois assistentes, vividos por Angus Sampson e o próprio Whannell. Além de coestrelar, Whannell continua como roteirista e produtor, mas, após dirigir “Supernatural: A Origem”, deixou o comando do novo longa com Adam Robitel (“A Possessão de Deborah Logan”). Já o cineasta James Wan só aparece como produtor. O elenco da nova história inclui Kirk Acevedo (séries “Arrow” e “13 Monkeys”), Josh Stewart (série “Shooter”), Bruce Davison (“X-Men”), Spencer Locke (“Resident Evil 4: Recomeço”), Caitlin Gerard (“Magic Mike”), Hana Hayes (série “The Grinder”), Tessa Ferrer (série “Grey’s Anatomy”) e Marcus Henderson (série “Snowfall”). A distribuição no Brasil é da Sony, com estreia marcada para 18 de janeiro, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
Star Wars: Os Últimos Jedi tem segunda maior pré-estreia de todos os tempos nos EUA
“Star Wars: Os Último Jedi” arrecadou US$ 45 milhões em sua primeira noite de exibição nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá, obtidos nas sessões noturnas de quinta-feira (14/12). Trata-se da segunda maior arrecadação de pré-estreia comercial da história do cinema, segundo dados do site Box Office Mojo. O filme perde apenas para o episódio anterior da própria saga, “Star Wars: O Despertar da Força”, que detém o recorde de US$ 57 milhões arrecadados na pré-estreia de 2015. Nos demais países, a arrecadação já está em US$ 60,8 milhões, graças ao lançamento antecipado na quarta. Analistas do mercado cinematográfico apostam que “Os Últimos Jedi” pode superar os US$ 200 milhões no primeiro fim de semana na América do Norte, colocando-o ao lado de alguns dos lançamentos mais lucrativos da história. O recorde maior abertura de todos os tempos também pertence a “Star Wars: O Despertar da Força”, com US$ 248 milhões. E o Top 3 inclui “Jurassic World” (2015), com US$ 209 milhões, e “Os Vingadores” (2012), com US$ 207 milhões. Internacionalmente, a arrecadação do filme pode chegar a US$ 425 milhões, o que o deixaria atrás do recordista “Velozes e Furiosos 8”, que arrecadou US$ 542 milhões no primeiro fim de semana. “O Despertar da Força” é o segundo deste ranking, com US$ 525 milhões.
Star Wars: Os Últimos Jedi monopoliza os cinemas com sua Força
“Star Wars: Os Últimos Jedi” chega aos cinemas como uma Estrela da Morte, ocupando 1,3 mil salas sem dar chances à concorrência. Para as demais estreias desta quinta (14/12), sobra apenas o circuito limitado. A maioria são documentários brasileiros de personalidades, quase uma programação de TV educativa. Mas um dos lançamentos mais esperados do ano acabou sacrificado, com uma distribuição ridícula em apenas 10 telas. Saiba mais sobre as novidades da programação abaixo. E não esqueça de clicar nos títulos para assistir aos trailers de cada filme. Com a demonstração da Força de sua distribuição, o oitavo filme da saga espacial está posicionado para quebrar recordes de bilheterias. O novo “Star Wars” já é uma unanimidade entre a crítica, contando atualmente com 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Repleto de surpresas e reviravoltas, o filme acompanha a evolução de Rey (Daisy Ridley), que busca se tornar pupila do último jedi Luke Skywalker (Mark Hamill). Sim, a tradução brasileira de “the last jedi” está errada. Além de Rey, a trama também desenvolve bastante e humaniza os personagens de Kylo Ren (Adam Driver) e Finn (John Boyega), e marca a despedida cinematográfica da atriz Carrie Fisher, a eterna Princesa Leia, que faleceu após terminar suas filmagens. A produção agradou tanto que a Lucasfilm encomendou uma nova trilogia ao diretor e roteirista Rian Johnson. Em compensação, poucos terão acesso à melhor estreia do circuito limitado. Aguardadíssimo, “Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas” chega em apenas uma dezena de salas. E olha que seu tema é popularíssimo: a história “secreta” da origem da Mulher-Maravilha. A trama acompanha o psicólogo da Universidade de Harvard, Dr. William Moulton Marston, que inventou o detector de mentiras e criou a Mulher-Maravilha, destacando o período em que precisou defender a super-heroína feminista contra acusações de “perversidade sexual”, ao mesmo tempo em que mantinha um segredo que poderia arruiná-lo. Isto porque a inspiração da personagem foi sua esposa, Elizabeth Marston, e sua amante e ex-aluna Olive Byrne, duas mulheres que também se destacaram na área da psicologia e desafiaram convenções, construindo uma vida a três com Marston, como mães de seus filhos, melhores amigas e parceiras de cama. Por muitos anos, o segredo real de Marston foi mais bem guardado que a identidade secreta da super-heroína. A produção traz Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contatada”), Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) e Bella Heathcote (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como os protagonistas da história real, e tem 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Candidato da Suíça a uma vaga no Oscar 2018, “Mulheres Divinas” é a última ficção recomendada da semana. O filme também é sobre mulheres-maravilhas da vida real. Ambientado em 1971, conta a história de uma jovem dona de casa, casada e mãe de dois filhos em um agradável vilarejo suíço. Mas um detalhe incomoda a protagonista. Seu país não permite o voto nem diversos direitos às mulheres. Inconformada com a opressão, Nora decide liderar uma campanha pelo voto feminino – com 70 anos de atraso em relação às sufragistas originais. Mistura de comédia e drama histórico, registra 83% no Rotten Tomatoes e ainda venceu os prêmios do Público e de Melhor Atriz no Festival de Tribeca. Como de praxe, a proximidade do Natal inspira programação religiosa. “Jesus – A Esperança” é uma versão da Paixão de Cristo produzida no Brasil. E “O Poder e o Impossível” transforma uma tragédia verídica numa história edificante de descoberta da fé. No filme americano, um atleta de hóquei viciado e descrente se perde numa nevasca ao ir sozinho fazer snowboarding, tem as pernas apodrecidas pelo frio intenso e passa a considerar sua salvação um milagre cristão. A crítica americana não levou fé, dando apenas 25% de aprovação. Os demais lançamentos são todos documentários. O mais interessante é o francês “Lumière! – A Aventura Começa”, que reúne os primeiros filmes (curta-metragens) da história do cinema, filmados pelos irmãos Lumière, inventores do cinematógrafo. O material foi remasterizado em 4k, ganhou nitidez impressionante e é acompanhado por comentários de Thierry Frémaux, que é diretor do Festival do Cannes e também preside o Instituto Lumière. Dos quatro documentários biográficos nacionais, só um foge da fórmula de depoimentos e imagens de arquivo, que iguala filme a programa de televisão. É “Cora Coralina – Todas as Vidas”, que dramatiza trechos da vida da escritora e reúne atrizes para declamar seus textos, entre as imagens de arquivo e os depoimentos. A programação se completa com “Silêncio no Estúdio”, que conta a história da apresentadora Edna Savaget, pioneira dos programas femininos da TV brasileira, “Tudo É Projeto”, sobre o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, e “Coragem! – As Muitas Vidas de Dom Paulo Evaristo Arns”, biografia do Cardeal brasileiro que se destacou por defender os direitos humanos durante o regime militar.
Sylvester Stallone desiste de dirigir continuação de Creed
Sylvester Stallone desistiu de dirigir “Creed 2”. Ele anunciou o novo diretor do filme em sua conta no Instagram. Trata-se do cineasta indie Steven Caple Jr., que recebeu alguns prêmios por sua estreia “The Land”, em 2016. “O personagem de Adonis Creed reflete essa geração, e eu acredito que é importante ter um diretor que faça parte disso, é por isso que penso que somos sortudos por ter Steven Caple Jr. Um novo talento maravilhoso assume as tarefas de direção e faz a história ser tão confiável quanto possível… Ele e Michael B. Jordan vão entregar um nocaute!”, escreveu Stallone. Veja abaixo. A decisão foi tomada após conversas com o ator Michael B. Jordan, que volta a viver Adonis Creed, e outros produtores. Stallone vai agora se concentrar apenas em viver Rocky Balboa – pela oitava vez! E dar seus palpites no roteiro de Cheo Hodari Coker, criador da série “Luke Cage”. Ele também participou do processo de escolha de Steven Caple Jr. Com gravações previstas para março na Filadélfia, a continuação do sucesso de 2015 também terá o retorno de Tessa Thompson como Bianca e participação de Dolph Lundgren, repetindo o papel de Ivan Drago, que ele viveu em “Rocky IV”, de 1985. A estreia está marcada para novembro de 2018 nos Estados Unidos. The character of Adonis Creed reflects this generation, and I believe it is important to have a director who is part of it , that is why I think we are Lucky to have Stephen Caple ,Jr A wonderful new talent take over The directorial chores and make the story as relatable as possible… He and Michael B Jordan will deliver a knockout!u Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) em Dez 11, 2017 às 12:05 PST












