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    Google estaria devendo R$ 2,8 milhões a Marieta Severo por fake news

    31 de janeiro de 2021 /

    O colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, chamou atenção neste domingo (31/1) para do fato de Marieta Severo ter vencido há quase dois anos na Justiça um processo que exigia que Google e Yahoo retirassem do ar links para 25 endereços eletrônicos a conteúdos falsos relativos a ela. Mas as empresas vêm descumprindo a ordem do 6º Juizado Cível do Rio. Um texto que a atriz jamais escreveu foi lançado em 25 de janeiro de 2018, antecipando o clima das eleições presidenciais com uma série de críticas grosseiras e agressivas contra o ex-presidente Lula. O texto circulou em blogs de bolsonaristas, redes sociais e em grupos de WhatsApp. Mas era de Márcio Didier, que o publicou no blog Papo Inverso. Em seguida, ele ressurgiu no blog Café com Kibe como fosse de “autor desconhecido”. E a partir daí ganhou magicamente a assinatura de Marieta Severo. O Google recorreu e perdeu. A Justiça determinou, então, o aumento da multa diária. Era de R$ 5 mil e passou a ser de R$ 7 mil pelo descumprimento da decisão. Segundo o colunista, pelas contas do advogado da atriz, o Google já deve R$ 2,8 milhões à intérprete de “A Grande Família”.

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    Selena Gomez cobra Facebook por mentiras sobre covid-19 e vacinas

    1 de janeiro de 2021 /

    A cantora e atriz Selena Gomez usou seu Twitter para atacar o Facebook, cobrando responsabilidade (e culpabilidade) da rede por permitir que a disseminação de mentiras e desinformações sobre covid-19 e vacinação seja levada adiante em posts da plataforma social. Ela retuitou um link para uma entrevista da BBC News com Imi Ahmed, CEO do Centro de Combate ao Ódio Digital, que expressou que as empresas de mídia social não estão fazendo sua parte para enfrentar a desinformação, e acrescentou: “A desinformação científica custou e custará vidas. O Facebook disse que não permite que mentiras sobre covid e vacinas se espalhem em sua plataforma. Então, como é que tudo isso ainda está acontecendo? O Facebook será responsável por milhares de mortes se não agir agora!” O Facebook anunciou no início de dezembro que estava removendo informações falsas sobre a segurança e os efeitos colaterais das vacinas covid-19. Esta é a terceira vez seguida que Selena cobra ação do Facebook. Em setembro, ela enviou uma mensagem aberta endereçada ao CEO e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, e sua diretora executiva, a COO Sheryl Sandberg, sobre o problema dos discursos de ódio fomentados por usuários da rede. “Estou chamando vocês dois para AJUDAR A PARAR ISSO. Encerrem grupos e afastem usuários focados em espalhar discurso de ódio, violência e desinformação. Nosso futuro depende disso”, escreveu ela. “Este é um ano de eleições. Não podemos nos dar ao luxo de ter desinformação sobre o voto. Tem que haver verificação dos fatos e responsabilidade. Espero ouvir de você o mais rápido possível.” Não houve resposta e, em dezembro, ela se disse “sem palavras” depois que o Centro de Combate ao Ódio Digital revelou que neonazistas estavam vendendo produtos racistas no Facebook e no Instagram (que também é propriedade do Facebook). Scientific disinformation has and will cost lives. @Facebook said they don’t allow lies about COVID and vaccines to be spread on their platforms. So how come all of this is still happening? Facebook is going to be responsible for thousands of deaths if they don’t take action now! https://t.co/IAtDpNT5Tt — Selena Gomez (@selenagomez) December 30, 2020

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    Atriz de Pantera Negra tem Twitter e Instagram apagados após posts antivacinas

    5 de dezembro de 2020 /

    A atriz Letitia Wright, intérprete da princesa Shuri em “Pantera Negra”, teve suas contas no Twitter e Instagram apagadas depois de polemizar com posts em que defendeu posicionamentos antivacinas de covid-19 na sexta-feira (3/12). Tudo começou quando ela postou um link para um vídeo controverso do YouTube no qual o autointitulado profeta Tomi Arayomi faz um monólogo sem fatos sobre a pandemia de covid-19, questionando se as pessoas deveriam tomar a vacina, com várias afirmações anticientíficas para defender sua posição: “Não entendo de vacinas em termos médicos, mas sempre fui um pouco cético em relação a elas.” A atriz chegou a discutir com vários usuários no Twitter, observando que não havia nada de errado em questionar a validade de uma vacina. “Se você não se conforma com as opiniões populares, mas faz perguntas e pensa por si mesmo… você é cancelado”, ela chegou a postar, ao lado de um emoji em que aparecia chorando de rir. Mas até o ator Don Cheadle, astro de “Vingadores: Ultimato”, se manifestou, chamando o vídeo linkado de “lixo” e dizendo que iria contatar a atriz em particular. Minutos depois, o YouTube apagou o vídeo referenciado pela atriz, que foi considerado fake news e violador das políticas do site. Com isso, o post de Letitia também sumiu. E ela escreveu: “Minha intenção não era machucar ninguém, minha ÚNICA intenção de postar o vídeo foi levantar minhas preocupações com o que a vacina contém e o que estamos colocando em nossos corpos”. Foi seu último post. Agora, toda as contas do Twitter e Instagram de Letitia Wright parecem ter sido excluídas ou deletadas. O antigo endereço da atriz nas redes sociais agora informa que “esta conta não existe”. Ela ainda não se posicionou sobre seu apagão nas rede sociais.

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    Letitia Wright assume postura antivacina, espalha fake news e vira problema para a Marvel

    4 de dezembro de 2020 /

    A Marvel tem um grande desafio pela frente, ao confirmar a produção de “Pantera Negra 2” sem o ator que deu vida ao papel-título, Chadwick Boseman, falecido de câncer em agosto passado. Mas Letitia Wright acaba de tornar a situação ainda mais complicada. Candidata natural a assumir o manto de Pantera Negra na continuação, refletindo o que aconteceu com sua personagem Shuri nos quadrinhos, a atriz adotou postura controversa no Twitter, durante esta sexta-feira (4/12), ao se manifestar contra vacinas em plena pandemia. Ela postou um link para um vídeo polêmico do YouTube no qual o autointitulado profeta Tomi Arayomi faz um monólogo sem fatos sobre a pandemia de covid-19, questionando se as pessoas deveriam tomar a vacina, com várias afirmações anticientíficas para defender sua posição: “Não entendo de vacinas em termos médicos, mas sempre fui um pouco cético em relação a elas.” A atriz chegou a discutir com vários usuários no Twitter, observando que não havia nada de errado em questionar a validade de uma vacina. “Se você não se conforma com as opiniões populares, mas faz perguntas e pensa por si mesmo… você é cancelado”, ela chegou a postar, ao lado de um emoji em que aparecia chorando de rir. Mas até o ator Don Cheadle, astro de “Vingadores: Ultimato”, se manifestou, chamando o vídeo linkado de “lixo” e dizendo que iria contatar a atriz em particular. Minutos depois, o YouTube apagou o vídeo, considerado fake news. O post da atriz sumiu. E ela escreveu: “Minha intenção não era machucar ninguém, minha ÚNICA intenção de postar o vídeo foi levantar minhas preocupações com o que a vacina contém e o que estamos colocando em nossos corpos”. Ao flertar com a subcultura do cancelamento, Letitia Wright criou um problema de relações públicas não apenas para si mesma, mas para a Marvel, que talvez precise repensar os planos para sua personagem. my intention was not to hurt anyone, my ONLY intention of posting the video was it raised my concerns with what the vaccine contains and what we are putting in our bodies. Nothing else. — Letitia Wright (@letitiawright) December 4, 2020 if you don’t conform to popular opinions. but ask questions and think for yourself….you get cancelled 😂 — Letitia Wright (@letitiawright) December 4, 2020 i'm not. if she went transphobe, fire away. but i'll personally take it to her if she said something crazy. not to twitter. that's how i do it with friends and how i hope they do it with me if i fkkk up. trying to find it now. https://t.co/hV7NGNjxff — Don "bruh, you lost" Cheadle (@DonCheadle) December 4, 2020 jesus… just scrolled through. hot garbage. every time i stopped and listened, he and everything he said sounded crazy and fkkkd up. i would never defend anybody posting this. but i still won't throw her away over it. the rest i'll take off twitter. had no idea. https://t.co/7uDlP1xwDL — Don "bruh, you lost" Cheadle (@DonCheadle) December 4, 2020

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  • Etc,  Filme

    Amazon vence facilmente primeiro processo contra novo filme de Borat

    26 de outubro de 2020 /

    O comediante Sacha Baron Cohen e a plataforma de streaming da Amazon superaram sem esforços o primeiro processo movido contra a produção do filme “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, lançado na sexta passada (23/10) na Amazon Prime Video. O juiz Kevin Farmer, do condado de Fulton, na Geórgia, mandou arquivar a ação de herdeiros de Judith Dim Evans, uma sobrevivente do Holocausto que apareceu no filme e morreu antes da estreia. Os parentes diziam que ela tinha sido “enganada” para participar da produção, mas o juiz encontrou vários problemas no processo, alguns dos quais apontados pela equipe de defesa da Amazon. Pela aparição supostamente “não autorizada” de Judith, seus parentes pediam US$ 75 mil de indenização, declarando que Judith acreditava estar dando entrevista para um documentário “sério” e que ela teria ficado “horrorizada e chateada” ao saber que o filme “era uma comédia destinada a zombar do Holocausto e da cultura judaica”. Entretanto, o jornalista Mike Fleming Jr testemunhou no site Deadline e nas redes sociais seu conhecimento dos bastidores da cena. Baron Cohen não surpreendeu a idosa. Pela primeira vez, ele não quis fazer uma pegadinha, justamente por respeitar Evans como sobrevivente do Holocausto. “Por respeito, alguém disse a Evans e à amiga com quem ela compartilha a cena que o próprio Baron Cohen é judeu e interpretaria um personagem ignorante, que serviria como um meio de educação sobre o Holocausto”, escreveu Fleming Jr. O filme, inclusive, tem uma dedicação especial a Judith Dim Evans em seus créditos finais. O processo foi aberto antes do filme ser lançado, baseando-se em cenas do trailer. O encontro em questão mostra Borat numa sinagoga nos EUA, numa fantasia caricata de judeu, interagindo com duas senhoras judias após sua filha Tutar (Maria Bakalova) descobrir no Facebook que “o Holocausto nunca aconteceu”. “Eu estive no Holocausto, eu vi com meus olhos”, Judith diz para Borat. A cena integra as críticas do filme às fake news, das quais Sacha Baron Cohen é um dos críticos mais contundentes. Os advogados da Amazon divulgaram um comunicado comemorando a rapidez com que o processo foi extinto. “A ação foi extinta, incondicionalmente. O processo acabou. Sacha Baron Cohen ficou profundamente grato pela oportunidade de trabalhar com Judith Dim Evans, cuja compaixão e coragem como sobrevivente do Holocausto tocou o coração de milhões de pessoas que viram o filme. A vida de Judith é uma repreensão poderosa àqueles que negam o Holocausto, e com este filme e seu ativismo, Sacha Baron Cohen continuará sua defesa para combater a negação do Holocausto em todo o mundo.”

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    Bolsonaro é condenado por usar filme para espalhar fake news

    21 de setembro de 2020 /

    Chamar Jair Bolsonaro de mentiroso não é mais injúria, após a condenação do presidente nesta segunda (21/9) por divulgar mentiras nas redes sociais. Bolsonaro foi condenado pela juíza Maria Cristina de Brito Lima, da 4ª Vara Empresarial do Rio, pela publicação de um post no Twitter em que usou imagens do documentário “O Processo”, da diretora Maria Augusta Ramos, para espalhar fake news. Publicado em 13 de julho de 2019, o post trazia uma cena do filme sobre o impeachment de Dilma Rousseff, que Bolsonaro chamou de vídeo “vazado”, sugerindo tratar-se de um encontro do chamado “Foro de São Paulo” em Caracas, na Venezuela. Na verdade, o trecho mostrava uma reunião da bancada do PT, em Brasília. “Esse vídeo não vazou por acaso. Nele nunca se viu tantas pessoas do mal, inimigas da democracia e liberdade, juntas. É O JOGO DO PODER. A vitimização do PT é uma das últimas cartas do Foro de São Paulo em Caracas/Venezuela (24 a 28/julho)”, afirmou o presidente. Maria Augusta Ramos acionou a justiça diante da desfaçatez. A sentença saiu nesta segunda (21/9). A juíza condenou Bolsonaro a pagar as custas processuais e os honorários advocatícios da cineasta, proibiu o presidente de utilizar qualquer obra da diretora, integral ou parcialmente sem autorização, sob pena de multa diária por utilização indevida de R$ 10 mil, e deu prazo de 24 horas para que o Twitter retire do ar a postagem. Caso o vídeo continue no ar, o Twitter pode responder por danos morais. Além disso, a multa será cobrada do presidente. Por enquanto, o vídeo permanece vinculado ao perfil de Bolsonaro, como se pode ver abaixo (se não puder ver, ele foi retirado). – Esse vídeo não vazou por acaso. Nele nunca se viu tantas pessoas do mal, inimigas da democracia e liberdade, juntas. É O JOGO DO PODER. A vitimização do PT é uma das últimas cartas do Foro de São Paulo em Caracas/Venezuela (24 a 28/julho). pic.twitter.com/PiiuUv2GJg — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) July 13, 2019

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    Elenco de Riverdale reage à acusações de supostos abusos sexuais

    22 de junho de 2020 /

    O elenco de “Riverdale” foi alvo de acusações de abuso sexual neste fim de semana. Mas desta vez há uma grande diferença em relação a outras denúncias: os relatos detalhados de abusos supostamente cometidos por Cole Sprouse (o Jughead), Lili Reinhart (a Betty), KJ Apa (o Archie) e Vanessa Morgan (a Toni) se multiplicaram com poucas horas de diferença em contas do Twitter recém-criadas, identificadas com pseudônimos e sem fotos. Cole Sprouse e Lili Reinhart, que até recentemente namoravam fora das telas, resolveram se manifestar contra a aparente farsa, criticando quem inventa esse tipo de acusação para banalizar outras denúncias. Eles reforçaram que falsas acusações são danosas para a luta das verdadeiras vítimas. E vão processar quem espalhou as supostas mentiras. Rapidamente, algumas das contas foram deletadas. Outras disseram que ouviram falar do abuso e resolveram criar a conta só para denunciar. Teve também um perfil que afirmou ter inventado tudo para demonstrar como era fácil fazer as pessoas acreditarem em qualquer coisa. A maioria das contas criadas no fim de semana já saiu do ar, após investigações privadas terem rastreado um IP único responsável por elas. Mas as denúncias deixaram um rastro digital inflamável no Twitter, que dividiu os fãs da série com dúvidas sobre a veracidade das afirmações. “Hoje mais cedo, eu e outros três companheiros de elenco fomos falsamente acusados de agressão sexual por contas anônimas no Twitter. Eu levo essas acusações com muita seriedade e trabalharei com os times certos para chegar à raiz delas”, escreveu Sprouse em seu Twitter. “Esse parece ser mais um, dentre uma série de incidentes, que tentam de forma apelativa e sem embasamento querer cancelar meus companheiros de elenco e eu”, apontou. “Falsas acusações causam danos tremendos em vítimas de assédio. Além disso, eu jamais tentaria silenciar alguém. Eu encorajo as pessoas a olharam as acusações, já que os eventos contados são evidentemente falsos”, conclui Sprouse. Dizendo que “sempre levou as acusações de assédio sexual muito a sério”, Reinhart faz uma ressalva: “Mas ficou provado que essa conta foi criada especificamente para criar histórias falsas sobre mim e meus colegas de elenco. Eu não posso pensar em algo mais distorcido do que mentir sobre assédio sexual”. “Isso invalida homens e mulheres que são corajosos o suficiente para falar a verdade. Esse tipo de mentira pode arruinar vidas e carreiras — e eu posso dizer que isso é uma mentira porque a pessoa que fez as alegações já admitiu que as histórias foram inventadas”, continuou. “Nós estamos pensando em tomar ações legais. Esse tipo de comportamento doentio fere apenas os sobreviventes verdadeiros. Isso foi um gatilho inacreditável pra mim e assustador porque eu sempre apoiei as vítimas e acreditei nelas”, acrescentou. “Eu espero e rezo para que isso não desencoraje sobreviventes reais a denunciarem suas experiências”, acrescentou em seu perfil. False accusations do tremendous damage to victims of actual assault. Furthermore, I would never seek to silence anybody. I encourage that people look into the accusations themselves, as the events detailed were factually untrue. 2 — Cole M. Sprouse (@colesprouse) June 22, 2020 Brave enough to come forward with the truth. This kind of lie can ruin lives and careers- and I can call it a lie because the person who made the allegations already admitted that the stories were fabricated. — Lili Reinhart (@lilireinhart) June 22, 2020 I hope and pray that this does not discourage real survivors from speaking out about their experiences. — Lili Reinhart (@lilireinhart) June 22, 2020

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    Instagram censura segunda fake news de Regina Duarte

    5 de junho de 2020 /

    O Instagram estampou um alerta de fake news sobre uma publicação feita pela ex-atriz Regina Duarte. É a segunda vez que a plataforma utiliza informações verificadas por agências de checagem de fatos para indicar que ela compartilha dados inverídicos sobre a pandemia da Covid-19. A primeira foi em abril e dizia respeito ao uso da cloroquina no combate à doença. Na quinta-feira (4/6), o selo de “notícia falsa” foi estampado sobre conteúdo que tentava minimizar a covid-19 ao afirmar que pandemias acontecem a cada cem anos e seguem um padrão. A informação é, digamos, imprecisa e as datas citadas não batem com a realidade. Um “verificador independente” a serviço do Instagram concluiu que se trata de notícia falsa porque pandemias não seguem um padrão, as datas envolvidas na teoria não refletem fatos históricos e todas as exceções que desmentem a tese foram excluídas da hipótese, como a pandemia de gripe A em 2009, por exemplo. Ao ser flagrada mentindo para seus seguidores pela segunda vez, Regina apagou o post. Mas é possível ver a intervenção do Instagram na cópia abaixo.

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    Regina Duarte será processada por fake news contra Marisa Letícia Lula da Silva

    27 de abril de 2020 /

    Os herdeiros de Marisa Letícia Lula da Silva, falecida esposa do ex-presidente Lula, anunciaram nesta segunda-feira (27/4) que processarão o deputado Eduardo Bolsonaro e a secretária especial da Cultura Regina Duarte por divulgarem fake news nas redes sociais que atingem “a memória e honra de Dona Marisa”. Eduardo Bolsonaro publicou em sua conta no Twitter que Marisa Letícia tinha um patrimônio de R$ 256 milhões, informação falsa replicada por Regina Duarte em seu Instagram. Segundo advogados dos herdeiros, ela tinha R$ 26 mil. Comunicado publicado no site de Lula diz que família pedirá uma indenização de R$ 131.408,70 tanto ao filho do presidente quanto à ex-atriz. “A ação também pede que os requeridos sejam condenados a publicar em suas redes sociais a sentença condenatória com o valor correto do investimento de Dona Marisa, corrigindo a desinformação propagada por eles”, completa a notificação. Regina Duarte já teve publicação marcada como falsa pelo próprio Instagram.

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    Instagram marca post de Regina Duarte como informação falsa

    1 de abril de 2020 /

    O Instagram marcou uma publicação da secretária especial da Cultura, Regina Duarte, informando que parte do conteúdo da postagem era falso. Regina postou há três dias uma imagem do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, mencionando a liberação da cloroquina para o tratamento da Covid-19. “Liberação da cloroquina/hidroxicloroquina pela Anvisa, já com posologia para tratamento da Covid-19”, diz o texto. O Instagram colocou um aviso dizendo que a informação é parcialmente falsa e afirmou que “a autorização concedida pela Anvisa foi para pesquisa com hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19”. Segundo a rede social indica, a informação foi verificada pela AFP América Latina. Procurada pela imprensa, Regina Duarte afirmou, via assessoria, que não ia comentar. Ela apagou o post, mas o registro do bloqueio pode ser conferido abaixo. Após pressão da sociedade civil, devido à ampliação do perigo representado por fake news durante a pandemia de coronavírus, Twitter, Instagram e Facebook têm apertado o cerco contra publicações falsas ou enganosas. Até o presidente Jair Bolsonaro foi “alvo”. No domingo passado (29/3), o Twitter deletou duas publicações feitas na conta de Bolsonaro “por violação às normas da rede social”, exemplo seguido também pelo Instagram e pelo Facebook, que censuraram a tentativa do presidente de – não há mais como dizer isso de modo polido – enganar e colocar em risco a população brasileira. Nesta quarta-feira, 1 de abril, data popularmente conhecida como Dia da Mentira, Bolsonaro publicou nova fake news em sua conta no Twitter, utilizando informação falsa para atacar governadores e prefeitos. Após o vídeo de sua suposta denúncia de desabastecimento ser prontamente desmentido, o post foi apagado.

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    Leonardo DiCaprio apoia índios brasileiros em condenação ao garimpo ilegal na Amazônia

    26 de dezembro de 2019 /

    O astro Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”) voltou a falar na floresta amazônica, após ser acusado por Jair Bolsonaro de doar dinheiro para “tacar fogo na Amazônia”. Ele postou uma foto em seu Instagram, que registra uma mensagem dos povos Yanomami e Ye’kwana, que pedem a retirada do garimpo em suas terras. “Fora Garimpo”, diz a imagem, de forma clara, por meio de “letras humanas”, alinhadas no centro de uma aldeia e fotografadas do céu. Ao legendar a publicação, DiCaprio comentou a invasão ilegal do território indígena. “Uma poderosa mensagem dos povos Yanomami e Ye’kwana do norte do Brasil para o mundo. Apesar das leis brasileiras tornarem ilegal a mineração nas terras indígenas Yanomami, milhares de garimpeiros entraram recentemente no Parque Yanomami, uma das maiores reservas indígenas do Brasil, espalhando malária e contaminando rios com mercúrio”, diz o texto-denúncia de DiCaprio. “A invasão ocorre após o corte no orçamento das operações policiais da Amazônia no Brasil, deixando as áreas protegidas vulneráveis à exploração. A última vez que houve uma invasão nessa escala foi na década de 1980, quando cerca de um quinto da população indígena morreu de violência, malária, desnutrição, envenenamento por mercúrio e outras causas. Em um recente Fórum de Liderança Yanomami e Ye’kwana, os líderes da tribo enviaram uma carta às principais autoridades do Executivo e do Judiciário brasileiro: ‘Não queremos repetir essa história de massacre’, diz o manifesto”. Em outubro, Bolsonaro defendeu o garimpo na Amazônia. “O interesse na Amazônia não é no índio nem na porra da árvore. É no minério”, disse o presidente do Brasil, após se encontrar líderes do garimpo na região. Dias depois, reforçou o apoio numa live do Facebook, prometendo “carta branca” aos garimpeiros. “Aí vocês querem pegar um coitado de um desgraçado de um garimpeiro, a mão calejada, só sabe fazer aquilo, e querem criminalizar, prender, esquartejar o cara. Vamos ajudar o garimpeiro. No que depender de mim, dependo do Parlamento, vamos dar carta branca para o homem buscar seu ouro, seu diamante no Brasil todo, preservando o meio ambiente, sem usar mercúrio”, disse. Bolsonaro enxerga as ONGs que atuam na defesa da floresta como inimigas e chegou a acusá-las, sem provas, pelas queimadas na Amazônia. Ele também espalhou fake news sobre a ligação de Leonardo DiCaprio com os incêndios, acusando-o de doar dinheiro a instituições que fotografam as queimadas para fazer campanhas “contra o Brasil”. “Uma ONG ali pagou R$ 70 mil por uma foto fabricada de queimada”, disse o presidente sem citar nomes. “O que é mais fácil? ‘Toca’ fogo no mato. Tira foto, filma, manda para a ONG, a ONG divulga, entra em contato com o Leonardo DiCaprio e o Leonardo DiCaprio doa US$ 500 mil para essa ONG. Leonardo DiCaprio, você está colaborando com as queimadas na Amazônia”, disse – vale a pena repetir – o presidente do Brasil. O ator negou ter financiado ONGs que fotografaram queimadas na Amazônia, mas afirmou que elas merecem apoio. “Apesar de merecerem apoio, nós não financiamos as organizações”, disse DiCaprio, em post publicado no Instagram em novembro. O ator também elogiou “o povo brasileiro que trabalha para salvar sua herança cultural e natural” e afirmou que “o futuro destes ecossistemas insubstituíveis está em jogo”. Ele completou dizendo ter “orgulho de estar ao lado dos grupos que os protegem.” Depois das queimadas na Amazônia em meados deste ano, a ONG Earth Alliance, da qual DiCaprio é fundador, prometeu doar US$ 5 milhões para a proteção da Amazônia. Na ocasião, DiCaprio também enalteceu o trabalho dos brigadistas voluntários nas redes sociais, revelando algo que até então não era de conhecimento amplo. Ele trabalhou em combate a incêndios na Amazônia em 2017. “Na Amazônia, eles freqüentemente trabalham com nada além de facões, sopradores de folhas e pequenos tanques de supressores de fogo. Eu trabalhei com uma tropa deles no leste do Brasil em 2017. Foi um trabalho duro e às vezes sem esperança. Alguns deles eram homens de tribos Guajajara que dedicaram suas vidas a proteger o que restou de suas florestas ancestrais – a maioria já havia sido explorada e queimada. Alguns deles foram assassinados por tentarem proteger a região. Tem sido brutal e trágico e todos nós devemos nos curvar a eles pelo que fazem”. Ver essa foto no Instagram "No more mining" — a powerful message from the Yanomami and Ye'kwana peoples of northern Brazil to the world. Despite Brazilian laws that make mining on Yanomami Indigenous land illegal, thousands of goldminers have recently entered Yanomami Park, one of Brazil’s biggest indigenous reserves, spreading malaria and contaminating rivers with mercury. The invasion comes after the budget for Amazon law enforcement operations in Brazil was slashed, leaving protected areas vulnerable to exploitation. The last time there was an invasion of this scale was during the 1980s, when around one-fifth of the indigenous population died from violence, malaria, malnutrition, mercury poisoning and other causes. At a recent Yanomami and Ye'kwana Leadership Forum, the tribe leaders issued a letter to the main authorities of the Brazilian Executive and Judiciary. "We do not want to repeat this story of massacre," reads the manifesto. Photo supplied by @socioambiental #foragarimpo #standwiththeyanomami Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 26 de Dez, 2019 às 6:34 PST

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  • Filme

    Bolsonaro volta a atacar o “bonito” Leonardo DiCaprio, a “pirralha” Greta Thunberg e ONGs da Amazônia

    11 de dezembro de 2019 /

    O presidente polemista Jair Bolsonaro voltou a atacar o ator Leonardo DiCaprio nesta quarta-feira (11/12), além de criticar a ativista Greta Thurnberg, retomar a fake news das ONGs incendiárias e difamar os quatro brigadistas de Alter do Chão, que foram soltos em novembro após terem sido apontados como suspeitos de terem iniciado incêndios em área de proteção ambiental em contestado inquérito da Polícia Civil. Na conversa com um grupo de eleitores na entrada do Palácio do Alvorada, Bolsonaro repetiu a fake news de que DiCaprio doou recursos a uma ONG que comprou a fotografia do incêndio de Alter do Chão. Mesmo já tendo sido desmentido pela ONG em questão e pelo próprio DiCaprio, o homem com a faixa presidencial segue divulgando a sua versão, agora uma mentira assumida – historicamente, Bolsonaro difama até ser condenado pela Justiça. Para completar, afirmou que a imprensa só apoia o ator porque ele é “mais bonito” que o presidente brasileiro. Em tom ofensivo, ele também atacou a jovem ativista sueca Greta Thunberg, que tem ganhado destaque mundial na luta contra os efeitos das mudanças climáticas e foi recentemente escolhida a Pessoa do Ano pela revista americana Time. “Uma pirralha de 16 anos fala qualquer besteira lá fora, qualquer besteira, falou para dar porrada no Brasil, e o pessoal dá destaque. Ela, inclusive, disse agora que os índios morreram porque estavam defendendo a Amazônia. Ninguém sabe a causa ainda, estão apurando”, disse, repetindo um insulto que tinha feito na terça. Após a primeira declaração, a palavra “pirralha” foi inserida na descrição do perfil oficial de Greta nas redes sociais. Em agosto, a conta da ativista também tinha sido alterada em uma resposta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acrescentando os “elogios” que ele lhe prestou. Bolsonaro, porém, não fez apenas “discurso de ódio”. Ele também compartilhou elogios, saudando a prisão dos quatro brigadistas de Alter do Chão, voluntários que combatem incêndios na região amazônica e que foram vítimas de uma das ações mais contestadas do ano. Na investigação federal, diferentemente da realizada pela Polícia Civil, nenhum elemento apontou para a participação deles nas queimadas amazônicas, e após o inquérito ter sido questionado, o governador do Pará, Helder Barbalho, até trocou o delegado que comandava as investigações. A apuração do Ministério Público Federal em Santarém apontou como possíveis responsáveis pelo incêndio o assédio de grileiros, a ocupação desordenada da região e a especulação imobiliária. Desde o mês passado, os quatro brigadistas respondem ao processo em liberdade, enquanto a região queimada é loteada por especuladores não importunados pela polícia local. Ao parabenizar a Polícia Civil por apresentar “provas” do envolvimento dos brigadistas no crime ambiental, Bolsonaro lembrou que, no passado, já havia dito que recursos de ONGs (Organizações Não-Governamentais) poderiam ter relação com os incêndios. “Impressionante o trabalho, no meu entender, bastante objetivo. Pegou pessoal que ganhava dinheiro de ONGs para tocar fogo no Brasil e a imprensa em grande parte defendendo agora esses quatro caras que foram presos e foram postos em liberdade”, disse. Os ataques desta quarta aumentam a lista de ofensas e difamações de Bolsonaro, que já foi condenado na Justiça a pagar multas por declarações homofóbicas e racistas, e por um ataque pessoal à deputada federal Maria do Rosário, quando ainda era deputado.

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    Mark Ruffalo critica mentiras de Bolsonaro nas redes sociais

    2 de dezembro de 2019 /

    O ator Mark Ruffalo, intérprete do super-herói Hulk no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), criticou o presidente Jair Bolsonaro no Twitter por espalhar fake news e acusar sem provas Leonardo DiCaprio de ter apoiado as queimadas na Amazônia. “Bolsonaro e sua turma estão transformando em bode expiatório as pessoas que protegem a Amazônia dos incêndios que ele próprio permitiu que acontecesse”, comentou Ruffalo, sobre uma reportagem da resposta de DiCaprio aos ataques pessoais. “Pergunte a si mesmo: o que mudou recentemente no Brasil para que isso aconteça agora? Bolsonaro e suas políticas (não) ambientais”, acrescentou o ator. Na quinta-feira (28/11), Eduardo Bolsonaro publicou no Twitter que DiCaprio tinha doado US$ 300 mil “para a ONG que tocou fogo na Amazônia”. Disse ainda que a ONG WWF teria pago R$ 70 mil pelas fotos da floresta em chamas. “Macron e Madonna foram mais espertos, só pegaram na internet umas fotos tiradas décadas atrás de alguma floresta pegando fogo e postaram mesmo”, ironizou o filho de Jair Bolsonaro. Foi imediatamente desmentido pela ONG WWF, que apoia o trabalho dos brigadistas presos no Pará, de forma suspeita, após Bolsonaro acusar, também sem provas, ONGs de colocarem fogo na floresta. Os brigadistas já foram soltos. Sem considerar o desmentido, horas depois Jair Bolsonaro entrou no ar, numa live do Facebook, voltando a culpar as ONGs por queimadas na Amazônia e acusando DiCaprio de doar dinheiro a essas instituições. Segundo Bolsonaro, as ONGs estariam comprando e divulgando fotos forjadas dos incêndios para receber doações e fazer campanhas “contra o Brasil”. “Uma ONG ali pagou R$ 70 mil por uma foto fabricada de queimada”, disse o presidente sem citar nomes. “O que é mais fácil? ‘Toca’ fogo no mato. Tira foto, filma, manda para a ONG, a ONG divulga, entra em contato com o Leonardo DiCaprio e o Leonardo DiCaprio doa US$ 500 mil para essa ONG. Leonardo DiCaprio, você está colaborando com as queimadas na Amazônia”, disse inacreditavelmente o presidente do Brasil. A mentira ganhou repercussão mundial, rendendo críticas da imprensa em todo o mundo. No sábado, Leonardo DiCaprio manifestou-se para desmentir as fake news outra vez. O vencedor do Oscar negou ter financiado as ONGs investigadas por suposto envolvimento em queimadas na Amazônia, mas afirmou que elas merecem apoio. “Apesar de merecerem apoio, nós não financiamos as organizações”, publicou o ator em seu Instagram. DiCaprio, que já tinha se comprometido a doar US$ 5 milhões para a proteção da Amazônia, também elogiou “o povo brasileiro que trabalha para salvar sua herança cultural e natural” e afirmou que “o futuro destes ecossistemas insubstituíveis está em jogo”. Ele completou dizendo ter “orgulho de estar ao lado dos grupos que os protegem.” Muitas pessoas comentaram o post do astro na ocasião. Outros tantos mais ecoaram Ruffalo. E não apenas brasileiros. Por iniciativa própria, Bolsonaro acabou se escalando para virar um vilão caricato de Hollywood. O mundo inteiro está vendo Bolsonero queimar seu filme sozinho. Bolsonaro and his ilk are scapegoating the very people protecting the Amazon from the fires he himself has allowed to happen. Ask yourself: what has recently changed in Brazil to have this happen now? Bolsonaro and his (non)environmental policies. https://t.co/pbiQZkch58 — Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) December 2, 2019

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