Criador de Mr. Robot pode estar desenvolvendo spin-off de Star Wars sobre Obi-Wan Kenobi
Uma movimentação de bastidores relacionada à franquia “Star Wars” estaria tomando corpo. Mas atenção: até o blog americano Omega Underground, responsável por espalhar a notícia aos ventos, tascou a palavra “rumor” em seu título. Segundo fontes da publicação, o roteirista e diretor Sam Esmail, que criou a série “Mr. Robot”, teria se reunido com a Lucasfilm para discutir o projeto de um novo spin-off da saga espacial. O projeto seria focado no personagem Obi-Wan Kenobi. Boatos sobre um filme solo de Obi-Wan circulam já há algum tempo. O próprio ator Ewan McGregor, que interpretou o personagem na trilogia da virada do século, disse em entrevista para a Entertainment Weekly que gostaria de estrelar um spin-off. “Não há oferta oficial, mas sempre disse que ficaria feliz de fazer se eles quiserem. Seria uma boa transição entre o último episódio dos prólogos e a trilogia original”. A vontade de ver isso acontecer é tanta que chegou a circular em alguns blogs que o filme de Obi-Wan seria anunciado na Star War Celebration, mas esse rumor logo se provou falso. Não houve nenhuma declaração oficial sobre este projeto, mas os planos da Disney são intercalar um spin-off e um filme da saga principal a cada ano. O próximo spin-off, atualmente em produção, será centrado na juventude de Han Solo e tem estreia prevista para maio de 2018. A Disney ainda não definiu qual será o spin-off seguinte, que deverá chegar aos cinemas em 2020.
T2 Trainspotting é sequência digna, que equilibra saudosismo e frescor
O mundo mudou muito dos últimos 20 anos para cá, embora muita coisa tenha permanecido igual, como o consumismo e a superficialidade das pessoas, principalmente em tempos de redes sociais. Isso fica bastante explícito no ótimo monólogo de Renton (Ewan McGregor), atualizando para os novos tempos o “Choose life” do clássico original de 1996. Em tempos de sequências caça-níqueis descaradas, é bom ver um filme que faça sentido, tenha frescor e não apenas tente emular o espírito do anterior – isso seria complicado, levando em consideração que a história também se passa com um intervalo de 20 anos. Se antes havia uma conexão de amizade entre os quatro personagens, agora, depois da traição de Renton no final do primeiro filme, a noção de amizade é posta à prova. Quem continua sendo puro em seus sentimentos é Spud (Ewen Bremner), até por não ter evoluído. Ao contrário: como o vício da heroína não o abandonou, sua vida se tornou ainda mais miserável, levando em consideração que agora está sozinho nessa. Ao mesmo tempo de rir e de chorar, o momento em que ele fala de sua tentativa para se adaptar à sociedade traz a confissão de que ele nem sabia que existia um horário de verão. E assim sempre chegava aos compromissos com uma hora de atraso. Por tudo isso, “T2 Trainspotting” é um filme que funciona melhor após se rever o original, que continua sendo a melhor obra já dirigida por Danny Boyle. Muito do mérito está na construção dos personagens criados por Irvine Welsh, autor dos romances “Trainspotting” (1993) e “Pornô” (2002), em que os dois filmes são baseados. Uma história sobre reencontros após vários anos é quase sempre um ponto de partida interessante. Ainda mais quando esses personagens são tão icônicos e compartilharam histórias incríveis, ainda frescas na memória dos fãs. E Boyle não desaponta. Os quatro rapazes, Renton, Spud, Begbie (Robert Carlyle) e Sickboy, que agora prefere ser chamado de Simon (Jonny Lee Miller), estão muito bem representados de volta, ainda que Simon e Begbie, cada um à sua maneira, tenham sido mais envenenados pelo tempo e pelo estilo de vida. Simon por ter se transformado em um chantageador cheirador de cocaína e Begbie por nunca ter sido um exemplo de boa pessoa – e 20 anos passados na prisão não costumam melhorar as pessoas. Quem faz muita falta, ainda que apareça em uma rápida, mas marcante, aparição é Diane, a adorável personagem de Kelly Macdonald, que foi o interesse amoroso de Renton no primeiro filme. O filme opta por uma personagem feminina mais jovem, Veronika (Anjela Nedyalkova), que apesar disso é bastante interessante e um elemento de fundamental importância para a trama. Aliás, falando em trama, se o primeiro filme é composto por cenas fragmentadas, mais ou menos soltas, que formam uma espécie de caleidoscópio, “T2 Trainspotting” possui maior coesão na sua construção narrativa, para o bem e para o mal. Como os personagens estão mais sóbrios, é até natural que esse tipo de construção funcione melhor, embora, no fim das contas, isso acabe significando menor quantidade de cenas marcantes. O bom é que o enredo é sólido e empolgante, além de contar com uma cinematografia linda, a cargo de Anthony Dod Mantle, que vem trabalhando com Danny Boyle desde os tempos de “Extermínio”(2002), embora o tom colorido lembre mais o de outro filme menos badalado do diretor, “Em Transe” (2013). No quesito música, também não há tantos momentos marcantes quanto no primeiro filme, embora a brincadeira de trazer novamente “Lust for life”, do Iggy Pop, em versão remixada pelo Prodigy, seja muito boa. Outra canção marcante e que Boyle deixa rolar até o final para arrepiar os saudosistas é “Dreaming”, do Blondie. “Radio Ga Ga”, do Queen, já aparece de maneira mais discreta, o que é uma pena. Talvez o problema esteja no fato de a junção de velhos clássicos com canções contemporâneas nem sempre funcionar bem para aqueles que viram o filme original no cinema nos anos 1990, no auge do Britpop e a caminho de uma revolução na música eletrônica. A nova geração britânica não consegue evocar o mesmo impacto causado por “Born Slippy”, do Underworld, que, por sinal, é outro clássico revisitado na trilha.
Trailer estendido de Fargo apresenta personagens e o humor negro da 3ª temporada
O canal pago americano FX divulgou um trailer estendido da 3ª temporada de “Fargo”, com mais humor negro e mais rivalidade entre Ewan McGregor (“Trainspotting”) e Ewan McGregor (“T2 Trainspotting”). O ator interpreta dois personagens na série, os irmãos gêmeos Emmit e Ray Stussy, que na verdade são bem diferentes fisicamente, como demonstram as imagens, além de rivais. A trama vai acompanhar Emmit Stussy, o rei do estacionamento de Minnesota, um homem de família bonito e bem-sucedido, que vê a si mesmo como uma história americana de sucesso. Enquanto isso, seu irmão Ray Stussy, por outro lado, serve como mau exemplo. Careca e barrigudo, Ray é o tipo de cara que atingiu o pico no ensino médio. Agora, um agente de liberdade condicional, Ray culpa seu irmão, Emmit, por seus infortúnios. A temporada também é estrelada por Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”), Carrie Coon (série “The Leftovers”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Michael Stuhlbarg (“A Chegada”) e Scoot McNairy (“Batman vs. Superman”). Os novos episódios estreiam em 18 de abril nos EUA.
Novo trailer de Fargo destaca rivalidade entre os gêmeos vividos por Ewan McGregor
O canal pago americano FX divulgou um novo trailer da 3ª temporada de “Fargo”, que destaca Ewan McGregor (“Trainspotting”) em papel duplo. O ator interpreta dois personagens na série, os irmãos gêmeos Emmit e Ray Stussy, que na verdade são bem diferentes fisicamente, como demonstram as imagens, além de rivais. A trama vai acompanhar Emmit Stussy, o rei do estacionamento de Minnesota, um homem de família bonito e bem-sucedido, que vê a si mesmo como uma história americana de sucesso. Enquanto isso, seu irmão Ray Stussy, por outro lado, serve como mau exemplo. Careca e barrigudo, Ray é o tipo de cara que atingiu o pico no ensino médio. Agora, um agente de liberdade condicional, Ray culpa seu irmão, Emmit, por seus infortúnios. A temporada também é estrelada por Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”), Carrie Coon (série “The Leftovers”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Michael Stuhlbarg (“A Chegada”) e Scoot McNairy (“Batman vs. Superman”). Os novos episódios estreiam em 18 de abril nos EUA.
Trailer de Fargo apresenta elenco e papel duplo de Ewan McGregor
O canal pago americano FX divulgou um trailer da 3ª temporada de “Fargo”, que apresenta o elenco da atração, destacando Ewan McGregor (“Trainspotting”) em papel duplo. O ator interpreta dois personagens na série, os irmãos gêmeos Emmit e Ray Stussy, que na verdade são bem diferentes fisicamente, como demonstram as imagens. A série também é estrelada por Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”), Carrie Coon (série “The Leftovers”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”) e Michael Stuhlbarg (“A Chegada”). A trama da temporada vai acompanhar Emmit Stussy, o rei do estacionamento de Minnesota, um homem de família bonito e bem-sucedido, que vê a si mesmo como uma história americana de sucesso. Enquanto isso, seu irmão Ray Stussy, por outro lado, serve como mau exemplo. Careca e barrigudo, Ray é o tipo de cara que atingiu o pico no ensino médio. Agora, um agente de liberdade condicional, Ray culpa seu irmão, Emmit, por seus infortúnios. A 3ª temporada estreia em 18 de abril nos EUA.
Fotos da 3ª temporada de Fargo destacam papel duplo de Ewan McGregor
O canal pago americano FX divulgou as fotos da 3ª temporada de “Fargo”, que destaca Ewan McGregor (“Trainspotting”) em papel duplo. O ator interpreta dois personagens na série, os irmãos gêmeos Emmit e Ray Stussy, que na verdade são bem diferentes fisicamente, como demonstram as imagens. Além da versão careca e de cabelo enroladinho de McGregor, as fotos também registram as participações de Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”), Carrie Coon (série “The Leftovers”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”) e Michael Stuhlbarg (“A Chegada”). A trama da temporada vai acompanhar Emmit Stussy, o rei do estacionamento de Minnesota, um homem de família bonito e bem-sucedido, que vê a si mesmo como uma história americana de sucesso. Enquanto isso, seu irmão Ray Stussy, por outro lado, serve como mau exemplo. Careca e barrigudo, Ray é o tipo de cara que atingiu o pico no ensino médio. Agora, um agente de liberdade condicional, Ray culpa seu irmão, Emmit, por seus infortúnios. A 3ª temporada estreia em 18 de abril nos EUA.
Ewan McGregor enfrenta neve para encontrar imprensa, que fura entrevistas de T2 Transpotting
O ator Ewan McGregor enfrentou uma tempestade de neve em Nova York na terça-feira (14/3) para comparecer a um junket, evento de imprensa de seu novo filme, “T2 Trainspotting”. Mas foi o único. Ninguém mais teve coragem de enfrentar o clima. Diante do imprevisto, ele clicou as cadeiras vazias dos corredores onde deveriam estar os jornalistas esperando sua vez para as entrevistas. E postou com bom/mau humor em seu Instagram. “Dia de imprensa. Nova York. Mas onde está a imprensa?”, ele escreveu numa imagem. “Bem, eu estou aqui”, acrescentou em outra, aparecendo no fundo do corredor. Mau sinal para a divulgação de “T2 Trainspotting” nos Estados Unidos, onde o filme estreia nesta quinta (17/3), em circuito limitado. No Brasil, o lançamento vai acontecer na próxima semana, no dia 23 de março. T2 press day. NY. Where are the press though? Uma publicação compartilhada por Ewan McGregor (@mcgregor_ewan) em Mar 14, 2017 às 7:18 PDT Well I am here! @t2trainspotting NYC Uma publicação compartilhada por Ewan McGregor (@mcgregor_ewan) em Mar 14, 2017 às 7:24 PDT
Disney cancela estreia de A Bela e a Fera na Malásia, após censura a “momento gay” do filme
A Disney decidiu adiar a estreia de “A Bela e a Fera” na Malásia, após as autoridades do país de maioria muçulmana censurarem “um momento gay” do filme. O presidente do Conselho de Censura da Malásia, Abdul Halim Abdul Hamid, declarou ao jornal The Star que o filme havia sido “autorizado […] com uma pequena censura”. Segundo ele, a sequência cortada é um “momento gay” no filme, que mesmo com o corte não foi liberado com censura livre, e sim para maiores de 13 anos, devido a outras cenas que “podem ser inadequadas”. A censura acontece uma semana depois da Rússia declarar o filme impróprio para menores de 16 anos, por pressão de um deputado ultraconservador pelo mesmo “momento gay”. O alvo é o personagem Lefou, interpretado por Josh Gad como o primeiro personagem gay da Disney a sair do armário – tardiamente, por sinal, já que a franquia “Shrek” tinha até uma princesa transexual. Mas assim que a censura foi confirmada, a Disney deixou sua clara sua posição, cancelando a exibição do filme no país. Os pôsteres dos cinemas de Kuala Lumpur indicam que a exibição do filme foi “adiada até novo aviso”. “A Bela e a Fera” também foi criticada em Cingapura, país vizinho da Malásia, onde o clero cristão acusou o estúdio de se desviar dos “valores saudáveis e dominantes”. “Aconselhamos os pais a conversar com seus filhos sobre esta nova versão de ‘A Bela e a Fera'”, declarou o bispo Rennis Ponniah, presidente do Conselho Nacional das Igrejas de Singapura. A homossexualidade é ilegal na Malásia e Cingapura, e pode resultar em prisão em ambos os países.
Cena da versão com atores de A Bela e a Fera destaca personagens animados
A Disney divulgou uma cena da versão com atores de “A Bela e a Fera” que ironicamente não tem atores, apenas animação digital. A prévia traz diversos personagens animados por computação gráfica, destacando Lumière, o castiçal falante (dublado por Ewan McGregor), que se esforça para ser o cupido dos protagonistas. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, o filme dirigido por Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) é uma recriação da animação clássica de 1991. A estreia acontece na próxima semana, em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Ewan McGregor aparece irreconhecível em teaser da série Fargo
O canal pago americano FX divulgou um teaser de “Fargo”, que apresenta um dos personagens de Ewan McGregor (“Trainspotting”) na 3ª temporada da atração. E ele aparece irreconhecível, ao lado de Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”): acima do peso, com bigode e cabelo comprido, que apenas acentuam os pronunciados sinais de sua calvice. O ator interpretará dois personagens na série, os irmãos gêmeos Emmit e Ray Stussy. A trama da temporada vai acompanhar Emmit Stussy, o rei do estacionamento de Minnesota, um homem de família bonito e bem-sucedido, que vê a si mesmo como uma história americana de sucesso. Enquanto isso, seu irmão Ray Stussy, por outro lado, serve como mau exemplo. Careca e barrigudo, Ray é o tipo de cara que atingiu o pico no ensino médio. Agora, um agente de liberdade condicional, Ray culpa seu irmão, Emmit, por seus infortúnios. A prévia também pede para o espectador prestar atenção nos sinais. E o sinal da entrada do Diner de onde McGregor sai está com algumas luzes queimadas, formando outra palavra em seu letreiro: “Die” (morra). A 3ª temporada estreia em 18 de abril nos EUA. Never ignore the warning signs. #Fargo's all new story begins April 19 on @FXNetworks. pic.twitter.com/LcoOKm2CVk — Fargo (@FargoFX) March 6, 2017
O tempo passa voando no novo trailer da continuação de Trainspotting
“Vinte anos passam voando”, diz Spud no novo trailer de “T2 Trainspotting”, a continuação do clássico britânico de 1996, e a prévia é toda focada na passagem desse tempo. Com o mesmo clima de sexo, drogas e música eletrônica dos anos 1990, o vídeo convida às inevitáveis comparações, entremeando imagens do filme original e cenas da produção atual, que escancaram como os atores envelheceram bastante. O ponto de partida é a volta de Renton (Ewan McGregor), após duas décadas em Amsterdã, completamente desintoxicado, reencontrando Sick Boy (Jonny Lee Miller), Spud (Ewen Bremner) e Begbie (Robert Carlyle) nas mesmas vidinhas de Edimburgo. Além deles, o diretor Danny Boyle e o roteirista John Hodge, que fizeram a adaptação do romance original de Irvine Welsh, também retornam à produção, que teve uma première bastante elogiada no Festival de Berlim. A estreia no Brasil está marcada para 23 de março
Rússia proíbe A Bela e a Fera para menores de 16 anos
“A Bela e a Fera” é tão forte quanto “Logan”. Esta é a conclusão da comissão do Ministério da Cultura russo, responsável pela classificação etária dos filmes exibidos no país. A produção da Disney foi proibida para menores de 16 anos nos cinemas da Rússia. O filme quase foi totalmente vetado no país. Tudo por causa de mensagens de “propaganda gay” para crianças. Após Bill Condon, diretor do filme, revelar que “A Bela e a Fera” mostraria “o primeiro momento gay” em um filme da Disney, o deputado russo Vitali Milonov iniciou uma campanha para impedir o lançamento no país do que chamou de uma “desavergonhada propaganda do pecado”. O político foi um dos principais articuladores da lei russa contra a “propaganda gay”, assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013. Essa lei, que levantou muitas críticas na comunidade internacional, proíbe a distribuição de informações capazes de despertar o interesse de menores pelas “relações sexuais não-tradicionais”, e vem sendo utilizada como pretexto para banir qualquer manifestação em defesa dos gays no país, além de servir de justificativa para ataques homofóbicos. “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil.
Diretor de A Bela e a Fera considera exagerada a reação à referência gay da trama
Quando disse que “A Bela e a Fera” teria uma trama gay, o diretor Bill Condon não imaginava que o filme se tornaria alvo de reações conservadoras exacerbadas. Um dono de cinema do interior do Alabama proclamou que não iria exibir o filme, em nome de Deus e dos bons costumes. E até o Ministério da Cultura da Rússia revelou que pretende examinar a produção com cuidado para verificar se ela não faz “propaganda gay” para crianças. Por outro lado, várias pessoas e organizações ligadas aos direitos LGBTQ elogiaram a iniciativa, inédita nas produções cinematográficas infantis da Disney. O próprio ator Josh Gad, intérprete de LeFou, o tal personagem gay da trama, se disse honrado pelo feito histórico. Na entrevista à revista Attitude, em que fez a revelação, Condon adiantara: “LeFou é alguém que um dia quer ser Gastón e no outro quer beijar Gastón. Ele está confuso sobre seus desejos. É alguém que está descobrindo seus sentimentos. Josh fez algo bem sutil e delicioso e isso é o que faz valer no final, que eu não quero revelar. Mas é um momento bacana, exclusivamente gay num filme da Disney”. Mas agora o cineasta parece querer voltar atrás, tentando diminuir o impacto de ter anunciado o “primeiro personagem LGBTQ da Disney”, antes mesmo do grande público saber mais sobre a cena — que é breve e cômico. “Oh, Deus. Posso falar? Está tudo muito exagerado”, disse o cineasta ao site ScreenCrush. “Porque é só isso mesmo: um momento divertido do filme. Eu amo a maneira como as pessoas que não sabiam reagiram e viram a cena como uma bela surpresa”. Perguntado sobre como o público deveria reagir à cena, ele respondeu: “Não dando tanta importância à ela. Por que tem que ser tão importante?”. Mas já é tarde. As redes sociais naturalmente aumentaram a expectativa em cima da cena, que pode decepcionar quem esperar por bandeiras tremulando ao vento. Se não tivesse sido anunciada com estardalhaço, era capaz da cena não incomodar tanto os homofóbicos do interior do Alabama.










