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  • Filme

    Nova parceria do diretor de Esquadrão Suicida com Will Smith ganha primeiras fotos oficiais

    7 de março de 2017 /

    A Netflix divulgou as três primeiras fotos oficiais de “Bright”, superprodução que volta a juntar Will Smith e o diretor de “Esquadrão Suicida”. As imagens trazem Smith armado e trajando uniforme da polícia, acompanhado por um orc igualmente uniformizado. A criatura é interpretada por Joel Edgerton (“Aliança do Crime”), O humano Ward (Smith) e o orc Jakoby (Edgerton) são policiais que precisam superar suas diferenças para proteger uma jovem elfa e uma relíquia perdida, que em mãos erradas pode destruir o mundo. O roteiro de Max Landis (“Victor Frankenstein”) se passa em um mundo de fantasia, onde os seres humanos co-existem com elfos e orcs, mas não numa era medieval como nas aventuras da Terra Média. A ação se passa em cenários contemporâneos do século 21. Na verdade, a sinopse evoca uma espécie de “Nação Alien” (1988) dos contos de fada. Com direção de David Ayer, “Bright” também inclui em seu elenco Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”), Lucy Fry (série “11.22.63”) e Noomi Rapace (“Prometheus”). A produção representa o mais caro investimento da Netflix num único filme. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões foram destinados a cobrir as despesas de filmagens. A previsão é de um lançamento em dezembro.

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  • Série

    Jim Broadbent será professor de Samwell Tarly em Game of Thrones

    7 de março de 2017 /

    O ator Jim Broadbent (o Horace Slughorn da franquia “Harry Potter” e vencedor do Oscar por “Iris”) revelou qual será seu papel na 7ª temporada de “Game of Thrones”. Quando sua contratação foi anunciada em setembro, a imprensa purou apenas que seria um personagem “significativo”. Em uma entrevista ao site Screencrush, Broadbent finalmente deu detalhes esclarecedores sobre sua função na trama. “Eu serei um meistre, um arquimeistre. Eu sou um velho professor”, ele revelou, afirmando que aparecerá em cinco episódios e que em cada um deles haverá uma cena importante. Além disso, Broadbent confirmou que suas cenas pertencem ao núcleo de Samwell Tarly (John Bradley), que, como os fãs devem lembrar, chegou na Cidadela no final da 6ª temporada para virar um meistre. De acordo com rumores divulgados pelo site Watchers on the Wall, é provável que o personagem do veterano ator seja o Arquimeistre Ebrose, personagem que já apareceu nos livros de George R.R. Martin, especialista em curas e que usa uma máscara de prata. Além de Tarly, é provável que seu caminho também cruze com Jorah Mormont (Iain Glen), que, ainda de acordo com Watchers on the Wall, chegará na Cidadela para encontrar uma cura para a sua escamagris. A 7ª temporada de “Game of Thrones” terá apenas sete episódios e irá ao ar no segundo semestre de 2017 no canal pago HBO.

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  • Filme

    Trailer e imagens de nova aventura juvenil de Luc Besson trazem Dave Bautista como vilão

    7 de março de 2017 /

    A EuropaCorp divulgou pôsteres de personagens, fotos e o trailer de “Warrior’s Gate”, a nova aventura escrita por Luc Besson e Robert Mark Kamen, criadores da franquia “Busca Implacável”. Kamen também foi o roteirista do clássico “Karatê Kid” (1984), que pode ser citado como possível inspiração do filme, mas a má fama de Besson como plagiador – https://pipocamoderna.com.br/2016/07/luc-besson-e-condenado-a-pagar-mais-por-plagio-de-john-carpenter/ – alerta que a premissa é muito, mas muito parecida com “O Reino Proibido” (2008). Em ambos os filmes, um adolescente contemporâneo é enviado à China medieval para viver uma aventura mística. Desta vez, o jovem é um campeão de videogames, que, mesmo sem saber nada de artes marciais, é transportado no tempo para salvar uma beldade das garras de um vilão maléfico, usando sua técnica nos games para vencer as lutas reais. Apesar de falado em inglês – como é praxe nos filmes da EuropaCorp – “Warrior’s Gate” é a primeira grande coprodução entre a França e a China. Mas, curiosamente, a direção é do alemão Matthias Hoene (“Cockneys vs Zombies”) e o ator principal é o americano Uriah Shelton (das séries “The Glades” e “Girl Meets World”). O elenco ocidental ainda inclui a inglesa Sienna Guillory (“Resident Evil: Retribuição”) e o americano Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) como vilão. Já os principais personagens chineses são interpretados por Mark Chao (“Operação de Risco: Contagem Regressiva”), Francis Ng (“Operação Secreta”) e Ni Ni (“Flores do Oriente”). A estreia está marcada para 22 de março na França e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Margot Robbie vai estrelar novo filme sobre Robin Hood

    6 de março de 2017 /

    A atriz Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) vai estrelar “Marian”, um filme sobre a eterna companheira do herói Robin Hood. Segundo o site Deadline, a produção será financiada pela Sony e conta com um roteiro do estreante Pete Barry. O filme vai se passar após a morte de Robin Hood, quando seu grande amor Marian, vestida como ele, vai à guerra para defender o reino de uma terrível conspiração, tornando-se também uma figura lendária para os pobres e oprimidos. Cinéfilos poderão considerar esta abordagem uma blasfêmia, tendo em vista “Robin e Marian” (1976), filme sobre a morte dos personagens, que mostrou que Marian (vivida pela lendária Audrey Hepburn) não conseguiria viver sem seu grande amor (Sean Connery). Ainda não há previsão para a estreia de “Marian”, mas deve ser bem depois de “Robin Hood”, a nova versão da história, atualmente em produção com Taron Egerton (“Kingsman – Serviço Secreto”) no papel principal e lançamento marcado para março de 2018.

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  • Música

    Clipe coloca Ariana Grande e John Legend no castelo de A Bela e a Fera

    6 de março de 2017 /

    A Disney divulgou o clipe da nova versão da música tema de “A Bela e a Fera”, que coloca os intérpretes Ariana Grande e John Legend no castelo da fábula encantada. Dirigido por Dave Meyers (responsável pelo clipe “Firework”, de Katy Perry, entre outros, além do remake de “A Morte Perde Carona”), o vídeo inicia com Ariana Grande com um vestidão vermelho, no balcão do castelo, e traz John Legend como um Príncipe ao piano, no meio do salão. A produção tem direito a uma coreografia própria, em que dançarinos entram em cena para se transformar em pétalas de rosas vermelhas. Mas até Emma Watson aparece, com seu vestido amarelo de Bela, para dançar com a Fera – criada digitalmente como no filme. A forma como o clipe integra os cantores à cena clássica do baile a dois é bastante criativa, reforçando o cuidado visual dispensado à cenografia e aos efeitos da produção. A trilha será lançada na sexta (10/3), e também inclui uma gravação inédita de Céline Dion, intérprete da versão original do tema “Beauty and the Beast” na animação de 1991. Sua nova música, “How Does A Moment Last Forever”, acompanha os créditos finais do filme. Já a estreia de “A Bela e a Fera” acontece na próxima semana, no dia 16 de março no Brasil.

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  • Filme

    Críticas de Kong: A Ilha da Caveira são mais entusiasmadas que as de A Bela e a Fera

    5 de março de 2017 /

    Os críticos americanos gostaram de “A Bela e a Fera”, mas as declarações de amor só foram dedicadas para “Kong: A Ilha da Caveira”. Os dois candidatos a blockbuster vão chegar aos cinemas nos próximos dias e competirão ferozmente pelas bilheterias. “Kong: A Ilha da Caveira” chega antes, já nesta semana, e conquistou 83% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, enquanto “A Bela e a Fera”, que estreia uma semana depois, ficou com 74%. No Brasil, as datas são 9 e 16 de março, respectivamente. Os maiores elogios para “Kong” dizem respeito ao ritmo frenético, à qualidade dos efeitos visuais e ao roteiro redondo. O crítico da revista Variety ousou dizer que o filme é, de forma surpreendente, melhor – não, 10 vezes melhor! – que “Jurassic World”. Os dois filmes compartilham um roteirista, Derek Connolly. Em compensação, o crítico do Guardian chutou o balde e derramou ácido por todo o lado, ao considerar o filme tão trash que o lembrou de Ed Wood, o pior diretor de todos os tempos. Já “A Bela e a Fera” teve como destaque negativo os efeitos da Fera, que saltaram aos olhos desde as primeiras fotos, mas isso teria sido compensado com uma cenografia deslumbrante. Também houve quem reclamasse da falta de novidades, já que se trata de uma releitura que pouco acrescenta – além de atores reais – à animação clássica, sendo “instantaneamente esquecível”. Mas, por outro lado, houve eco para o espetáculo tecnicamente perfeito. Veja abaixo alguns dos principais comentários sobre os dois filmes. Kong: A Ilha da Caveira “A surpresa é que ‘Kong: A Ilha da Caveira’ não é apenas dez vezes melhor que Jurassic World, mas um espetáculo de criaturas gigantes excitante e muito bem elaborado” (Owen Gleiberman, Variety). “Esta volta altamente divertida de uma das criaturas gigantes mais longevas do cinema corre como um louco – o filme parece ter 90 minutos e não 2 horas – e consegue um equilíbrio ideal entre ação feroz, humor, reinvenção de gênero e, talvez de forma mais impressionante, uma desprendida consciência de sua própria modesta importância no esquema maior das coisas” (Todd McCarthy, The Hollywood Reporter). “Não se pode menosprezar a importância de John C. Reilly para o longa. No momento em que ele aparece, o filme parece imediatamente revigorado e energizado; sua mera presença acrescenta uma enorme quantidade de charme e humor” (Drew Taylor, The Playlist). “Nós não embarcamos na ‘Ilha da Caveira’ pelos personagens (sejam eles bem desenvolvidos ou não), nós vamos para ver o maldito macaco. E o diretor Jordan Vogt-Roberts e a empresa Industrial Light & Magic entregam um Kong de cair o queixo” (Chris Nashawaty, Entertainment Weekly). “Derivativo e um pouco bobo, mas consistentemente divertido: há personalidade e estilo de sobra neste blockbuster monstro” (Jordan Farley, Total Film). “Esta fantasticamente confusa e exasperantemente aborrecida tentativa de atualização da história de King Kong se parece com uma mistura de Jurassic Park, Apocalypse Now e alguns empréstimos visuais exóticos de Miss Saigon. Não chega perto do poder elementar do King Kong original ou do remake de Peter Jackson. É algo que Ed Wood Jr poderia ter feito com um trilhão de dólares caso tivesse o aval para fazer o que quisesse com esse dinheiro – mas sem a menor a diversão” (Peter Bradshaw, do The Guardian). A Bela e a Fera “Após os espectadores digerirem todo o esplendor visual, eles poderão perceber que toda a experiência foi um pouco sem graça e sem profundidade, e com um resultado tão efervescente quanto instantaneamente esquecível” (Leslie Felperin, The Hollywood Reporter). “O novo ‘A Bela e a Fera’ é um filme tocante, bastante ‘assistível’, mas nunca convence totalmente que era um filme que o mundo estava esperando” (Owen Gleiberman, Variety). “Com seus olhos lindos, seu sorriso encantador e seu conjunto de sardas na ponta do nariz, Emma Watson é uma perfeita heroína da Disney. Há uma inocência e inteligência nela que se encaixa perfeitamente com a personagem. E descobrimos que ela também sabe cantar” (Chris Nashawaty, Entertainment Weekly). “’A Bela e a Fera’ casa o espetáculo visual e o magnífico design com uma história melhor do que o longa original, lançando um feitiço sobre os antigos fãs e também os mais novos” (Brian Truitt, USA Today). “Uma deliciosa recriação live-action de uma fábula familiar. Você já viu isso antes, mas seu espírito e graça são irresistíveis” (Matt Maytum, Total Film). “Em última análise, ‘A Bela e a Fera’ se revela como uma recriação cínica feita aparentemente apenas para produzir um ano fiscal mais promissor para os acionistas da Disney. Este é um produto que é mais calculista do que inspirador” (Rodrigo Perez, The Playlist).

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    King Kong destrói helicópteros em vídeo de 360 graus

    4 de março de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou um vídeo de realidade virtual de “Kong: A Ilha da Caveira”, que registra o ataque de King Kong aos helicópteros do filme em imagens de 360 graus. A experiência lembra um videogame de pouca interatividade, já que não é possível atacar o macaco gigante, apenas observar o massacre. O filme vai se passar nos anos 1970, época do primeiro remake de “King Kong” e também da Guerra do Vietnã, que será usada como pano de fundo da trama. Encabeçando o elenco estão Tom Hiddleston (“Thor”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”), Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), John Goodman (“Argo”) e John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”), Max Borenstein (“Godzilla”) e Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”), e a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia está marcada para quinta-feira (9/3) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    O Retorno de Mary Poppins ganha primeira foto oficial

    4 de março de 2017 /

    A Disney divulgou a primeira foto da volta de Mary Poppins ao cinema. A imagem registra Emily Blunt (“A Garota no Trem”) na pele da babá mágica, diante da residência dos Banks numa roupa de época, mais colorida que a original, criada pela vencedora de três Oscars Sandy Powell (“Cinderela”). “O Retorno de Mary Poppins” acontece em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem ela foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a mágica Mary Poppins retornar para ajudar a família Banks. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chegará aos cinemas apenas no Natal de 2018.

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    Diretor de Spotlight vai escrever filme com atores do Ursinho Pooh para a Disney

    3 de março de 2017 /

    Tom McCarthy (diretor e roteirista de “Spotlight”, filme vencedor do Oscar 2016) vai rescrever o roteiro de “Christopher Robin”, novo longa de fantasia da Disney. Trata-se de versão com atores do “Ursinho Pooh”, que vai se centrar no único personagem humano da fábula infantil, o menino Christopher Robin. McCarthy vai substituir Alex Ross Perry (“A Rainha do Mundo”), contratado em novembro para fazer o roteiro do filme. Porém, o resultado não agradou totalmente a Disney e o estúdio busca uma nova abordagem. O projeto inicial previa mostrar o retorno do rapaz, já adulto, ao Bosque dos 100 Acres, onde vivem Pooh, Tigrão, Leitão e cia., para rever seus amigos. Na trama, Robin teria virado um homem de negócios que prioriza o trabalho à sua esposa e filha, e a última coisa que precisa é voltar a ver Pooh. Mas o ursinho precisa de sua ajuda para encontrar seus amigos novamente. Robin terá que achar uma maneira de ajudar ao velho amigo sem perder tudo o que conquistou como adulto. A sinopse é muito parecida com “Hook” (1991), com Christopher Robin no lugar do Peter Pan adulto, vivido por Robin Williams. A direção vai ficar sob o comando de Marc Forster (“Guerra Mundial Z”), que, por sinal, fez um ótimo filme sobre a origem da história de Peter Pan, “Em Busca da Terra do Nunca” (2004). Por coincidência, já há um filme sobre a origem do Ursinho Pooh prestes a chegar aos cinemas, contando a história do verdadeiro Christopher Robin, filho do escritor A.A. Milne. Ainda sem título, o filme já teve fotos divulgadas, é dirigido por Simon Curtis (“A Dama Dourada”) e estrelado por Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) e Domhnall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”). A data de estreia ainda não foi definida.

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    Eddie Redmayne grava audio book de Animais Fantásticos e Onde Habitam

    3 de março de 2017 /

    Como os fãs do universo mágico de J.K. Rowling sabem, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” era, originalmente, um livro escrito por Newt Scamander, usado como material didático nas aulas de magia de Harry Potter em Hogwarts. Agora que o título também batiza um filme bem-sucedido, Rowling decidiu lançar uma versão em audio book do material, narrada por ninguém menos que o próprio Scamander – ou melhor, seu intérprete no cinema, o ator Eddie Redmayne. Um vídeo da gravação foi postado pelo site Pottermore, o canal oficial para fãs do mundo Harry Potter, e pode ser conferido abaixo. “Eu achei [o convite] muito encantador. Mas foi só quando eu comecei a ler em voz alta que percebi como são complicados e poéticos os sons e a linguagem que a J.K. pode criar”, o ator comentou ao programa Entertainment Tonight. “Ocasionalmente, eu tinha que parar de gravarm porque eu era incapaz de dizer algumas palavras sem rir, ou porque às vezes era um trava-língua!”, afirmou. “Gostei do desafio e espero que os ouvintes possam sentir isso na minha narração”. Além da voz de Redmayne/Scamander, a nova versão de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” foi revisada pela autora, que adicionou seis novas criaturas e um prefácio “assinado” pelo personagem.

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    Diretor de Kubo e as Cordas Mágicas vai comandar spin-off de Transformers centrado em Bumblebee

    3 de março de 2017 /

    O diretor Travis Knight, que estreou com a aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas”, indicada ao Oscar 2017 da categoria, foi escolhido pela Paramount Pictures para assumir a direção de Bumblebee, primeiro derivado da franquia “Transformers”. A produção será seu primeiro trabalho em um filme com atores. O roteiro está sendo escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e nenhum detalhe adicional foi revelado, além da data de estreia anteriormente anunciada, marcada para junho de 2018.

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    Trailer do novo Piratas do Caribe anuncia o filme como “a última aventura” da franquia

    3 de março de 2017 /

    Um detalhe do trailer de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” surpreendeu os fãs de Jack Sparrow. E não foi a versão jovem do personagem de Johnny Depp nem os tubarões voadores. Foi um aviso escrito na tela, que chegou sem maiores explicações, afirmando que o filme será “a última aventura”. Ou seja, a Disney nem vai esperar pelo resultado da bilheteria para decretar o fim da franquia, que já foi seu carro-chefe no começo do século. O longa anterior, “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” (2011), foi o que rendeu a menor bilheteria doméstica dentre as produções do Capitão Jack, mas mesmo assim fez mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. O problema é que as produções que o ator estrelou depois disso fracassaram clamorosamente. E, para complicar, a mais recente, “Alice Através do Espelho” (2016), contabilizou prejuízo para a própria Disney. Mas o desgaste de Depp pode ser maior que a perda de seu “star power” – o ator foi eleito o menos rentável de Hollywood pelos dois últimos anos. A divulgação de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” começou sem mostrar o ator, dando destaque para o vilão vivido por Javier Bardem e os demais coadjuvante. O estúdio pareceu diminuir propositalmente a importância do astro para a produção, num período que coincidiu com seu divórcio tumultuado, que rendeu acusações de violência doméstica por parte de sua ex-esposa, Amber Heard. Para completar, após o fracasso de “O Cavaleiro Solitário” (2013), também estrelado por Depp, a Disney anunciou o fim de seu contrato de exclusividade com o produtor Jerry Bruckheimer, que, sim, também é produtor de “Piratas do Caribe”.

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    Novo trailer de Piratas do Caribe com o jovem Jack Sparrow ganha versão legendada

    3 de março de 2017 /

    A Disney divulgou o pôster nacional e a versão legendada do trailer de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, quinto filme da franquia estrelada por Johnny Depp. A prévia abre com um flashback que rejuvenesce Jack Sparrow, o personagem de Depp, e explica o motivo do título nacional, apresentando a origem do ódio de Salazar (Javier Bardem, de “007 – Operação Skyfall”). Entre as novidades, também demonstra que os novos coadjuvantes, vividos por Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”) e Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), são basicamente versões dos personagens de Orlando Bloom e Keira Knightley na trilogia original. E, de quebra, ainda mostra tubarões fantasmas! A aventura traz Jack Sparrow novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, desta vez liderados por Salazar, um velho inimigo, que escapa do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”), a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”) e um detalhe curioso é que o título do filme em inglês não tem Salazar nenhum. É “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales” (Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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