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    Roteiristas de O Vencedor vão levar história do time de futebol sensação de 2016 para os cinemas

    28 de julho de 2016 /

    Os roteiristas Eric Johnson e Paul Tamasy, que foram indicados ao Oscar pelo roteiro de “O Vencedor” (2010), preparam um filme sobre o time de futebol sensação de 2016, o Leicester City. Pequeno time inglês vindo da Segunda Divisão, o Leicester surpreendeu o mundo ao vencer em maio a Premier League, o principal campeonato do futebol britânico, superando esquadrões milionários como Manchester United, Liverpool, Chelsea e Arsenal, e com duas rodadas de vantagem sobre os demais. O longa deve se concentrar na história do atacante Jamie Vardi, que, quatro meses antes do título da liga inglesa, trabalhava em uma fábrica para sustentar a família. É o típico personagem de drama de superação que Hollywood adora. Apesar de conter os elementos clássicos de uma história edificante, do pequeno que supera todas as adversidades para conquistar a glória, o time de roteiristas terá o reforço de um especialista em filmes de futebol, Adrian Butchart (autor dos dois filmes da franquia “Gol!”, de 2005 e 2007). O projeto será o terceiro filme assinado por Johnson e Tamasy baseado em eventos esportivos. “O Vencedor”, que lhes deu visibilidade, contou a história de outro campeão improvável, o campeão de boxe Micky Ward, vivido no cinema por Mark Wahlberg. O próximo filme dos escritores também será estrelado por Wahlberg, mas num contexto diferente. “Patriot’s Day” usa o evento esportivo como ponto de partida para um thriller de ação. O filme faz a reconstituição do atentado à bombas que aconteceu durante a Maratona de Boston em 2013, e estreia em janeiro de 2017.

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    Campeã paralímpica brasileira vai virar filme

    21 de julho de 2016 /

    A nadadora paraolímpica Susana Schnarndorf vai ganhar um documentário, que incluirá sua participação na Paralimpíada do Rio. A atleta gaúcha, que já teve sua história de lutas filmada, como uma das personagens do longa “Paratodos”, de Marcelo Mesquita, será o tema de “1000 dias”, dedicado a sua vida. “Vamos acompanhá-la até o fim da Paralimpíada, para terminar a montagem no meio do ano que vem”, contou ao jornal O Globo o diretor Rodrigo Boecker, que assina o filme com a cineasta Giovanna Giovanini (ambos de “Cine Paissandu: Histórias de uma Geração”). “Estamos há três anos do lado dela e vemos como ela luta por esse sonho de uma medalha. Ela não quer que ninguém a ajude, sua luta é pessoal”. A história de Susana Schnarndorf é mesmo de cinema. Em 2005, ela descobriu uma doença rara, Atrofia Múltipla de Sistemas (conhecida pela sigla MSA, de seu nome em inglês), que interrompeu sua premiada carreira no trialto e limitou sua vida. Ao lado das deficiências físicas vieram a depressão e a necessidade de se adaptar a uma rotina de remédios, privações e incertezas. Mas ela se adaptou e era apontada como favoritíssima para receber uma medalha de natação na Paralimpíada do Rio, entre 7 e 18 de setembro. Ainda em 2013, ela foi eleita a melhor atleta paralímpica brasileira. Entretanto, há um ano, a progressão da doença vem piorando sua capacidade atlética, e durante o Campeonato Mundial de 2015, em Glasgow, entrou em desespero ao perceber que tinha piorado demais. “É raríssimo vê-la chorando como aconteceu em Glasgow”, disse a codiretora Giovanna. Mas por causa do avanço da MSA, ela conseguiu que sua categoria fosse revisada, e agora Susana, que iniciou no esporte na classe S8, irá competir pela classe S5, na qual conseguiu, há apenas um mês, índice para disputar a Paralimpíada. A confirmação final veio nesta semana, com a convocação pelo Comitê Paralímpico Brasileiro dos 278 atletas que estarão na competição. “Fiz tudo o que podia para representar o Brasil e estarei lá”, contou a atleta, que antes da doença tinha conquistado o pentacampeonato brasileiro e contabilizava 13 participações no Iron Man, além de ser mãe de três filhos. “Geralmente se morre de MSA depois de sete ou oito anos. Mas eu tenho há 11 e estou aqui”. e deve ficar pronto em 2017. —

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    The Hurt Business: Documentário sobre MMA ganha primeiro trailer

    11 de julho de 2016 /

    O documentário “The Hurt Business”, sobre o MMA, teve seu primeiro trailer divulgado. Dirigido pelo documentarista Vlad Yudin (“Generation Iron”) e coproduzido por Jim Czarnecki (“Tiros em Columbine”), o filme traz depoimentos de lutadores famosos, como Jon Jones, Ronda Rousey, Chuck Liddell e Georges St-Pierre, e cenas de lutas e bastidores, inclusive em hospitais, revelando a parte mais dolorosa das artes marciais mistas. Com narração do ator Kevin Costner (“Mente Criminosa”), o filme ainda não tem previsão de estreia.

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    Independence Day 2 invade os cinemas brasileiros

    23 de junho de 2016 /

    Vinte anos depois da invasão original, a continuação da sci-fi “Independence Day” retorna aos cinemas, ocupando 965 salas (das quais 668 com telas 3D e 12 IMAX). É um circuito três vezes maior que o do filme de 1996, lançado, na época, em 301 cinemas. A diferença reflete o crescimento do parque exibidor, que ainda assim é insuficiente para o tamanho do país. “Independence Day – O Ressurgimento” reúne boa parte do elenco dos anos 1990, menos Will Smith (que ironicamente virou astro de ação graças ao sucesso do original), além do diretor Roland Emmerich, maior expert em catástrofes de escala apocalíptica de Hollywood. Mostrando seu talento para destruir monumentos e devastar capitais, ele faz dos efeitos visuais os principais destaques da produção, que ainda apela ao público atual com a inclusão de rostos jovens, como Liam Hemsworth (da franquia “Jogos Vorazes”) e Maika Monroe (“Corrente do Mal”). O tom grandiloquente também se reflete no marketing, com pré-estreia em estádio de futebol. Bill Pullman veio ao Brasil para promover o lançamento no estádio Allianz Parque, em São Paulo. Mas o clima festivo acaba, indiretamente, jogando mais luz sobre o grande defeito do longa, que cria um espetáculo pirotécnico de ultradestruição indolor, sem jorrar sangue, para divertir crianças que não podem jogar certos videogames. A crítica americana considerou o esforço medíocre, dividindo-se numa média de 52% de aprovação, segundo o site Rotten Tomatoes. Para enfrentar a invasão importada, o circuito destaca um dos grandes filmes brasileiros do ano, “Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo”. Cinebiografia do lutador de MMA e ex-campeão do UFC, o longa mostra porque Afonso Poyart (“2 Coelhos”) já chamou atenção de Hollywood. Editado com ritmo vibrante, o longa parte do drama de superação para projetar cenas de ação arrepiantes, com ímpeto, furor e ótimas interpretações de José Loreto, no papel-título, e Cleo Pires, cuja filmografia vem se revelando cada vez mais inesperada. A estreia é boa, em 397 salas do circuito. A outra ficção nacional da semana, “O Caseiro”, contenta-se em ser um exemplar convencional de terror, reciclando clichês do gênero, como o caça-fantasma e a casa mal-assombrada. Apesar da trama previsível, seus similares americanos costumam lotar os cinemas. A maior vantagem do filme de Julio Santi (“O Circo da Noite”) é que dispensa as legendas – em 61 telas. O terceiro filme brasileiro é o ótimo documentário “Paratodos”, de Marcelo Mesquita (“Cidade Cinza”), que acompanha as equipes paralímpicas nacionais de natação, atletismo, canoagem e futebol entre 2013 e 2016. Vitórias, frustrações e principalmente histórias de superação compõem a obra, que chega aos cinemas em clima de Olimpíadas – ou seja, com pouco interesse do circuito, em 12 salas. As distribuidoras até se esforçaram para surfar na onda olímpica, mas o mercado não se engajou, como bem demonstra o lançamento de “Raça”, cinebiografia do lendário Jesse Owens, atleta negro que constrangeu Adolph Hitler ao vencer as principais provas de atletismo da Olimpíada de Berlim, em 1936, mas que nem felicitado pelo Presidente dos EUA, numa história vergonhosa de racismo. O filme teve 60% de aprovação no Rotten Tomatoes e vai passar em apenas 10 salas. O francês “Marguerite”, dirigido por Xavier Giannoli (“Quando Estou Amando”) com toques de comédia, leva a 25 salas outra história verídica, sobre uma socialite rica que, paparicada pelos amigos, convence-se que é uma grande cantora de ópera, sem sequer soar afinada. O papel-título rendeu a Catherine Frot o prêmio César (o Oscar francês) de Melhor Atriz do ano. A programação ainda destaca o chinês “As Montanhas se Separam”, de Jia Zhang-Ke (“Um Toque de Pecado”), que teve première em Cannes. Passado em três épocas (presente, passado e futuro), o drama acompanha a história de Tao, uma mulher dividida entre o amor de dois amigos de infância e o destino de seu filho. Chega em oito salas. Por fim, duas estreias não tiveram o circuito revelado, mas estão em cartaz pelo menos em São Paulo. Curiosamente, ambas tratam do mesmo tema: a questão dos imigrantes na Europa. Coprodução Brasil-Portugal, “Estive em Lisboa e Lembrei de Você” se inspira no livro do brasileiro Luiz Ruffato e utiliza-se de atores amadores para, em clima de documentário, refletir sobre o que leva brasileiros a emigrarem para Portugal. A direção é do português José Barahona (“O Manuscrito Perdido”), que tem vivido no Brasil durante os últimos anos. Já “Nós ou Nada em Paris” encontra humor na situação de uma família iraniana, que escapa da repressão dos Aiatolás para a França, em busca de uma vida digna e melhor educação para o filho. Escrita, dirigida e estrelada pelo humorista Kheiron, iraniano radicado em Paris, a comédia foi premiada no Festival de Tóquio e selecionada para o César de Melhor Primeiro Filme.

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    Mais Forte que o Mundo: José Aldo se emociona ao se ver retratado no filme

    18 de junho de 2016 /

    A Paris Filmes divulgou um vídeo em que registra a reação do lutador de MMA José Aldo ao assistir pela primeira vez o filme “Mais Forte Que O Mundo”, que narra sua vida. O longa acompanha a trajetória de superação do lutador, desde sua origem humilde em Manaus, a mudança para o Rio de Janeiro, seu primeiro amistoso no Macapá, até o título mundial no UFC. O registro flagra as lágrimas de emoção de Aldo e sua mulher, Vivianne Oliveira, que não só aprovaram o trabalho dirigido por Afonso Poyart (“Presságios de um Crime”) e roteirizado pelo escritor Marcelo Rubens Paiva, como elogiaram muito a forma como o filme captou sua história. O papel principal ficou com José Loreto, que dispensou dublês para as cenas de luta. “Fico lisonjeado pela oportunidade que estou tendo de vivenciar isso. Fiquei muito feliz com a atuação de José Loreto (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”), acho que ficou uma história muito real, que vai entrar na cabeça de todo mundo”, disse Aldo. O esportista também comentou sobre a relação com o pai, interpretado no filme por Jackson Antunes (“O Concurso”). “Todas as cenas com o meu pai trouxeram uma emoção muito grande, tudo o que eu fiz, que passei e o que eu tentei ser na minha vida foi graças a ele. Falar no meu pai, lembrar tudo o que a gente viveu junto e ver isso no cinema é uma emoção muito grande.” Vivianne também foi retratada no filme, interpretada por Cleo Pires (“Operações Especiais”). O elenco ainda conta com Claudia Ohana (“Zoom”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), Romulo Neto (novela “Império”) Rafinha Bastos (“Mato sem Cachorro”) e Paulo Zulu (novela “Corações Feridos”). Mas, ao contrário do divulgado no vídeo, “Mais Forte Que O Mundo: A História de José Aldo” não estreou nesta semana. A estreia foi adiada e acontece na próxima quinta (23/6).

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    Margot Robbie vai viver maior vilã da patinação mundial

    15 de junho de 2016 /

    Margot Robbie vai interpretar uma nova vilã célebre após viver a Arlequina em “Esquadrão Suicida”. Desta vez, porém, a história é real. As negociações começaram em março e agora a revista Variety anuncia a confirmação: a atriz dará vida à patinadora artística americana Tonya Harding na cinebiografia “I, Tonya”. Apesar de ter disputado os Jogos Olímpicos e conquistado a Medalha de Prata no Campeonato Mundial de Patinação de 1991, Harding ficou mais conhecida após se envolver num ataque, planejado por seu marido, contra a rival Nancy Kerrigan, durante o treinamento para o campeonato dos Estados Unidos de 1994, em Detroit, que servia de seletiva para os Jogos Olímpicos. Kerrigan foi ferida com golpes de bastão contra seu joelho, para impedi-la de participar da competição, mas conseguiu se curar a tempo de disputar a Olimpíada e conquistar uma Medalha de Prata. Harding acabou banida do esporte, mas fez dinheiro vendendo uma sex tape de sua noite de núpcias e participando de lutas de boxe. O roteiro de “I, Tonya” foi escrito por Steven Rogers (“O Natal dos Coopers”) e a direção ficou a cargo de Craig Gillespie, cujo promissor começo de carreira com “A Garota Ideal” (2007) deu lugar a fracassos como o remake de “A Hora do Espanto” (2011), o drama esportivo “Arremesso de Ouro” (2014) e o recente filme de desastre “Horas Decisivas” (2016).

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    Queen of Katwe: Trailer traz Lupita Nyong’o como mãe de enxadrista infantil da Disney

    15 de maio de 2016 /

    A Disney divulgou o pôster e primeiro trailer do drama “Queen of Katwe”. A prévia, por sinal, dá azia de tão disneyficada, usando musiquinha triste e frases que embutem lições de vida para embalar a história de uma menina pobre que, desafiando todas as improbabilidades, torna-se uma campeã. É fábula encantada, como adora o estúdio. Ou melhor, a versão infantil de uma história real, em que a miséria surge lindamente fotogênica. A trama acompanha uma menina (a estreante Madina Nalwanga) de uma aldeia miserável de Uganda que aprende a jogar xadrez e, poucos minutos depois (na duração do filme), vira campeã nacional – e mais popular que craque de futebol, segundo o trailer. O elenco destaca Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”) como a mãe da jovem e David Oyelowo (“Selma”) como seu treinador. “Queen of Katwe” é a segunda parceria consecutiva entre a cineasta indiana Mira Nair e o roteirista William Wheeler, após “O Relutante Fundamentalista” (2012). A estreia está marcada para setembro, mas, até lá, pode ganhar o direcionamento dos filmes anteriores da diretora, que saíram direto em vídeo no Brasil. https://www.youtube.com/watch?v=z4l3-_yub5A

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    Mais Forte que o Mundo: Cinebiografia de José Aldo ganha trailer impactante

    28 de abril de 2016 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo”, cinebiografia do campeão brasileiro do UFC. A prévia mostra cenas impactantes, não só pelo conteúdo mas também pela forma como o diretor Afonso Poyart (“Presságios de um Crime”) enquadra a trajetória de José Aldo, entre socos, tombos e baques da vida. “Mais Forte que o Mundo” se apresenta como uma história de superação, acompanhando José Aldo desde a mudança para o Rio de Janeiro, seu primeiro amistoso no Macapá, até o título mundial no UFC. O longa é estrelado por José Loreto (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”) no papel de José Aldo e também inclui no elenco Cleo Pires (“Operações Especiais”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), Jackson Antunes (“O Concurso”), Claudia Ohana (“Zoom”), Romulo Neto (novela “Império”) Rafinha Bastos (“Mato sem Cachorro”) e Paulo Zulu (novela “Corações Feridos”). A estreia está marcada para o dia 16 de junho.

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    Voando Alto acerta o tom ao evocar os filmes esportivos dos anos 1980

    7 de abril de 2016 /

    Um dos méritos de “Voando Alto” (2016) é que se trata de um drama esportivo sobre superação à moda antiga, ou pelo menos como se costumava fazer na década de 1980. Nesse ponto, o ator e diretor de apenas três filmes, Dexter Fletcher, foi feliz em evocar aquela década, tanto na dramaturgia, quanto na música, com direito a “Jump”, do Van Halen, tocando em determinado momento. Por isso, há quem vá achar o filme cafona ou muito Sessão da Tarde – ele tem sido comparado bastante com “Jamaica Abaixo de Zero” (1993). Mas muito do sucesso de crítica que o filme tem obtido vem justamente de não se esperar muito de uma obra desse tipo. Fletcher e seus dois atores principais são bem-sucedidos em encontrar o ponto certo diante, apesar da linha tênue que condua a história de um rapaz, com um pouco de deficiência mental, cujo maior sonho é participar das Olimpíadas, não importando o esporte. A história real de Michael “Eddie” Edwards parece saída das mãos de algum roteirista sem-noção, de tão absurda que parece. Mas é só mais um caso da vida real que supera a ficção. O sonho de Eddie vem desde a infância, quando, apesar das quedas, dos vários óculos quebrados, do problema no joelho e da total falta de estímulo do pai e de quem quer que seja, o menino cresce com a ideia fixa de se tornar atleta olímpico. Até que, aos 22 anos, resolve partir para a Alemanha sozinho, em 1987, encontrando uma brecha nas regras para que possa competir nas Olimpíadas de Inverno no Canadá, em 1988. O esporte que ele escolhe é o perigoso salto de ski. O filme apresenta ao público esse esporte pouco conhecido (ao menos no Brasil), que traz grandes riscos de vida – os acidentes não são incomuns. Por isso, imaginar que alguém que nunca praticou ski conseguisse saltar após alguns poucos treinos expõe toda a loucura por trás da obsessão do jovem. Do mesmo modo, o fato dele conseguir, também prova-se um feito e tanto. Quem interpreta Eddie é Taron Egerton (o protagonista de “Kingsman – Serviço Secreto”), que no começo passa a impressão de estar exagerando no tom cartunesco do personagem. Mas essa impressão logo se dissipa quando se confere os registros do verdadeiro Eddie. Por sua vez, Hugh Jackman, que vive seu treinador beberrão, já havia feito um trabalho semelhante em “Gigantes de Aço” e não se esforçou tanto para essa espécie de reprise. “Voando Alto” ainda acerta o tom ao tratar a história com muito bom humor, mostrando os adversários ou obstáculos de Eddie como caricaturas, sejam os esportistas que zombam dele, sejam os seus próprios pais, ou mesmo os locutores esportivos, quando o protagonista vai finalmente para o Canadá – impossível não ficar encantado com a simpatia de Jim Broadbent (“A Viagem”). Por isso, o filme encanta e emociona como poucos do subgênero. Talvez até seja esquecido no futuro, mas quem se dispor a vê-lo encontrá uma verdadeira raridade: uma história de superação que não deprime ninguém. Ao contrário, é pura diversão.

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    Margot Robbie viverá a polêmica patinadora Tonya Harding em cinebiografia

    23 de março de 2016 /

    A atriz Margot Robbie (“O Lobo de Wall Street”) vai estrelar “I, Tonya”, cinebiografia da patinadora olímpica Tonya Harding, informou o site Deadline. Apesar de ter disputado os Jogos Olímpicos e conquistado a Medalha de Prata no Campeonato Mundial de Patinação de 1991, Harding ficou mais conhecida após se envolver num ataque, planejado por seu marido, contra a rival Nancy Kerrigan, durante o treinamento para o Campeonato dos Estados Unidos de 1994, em Detroit. Harding acabou banida do esporte, mas fez dinheiro vendendo uma sex tape de sua noite de núpcias e participando de lutas de boxe. O roteiro de “I, Tonya” foi escrito por Steven Rogers (“O Natal dos Coopers”), mas ainda não há um diretor definido. Segundo o Deadline, Robbie quer participar da escolha do cineasta. Uma das atrizes mais valorizadas da atualidade, Margot Robbie será vista a seguir em dois prováveis blockbusters, “A Lenda de Tarzan”, com estreia agendada para 21 de julho, e “Esquadrão Suicida”, que chega aos cinemas em 4 de agosto.

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    Um Homem entre Gigantes não tem estatura para virar filme-denúncia

    11 de março de 2016 /

    Cinebiografia do médico nigeriano Dr. Bennet Omalu, que concluiu que jogar futebol americano faz mal para a saúde, “Um Homem entre Gigantes” não se compara a filmes-denúncias contundentes, como “O Informante” (1999), que jogou uma pá de cal na indústria tabagista, ou mesmo o pós-fato consumado “Spotlight – Segredos Revelados”, que venceu o Oscar deste ano. Além de possuir uma construção dramática frágil, seu roteiro abusa da xenofobia e dos discursos patrióticos, que chegam a dar raiva no espectador. Em certo momento, por exemplo, alguém questiona a capacidade de determinado advogado, porque ele se formou em Guadalajara, no México. Mas isso não é nada perto da adoração do protagonista, o médico vivido por Will Smith (“Golpe Duplo”), pelos Estados Unidos. Ele se sente um peixe fora d’água na Terra do Tio Sam, mas não quer largar o osso, pois ali é o lugar mais perfeito do mundo. Por fim, quando a denúncia propriamente dita ganha fôlego, em vez de um ataque à Liga de Futebol Americano, por causa dos problemas de saúde que o esporte provoca, o discurso final só serve para louvar a beleza desse esporte. A falta de contundência se estende à performance de Will Smith, que interpreta Omalu com o mesmo olhar de cachorro com fome que imprime em todos os seus dramas. Ele deveria voltar a fazer filmes de ação mesmo. Ou buscar trabalhar com diretores melhores. Esse Peter Landesman (“JFK, a História Não Contada”), que além de dirigir escreveu o roteiro, não é capaz de denunciar um síndico de condomínio, que dirá uma indústria multimilionária como a NFL.

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    David Spade e Joanna Garcia Swisher entram no piloto da nova série de Tina Fey

    8 de março de 2016 /

    O comediante David Spade (“Gente Grande”) e a atriz Joanna Garcia Swisher (minissérie “The Astronaut Wives Club”) entraram no piloto da nova série de comédia produzida por Tina Fey (série “30 Rock”), informou o site Deadline. Intitulada “The Kicker”, a série foi criada pelo roteirista-produtor Jack Burditt (criador de “The Last Man Standing”) e também inclui no elenco Geoff Stults (série “Grace and Frankie”). A trama gira em torno do personagem de Stults, Daryl Thorkelsonan, um jogador excêntrico que é expulso de seu time de futebol americano e precisa lidar com a aposentadoria. Swisher interpretará sua esposa Bambi, que trabalha com fisioterapia para esportistas profissionais, enquanto Spade viverá seu irmão e agente esportista, cuja principal função é consertar as confusões do jogador. Por enquanto, a rede CBS encomendou apenas o piloto, que precisa ser aprovado para virar uma série.

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    Justin Long será treinador de futebol feminino em piloto de sitcom

    22 de fevereiro de 2016 /

    O ator Justin Long (“Amor à Distância”) vai protagonizar o piloto de “Dream Team”, sitcom sobre um time de futebol feminino, em desenvolvimento para a rede americana ABC. O projeto foi concebido por Kari Lizer (criadora de “As Novas Aventuras de Christine”) e Bill Wrubel (produtor-roteirista de “Modern Family”) e gira em torno de Marty Schumacher (Long). Recentemente divorciado, Marty é um eterno otimista que trabalha numa loja de esportes e também é o treinador de um time oficial de futebol feminino. Atualmente, Marty está recrutando jovens garotas para seu time dos sonhos, visando recriar sua incrível ascensão no campeonato nacional de dois anos atrás. O elenco também inclui Lindsey Kraft (série “Getting On”), Michelle Buteau (série “Enlisted”) e Michael Mosley (apresentador da série de documentários “Horizon”). Em fase de piloto, o projeto precisará agradar aos executivos da ABC para virar série. As informações são do site The Hollywood Reporter.

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