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    Jonny Quest: Filme baseado na animação clássica pode iniciar universo cinematográfico Hanna Barbera

    29 de julho de 2016 /

    O filme de “Jonny Quest” pode ser o começo do universo cinematográfico Hanna Barbera, segundo uma reportagem da revista Forbes. O repórter Mark Hughes teve acesso ao roteiro escrito por Robert Rodriguez (“Sin City”) e Terry Rossio (“Piratas do Caribe”), e, entre muitos elogios, escreveu que ele deixa aberta a possibilidade de sequências e spin-offs diversos, com potencial para incluir outros personagens das animações clássicas da Hanna Barbera. Além disso, o autor do texto disse ter acesso a uma lista de diretores interessados no filme. A lista não inclui o próprio Rodriguez, que prefere não dirigir o projeto, mas traz Joe Cornish (“Ataque ao Prédio”), Justin Lin (“Star Trek: Sem Fronteiras”) e Scott Derrickson (do vindouro “Doutor Estranho”). “Jonny Quest” foi criado em 1964 pelos estúdios Hanna-Barbera e revolucionou o gênero das séries animadas, até então dominado por comédias de animais falantes, ao focar seus episódios em situações de perigo, com clima de aventura e ficção científica, além de se diferenciar pelos traços elegantes do desenhista Doug Wildey, um dos maiores mestres dos quadrinhos americanos de western. O personagem-título era um menino que acompanhava seu pai cientista em aventuras ao redor do mundo, enfrentando dinossauros, múmias e robôs de cientistas loucos. Além de Jonny e do Dr. Benton Quest, os personagens incluíam o piloto e agente federal Roger Bannon, o órfão indiano adotado Hadji, o cachorrinho Bandit e eventualmente a misteriosa “Jezebel” Jade, interesse romântico de Bannon. O programa durou apenas uma temporada, mas se tornou cultuado e ganhou inúmeras reprises, até ser resgatado nas décadas de 1980 e 1990 em novas aventuras animadas e histórias em quadrinhos. A Warner tenta materializar o filme, que será estrelada por atores reais, desde 2007, quando teve um roteiro escrito por Dan Mazeau (“Fúria de Titãs 2”). E mesmo com um novo roteiro pronto, a produção ainda não tem cronograma de filmagem e nem previsão de estreia definida.

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    Meryl Streep entra na continuação do clássico Mary Poppins

    28 de julho de 2016 /

    A atriz Meryl Streep (“Álbum de Família”) vai reforçar o elenco de “Mary Poppins Returns”, a continuação do clássico infantil “Mary Poppins”, produção da Disney de 1964. Segundo o site da revista Variety, a atriz viverá Topsy, a prima de Mary Poppins, interpretada por Emily Blunt. Com isso, a produção voltará a reunir Meryl e Emily com o diretor Rob Marshall após a parceria do trio no musical “Caminhos da Floresta”. “Mary Poppins Returns”, por sinal, também será um musical, assim como o “Mary Poppins” original. A produção terá canções criadas pela dupla Marc Shaiman e Scott Whitman (“Hairspray”). O elenco ainda inclui Lin-Manuel Miranda, a sensação da Broadway com o musical “Hamilton”. Com roteiro de David Magee (“As Aventuras de Pi”), o filme se passa 20 anos após os eventos do filme original e vai mostrar o reencontro de Mary Poppins com as crianças que ela cuidou antes, agora já adultas. Quando as filhas do agora crescido Michael Banks passam por uma “perda pessoal”, a melhor babá do mundo resolve ajudar novamente a família. O filme original venceu cinco Oscars, inclusive o de Melhor Atriz para Julie Andrews, intérprete da babá mágica. A história das filmagens do clássico também foi recentemente levada ao cinema, no drama “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013). Já a continuação, “Mary Poppins Returns”, tem estreia marcada para 25 de dezembro de 2018.

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    Harry Potter e a Criança Amaldiçoada será lançado no Brasil no Halloween

    28 de julho de 2016 /

    O oitavo livro de “Harry Potter” já tem data para chegar ao Brasil. “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”, que adapta a peça de teatro homônima, será lançado nas livraras brasileiras em 31 de outubro, o dia em que se comemora o Halloween. O roteiro será publicado em duas partes pela Rocco, editora dos demais livros da franquia. A história foi adaptada da peça por J.K. Rowling, a criadora de “Harry Potter”, e dá sequência aos eventos de “Harry Potter e as Relíquias da Morte”. A trama recomeça 19 anos depois da derrota de Voldemort e encontra Harry já na meia idade, como um atarefado funcionário do Ministério da Magia, marido e pai de três crianças em idade escolar. Um de seus filhos, Alvo, luta contra o peso de um legado de família que ele nunca quis. Nos Estados Unidos, o livro bateu recorde de pré-venda, segundo a livraria Barnes & Noble, que não divulgou números. Há duas semanas, o estúdio Warner Bros., que produziu todas as adaptações da franquia, registrou o nome do livro/peça no Reino Unido, visando a produção de um filme.

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    Círculo de Fogo 2: Charlie Hunnan diz que não participará da continuação

    27 de julho de 2016 /

    A continuação de “Círculo de Fogo” não contará com o protagonista do filme original. Em entrevista para a MTV, o ator Charlie Hunnam revelou que não deverá participação das novas filmagens, devido a conflito em sua agenda. “Estive envolvido até certo ponto do desenvolvimento da sequência, mas então houve uma mudança de propriedade do próprio estúdio, Legendary, por conta de uma parceria com uma empresa chinesa. E como o filme foi bem sucedido na China, isso causou uma antecipação de planos, para que se iniciasse a produção o mais rápido possível”, disse Hunnam. “Mas e eu já estava com compromissos assumidos, justamente no período que eles pretendem filmar”. Estrelado por Charlie Hunnam, Rinko Kikuchi e Idris Elba, o primeiro “Círculo de Fogo” (2013) mostrava a guerra da humanidade contra criaturas monstruosas (conhecidas como Kaijus), e rendeu US$ 411 milhões ao redor do mundo, um faturamento baixo considerando seu orçamento de US$ 190 milhões. Entretanto, seu maior sucesso aconteceu na China, o que realmente explica o interesse em retomar a franquia, agora com coprodução chinesa. Do trio de protagonistas, apenas o personagem de Idris Elba morreu em cena. Tanto que a sequência, passada vários depois do elenco do filme original, incluirá seu filho, interpretado por John Boyega (“Star Wars: O Despertar da Força”). O elenco também inclui Scott Eastwood (“Esquadrão Suicida”) e trará de volta Max Martini e Ron Pearlman, vistos no original. Ainda há pouca informação sobre a sequência, cujo roteiro vem sendo mantido em segredo. Intitulada, em inglês, “Pacific Rim: Maelstrom”, a sequência foi escrita pelos criadores do filme original, Travis Beacham e Guillermo Del Toro, com auxílio de feras da sci-fi, como Derek Connolly (“Jurassic World”) e Jon Spaihts (“Prometheus”). A produção marcará a estreia de Steven S. DeKnight como diretor de cinema. Ele é um roteirista e produtor veterano de séries cultuadas, desde “Buffy – A Caça-Vampiros” em 2000, passando por “Smallville”. Foi também criador da série “Spartacus” e showrunner da 1ª temporada de “Demolidor”, da qual dirigiu o episódio final. “Pacific Rim: Maelstrom” tem estreia marcada para 23 de fevereiro de 2018 nos EUA.

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    Star Wars: Disney pretende construir nova trilogia em torno do jovem Han Solo

    26 de julho de 2016 /

    Han Solo pode ganhar uma trilogia própria nos cinemas. Segundo o jornal The New York Daily News, o ator Alden Ehrenreich (“Ave, César!”) assinou contrato para pelo menos três filmes no papel da versão jovem do personagem. O ator foi anunciado no começo do mês como protagonista da primeira aventura solo do personagem, num spin-off da saga “Star Wars” que mostrará sua história antes dos eventos do filme “Guerra nas Estrelas” (1977) – que apresentou Han Solo a milhões de fãs do mundo inteiro. De acordo com uma fonte do jornal, haveria um grande entusiasmo da Disney em torno do filme do Han Solo e seu potencial para continuações. “Considerando que as primeiras aventuras de Han não precisam estar relacionadas ao Império, isso deixa uma abertura para outras histórias com oportunidade de entregar aos fãs algo realmente diferente. Eles podem explorar novas galáxias e criaturas loucas e apresentar uma grande variedade de novos personagens”, disse a fonte citada pela reportagem. O roteiro será escrito pelo veterano Lawrence Kasdan, roteirista de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), e seu filho Jon Kasdan, e a direção está a cargo da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”). Sem sinopse divulgada, o filme se passará muitos anos antes dos eventos de “Guerra nas Estrelas” (1977) e deverá explicar como Han Solo se tornou um contrabandista. Recentemente, foi confirmado que o longa, ainda sem título, também terá a participação de Chewbacca. A previsão é que o lançamento aconteça em 25 de maio de 2018.

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    Star Trek: Sem Fronteiras estreia em 1º lugar nos EUA

    24 de julho de 2016 /

    “Star Trek: Sem Fronteiras” teve um pouso tranquilo no topo das bilheterias americanas, faturando US$ 59,6 milhões em seu fim de semana de estreia. Mesmo assim, este foi o voo inaugural mais raso da nave espacial Enterprise desde o reboot de 2008 – os dois filmes anteriores abriram acima dos US$ 70 milhões nos EUA. A seu favor, o filme contou com críticas bastante positivas (84% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes) e encantou o público (nota A- no CinemaScore), o que pode mantê-lo entre os filmes mais vistos nas próximas semanas. Mas o orçamento de US$ 180 milhões torna a produção bastante dependente de seu desempenho internacional. A estreia no Brasil – assim como na China – só vai acontecer em setembro. O lançamento também comemorou os 50 anos de existência da franquia “Star Trek”, uma marca que poucos títulos conseguem atingir na indústria cultural. “Você pode contar nos dedos de uma única mão as marcas que têm esse tipo de longevidade e viabilidade ao longo do tempo”, disse o analista sênior de mídia da comScore, Paul Dergarabedian. O resultado da semana empurrou “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” e “Caça Fantasmas” para 2º e 3º lugares, respectivamente. O que deixou as demais estreias fora do Top 3. “Quando as Luzes se Apagam” abriu em 4º lugar com US$ 21,6 milhões. Mas o valor foi comemorado como uma rara vitória da Warner em 2016. Orçado em US$ 4,9 milhões, o filme já sai no lucro e sustenta a fama do cineasta James Wan (“Invocação do Mal”), que produziu o longa, como o novo rei do terror americano. Os filmes de Wan, lançados pela New Line, representam os maiores sucessos do conglomerado Warner neste ano. Já o 5º lugar de “A Era do Gelo: O Big Bang” ressoou de forma retumbante para a Fox, praticamente decretando o fim da franquia animada. O lançamento derreteu nos cinemas americanos, rendendo apenas US$ 21 milhões, a pior arrecadação de uma continuação animada em cerca de uma década. Seu fracasso também cria grande contraste em relação à performance de outras animações de bichos falantes, que respondem por algumas das maiores bilheterias de 2016. O Top 10 também revela o repúdio sofrido pela novo artefato sensacionalista de Dinesh D’Souza, “Hillary’s America: The Secret History of the Democratic Party”, que teve seu circuito expandido sem render mais que US$ 3,7 milhões. A ficção política de extrema direita tem o objetivo de atacar Hilary Clinton ao contar a história “secreta” do Partido Democrata, que seria um partido formado por racistas. A abordagem, que recria com atores a era da escravatura e da luta pelos direitos civis, prefere ignorar que o adversário de Hilary na próxima corrida presidencial americana, Donald Trump, não precisa de Hollywood para se mostrar, em discursos dos últimos meses, mais racista e menos interessado em direitos civis que qualquer ficção histérica que seus adversários possam montar. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Star Trek: Sem Fronteiras Fim de semana: US$ 59,6 milhões Total EUA: US$ 59,6 milhões Total Mundo: US$ 89,6 milhões 2. Pets – A Vida Secreta dos Bichos Fim de semana: US$ 29,3 milhões Total EUA: US$ 260,7 milhões Total Mundo: US$ 323,7 milhões 3. Caça-Fantasmas Fim de semana: US$ 21,6 milhões Total EUA: US$ 86,8 milhões Total Mundo: US$ 122,8 milhões 4. Quando as Luzes se Apagam Fim de semana: US$ 21,6 milhões Total EUA: US$ 21,6 milhões Total Mundo: US$ 29,9 milhões 5. A Era do Gelo: O Big Bang Fim de semana: US$ 21 milhões Total EUA: US$ 21 milhões Total Mundo: US$ 199,9 milhões 6. Procurando Dory Fim de semana: US$ 7,2 milhões Total EUA: US$ 460,1 milhões Total Mundo: US$ 781,6 milhões 7. A Lenda de Tarzan Fim de semana: US$ 6,4 milhões Total EUA: US$ 115,8 milhões Total Mundo: US$ 261,5 milhões 8. Os Caça-Noivas Fim de semana: US$ 4,4 milhões Total EUA: US$ 40,3 milhões Total Mundo: US$ 49,4 milhões 9. Hillary’s America: The Secret History of the Democratic Party Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 3,7 milhões Total Mundo: US$ 3,7 milhões 10. Conexão Escobar Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 12,2 milhões Total Mundo: US$ 12,2 milhões

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    Sequência da Bruxa de Blair foi filmada em segredo e já tem trailer

    23 de julho de 2016 /

    Um dos filmes independentes de maior bilheteria da história, “A Bruxa de Blair” (1999) terá uma inesperada continuação, que foi rodada em completo sigilo. O trailer foi a grande surpresa do estúdio Lionsgate durante a San Diego Comic-Con, e sugere um filme bastante tenso e assustador, remetendo à trama original ao se passar na mesma floresta, em busca dos lugares onde os documentaristas amadores dos anos 1990 foram vistos pela última vez. O filme “amador” de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez causou frisson por ser apresentado como registro realista dos últimos dias de três jovens perdidos em uma floresta onde, segundo uma lenda, habitava uma diabólica bruxa. O sucesso da produção marcou época, e embora não tenha sido o primeiro longa de vídeos encontrados – a honra cabe a “Canibal Holocausto” (1980) – , inspirou uma febre de filmes com câmeras amadoras e imagens tremidas. A tecnologia evoluiu muito desde então, e o trailer da sequência mostra que, por mais que os integrantes do elenco corram com câmeras nas mãos, as imagens não perdem o foco ou a iluminação. Por conta disso, os sustos incluem efeitos visuais e sugerem grande profissionalismo para transmitir o pavor, mas sem perder de vista a estética do falso documentário, abandonada na primeira sequência oficial, “Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras”, de 2000. A direção é de Adam Wingard (“Você É o Próximo”), um dos melhores cineastas da nova geração do terror, que rodou o filme em completo segredo entre maio e junho em Vancouver no Canadá. Intitulado simplesmente “Blair Witch” (Bruxa de Blair), o filme gira em torno de James, o personagem de James Allen McCune (série “Shameless”), que vive o irmão de Heather, a personagem de Heather Donahue no primeiro filme. Ele embarca na mesma jornada em busca de pistas sobre o desaparecimento da irmã, acompanhado de Valorie Curry (série “The Following”), Wes Robinson (“Até a Morte”) e Callie Hernandez (“Los Feliz, 90027”). A estreia está marcada para 16 de setembro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Star Trek: Sem Fronteiras conquista a crítica internacional

    22 de julho de 2016 /

    “Star Trek: Sem Fronteiras” teve seu lançamento oficial durante a San Diego Comic-Con e agradou em cheio aos fãs e a crítica. Com 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a produção está sendo considerada um dos melhores exemplares da franquia e ganhou comparações com a série clássica dos anos 1960, graças ao tom bem-humorado e ao desenvolvimento do relacionamento entre os personagens que formam o núcleo da tripulação da nave Enterprise. Com direção de Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), o longa entrou em cartaz neste fim de semana nos EUA, mas graças às Olimpíadas só vai chegar ao Brasil em 1 de setembro. Veja abaixo alguns dos elogios que o filme recebeu da crítica. “Desde a tripulação original, não sentimos uma sensação tão vívida de aventura e camaradagem”, escreveu Tom Huddleston, da revista Time Out. “Um retorno à diversão, e um retorno à forma para a nova versão de ‘Star Trek'”, elogiou Chris Hewitt, da revista Empire. “O que é mais notável sobre este novo filme é o quanto ele se parece com a série original de TV de Gene Roddenberry, pelo menos em espírito”, avaliou Bill Goodykoontz, do Arizona Republic. “O roteiro injeta uma boa dose de humor, que é verdadeira à criação original de Gene Roddenberry, entregando nostalgia sem ser uma veneração inflexível”, ponderou David Rooney, da revista The Hollywood Reporter. “É um filme muito bem construído que entrega o que se espera dele, e que tem uma sensação retrô muito agradável”, avaliou Owen Gleiberman, da revista Variety. “Não apenas conta com efeitos especiais de encher os olhos, como também tem um roteiro inteligente e focado nos fãs”, assinou Stephen Whitty, do jornal New York Daily News. “Um capítulo agradável e à moda antiga da nova série – com muita ação e diversão”, sintetizou Rafer Guzman, da Newsday. “Apesar de ter parecido uma escolha contraintuitiva para assumir um filme Star Trek, (o diretor Justin) Lin está absolutamente no comando quando o filme se torna sobre os corpos e naves se movendo rapidamente através do espaço – o que é bem frequente”, criticou Bilge Ebiri, do Village Voice. “Justin Lin prova ter mãos seguras no comando da Enterprise. Com um espírito de aventura e uma boa dinâmica de equipe, o filme é divertido de se ver nos cinemas”, resumiu Matt Maytum, da revista Total Film.

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    Divergente: Shailene Woodley se diz surpresa com os planos para o final da franquia

    22 de julho de 2016 /

    Não foi só o público que ficou surpreso pela divulgação dos planos do estúdio Lionsgate para o final da saga “Divergente”, que pode ser lançado direto para a TV ou um serviço de streaming. Enquanto divulgava o vindouro filme “Snowden” na San Diego Comic-Con, a protagonista Shailene Woodley revelou ter descoberto a novidade pela imprensa e ainda não sabe como reagir. “Sinceramente, estava no avião quando tudo aconteceu, desembarquei e fiquei meio ‘Wow, o que está acontecendo?'”, disse a atriz. Quando questionada se estaria disposta a reprisar o seu papel como a mocinha Tris nesses novos termos, a artista deixou a resposta no ar: “Preciso conversar e descobrir os detalhes”. A decisão, que ainda não é oficial, seria reflexo da queda de bilheteria registrada no filme anterior. Enquanto “Divergente” (2014) e “A Série Divergente: Insurgente” (2015) arrecadaram US$ 288,8 milhões e US$ 297,2 milhões, respectivamente, “A Série Divergente: Convergente” (2016) implodiu com US$ 179 milhões em todo o mundo. O fracasso, inclusive, também já rendeu um corte de orçamento da sequência. Segundo o site Variety, a ideia é que “A Série Divergente: Ascendente” finalize o enredo envolvendo os protagonistas da franquia e apresente novos personagens, que se tornarão estrelas de uma série televisiva. Assim, o final da saga viraria o piloto de série mais caro de todos os tempos. “A Série Divergente: Ascendente”, atualmente em pré-produção, tem direção de Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”) e ainda pode ser lançado nos cinemas no mercado internacional. No Brasil, a estreia ainda está mantida em 8 de junho de 2017.

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    Star Trek: Cena de beijo entre Sulu e seu marido acabou cortada do filme

    22 de julho de 2016 /

    A equipe de “Star Trek: Sem Fronteiras” virou trending topic nas redes sociais ao anunciar que o Sr. Sulu seria um homem gay casado no novo filme. A ousadia, entretanto, poderia ser maior, já que a produção cortou a cena de um beijo entre o casal. O intérprete de Sulu, Jon Cho, revelou o corte durante a première do filme na San Diego Comic-Con, lamentando o fato, que seria uma homenagem aos fãs LGBT da franquia. “O beijo não está mais lá. Não era como uma sessão de sexo. Estamos no aeroporto com nossa filha. Era como um beijo de boas vindas. Eu tenho orgulho da cena, pois foi muito difícil de fazer. Eu queria que parecesse convincentemente íntima. Somos [os atores] dois caras heterossexuais e precisávamos soar muito amáveis e íntimos. Era algo difícil de se fazer rapidamente. Precisávamos nos abrir. E tudo saiu bem, em minha visão”, declarou. O motivo do beijo ter sido cortado não foi revelado. A revelação de Sulu como gay também foi, na visão do roteirista Simon Pegg, uma forma de homenagear o intérprete original do personagem. O ator George Takei, que viveu Sulu na série clássica “Jornada nas Estrelas” entre os anos de 1966 e 1969, e depois em seis filmes para cinema produzidos entre 1979 e 1991, assumiu publicamente a homossexualidade em 2005 e se casou com seu parceiro Brad Altman, após 20 anos de convivência, em 2008. Curiosamente, Takei não gostou muito da homenagem a princípio, já que Sulu sempre foi retratado como heterossexual, mas depois mudou de ideia, considerando a iniciativa positiva. “Eu desejo tudo de bom para John Cho no papel que eu já interpretei, e parabenizo Simon Pegg em sua ousada e inovadora narrativa. Enquanto eu teria escolhido desenvolver um novo personagem [gay], neste caso, eu entendo perfeitamente e aprecio o que estão fazendo [com Sulu] – como sempre, corajosamente indo aonde nenhum homem jamais esteve”, Takei escreveu em seu Facebook.

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    Final da saga Divergente pode ser lançado direto na televisão

    21 de julho de 2016 /

    O último capítulo da franquia juvenil “Divergente” pode ter sua estreia suspensa nos cinemas. Segundo apurou o site da revista Variety, o estúdio Lionsgate está planejando lançar “A Série Divergente: Ascendente”, atualmente em pré-produção, diretamente na televisão ou num serviço de streaming. A mudança de estratégia seria reflexo da queda de bilheteria registrada no filme anterior. Enquanto “Divergente” (2014) e “A Série Divergente: Insurgente” (2015) arrecadaram US$ 288,8 milhões e US$ 297,2 milhões, respectivamente, “A Série Divergente: Convergente” (2016) implodiu com US$ 179 milhões em todo o mundo. Diante de um calendário lotado de blockbusters no verão de 2017, o estúdio passou a considerar uma mudança de estratégia. Segundo a Variety, além de levar “Ascendente” para a televisão, o estúdio ainda está pensando em transformar o universo criado pela escritora Veronica Roth em uma série televisiva, mas ainda não fechou parceria com nenhum canal de TV ou streaming. A ideia é que o filme finalize o enredo envolvendo os protagonistas da franquia e apresente novos personagens, que serão as estrelas da vindoura série. Assim, o final da saga viraria o piloto de série mais caro de todos os tempos. Com direção de Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”), “A Série Divergente: Ascendente” ainda pode ser lançado nos cinemas no mercado internacional. No Brasil, a estreia ainda está mantida em 8 de junho de 2017.

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    Star Trek: Chekov não terá novo intérprete após a morte de Anton Yelchin

    19 de julho de 2016 /

    O produtor J.J. Abrams revelou que o personagem Chevok não deverá aparecer nos próximos filmes de “Star Trek”. Interpretado pelo ator Anton Yelchin, que morreu num acidente em junho, o navegador da Enterprise não será vivido por outro ator em novas produções. “Não há como substituí-lo. Não teremos outro ator no papel. Não consigo nem imaginar isso, e acho que Anton merece algo melhor”, disse Abrams, durante a divulgação de “Star Trek: Sem Fronteiros”, último filme em que Yelchin deu vida ao personagem. Abrams disse que já está pensando como justificar a ausência do personagem, mas que ainda não tomou nenhuma decisão: “Eu já pensei e estamos trabalhando nisso, mas ainda é muito cedo para falar nesse assunto”, completou o produtor. O produtor também se disse triste pela morte de Leonard Nimoy, que faleceu quando “Star Trek: Sem Fronteiras” estava em fase de pré-produção. “Sabíamos que iríamos para esse filme com o coração partido pelo Leonard. Mas não tínhamos ideia dos eventos devastadores que aconteceriam depois”, completou Yelchin era jovem, mas já tinha uma carreira respeitável. Mesmo morto aos 27 anos, já tinha mais de 60 produções no currículo, sem nunca ter se envolvido em polêmicas em sua vida pessoal.

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    Transformers: Quinto filme da franquia terá personagem brasileiro

    19 de julho de 2016 /

    O ator chileno Santiago Cabrera (das séries “Heroes” e “The Musketeers”) vai interpretar um militar brasileiro no próximo “Transformers”. A notícia foi divulgada no Instagram oficial da franquia, que trouxe uma foto e um gif animado de Cabrera no set, caracterizado como seu personagem. É possível ver a bandeira brasileira integrada em seu uniforme, além de um gif em que troca socos com Josh Duhamel (abaixo). “Transformers: O Último Cavaleiro” vai trazer de volta Duhamel e Tyrese Gibson, que coestrelaram os três primeiros “Transformers”, e Mark Wahlberg, que voltará a viver o mecânico Cade Yeager, visto no quarto filme, além da pequena Isabela Moner (série “100 Things to Do Before High School”), Anthony Hopkins (“Thor”), Jerrod Carmichael (“Vizinhos”), Laura Haddock (série “Da Vinci’s Demons”), Mitch Pileggi (série “Arquivo X”) e Allen Phoenix (“The Birth of a Nation”). A estreia está marcada para 22 de junho de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. via GIPHY

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