Jogador Nº 1 estreia em 1º lugar na América do Norte
“Jogador Nº 1” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá no fim de semana, confirmando expectativas da indústria, mas com um desempenho menor que o esperado, tendo em vista o forte investimento de marketing da Warner. O resultado evoca o grande paradoxo da carreira de Spielberg. Apesar de ser celebrado como um dos responsáveis por instituir os veraneios de blockbusters nos Estados Unidos, o diretor não costuma lançar filmes na estratosfera, como os longas de super-heróis atuais. Para se ter ideia, apenas um título de sua fimografia abriu acima dos US$ 100 milhões na América do Norte: “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, em 2008. Por isso, os US$ 41,2M de “Jogador Nº 1” representam a 5ª maior abertura doméstica de toda a carreira do cineasta, entre “Jurassic Park” (US$ 47M) e “Minority Report” (US$ 35,6M). Outro aspecto da filmografia de Spielberg é que a arrancada relativamente fraca de suas obras costuma ser compensada por maior tempo de permanência no ranking, o que faz com que acabem rendendo mais a longo prazo. Sabendo dessa característica, a Warner antecipou o lançamento de “Jogador Nº 1” na quinta-feira (29/3), apostando numa estreia ampliada de quatro dias. O resultado foi um total de US$ 53,21M. O sucesso foi maior no exterior, elevando a soma mundial a US$ 181,2M. Mas, com um orçamento estimado em US$ 175 milhões, “Jogador Nº 1” terá que manter a escrita de longevidade dos filmes do diretor para se pagar. A programação norte-americana registrou ainda mais dois lançamentos. “Acrimony” abriu em 2º lugar, causando muita surpresa. Afinal, é mais um dos muitos filmes feitos em série pelo diretor Tyler Perry, que nem sequer chegam em vídeo ao Brasil. Com reles 28% de aprovação, “Acrimony” é somente o primeiro dos três filmes que ele pretende despejar nos cinemas americanos em 2018. E, logicamente, não tem previsão de desembarque no país. A última estreia foi o terceiro “Deus Não Está Morto”. O lançamento religioso tentou aproveitar a data do feriadão de Páscoa para servir de opção cristã nos cinemas. Mas não entrou nem no Top 10, numa rejeição do público ao conteúdo manipulativo da franquia – podrão, com 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. Lançado em 1,6 mil salas, “Deus Não Está Morto – Uma Luz na Escuridão” abriu em 12º lugar, atrás do fenômeno “Ilha dos Cachorros”, que faturou bem mais em 165 salas apenas. Vale observar ainda a queda de “Círculo de Fogo: A Revolta”. Líder do levantamento passado, repetiu o tombo de “Tomb Raider” e caiu para o 5º lugar em sua segunda semana em cartaz. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jogador Nº 1 Fim de semana: US$ 41,2M Total EUA e Canadá: US$ 53,2M Total Mundo: US$ 181,2M 2. Acrimony Fim de semana: US$ 17,1M Total EUA e Canadá: US$ 17,19M Total Mundo: US$ 17,1M 3. Pantera Negra Fim de semana: US$ 11,2M Total EUA e Canadá: US$ 650,6M Total Mundo: US$ 1,2B 4. Eu Só Posso Imaginar Fim de semana: US$ 10,7M Total EUA e Canadá: US$ 55,5M Total Mundo: US$ 55,5M 5. Círculo de Fogo: A Revolta Fim de semana: US$ 9,2M Total EUA e Canadá: US$ 45,6M Total Mundo: US$ 231,9M 6. Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim Fim de semana: US$ 7M Total EUA e Canadá: US$ 22,8M Total Mundo: US$ 30,8M 7. Com Amor, Simon Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 32,1M Total Mundo: US$ 33,7M 8. Tomb Raider Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 50,5M Total Mundo: US$ 245,1M 9. Uma Dobra no Tempo Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 83,2M Total Mundo: US$ 104,3M 10. Paulo – Apóstolo de Cristo Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 11,5M Total Mundo: US$ 11,5M
Cinemas recebem nova sci-fi de Steven Spielberg e a biografia de Edir Macedo
A programação da semana destaca a nova sci-fi de Steven Spielberg, uma fantasia grandiosa da Disney e a hagiografia de Edir Macedo, todos candidatos a blockbuster – o filme do fundador da Igreja Universal já arrasa quarteirões, com 4 milhões de ingressos vendidos antecipadamente e ocupação de 1.108 salas. Lembrando que o circuito cinematográfico brasileiro é de pouco mais de 3 mil telas e que há outros filmes muito bem sucedidos em cartaz, cabe a pergunta: tem espaço para tudo isso ao mesmo tempo? A Record está buscando uma alternativa com exibições itinerantes de “Nada a Perder” para somar à blitz da pré-venda, supostamente responsável por já ter esgotado os ingressos desse fim de semana. A popularidade do filme é impressionante, e tende a ser incensada, porque é o único aspecto visível da produção para a imprensa. Só os amigos e funcionários da Record foram convidados a assistir ao longa antes da estreia, por isso o lançamento chega aos cinemas sem críticas. Foi escondido da imprensa, talvez como estratégia para não colocar tudo a perder. Mas há relatos de que teria sido finalizado apenas na semana passada, o que realmente dificultaria sessões antecipadas. Rumores também dizem que o filme tem o maior orçamento da história do cinema brasileiro, superando os R$ 25 milhões, e recorde de figurantes, mobilizando 30 mil pessoas numa única cena. Mas os gastos teriam sido contrabalanceados com contratos internacionais – já estaria negociado em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A trama se estende por três décadas e inclui a fundação da Igreja Universal do Reino de Deus e a compra da rede Record. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”). Superproduções de Hollywood Se o filme de Edir Macedo é um mistério, a nova sci-fi de Steven Spielberg já foi aprovada pela crítica norte-americana. “Jogador nº1” teve premières aplaudidas e elogios rasgados da imprensa geek, por sua capacidade de transformar nostalgia em fonte de referências, com recorde de easter eggs espalhados na tela. Mas também houve ponderações – as animações de seu mundo virtual são antiquadas, a ação do mundo real menos interessante, etc. – , que evitaram a unanimidade e a multiplicação exagerada de exclamações de obra-prima. Mesmo assim, atingiu 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. O longa que marca a volta de Spielberg à ficção científica é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980 e 1990. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). Já “Uma Dobra no Tempo” não se desdobrou como a Disney planejava. O êxito de “Pantera Negra” pode ter canibalizado o interesse no longa. Afinal, a fantasia infantil do estúdio buscava um nicho similar de mercado, com elenco multicultural, protagonista e diretora negras, numa adaptação de obra juvenil adorada por gerações. O fato é que a filmagem do clássico literário de Madeleine L’Engle por Ava DuVernay (“Selma”) implodiu nas bilheterias dos Estados Unidos, atingindo “apenas” US$ 76,3M (milhões) em três semanas. O valor não correspondeu às expectativas do mercado, representando uma volta à “normalidade” para a Disney, que não registrava fracassos clamorosos desde “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo”, de 2016. “Uma Dobra no Tempo” teve abertura melhor que esses filmes, mas seu desempenho está à altura da frustração causada por “Tomorrowland” em 2015, que não conseguiu recuperar seu investimento. Embora a Disney não tenha revelado o orçamento da produção, o longa é repleto de efeitos visuais e estrelado por atores de renome – Oprah Winfrey (“Selma”), Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) e Mindy Kaling (série “The Mindy Project”) vivem coloridas mulheres místicas – , o que costuma vir com uma etiqueta de preço elevado. Para completar, as críticas não empolgaram. Com 41% de aprovação, foi considerado um “grande desapontamento” (The Wall Street Journal), repleto de efeitos que “não conseguem envolver” (Chicago Sun-Times) e com a profundidade de um “vídeo cheio de cores para distrair as crianças” (The Guardian). Curto-circuito feminino O excesso de superproduções não chega a esgotar completamente o circuito, que ainda traz cinco lançamentos limitados, três deles de ficção e dirigidos por mulheres. O grande filme da pequena lista é “Zama”, coprodução brasileira que foi escolhida para representar a Argentina na busca de uma indicação ao Oscar 2018. Drama épico de Lucrecia Martel ambientado na época da colonização, o longa conta a história de Diego de Zama, um oficial da coroa espanhola do século 18, que se encontra estagnado há anos em um posto de Assunção, no Paraguai, e decide se juntar a um grupo de soldados para capturar um perigoso bandido. Mas, nesses momentos de violência, ele descobre que tudo o que realmente deseja não é uma promoção, mas sobreviver. Lucrecia Martel é conhecida por filmes premiados como “O Pântano” (2001), “A Menina Santa” (2004) e “A Mulher sem Cabeça” (2008), entretanto não filmava há nove anos. “Zama” venceu o prêmio da crítica no Festival de Havana, apareceu em 4º lugar na lista dos melhores filmes de 2017 da revista Sight & Sound (publicação oficial do British Film Institute) e ainda disputa 11 categorias na premiação da Academia Argentina e 8 indicações ao Prêmio Platino. Até o Rotten Tomatoes aprovou, com 86% de avaliação positiva. “Deixe a Luz do Sol Entrar” também traz uma cineasta renomada atrás das câmeras, a francesa Claire Denis, frequentadora assídua dos grandes festivais europeus. A surpresa é que, desta vez, a diretora de dramas pesados como “Chocolate” (1988), “Noites Sem Dormir” (1994), “35 Doses de Rum” (2008), “Minha Terra, África” (2009) e “Bastardos” (2013) opta pela leveza. O filme consiste, basicamente, de uma hora e meia de rejeições, nas quais Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”), fotografada como uma jovem, busca e afasta pretendentes. A obra tem sua graça e muito charme, como atesta a aprovação de 89% da crítica norte-americana. Foi premiada na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes do ano passado e ainda rendeu mais uma indicação ao César de Melhor Atriz para Binoche. Por outro lado, “Madame” não recebeu os mesmos elogios. Trata-se de uma comédia de erros convencional que chama atenção por ser falada em inglês e pelo elenco estrangeiro, com a australina Toni Collette (“xXx: Reativado”) no papel de uma madame que, por superstição, decide que precisa de mais uma mulher para compôr o número de convidados de um jantar fino. Assim, manda uma empregada trocar o uniforme por um vestido de seu closet para fazer figuração. A escolhida é a espanhola Rossy Palma (“Julieta”), velha conhecida dos filmes de Pedro Almodóvar, que acaba encantando um milionário. O mais curioso nessa história de Cinderela é que a madrasta malvada e a fada madrinha são a mesma personagem. Mas o trabalho da diretora francesa Amanda Sthers (“Eu Vou te Fazer Falta”) não passou dos 24% no Rotten Tomatoes. Como sempre, a programação se completa com documentários. “Árvores Vermelhas” é uma produção britânica que revisita o Holocausto, por meio das memórias do pai da diretora Marina Willer e viagem às locações atuais dos antigos cenários de horror na República Tcheca. E “Górgona” retrata a atriz brasileira Maria Alice Vergueiro, com uma extensa carreira nos palcos, que enfrenta dívidas e o mal de Parkinson, sem ter atingido o reconhecimento da indústria cultural.
Jack Black e Cate Blanchett são bruxos no primeiro trailer de O Mistério do Relógio na Parede
A Universal Pictures divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer legendado de “O Mistério do Relógio na Parede”, aventura infantil estrelada por Jack Black (“Jumanji”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). A maior curiosidade deste história de terror para menores é quem está por trás dos planos de dar sustos nas crianças. A trama é uma adaptação do livro de fantasia de John Bellairs, mas a adaptação será levada para a tela por um time especializado em terror. O roteiro foi escrito por Eric Kripke, criador da série “Supernatural”, e a direção está a cargo de Eli Roth, do ultraviolento “O Albergue”. Já a produção é da Amblin Entertainment, empresa de Steven Spielberg. O filme gira em torno de Lewis Barnavelt (Owen Vaccaro, de “Pai em Dose Dupla”), um órfão de 10 anos, que descobre um mundo de passagens escondidas, magia e perigo na casa dos tios. Antiga moradia de um casal de bruxos, o local faz tique-taque sem parar, já que seu coração é um relógio antigo, e guarda inúmeros segredos, potencialmente perigosos. O pior acontece quando Lewis tenta impressionar um amigo com o pouco de magia que aprendeu, conseguindo, em vez disso, ressuscitar a bruxa que quer trazer o apocalipse. Lançado em 1973, o livro fez tanto sucesso que originou uma trilogia centrada em Lewis Barnavelt – que foi retomada após a morte de Bellairs e rende aventuras sobrenaturais até hoje. O primeiro livro já tinha sido adaptado anteriormente, como um dos três episódios da antologia televisiva de terror “Once Upon a Midnight Dreary”, apresentada por Vincent Price em 1979. O elenco também inclui Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”), Colleen Camp (“Joy”), Renée Elise Goldsberry (série “Altered Carbon”) e Sunny Suljic (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”). A estreia está marcada para 21 de setembro nos Estados Unidos.
Círculo de Fogo destrona Pantera Negra nas bilheterias da América do Norte
Após cinco semanas na liderança, o reinado de “Pantera Negra” nas bilheterias dos cinemas da América do Norte foi finalmente encerrado. Mas isso não aconteceu com um estrondo e sim com um suspiro. A estreia de “Círculo de Fogo: A Revolta” no topo do ranking foi considerada decepcionante. Com US$ 28M (milhões), o filme dos robôs gigantes da Legendary saiu-se um pouco melhor que “Tomb Raider” (US$ 23,5M) na semana passada. Mas como a produção foi orçada em US$ 155M, trata-se de uma vitória difícil de ser comemorada. Na verdade, os robozões dependem do mercado internacional para não virar sucata. Vale lembrar que o primeiro filme também foi um fiasco nos Estados Unidos e a sequência só foi aprovada devido ao desempenho na Ásia. A mesma trajetória volta se repetir agora, compensando o fracasso americano com uma abertura internacional de impacto. A China foi responsável pela maior bilheteria do filme, com US$ 65M em três dias – US$ 20M a mais que o obtido pela estreia do primeiro filme. Assim, em todo o mundo, a arrecadação chegou a US$ 150,5M. A má notícia é que as críticas foram negativas, inclusive na Ásia. A avaliação registrada no Rotten Tomatoes é de 46% de aprovação. Isto dificulta a permanência da produção no ranking dos filmes mais vistos nas próximas semanas, quando enfrentará “Jogador Nº 1”, de Steven Spielberg. “Tomb Raider”, que abriu em 2º lugar na semana passada, teve 50% de aprovação e já caiu para o 5º lugar. Já “Pantera Negra”, mesmo caindo para o 2ª lugar, registrou novos recordes no fim de semana. Ao atingir uma arrecadação total de US$ 630,9M (milhões) em seu sexto fim de semana em cartaz, o filme superou o total de “Os Vingadores” (US$ 623,3M) para se tornar a maior bilheteria da Marvel na América do Norte. Também virou a maior bilheteria de um filme de super-heróis em todos os tempos nos Estados Unidos e no Canadá. Atualmente, “Pantera Negra” ocupa o 5º lugar entre as arrecadações domésticas da América do Norte, atrás apenas de “Jurassic World” (US$ 652M), “Titanic” (US$ 659M), “Avatar” (US$ 760M) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 936M). No mundo inteiro, o faturamento está em US$ 1,2 bilhão, o 12º entre as maiores bilheterias globais do cinema. O Top 3 norte-americano se completa com o filme evangélico “Eu Só Posso Imaginar”. A produção orçada em apenas US$ 7M conta a história da música de rock cristão mais popular dos Estados Unidos e em duas semanas já somou US$ 38,3M. A estreia no Brasil está marcada para 24 de maio. A semana teve ainda mais três lançamentos amplos, que implodiram. “Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim” foi além do fracasso financeiro, ao conseguir a façanha de desagradar profundamente a crítica, normalmente fã de animações. Rendeu só 27% de aprovação e uma bilheteria de US$ 10,6M, em 4º lugar. Agora, o estúdio torce para a ojeriza não ser mundial, com estreia prevista para 31 de maio no Brasil. “Paulo – Apóstolo de Cristo” fez metade disso, US$ 5M, em 8º lugar. Sua rejeição chamou atenção por acontecer em plena Semana Santa. Para completar, a crítica o crucificou com 35% de aprovação. É mais um lançamento para maio no Brasil, no dia 3. Fechando o Top 10, o romance adolescente “O Sol da Meia-Noite”, estrelado por Patrick Schwarzenegger, o filho de Arnold, rendeu US$ 4,1M e 21% de podridão tomatal. Adaptação de mangá para meninas, que apela para o mix mórbido de amor e doença, foi considerado o pior filme romântico dos últimos tempos e será despejado no mercadão nacional em junho. Mas ainda não acabou. Steven Soderbergh lançou outro fracasso de bilheterias, que nem entrou no Top 10. “Unsane” abriu em 11º lugar. A compensação, se isso é possível, ficou por conta da boa avaliação da crítica, que aprovou o longa estrelado por Claire Foy – 78% no Rotten Tomatoes. Este não tem previsão de estreia no Brasil. Para completar, ainda houve um contraste, que entrou para a história. A animação de “Ilha de Cachorros”, de Wes Anderson, foi lançada em circuito limitado. E se tornou uma das maiores estreias de todos os tempos. Sem brincadeira, o filme dos cachorros falantes teve a maior abertura por sala já registrada entre lançamentos em mais de 20 telas. Exibido em apenas 27 cinemas, faturou US$ 1,5M, em 15º lugar, numa média de US$ 58,1 mil por tela. Para dar noção do tamanho dessa arrecadação, a média do líder da bilheteria desta semana, “Círculo de Fogo: A Revolta”, foi de US$ 7,5 mil por sala. O filme ensaiou virar polêmica, mas acabou conquistando a simpatia da maioria da crítica, com 93% de aprovação. A única coisa negativa contra seu lançamento, na verdade, é ter que esperar até 14 de junho para vê-lo nos cinemas brasileiros. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Círculo de Fogo: A Revolta Fim de semana: US$ 28M Total EUA e Canadá: US$ 28M Total Mundo: US$ 150,5M 2. Acrimony Fim de semana: US$ 16,6M Total EUA e Canadá: US$ 630,9M Total Mundo: US$ 1,2B 3. Eu Só Posso Imaginar Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA e Canadá: US$ 38,3M Total Mundo: US$ 38,3M 4. Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim Fim de semana: US$ 10,6M Total EUA e Canadá: US$ 10,6M Total Mundo: US$ 15,2M 5. Tomb Raider Fim de semana: US$ 10,4M Total EUA e Canadá: US$ 41,7M Total Mundo: US$ 211,7M 6. Uma Dobra no Tempo Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 73,8M Total Mundo: US$ 87,9M 7. Com Amor, Simon Fim de semana: US$ 7,8M Total EUA e Canadá: US$ 23,6M Total Mundo: US$ 23,6M 8. Paulo – Apóstolo de Cristo Fim de semana: US$ 5M Total EUA e Canadá: US$ 56M Total Mundo: US$ 5M 9. A Noite do Jogo Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 60,8M Total Mundo: US$ 94,8M 10. Sol da Meia-Noite Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 4,1M Total Mundo: US$ 4,1M
Casal de heróis de Thor: Ragnarok vai virar Homens de Preto
Os atores Chris Hemsworth e Tessa Thompson vão repetir a parceria bem-sucedida de “Thor: Ragnarok” (2017) no próximo filme da franquia “Homens de Preto”. Segundo o site The Hollywood Reporter, os contratos ainda não foram assinados, mas ambos estão entusiasmados pela possibilidade de voltar a atuar juntos. Às vezes descrito como um spin-off, outras como reboot, o novo filme da Sony não contará com a participação dos atores Will Smith e Tommy Lee Jones, que estrelaram os três longas originais da franquia, focando outros agentes da organização secreta dedicada a policiar e acobertar a presença de alienígenas na Terra. A ideia é relançar os “Homens de Preto” sem reinventar a franquia, do mesmo modo como “Jurassic World” (2015) fez com “Jurassic Park” (1993). O roteiro aprovado foi escrito por Matt Holloway e Art Marcum, que assinaram juntos “Homem de Ferro” (2008) e “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). A direção estará a cargo de F. Gary Gray, que comandou o sucesso “Velozes e Furiosos 8” (2017). E, mesmo sem título, o filme já tem data de estreia, marcada pela Sony para o dia 17 de maio de 2019 nos Estados Unidos.
Britannia é renovada para a 2ª temporada
O canal pago britânico Sky Atlantic anunciou a renovação da série “Britannia” para sua 2ª temporada. Produzida em parceria com a Amazon, a série mistura fantasia sobrenatural e batalhas grandiosas, o que lhe rende algumas comparações a “Game of Thrones”. Passada no ano 43 depois de Cristo, a série gira em torno do conflito entre os invasores do império romano e os habitantes da ilha que os romanos chamam de Britannia, liderada por mulheres guerreiras e druidas poderosos. Escrita e criada pelos irmãos roteiristas Jez Butterworth (“007 Contra Spectre” e “No Limite do Amanhã”) e Tom Butterworth (de “A Última Legião”, sobre o mesmo período), a série destaca em seu elenco David Morrissey (o Governador de “The Walking Dead”), Kelly Reilly (a Mary Watson de “Sherlock Holmes”), Mackenzie Crook (o Ragetti dos filmes “Piratas do Caribe”), Eleanor Worthington-Cox (a versão menina da princesa Aurora em “Malévola”) e Ian McDiarmid (o Imperador Palpatine da franquia “Star Wars”). Com dez episódios, “Britannia” estreou em 18 de janeiro no Reino Unido e obteve 72% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A 2ª temporada será gravada entre abril e junho, mas ainda não tem previsão de estreia.
Pantera Negra atinge marca de Avatar ao liderar bilheterias pela quinta semana nos EUA
“Pantera Negra” se manteve imbatível nas bilheterias norte-americanas pelo quinto fim de semana consecutivo. A última vez que um filme ficou tanto tempo na liderança do ranking foi há oito anos. O fenômeno se chamava “Avatar”. Ao acumular mais US$ 27M nos últimos três dias, a produção da Marvel ultrapassou outra marca impressionante, tornando-se o sétimo filme a faturar mais de US$ 600M (milhões) no mercado doméstico em todos os tempos. No mundo inteiro, o montante está em US$ 1,18B (bilhão) – a 14ª maior bilheteria da História. “Tomb Raider” não conseguiu o impacto imaginado pela Warner, mantendo a tendência de prejuízo das adaptações de videogame. O surpreendente, neste caso, é Hollywood continuar insistindo no filão, que, após 25 anos, ainda não produziu nenhum blockbuster. O filme de “origem” de Lara Croft fez 23,5M e ficou em 2º lugar em sua estreia nos Estados Unidos e Canadá, mas demonstrou fôlego internacional, que pode servir para empatar as contas. O total global ficou em US$ 126M, graças principalmente ao sucesso na China, onde abriu em 1º lugar e faturou US$ 41,1M. Oficialmente, a Warner informou um orçamento de US$ 95M, que não incluem as despesas de marketing. Considerando que o lançamento foi uma coprodução com a MGM, o prejuízo pode ser dividido. Mas o desempenho “modesto” ainda se juntou a críticas pouco empolgantes (49% de aprovação no Rotten Tomatoes), o que deve dificultar quaisquer planos de continuação. Situação oposta se manifestou em 3ª lugar. Filme evangélico, “Eu Só Posso Imaginar” fez um milagre ao superar os demais lançamentos e faturar US$ 17M. A produção orçada em apenas US$ 7M conta a história da música de rock cristão mais popular dos Estados Unidos e virou a maior abertura da história do pequeno estúdio Roadside Attractions. A crítica achou só medíocre, com 58%. Já o público brasileiro poderá conferir apenas em maio, quando o lançamento tem previsão de chegar no país. A semana teve ainda mais duas estreias amplas. A comédia teen “Com Amor, Simon”, sobre um adolescente que toma coragem para se assumir gay, encantou a crítica, com 91% de aprovação, mas foi prejudicado pela disputa de franquias gigantes em cartaz, abrindo em 5º lugar, com US$ 11,5M. Graças ao orçamento modesto (US$ 17M), o diretor Greg Berlanti (criador das séries de super-heróis da DC Comics) pode comemorar com menos pressão os elogios rasgados recebidos em sua volta ao cinema, após oito anos dedicados à televisão. Estreia em 5 de abril no Brasil. Já a segunda estreia não conseguiu entrar no Top 10. “7 dias em Entebbe”, segundo longa internacional da carreira do brasileiro José Padilha, abriu em 13º lugar com US$ 1,6M. Apesar de ter recebido a menor distribuição (838 salas), não foi uma produção barata e dificilmente ampliará esse circuito, uma vez que foi execrado pela crítica com apenas 22% de aprovação. Desembarca no mercado nacional em 19 de abril. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pantera Negra Fim de semana: US$ 27M Total EUA e Canadá: US$ 605,4M Total Mundo: US$ 1,1B 2. Tomb Raider Fim de semana: US$ 23,5M Total EUA e Canadá: US$ 23,5M Total Mundo: US$ 126M 3. Eu Só Posso Imaginar Fim de semana: US$ 17M Total EUA e Canadá: US$ 17M Total Mundo: US$ 17M 4. Uma Dobra no Tempo Fim de semana: US$ 16,5M Total EUA e Canadá: US$ 61M Total Mundo: US$ 71,6M 5. Com Amor, Simon Fim de semana: US$ 11,5M Total EUA e Canadá: US$ 11,5M Total Mundo: US$ 11,5M 6. A Noite do Jogo Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 54,14M Total Mundo: US$ 84,6M 7. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 102,4M Total Mundo: US$ 145,1M 8. Os Estranhos: Caçada Noturna Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 18,6M Total Mundo: US$ 18,6M 9. Operação Red Sparrow Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 39,5M Total Mundo: US$ 106,1M 10. Desejo de Matar Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 29,9M Total Mundo: US$ 29,9M
Série baseada em O Senhor dos Anéis será a mais cara de todos os tempos
A série da Amazon baseada em “O Senhor dos Anéis”, será a mais cara de todos os tempos. Documentos revelados pela agência Reuters abordam os custos das produções da plataforma, e os valores relativos à negociação da adaptação da obra de J.R.R. Tolkien são exorbitantes. Apenas pelos direitos de usar os personagens, a Amazon deverá pagar US$ 250 milhões. Com gastos de produção e de comercialização, o custo total está sendo projetado para US$ 500 milhões ou mais. Para efeitos de comparação, a série mais cara da Netflix, “The Crown” teve um orçamento de US$ 130 milhões em sua 1ª temporada. Já a temporada final de seis episódios de “Game of Thrones” custará US$ 90 milhões – US$ 15 milhões por episódio. A Amazon adquiriu os direitos da franquia “O Senhor dos Anéis” após vencer um leilão com outros interessados. Os detalhes de seu projeto para a série ainda são escassos. Mas, segundo o comunicado oficial, a trama será um prólogo, localizando a ação entre os eventos de “O Hobbit” e “A Sociedade do Anel”.
Trailer de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald traz Hogwarts de volta ao cinema
A Warner divulgou o pôster e o pôster e o primeiro trailer legendado de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”. E o segundo longa inspirado na saga “Animais Fantásticos”, spin-off da franquia “Harry Potter”, traz Hogwarts de volta ao cinema. A primeira cena da prévia é justamente uma panorâmica da escola medieval de artes místicas, em cujo interior se encontra um velho conhecido dos fãs dos livros de J.K. Rowlilng. Só que não tão “velho”, já que se trata da versão jovem de Dubledore. O vídeo também destaca diversos efeitos visuais, locação de época em Paris, mais animais fantásticos e um vilão capaz de rivalizar Valdemort, responsável por rachar o mundo da magia em duas facções antagônicas. E só Newt Scamander teria capacidade para detê-lo – pelo menos, é o que acredita Dubledore no trailer. Além de Eddie Redmayne, que retoma o papel de Newt Scamander, a continuação traz de volta diversos integrantes de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, como Alison Sudol (Queenie Goldstein), Dan Fogler (Jacob Kowalski), Katherine Waterston (Tina Goldstein), Zoe Kravitz (Leta Lestrange) e Ezra Miller (Credence Barebone). Eles voltam a se juntar para deter Gellert Grindelwald (Johnny Depp) e, desta vez, contam com a ajuda do jovem Dulbedore (vivido por Jude Law). Novamente escrito por J.K. Rowling e dirigido por David Yates, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” vai chegar aos cinemas em novembro.
Oficial: muitos personagens morrerão no final de Game of Thrones
A última temporada de “Game of Thrones” ainda vai demorar um ano para ser exibida, mas a executiva Francesca Orsi, do canal pago da HBO, já começou sua divulgação. Durante a conferência Innovative TV, em Israel, ela revelou que acompanhou a leitura dos seis últimos episódios da série. E soltou um mini-spoiler, avisando que muitos dos personagens centrais irão morrer. “Foi um momento poderoso em nossas vidas e nossas carreiras. Ninguém do elenco tinha recebido os roteiros previamente e, um a um, eles começaram a saber de suas mortes”, afirmou Orsi. Depois de uma maratona de leitura dos seis roteiros, ela afirmou que todos levantaram para aplaudir o desfecho, muito emocionados. “No fim, todos estavam com lágrimas nos olhos.” Em janeiro, a HBO confirmou que os seis últimos episódios da série não vão ao ar antes de 2019. Mas a 8ª e derradeira temporada de “Game of Thrones” não deve ser o final de Westeros na HBO. Orsi também comentou os spin-offs da série, atualmente em desenvolvimento, afirmando que quatro roteiros (de cinco) roteiros diferentes estão chamando atenção do canal. A ideia é investir pesado. “U$ 50 milhões nunca funcionaria para o que estamos tentando fazer. Vamos com tudo”, ela disse, afirmando que seria uma “prevaricação” não investir em sucessores devido ao sucesso da série original.
Pantera Negra bate recorde da Marvel ao reinar pela 4ª semana nas bilheterias dos EUA
“Pantera Negra” devorou a competição nas bilheterias norte-americanas pelo quarto fim de semana consecutivo. Após ultrapassar US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, o filme de super-herói acrescentou outro recorde a sua coleção, ao se tornar o primeiro lançamento da Marvel a liderar por quatro vezes o ranking semanal do mercado doméstico. Foram mais US$ 41,1M (milhões), o que impulsionou o faturamento total para US$ 562M nos Estados Unidos e no Canadá. Isto representa a 7ª maior bilheteria de todos os tempos na região. No exterior, o longa estreou no último país em que ainda estava inédito, justamente a China. E o sucesso no segundo maior mercado do mundo fez com que liderasse com folga o ranking internacional. Foram mais US$ 66,5M nas bilheterias chinesas, elevando o total de sua arrecadação mundial para 1,07 bilhão – a 21ª maior bilheteria da História. A Disney comemora, mas também lamenta. Afinal, o êxito de “Pantera Negra” parece ter canibalizado o interesse por “Uma Dobra no Tempo”. A fantasia infantil do estúdio buscava um nicho similar de mercado, com elenco multicultural, protagonista e diretora negras, numa adaptação de obra juvenil adorada por gerações. Mas a filmagem da obra de Madeleine L’Engle por Ava DuVernay abriu em 2º lugar com “apenas” US$ 33,3M. O valor não atingiu as expectativas do mercado, representando uma volta à “normalidade” para o estúdio, que não registrava fracassos clamorosos desde “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo”, de 2016. “Uma Dobra no Tempo” teve abertura melhor que esses filmes, mas seu desempenho e manteve à altura da frustração causada por “Tomorrowland” em 2015, que também abriu com US$ 33,3M e não conseguiu recuperar seu investimento. Embora a Disney não tenha revelado o orçamento da produção, o longa é repleto de efeitos visuais e estrelado por atores de renome, o que costuma vir com uma etiqueta de preço elevado. Para completar, as críticas não empolgaram. Com 42% de aprovação, foi considerado um “grande desapontamento” (The Wall Street Journal), repleto de efeitos que “não conseguem envolver” (Chicago Sun-Times) e com a profundidade de um “vídeo cheio de cores para distrair as crianças” (The Guardian). “Uma Dobra no Tempo” chega ao Brasil em 29 de março. Outra estreia ocupou o 3º lugar do ranking norte-americano. “Os Estranhos: Caçada Noturna”, continuação de um terror de uma década atrás – “Os Estranhos” (2008) – , fez US$ 10,4M e também ficou abaixo da linha da mediocridade na avaliação do RT, com 38% de aprovação. A velha história dos psicopatas mascarados que caçam inocentes numa locação isolada foi considerada, sem surpresas, uma história velha. O déjà vu será exibido por aqui em 31 de maio. Além destes, ainda houve mais dois lançamentos amplos rejeitados pela crítica e com o agravamento de reunir bem menos público. O filme B de assalto em meio a furacão, “The Hurricane Heist”, abriu em 7º, fez US$ 3,1M e atingiu 33% no RT, enquanto a comédia de ação “Gringo” mostrou “desempenho de streaming” sem aparecer no Top 10 – abriu em 11º, com 2,6M e 38%. Ambos chegam ao Brasil em 5 de maio. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pantera Negra Fim de semana: US$ 41,1M Total EUA e Canadá: US$ 562M Total Mundo: US$ 1B 2. Uma Dobra no Tempo Fim de semana: US$ 33,3M Total EUA e Canadá: US$ 33,3M Total Mundo: US$ 39,6M 3. Os Estranhos: Caçada Noturna Fim de semana: US$ 10,4M Total EUA e Canadá: US$ 10,4M Total Mundo: US$ 10,4M 4. Operação Red Sparrow Fim de semana: US$ 8,1M Total EUA e Canadá: US$ 31,1M Total Mundo: US$ 82,9M 5. A Noite do Jogo Fim de semana: US$ 7,9M Total EUA e Canadá: US$ 45M Total Mundo: US$ 69,7M 6. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA e Canadá: US$ 93,4M Total Mundo: US$ 119,6M 7. Desejo de Matar Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA e Canadá: US$ 23,8M Total Mundo: US$ 23,8M 8. The Hurricane Heist Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 9. Aniquilação Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 26M Total Mundo: US$ 26M 10. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 397,2M Total Mundo: US$ 934,1M
Atriz mirim de Logan vai estrelar série baseada em A Bússola de Ouro
Os fãs que ficaram frustrados com a falta de continuação do filme “A Bússola de Ouro” (2007) finalmente poderão ver uma adaptação completa da obra do escritor Philip Pulman. A rede britânica BBC anunciou a produção de uma minissérie baseada na franquia literária de Pulman, conhecida como “Fronteiras do Universo” (His Dark Materials, no original). A atração será dirigida pelo cineasta Tom Hooper, vencedor do Oscar por “Discurso do Rei” (2010) e responsável também por “Os Miseráveis” (2012) e “A Garota Dinamarquesa” (2014). E já definiu a atriz Dafne Keen, revelação de “Logan” como a feroz mutante Laura (a X-23), no papel da jovem protagonista Lyra. A trilogia de Pullman inclui os livros “A Bússola de Ouro”, “A Faca Sutil” e “A Luneta Âmbar”. Todos os três livros serão abordados na série. Em vez de seguir a tradição da HBO de adaptar um livro por temporada, a BBC pretende contar toda a história das “Fronteiras do Universo” numa única tacada, ao longo de oito episódios. A história acompanha duas crianças órfãs, Lyra (Keen) e Will, entre universos paralelos. “A Bússola de Ouro” apresenta a menina e sua busca por um amigo sequestrado, numa trama que encobre um plano sinistro envolvendo crianças roubadas e um fenômeno conhecido como “O Pó”. É no segundo livro que ela conhece Will, em meio a uma guerra entre mundos que tem sua conclusão na terceira obra. A versão cinematográfica do primeiro livro foi comandada por Chris Weitz, antes dele emplacar o blockbuster “A Saga Crepúsculo: Lua Nova” (2009). A adaptação era estrelada por Nicole Kidman, Daniel Craig, Eva Green e trazia a estreante Dakota Blue Richards no papel de Lyra. O belo visual da fantasia não foi suficiente para impedir um fracasso de bilheterias. Como curiosidade, o Brasil foi um dos poucos países do mundo em que a produção lotou os cinemas.
The Librarians é cancelada após quatro temporadas
O canal pago americano TNT cancelou “The Librarians” após quatro temporadas. A revelação foi feito pelo produtor da série, Dean Devlin, que usou o Twitter para informar aos fãs que tentará encontrar uma nova emissora para a série. A proposição é das mais difíceis, pois a série tem muita identificação com o canal que a dispensou. Fantasia em ritmo de aventura juvenil, “The Librarians” era um desdobramento da franquia de telefilmes “O Guardião” (The Librarian), estrelada por Noah Wyle (série “Falling Skies”). Os três telefilmes, exibidos entre 2004 e 2008 na TNT, narravam as aventuras do bibliotecário Flynn Carsen (Wyle) para proteger uma coleção de artefatos místicos. Wyle também era produtor e fez participações eventuais na série, que acompanhava um grupo de gênios reunido para substitui-lo em sua missão. O elenco incluía Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), Christian Kane (série “Leverage”), Lindy Booth (“Kick-Ass 2”), John Larroquette (série “Spin City”) e John Kim (série “Neighbours”). “The Librarians” chegou a quebrar recordes de audiência na sua estreia no canal em 2014, mas perdeu muito público desde então. Após começar com mais de 10 milhões de telespectadores, encerrou sua 4ª e agora última temporada, em fevereiro, com 1,4 milhão. Roteirista dos filmes “Stargate” (1994) e “Independence Day” (1996), Dean Devlin estreou este ano como diretor de cinema, após comandar diversos episódios de “The Librarians”. Mas o filme “Tempestade: Planeta em Fúria” foi um fracasso de bilheterias. Seu segundo longa como diretor, o suspense “Bad Samaritan”, estreia em abril nos Estados Unidos, e sua próxima série, a sci-fi “Outpost”, chega no verão norte-americano na rede CW. Just got the official call. TNT has cancelled #TheLibrarians – I will immediately begin the process of trying to move the show elsewhere. Please keep your fingers crossed for us! — Dean Devlin (@Dean_Devlin) March 9, 2018












