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    Lançamento da Paramount+ é golpe letal na janela cinematográfica

    27 de fevereiro de 2021 /

    O lançamento da Paramount+ na próxima quinta (4/3) representa mais uma pedra a atingir a janela de exibição cinematográfica. A perda de arrecadação nos cinemas, devido a pandemia de coronavírus, encorajou os estúdios a quebrar seu velho pacto firmado com os exibidores. Até o ano passado, os filmes ficavam em cartaz por 90 dias antes de aparecerem em outras mídias. Antigamente, este era o tempo que demorava para um filme sair em vídeo. O início da era digital manteve inalterada essa “reserva de mercado”. Até a chegada da pandemia, que coincidiu com o lançamento de vários serviços de streaming e uma nova realidade financeira, em que os exibidores perderam poder de pressão, enfraquecidos pelo fechamentos de suas salas e restrições causadas pela covid-19. Quando a Universal ousou lançar “Trolls 2” direto em VOD, no começo da pandemia, donos das maiores redes de cinema dos EUA subiram o tom e ameaçaram boicotar os filmes do estúdio. Mas isso foi quando muitos achavam que pandemia ia durar dois meses. Um ano depois, o tom dos exibidores é completamente diferente. Por conta da mudança de ânimos, o anúncio dos novos planos da Paramount para deixar seus filmes em cartaz por apenas 45 dias, cortando a janela pela metade, antes de lançá-los em sua plataforma de streaming, foi recebido com resignação, porque é mais generoso do que Hollywood tem sido neste momento de crise financeira dos cinemas. A ideia da Paramount é acelerar a chegada ao streaming de seus blockbusters, como “Missão: Impossível 7”, “Top Gun: Maverick” e “Um Lugar Silencioso 2”, para atrair assinantes para seu serviço, que passaria a ter exclusividade digital dos títulos. A iniciativa ocorre após a Universal encolher sua janela para apenas 17 dias (três fins de semana), após a Warner acabar completamente com a janela ao lançar filmes simultaneamente nos cinemas e streaming, e após a Disney deixar os cinemas sem vários de seus lançamentos. Mas enquanto Universal, Warner e Disney justificam suas ações com a necessidade de fazer caixa na pandemia, afirmando que se tratava de medida provisória, a Paramount é o primeiro estúdio a afirmar que sua nova janela é permanente. Durante o anúncio da programação da Paramount+, o conglomerado ViacomCBS afirmou que pretende lançar suas novas produções na plataforma com esta janela mesmo após a pandemia, deixando filmes menores em cartaz por 30 dias e os blockbusters por 45. Este é um modelo que será implantado para sempre. A decisão deixa claro que os cinemas nunca mais serão os mesmos depois da pandemia e do streaming.

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    Os Croods 2 passa de US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais

    21 de fevereiro de 2021 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve o 1º lugar das bilheterias dos EUA e Canadá, após recuperar o topo na semana passada – e isto foi dois meses após seu lançamento. A posição de destaque marca a quinta semana de liderança do filme, que está há 13 semanas em cartaz e já se encontra disponível na casa dos espectadores norte-americanos, via VOD. Graças à sua longevidade no ranking, a produção da DreamWorks Animation/Universal Pìctures ultrapassou os US$ 50 milhões de arrecadação doméstica e se encontra próximo de virar o filme de maior bilheteria da pandemia na América do Norte, recorde atualmente detido por “Tenet”, que fez US$ 57,9 milhões logo que os cinemas reabriram em agosto passado – período em que havia mais salas funcionando que agora. Entre sexta e domingo, “Os Croods 2” faturou US$ 1,7 milhão de ingressos vendidos em 1,9 mil salas dos EUA e Canadá. Mas ainda não começou a contar as bilheterias de muitos países, em que ainda não estreou. No Brasil, o lançamento está marcado apenas para 25 de março. No mundo inteiro, a Universal já contabilizou o dobro dos valores norte-americanos. O filme fez mais que US$ 100 milhões no mercado internacional, levando seu total a superar os US$ 150 milhões mundiais. Se este desempenho é festejado pelo estúdio, Hollywood inteira olha incrédula para as notícias que vem da China, onde filmes estão rendendo mais por dia que “Os Croods 2” faturaram até agora. Encabeça por blockbusters locais, como “Detective Chinatown 3”, “Hi, Mom” e “A Writer’s Odyssey”, a bilheteria chinesa somou nada menos que US$ 1,2 bilhão de arrecadação no atual feriado do Ano Novo Lunar.

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    Filme chinês bate recorde de estreia de Vingadores: Ultimato

    14 de fevereiro de 2021 /

    Lançado neste fim de semana na China, o filme “Detetive Chinatown 3” quebrou um recorde que pertencia a “Vingadores: Ultimato”. Após três dias de exibição com uma bilheteria doméstica de US$ 393 milhões, ele superou com folga a arrecadação de estreia do filme da Marvel/Disney, que fez US$ 356 milhões em seus primeiros três dias na América do Norte (EUA e Canadá). “Detetive Chinatown 3” detém agora o recorde de maior estreia doméstica (no país de origem) de todos os tempos. O montante é especialmente assombroso tendo em vista os números atuais do mercado americano – “Os Croods 2” liderou as bilheterias deste fim de semana nos EUA com cerca de meio por cento (0,5%) do arrecadado pelo blockbuster chinês. O resultado também chama atenção porque, supostamente, os cinemas chineses ainda estariam sujeitos à restrições, com limites para vendas de ingressos e assentos desativados para manter distanciamento social. De todo modo, dois fatores contribuíram para o sucesso da comédia da Wanda Pictures. Para começar, sexta-feira (12/2) foi o primeiro dia do feriadão do Ano Novo Lunar, que dura 15 dias na China. Este período costuma render tradicionalmente as maiores bilheterias do país – e, tudo indica, o costume do público de aproveitar a data para ir ao cinema não foi afetado pela pandemia. Além disso, havia muita expectativa em torno do lançamento. “Detetive Chinatown 3” faz parte de uma franquia muito popular e deveria ter estreado no Ano Novo passado. Sua estreia foi adiada por 12 meses pela pandemia de coronavírus, deixando o público ainda mais ansioso por sua exibição. Filmado em sua totalidade com câmeras Imax, o longo ainda quebrou o recorde chinês de estreia no formato, faturando US$ 23,5 milhões em salas equipadas para a projeção Imax. “Suspeitamos que nossos fãs compareceriam ao Ano Novo chinês em grande estilo, mas esses retornos iniciais destruíram até mesmo nossas projeções mais otimistas”, disse o CEO da Imax, Rich Gelfond, em um comunicado. Assim como os dois primeiros filmes da franquia, “Detetive Chinatown 3” foi escrito e dirigido por Chen Sicheng, e estrelado por Wang Baoqiang e Liu Haoran como dois detetives trapalhões, agora em luta contra o crime no Japão. O “Detetive Chinatown” original, ambientado em Bangcoc, na Tailândia, arrecadou US$ 126 milhões em 2016. A sequência mudou a ação para Nova York e cresceu consideravelmente sua arrecadação, com US$ 563 milhões durante o Ano Novo chinês de 2018. O terceiro longo se passa em Tóquio e inclui em seu elenco o ator japonês Tadanobu Asano (“O Guerreiro Genghis Khan”) e o astro de ação tailandês Tony Jaa (“Monster Hunter”). Veja o trailer de “Detetive Chinatown 3” abaixo.

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    Os Croods 2 volta a liderar bilheterias dos EUA após dois meses

    14 de fevereiro de 2021 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” realizou um feito que não se via nas bilheterias da América do Norte desde os anos 1980. O filme da DreamWorks Animation/Universal Pictures voltou a vender mais ingressos que qualquer outro em sua 12ª semana em cartaz, reassumindo o 1º lugar. Lançado em novembro do ano passado, “Os Croods” tinha liderado originalmente as bilheterias por cinco fins de semanas, até 13 de dezembro. A reviravolta deste domingo (14/2) marca a primeira vez que o título aparece no topo do ranking em 2021. E isto acontece dois meses após perder a liderança e ficar disponível em VOD (aluguel digital) nos EUA. Para assumir o topo, a animação enfrentou três estreias. Mas eram títulos de circuito limitado, como “Judas e o Messias Negro”, de Shaka King, “Land”, a estreia da atriz Robin Wright na direção, e “The Mauritanian”, do veterano Kevin Macdonald, que chegaram aos cinemas como estratégia de campanhas por indicações ao Oscar. Além disso, “Judas e o Messias Negro” ainda foi disponibilizado simultaneamente na HBO Max. Isto explica porque, do ponto de vista tradicional, “Os Croods” conseguiu liderar com uma arrecadação baixa. Na verdade, seu faturamento foi típico de um filme que está a 12 semanas em cartaz: US$ 2 milhões (chegando a US$ 2,7 milhões com o fim de semana ampliado pelo feriado do Dia do Presidente nos EUA). O fato desse montante lhe render o 1º lugar se deve, além da falta de entusiasmo com as estreias, à queda generalizada das bilheterias devido ao coronavírus e também a um elemento de força maior: os EUA foram atingidos por uma forte tempestade de neve, que trancou as pessoas em suas casas durante o fim de semana. As vendas de “Os Croods 2” se concentraram nas regiões mais quentes do sul dos EUA, como opção de passatempo para famílias no feriadão. Ainda inédito no Brasil, “Os Croods 2” já arrecadou US$ 48,9 milhões na América do Norte e ultrapassou os US$ 150 milhões mundiais. O lançamento por aqui só vai acontecer em 25 de março.

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    Disney+ já tem 95 milhões de assinantes em todo o mundo

    11 de fevereiro de 2021 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) atingiu 94,9 milhões de assinantes em todo o mundo em 2 de janeiro de 2021, anunciou a empresa em comunicado ao mercado nesta quinta (11/2). Os números demonstram que o serviço conquistou mais de 8 milhões de inscritos em apenas um mês, levando em consideração que no começo de dezembro a plataforma tinha 86,8 milhões de assinantes pagos. Alguns lançamentos exclusivos ajudam a explicar esse crescimento contínuo de assinantes. Em dezembro, a plataforma disponibilizaou a animação “Soul”, da Pixar, que ganhou projeção internacional. Além disso, o serviço de streaming exibiu os últimos episódios de “The Mandalorian” (The Mandalorian), seu maior sucesso. Além disso, o serviço de streaming chegou ao Brasil e outros países da América Latina em novembro de 2020. Os números devem subir ainda mais no próximo levantamento, quando comemorará oficialmente a superação dos 100 milhões de clientes, atraídos por “WandaVision”, que só estreou após o fechamento do atual relatório. Vale lembrar que, em seu lançamento em novembro de 2019, a empresa calculava conquistar no máximo 90 milhões de assinantes em quatro anos. O montante foi ultrapassado após apenas um ano e dois meses. Por conta disso, a projeção agora é para 250 milhões até setembro de 2024. O que deve acontecer com uma injeção vitaminada de novos conteúdos, especialmente séries derivadas de “Star Wars” e do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), além de uma prioridade total ao streaming entre as produção da Disney.

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    Jeff Bezos vai deixar comando da Amazon após lucro recorde

    2 de fevereiro de 2021 /

    A Amazon anunciou que seu fundador Jeff Bezos deixará o cargo de CEO no terceiro trimestre de 2021, assumindo uma nova função como presidente executivo. Andy Jassy, ​​atualmente CEO da Amazon Web Services (AWS), plataforma de serviços de computação em nuvem da empresa, será o novo CEO da gigante do comércio eletrônico. O anúncio desta terça (2/2) foi acompanhado pelo relatório de explosão dos lucros da Amazon no quarto trimestre de 2020, seu maior trimestre de receita e lucro líquido de todos os tempos. Em comunicado, Bezos disse que era um “momento ideal” para a transição do CEO, porque a Amazon está “no seu estado mais criativo de todos os tempos”. O executivo de 57 anos, uma das pessoas mais ricas do mundo, com um patrimônio líquido atual de cerca de US$ 197 bilhões, fundou a Amazon.com como uma livraria online em 1994 e dirige a empresa desde então. “A Amazon é o que é por causa da invenção”, disse Bezos no texto que anunciou a transição. “Quando você olha para nossos resultados financeiros, o que você realmente vê são os resultados cumulativos de longo prazo da invenção. Neste momento, vejo a Amazon no seu estado mais criativo de todos os tempos, o que faz deste um momento ideal para esta transição. ” O executivo descreveu as “coisas malucas” que a Amazon transformou em “normais”. “Fomos pioneiros em análises de clientes, 1-Click, recomendações personalizadas, remessa incrivelmente rápida do Prime, compras Just Walk Out, Climate Pledge, Kindle, Alexa, marketplace, infraestrutura de computação em nuvem, Career Choice e muito mais. Se você fizer isso direito, alguns anos depois de uma invenção surpreendente, as novidades se tornam normais. Pessoas bocejam. E esse bocejo é o maior elogio que um inventor pode receber”, continuou Bezos. O ​​substituto de Bezos como executivo-chefe, Andy Jassy, ingressou na Amazon em 1997 como gerente de marketing. Jassy formou a AWS em 2003 e a Amazon o promoveu de SVP a CEO do setor em 2016. Sob a liderança de Jassy, ​​a AWS experimentou um crescimento massivo – e lucratividade massiva. No quarto trimestre, a AWS teve US$ 12,7 bilhões em receita (aumento de 28%) e receita operacional de US$ 3,6 bilhões (aumento de 37%). A unidade de serviços e infraestrutura web teve uma margem operacional de 30% para 2020, em comparação com a margem operacional de 5,9% para a empresa como um todo. No geral, a Amazon continuou a aproveitar os ventos favoráveis ​​do coronavírus no quarto trimestre, historicamente o maior trimestre do varejista eletrônico graças às compras de fim de ano. As vendas aumentaram 44%, para impressionantes US$ 125,6 bilhões no quarto trimestre, e o lucro líquido da empresa mais que dobrou ano a ano, para US $ 7,2 bilhões. Isso se traduziu em ganhos de US$ 14,09 por ação diluída – esmagando completamente as expectativas de Wall Street. Os analistas, em média, esperavam que a Amazon postasse US$ 119,7 bilhões em receita e lucro por ação de $ 7,23 para o trimestre final do ano de 2020, de acordo com a Refinitiv. Enquanto isso, durante o trimestre, a Amazon Studios anunciou acordos para diversas séries e filmes novos do setor Prime Video, incluindo a esperada comédia de Eddie Murphy “Um Príncipe em Nova York 2”, com estreia marcada para março. Além disso, os dispositivos Fire TV, da Amazon, agora alcançam mais de 50 milhões de usuários ativos mensais em todo o mundo. A empresa também conseguiu novos acordos de conteúdo com provedores de streaming premium, incluindo HBO Max, Discovery Plus e Xfinity nos Estados Unidos, bem como Now TV no Reino Unido, Canal Plus na França e Disney Plus no México e no Brasil.

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    Mulher-Maravilha 1984 tem audiência recorde em streaming nos EUA

    29 de janeiro de 2021 /

    Recém-lançada em VOD no Brasil, “Mulher-Maravilha 1984” teve um impacto grandioso em streaming nos EUA, onde foi lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max. Embora nenhum número tenha sido divulgado oficialmente pela WarnerMedia, após um mês de exibição os primeiros resultados de auditorias independentes começam a vir à tona. Uma pesquisa de público da empresa de pesquisas Screen Engine/ASI descobriu que o filme teve a maior semana de estreia de qualquer filme disponibilizado em plataformas digitais nos EUA em 2020, superando a concorrência direta de “Soul”, animação da Pixar que chegou na Disney+ (Disney Plus) no mesmo dia. A estreia norte-americana aconteceu no Natal e muitas famílias teriam aproveitado o feriado para assistir ao longa da Warner. Quanto a números, a consultoria Nielsen apresentou um relatório contundente, que celebra o recorde de “Mulher-Maravilha 1984” como a maior estreia de filme já medida pelo serviço. Segundo a Nielsen, na semana de 21 a 27 de dezembro, os usuários da HBO Max gastaram 2,25 bilhões de minutos assistindo ao filme da super-heroína. Isso é equivalente a cerca de 14,9 milhões de reproduções completas do filme de 151 minutos. É também 580 milhões de minutos a mais que “Soul” (1,67 bilhões de minutos). Em apenas uma semana. Mesmo assim, não se trata da audiência completa, porque só contabiliza filmes assistidos em aparelhos de TV – deixando de fora computadores, tablets e celulares. Após o lançamento do filme, a HBO Max chegou a comemorar o desempenho, sem revelar muitos detalhes. Entre as afirmações, o serviço disse que metade de seus assinantes assistiram ao longa. A informação é complementada pelo relatório da Screen Engine, que indica que a plataforma aumentou seu número de assinantes em 20% na semana de estreia de “Mulher-Maravilha 1984”. Diante desses revelações, a HBO Max divulgou novo comunicado nesta sexta (29/1), reverberando o bom desempenho. “O impacto da ‘Mulher Maravilha 1984’ na HBO Max não pode ser subestimado”, disse o vice-presidente executivo e gerente geral da plataforma, Andy Forssell. “Como mostram os dados da Nielsen, foi um grande presente de Natal para o consumidor no momento em que ele queria e precisava. Essa parceria com a Warner Bros. é claro que continua ao longo deste ano, mas começou com a chegada da ‘Mulher Maravilha’ no dia de Natal com grande sucesso. ” A Warner, que já tinha definido a estratégia de lançar seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas e na HBO Max, aperfeiçoou o plano assim que percebeu esse “grande sucesso”, adiantando estreias, enquanto todos os estúdios atrasaram suas títulos para fugir das salas vazias, devido à pandemia de coronavírus. O adiantamento, porém, visa cobrir “buracos” na programação de streaming, de forma a ter pelo menos um grande lançamento de cinema na HBO Max durante todos os meses do ano.

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    Na Mira do Perigo, com Liam Neeson, lidera bilheterias dos EUA pela segunda semana

    24 de janeiro de 2021 /

    Liam Neeson é o campeão da ação da pandemia. Ele já tinha liderado as bilheterias por duas semanas em outubro com “Legado Explosivo” e agora domina janeiro com “Na Mira do Perigo”, que chega à sua segunda semana no topo da arrecadação da América do Norte. O faturamento, porém, é baixo. A produção da Open Road rendeu US$ 2,03 milhões no fim de semana, o que totaliza US$ 6,09 milhões em dez dias. Este desempenho fraquíssimo reflete as bilheterias minguadas dos últimos dias, quando nem filmes de grandes orçamentos como “Mulher-Maravilha 2020” (lançada simultaneamente em streaming) e “Monster Hunter” (lançado exclusivamente nos cinemas) tiveram boas arrecadações. Com cerca de um mês em cartaz, “Mulher-Maravilha 2020” fez US$ 35 milhões e “Monster Hunter” US$ 10 milhões nos EUA e Canadá. Apenas a Universal está festejando a temporada. Não apenas por “Croods 2: Uma Nova Era” continuar em 2º lugar nas bilheterias e já somar US$ 41 milhões no mercado doméstico, mas porque este filme e outros relativos sucessos da temporada foram disponibilizados em PVOD (locação digital premium), onde lideram o ranking como os mais alugados, rendendo mais dinheiro para o estúdio que nos cinemas. A conta é simples e todos os grandes estúdios já a fizeram, o que explica os recentes adiamentos anunciados por Sony, Disney, Paramount e MGM. Até a Universal, que venceu a disputa histórica com os exibidores para diminuir a janela de exclusividade para lançamentos nos cinemas (faturando com o PVOD), também teve títulos adiados. Apesar do começo da vacinação, ainda vai demorar para a situação se normalizar e o impacto contínuo da pandemia de coronavírus tende a piorar cada vez mais as finanças dos donos de cinema. A expectativa de quebra-quebra só aumentou com o novo recuo dos estúdios, que desistiram de fazer lançamentos de impacto no primeiro semestre de 2021. O pior é que um novo ciclo de adiamentos não está descartado.

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    Netflix elogia desempenho da Disney+ e celebra nova rivalidade

    20 de janeiro de 2021 /

    Além de celebrar uma marca histórica de assinantes mundiais, o ponto alto da apresentação de terça (20/1) da Netflix para investidores do mercado americano foi o reconhecimento da competição da Disney+ (Disney Plus). Apesar do avanço internacional da plataforma da Disney, a Netflix adicionou 8,5 milhões de assinantes no último trimestre e 37 milhões em 2020, bem acima das previsões, e com isso chegou a 203,7 milhões de assinantes mundiais. Ao mesmo tempo, a Disney+ atingiu 86,8 milhões, um crescimento recorde em apenas 14 meses, considerando seu lançamento em novembro de 2019. “É superimpressionante o que a Disney fez”, disse o fundador e co-CEO da Netflix, Reed Hastings, durante a apresentação. “E isso é ótimo. Mostra que os assinantes estão interessados ​​e dispostos a pagar mais por mais conteúdo porque estão famintos por ótimas histórias. E a Disney tem ótimas histórias”, continuou. “Isso nos deixa entusiasmados para aumentar nossas assinaturas, aumentar nosso orçamento de conteúdo e será ótimo para o mundo ver a Disney e a Netflix competirem série a série e filme a filme. Estamos muito entusiasmados em alcançá-los na área de animação infantil – talvez eventualmente até ultrapassá-los, veremos, temos um longo caminho a percorrer só para chegar onde eles estão – e manter nossa liderança no entretenimento geral, o que é muito estimulante”. Hastings citou um exemplo de sua liderança, ao destacar o desempenho da série estreante “Bridgerton”, “que eu não acho que você vai ver na Disney tão cedo”. A referência de Hastings a “Bridgerton” tem vários sentidos. A série tem cenas de sexo, que a Disney+ não permitiria, e foi criada pela empresa da produtora Shonda Rhimes, que deixou a ABC, rede televisiva de propriedade da Disney, onde lançou “Grey’s Anatomy” e outras séries, em troca de um contrato milionário com a Netflix. Primeiro programa desse acordo, “Bridgerton” teria sido assistido por 63 milhões de famílias nos primeiros 28 dias, classificando-se como o 5º maior lançamento de série original da Netflix em todos os tempos. Vale apenas reparar que os números do público de “Bridgerton” são projeções – a série ainda não completou 28 dias no ar – e a Netflix considera que uma família inteira viu uma temporada completa de série se algum morador da casa assinante der play por dois minutos num episódio.

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    Nova versão da plataforma Paramount+ será lançada em março nos EUA e América Latina

    19 de janeiro de 2021 /

    A ViacomCBS marcou a data de lançamento do serviço de streaming Paramount+. A plataforma assumirá o lugar da CBS All Access nos EUA, numa troca de identidade que também inclui aumento de conteúdo. Além disso, o serviço será vitaminado nos lugares em que já existe com este nome. No Brasil, por exemplo, será um relançamento. A plataforma já existe como Paramount Mais no país, mas tem recebido poucas atualizações. A nova Paramount+ entrará no ar simultaneamente nos EUA, Canadá e na América Latina em 4 de março, nos países nórdicos em 25 de março e na Austrália em meados do ano. Além de anunciar a data, a ViacomCBS marcou uma apresentação geral da nova versão da plataforma para 24 de fevereiro, onde apresentará seus planos gerais de streaming, tanto para a Paramount+, quanto para a Pluto TV e o serviço da TV paga Showtime (que pode ser absorvido pela Paramount+). A Paramount+ terá a árdua missão de ingressar por último em um campo lotado, na disputa do público mundial de streaming, mas o atraso reflete a demora na conclusão das negociações de fusão entre as empresas sócios Viacom e CBS, concluída apenas em dezembro de 2019. Para completar, a ViacomCBS não priorizou sua plataforma ao agendar suas produções de conteúdo, diferenciando-se da Disney, da WarnerMedia e da NBCUniversal por ser generosa com terceiros. Esta generosidade inclui negociações de filmes da Paramount com rivais, como Netflix, Amazon, Hulu e Apple TV+, além de títulos de seu catálogo, como “South Park”, que foi para a HBO Max (da Warner), a série campeã de audiência “Yellowstone” e os filmes de “O Poderoso Chefão”, adquiridos pela Peacock (da NBCU). Séries novas, como “Star Trek: Discovery” e “Star Trek: Picard”, também foram despachadas para rivais no mercado internacional, respectivamente Netflix e Amazon. Ainda assim, o portfólio da ViacomCBS combina uma variedade de ativos premium que tornam a Paramount+ bastante atrativa, contando com o acervo grandioso de cinema da Paramount e de séries dos estúdios CBS, MTV, Nickelodeon, Comedy Central e outros. Resta conferir o que realmente formará o catálogo de seu lançamento.

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    Netflix supera 200 milhões de assinantes em meio à pandemia

    19 de janeiro de 2021 /

    A Netflix superou as expectativas do mercado ao atingir mais de 200 milhões de assinantes em meio à pandemia. O número foi alcançado com a conquista de 8,5 milhões de assinaturas durante o quarto trimestre de 2020. O crescimento aconteceu num período de acirramento da competição, durante a expansão internacional da Disney+ (Disney Plus) e da chegada da HBO Max e da Peacock ao público consumidor dos EUA, o que demonstra que a plataforma pioneira não se enfraqueceu com a chegada dos rivais, terminando o ano com quase 204 milhões de assinantes globais. A conclusão dos analistas é que a pandemia se provou uma força mais poderosa do que a ameaça dos novos serviços. As quarentenas em todo o mundo ajudaram a aumentar significativamente as inscrições de streaming e a Netflix se beneficiou do boom geral da indústria, adicionando mais de 36 milhões de assinantes durante todo o ano passado. Embora a maioria dos novos assinantes tenha vindo durante o primeiro semestre de 2020, os investidores de Wall Street esperavam que a Netflix conquistasse mais 6 milhões no trimestre final, mas foram surpreendidos com a adição de 8,5 milhões. A plataforma geralmente tem um bom desempenho durante os últimos três meses do ano, quando lança sua programação mais esperada. O trimestre mais recente não foi exceção, graças à 4ª temporada de “The Crown” e ao sucesso de novas produções, como “O Gambito da Rainha” e “Bridgerton”. A Netflix disse que as duas últimas séries entraram na lista dos títulos mais assistidos de sua história. Apesar do desempenho impressionante, a empresa está se aproximando do ponto de saturação. A oferta de assinaturas praticamente esgotou seu mercado potencial nos Estados Unidos, onde a plataforma recentemente aumentou seus preços. Por conta disso, sua estratégia passou a privilegiar mercados onde seu serviço não está tão consolidado. Ao apresentar seus resultados trimestrais, a empresa revelou que 83% de seus novos assinantes de 2020 vieram de fora dos EUA e Canadá. Durante o quarto trimestre, a maior quantidade de assinantes novos veio da Europa, Oriente Médio e África. Já o público da América do Norte cresceu em apenas 860 mil durante esse período. O sucesso internacional permitirá à Netflix passar 2021 sem pedir financiamento bancário pela primeira vez para suas operações do dia-a-dia. Além disso, a empresa afirmou esperar ter fluxo de caixa positivo em 2021, após anos operando no vermelho – isto é, gastando mais para produzir conteúdo do que a receita vinda de suas assinaturas. A notícia ajudou a impulsionar as ações da Netflix, que fecharam nesta terça-feira (19/1) com alta de mais de 10% após o expediente na Nasdaq. A Netflix obteve receita de US$ 6,6 bilhões durante o trimestre, em linha com as previsões dos analistas, e relatou lucros de US$ 1,19 por ação.

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    Na Mira do Perigo: Novo filme de ação de Liam Neeson lidera bilheterias nos EUA

    17 de janeiro de 2021 /

    “Na Mira do Perigo” (The Marksman), novo thriller de ação de Liam Neeson, liderou a bilheteria do fim de semana na América do Norte, onde 60% de todos os cinemas estão fechados. A produção da Open Road, que tem estreia marcada para 18 de fevereiro no Brasil, foi o segundo filme de Neeson lançado durante a pandemia. O anterior, “Legado Explosivo”, também abriu em 1º lugar em outubro passado. Curiosamente, ambos foram rejeitados pela crítica. “Na Mira do Perigo” conquistou apenas 33% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. O chefe da Open Road, Tom Ortenberg, comemorou os US$ 3,2 milhões arrecadados pelo longa entre sexta e domingo (17/1), dizendo em comunicado que “é uma verdade universal que mesmo em um mercado deprimido existem oportunidades”. “Como ‘Legado Explosivo’, ‘Na Mira do Perigo’ preencheu uma lacuna no mercado. São distribuidores de médio porte como nós que conseguem preencher o vazio e atender às necessidades. Há uma grande sede de produto entre os consumidores e a oportunidade está aí. A competição é leve e podemos comercializar e distribuir filmes por menos dinheiro”. A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era”, da Universal/DreamWorks Animation, ficou com o 2º lugar, somando mais US$ 2 milhões para atingir US$ 40,1 milhões após oito fins de semana em cartaz. O desempenho é considerado um sucesso não apenas devido à pandemia, mas principalmente porque o filme já está disponível em PVOD (locação digital premium) nos EUA há quatro semanas. A boa arrecadação de “Os Croods 2” é, na verdade, mundial. Antes mesmo de estrear no Brasil, o desenho já somou US$ 134,8 milhões em todo o mundo. O lançamento nacional só vai acontecer em 25 de março. O Top 3 norte-americano provavelmente se completa com “Mulher-Maravilha 1984”, mas os valores dos ingressos vendidos ainda não foram divulgados pela Warner. O site Box Office Mojo especula que o filme tenha arrecadado US$ 1,9 milhão no fim de semana, elevando seu montante para US$ 36 milhões nos EUA e Canadá desde seu lançamento em 25 de dezembro. Em todo mundo, seriam US$ 135 milhões, bem menos que os cerca de US$ 200 milhões gastos na filmagem. Mas a Warner já anunciou uma continuação, dizendo-se feliz com o resultado do lançamento simultâneo em streaming. A heroína da DC Comics atraiu muitos assinantes novos para a HBO Max, mas esses números também estão sendo mantidos em segredo pela empresa.

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    Comercial da HBO Max torna filmes inéditos da Warner em atrações de streaming

    17 de janeiro de 2021 /

    A HBO Max divulgou um novo comercial, para atrair assinantes para a plataforma, que celebra a programação completa de filmes da Warner Bros. em 2021 como títulos que irá lançar em streaming, simultaneamente aos cinemas nos EUA – e em outros países em que começará a operar neste ano. A decisão polêmica da WarnerMedia azedou as relações do estúdio com os profissionais de cinema e vai cobrar um preço muito maior que os executivos da empresa imaginavam. Neste momento, a Warner realiza reuniões atrás de reuniões com os produtores dos filmes afetados, que não foram avisados antecipadamente sobre esta estratégia. E vai precisar compensar financeiramente todos os parceiros que possuem cláusulas de divisão de lucro de bilheterias pela iniciativa unilateral. Cineastas como Christopher Nolan e M. Night Shyamalan já falaram mal do estúdio publicamente. Nolan chegou a batizar a HBO Max de “pior serviço de streaming” do mundo e sugerir que a Warner traiu o cinema. Mas os cinemas estão inviabilizados pela pandemia de coronavírus. A Warner teria avaliado que 2021 será igual ou pior que 2020, com mais salas fechadas e bilheterias irrisórias. Diante da decisão de adiar tudo para 2022 ou lançar em streaming, optou pela segunda opção e manteve aberta a possibilidade de exibir os filmes nos cinemas que estiverem funcionando. Alguns filmes são caríssimos, como demonstram as primeiras cenas de “Godzilla vs. Kong” e as imagens inéditas de “O Esquadrão Suicida” exibidas no comercial. A lista também inclui “Duna”, “Mortal Kombat” e até “Matrix 4”, num total de 17 títulos previstos para 2021. “Estamos vivendo em uma época sem precedentes que exige soluções criativas, incluindo esta nova iniciativa para a Warner Bros. Pictures Group”, disse a presidente da WarnerMedia Studios, Ann Sarnoff, em comunicado. “Ninguém deseja mais que nós que os filmes voltem às telas grandes. Sabemos que conteúdo inédito é a força vital da exibição cinematográfica, mas temos que equilibrar isso com a realidade de que a maioria dos cinemas nos Estados Unidos provavelmente operará com capacidade reduzida ao longo de 2021. Com esse plano exclusivo de um ano, podemos apoiar nossos parceiros de exibição com um fluxo constante de filmes de nível mundial, ao mesmo tempo que damos aos espectadores, que podem não ter acesso aos cinemas ou não estão prontos para voltar ao cinema, a chance de ver nossos incríveis filmes de 2021.” A WarnerMedia tem planos de expandir o alcance da HBO Max para a América Latina (e o Brasil) já no começo de 2021, de modo que muitos dos 17 títulos de cinema previstos para 2021 também poderão ser vistos simultaneamente em streaming no país.

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