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  • Série

    Vídeo de bastidores de Arquivo X revela volta de Mulder e Scully à velha forma

    16 de dezembro de 2017 /

    A rede Fox divulgou um novo vídeo de bastidores de “Arquivo X”, que traz os protagonistas e o criador da série abordando a volta de Mulder (David Duchovny) e Scully (Gillian Anderson). O vídeo demonstra que eles voltaram à velha forma dos anos 1990, trocando observações mordazes enquanto utilizam pontos de vista conflitantes para resolver casos misteriosos. A 11ª temporada terá mais aliens, disco voadores, conspirações e visões apocalípticas, com o retorno do Canceroso (William B. Davis), a busca pelo filho desaparecido de Mulder e Scully, a desconfiança em relação a Skinner (Mitch Pileggi), o ressurgimento do agente Doggett (Robert Patrick) e até uma mensagem perdida de um dos Pistoleiros Solitários (Richard Langly). A principal novidade será a participação de Barbara Hershey (“Sobrenatural”), que viverá a vilã Erika Price, descrita como uma “figura poderosa que representa uma organização misteriosa”. A atriz terá papel recorrente na série. Produzida como sempre por Chris Carter, a 11ª temporada estreia em 3 de janeiro nos Estados Unidos e uma semana depois no Brasil, pelo canal pago Fox.

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  • Filme

    Novo pôster de Deadpool 2 parodia pintura de Michelângelo

    16 de dezembro de 2017 /

    O estúdio (que ainda se chama) Fox divulgou um novo pôster de “Deadpool 2”, que parodia o famoso afresco de Michelângelo sobre “A Criação de Adão”. Na imagem, Deadpool (Ryan Reynolds) ocupa o lugar do primeiro homem, tocando o cano do revólver de Cable (Josh Brolin), que voa na cena como deus. Abaixo deles, o texto anuncia “a segunda vinda” para o ano que vem. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para março de 2018.

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  • Etc,  Série

    Os Simpsons previram compra da Fox pela Disney em episódio exibido há 19 anos

    14 de dezembro de 2017 /

    Depois de Donald Trump presidente dos Estados Unidos, a derrota do Brasil na Copa do Mundo e Lady Gaga sobrevoando o Superbowl, os Simpsons acertaram mais uma previsão do futuro. Em episódio exibido em novembro de 1998, a série animada antecipou a compra da Fox pela Disney, firmada 19 anos depois, nesta quinta-feira (14/12). No episódio intitulado “When You Dish Upon a Star”, da 10ª temporada da atração, Homer Simpson começa a trabalhar como assistente do então casal Alec Baldwin e Kim Basinger, em Hollywood. Quando o episódio mostrava o estúdio Fox, um banner na entrada anunciava que a empresa era uma divisão da Walt Disney Company. Veja abaixo. A aquisição da Disney contempla o estúdio 20th Century Fox e diversas outras propriedades da empresa 21st Century Fox, como a produtora Fox Television Studios, que produz a série dos Simpsons.

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  • Filme

    Disney promete manter Deadpool proibido para menores

    14 de dezembro de 2017 /

    A Disney está disposta a quebrar sua regra de não produzir filmes “R-rated” (para maiores) após a aquisição da Fox. Falando com a mídia americana sobre os desdobramentos da compra, o CEO da Disney, Bob Iger, abordou diretamente o futuro de “Deadpool”, a franquia do super-herói que fala palavrões e mostra a bunda no cinema. “‘Deadpool’ claramente é e será marca da Marvel. Mas pensamos que pode haver uma oportunidade para uma marca adulta da Marvel para algo como ‘Deadpool'”, disse Iger. “Uma vez que pudermos deixar claro para o público o que esperar, pensamos que podemos lidar com isso”. A Fox teve grande sucesso nos últimos dois anos com filmes “R-rated” da Marvel. Além dos US$ 783 milhões mundiais conquistados por “Deadpool” em 2016, “Logan” também foi um sucesso comercial e crítico neste ano, com US$ 616 milhões em todo o mundo. Ambos são considerados filmes que revitalizaram o gênero dos super-heróis, dando ao público algo novo. Se antes havia ceticismo em relação aos planos da Disney de continuar estas experiências, a declaração de Iger deve acalmar, ao menos provisoriamente, os fãs mais alarmados da Marvel. Entre eles, o ator Ryan Reynolds, intérprete do próprio Deadpool, que fez várias piadas sobre a compra da Fox pela Disney nas redes sociais. Nesta quinta, ele postou uma nova, com uma foto do herói sendo preso, após alegada tentativa de explodir a Disneylândia – num trocadilho com a palavra “blow” em inglês e o nome da montanha de gelo do parque. Apparently you can’t actually blow the Matterhorn. pic.twitter.com/2bEAAcZrUv — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) December 14, 2017

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  • Etc,  Série

    Plataforma de streaming da Disney para rivalizar com a Neflix já existe: é a Hulu

    14 de dezembro de 2017 /

    Os planos de crescimento da Disney a partir da compra da Fox começam a ficar mais claros, nas entrevistas do CEO Bob Iger após a transação. Uma das incógnitas era o que a Disney faria com a percentagem da Fox que passaria a controlar na plataforma de streaming Hulu. Afinal, o próprio Iger mencionou planos de lançar um serviço para rivalizar com a Neflix, com filmes, séries e conteúdo original da sua companhia. O projeto da nova plataforma ainda existe. Mas deixou de ser prioridade. A negociação com a Fox apressou o cronograma de Iger, graças ao Hulu. A Disney somou seus 30% de ações aos 30% da Fox e passou a controlar a empresa – formada em joint venture com a Comcast, proprietária da Universal, que ainda detém 30%, e a Warner, dona de 10% do negócio. Falando a analistas de mercado, conforme registrado pelo site The Hollywood Reporter, ele abordou os planos imediatos para a plataforma e como sua ambição é torná-la o principal rival da Netflix. “Hulu, obviamente, é uma ótima oportunidade para expandir no espaço de produto direto para o consumidor”, disse Iger. “Possuir cerca de um terço disso foi ótimo, mas ter controle nos permitirá acelerar muito o Hulu nesse espaço e torná-lo um concorrente ainda mais viável para os serviços que já existem”. Ele acrescentou: “Nós seremos capazes de fazer isso não só por fluir mais conteúdo na direção do Hulu, mas por essencialmente ter seu controle, na medida em que a gestão de Hulu torna-se um pouco mais clara, um pouco mais eficiente, um pouco mais eficaz, ao virarmos um acionista controlador”. O chefe da Disney revelou que a aquisição da Fox lhe abre a oportunidade de oferecer vários serviços de streaming diferentes, focados em públicos específicos, com o Hulu posicionado como um serviço mais orientado para adultos, que complementaria planos de um serviço esportivo da ESPN e outro mais voltado às famílias e/ou aos jovens com super-heróis e desenhos. Iger deixou ainda mais claro seu plano de transformar a Hulu num rival para a Netflix em entrevista à Bloomberg TV, na manhã desta quinta (14/12), ao confirmar que não renovará seu acordo de distribuição de conteúdo com o gigante de streaming. Mais: tampouco renovará os contratos de licenciamentos para a produção de séries. Este segundo ponto representa o fim das séries da Marvel na Netflix. O acordo de distribuição de filmes termina em 2019, mas não se sabe a duração do licenciamento das propriedades da Marvel. Não só isso. A HBO também será afetada. E todos os outros canais que não pertençam ao conglomerado. “Vamos priorizar as oportunidades mais diretas de atingir o consumidor para a nossa empresa e, se isso nos obrigar a interromper relacionamentos com outros distribuidores, é o que faremos, assim como a Disney fez com a Netflix”, disse ele. Iger acrescentou que a Disney usará as propriedades de Fox “para fazer o Hulu crescer, provavelmente em um ritmo mais acelerado. Também usaremos os recursos da Fox para complementar nossos outros serviços, nossos serviços diretos ao consumidor da Disney”. O chefe da Disney disse que o estúdio teve que refletir longamente para decidir acabar com o acordo de licenciamento da Netflix, mas concluiu que precisava fazê-lo para avançar no mercado direto para o consumidor. “Estamos no negócio de criar valor de longo prazo”, acrescentou. “À medida que olhamos para a frente e vemos um mundo onde a interação direta com o consumidor é muito mais atraente, acreditamos que é chegada hora de sair do nosso relacionamento com Netflix e vamos tomar essa mesma abordagem com os ativos que estamos comprando também”, concluiu. Este ano, a Disney lançou sua primeira série da Marvel no Hulu: “Runaways”, adaptação dos quadrinhos dos Fugitivos. E o consenso entre a crítica é que o lançamento se provou a melhor série de super-herói de 2017. 2017 também foi o ano que uma produção de streaming venceu pela primeira vez o Emmy de Melhor Série Dramática. O feito histórico se deu por intermédio de “The Handmaid’s Tale”, do Hulu. Se isso for um indicativo do que vem por aí, a Netflix pode começar a se preocupar.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Disney oferece US$ 52,4 bilhões pela Fox

    14 de dezembro de 2017 /

    A Walt Disney Company fez uma oferta oficial de US$ 52,4 bilhões pelas divisões de entretenimento da 21st Century Fox. O negócio, que marca a união de dois gigantes de Hollywood, foi aceito preliminarmente nesta quinta-feira (14/12). O valor total da transação é, na verdade, mais alto: US$ 66,1 bilhões, uma vez que a Disney também assumiu US$ 13,7 bilhões de dívidas da Fox. Com a compra, a Disney vai se tornar o maior conglomerado de entretenimento do mundo, adicionando a seus negócios o estúdio de cinema 20th Century Fox, a produtora indie Fox Searchlight Pictures, a produtora Fox 2000, mais um estúdio de animação, o Blue Sky (de “Rio” e “A Era do Gelo”), o grupo de canais pagos FX e National Geographic, assim como mais de 300 canais internacionais. Também estão inclusas a participação de 30% da Fox no serviço de streaming Hulu e a fatia de 50% da companhia na Endemol (responsável por criar realities como “Big Brother” e “MasterChef”), além das ações da Fox na rede europeia de canais pagos Sky e na rede indiana Star. E, como se não fosse suficiente, participação em mais uma editora de quadrinhos, a Boom! Studios. Em declaração oficial, o CEO da Disney, Bob Iger, afirmou que a aquisição “reflete a demanda crescente dos consumidores por uma maior diversidade de experiências de entretenimento, que sejam mais atraentes, acessíveis e convenientes”. “Estamos honrados e gratos por Rupert Murdoch [diretor da 21st Century Fox] ter confiado a nós o futuro do negócio que ele passou a vida construindo, e estamos felizes com essa oportunidade de aumentar significativamente o nosso portfólio de franquias amadas e conteúdos de marca para aprimorar nossas ofertas aos consumidores. O acordo também irá expandir substancialmente o nosso alcance internacional, permitindo a nós oferecer conteúdo de primeira qualidade e plataformas de distribuição inovadoras a mais consumidores em mercados estratégicos ao redor do mundo”, acrescentou. Murdoch também se pronunciou em comunicado: “Nós estamos extremamente orgulhosos de tudo o que construímos na 21st Century Fox, e eu acredito muito que essa junção com a Disney irá trazer ainda mais valores aos acionistas, conforme a nova Disney continue a ditar os rumos do que é uma indústria empolgante e dinâmica. Além disso, estou convencido de que essa combinação, sob a liderança de Bob Iger, será uma das maiores empresas do mundo. Sou grato a Bob por ter decidido prosseguir e estar comprometido a ser bem-sucedido com um time que não fica atrás de ninguém”. A empolgação de Murdoch se deve ao fato de parte do pagamento pela 21st Centory Fox ser com ações da Disney. Na prática, ele virou sócio de seu comprador, e tem interesse em que Iger seja bem-sucedido no comando dos negócios. Bob Iger, por sinal, estendeu seu contrato como CEO da Disney por mais dois anos, para liderar a transição do novo gigante, pois a expectativa é que o negócio só seja concluído em 18 meses, por precisar ser aprovado pelos órgãos regulatórios do governo americano. Além disso, a Disney tem planos de completar a aquisição da rede Sky e isso enfrentará outra etapa burocrática no Reino Unido. Haverá ainda um período longo de ajustes, com definições de quem comandará cada setor da nova empresa. São esperadas demissões, pois alguns cargos serão duplicados na junção das duas companhias. A Disney espera economizar US$ 2 bilhões só na unificação das operações, fechando escritórios internacionais, divisões de distribuição e marketing da Fox, já que passaria a administrar o estúdio no modelo em que trabalha com a Pixar, a Marvel e a Lucasfilm, suas aquisições anteriores, todas incorporadas numa única operação de distribuição, marketing, etc. Alguns desdobramentos são mais fáceis de alinhavar que outros, como a absorção dos personagens da Marvel que estavam na Fox. Heróis como X-Men, Deadpool, Novos Mutantes e Quarteto Fantástico passarão para o Marvel Studios, algo que o produtor Kevin Feige estava “ansioso” para que acontecesse. Mesmo assim, as consequências disso para a continuação da franquia “Deadpool” e filmes de super-heróis para maiores – “R-rated” – como “Logan” ainda são uma incógnita. A Disney, que já era líder em franquias de animação e de super-heróis, também vai virar a maior produtora de filmes de ficção científica de Hollywood, passando a explorar os mundos de “Avatar”, “Alien”, “Predador” e “Planeta dos Macacos”. Ao mesmo tempo, a companhia terá que aprender a trabalhar com filmes menores: as produções da Fox Searchlight, que costumam ser fortes candidatos ao Oscar. Para se ter ideia, o estúdio “indie” da Fox é responsável por “Três Anúncios de um Crime”, “A Forma da Água” e “A Guerra dos Sexos”, que devem aparecer no Oscar 2018. O conteúdo televisivo também é promissor. A Disney domina o mercado de séries infanto-juvenis por meio de três canais: Disney Channel, Disney XD e Freeform. Mas não tinha acesso ao mercado adulto, que o FX e seu spin-off FXX lhe abre. Além disso, o Fox Studios é responsável por diversos hits em exibição na TV aberta, como “This Is Us”, “Modern Family” e, claro, “The Simpsons”. Sem esquecer das séries clássicas da 20th Century Fox Television que podem ganhar novas versões. Uma delas, por sinal, já estava sendo desenvolvida na Netflix: “Perdidos no Espaço”. E, sim, há planos ambiciosos para o lançamento de um serviço de streaming capaz de rivalizar com a própria Netflix. A marca Fox, porém, continuará com o magnata Rupert Murdoch e seus filhos, James e Lachlan. Segundo rumores, o CEO da 21st Century Fox, James Murdoch, tende a ir para a Disney com a venda, enquanto seu irmão, diretor executivo, deve passar a comandar a nova Fox. James Murdoch é considerado um executivo visionário, por ter ampliado sensivelmente a participação da Fox no mercado internacional, o que, no final das contas, foi a cereja no bolo negociado. Com o acordo, a Disney se tornará a maior provedora de conteúdo da rede Fox. O conglomerado não poderia ter duas redes de TV aberta nos Estados Unidos e já é dono da ABC. Mas pode produzir o que o outro canal exibe, já que Murdoch pretende se focar em desenvolver apenas notícias e coberturas esportivas, explorando os canais Fox News, Fox Business e Fox Sports. Por conta destes canais, a Fox também manterá a parte física dos estúdios e escritórios da companhia nos Estados Unidos. Especula-se ainda que os bens da Fox sejam recombinados com os da News Corp., a empresa de Murdoch dedicada a conteúdo impresso – jornais e revistas. As duas companhias haviam sido separadas em 2013, para evitar que a Fox fosse atingida pelo escândalo de espionagem de celebridades que acabou levando ao fechamento do jornal News of the World no Reino Unido. Este escândalo, por sinal, foi o que levou os reguladores britânicos a barrarem o crescimento do controle da Fox sobre a Sky. A Disney não enfrentará o mesmo problema para adquirir a maior companhia de TV paga da Europa. Mas as repercussões do negócio ainda não foram totalmente exploradas. Muitas novidades serão anunciadas nos próximos dias.

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  • Série

    Prison Break vai ganhar uma nova temporada

    13 de dezembro de 2017 /

    Exibido no começo de 2017, o revival de “Prison Break” não empolgou a crítica (57% no Rotten Tomatoes), mas rendeu ótima audiência. E agora o ator Dominic Purcell, intérprete de Lincoln Burrows, confirmou em seu Instagram que uma nova temporada será produzida. “Prison Break 6 a caminho”, ele publicou, junto ao logotipo da série. O canal Fox ainda não confirmou a informação, mas seus diretores, Gary Newman e Dana Walden, afirmaram em maio que pretendiam encomendar novos episódios. Não se sabe em que fase está a produção, qual seu tamanho ou data de estreia. A série começou em 2005 e contou com quatro temporadas, que teriam chegado ao fim em 2009 com a morte do protagonista Michael Scofield (vivido por Wentworth Miller). Mas, claro, em 2017 foi revelado que ele apenas fingiu sua morte e estava preso no Oriente Médio, precisando que o irmão (Purcell) que ele tirou da cadeia na 1ª temporada retornasse o favor e o salvasse em mais nove episódios. O revival trouxe de volta os personagens remanescentes da produção. E para sorte dos produtores, terminou eliminando o mais odiado deles, T-Bag. Isto significa que seu intérprete, Robert Knepper, não aparecerá mais na atração. O ator foi acusado de assédio e tentativa de estupro por várias mulheres, em relatos que se estendem desde os anos 1980 até os dias atuais. Além de “Prison Break”, Dominic Purcell e Wentworth Miller também trabalham juntos na série de super-heróis “Legends of Tomorrow”. @prisonbreak #prisonbreak 6. In the works. Uma publicação compartilhada por Dominicpurcell (@dominicpurcell) em Dez 12, 2017 às 7:15 PST

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  • Série

    The Walking Dead tem pior audiência de midseason finale desde 2011

    12 de dezembro de 2017 /

    O último episódio do ano de “The Walking Dead” não conseguiu mudar muito o destino da série de zumbis, que vem registrando declínio de audiência após altas históricas nas temporadas passadas. Segundo o relatório da consultoria Nielsen, o episódio foi visto por 7,9 milhões de telespectadores ao vivo e atingiu uma classificação de 3,4 na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Os números representam um pequeno aumento em relação à pior audiência da temporada, registrada na semana passada (7,5 milhões e 3,3). Em compensação, é o pior mideaseson finale (final de meio de temporada) desde o segundo ano da produção (o primeiro a ter midseason) em 2011. Em queda constante, a 8ª temporada abriu com 11 milhões e passou a registrar cada vez menos público a cada episódio exibido. O último foi o primeiro a reverter a tendência, mas isto porque foi antecedido pelo capítulo de menor audiência do ano. A média de público da primeira metade da 8ª temporada foi de 8,6 milhões de telespectadores e 3,7 na demo. Já a anterior registrou 12,1 milhões e 5,7 por episódio. Para reverter esta tendência, o produtor Scott M. Gimple chegou a sacrificar um personagem importante e querido do público. Mordido por um zumbi, ele fará sua despedida no início da segunda parte da temporada, que tem estreia marcada para 25 de fevereiro. A expectativa é que esse fato ajude a série, pelo menos no próximo episódio, a recuperar parte do público perdido.

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  • Filme

    Pinguim e “Coringa” se encontram no trailer do próximo capítulo de Gotham

    9 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou o trailer da segunda metade da 4ª temporada de “Gotham”. O arco mais sombrio da série avança com o encontro entre Pinguim (Robin Lord Taylor) e Jerome Valeska (Cameron Monaghan), finalmente caracterizado como o Coringa. A prévia também revela visões de Bruce Wayne (David Mazouz) uniformizado, a volta do supostamente morto Ra’s Al Ghul (Alexander Siddig), a estreia da versão adulta de Hera Venenosa (Peyton List) e o rapto da Dra. Leslie Thompkins (Morena Baccarin) por Sofia Falcone (Crystal Reed). Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a série acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim, da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. Intitulado “Pieces of a Broken Mirror”, o próximo episódio vai ao ar apenas em 2018 nos Estados Unidos, em data ainda não divulgada. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Etc

    Ryan Reynolds faz piada sobre Deadpool virar personagem da Disney

    9 de dezembro de 2017 /

    As negociações da aquisição da Fox pela Disney inspiraram o ator Ryan Reynolds a publicar no Twitter um comentário sobre um possível encontro entre Deadpool, personagem impróprio para menores da Fox, e o Mickey, ícone da censura livre das produções Disney. “Hora de deixar fluir aquela tensão sexual explosiva entre Deadpool e o Mickey Mouse”, ele escreveu. Veja abaixo. As primeiras notícias sobre a negociação entre Disney e Fox surgiram em novembro e, apesar de nada ter sido oficializado, informações mais recentes dizem que o acordo pode sair antes do final do ano. Se isso realmente acontecer, os filmes dos “X-Men”, além do “Quarteto Fantástico”, voltarão ao controle da Marvel. E já chama atenção a decisão da editora de resgatar os quadrinhos dos “Novos Mutantes”, na véspera do lançamento do filme dos heróis, contrariando a política até então vigente de não ajudar a divulgar os lançamentos de cinema da Fox. Time to uncork that explosive sexual tension between Deadpool and Mickey Mouse. https://t.co/iUEXofWpRu — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) December 6, 2017

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  • Filme

    Presidente do Marvel Studios está “ansioso” para colocar as mãos nos X-Men

    9 de dezembro de 2017 /

    Durante uma nova reportagem sobre as negociações da aquisição da Fox pela Disney, o site Deadline soltou que Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, está “ansioso” para colocar as mãos no universo cinematográfico dos X-Men. Em resposta, a produtora dos filmes de “X-Men”, Lauren Shuler Donner, disse conhecer os planos de Feige para a franquia. “Quando estávamos desenvolvendo os filmes ‘X-Men’, apresentamos um plano sobre onde a franquia deveria ir. A Fox escolheu outro caminho. Eu não fiquei surpresa quando ele manteve a estética nos filmes da Marvel, unindo tudo e fazendo planos a cada cinco anos”, disse Donner para a revista Vanity Fair. Além da franquia principal, o universo cinematográfico dos “X-Men” inclui personagens e filmes como “Deadpool”, “Novos Mutantes”, “Gambit”, “X-Force”, entre outros. As primeiras notícias sobre a negociação entre Disney e Fox surgiram em novembro e, apesar de nada ter sido oficializado, informações mais recentes dizem que o acordo pode sair antes do final do ano. Se isso realmente acontecer, os filmes dos “X-Men”, além do “Quarteto Fantástico”, voltarão ao controle da Marvel. E já chama atenção a decisão da editora de resgatar os quadrinhos dos “Novos Mutantes”, na véspera do lançamento do filme dos heróis, contrariando a política até então vigente de não ajudar a divulgar os lançamentos de cinema da Fox.

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  • Série

    Continuação de Novos Mutantes pode se passar no Brasil

    8 de dezembro de 2017 /

    O diretor Josh Boone aproveitou sua participação na Comic Con Experience para compartilhar planos de rodar a continuação de “Novos Mutantes” no Brasil. “Acho que vamos filmar a segunda parte por aqui. O que vocês pensam disso?”, ele disse, durante bate-papo com o público. Há razões para isto acontecer. Uma das primeiras aventuras dos quadrinhos dos Novos Mutantes se passou na Amazônia. Além disso, o elenco destaca dois atores brasileiros. E um deles interpreta o primeiro super-herói brasileiro da Marvel, o mutante Mancha Solar, que é um dos principais integrantes do grupo de heróis adolescentes do filme. Por sinal, Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) e Alice Braga (série “Queen of the South”) estiveram presentes durante o painel. Zaga, inclusive, adiantou que falará gírias em português no filme, “com sotaque carioca”. Já Alice Braga confirmou que a sua personagem, a médica Dra. Cecilia Reyes, será mentora do grupo – o que não acontece nos quadrinhos. E Boone reforçou que a produção tem clima deliberado de terror. Há indicações de que a trama segue uma história clássica dos Novos Mutantes, envolvendo uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nas publicações da Marvel, ele assombra Danielle Moonstar, a Miragem, vivida no filme por Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”). Os demais integrantes do elenco são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil e Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (a irmã do X-Men Colossus). A estreia está prevista para abril de 2018.

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  • Filme

    Sophie Turner é destaque nas primeiras fotos de X-Men: Fênix Negra

    7 de dezembro de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly publicou as primeiras fotos de divulgação de “X-Men: Fênix Negra”, que destacam a atriz Sophie Turner (série “Game of Thrones”). Ela aparece na capa da publicação e em duas imagens, numa delas envolta pelos efeitos visuais que manifestam os poderes de Fênix de sua personagem. O filme vai narrar pela segunda vez no cinema a história da transformação de Jean Grey (personagem de Turner) na Fênix Negra, uma entidade superpoderosa que é capaz de destruir mundos. Ironicamente, a nova versão foi escrita pelo mesmo roteirista que assinou a primeira versão, em “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia. Desta vez, Simon Kinberg também é responsável pela direção, em sua estreia na função – ele aparece numa das imagens, ao lado de Michael Fassbender. As fotos ainda apresentam pela primeira vez o visual da personagem de Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”) – que se especula ser a Imperatriz Lilandra Neramani, líder da raça alienígena shi’ar. E há naves espaciais, apontando a inclinação sci-fi do novo capítulo da franquia mutante – mais próximo da história original de Chris Claremont, “A Saga da Fênix Negra”, publicada pela Marvel em 1980. O elenco mantém os intérpretes de “X-Men: Apocalipse”, Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Sophie Turner (Jean Grey/Fênix), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope) e Kodi Smit-McPhee (Noturno), e a estreia está marcada para novembro de 2018.

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