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  • Música

    Supla é um capacho em novo clipe animado

    18 de agosto de 2023 /

    O cantor Supla soltou nesta sexta (18/8) um novo clipe de seu álbum “Punks de Boutique”. O vídeo traz uma animação do cartunista Leandro Franco, que também é roqueiro – do Asteroides Trio – , para a música “Eu Sou um Capacho”. A animação não é para crianças, embora Supla tenha brincado num teaser chamando os kids para ver o resultado. Assim como o clipe anterior “Transa Amarrada”, o trabalho embute uma temática BDSM, com cenas de fetiche, que refletem o teor da letra. Um detalhe curioso é que a voz feminina ouvida no final, dizendo “Esse é o meu capacho”, é da própria namorada do cantor, Nathalia Mastrobiso.   Carreira em alta O álbum “Punks de Boutique”, 18º da longa carreira do cantor, tem feito mais sucesso que os anteriores nas plataformas de música. Ele traz 12 canções, incluindo um cover punk rock de “As It Was”, hit de Harry Styles. Sete faixas já ganharam clipes, com destaque para “Eu Não Sou Poeta”, cujo vídeo lançado em abril já alcançou mais de 1,3 milhões de visualizações no YouTube.

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  • Música

    Supla lança clipe com temática BDSM

    26 de julho de 2023 /

    O cantor Supla, conhecido por sua irreverência e estilo punk, lançou nesta quarta-feira (26/7) o videoclipe da música “Transa Amarrada”, que faz parte do álbum “Punks de Boutique”. O vídeo, que tem direção de Gabriela Greeb (do documentário “Hilda Hilst Pede Contato”), traz uma temática BDSM, com muitas cenas de fetiche, que refletem o teor da letra. Descrito pela assessoria de imprensa do artista como “um vídeo bem loko do Supla e dos Punks de Boutique”, a obra celebra práticas consensuais de dominação e submissão, que costumam render polêmica entre os não adeptos. Supla, entretanto, não se importa com possíveis controvérsias. “Adoramos ter feito esse trabalho e viva as fantasias sexuais. Que cada um tenha a sua e have fun”, declarou o cantor sobre a experiência vivida na gravação do clipe.   Carreira em alta O lançamento do clipe vem em um momento de alta na carreira de Supla. O cantor lançou recentemente o álbum “Punks de Boutique”, o 18º de sua carreira, que tem feito sucesso nas plataformas de música. O disco, que sucede “SuplaEgo” (2020), também ganhou uma versão em vinil com um disco vermelho, que tem agradado aos colecionadores. O álbum traz 12 canções inédita, incluindo um cover punk rock de “As It Was”, hit de Harry Styles. Entre as demais faixas, destaca-se “Eu Não Sou Poeta”, cujo vídeo lançado em abril já alcançou mais de 1,3 milhões de visualizações no YouTube.

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  • Etc

    Armie Hammer não enfrentará acusações de agressão sexual por falta de evidências

    31 de maio de 2023 /

    O escritório da promotoria de Los Angeles desistiu de levar adiante as acusações de agressão sexual contra Armie Hammer (“Me Chame Pelo Seu Nome”). Após uma longa investigação realizada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD), o escritório explicou por comunicado que não foi possível comprovar as alegações de estupro feitas contra o ator. Com o pronunciamento, o escritório ressaltou que os casos de agressão sexual são analisados rigorosamente. “Neste caso, os promotores conduziram uma revisão extremamente completa, mas determinaram que, neste momento, não há provas suficientes para acusar o Sr. Hammer de um crime”, esclareceram. Os promotores destacaram a complexidade do relacionamento entre ele e a acusadora como uma das justificativas para o arquivamento. A acusadora, identificada como Effie, procurou a polícia em fevereiro de 2021, alegando ter sido vítima de abusos físicos durante um relacionamento intermitente que durou quatro anos. Effie também afirmou ter sido violentamente estuprada por Hammer em 2017. No entanto, o ator negou todas as acusações feitas contra ele. Encorajadas pelas acusações de Effie, várias outras mulheres decidiram se pronunciar como vítimas dos comportamentos abusivos de Hammer. As acusações incluíam referências a canibalismo e fetiches BDSM (sigla para Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo). Com as declarações, foram compartilhadas imagens de conversas sinistras do ator com as mulheres que o acusaram. Em meio à polêmica, Hammer foi dispensado de sua agência, a reconhecida WME, e foi afastado das produções em que estava envolvido. Na época, ele estava envolvido nas filmagens do longa “Morte do Nilo” (2022). Devido aos altos custos para uma refilmagem, a Disney decidiu não cortá-lo do filme, mas ele não participou da divulgação e a produção foi seu último projeto desde então. Hammer deu sua primeira entrevista sobre a polêmica em fevereiro passado, após mais de um ano em silêncio. Durante a conversa com o boletim Air Mail, ele afirmou que todas as suas relações sexuais tiveram consentimento. O ator também revelou ter pensado em suicídio diante do escândalo. Negando qualquer envolvimento em atividades criminosas, ele criticou a cultura do cancelamento que o fez ser dispensado de vários projetos e encerrou sua carreira – até o momento. Em 2022, o Discovery+ lançou o documentário “House of Hammer” (Casa de Hammer, em tradução livre). Dividida em três partes, a série mergulhou nas acusações contra o ator e explorou o histórico escandaloso de sua família. No Brasil, a produção também está disponível na HBO Max.

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  • Música

    Pink e Channing Tatum dançam e compartilham fetiches em clipe passado nos anos 1950

    22 de novembro de 2017 /

    A cantora Pink divulgou o clipe de “Beautiful Trauma”, que conta com a participação do ator Channing Tatum (“Magic Mike”). Bem melhor que a música, o vídeo mostra a cantora e o ator como um casal típico dos anos 1950. Mas a vida não é perfeita. Ela se entope de antidepressivos, ele enche o tanque com álcool. E enquanto ela dá duro como dona de casa, ele sonha com pin-ups. Até que os fetiches saem literalmente do armário. Ao longo do vídeo, Tatum tem a chance de mostrar que é um ótimo dançarino, além de bom comediante. Mas o ponto alto são mesmo as cenas de fantasias sexuais, envolvendo crossdressing, bondage e sadomasoquismo light, mais para Betty Page que Christian Grey, com direito a uma terceira participante (a atriz e dançarina Nikki Tuazon) em traje de couro para apimentar o relacionamento. Bastante colorido e animado, o clipe tem direção e coreografia de Nick Florez e RJ Durell, que trabalharam juntos na série “Step It Up and Dance” e em diversos MTV Video Music Awards. A música dá título ao novo álbum de Pink, lançado em outubro, após a cantora passar cinco anos sem gravar – desde o disco “The Truth About Love”, de 2012.

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  • Filme

    Kiki – Os Segredos do Desejo diverte com fetiches sexuais

    29 de julho de 2017 /

    O desejo sexual assume formas e manifestações surpreendentes, inesperadas, bizarras. Em tempos de uma moral estreita e rígida, baseada na noção de normalidade, as variações sexuais eram chamadas de desvios sexuais e, claro, condenadas. A partir do momento em que se passou a estudá-las, para além dos julgamentos morais, elas ganharam um nome técnico: parafilias. Uma forma de desejar que está fora da expectativa ou da norma. Para vem do grego, significa “fora de” e filia se refere ao amor. Ainda implica um problema a ser resolvido, mas agora na esfera da saúde. É de diversidade que se trata, este um conceito mais aberto e contemporâneo. E quanta diversidade há neste mundo! Se você duvida, vá ver “Kiki – Os Segredos do Desejo”, uma boa comédia espanhola, que explora em seus personagens algumas formas de excitação pouco usuais, como o tesão por gente chorando, dormindo, ao sofrer a violência de um assalto, a atração por plantas ou por tocar em tecidos de seda, para chegar ao orgasmo. Também estão lá fetiches mais conhecidos, como o dos pés ou do ato de ser urinado, mas nomes como dacrifilia, sonofilia, hifefilia, harpaxofilia, convenhamos, não fazem parte do vocabulário cotidiano, nem dos especialistas da área da sexualidade. Ao potencializar o mais bizarro e exagerado ou, pelo menos, novidadeiro, o filme do diretor Paco León, remake espanhol do australiano “A Pequena Morte” (2014), consegue nos provocar mais e produzir risos. Quanto mais estranho, melhor, para comprovar a tese de que a diversidade é infinita e todas as formas existentes têm o direito de se expressar e de serem acolhidas na sociedade. Foi-se o tempo do pecado e da exclusão. Há que se celebrar essa diversidade toda e, como o filme acaba demonstrando, é possível conviver com isso numa boa e até se dar bem. Talvez não em todos os casos, há situações arriscadas, perigosas e ilegais. Mas sempre se pode dar um jeitinho de acomodar as coisas e simbolizar, em vez de concretizar. Fica até mais divertido. Há um detalhe a apontar. “Kiki” inclui personagens com deficiência de um modo muito positivo, nessa ciranda sexual, sem esforço para ser politicamente correto. Quando se veem todas as pessoas como seres humanos e como cidadãos plenos de direitos, tudo se torna mais adequado no tratamento das tramas. Para fazer humor, não é preciso atropelar direitos nem ofender pessoas ou categorias. Preconceito não tem graça. “Kiki” é inteligente, aberto e bem feito. Um vasto elenco de maioria bem jovem traz um frescor à narrativa, que torna o filme simpático e envolvente. O próprio diretor Paco León, que é também roteirista e ator do filme, tem apenas 42 anos e vem de uma família de artistas. Tem muito a nos oferecer pela frente.

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