Vídeo de Arquivo X aborda o cliffhanger da temporada passada
A rede Fox divulgou um vídeo de bastidores de “Arquivo X”, que traz os protagonistas e o criador da série abordando o cliffhanger do final da temporada anterior, que mostrava Mulder (David Duchovny) contaminado por um vírus mortal e Scully (Gillian Anderson) observando luzes no espaço. “Estas são as grandes questões que precisam ser respondidas, e acho que temos uma solução dramática realmente interessante”, diz o produtor Chris Carter, revelando que a trama vai continuar a partir desses eventos. Além disso, a 11ª temporada terá mais aliens, disco voadores, conspirações e visões apocalípticas, com o retorno do Canceroso (William B. Davis), a busca pelo filho desaparecido de Mulder e Scully, a desconfiança em relação a Skinner (Mitch Pileggi), o ressurgimento do agente Doggett (Robert Patrick) e até uma mensagem perdida de um dos Pistoleiros Solitários (Richard Langly). A principal novidade será a participação de Barbara Hershey (“Sobrenatural”), que viverá a vilã Erika Price, descrita como uma “figura poderosa que representa uma organização misteriosa”. A atriz terá papel recorrente na série. Produzida como sempre por Chris Carter, a 11ª temporada estreia em 3 de janeiro nos Estados Unidos e uma semana depois no Brasil, pelo canal pago Fox.
Filme do Homem-Múltiplo com James Franco deve ser para maiores
O filme sobre o Homem-Múltiplo deve ser produzido para maiores, de acordo com James Franco. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, o ator assumiu seu envolvimento num projeto do universo “X-Men”, sem, entretanto, confirmar qual é exatamente o projeto. Mas ele foi anteriormente ligado ao Homem-Múltiplo. “Está em estágios iniciais. O que provavelmente posso dizer é que, como tudo, ainda precisa ser desenvolvido”, contou Franco. “Nosso modus operandi é como podemos levá-lo a um novo terreno? Nem que seja um pouquinho, mas sem perder de vista a diversão? O que amo sobre Simon Kinberg, a Fox e a equipe de ‘X-Men’ é o que fizeram com ‘Deadpool’ e ‘Logan’ – demorou um tempo para chegar lá, talvez uns 10 anos -, que são para maiores. E vamos pegar essa coisa de super-herói e realmente explorar num novo gênero. Então estamos trabalhando com Simon Kinberg numa propriedade X-Men.” Vale lembrar que os dois filmes citados por Franco, “Deadpool” e “Logan”, foram lançados com classificação “R” nos Estados Unidos, a censura máxima dos filmes comerciais. Mas foram liberados para maiores de 16 anos no Brasil. O personagem especulado para Franco é bastante popular nos quadrinhos. O Homem-Múltiplo já integrou tanto os X-Men quanto X-Force – grupo que deve ser introduzido no cinema em “Deadpool 2” e também deverá ganhar um filme próprio. Capaz de gerar duplicatas infinitas de si mesmo, Jamie Madrox, o Homem-Múltiplo foi concebido em 1975 pelo recém-falecido roteirista Len Wein, que também criou Wolverine e o Monstro do Pântano. Curiosamente, ele apareceu pela primeira vez numa história do Quarteto Fantástico, mas logo foi parar no universo mutante da Marvel. O ponto alto de sua trajetória aconteceu no começo do século 21, quando ganhou revista própria e mostrou a extensão de seus poderes, enviando duplicatas para estudar diferentes técnicas, que aprendia instantaneamente ao absorver suas cópias de volta em seu corpo. Foi também neste período que ele abriu uma agência de detetives e passou a apresentar sintomas de esquizofrenia. O roteiro está sendo escrito por Allan Heinberg, criador da série “The Catch” e roteirista de “Mulher-Maravilha”, e ainda não há diretor definido. De todo modo, o filme solo não será a primeira aparição de Madrox no universo cinematográfico dos X-Men. O personagem deu as caras em “X-Men: O Confronto Final”, em 2006, vivido pelo ator Eric Dane (da série “The Last Ship”).
Canal Fox Premium usa legenda “pirata” em exibição oficial de série no Brasil
Poucos dias após exibir um episódio de “Outlander” com “legendas eróticas” – trocadas da série “The Girlfriend Experience” – , o canal pago Fox Premium enfrenta nova polêmica de legendagem. O grupo InSanos, tradutores da internet que distribuem gratuitamente legendas de filmes e séries, apontou que o canal está usando suas traduções na série “Manhattan”. A evidência é um “easter egg” que a equipe costuma incluir como marca registrada em seus trabalhos: a grafia da palavra “inSanos” com S maiúsculo, vista numa das legendas da personagem de Rachel Brosnahan. A equipe de “legenders” (como se autodenominam os tradutores da internet) publicou a captura da tela da série no Twitter e acrescentou: “A inSanidade chegou ao Fox Premium. Agradecemos o canal por confiar na qualidade das nossas legendas, mesmo que não tenhamos sido contratados para tal. Mas está lá nosso ‘easter egg’, que não falha! Contrata nós, FOX Premium”. A gafe mostra que a legenda do grupo foi ao ar sem revisão, indicando a origem da tradução. Ironicamente, os canais da TV paga costumam se manifestar contra a prática de legendagem de séries e filmes na internet, considerando este trabalho um incentivo à pirataria. Mas esta não é a primeira vez que grupos de tradutores de internet identificam seus trabalhos na TV. No ano passado, o AXN levou ao ar legendas do grupo Power Subs sem nem retirar os créditos de identificação dos “legenders”. Geralmente, as legendas utilizadas pelos canais são fornecidas pelos próprios estúdios ou feitas por empresas terceirizadas. O mais provável é que um funcionário terceirizado tenha usado indevidamente uma legenda oferecida gratuitamente na internet e sido pago por este trabalho. Ao contrário do que aconteceu em relação a “Outlander”, a Fox Premium não divulgou nenhum comunicado sobre o incidente até o momento. A inSanidade chegou ao FOX Premium. Agradecemos o canal por confiar na qualidade das nossas legendas, mesmo que não tenhamos sido contratados para tal. Mas está lá nosso "easter egg", que não falha! Contrata nós, FOX Premium = ) pic.twitter.com/CSBGInhuhl — Legenders inSanos (@inSanosTV) 23 de novembro de 2017
Nova temporada de Arquivo X não terá exibição simultânea no Brasil pela Fox
A Fox decidiu não priorizar a exibição da nova temporada de “Arquivo X” no Brasil. Diferente da estratégia feita para a estreia da temporada anterior, a primeira do retorno da série, os episódios não serão exibidos no país no mesmo dia da transmissão americana. Assim, a 11ª temporada da série estreia no Brasil em 10 de janeiro, às 23h, uma semana após a exibição original, prevista para 3 de janeiro nos Estados Unidos. Originalmente produzida entre 1993 e 2002, “Arquivo X” ganhou seis novos capítulos em 2016. Na época, este revival teve exibição simultânea no Brasil. E a iniciativa deu tão certo que o grupo Fox lançou a Fox Premium, dois canais com séries, que investem em exibições simultâneas em idioma original e sem intervalos comerciais. O breve retorno de “Arquivo X” fez tanto sucesso que levou a Fox a encomendar mais uma temporada inédita, desta vez maior, com 10 episódios. Nos novos episódios, David Duchovny e Gillian Anderson reprisarão seus papéis como os agentes Fox Mulder e Dana Scully, lidando novamente com casos de investigações de monstros e com a mitologia clássica da série original.
Renata Sorrah volta a viver Nazaré em comercial do suspense Assassinato no Expresso do Oriente
A Fox divulgou um comercial nacional de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que acrescenta uma apresentação de Renata Sorrah, em clima de Nazaré Tedesco. A vilã da novela “Senhora do Destino” não é suspeita na trama deste assassinato, que é um filme americano passado a bordo de um trem, mas isso não diminui a lista de possíveis culpados. Afinal, todos os demais passageiros são suspeitos e tem motivos para matar. O filme gira em torno de um assassinato cometido a bordo do famoso trem Expresso do Oriente. E quem leu o livro original de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do longa-metragem. E a impressionante lista de candidatos a assassino inclui Johnny Depp (“Piratas do Caribe”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 30 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.
Kenneth Branagh voltará como diretor e detetive na “continuação” de Assassinato no Expresso do Oriente
O remake de “Assassinato no Expresso do Oriente” não estourou as bilheterias nem impressionou a crítica norte-americana, mas agradou o suficiente para o estúdio 20th Century Fox querer repetir a dose, filmando novo livro de mistério de Agatha Christie com o mesmo diretor, Kenneth Branagh. Trata-se de mais uma produção já levada ao cinema com grande elenco: “Morte no Nilo”. A versão mais famosa da história foi lançada em 1978, justamente após o sucesso do então chamado “Assassinato no Expresso Oriente”, de 1974. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, apesar de ainda não ter assinado o contrato, Branagh deve voltar a se dividir entre a direção e o papel do detetive Hercule Poirot no novo filme. Michael Green, autor do roteiro de “Assassinato no Expresso do Oriente”, também vai assinar a nova versão de “Morte no Nilo”. O elenco de 1978 incluía Bette Davis, Mia Farrow, David Niven, Angela Lansbury e Maggie Smith, e a tendência é a Fox emular a escalação estelar com astros atuais. Em “Assassinato no Expresso do Oriente”, por exemplo, a seleção incluiu Penélope Cruz, Johnny Depp, Judi Dench, Willem Dafoe, Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley e Josh Gad, entre outros. Mas contratar grandes astros não é o maior problema previsto para a nova produção. A grande dificuldade, assim como aconteceu com “Assassinato no Expresso do Oriente”, será convencer o público a pagar para ver novamente um mistério que de misterioso já não tem nada, uma vez que traz os mesmos suspeitos, o mesmo culpado e o mesmo final bastante conhecidos. “Assassinato no Expresso do Oriente” ainda não estreou no Brasil. O lançamento nacional está previsto para 30 de novembro.
Audiência de The Walking Dead é a pior da série desde 2011
A audiência da 8ª temporada de “The Walking Dead” continua despencando. Após uma breve pausa, o ritmo de queda foi retomado com o mais recente episódio, “The Big Scary U”. Exibido no último domingo (19/11), foi visto por 7,85 milhões de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos, registrando 3,4 pontos na demo (audiência-alvo dos anunciantes). Os números continuam elevados para uma produção da TV paga americana, mas a audiência evapora de forma impressionante: 10 milhões de telespectadores abandonaram a série de uma temporada para outra nos Estados Unidos. Para quem não lembra, a estreia da 7ª temporada, em 2016, foi assistido por 17 milhões. Essa é a pior audiência que a série obtém desde o começo da 2ª temporada, em 2011, e já está abaixo do final daquela temporada, visto por 8,9 milhões de telespectadores. A partir do terceiro ano e até o final da 7ª temporada, todos os episódios tiveram sintonia de mais de 10 milhões nos Estados Unidos. No Brasil, “The Walking Dead” é exibida aos domingos pelo canal pago Fox e, sem intervalos comerciais, no Fox Premium 2.
Brasil fica sem Emmy Internacional em premiação que privilegiou produções britânicas
País com mais indicados, o Brasil não venceu nenhum prêmio da Academia Internacional da Televisão durante a entrega do Emmy Internacional na noite de segunda (20/11), em Nova York. Produções brasileiras disputavam 9 troféus entre as 11 categorias da premiação (sendo que uma delas é exclusiva para produções dos Estados Unidos). “Justiça” era o único programa com mais de uma indicação na lista inteira, disputando como Melhor Série de Drama e Melhor Atriz (Adriana Esteves). Mas, no final, o Brasil não venceu nem a disputa de novela, onde concorria com dois títulos (“Totalmente Demais” e “Velho Chico”). A premiação acabou celebrando a TV britânica, premiando os astros mais conhecidos do público mundial nas categorias de atuação: Kenneth Branagh e Anna Friel, respectivamente Melhor Ator e Atriz pelas séries policiais “Wallander” e “Marcella”. A Melhor Comédia também foi uma produção britânica, o especial “Alan Partridge’s Scissored Isle”. Já o prêmio de Melhor Série de Drama ficou com a 2ª temporada do suspense nórdico “Mammon”, da Noruega. Além dos talentos na disputa, o diretor da Televisa, Emilio Azcárraga Jean, recebeu um prêmio especial na cerimônia, que previa homenagear também Kevin Spacey (série “House of Cards”). Mas, após os escândalos sexuais envolvendo o ator, esta homenagem foi cancelada. Confira abaixo a lista completa dos premiados. VENCEDORES DO PRÊMIO EMMY INTERNACIONAL 2017 Melhor Série de Drama “Mammon II” – Noruega Melhor Comédia “Alan Partridge’s Scissored Isle” – Reino Unido Melhor Telefilme ou Minissérie “Ne m’abandonne pas” – França Melhor Ator Kenneth Branagh em “Wallander” – Reino Unido Melhor Atriz Anna Friel em “Marcella” – Reino Unido Melhor Série Curta “Familie Braun” (“The Braun Family”) – Alemanha Melhor Novela “Kara Sevda” (“Endless Love”) – Turquia Melhor Documentário “EXODUS: Our Journey to Europe” – Reino Unido Melhor Programa Artístico “Hip-Hop Evolution – The Foundation” – Canadá Melhor Programa de Variedades/Reality Show “Sorry Voor Alles” (“Sorry About That”) – Bélgica Melhor Programa Americano em Língua Estrangeira “Sr. Ávila” – EUA
Lizzy Caplan será protagonista feminina do filme do mutante Gambit
A atriz Lizzy Caplan (“A Entrevista”, série “Masters of Sex”) foi convidada a integrar o elenco do filme solo do mutante Gambit. Segundo a revista Variety, as negociações estão adiantadas para ela viver a protagonista feminista da trama, mas seu papel não foi revelado. Fãs dos quadrinhos dos X-Men sabem que há três opções proeminentes de personagens femininas na história de Gambit. A mais simples é Bella Donna, esposa do personagem em sua história de origem. Há também a ladra Genevieve, morta brutalmente por Dentes de Sabre, e a mutante Vampira, vista nos filmes dos X-Men interpretada por Anna Paquin. O reboot incorporado na trama de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” permitiria a troca de intérprete de Vampira, assim como justificaria a diferença entre o Gambit visto em “X-Men Origens: Wolverine” (interpretado por Taylor Kitsch) e a nova versão do anti-herói. Mas por ser uma história de origem, o filme deve se concentrar no passado de ladrão de Remy LeBeau, o Gambit, o que favoreceria a presença de Bella Donna, com quem ele se casou para cimentar uma aliança entre clãs de ladrões de Nova Orleans, antes de virar um X-Men. Criado por Chris Claremont e Jim Lee, o personagem teve sua primeira aparição numa revista dos X-Men de 1990 e será vivido no cinema por Channing Tatum (“Magic Mike”). A 20th Century Fox definiu a data de lançamento de “Gambit” em 14 de fevereiro de 2019. O roteiro mais recente é de Joshua Zetumer (“RoboCop” e “O Dia do Atentado”) e a direção está a cargo de Gore Verbinski (dos três primeiros “Piratas do Caribe”).
Conglomerados da Sony, Universal e Paramount também querem comprar a Fox
O vazamento de que a Disney tinha aberto negociações para comprar a Fox atraiu interesse de outros conglomerados de Hollywood, que também querem discutir a aquisição dos ativos da empresa de TV e cinema. Segundo a revista Variey, as empresas Sony, Comcast (dona da Universal) e Viacom (dona da Paramount) já sondaram a 21st Century Fox para saber se há possibilidade de negócios. O interesse da Comcast é pelos mesmos ativos em discussão com a Disney: o estúdio de cinema 20th Century Fox, o canal pago FX, a empresa de animação Blue Sky Studios, a National Geographic e as participações societárias da Fox no serviço de streaming Hulu e na rede europeia de canais pagos Sky. A Sony visaria um pacote menor e não há notícias sobre o que atrai a Viacom. A Comcast não poderia comprar o canal Fox, já que as leis antitruste impedem que uma mesma empresa tenha mais de uma rede de TV no Estados Unidos. A Comcast é proprietária da rede NBC. Há especulações de que Rupert Murdoch, sócio majoritário da 21st Century Fox, quer vender parte da companhia para remanejar o restante numa nova versão da News Corp., centrada em publicações e canais de notícias. A atual configuração da Fox foi separada da News Corp. em 2013, após o escândalo de espionagem de celebridades que envolveu a divisão de jornais da empresa no Reino Unido. Para evitar contaminação financeira e acompanhando previsões pessimistas sobre o futuro da mídia impressa, Murdoch dividiu a empresa em duas. Agora, estaria interessado em desfazer essa separação, concentrando-se apenas em notícias – TV, streaming e imprensa – , o que inclui também esportes. Se o estúdio de cinema, a produtora de TV, canais de TV paga e participações em serviços de streaming foram adquiridos por um concorrente, haverá uma grande mudança na correlação de forças de Hollywood. A Disney sonhava em juntar os Vingadores aos X-Men, mas a Sony poderia juntar o Homem-Aranha aos heróis mutantes, enquanto a Comcast passaria a ser majoritária no Hulu, somando 60% das ações na joint venture (que ainda inclui Disney e Warner), podendo assumir o controle do serviço para se posicionar na vindoura guerra de streamings que se aproxima. Mais modesta, a Viacom é quem teria o maior salto, já que não possui os mesmos ativos dos rivais.
Atriz de Scream Queens será mutante telepata na série The Gifted
A atriz Skyler Samuels, estrela da 1ª temporada de “Scream Queens”, entrou no elenco da série “The Gifted”, que se passa no universo dos filmes e quadrinhos dos X-Men. O papel de Samuels será recorrente e importante na trama. O nome da personagem está sendo guardado em sigilo, o que provavelmente significa que se trata de uma heroína conhecida da Marvel. Apesar do segredo, seus poderes foram revelados: trata-se de uma mutante telepata, que possui um passado misterioso. O fato de a atriz ser loira fez muita gente imaginar Emma Frost, vivida por January Jones em “X-Men: Primeira Classe” (2011). Porém, há também as clones da personagem, conhecidas como as irmãs Stepford, em especial Esme Cuckoo, que foi responsável por matar Emma e morreu/ressuscitou várias vezes nos quadrinhos. Criada por Matt Nix (série “Burn Notice”), a atração começou recentemente a incorporar os Farejadores, mutantes que sofreram lavagem cerebral e são usados para caçar outros mutantes, e a nova telepata pode ser um deles. Além da personagem de Samuels, “The Gifted” vai introduzir dois outros mutantes conhecidos dos quadrinhos, os irmãos Andreas (o estreante Paul Cooper) e Andrea von Strucker (da vindoura “The Marvelous Mrs. Maisel”). Vale lembrar que o nome da família central da trama é Strucker. Nos quadrinhos, o Strucker mais famoso é o Barão von Strucker, inimigo do Capitão América, vivido por Thomas Kretschmann em “Vingadores: Era de Ultron” (2015). Andreas e Andrea são seus filhos gêmeos, que tiveram os genes manipulados para ganhar superpoderes. No próximo capítulo, Reed Strucker (Stephen Moyer, de “True Blood”) conhecerá um segredo de sua família, que provavelmente tem a ver com os gêmeos. Intitulado “threat of eXtinction”, o episódio vai ao ar na noite de segunda (20/11) na Fox, tanto nos EUA quanto no Brasil.
James Franco vai viver o Homem-Múltiplo em filme solo do herói dos X-Men
A Fox definiu mais uma produção do universo dos X-Men. Segundo o site Deadline, o estúdio está desenvolvendo um longa do Homem-Múltiplo, que será estrelado por James Franco. Nos quadrinhos, o personagem já integrou tanto os X-Men quanto o grupo X-Force, que tem introdução prevista na trama de “Deadpool 2” e também deverá ganhar um filme próprio. Capaz de gerar duplicatas infinitas de si mesmo, Jamie Madrox, o Homem-Múltiplo foi concebido em 1975 pelo recém-falecido roteirista Len Wein, que também criou Wolverine e o Monstro do Pântano. Curiosamente, ele apareceu pela primeira vez numa história do Quarteto Fantástico, mas logo foi parar no universo mutante da Marvel. O ponto alto de sua trajetória aconteceu no começo do século 21, quando ganhou revista própria e mostrou a extensão de seus poderes, enviando duplicatas para estudar diferentes técnicas, que aprendia instantaneamente ao absorvê-las de volta em seu corpo. Foi também neste período que ele abriu uma agência de detetives e passou a apresentar sintomas de esquizofrenia. O roteiro está sendo escrito por Allan Heinberg, criador da série “The Catch” e roteirista de “Mulher-Maravilha”, e ainda não há diretor definido. O filme solo não será a primeira aparição de Madrox no universo cinematográfico dos X-Men. O personagem já deu as caras em “X-Men: O Confronto Final”, vivido pelo ator Eric Dane (da série “The Last Ship”). Vale lembrar que James Franco tem experiência em interpretar mais de uma versão de si mesmo. Atualmente, ele vive irmãos gêmeos na série “The Deuce”, da HBO.
Gal Gadot fala do ultimato pela saída de Brett Ratner da produção de Mulher-Maravilha 2
Em entrevista realizada nesta quarta (15/11) para a TV americana, a atriz Gal Gadot falou de forma clara sobre o boato de que teria dado um ultimato na Warner, ameaçando não filmar “Mulher-Maravilha 2” se a produtora RatPac, do cineasta Brett Ratner, ajudasse a financiar o filme. Ele é um dos diversos profissionais de Hollywood envolvidos na avalanche de denúncias de abusos sexuais que assola a indústria do entretenimento americana. “Muito foi escrito sobre minhas opiniões e sentimentos sobre o assunto. E todos sabem como me sinto, porque não estou escondendo nada”, disse Gadot, em entrevista realizada para divulgar “Liga da Justiça” no programa matinal “Today Show”, da rede NBC. “A verdade é que tem muita gente envolvida na produção desse filme, não só eu, que ecoa este mesmo sentimento. Todo mundo sabe que isso era o correto a se fazer. Mas não havia nada que eu pudesse dizer ou ameaçar, porque a decisão já estava tomada antes dessa notícia surgir”, concluiu, referindo-se à data em que o boato começou a circular. A RatPac tinha uma parceria com a Warner e ajudou a financiar filmes premiados com o Oscar, como “Gravidade” (2013), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015) e “O Regresso” (2015), além das recentes produções de super-heróis da DC Comics, entre eles “Mulher-Maravilha” (2017). Mas assim que as várias alegações de assédio sexual contra Ratner vieram à tona, a Warner anunciou que estava cortando os laços com o produtor. Seu nome será tirado dos futuros lançamentos do estúdio e o contrato de financiamento não será renovado. Por isso, Gadot diz que “a decisão já estava tomada” antes que ela ou outros integrantes do filme pudessem pensar em dar um ultimato. Além disso, o acordo original de financiamento com a RatPac estende-se apenas até 2018 e já deixaria “Mulher-Maravilha 2” de fora, tendo em vista a data de estreia em novembro de 2019. A maior dificuldade da Warner será tirar as digitais de Ratner de “Tomb Raider”, que já foi filmado. Veja o vídeo da entrevista abaixo. O esclarecimento sobre Ratner é a última pergunta feita pela apresentadora Savannah Guthrie.












