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    Livro inédito de Tolkien, sobre o amor entre um homem e uma elfa, será lançado no ano que vem

    21 de outubro de 2016 /

    Vem aí um livro inédito de J.R.R. Tolkien! Escrito pelo autor de “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis” em 1917, “Beren e Lúthien” chegará às livrarias quando completar 100 anos, em maio de 2017 pela editora HarperCollins. O conto traz a história do perigoso amor entre um homem, Beren, e uma elfa, Lúthien. Na trama passada na Terra Média, o pai de Lúthien, um lorde elfo, que é contra o relacionamento dos dois, dá a Beren uma tarefa impossível, que deverá ser cumprida antes que os dois possam se casar. Beren e Lúthien foram citados por Tolkien em outros trabalhos seus, como “O Silmarillion” e “O Senhor dos Anéis”. De acordo com o editor da HarperCollins, “Beren e Lúthien” é um “elemento essencial na evolução” de “O Silmarillion”, primeiro e último livro no qual o escritor trabalhou. Tolkin terminou o conto em 1917 depois que voltou da Batalha de Somme, onde atuou como um comunicador, mas os primeiros rascunhos da obra datam desde 1914. A história de “Beren e Lúthien” foi tão importante para J.R.R. Tolkien que os nomes dos personagens estão gravados na lápide em que o autor divide com a esposa, Edith. Este é um dos muitos textos do autor que estão sendo trazidos à público pela primeira vez. A obra inédita será editada por Christopher Tolkien, filho do autor, num livro que incluirá passagens em prosa e verso de textos posteriores de Tolkien, e ilustrada por Alan Lee. O cineasta Peter Jackson, responsável pelas trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”, já mencionou que poderia voltar ao universo de Tolkien num projeto que reunisse “O Silmarillion” e outros contos.  

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    Colin Firth entra na continuação de Mary Poppins

    20 de outubro de 2016 /

    O elenco de “Mary Poppins Returns”, continuação do clássico infantil “Mary Poppins” (1964), foi reforçado por Colin Firth, que está em cartaz nos cinemas em dois filmes, “Mestre de Gênios” e “O Bebê de Bridget Jones”. Segundo o site da revista Variety, seu personagem será William Weatherall Wilkins, presidente do Fidelity Fiduciary Bank. Curiosamente, o nome do personagem aparece no terceiro livro de PL Travers, “Mary Poppins Abre a Porta”, publicado em 1943. Mas apenas listado como o antigo proprietário de um livro. Ele vai se juntar ao elenco que já tem Emily Blunt (“A Garota no Trem”) como Mary Poppins, além de Meryl Streep (“Álbum de Família”), Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”), Lin-Manuel Miranda (“A Estranha Vida de Timothy Green”) e Emily Mortimer (“A Invenção de Hugo Cabret”). Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”) e roteiro de David Magee (“As Aventuras de Pi”), “Mary Poppins Returns” vai se passar 20 anos após os eventos do filme original e vai mostrar o reencontro de Mary Poppins com as crianças que ela cuidou antes, agora já adultas. Quando as filhas do agora crescido Michael Banks passam por uma “perda pessoal”, a melhor babá do mundo resolve ajudar novamente a família. O longa original venceu cinco Oscars, inclusive o de Melhor Atriz para Julie Andrews, intérprete da babá mágica. A história das filmagens do clássico também foi recentemente levada ao cinema, no drama “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013). Já a continuação, “Mary Poppins Returns”, tem estreia marcada para 25 de dezembro de 2018.

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    Animais Fantásticos e Onde Habitam: Personagens do prólogo de Harry Potter ganham nove pôsteres individuais

    19 de outubro de 2016 /

    A Warner divulgou nove pôsteres individuais dos personagens de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. São eles: Newt Scamander, Tina, Jacob, Queenie, Percival Graves, Seraphina Picquery, Mary Lou, Credence e Gnarlak. O novo filme é uma espécie de prólogo de “Harry Potter”, que marca a estreia da escritora J.K. Rowling, que criou o menino bruxo, como roteirista de cinema. A história gira em torno de Newt Scamander (vivido por Eddie Redmayne, de “A Garota Dinamarquesa”), um mago britânico de Hogwarts que chega a Nova York em 1928 com uma mala repleta de criaturas mágicas. O elenco também inclui Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Dan Fogler (série “Secrets and Lies”), Alison Sudol (série “Dig”) e Colin Farrell (série “True Detective”), entre outros. Com direção de David Yates, responsável pelos quatro últimos filmes de “Harry Potter”, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” tem previsão de estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Roteirista de Austin Powers vai escrever Shrek 5

    18 de outubro de 2016 /

    O quinto filme de Shrek vai realmente acontecer. Em entrevista ao site The Hollywood News, os diretores de “Trolls” Walt Dohrn e Mike Mitchell, revelaram que a DreamWorks Animation contratou Michael McCullers (“Austin Powers”) para escrever o roteiro. “Eles têm uma história realmente boa. O roteiro está sendo escrito por Michael McCullers, que fez os filmes de ‘Austin Powers’. Ele teve uma ideia realmente muito boa e eles estão explorando isso”, afirmou Mitchell. “Há muito mais história para contar ali e estamos prontos para ajudar, com certeza”, completou Dohrn. Perguntados se estão envolvidos no filme, Dohrn respondeu: “Ainda não, mas estaremos, nós amamos aquilo”. As últimas notícias sobre o novo Shrek são de junho deste ano, quando o produtor executivo Steve Burke deu a entender que o novo filme poderia ser um reboot. O último filme da franquia, “Shrek Para Sempre” foi lançado em 2010 e arrecadou mais de US$ 750 milhões nas bilheterias mundiais. Na ocasião, o lançamento foi chamado de “capítulo final” nos cartazes originais em inglês. Ao todo, os quatro filmes de “Shrek” renderam à DreamWorks mais de US$ 2,9 bilhões e um spin-off, “Gato de Botas” (2011), que faturou US$ 554 milhões. Michael McCullers já tem um relacionamento com a DreamWorks. Ele é o responsável pelo roteiro um tanto bizarro de “O Poderoso Chefinho”, a próxima animação do estúdio, sobre um bebê mafioso, que estreia em 6 de abril no Brasil (veja o trailer aqui).

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    Animais Fantásticos e Onde Habitam: Vídeo legendado de bastidores reforça conexões com Harry Potter

    16 de outubro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou um novo vídeo legendado de bastidores do filme “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Repleto de cenas inéditas, a prévia reforça as conexões do filme com o universo mágico da saga “Harry Potter”. Há desde flashbacks até uma citação nominal a Alvo Dumbledore, tudo reforçado por uma entrevista com a escritora J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, que estreia como roteirista de cinema com este lançamento. A apresentação também resume a trama e demonstra os ótimos efeitos visuais da produção, o que ajuda a explicar a confiança dos envolvidos no material – Rowling já fala em franquia de cinco filmes, enquanto o diretor David Yates (responsável pelos quatro últimos filmes de “Harry Potter”) adiantou detalhes do próximo. A trama se passa na Nova York dos anos 1920, mais de sete décadas antes de “Harry Potter”, para onde o jovem bruxo Newt Scamander (Eddie Redmayne, de “A Garota Dinamarquesa”) se dirige com uma mala cheia de criaturas fantásticas, que, claro, escapam, aprontando uma grande confusão típica de Sessão da Tarde. O elenco também destaca Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Dan Fogler (série “Secrets and Lies”), Alison Sudol (série “Dig”) e Colin Farrell (série “True Detective”). “Animais Fantásticos e Onde Habitam” tem previsão de estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Miss Peregrines Home for Peculiar Children
    Filme

    O Lar das Crianças Peculiares resgata a sombra do diretor que já foi Tim Burton

    15 de outubro de 2016 /

    Adaptado dos livros de Ransom Riggs, “O Lar das Crianças Peculiares” tem o perfil de um filme típico de Tim Burton, cuja filmografia é repleta de alegorias contra a descrença. Infelizmente, Burton já não é o mesmo diretor que fez seus grandes clássicos há duas décadas. “O Lar das Crianças Peculiares” pode divertir, encantar, assustar aqui e ali, além de impressionar pela estética (o mínimo que se espera de Tim Burton) e apresentar uma bela trilha sonora. Está tudo lá. Mas, por um segundo, imagine se o diretor tivesse total liberdade criativa (ou a palavra seria “vontade”?) para ser Tim Burton. Falta, sim, aquela pitada de ousadia que caracterizava suas melhores obras, de “Os Fantasmas se Divertem” (1988) a “Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (1999). Fica a impressão de que, há tempos, estúdio nenhum entrega dinheiro de bandeja para Burton fazer o filme que ele quiser e do jeito que bem entender. Das duas, uma: 1) Ele perdeu a essência que chamou a atenção do mundo no final dos anos 1980, até o fim dos 1990, e assumiu que hoje é uma caricatura de si próprio, ou 2) Ainda que trabalhando sob rédea curta, acomodou-se e prefere seguir usando o apelo de seu nome para faturar com salários caros em contratos com grandes estúdios. Não dá para esconder que este é um produto importante para um grande estúdio como a Fox, que deve enxergar nos livros de Riggs “uma mistura de Harry Potter e X-Men”. Ou seja, uma oportunidade para gerar mais uma franquia lucrativa. Para Tim Burton, trata-se de um conto capaz de despertar as inspirações de outrora para conduzir um filme com sua assinatura tão conhecida e apreciada. Afinal, mesmo dentro do “esquema”, a obra de Riggs permitiu que o cineasta voltasse a extrair beleza da escuridão, sem perder o equilíbrio entre o lirismo e o macabro, entre os prós e contras de estar vivo ou morto de acordo com a sua excêntrica visão. As intenções do estúdio e do diretor se cruzam, mas não parecem se encontrar, o que interfere diretamente no resultado final. Talvez seja o melhor filme de Tim Burton nesta década, muito em função do material de origem. Não se engane, porque a grande cabeça do projeto é a de Ransom Riggs, que armou um tabuleiro sobre o poder da imaginação ser hereditário, mesmo que pule uma geração, passando de avô para neto. Isso leva a uma aventura em um passado mágico, onde existe um orfanato de crianças que carregam mais fardos que poderes. Tudo obra de Riggs, enquanto Burton se contentou apenas em reproduzir na tela algumas das cenas mais bonitas do livro, como a menina cheia de ar nos pulmões isolando a água de um dos cômodos de um navio fantasma ou qualquer frame que traga Eva Green no papel da Srta. Peregrine, que cuida da garotada. A beleza dessas cenas é, claro, mérito do diretor, mas ele tem talento de sobra para ir além da plasticidade evidente. A história era um prato cheio para Tim Burton brilhar, afinal Ransom Riggs distribuiu temas variados em seus livros, como viagens no tempo, a ameaça de uma espécie de bicho papão, o excesso de cuidado com crianças quando o mundo real está lá fora, homenagens ao cinema – como o menino que projeta seus sonhos na tela –, e a situação do orfanato que remete aos judeus fugindo e se escondendo dos nazistas na 2ª Guerra Mundial. Mas tudo acaba se perdendo. Não há a menor dúvida que os dois primeiros atos são muito mais Tim Burton que o último. Embora traga elementos que costumamos identificar em seu cinema, o clímax parece ter sido acelerado pelo estúdio, como se fosse obrigatória a necessidade de aumentar a ação para agradar uma plateia mais jovem. A ação pode acontecer, mas ela precisa ser devidamente preparada. Porém, neste filme, somos arremessados, durante seu ato derradeiro, a uma correria desenfreada, passando por explicações apressadas e, por isso mesmo, confusas sobre fendas no tempo e as motivações dos vilões. O pior é que esse atropelamento narrativo é corriqueiro quando se trata de adaptações literárias infanto-juvenis. Até isso é lugar-comum. E flertar com o convencional é muito pouco quando se trata de Tim Burton. Ao final, é triste constatar que qualquer David Yates poderia ter feito este filme.

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    Animais Fantásticos e Onde Habitam: Dumbledore vai aparecer na continuação do derivado de Harry Potter

    14 de outubro de 2016 /

    “Animais Fantásticos e Onde Habitam” ainda nem estreou, mas a equipe do filme deu de falar da continuação como se o sucesso já tivesse sido contabilizado. Depois da escritora J.K. Rowling afirmar que a franquia terá cinco filmes, o diretor David Yates adiantou que o personagem Alvo Dumbledore, o diretor da escola de magia dos livros de “Harry Potter”, estará presente no segundo filme. Veja abaixo o vídeo da entrevista em que ele conta este e outros detalhes da produção. Dumbledore, por sinal, já tinha sido mencionado num trailer de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. O novo filme é uma espécie de prólogo de “Harry Potter”, que marca a estreia da escritora que criou o menino bruxo como roteirista de cinema. A história gira em torno de Newt Scamander (vivido por Eddie Redmayne, de “A Garota Dinamarquesa”), um mago britânico de Hogwarts que chega a Nova York em 1928 com uma mala repleta de criaturas mágicas. O elenco também inclui Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Dan Fogler (série “Secrets and Lies”), Alison Sudol (série “Dig”) e Colin Farrell (série “True Detective”), entre outros. Com direção de Yates, responsável pelos quatro últimos filmes de “Harry Potter”, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” tem previsão de estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    J.K. Rowling planeja transformar Animais Fantásticos e Onde Habitam em franquia com cinco filmes

    13 de outubro de 2016 /

    A franquia “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, derivada de “Harry Potter”, vai dar origem a cinco filmes, anunciou a autora J.K. Rowling em seu perfil no Twitter. Antes, a autora havia dito que seriam três partes de uma nova saga. Mas tudo depende do primeiro ser sucesso nas bilheterias. Um fracasso acaba com todos esses planos grandiosos. O filme marca a estreia de Rowling, criadora do universo mágico de “Harry Potter”, como roteirista de cinema. A história gira em torno de Newt Scamander (vivido por Eddie Redmayne, de “A Garota Dinamarquesa”), um mago britânico de Hogwarts que chega a Nova York em 1928 com uma mala repleta de criaturas mágicas. O elenco também inclui Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Dan Fogler (série “Secrets and Lies”), Alison Sudol (série “Dig”) e Colin Farrell (série “True Detective”), entre outros. Com direção de David Yates, responsável pelos quatro últimos filmes de “Harry Potter”, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” tem previsão de estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Shadowhunters: Veja o trailer e duas cenas da 2ª temporada

    12 de outubro de 2016 /

    O canal pago americano Freeform divulgou o trailer e duas cenas da 2ª temporada “Shadowhunters”. As prévias se concentram na aparente traição de Jace Wayland (Dominic Sherwood) e ainda mostram Clary (Katherine McNamara) numa sessão de treinamento com Isabelle (Emeraude Toubia). Shadowhunters” adapta os livros “Os Instrumentos Mortais”, de Cassandra Clare. A franquia não teve sucesso nos cinemas, onde foi interrompida após seu primeiro longa-metragem (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos), mas vem fazendo sucesso na TV americana. A trama acompanha Clary Fray, uma jovem que descobre ser descendente dos caçadores de sombras, híbridos de anjos com seres humanos, que se dedicam a enfrentar as trevas. Sua verdadeira origem veio à tona quando sua mãe foi sequestrada e ela precisou mergulhar, ao lado do caçador Jace Wayland, num mundo fantástico, habitado por demônios, fadas, bruxos, vampiros e lobisomens. A adaptação televisiva foi desenvolvida pelo produtor Ed Decter (série “The Client List”) com produção do cineasta McG (“O Exterminador do Futuro – A Salvação”), que assina o episódio piloto. A 2ª temporada estreia em janeiro e os novos episódios também serão adicionados semanalmente ao catálogo da Netflix.

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    Westworld: Criadores da série já trabalham na 2ª temporada

    11 de outubro de 2016 /

    Embora “Westworld” ainda não tenha sido oficialmente renovada, os criadores da nova sensação do canal pago HBO disseram na Comic-Con de Nova York que já estão trabalhando na 2ª temporada da atração. “Estamos trabalhando na 2ª temporada. Geralmente, tenho problemas em parar com a minha escrita”, disse Jonathan Nolan (roteirista de “Interestelar”), que criou a série com sua mulher Lisa Joy Nolan (da série “Burn Notice”). Nolan aproveitou para adiantar que os mundos da Roma Antiga e da Era Medieval, apresentados no filme que inspira o seriado, não serão mostrados na adaptação televisiva. Como a série de TV teve uma das estreias de maior sucesso da HBO nos últimos anos – desde “True Detective” – é difícil imaginar que o canal não vá encomendar um segundo ano. “Westworld” é exibida aos domingos, sempre às 23h, na HBO.

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    A Grande Muralha: Matt Damon enfrenta monstros em novo trailer épico legendado

    10 de outubro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou quatro pôsteres chineses de personagens e um novo trailer legendado de “A Grande Muralha”, superprodução épica estrelada por Matt Damon (“Jason Bourne”). Como a produção original é do estúdio Legendary, trata-se inevitavelmente de um filme de monstros, conforme tem sido a maioria de seus lançamentos (de “Godzilla” ao vindouro “Kong: Ilha da Caveira”). E como a Legendary foi adquirida por uma empresa chinesa, a ação se passa na China, tem coadjuvantes chineses e é dirigida por um mestre do cinema chinês, Zhang Yimou (“Flores do Oriente”). A prévia mostra Matt Damon e Pedro Pascal (série “Narcos”) em trajes medievais, descobrindo, ao serem detidos pelo exército chinês, a razão pela qual a Grande Muralha foi erguida na China: para proteger seus habitantes de monstros vorazes, é claro. Apesar da ênfase em efeitos visuais, o vídeo também explora a capacidade de Yimou para evocar a China feudal com uma fotografia deslumbrante, ao estilo de seus épicos de artes marciais “Herói” (2002) e “O Clã das Adagas Voadoras” (2004). Mas numa escala muito mais grandiosa, graças ao maior orçamento de sua carreira – estimado em US$ 150 milhões. O elenco também inclui Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”), Andy Lau (“O Clã das Adagas Voadoras”), Tian Jing (“O Mestre dos Jogos”), Hanyu Zhang (“O Tomar da Montanha do Tigre”) e o cantor Han Lu (da boy band EXO). A estreia está marcada para 16 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA e dois meses após a première na China.

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    Piratas do Caribe: Jack Sparrow aparece em cartaz de procurado

    7 de outubro de 2016 /

    Onde está Jack Sparrow? O diretor norueguês Joachim Rønning revelou em seu Instagram a foto de um cartaz de procurado, em que sua caricatura aparece desenhada. A ausência do “notório pirata”, como diz o cartaz, foi bastante sentida no primeiro teaser divulgado do novo longa da franquia “Piratas do Caribe”, centrado no vilão e num coadjuvante da história. Intitulado “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, o quinto filme trará o personagem de Johnny Depp novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, desta vez liderados por um velho inimigo, que escapa do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. Salazar é interpretado por Javier Bardem, que parece se deliciar em viver vilões, como demonstrou em “007 – Operação Skyfall”. Já o coadjuvante mencionado é Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”), que, dizem os rumores, vive o filho de Will Turner (o personagem de Orlando Blum na trilogia original). O elenco ainda conta com os veteranos da franquia Geoffrey Rush, Kevin McNally, Stephen Graham e, claro, Bloom, além das adições de Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”), Golshifteh Farahani (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Paul McCartney (ele mesmo). O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”) e a direção é dos noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Meu Amigo, o Dragão é um E.T. para a nova geração

    7 de outubro de 2016 /

    A Disney segue na onda dos remakes de sucessos do estúdio. Mas diferente de “Cinderela”, “Malévola” e “Mogli, O Menino Lobo”, “Meu Amigo, o Dragão” não veio exatamente de uma animação. O filme de 1977, dirigido por Don Chaffey, foi feito com atores de carne e osso e somente a criatura era personagem de desenho animado. Além disso, a versão de 2016, dirigida por David Lowery (“Amor Fora da Lei”), dispensa a nostalgia, já que é fácil se desapegar do original, que pode ter agradado a criançada da época, mas não virou um clássico. A nova leitura é até um pouco mais adulta perto daquilo. Apesar da produção ser assumidamente infantil – e da Disney –, Lowery aposta em músicas pop carregadas de dor de cotovelo, que entrariam muito bem nos ápices dramáticos de séries como “Grey’s Anatomy”, e privilegia momentos silenciosos de pura contemplação, que podem deixar alguns adultos e adolescentes um pouco entediados. Mas não tira o foco das crianças, que são muito mais inteligentes que a geração do filme original. O nível de concentração da garotada de hoje em dia é surpreendente e Lowery usa isso muito bem, alternando sequências reflexivas com o eterno sonho infantil de ter um “amigãozão” para toda hora, que, no caso, não tem nada de imaginário. Sobre o contexto por trás da reflexão, deve entrar na cabeça das crianças de alguma forma o que Lowery e a Disney querem dizer: o dragão de Pete (o ótimo menino Oakes Fegley) é uma metáfora para o período de luto, um rito de passagem entre a perda e sua aceitação para, enfim, seguir em frente. Não é spoiler, porque o dragão existe no filme. Mas atenção ao seu significado. O amigão de Pete funciona da mesma forma que o “E.T.”, de Steven Spielberg, representava a passagem da infância para a vida adulta – o protagonista interpretado por Henry Thomas, no clássico de 1982, havia sido abandonado pelo pai e termina a aventura como uma pessoa completamente diferente e muito mais madura -, só que adaptada para o luto. Talvez este seja o problema de “Meu Amigo, o Dragão”: lembrar outros filmes similares (não por ser remake) sem adicionar nenhuma novidade marcante. Mas não é, longe disso, uma perda de tempo. Se não dá novo fôlego à fórmula, tampouco a desgasta, apenas comprova pela enésima vez a eficiência de seu apelo junto ao público. É um, digamos, herdeiro digno da tradição de “E.T.”, “Onde Vivem os Monstros” e outros similares. O filme é bom, simpático, pode entreter, emocionar e pregar os tradicionais valores familiares da Disney, graças especialmente ao diretor, que sabe contar sua história com paciência e habilidade para envolver os espectadores. No elenco, além do pequeno Oakes Fegley, vale ainda destacar o veterano Robert Redford, mais leve e se divertindo na tela como há muito tempo não se vê. Mas quem rouba a cena é mesmo o dragão verde. Muito mais por curiosa caracterização, como um animal de estimação criado por efeitos visuais. Sim, ele é um dragão, mas poderia ser um cachorro gigante, porque simplesmente age como o melhor amigo do homem. Ou, no caso, da criança.

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