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    Festival de Gramado reúne a indústria cinematográfica sob ataque de Bolsonaro

    16 de agosto de 2019 /

    O Festival de Gramado nasceu durante o boom do cinema brasileiro produzido na era de ouro da Embrafilme, sobreviveu à destruição daquela época pelo governo Collor, quando praticamente não foram lançados longas, e chega a sua 47ª edição nesta sexta (17/8) em meio a ataques do presidente Bolsonaro aos filmes feitos no país. A concentração da indústria cinematográfica na serra gaúcha, neste momento histórico, é garantia de repercussão. Os discursos de protestos são mais que esperados durante a abertura do evento às 18h, que apresentará “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, em sua primeira exibição no Brasil após vencer o prêmio do júri no Festival de Cannes. Kleber Mendonça Filho, como todos lembram, protestou contra o “golpe” sofrido por Dilma Rousseff com cartazes no tapete vermelho de Cannes em 2016, quando lançou “Aquarius”. E até hoje se fala disso. Bolsonaro fez tudo para acirrar os ânimos ao máximo com uma live na noite de quinta, afirmando que tinha barrado a liberação de incentivos para filmes de temática LGBTQIA+ e que já teria “degolado todo mundo” se as cabeças da Ancine “não tivessem mandato”, utilizando-se da linguagem violenta para ameaçar o órgão responsável pelo incentivo à produção do cinema brasileiro. Por conta do governo extremamente ideológico de Bolsonaro – um PT ao avesso – , a política deve roubar a cena dos próprios filmes no evento, que vai acontecer até o dia 24 de agosto. Ainda assim, há muitos filmes. Ao todo, 19 longas e 34 curtas. Entre os sete longa-metragens da mostra competitiva nacional incluem-se a cinebiografia “Hebe — A estrela do Brasil”, de Maurício Farias, com Andréa Beltrão na pele da famosa apresentadora da TV brasileira, a dramédia “Veneza”, de Miguel Falabella, que acompanha a viagem dos sonhos de uma cafetina à cidade italiana, e “O Homem Cordial”, de Iberê Carvalho, suspense no qual Paulo Miklos interpreta um cantor de rock envolvido na morte de um policial. Além disso, o festival também homenageará quatro personalidades: o ator Lázaro Ramos, a atriz e cineasta Carla Camurati, o ator argentino Leonardo Sbaraglia e o artista Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica. As homenagens serão acompanhadas pelos devidos discursos, alguns mais contundentes que outros. Confira abaixo a lista dos longas selecionados para as mostras competitivas do evento gaúcho. Filmes Brasileiros “Hebe – A Estrela do Brasil” (São Paulo) Direção: Maurício Farias “O Homem Cordial” (Distrito Federal) Direção: Iberê Carvalho “Pacarrete” (Ceará) Direção: Allan Deberton “Raia 4” (Rio Grande do Sul) Direção: Emiliano Cunha “Veneza” (Rio de Janeiro) Direção: Miguel Falabella “Vou Nadar Até Você” (São Paulo) Direção: Klaus Mitteldorf e Luciano Patrick “30 Anos Blues” (São Paulo) Direção: Andradina Azevedo e Dida Andrade Filmes Latino-Americanos “A Son of Man – La Maldición del Tesoro de Atahualpa” (Equador) Diretor: Jamaicanoproblem “Dos Fridas” (México e Costa Rica) Direção: Ishtar Yasin “El Despertar de las Hormigas” (Costa Rica) Direção: Antonella Sudasassi Furnis “En el Pozo” (Uruguai) Direção: Bernardo e Rafael Antonaccio “La Forma de las Horas” (Argentina) Direção: Paula de Luque “Muralla” (Bolívia) Direção: Rodrigo Alfredo Alejandro Patiño Sanjines “Perro Bomba” (Chile) Direção: Juan Caceres

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    Bacurau vai representar o Brasil no prêmio Goya, o “Oscar espanhol”

    12 de agosto de 2019 /

    O filme “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, vai representar o Brasil no prêmio Goya, o equivalente espanhol ao Oscar. O longa concorrerá a uma vaga entre os indicados na categoria de Melhor Filme Ibero-Americano. Estrelado por Sonia Braga (“Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros, “Bacurau” retrata o drama de um povoado isolado no nordeste brasileiro que descobre que não consta mais no mapa. E se torna alvo de atentados. O longa venceu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes e já foi convidado para mais de 100 festivais ao redor do mundo, inclusive o prestigioso Festival de Nova York. “Bacurau” terá sua première brasileira na sexta-feira (16/8), como filme de abertura do Festival de Gramado, e chega aos cinemas brasileiros no dia 29 de agosto.

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    Bacurau é selecionado para o Festival de Nova York

    7 de agosto de 2019 /

    Após vencer o Prêmio do Júri no Festival de Cannes, “Bacurau” será exibido em outro festival internacional importante. O filme de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles foi selecionado para a mostra principal do 57º Festival de Nova York, que acontece de 27 de setembro a 13 de outubro. Será a pré-estreia americana do longa, que já tem distribuição comercial nos EUA e Canadá. O longa anterior de Mendonça Filho, “Aquarius”, também esteve na seleção de 2016 do festival americano. O festival deste ano será aberto pelo aguardado “O Irlandês”, de Martin Scorsese, e ainda exibirá os filmes “Parasita”, de Bong Joon-Ho, que conquistou a Palma de Ouro em Cannes, e “Dor e Glória”, de Pedro Almodóvar. “Bacurau” também vai abrir o Festival de Gramado, que acontece entre os dias 16 e 24 de agosto, e marcará presença na competição do 23º Festival de Lima, no Peru. Estrelado por Sonia Braga (também de “Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros, “Bacurau” retrata o drama de um povoado isolado no nordeste brasileiro que descobre que não consta mais no mapa. E se torna alvo de atentados. A estreia comercial está marcada para o dia 29 de agosto no Brasil.

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    Bacurau: Novo filme do diretor de Aquarius ganha trailer completo

    16 de julho de 2019 /

    A Vitrine Filmes divulgou o trailer de “Bacurau”, novo longa de Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”), realizado em parceria com Juliano Dornelles (“O Ateliê da Rua do Brum”), que venceu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019. A prévia destaca o clima misterioso da história. Estrelado por Sonia Braga (também de “Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros, “Bacurau” retrata o drama de um povoado isolado no nordeste brasileiro que descobre que não consta mais no mapa. E se torna alvo de atentados. O filme fará sua première nacional na abertura do Festival de Gramado, em 16 de agosto, e chega aos cinemas brasileiros logo em seguida, em 29 de agosto.

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    Festival de Gramado divulga seleção de 2019 com Hebe e filme de Miguel Falabella

    9 de julho de 2019 /

    O Festival de Gramado anunciou a lista de títulos de sua mostra competitiva de 2019, marcada por um detalhe triste. Dois dos curadores responsáveis pela seleção faleceram recentemente: a argentina Eva Piwowarski, que morreu em janeiro, e Rubens Ewald Filho, falecido em junho. Apesar da nota fúnebre, o jornalista Marcos Santuario, que também assina a curadoria desde 2013, celebrou um recorde de filmes inscritos (195, contra 111 no ano passado) e o fato de o orçamento se manter o mesmo da edição anterior, R$ 4 milhões, apesar do caos criado pelo governo, com o corte dos apoios estatais – “Há festivais com centenas de inscritos com situação de não acontecer”, afirmou ele durante entrevista coletiva. O evento gaúcho, que acontece entre 16 e 24 de agosto, exibirá ao todo 19 longas e 34 curtas em competição. Além disso, o festival também homenageará quatro personalidades: o ator Lázaro Ramos, a atriz e cineasta Carla Camurati, o ator argentino Leonardo Sbaraglia e o artista Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica. Confira abaixo os longas selecionados. Filmes Brasileiros “Hebe – A Estrela do Brasil” (São Paulo) Direção: Maurício Farias “O Homem Cordial” (Distrito Federal) Direção: Iberê Carvalho “Pacarrete” (Ceará) Direção: Allan Deberton “Raia 4” (Rio Grande do Sul) Direção: Emiliano Cunha “Veneza” (Rio de Janeiro) Direção: Miguel Falabella “Vou Nadar Até Você” (São Paulo) Direção: Klaus Mitteldorf e Luciano Patrick “30 Anos Blues” (São Paulo) Direção: Andradina Azevedo e Dida Andrade Filmes Latino-Americanos “A Son of Man – La Maldición del Tesoro de Atahualpa” (Equador) Diretor: Jamaicanoproblem “Dos Fridas” (México e Costa Rica) Direção: Ishtar Yasin “El Despertar de las Hormigas” (Costa Rica) Direção: Antonella Sudasassi Furnis “En el Pozo” (Uruguai) Direção: Bernardo e Rafael Antonaccio “La Forma de las Horas” (Argentina) Direção: Paula de Luque “Muralla” (Bolívia) Direção: Rodrigo Alfredo Alejandro Patiño Sanjines “Perro Bomba” (Chile) Direção: Juan Caceres

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    Vídeo de Bacurau destaca premiação do filme brasileiro no Festival de Cannes

    25 de junho de 2019 /

    A Vitrine Filmes divulgou um vídeo de “Bacurau”, centrado na premiação do filme no Festival de Cannes. O novo longa de Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”), realizado em parceria com Juliano Dornelles (“O Ateliê da Rua do Brum”), venceu o Prêmio do Júri do festival francês. A prévia traz o discurso de introdução aos vencedores do prêmio, proferido pelo documentarista americano Michael Moore (“Fahrenheit 11 de Setembro”), que fala que “a arte, em tempos sombrios, é o que ajuda a salvar a humanidade dos autocratas e dos idiotas”. Estrelado por Sonia Braga (também de “Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros, “Bacurau” retrata o drama de um povoado isolado no nordeste brasileiro que descobre que não consta mais no mapa. Nessa comunidade não reconhecida pelo poder público, figuras marginalizadas, como prostitutas e transgêneros, são aceitas e tratadas com naturalidade. O filme fará sua première nacional na abertura do Festival de Gramado, em 16 de agosto, e estreia nos cinemas brasileiros logo em seguida, em 29 de agosto.

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    Premiado em Cannes, Bacurau vai abrir o Festival de Gramado 2019

    19 de junho de 2019 /

    Vencedor do Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019, “Bacurau” vai abrir o 47º Festival de Cinema de Gramado. O novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”), realizado em parceria com Juliano Dornelles (“O Ateliê da Rua do Brum”), fará sua première nacional com exibição fora de competição no tradicional festival gaúcho – assim como aconteceu com “Aquarius”, que abriu o festival em 2016. Estrelado por Sonia Braga (também de “Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros, “Bacurau” retrata o drama de um povoado isolado no nordeste brasileiro que descobre que não consta mais no mapa. Nessa comunidade não reconhecida pelo poder público, figuras marginalizadas, como prostitutas e transgêneros, são aceitas e tratadas com naturalidade. O Festival de Gramado 2019 vai ter início em 16 de agosto e se estenderá até o dia 24 do mesmo mês na serra gaúcha. Os filmes que integrarão a competição oficial ainda não foram anunciados.

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    Festival de Gramado vai homenagear Mauricio de Sousa

    11 de junho de 2019 /

    O Festival de Gramado vai homenagear o quadrinista Mauricio de Sousa com o Troféu Cidade de Gramado 2019. O criador da Turma da Mônica receberá o prêmio em 21 de agosto durante o festival, que acontece neste ano entre 16 e 24 de agosto. “Raros são os nomes que mantêm uma carreira por seis décadas, com o vigor e a criatividade dos primeiros dias. O Festival de Cinema de Gramado tem a honra de enaltecer essa trajetória e homenagear o profissional que elevou as histórias em quadrinhos e a animação brasileiras a patamares internacionais”, diz o comunicado que anuncia o homenageado deste ano. Além de séries e especiais da TV, as criações de Mauricio de Sousa já renderam quatro longa-metragens de animação – “As Aventuras da Turma da Mônica” (1982), “A Princesa e o Robô “(1983), “Cine Gibi” (2004) e “Uma Aventura no Tempo” (2007). A entrega do troféu será precedida pela exibição do primeiro longa live-action inspirado na obra do artista, “Turma da Mônica: Laços”, que será seguida por um bate-papo com Mauricio. “Turma da Mônica: Laços”, porém, já vai ter estreado nos cinemas, uma vez que o lançamento está marcado para 27 de junho. No ano passado, o ator Ney Latorraca foi quem recebeu o Troféu Cidade de Gramado. Antonio Pitanga e Tony Ramos são outras personalidades anteriormente homenageadas com o mesmo prêmio.

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    Leonardo Machado (1976 – 2018)

    29 de setembro de 2018 /

    O ator Leonardo Machado, conhecido por participar de novelas da Globo e pela carreira premiada no cinema, morreu na noite de sexta-feira (28/9), aos 42 anos, em Porto Alegre. Ele lutava contra um câncer no fígado desde o ano passado e estava internado no Hospital Moinhos de Vento, na capital gaúcha. Um dos atores de maior projeção no Rio Grande do Sul, ele começou a filmar curtas em 1998, enquanto fazia teatro – estrelou 14 peças – , até se tornar conhecido nacionalmente ao aparecer na novela “O Clone” (2001), na qual figurou como Guilherme. Também teve um pequeno papel em “Senhora do Destino”, em 2005. Mas sua verdadeira projeção se deu no cinema local, a ponto de se tornar o apresentador oficial do Festival de Gramado por dez anos. “Essa função é sempre um prazer. Eu me criei nessa cidade”, ressaltou em entrevista publicada no último ano. Seu primeiro papel em longa-metragem foi uma pequena aparição em “Lara” (2002), cinebiografia de Odete Lara, musa do Cinema Novo, dirigida por Ana Maria Magalhães. Depois, iniciou sua jornada gaúcha, com “Sal de Prata” (2005), de Carlos Gerbase. Dublou a animação “Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’Roll” (2006), de Otto Guerra, voltou a trabalhar com Gerbase em “3 Efes” (2007), fez “Dias e Noites” (2008), de Beto Souza. E a carreira começou a engatar com o premiado “Valsa para Bruno Stein” (2007), de Paulo Nascimento, vencedor do Festival de Gramado, já como coadjuvante. No segundo filme com Nascimento, “Em Teu Nome” (2009), foi finalmente escalado como protagonista. E conquistou o Kikito de Melhor Ator em Gramado, interpretando um estudante durante a Ditadura Militar (1964-1985). O prêmio abriu de vez as portas na Globo. Ele apareceu na novela “Viver a Vida” (2009), de Manoel Carlos, e se tornou um dos protagonistas da série “Na Forma da Lei”, no papel do juiz Célio Rocha, que trabalhava com a advogada Ana Beatriz (Ana Paula Arósio) no julgamento de crimes investigados por outros personagens. Ainda apareceu na novela “Salve Jorge” (2013) antes de voltar ao Rio Grande do Sul, onde emendou diversas produções regionais de TV – na RBS, do grupo Globo, e na TVE. E deu sequência à sua carreira cinematográfica. A dedicação ao cinema na última década viu sua filmografia se multiplicar e ganhar novos parceiros, como Tabajara Ruas, com quem filmou “Os Senhores da Guerra” (2012), a continuação “Os Senhores da Guerra 2 – Passo da Cruz” (2014) e o ainda inédito “A Cabeça de Gumercindo Saraiva” (2018). Ele esteve ainda entre os protagonistas do épico “O Tempo e o Vento” (2013), adaptação do clássico literário de Érico Veríssimo rodado por Jayme Monjardim com grande elenco (Fernanda Montenegro, Thiago Lacerda, Marjorie Estiano, etc). Fez “A Casa Elétrica” (2012), de Gustavo Fogaça, “Insônia” (2013), de Beto Souza, e o recente “Yonlu” (2018), de Hique Montanari, lançado no final de agosto. Mas não há dúvidas de que seu grande parceiro foi Paulo Nascimento, com quem continuou colaborando em mais quatro filmes: “A Casa Verde” (2010), “A Oeste do Fim do Mundo” (2013), “A Superfície da Sombra” (2017) e “Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos” (2018). Os dois ficaram amigos durante a gravação da série “Segredo”, uma coprodução da portuguesa RTP e da Globo, realizada em 2005, o que fez com que Leonardo participasse de todos os projetos do diretor desde então – e ainda fosse estimulado a passar para trás das câmeras, enquanto o diretor se viu convencido a ir para a frente, durante a produção da série gaúcha documental “Fim do Mundo” (2011). Esta experiência de explorar as fronteiras da América do Sul inspirou o filme “A Oeste do Fim do Mundo”, que inaugurou outra função na carreira de Leonardo, como produtor de cinema. Por conta disso, venceu o Kikito de Melhor Filme Latino (em coprodução com a Argentina) no Festival de Gramado, além do prêmio do público do evento. Ativo até o fim, Leonardo se jogou no trabalho no fim da vida, estrelando em 2018 nada menos que quatro longas, um curta e uma minissérie da Globo – “Se Eu Fechar Os Olhos Agora”, divulgada apenas em streaming, por enquanto. Além de “Yonlu” e “Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos”, já exibidos, ele ainda poderá ser visto neste ano no mencionado “A Cabeça de Gumercindo Saraiva”, previsto para 25 de outubro, e “Legalidade”, do cineasta Zeca Britto, em que encarna o governador gaúcho Leonel Brizola durante os tumultuados anos 1960 – ainda sem previsão de estreia. Seu colega em “Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos”, Edson Celulari, que também enfrentou um câncer recentemente, lamentou a morte do amigo. “Hoje descansou um amigo que fará muita falta, o querido e talentoso ator Leonardo Machado. Um homem leal, dono de um coração enorme. Companheiro no cinema e parceiro de todas as horas. Que privilégio conhecê-lo!”, escreveu no Instagram.

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    Ferrugem vence o Festival de Gramado, que também destacou Benzinho com quatro prêmios

    26 de agosto de 2018 /

    O filme “Ferrugem”, de Aly Muritiba, conquistou o troféu de Melhor Filme no 46º Festival de Gramado, encerrado na noite de sábado (25/8) no Rio Grande do Sul. Mas “Benzinho”, de Gustavo Pizzi, levou os prêmios do Público e da Crítica e a maior quantidade de Kikitos – quatro, ao todo. Curiosamente, os dois filmes tiveram première mundial em janeiro no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, e disputam a vaga para representar o Brasil no Oscar 2019 O longa de Muritiba, que retrata bullying virtual e o impacto do vazamento de um vídeo íntimo de uma garota, já tinha sido premiado também no Festival de Seattle. Na noite de sábado, além do Kikito principal, venceu os prêmios de Melhor Roteiro, dividido entre Muritiba e Jessica Candal, e Desenho de Som (Alexandre Rogoski). A estreia comercial está marcada para a próxima quinta-feira (30/8) nos cinemas brasileiros. Já o filme de Gustavo Pizzi, co-escrito e estrelado por Karine Teles, entrou em cartaz na quinta-feira passada (23/8) e também tem troféus internacionais em sua bagagem, como os prêmios da Crítica e de Melhor Filme Ibero-Americano do Festival de Málaga, na Espanha. O filme repete a qualidade da parceria anterior do casal, o drama “Riscado” (2010). O fato de dramatizar o cotidiano familiar, com situações aparentemente banais, pode soar pouco atraente para o grande público. No entanto, nas mãos de Pizzi e Karine, “Benzinho” alcança profundidade poética e transforma a crise de uma mãe sufocada pela família em algo tocante, que sensibilizou público e crítica de Gramado a lhe darem troféus. Além destes Kikitos, também venceu nas categorais de Melhor Atriz (Karine Teles) e Atriz Coadjuvante (Adriana Esteves). Única animação na competição, “A Cidade dos Piratas”, de Otto Guerra, baseado nos quadrinhos de Laerte, recebeu uma Menção Honrosa. A cinebiografia do boxeador Eder Jofre, “10 Segundos para Vencer” conquistou os dois prêmios de interpretação masculina: Osmar Prado venceu como Melhor Ator e Ricardo Gelli como Melhor Ator Coadjuvante. André Ristum foi considerado o Melhor Diretor por “A Voz do Silêncio”, que também recebeu o Kikito de Melhor Montagem, e “Simonal” conquistou outros três prêmios técnicos, entre eles o de Trilha Sonora, criada pelos filhos do biografado, Simonia e Max de Castro. Vale lembrar que a diretora Daniela Thomas retirou “O Banquete” da competição, devido à morte do jornalista Otávio Frias. A assessoria de imprensa justificou a atitude como uma manifestação de respeito, por a trama retratar uma carta aberta como a publicada pelo publisher do jornal Folha de S. Paulo nos anos 1990, dirigida ao então presidente do Brasil. Já a esvaziada competição de filmes latinos – uma disputa entre cinco títulos – foi dominada por “As Herdeiras”, do paraguaio Marcelo Martinessi, que arrebatou seis troféus: Melhor Filme, Direção, Roteiro, Atriz (compartilhado entre suas três intérpretes principais) e os prêmios da Crítica e do Público. O longa já tinha recebido o Prêmio da Crítica no Festival de Berlim. Discursos políticos marcaram os agradecimentos, com aplausos e vaias de acordo com a filiação partidária do público, bem como a defesa do curta-metragem como formato a ser considerado no novo sistema de pontuação da Agência Nacional de Cinema (Ancine). Vários cineastas vestiram na premiação a camiseta “Ancine, Eu Existo” como parte da manifestação. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do festival, inclusive os curtas premiados. Longas Brasileiros Melhor Filme: “Ferrugem”, de Aly Muritiba Prêmio da “Benzinho” Prêmio do Júri Popular: “Benzinho” Menção Honrosa: “A Cidade dos Piratas” Melhor Direção: André Ristum (“A Voz do Silêncio”) Melhor Atriz: Karine Teles (“Benzinho”) Melhor Ator: Osmar Prado (“10 Segundos para Vencer”) Melhor Roteiro: Jessica Candal e Aly Muritiba (“Ferrugem”) Melhor Fotografia: Pablo Baião (“Simonal”) Melhor Atriz Coadjuvante: Adriana Esteves (“Benzinho”) Melhor Ator Coadjuvante: Ricardo Gelli (“10 Segundos para Vencer”) Melhor Montagem: Gustavo Giani (“A Voz do Silêncio”) Melhor Direção de Arte: Yurika Yamazaki (“Simonal”) Melhor Trilha Sonora: Max de Castro e Simoninha (“Simonal”) Melhor Desenho de Som: Alexandre Rogoski (“Ferrugem”) Longas Estrangeiros Melhor Filme: “As Herdeiras”, de Marcelo Martinessi Prêmio da “As Herdeiras” Prêmio do Júri Popular: “As Herdeiras” Prêmio Especial do Júri: “Averno” Melhor Direção: Marcelo Martinessi (“As Herdeiras”) Melhor Atriz: Ana Brum, Margarita Irún e Ana Ivanova (“As Herdeiras”) Melhor Ator: Nestor Guzzini (“Mi Mundial”) Melhor Roteiro: Marcelo Martinessi (“As Herdeiras”) Melhor Fotografia: Nelson Wainstein (“Averno”) Curtas-Metragens Melhor Filme: “Guaxuma”, de Nara Normande Prêmio da “Torre” Prêmio do Júri Popular: “Torre” Prêmio Canal Brasil: “Nova Iorque” Prêmio Especial do Júri: “Estamos Todos Aqui” Melhor Direção: Fábio Rodrigo (“Kairo”) Melhor Atriz: Maria Tujira Cardoso (“Catadora de Gente”) Melhor Ator: Manoel do Norte (“A Retirada para um Coração Bruto”) Melhor Roteiro: Marco Antonio Pereira (“A Retirada para um Coração Bruto”) Melhor Fotografia: Beto Martins (“Nova Iorque”) Melhor Montagem: Tiago Kistenmacker (“Aquarela”) Melhor Direção de Arte: Pedro Franz e Rafael Coutinho (“Torre”) Melhor Trilha Musical: Manoel do Norte (“A Retirada para um Coração Bruto”) Melhor Desenho de Som: Fabio Carneiro Leão (“Aquarela”)

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    Daniela Thomas retira seu filme do Festival de Gramado

    21 de agosto de 2018 /

    O filme “O Banquete” não será mais exibido no Festival do Gramado 2018. A primeira sessão pública do filme seria realizada na quarta-feira (22/8), mas foi suspensa pela diretora Daniela Thomas A assessoria de imprensa justificou a atitude como uma forma de respeito, devido a eventos retratados na trama. O filme se inspira em eventos recentes da história do País. Entre eles, uma carta aberta como a publicada pelo publisher do jornal Folha de S. Paulo, Otávio Frias Filho, nos anos 1990, dirigida ao então presidente do Brasil. Em virtude da morte de Frias, anunciada nesta terça (21/8), e “com o objetivo de respeitar este momento de luto da família”, segundo a nota divulgada, a diretora decidiu então retirar o filme da competição. “Sinto muito pela perda de Otávio e me solidarizo com a família, com seus amigos e funcionários. Foi um grande publisher, um intelectual admirável e tinha muito ainda a contribuir com o País”, afirmou Daniela, no comunicado. “O momento é inoportuno para o encontro de ficção e realidade e as possíveis interpretações equivocadas que a ficção pode suscitar. Por isso, retiro o filme do festival”, completou. A produtora Cisma e a distribuidora Imovision acataram o pedido da diretora da suspensão da exibição. O roteiro de Daniela Thomas apresenta um banquete de jogos de poder e erotismo, onde as vidas dos convidados serão transformadas para sempre. Entre eles está o poderoso editor de uma revista, que celebra seu aniversário de casamento. Ele pode ser preso, já que escreveu uma carta aberta com graves denúncias contra o presidente do país. Participam do elenco Drica Moraes, Mariana Lima, Caco Ciocler, Rodrigo Bolzan, Fabiana Gugli, Gustavo Machado, Chay Suede, Bruna Linzmeyer e Georgette Fadel. A programação do 46º Festival de Cinema de Gramado segue até o dia 25 de agosto.

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    Carlos Saldanha revela ter planos de produzir filme animado totalmente feito no Brasil

    19 de agosto de 2018 /

    O cineasta Carlos Saldanha, que disputou o Oscar 2018 de Melhor Animação por “O Touro Ferdinando”, quer fazer um longa animado 100% produzido no Brasil. A revelação foi feita ao jornal O Globo, durante o Festival de Gramado, em que foi homenageado com o Troféu Eduardo Abelin, concedido a realizadores brasileiros de destaque, Ele afirmou que ainda “há muito trabalho a ser feito”, mas já iniciou conversas nesse sentido. “Não desisti da ideia e tenho conversado com muitos produtores, porque é um desejo meu mesmo. O problema aqui é a estrutura, que temos de construir do zero. Lá fora é muito mais fácil porque eles têm a infra toda pronta. Aqui, não”, explicou. Saldanha, que este ano também foi homenageado pelo Festival Anima Mundi, está atualmente trabalhando em outro projeto brasileiro, a série “Cidades invisíveis”, que ele está produzindo para a Netflix, com Marcos Pigossi no elenco. As gravações vão começar no segundo semestre, em São Paulo e no Rio.

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    Festival de Gramado 2018 começa valorizado por mais filmes e maior competitividade

    17 de agosto de 2018 /

    O Festival de Gramado 2018 começa nesta sexta-feira (16/8) com nada menos que 14 longas em competição. Deste total, nove são nacionais e cinco estrangeiros. E se o número de estrangeiros encolheu, é para se aplaudir o aumento de candidatos brasileiros. No ano passado foram sete e há dois anos eram apenas seis concorrentes nacionais. O aumento da competitividade valoriza a premiação e cutuca a organização dos demais festivais espalhados pelo país, que juntam cinco filmes para disputar dezenas de troféus e acabam inflacionando a distribuição de prêmios sem relevância. Com o crescimento, Gramado se posiciona estrategicamente para voltar a revelar talentos e recuperar sua importância no calendário do cinema nacional, trazendo enfim uma concorrência ao Festival do Rio – que virou referência justamente por reunir mais filmes que todos os demais… juntos! Por outro lado, a seleção chama atenção para o predomínio de produções cariocas. Dos nove títulos selecionados para a competição de longas brasileiros, cinco vem do Rio de Janeiro – mais da metade. Os demais são dois filmes de São Paulo, um do Paraná e outro do Rio Grande do Sul. Mesmo com dois títulos a mais que a competição do ano passado, não foram incluídas nenhuma produção das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste na disputa ao Kikito 2018. Entre os destaques da competição, estão a animação “A Cidade dos Piratas”, do animador gaúcho Otto Guerra, que adapta as tiras dos “Piratas do Tietê”, de Laerte, a cinebiografia “Simonal”, dirigida por Leonardo Domingues, “O Banquete”, de Daniela Thomas, passado em um cenário fechado, “Ferrugem”, de Aly Muritiba, premiado no Festival de Seattle e exibido no Festival de Sundance, e “Benzinho”, de Gustavo Pizzi, também levado a Sundance. . A boa presença nacional, entretanto, não deveria desculpar uma seleção internacional miserável. A lista com apenas cinco títulos não justifica uma competição, pelos motivos já apontados. E tem o detalhe: um dos cinco selecionados, ainda por cima, é uma coprodução brasileira, “Las Herederas”, dirigida pelo paraguaio Marcelo Martinessi, que já venceu o Prêmio da Crítica no Festival de Berlim. Filmaço que seria mais valorizado com uma exibição especial fora de competição. Afinal, Gramado também exibe filmes fora de competição. E geralmente é aberto por um longa que não disputa prêmios. Este ano, o escolhido foi “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues, musical ambicioso que teve premiére mundial em Cannes, na França, e tem estreia marcada nos cinemas brasileiros em 6 de setembro. Diegues não filmava há 12 anos – desde “O Maior Amor do Mundo” (2006) – e a abertura do festival gaúcho marcará a primeira exibição nacional do longa. O evento também prestará homenagens especiais a artistas relevantes do cinema brasileiro e latino. O Troféu Eduardo Abelin será entregue ao cineasta Carlos Saldanha, de “A Era do Gelo”, “Rio” e “O touro Ferdinando”, indicado duas vezes ao Oscar. O Troféu Cidade de Gramado irá para ator Ney Latorraca, pela carreira de 23 filmes. O troféu Oscarito será entregue ao ator Edson Celulari, que celebra 40 anos de carreira. E a estrela uruguaia Natalia Oreiro receberá o Kikito de Cristal. A programação ainda inclui 34 curtas e outras cinco mostras não competitivas, estendendendo-se até o dia 25 de agosto no Rio Grande do Sul. Veja abaixo a lista completa dos filmes selecionados para a competição. LONGAS BRASILEIROS “10 Segundos Para Vencer” (RJ), de José Alvarenga Jr. “O Banquete” (SP), de Daniela Thomas “Benzinho” (RJ), de Gustavo Pizzi “A Cidade dos Piratas” (RS), de Otto Guerra “Correndo Atrás” (RJ), de Jeferson De “Ferrugem” (PR), de Aly Muritiba “Mormaço” (RJ), de Marina Meliande “Simonal” (RJ), de Leonardo Domingues “A Voz do Silêncio” (SP), de André Ristum LONGAS ESTRANGEIROS “Averno” (Bolívia/Uruguai), de Marcos Loayza “Las Herederas” (Paraguai/Brasil/Uruguai/França/Alemanha), de Marcelo Martinessi “Mi Mundial” (Uruguai/Argentina/Brasil), de Carlos Morelli “Recreo” (Argentina), de Hernán Guerschuny e Jazmín Stuart “Violeta al Fin” (Costa Rica/México), de Hilda Hidalgo CURTAS BRASILEIROS “À Tona” (DF), de Daniella Cronemberger “Apenas o Que Você Precisa Saber Sobre Mim” (SC), de Maria Augusta V. Nunes “Aquarela” (MA), de Thiago Kistenmacker e Al Danuzio “Catadora de Gente” (RS), de Mirela Kruel “Estamos Todos Aqui” (SP), de Chico Santos e Rafael Mellim “Um Filme de Baixo Orçamento” (SP), de Paulo Leierer “Guaxuma” (PE), de Nara Normande “Kairo” (SP), de Fabio Rodrigo “Majur” (MT), de Rafael Irineu “Minha Mãe, Minha Filha” (SP), de Alexandre Estevanato “Nova Iorque” (PE), de Leo Tabosa “Plantae” (RJ), de Guilherme Gehr “A Retirada Para Um Coração Bruto” (MG), de Marco Antonio Pereira “Torre” (SP), de Nádia Mangolini CURTAS GAÚCHOS – PRÊMIO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA “À Sombra” (Canoas), de Felipe Iesbick “O Abismo” (Sapucaia do Sul), de Lucas Reis “Antes do Lembrar” (Porto Alegre), de Luciana Mazeto e Vinícius Lopes “Coágulo” (São Leopoldo), de Jéssica Gonzatto “O Comedor de Sementes” (São Leopoldo), de Victoria Farina “Um Corpo Feminino” (Porto Alegre), de Thais Fernandes “Entre Sós” (Porto Alegre), de Caetano Salerno “Fè Mye Talè” (Encantado), de Henrique Both Lahude “A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina” (Pelotas), de Tiago Ribeiro “Gasparotto” (Porto Alegre), de Zeca Brito “Grito” (Santa Maria), de Luiz Alberto Cassol “Maçãs em Fogo” (Porto Alegre), de Bruno de Oliveira “Movimento à Margem” (Porto Alegre), de Lícia Arosteguy e Lucas Tergolina “Mulher Ltda” (Canoas), de Taísa Ennes “Nós Montanha” (Porto Alegre), de Gabriel Motta “Pelos Velhos Tempos” (Porto Alegre), de Ulisses da Motta “Sem Abrigo” (Porto Alegre), de Leonardo Remor “Subtexto” (Caxias do Sul), de Cristian Beltrán “Vinil” (Porto Alegre), de Catherine Silveira de Vargas e Valentina Peroni Freire Barata “O Viúvo” (Porto Alegre), de Luiz Carlos Wolf Chemale

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