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    Jennie, do BLACKPINK, revela porque aceitou papel em “The Idol”

    24 de maio de 2023 /

    A cantora Jennie Kim, membro do grupo de K-pop BLACKPINK, comentou sua estreia como atriz na polêmica série “The Idol”, da HBO, que estreou no Festival de Cannes nesta segunda-feira (22/5). Em entrevista ao jornal Women’s Wear Daily, ela revelou o que a atraiu inicialmente para o papel na série detonada pela crítica. Jennie confessou que já admirava o trabalho do diretor Sam Levinson, criador do fenômeno “Euphoria” (2020), há muito tempo, mas o que mais a fascinou no projeto foi o fato de ser uma história sobre a indústria musical. “Achei que poderia contribuir com algo para o papel”, revelou a cantora. “Eu confiei em Sam para colaborar com todas as cenas em que estaríamos trabalhando juntos”. Como alguém que cresceu na indústria sul-coreana, enfrentando um treinamento rigoroso para alcançar o estrelato, Kim enxergou o papel de Dyanne como “uma oportunidade de ser eu mesma e ser corajosa”. “Não me preparei especificamente para isso, Sam queria que eu fosse apenas eu mesma”, confessa. Durante a experiência como atriz, a cantora admitiu que foi desafiador trabalhar ao lado de artistas experientes, como a atriz Lily-Rose Depp (“Viajantes: Instinto e Desejo”), que interpreta a protagonista. Ao dar vida a sua personagem, Jennie admitiu que nunca havia passado algo parecido antes e que foi como quebrar uma barreira para ela. Inclusive, segundo ela, a presença de Depp foi bastante reconfortante durante as gravações. Embora tenha aceitado descobrir seu novo lado artístico com o projeto, Jennie continua em turnê com o grupo BLACKPINK. Devido a première no Festival de Cannes, ela esteve junto à equipe da série para a primeira exibição e afirmou que se sente “honrada pela oportunidade de comparecer”. “É impressionante, mas sou grata e agradecida. Todas essas coisas ao mesmo tempo”, finalizou a entrevista. Na trama, Jennie estrela ao lado de Depp e Abel Tesfaye, mais conhecido como o cantor The Weeknd, que também atua como produtor. A história acompanha uma cantora pop ambiciosa, que tem paralelos com Britney Spears. Após um colapso nervoso que interrompeu sua última turnê, ela está determinada a recuperar seu merecido status como a maior e mais sensual estrela pop dos EUA. Após a exibição dos dois primeiros episódios no Festival de Cannes, a crítica especializada detonou a produção. Comentários como “grosseira”, “nojenta” e “sexista” foram alguns utilizados para descrever a série, que exagera no conteúdo sexual e aposta em uma frequente nudez dos personagens. Criada por Levinson e The Weeknd em parceria com Reza Fahim (“Untitled the Weeknd & Trey Edward Shults Project”), o elenco ainda inclui Suzanna Son (“Red Rocket”), Moses Sumney (“Creed”), Jane Adams (“Hung”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Hank Azaria (“Brokmire”), Eli Roth (“Bastardos Inglórios”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Hari Nef (“País da Violência/Assassination Nation”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome é Dolemite”), Ramsey (“Clementine”), o produtor musical Mike Dean, a recém-falecida Anne Heche (“Chicago P.D”) e o cantor Troye Sivan (“Boy Erased”). A série estreia na HBO Max simultaneamente com o canal HBO no dia 4 de junho.

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  • Série

    Destruída pela crítica, “The Idol” é “grosseira, nojenta e sexista” com só 9% de aprovação

    23 de maio de 2023 /

    Antes mesmo de estrear no Festival de Cannes, a série “The Idol” já acumulava polêmicas envolvendo a produção e o conteúdo explícito da história. Durante o evento, o diretor Sam Levinson (“Euphoria”) e o elenco, incluindo os protagonistas Lily Rose Depp (“Viajantes: Instinto e Desejo”) e o cantor The Weeknd (“Joias Brutas”), marcaram presença para a exibição dos dois primeiros episódios. Embora tenha recebido cinco minutos de aplausos, a crítica especializada tem bombardeado a série desde então. Acumulando críticas negativas, “The Idol” começou a terça-feira (23/5) com 20% de aprovação no site agregador de avaliações Rotten Tomatoes. O número que já era ruim, abaixou ainda mais no decorrer do dia, caindo para baixíssimos 9% de aprovação, um “tomate podre” nos parâmetros do site. Em contraste, o sucesso de Levinson, “Euphoria” (2020), registra 80% de aprovação nas duas temporadas. Os críticos ressaltaram que a série peca pelo exagero em seu conteúdo sexual e pela frequente nudez, argumentando que esses elementos não acrescentam nada à narrativa e servem apenas para chocar o telespectador. Além disso, apontaram que a trama se sustenta em clichês, deixando a desejar em termos de originalidade. No começo do ano, a revista americana Rolling Stone publicou uma matéria com diversas acusações sobre a série, desde clima de caos no set a relatos de que The Weeknd teria pedido alterações na trama por ela ser “feminista demais”. A reportagem destacou a substituição da diretora Amy Seimetz por Sam Levinson como uma das razões para a produção tumultuada. Após a estreia no festival, Levinson fez um comentário sobre a reportagem e revelou que a crítica apenas o convenceu de que a série será uma das mais comentadas. “Quando a minha mulher leu a matéria para mim, eu disse: ‘Vamos ter a maior série do verão’”, ele disse na entrevista coletiva logo após a sessão. Na mesma hora, a atriz Lily Rose Depp também se pronunciou em defesa da produção e das críticas sobre o figurino de sua personagem. “Sempre é triste ver coisas falsas e maldosas ditas sobre alguém de quem gostamos. Não foi minha experiência no set”, defendeu. “Ela [Jocelyn] se veste para expressar algo. Eu nunca estive tão envolvida nas conversas sobre todos os detalhes da personagem quanto nesta série”. O cantor The Weeknd, que agora atende como Abel Tesfaye, revelou que muitas das experiências vividas pela personagem de Depp são baseadas nele mesmo. “Inicialmente queria fazer um conto de fadas sombrio na indústria musical. Queria fazer algo especial, ousado, empolgante, divertido. Que faça alguns rirem, que irrite outros”, disse. “Muito do que Jocelyn vive é baseado nas minhas experiências e nas de outros artistas. Eu tenho sorte de ter tomado as decisões certas”. As críticas, porém, discordam destas “decisões certas”. Com briga já comprada na véspera, a Rolling Stone foi fundo: “Desagradável, brutal, [parece] muito mais longa do que parece e muito, muito pior do que você esperava”. “A sensualidade está ausente em ‘The Idol’, apesar de toda a beleza de Depp. Em vez disso, [a série] parece mais pornografia desprezível e tortura”, descreveu o London Evening Standard. “Resumindo, é grosseira, nojenta e sexista”, publicou o Playlist. “Sombrio, grosseiro e vulgar”, ecoou o Showbiz 411. “Até a música é horrível”, acrescentou o Telegraph. “O roteiro parece calculado para enganar o público fazendo-o pensar que está observando como Hollywood funciona, quando muito disso se resume a clichês espalhafatosos”, lamentou a revista Variety. “O que Levinson percebe como provocativo e subversivo é bastante decepcionante. Como pode um programa com tanta nudez, sexo e erotismo ser tão sem graça?”, questionou o site Collider. “Levinson aplica sua direção eficiente e elegante a cada cena. Algumas delas têm impulso, outras são contraditórias e a maioria delas é confusa. Isso faz você se perguntar se, ao tentar tanto ser transgressivo, o programa acaba se tornando regressivo”, apontou o site The Hollywood Reporter. “O desdém do programa (intencional ou não) seria uma coisa, mas é a apresentação hedionda e auto-desculpável da cultura do estupro que irrita”, reclamou o Daily Beast. A trama gira em torno de Jocelyn, uma cantora pop ambiciosa, que tem paralelos com Britney Spears. Após um colapso nervoso que interrompeu sua última turnê, ela está determinada a recuperar seu merecido status como a maior e mais sensual estrela pop dos EUA. Criada por Sam Levinson e The Weeknd em parceria com Reza Fahim (“Untitled the Weeknd & Trey Edward Shults Project”), o elenco ainda inclui Suzanna Son (“Red Rocket”), Moses Sumney (“Creed”), Jane Adams (“Hung”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Hank Azaria (“Brokmire”), Eli Roth (“Bastardos Inglórios”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Hari Nef (“País da Violência/Assassination Nation”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome é Dolemite”), Ramsey (“Clementine”), o produtor musical Mike Dean, a recém-falecida Anne Heche (“Chicago P.D”), o cantor Troye Sivan (“Boy Erased”) e ninguém menos que Jennie Ruby Jane, mais conhecida como Jennie Kim do fenômeno musical sul-coreano BLACKPINK. A série estreia na HBO Max simultaneamente com o canal HBO no dia 4 de junho.

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  • Filme

    Asteroid City: Críticos comparam novo filme de Wes Anderson a “paródias geradas por IA”

    23 de maio de 2023 /

    O novo longa dirigido pelo consagrado cineasta Wes Anderson (“O Grande Hotel Budapeste”), “Asteroid City”, estreou no Festival de Cannes nesta terça-feira (23/5). A premiere contou com a presença do diretor ao lado de Scarlett Johansson (“Viúva Negra”), Tom Hanks (“O Pior Vizinho do Mundo”), Steve Carell (“Space Force”) e mais atores prestigiados que formam um elenco ilustre. “Estou muito feliz em mostrar o filme pela primeira vez. Nós nunca o vimos antes também. Agradeço ao nosso elenco de atores estupendos interpretando atores”, agradeceu Anderson antes da exibição começar. Quando os créditos subiram e as luzes se acenderam, a equipe do filme foi ovacionada por seis minutos de aplausos. Logo em seguida, os veículos presentes na estreia deram início a publicação das críticas. No geral, o longa recebeu avaliações mistas. Enquanto alguns exaltam a excentricidade do filme, outros apontam que o filme se perde em uma narrativa que não se sustenta. Dentre os aspectos visuais que se tornaram marca registrada nas produções de Anderson, estão os tons pasteis e bastante coloridos, cenários que mais parecem casas de bonecas, figurinos detalhados, narrativas malucas e personagens excêntricos. Conforme foi pontuado pela crítica, as alegorias não foram suficientes para evitar frustrações do público com a história e filme deixou a desejar. “Se o cenário de ‘Asteroid City’ tem um sabor suculento daquele jeito vintage característico de Anderson, as cenas e eventos que se desenrolam lá não correspondem”, escreveu Owen Gleiberman, da Variety. O crítico ainda apontou que o humor até diverte, mas em outros momentos parece óbvio. “‘Asteroid City’ se apresenta como uma meditação estilizada sobre o luto, embora não seja do tipo que alguém vai chorar”, pontua. Os exageros do filme também incomodaram o jornalista Steve Pond, do The Wire. “O diretor coloca tantos filtros entre o espectador e os eventos que ele está descrevendo que o enredo mal é registrado”, disse. Embora elogie as atuações, ele pontua que o elenco serve de “distração momentânea” para o “filme menos envolvente” do diretor. “Todas aquelas superfícies incríveis e toda aquela estranheza estudada parecem mais irritantes do que agradáveis”. E finaliza considerando “Asteroid City” como uma “espécie de oportunidade desperdiçada”. As atuações de Jason Schwartzman (“Fargo”) e Scarlett Johansson (“Viúva Negra”) foram elogiadas pelo crítico David Rooney, do The Hollywood Reporter. Por outro lado, ele aponta que os personagens parecem limitados de qualquer desenvolvimento emocional. “Às vezes, o mais recente filme de Anderson parece indistinguível das edições de fãs e paródias geradas por IA de seu trabalho, que surgiram em todo o TikTok e Twitter”, criticou. Em contrapartida, a caricatura excêntrica do longa foi elogiada por outros críticos. Para Todd McCarthy, do Dealine, o filme é uma “surpresa loucamente peculiar que exala criatividade a cada passo”. “Ao mesmo tempo, no entanto, às vezes parece estar buscando epifanias criativas sérias que não estão por vir e que promovem perplexidade em vez de percepção”, contrapõe. Apesar disso, ele considerou a obra uma “criação nova, original e diferente de qualquer outra coisa que você possa ter visto”. Já para Peter Bradshaw, do The Guardian, o ritmo frenético de “Asteroid City” é um de seus grandes méritos. “O filme avança de maneira inteligente e estimulante, absorvendo habilmente as implicações do pathos e da solidão sem se permitir desacelerar”, escreveu. Ele ainda consagrou o longa como “uma nova comédia terrivelmente divertida e levemente sofisticada”. No site Rotten Tomatoes, que reúne críticas de especialistas, o longa marca 77% de aprovação com base em treze resenhas. O filmes mais bem avaliado de Wes Anderson na plataforma é o documentário “Hitchcock/Truffaut”, lançado em 2015, que alcançou 96% de aprovação. Longas mais populares do diretor como a animação “O Fantástico Sr. Raposo” (2009) e o romance “Moonrise Kingdom” (2012), registram 93% de aprovação. A trama de “Asteroid City” se passa no ano de 1955, numa cidade ficcional localizada no deserto americano. A cidade é conhecida por ter sido o local onde ocorreu a queda de um meteoro. Também é nessa cidade que acontece uma competição escolar de jovens astrônomos. Porém, a rotina daquele lugar é interrompida por um evento inesperado que deixa todos de quarentena. O grandioso elenco ainda conta com Jeffrey Wright (“Batman”), Tilda Swinton (“Era Uma Vez um Gênio”), Bryan Cranston (“Breaking Bad”), Edward Norton (“Glass Onion: Um Mistério Knives Out”), Adrien Brody (“Blonde”), Tony Revolori (“Servant”), Liev Schreiber (“Ray Donovan”), Hope Davis (“Your Honor”), Rupert Friend (“Obi-Wan Kenobi”), Maya Hawke (“Stranger Things”), Matt Dillon (“Capone”), Hong Chau (“A Baleia”), Willem Dafoe (“O Homem do Norte”), Margot Robbie (“Era Uma Vez em Hollywood”), Jake Ryan (“Savage”) e Jeff Goldblum (“Jurassic World Domínio”) como um alienígena. “Asteroid City” chega aos cinemas americanos em 16 de junho, enquanto o lançamento no Brasil está agendado para 10 de agosto.

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  • Filme

    Cannes: Netflix fecha acordo para exibir novo filme do diretor de “Carol”

    23 de maio de 2023 /

    A Netflix venceu um leilão para adquirir os direitos de distribuição do longa “May December”, estrelado e produzido por Natalie Portman (“Cisne Negro) ao lado de Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e Charles Melton (“Riverdale”). A gigante do streaming fechou um acordo de US$ 11 milhões para exibir o longa dirigido por Todd Haynes (“Carol”), que estreou no último sábado (20/5) no Festival de Cannes. O contrato foi considerado a maior negociação do festival até o momento e trouxe otimismo para os filmes norte-americanos, que tiveram um início de vendas morno no evento. De acordo com o Deadline, o diretor reagiu com muita alegria ao acordo e confirmou que a equipe ficou empolgada com a notícia. Após sua primeira exibição, “May December” recebeu uma salva de palmas do público em pé por oito minutos. As primeiras reações dos críticos foram bastante positivas, com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes e elogios as performances dos atores e a direção cuidadosa de Haynes. Com esse prestígio, ele se tornou um dos poucos filmes norte-americanos adquiridos pela Netflix ao longo de sua tumultuada relação com Cannes. Normalmente, o streaming aposta em títulos de fora dos Estados Unidos. Vale apontar a ironia por trás desse negócio. O Festival de Cannes impede produções da Netflix e outras plataformas de participarem da competição da Palma de Ouro, com a justificativa de que os filmes precisam passar nos cinemas. Entretanto, vários títulos premiados de Cannes já foram adquiridos pela plataforma após sua passagem pelo festival e lançados diretamente em streaming. As negociações estão sendo finalizada pela CAA Media Finance e pela UTA Independent Film Group, com a Rocket Science intermediando os acordos internacionais. Antes de a Netflix conseguir o acordo, haviam rumores de até cinco empresas interessadas. Na edição deste ano do Festival de Cannes, os longas americanos foram recebidos em uma temperatura mais fria que o comum. Além do longa de Haynes, o único outro filme dos Estados Unidos que conseguiu um acordo de distribuição foi “The End We Start From”, da diretora Mahalia Belo (“The Long Song”). O longa estrelado por Jodie Comer (“Killing Eve: Dupla Obsessão”) e Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”) será distribuído pela Republic Pictures, uma divisão da Paramount. Segundo o Deadline, a greve de roteiristas prejudicou o mercado, que já enfrentava uma redução nas grandes aquisições pelas plataformas de streaming. Acredita-se que os vendedores estejam buscando valorizar filmes completos que possam ser lançados rapidamente após a greve, sem passar por modificações ou refilmagens. “May December” acompanha Elizabeth (Natalie Portman), uma atriz de Hollywood que viaja para a Geórgia para pesquisar sobre a vida de Gracie (Julianne Moore), uma mulher que se tornou notícia após começar um relacionamento com Joe (Charles Melton), um homem 23 anos mais novo que ela. Enquanto se prepara para o filme sobre o passado do casal, a atriz observa o casamento de Gracie e Joe, 20 anos depois do relacionamento virar fofoca nacional. O longa ainda não tem previsão de estreia.

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    Leonardo DiCaprio encontra Sonia Guajajara e Célia Xakriabá no Festival de Cannes

    22 de maio de 2023 /

    A Ministra dos Povos Indígenas Sonia Guajajara e a deputada federal Célia Xakriabá encontraram-se com o ator Leonardo DiCaprio durante o Festival de Cannes, na França. “Foi uma honra encontrar Sônia Guajajara, Ministra dos Povos Indígenas do Brasil, e Célia Xakriabá, deputada da Câmara dos Deputados do Brasil”, disse o premiado ator em suas redes sociais. O encontro ocorreu no âmbito do Re:Wild, um evento organizado por DiCaprio que congrega milhares de representantes indígenas para dialogar sobre soluções ambientais. DiCaprio ressaltou: “Este evento é um apoio aos povos indígenas que lideram a conservação da floresta amazônica. Minha organização @rewild e nossos parceiros apoiam os mais de 900.000 indígenas de 300 grupos indígenas do Brasil”. O evento também foi prestigiado pela atriz indígena americana Lily Gladstone, que vive a esposa de DiCaprio em “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorsese. Com performance muito elogiada no Festival de Cannes, Gladstone já é aposta no Oscar 2023 como Melhor Atriz. Guajajara viajou à França para o lançamento do programa Amazônia Fund Alliance, destinado à captação de recursos para a proteção e o desenvolvimento sustentável do bioma. Ela e Xakriabá foram convidadas pelo Better World Fund para comparecerem ao Festival de Cannes. Durante o evento, Guajajara foi homenageada com um prêmio reconhecendo sua contribuição na proteção das florestas e na luta contra a crise climática. Em suas redes sociais, ela destacou: “Fomos premiadas pelo trabalho realizado em defesa dos povos indígenas e da floresta, mas é um prêmio que também representa os mais de 1,5 milhão de cocares em nosso país. É uma honra para todos os povos indígenas do mundo, que preservam 80% da biodiversidade do planeta”. This event was to support the Indigenous people leading the conservation of the Amazon rainforest. My organization @rewild and our partners stand with Brazil's +900,000 Indigenous people from 300 Indigenous groups. 📷: Leo Otero pic.twitter.com/jhIxixZX3T — Leonardo DiCaprio (@LeoDiCaprio) May 22, 2023

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    Público de Cannes passa mal com cena de vômito em “Club Zero”

    22 de maio de 2023 /

    A estreia de “Club Zero”, estrelado por Mia Wasikowska (“A Colina Escarlate”), deixou algumas pessoas enojadas no 76º Festival de Cinema de Cannes. Isso porque, em uma das cenas, uma adolescente vomita seu jantar no prato e em seguida o come, diante de seus pais. A première ocorreu nesta segunda-feira (22/5) e, apesar de revoltar estômagos, o filme foi ovacionado por cinco minutos após a exibição. A audiência não fez questão de disfarçar a surpresa. Segundo relatos da imprensa internacional, enquanto alguns riam de nervoso durante a cena, uma pessoa perguntou, fechando os olhos: “já terminou?”. Antes da apresentação, o longa apresentava um alerta de gatilho para distúrbios alimentares e nos créditos finais constava uma nota informando que nenhum ator perdeu peso para as filmagens. O longa traz Wasikowska como Miss Novak, que “se junta à equipe de um internato internacional para dar aulas de alimentação consciente” e “ensina que comer menos é saudável”, de acordo com a sinopse oficial. Ainda conforme a descrição, os outros professores da escola demoram a perceber o que está acontecendo e, quando os pais começam a notar, o Club Zero já virou realidade. O filme é dirigido por Jessica Hausner, que também assina o roteiro ao lado de Géraldine Bajard (ambas de “Little Joe: A Flor da Felicidade”). O elenco conta ainda com Sam Hoare (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) e Sidse Babett Knudsen (“Westworld”). Em uma nota da diretora incluída no material de imprensa do festival, Hausner escreveu que o filme visa questionar como os pais podem saber o que ocorre nas escolas de seus filhos quando “não têm nem o tempo nem os recursos necessários” para isso. “Vivemos em uma meritocracia que nos faz trabalhar cada vez mais… [o filme] se passa em um internato para enfatizar a dependência dos pais em relação aos professores”, escreveu Hausner. Hausner acrescentou que a ideia de comer muito pouco era predominante entre seus colegas quando ela frequentou uma escola católica exclusivamente feminina na década de 1980. “Naquele tempo, só mastigávamos chicletes sem açúcar e ficávamos enojadas com uma garota que comia um sanduíche de ovo durante o intervalo”, relatou a diretora. “Secretamente, a admirávamos porque ela não se importava com o que pensávamos. Era uma dinâmica interessante”, acrescentou. A crítica considerou o longa extremamente audacioso, para o bem e para o mal. Muitos lamentaram a forma superficial com que o roteiro usa táticas de choque e lida com o tema central. Habitué de Cannes, Hausner já teve obras premiadas no festival: “Inter-View” recebeu o prêmio especial Cinefondation em 1999 e “Little Joe: A Flor da Felicidade” rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Emily Beecham em 2019. “Club Zero” ainda não tem previsão de estreia comercial.

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    Joaquin Phoenix viverá romance gay em novo longa do diretor de “Carol”

    22 de maio de 2023 /

    O ator Joaquin Phoenix (“Coringa”) vai estrelar um novo projeto do diretor Todd Haynes (“Carol”) ainda sem título divulgado. A trama será um romance gay de época ambientado na década de 1930 em Los Angeles. A informação foi revelada pelo próprio Haynes durante sua passagem pelo Festival de Cannes. “O próximo filme é um longa que é um roteiro original que desenvolvi com Joaquin Phoenix baseado em alguns pensamentos e ideias que ele me trouxe”, revelou o diretor ao IndieWire. “Nós basicamente escrevemos com ele como um escritor de histórias. Eu, Jon Raymond e Joaquin compartilhamos o crédito da história”. Ainda segundo Haynes, ele espera que o filme comece a ser rodado no início do próximo ano. Seguindo a linha conceitual dos filmes estrelados por Phoenix, o longa deve retratar temas adultos de forma crua. “Joaquin estava me pressionando ainda mais e dizendo ‘não, vamos mais longe’”, disse Haynes. “Este será um filme NC-17” (expressamente proibido para menores nos EUA). Com a previsão da classificação indicativa mais elevada, abaixo só da pornografia, a trama deve trazer cenas fortes. Narrativas LGBTQIAPN+ são comuns para o diretor, já consagrado em produções do gênero como “Veneno” (1991), “Velvet Goldmine” (1998) e “Carol” (2015), sendo esta última coprotagonizada pela atriz Rooney Mara, esposa de Joaquin Phoenix. Entretanto, a escalação de um ator heterossexual para uma história queer foi alvo de críticas negativas do público. Nas redes sociais, apontaram que o longa deveria ser estrelado por um ator gay e não por Phoenix. Além disso, os internautas pontuaram que o mesmo foi feito em “Carol”. O romance lésbico foi protagonizado por Rooney Mara ao lado de Cate Blanchett, duas atrizes também heterossexuais. Inclusive, Blanchett interpretou novamente uma personagem queer no aclamado “Tár” (2022), que rendeu uma série de indicações ao Oscar, incluindo na categoria de Melhor Atriz. O argumento na internet é que esse hábito da indústria em escalar atores heterossexuais para papéis LGBTQIAPN+ a torna menos inclusiva, impedindo a verdadeira representatividade em produções prestigiadas. “Não há mais homens gays em Hollywood para interpretar esses papéis agora?”, ironizou uma internauta”. “Por que estão escolhendo todos esses atores heterossexuais para interpretar homens gays?”, disse outra. “Joaquin é um ator incrível. Mas o último ator gay a ganhar um Oscar foi John Gielgud em 1981. Então, se mais um homem heterossexual ganhar um Oscar por interpretar um personagem gay, vou ficar um pouco irritado”, apontou outro comentário Até o momento, nem Phoenix ou Haynes se pronunciaram sobre as críticas. Recentemente, o diretor compareceu ao Festival de Cannes para a premiere de seu novo longa “May December”, que concorre à Palma de Ouro. Exibido no evento no último sábado (20/5), o filme foi aclamado pela crítica especializada. No gay men left in Hollywood to do these roles now? — sk (@generalmyth) May 21, 2023 Why are they choosing all these straight actors to play gay men?this is like the 4th gay romance movie filmupdates posted with no actual gay men. — riley (@Ripleyriley26) May 21, 2023 Joaquin is an incredible actor. But the last gay actor to win an Oscar was John Gielgud in 1981. So if one more heterosexual man wins an Oscar for playing a gay character, I'm going to be a little pissed off. — Drew (@drewlpool) May 21, 2023

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    Ator de “Riverdale” pode concorrer ao Oscar após elogios no Festival de Cannes

    22 de maio de 2023 /

    O longa “May December”, dirigido por Todd Haynes (“Carol”), estreou no último sábado (20/5) no Festival de Cannes e teve uma recepção calorosa da crítica. Após a exibição, o drama romântico recebeu uma ovação de palmas do público em pé durante seis minutos. O elenco formado por Natalie Portman (“Thor: Amor e Trovão”), Julianne Moore (“Para Sempre Alice”) e Charles Melton (“Riverdale”) foi bastante elogiado, rendendo uma possível candidatura ao Oscar. A trama acompanha Elizabeth (Natalie Portman), uma atriz de Hollywood que viaja para a Geórgia para pesquisar sobre a vida de Gracie (Julianne Moore), uma mulher que se tornou notícia após começar um relacionamento com Joe (Charles Melton ), um homem 23 anos mais novo que ela. Enquanto se prepara para o filme sobre o passado do casal, a atriz observa o casamento de Gracie e Joe, 20 anos depois do relacionamento virar fofoca nacional. Com o sucesso no festival, “May December” se tornou um dos favoritos para a próxima temporada de premiações. De acordo com a Variety, o desempenho de Melton está a altura de uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, que tem sido um espaço acolhedor para os novatos de Hollywood. Conhecido pelo seu papel como Reggie na série teen “Riverdale” (2017), a ator teve uma performance que “quase rouba o filme”, segundo o veículo. “As escolhas de Melton para incorporar um homem que nunca teve realmente a chance de ser um adolescente são executadas de forma notável, evidenciando o toque surpreendente de Haynes com seus atores e o que ele pode extrair deles”, pontuou o crítico Clayton Davis, da Variety. Embora tenha ganhado notoriedade pelo longa, Melton já esteve em outros filmes de sucesso, como a adaptação de “O Sol Também é uma Estrela” (2019) e em “Bad Boys 3” (2020), além de fazer pequenas aparições em outras produções. “May December”, que concorre à prêmio Palma de Ouro deste ano no festival francês, também marca a quinta parceria entre o diretor Todd Haynes e a atriz Julianne Moore. Os dois já trabalharam juntos em “Safe” (1995), “Longe do Paraíso” (2002), “Não Estou Lá” (2007) e “Sem Fôlego” (2017). Com a estreia no festival, o filme procura um estúdio para conduzir a distribuição nos Estados Unidos e internacionalmente. Até o momento, o longa não tem previsão de estreia no Brasil. Com 20 críticas positivas e duas negativas computadas pelo site Rotten Tomatoes, “May December” atingiu 91% de aprovação. Confira abaixo uma cena do longa. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Festival de Cannes (@festivaldecannes)

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    Para Karim Aïnouz, “Firebrand” é denúncia do machismo histórico: “O patriarcado precisa parar”

    21 de maio de 2023 /

    Katherine Parr, a sexta, última e única esposa a sobreviver Henrique VIII, foi de certa forma ofuscada pelas anteriores que tiveram fim tráfico, especialmente Ana Bolena e Catarina Howard, ambas decapitadas dramaticamente. Mas “Firebrand”, primeiro filme em inglês do brasileiro Karim Aïnouz, pretende resgatar o interesse na rainha esquecida como denúncia contra o machismo histórico. “Eu estava realmente interessado no fato de que muitas coisas foram feitas sobre Henrique e suas outras esposas, mas nada sobre Katherine”, disse o cineasta ao site Deadline, durante a première do filme neste domingo (21/5) no Festival de Cannes. Na entrevista, a atriz Alicia Vikander, que interpreta Katherine, destacou que a história desta rainha é fascinante. “Uma das primeiras coisas que surgiu na minha pesquisa foi que ela foi a primeira mulher a publicar um livro sob seu próprio nome na história britânica”, apontou a atriz sueca. Ela tinha ideias feministas, era contra o conservadorismo e enfrentou e venceu a ira do sanguinário rei inglês. “É como se, apenas porque ela sobreviveu, não fosse tão interessante”, apontou Vikander, para quem a maior importância dada às outras esposas de Henrique VIII dizem mais sobre o prazer mórbido de ver mulheres sofrerem. A narrativa do filme é uma história de abuso doméstico e a luta de Katherine para sobreviver. E Jude Law, que interpreta o rei com uma perna protética e uma bengala, destacou que a trama vai além dos livros de História. “Acho que a abordagem que Karim teve me envolveu imediatamente. Ele viu isso como um filme sobre este casamento e esta sobrevivência a um casamento, em vez de vê-lo como uma fábula histórica intocável,” disse o ator britânico. Vikander também expressou a profundidade emocional que o papel exigiu, dizendo que houve momentos em que ela se sentiu próxima ao puro terror de ser uma mulher enfrentando a brutalidade. “Eu tive um senso profundo do que muitas mulheres passam”, comentou, “um medo que nunca, nunca passa”. Aïnouz espera que o filme promova uma compreensão da violência que as mulheres têm suportado ao longo dos séculos. Ele vê essa história como um chamado para o fim de sistemas patriarcais opressores, afirmando: “certas coisas precisam acabar. O patriarcado precisa parar, e os tiranos precisam ir embora.” Aplaudido por nove minutos em Cannes, “Firebrand” ainda não tem título em português nem previsão de estreia.

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  • Filme

    Aplaudido e elogiado, novo filme de Scorsese já é considerado favorito ao Oscar

    21 de maio de 2023 /

    Depois de aplausos de quase 10 minutos no Festival de Cannes, o novo filme de Martin Scorsese (“O Irlandês”) ganhou críticas estelares. “Assassinos da Lua das Flores” atingiu 96% de aprovação no Rotten Tomatoes – com apenas uma das 27 críticas sendo negativa. O filme é uma adaptação do livro homônimo de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca assassinatos cometidos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma. Os direitos do livro foram adquiridos por US$ 5 milhões em 2016 por Scorsese e Leonardo DiCaprio (“O Lobo de Wall Street”) e o roteiro foi escrito pelo veterano Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”). A trama gira em torno do massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA, durante a década de 1920. Considerado “um dos crimes mais chocantes da história americana”, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. Robert De Niro vive o vilão (“O Irlandês”), o fazendeiro William Hale, determinado a obter direitos de petróleo. E para isso com a ajuda de seu sobrinho, Ernest Burkhart, papel de Leonardo DiCaprio, que era casado com Mollie Burkhart (Lily Gladstone), membro da tribo cujos familiares foram assassinados por Hale e seus associados. Apesar da presença dos dois astros famosos, que nunca tinham contracenado antes, os elogios dos críticos se concentraram na performance de Gladstone, que inclusive já sendo cotada para uma potencial indicação ao Oscar de Melhor Atriz. A crítica do The Hollywood Reporter observa que “muitos de nós estivemos esperando impacientemente que Gladstone conseguisse um papel substancial desde seu trabalho sensível em ‘Certas Mulheres’ (2016) de Kelly Reichardt. E coube a um diretor frequentemente criticado por sua escassez de personagens femininas dimensionais não apenas fornecer esse papel, mas torná-la o coração ferido de seu filme.” “Ela tem a atuação mais extraordinária de uma mulher em qualquer um dos filmes de Scorsese”, exaltou o jornal britânico The Independent. Leonardo DiCaprio também parece ser um candidato forte para uma possível indicação de Melhor Ator, com vários críticos dizendo que o papel, contrário ao tipo que o ator costuma desempenhar, é uma vitrine impressionante. O IndieWire chega a ponto de dizer que o filme contém “a melhor performance de toda a carreira de Leonardo DiCaprio… Sua interpretação matizada e inflexível como o repugnante Ernest Burkhart extrai novas maravilhas da longa falta de vaidade do ator.” Alguns críticos comentaram que Scorsese optou por não se concentrar muito na investigação do FBI sobre os assassinatos, mencionando que Jesse Plemons (“Ataque dos Cães”), que interpreta o agente real do FBI Tom White, só se torna proeminente na última hora, e outros atores de renome, como John Lithgow (“The Crown”) e Brendan Fraser (“A Baleia”), só têm pequenos papéis, mas os mesmos críticos também observam que focar a narrativa nos Burkharts foi a decisão mais acertada do diretor. “A sensação é de uma ferida aberta até o fim”, escreveu o Vulture. Considerado o primeiro western da carreira de Scorsese, o filme também foi elogiado como um dos melhores westerns já feitos pelo London Evening Standard: “Eu até colocaria minha bota de cowboy em risco e declararia que este é um dos melhores westerns já feitos e quase certamente o melhor filme de 2023 até agora”. “Assassinos da Lua das Flores” também está já sendo considerado, precocemente, como um dos favoritos ao Oscar 2024 de Melhor Filme. O longa foi exibido fora de competição no Festival de Cannes e estreia em 19 de outubro nos cinemas brasileiros, antes de seu lançamento na Apple TV+.

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    Dua Lipa assume namoro com diretor francês no Festival de Cannes

    20 de maio de 2023 /

    A cantora Dua Lipa assumiu seu namoro com o diretor francês Romain Gavras ao aparecer com ele no 76º Festival de Cannes na sexta-feira (19/5). O casal foi à a estreia do filme francês “Omar La Fraise”. Apesar de aparecer pouco nos holofotes, Gavras tem uma grande carreira no audiovisual, dirigindo clipes como “Bad Girls” e “No Church In The Wild”, de M.I.A e Kanye West, respectivamente. No cinema, ele filmou “O Mundo é Seu” (2018) e “Athena” (2022), este distribuído pela Netflix. O burburinho a respeito do relacionamento ganhou força no começo de 2023, quando o casal foi flagrado em alguns encontros. Após serem flagrados em clima de romance na Semana de Moda de Paris, dessa vez os dois chegaram juntinhos, cheios de sorrisos, e posaram para fotos. A cantora até publicou no Instagram fotos do seu look para o tapete vermelho ao lado de Gavras. Antes do atual namorado, Dua Lipa já tinha se relacionado com Anwar Hadid (“The Real Housewives of Beverly Hills”), que é irmão de Gigi Hadid (“Oito Mulheres e um Segredo”) e Bela Hadid (“Ramy”). Já Romain Gavras, que é filho do premiadíssimo cineasta Costa-Gavras (“Z”, “Estado de Sítio” e “Desaparecidos”), havia namorado outra cantora pop, Rita Ora. Esta relação, que começou em 2020, teve seu fim anunciado seis meses depois, em março de 2021. Hoje, Rita é casada com o diretor Taika Waititi (“Thor: Amor e Trovão”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por DUA LIPA (@dualipa)

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    Autor de “A Zona de Interesse” falece após estreia da adaptação no Festival de Cannes

    20 de maio de 2023 /

    O renomado escritor britânico Martin Amis, autor do livro “A Zona de Interesse”, faleceu aos 73 anos nesta última sexta-feira (20/5), em sua casa em Lake Worth, na Flórida, nos Estados Unidos. De acordo com o jornal britânico The Guardian, sua esposa Isabel Fonseca informou que a causa da morte foi um câncer de esôfago. A notícia chega um dia após a adaptação cinematográfica de seu romance ter première no Festival de Cannes. Sua partida deixa um vazio na literatura contemporânea. Ao longo de sua carreira, Amis publicou 15 obras, dentre elas, o perturbador drama nazista “A Zona de Interesse”, que chega ao mercado cinematográfico em uma adaptação dirigida por Jonathan Glazer (“Sob a Pele”). O longa era um dos mais aguardados pelos críticos presentes no festival francês. O filme retrata a vida de uma família ligada a um oficial de alta patente da SS, que reside próximo ao campo de concentração/extermínio de Auschwitz, na Polônia. Uma crítica publicada por Owen Gleiberman, da Variety, descreveu o longa como “arrepiante e profundo”. Ele afirma que o filme “expõe a escuridão humana diante da luz e a examina como se estivesse sob um microscópio”. Amis também era conhecido pelos romances “Campos de Londres” (1989), “Grana” (1984), “The Rachel Papers” (1973), “Viúva Grávida” (2010), “A Casa dos Encontros” (2006) e “O Cão Amarelo” (2003). Ele está entre nomes influentes da literatura da língua inglesa, ele ainda escreveu o livro de memórias “Experiência”, coletâneas de contos e obras de não ficção. Além de “A Zona de Interesse”, seu 14º livro, outros romances de Amis também foram adaptados às telonas. O livro “Trem Noturno” (1997) serviu como base para o filme “Mistérios do Universo” (2018), estrelado por Patricia Clarkson e Jonathan Majors. No mesmo ano, Amber Heard estrelou “London Fields: Romance Fatal”. E um de seus maiores best-sellers virou a minissérie britânica “Money” (2010), com Nick Frost. O escritor também escreveu roteiros de filmes nos anos 1980, como a sci-fi “Saturno 3” e a comédia romântica “Namoros Eletrônicos” (1989). Nascido em Oxford, o escritor estudou inglês na universidade local. Mais tarde, trabalhou como jornalista e editor em veículos britânicos como The Times e The New Statesman. Com sua morte, Amis deixa sua esposa Isabel e seus cinco filhos.

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    Novo filme de Kleber Mendonça Filho é aplaudido de pé em Cannes

    20 de maio de 2023 /

    O diretor Kleber Mendonça Filho (“Bacurau”) foi aplaudido de pé no 76º Festival de Cannes após a exibição de seu novo filme, o documentário “Retratos Fantasmas”, que foi exibido na sexta-feira (19/5). A première mundial da produção do cineasta pernambucano ocorreu em Sessão Especial da Seleção Oficial, fora do circuito de competição. O documentário é a quarta obra do cineasta a ser exibida em Cannes. “Retratos Fantasmas” mostra a história do centro de Recife desde o século 20 por meio de suas salas de cinema. A inspiração parte das memórias de Kleber, que se mudou na adolescência para o bairro de Setúbal. Dividida em três atos, a obra traz na segunda parte a observação do diretor sobre como os cinemas já fizeram parte da vida das pessoas e da cultura das cidades. Em tom de crônica, a narração de Mendonça Filho tem um aspecto pessoal que aborda a relação dos espectadores com os cinemas. O longa ainda traz uma reflexão sobre como os letreiros dos filmes eram verdadeiros marcos de suas épocas. Durante a sessão francesa, o diretor fez questão de homenagear a secretária do Audiovisual, Joelma Gonzaga, que estava presente no evento. “Ela é a responsável pela política audiovisual do Ministério da Cultura. Pensamos que deveríamos dar esta informação por que isso é bom e é normal ter alguém do governo nos apoiando e basicamente dizendo ‘o que vocês estão fazendo é bom’. A gente não teve isso por sete anos. Então, muito obrigado!”, afirmou Mendonça Filho. Thierry Frémaux, diretor geral do Festival, fez um paralelo com Martin Scorsese (“O Irlandês”) e Bertrand Tavernier (“O Palácio Francês”) ao apresentar “Retratos Fantasmas”. “O filme visita a história do Brasil e da cidade de Recife. Como Martin Scorsese filmou Nova York, como Bertrand Tavernier filmou Lyon, em sua forma de introspecção pessoal de juventude, que ultrapassa o pessoal para se tornar universal. É um filme magnífico que eu penso que vai inspirar muitos cineastas”, exaltou. O festival francês teve início na terça-feira (16/5) e vai até o dia 27 de maio. “Retratos Fantasmas” estreia nos cinemas brasileiros no segundo semestre, ainda sem data exata definida.

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