Aliados: Veja quatro cenas do romance perigoso de Brad Pitt e Marion Cotillard
A Paramount Pictures divulgou quatro cenas de “Aliados”, filme de espionagem de época, estrelado por Marion Cotillard (“Dois Dias, Uma Noite”) e Brad Pitt (“A Grande Aposta”). As prévias mostram o treinamento, a missão, a sedução e a possível traição que motiva a trama. No filme, Pitt e Cotillard interpretam agentes secretos numa missão para eliminar um embaixador nazista em Casablanca, durante a 2ª Guerra Mundial. Enfrentando o perigo, eles acabam se apaixonando. Mas após decidirem se casar, surgem suspeitas de que a personagem de Cotillard esteve, o tempo inteiro, trabalhando secretamente para os nazistas e, ao ser forçado a investigar a esposa, o personagem de Pitt vê seu casamento desmoronar. O elenco de “Aliados” também inclui Lizzy Caplan (série “Masters of Sex”), Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”), Jared Harris (“O Agente da UNCLE”), Charlote Hope (série “Game of Thrones”), Simon McBurney (“Missão Impossível: Nação Secreta”) e August Diehl (“Se Não Nós, Quem?”). O roteiro é de Steven Knight (“Senhores do Crime”), a direção é de Robert Zemeckis (“A Travessia”) e a estreia acontece na quinta-feira (23/11) nos EUA, mas apenas em 12 de janeiro no Brasil.
Séries Graves e Berlin Station são renovadas
O novo canal pago Epix anunciou a renovação de suas duas primeiras séries, a comédia política “Graves” e o thriller de espionagem “Berlin Station”. As filmagens terão início no primeiro semestre de 2017, gerando mais 10 episódios para cada uma das atrações. Sátira política criada por Joshua Michael Stern (roteirista do filme “Promessas de um Cara de Pau”), “Graves” gira em torno de Richard Graves (Nick Nolte, de “Caça aos Gângsteres”), um ex-Presidente dos EUA que, 20 anos após o término de seu mandato, começa a perceber que seu governo prejudicou o país e resolve iniciar uma cruzada para reverter todo o mal que causou. Enquanto isso, sua esposa Margaret (Sela Ward, da série “CSI:NY”) toma a decisão de entrar para a política. Criada pelo estreante Olen Steinhauer e o veterano Bradford Winters (série “Boss”), “Berlin Station” acompanha as atividades do agente da CIA Daniel Meyer (Richard Armitage, da trilogia “O Hobbit”) numa missão secreta em Berlim, Alemanha. Com a ajuda de um espião veterano (Rhys Ifans, de “O Espetacular Homem-Aranha”), Daniel tenta identificar quem é Thomas Shaw, responsável por divulgar para o público informações secretas do governo. Durante suas investigações, ele se depara com uma conspiração que liga o caso a Washington. A crítica gostou bem mais da segunda, com 70% de aprovação no site Rotten Tomatoes – contra 56% da comédia. Paralelamente, o Epix prepara sua terceira série, uma adaptação do livro/filme “O Nome do Jogo” (1995).
Homeland: Veja o pôster e um vídeo de bastidores da 6ª temporada
O canal pago americano Showtime divulgou o pôster e um vídeo de bastidores da 6ª temporada de “Homeland”. A prévia traz Claire Danes, Mandy Patinkin e F. Murray Abraham comentando as filmagens em Nova York e os temas dos próximos episódio, que voltarão a mostrar a ex-agente Carrie Mathison (Danes) no fogo-cruzado entre a CIA e uma conspiração terrorista. A nova temporada vai se passar durante o período entre a eleição e a posse da primeira presidente dos EUA – vivida por Elizabeth Marvel, que curiosamente já tentou virar presidente antes, na série “House of Cards”. Neste caso, a previsão da série não se realizou, com a derrota de Hillary Clinton à presidência dos EUA. Mas o vídeo de bastidores garante que diversas outras questões da trama parecerão saídas das manchetes dos jornais. “Homeland” estreia sua 6ª temporada em 15 de janeiro nos EUA e já se encontra renovada até a 8ª temporada. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago FX.
Sem ser memorável, Snowden consegue entreter, informar e provocar
Apesar de um pouco distante da grande mídia, em comparação com seu destaque nas décadas de 1980-90, Oliver Stone segue ativo e perseguindo ainda mais um tipo de cinema militante de esquerda, numa opção ousada, já que são poucos que manifestam tamanha simpatia por medalhões da esquerda. Os documentários “Comandante” (2003), “Ao Sul da Fronteira” (2009), “Castro in Winter” (2012) e “Mi Amigo Hugo” (2014) são exemplos disso. Mas pouca gente viu esses filmes. Em “Snowden – Herói ou Traidor”, ele tenta voltar a ser relevante, deixando o bajulamento de políticos de lado para voltar a se embrenhar na boa luta contra o sistema. No novo filme, Stone denuncia a capacidade e o poder que o governo americano tem de não só vigiar cidadãos de seu próprio país, mas como também de provocar até mesmo apagões em vários outros países com apenas um clique. Stone encontrou em Edward Snowden, vivido na tela por Joseph Gordon-Levitt (“A Travessia”), um prato cheio para fomentar uma nova controvérsia, e sem poupar o Presidente Barack Obama, que não é apenas cúmplice das armações maquiavélicas do Estado, embora percebamos que isto é parte de algo maior e já instituído. Snowden, ex-empregado da NSA (Agência Nacional de Segurança), e testemunha de segredos de estado chocantes, é mostrado inicialmente em 2013, quando decide contar tudo o que sabe para um grupo de jornalistas. A divulgação cairia como uma bomba, mas o rapaz, então com menos de 30 anos, tinha consciência dos riscos que ele e sua esposa sofreriam. A estrutura narrativa é convencional, através de flashbacks que remontam ao tempo em que Snowden era um simples soldado, que acabou se afastando do exército depois de quebrar as duas pernas em um acidente simples. Neste período, foi recrutado para trabalhar em uma agência de espionagem. E é aí que sua história realmente começa. A narrativa não poupa esforços para elevar o protagonista, de delator/traidor, à categoria de herói. Mas isso não chega a ser um problema. O problema é quando o diretor lança mão de artifícios banais para forçar a situação, como a utilização de uma trilha sonora épica e cafona. A personagem da esposa de Snowden também acaba ficando relegada a segundo plano, embora a atriz Shailene Woodley mostre ser, da turma de garotas que protagonizaram filmes para adolescentes recentemente, a que menos tem problema em fazer cenas de sexo ousadas (quem viu “Pássaro Branco na Nevasca”, de Gregg Araki, sabe do que estou falando). No mais, é um filme que se beneficia bastante de seu elenco de apoio. Um luxo poder contar com Melissa Leo, Zachary Quinto, Tom Wilkinson, Joely Richardson e até Nicolas Cage, em papel bem pequeno. E embora não seja tão memorável quanto gostaria de ser, “Snowden” consegue entreter, informar e provocar. Sem falar que, para o público brasileiro, não deixa de ser interessante ver o nome do país sendo citado em um par de vezes, inclusive sobre o caso da Petrobrás.
Robert Vaughn (1932 – 2016)
Morreu o ator Robert Vaughn, que protagonizou a série dos anos 1960 “O Agente da UNCLE” e foi um dos pistoleiros originais do filme “Sete Homens e um Destino”. Ele faleceu na sexta (11/11), aos 83 anos, de leucemia. Vaughan nasceu em 1932 em Nova York, numa família de atores, e fez mais de 200 filmes e séries ao longo da carreira, desde que estreou como figurante no clássico “Os Dez Mandamentos” (1956). O primeiro papel importante veio logo em seguida, no western “Sangue de Valentes” (1957), em que interpretou Bob Ford, o homem que matou o fora-da-lei Jesse James. Ele foi um rebelde sem causa em “Vidas Truncadas” (1957) e até um adolescente das cavernas em “Teenage Cave Man” (1958), trash cultuado de Roger Corman, entre diversas aparições em séries televisivas, até sua carreira ganhar upgrade nos anos 1960 com uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “O Moço de Filadélfia” (1959), estrelado por outro jovem talentoso de sua geração, Paul Newman. O destaque no Oscar lhe rendeu o convite para participar do western épico “Sete Homens e um Destino” (1960), ao lado de uma constelação de estrelas, como Yul Brynner, Steve McQueen, James Coburn, Charles Bronson e Eli Wallach. Dando vida ao pistoleiro “almofadinha” Lee, ele tem uma das cenas mais emotivas da produção, ao confessar seu medo de enfrentar os bandoleiros de Calveira (Wallach) ao grupo de fazendeiros que deveria proteger. Pelo papel, foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Estrela Jovem, prêmio que já não existe mais. Ao contrário de outros “atores de Oscar”, Vaughn nunca desprezou a televisão e aproveitou o sucesso fenomenal de “Sete Homens e um Destino” para preencher sua agenda com diversas participações em séries de western, acumulando passagens por “Gunsmoke”, “O Homem do Rifle”, “Zorro”, “Bronco”, “O Médico da Fronteira”, “Wichita Town”, “Law of the Plainsman”, “Laramie”, “Caravana”, “Bonanza”, “O Homem de Virgínia” e “Tales of Wells Fargo”, na qual viveu Billy the Kid, entre muitas outras. A rotina de participações especiais foi interrompida em 1964, quando foi convidado a estrelar a série “O Agente da UNCLE”. A produção foi uma das mais bem-sucedidas incursões televisivas ao gênero da espionagem, que atravessava sua era de ouro com os primeiros filmes de James Bond. Mas o êxito não foi casual. O próprio criador do agente 007, Ian Fleming, contribuiu para a criação do “Agente da UNCLE” – antes de ganhar o título pelo qual ficou conhecida, a produção tinha como nome provisório “Ian Fleming’s Solo”, além de girar em torno de um personagem introduzido em “007 Contra Goldfinger” (1964), Napoleon Solo. Vaughan viveu Solo, um agente secreto americano, que realizava missões ao lado de um aliado russo, Illya Kuryakin (David McCallum, hoje na série “NCIS”), o que era completamente inusitado na época da Guerra Fria. Assim como nos filmes de 007, a série era repleta de supervilões e mulheres lindas de minissaia. E fez tanto sucesso que virou franquia, rendendo livros, quadrinhos, brinquedos, telefilmes e um spin-off, a série “A Garota da UNCLE”, estrelada por Stefanie Powers (“Casal 20″), cuja personagem também foi criada por Ian Fleming. O padrão de qualidade da produção era tão elevado que os produtores resolveram realizar episódios especiais de duas horas, como filmes. Exibidos em duas partes na TV americana, esses episódios foram realmente transformados em filmes para o mercado internacional. Para ampliar o apelo, ainda ganhavam cenas inéditas e picantes. Um desses telefilmes de cinema, por exemplo, incluiu participação exclusiva para a tela grande da belíssima Yvonne Craig, um ano antes de virar a Batgirl na série “Batman”, como uma atendente desinibida de missões da UNCLE, em aparições completamente nua. A série, que durou até 1968, rendeu cinco filmes. Mas Vaughan ainda apareceu como Napoleon Solo num longa-metragem de verdade, durante o auge da popularidade da atração: a comédia “A Espiã de Calcinhas de Renda” (1966), estrelada por Doris Day. Vaughn foi indicado duas vezes ao Globo de Ouro como Napoleon Solo, e a fama do papel ainda lhe permitiu protagonizar um thriller de espionagem, “Missão Secreta em Veneza” (1966), ao lado da estonteante Elke Sommer. O fim da série, porém, o lançou numa rotina de coadjuvante no cinema. O detalhe é que, mesmo em papéis secundários, continuou listando clássicos em sua filmografia, como o policial “Bullit” (1968), em que voltou a contracenar com Steve McQueen e receber indicação a prêmio (o BAFTA de Melhor Coadjuvante), a comédia “Enquanto Viverem as Ilusões” (1969), o filme de guerra “A Ponte de Remagem” (1969), a sci-fi “O Homem que Nasceu de Novo” (1970), etc. Ele teve breve retorno à TV em 1972, desta vez numa produção britânica, “The Protectors”, que durou duas temporadas, mas também marcou época. A trama girava em torno de um trio de aventureiros europeus, dedicados a combater o crime internacional. Vaughn, claro, liderava a equipe. Ao voltar aos cinemas, participou do blockbuster “Inferno na Torre” (1974), seu terceiro filme com Steve McQueen, no qual viveu um senador preso no terraço de um arranha-céu em chamas, durante a festa de inauguração do empreendimento imobiliário. O filme é considerado um dos melhores do gênero catástrofe, que viveu seu auge na década de 1970. Após vencer o Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pela minissérie “Washington: Behind Closed Doors”, Vaughn deu uma inesperada guinada para a ficção científica, participando do cultuado “Geração Proteus” (1977), como a voz de um supercomputador com inteligência artificial, fez “Hangar 18” (1980) e voltou a ser dirigido por Roger Corman em “Mercenários das Galáxias” (1980), uma das melhores produções influenciadas por “Guerra nas Estrelas” lançadas com baixo orçamento nos anos 1980. A lista de longas da época ainda inclui “Superman III” (1983), que os produtores tentaram transformar numa comédia, e “Comando Delta” (1986), o filme de ação estrelado por Chuck Norris e Lee Marvin, antes de nova retomada da carreira televisiva com a série “Esquadrão Classe A”. Vaughn estrelou a última temporada da atração, em 1986, como líder militar da equipe, oferecendo perdão pelos supostos crimes do esquadrão. A partir daí, as superproduções ficaram para trás e ele entrou de vez na era do VHS, fazendo diversos filmes B de ação, terror e comédia que preencheram as prateleiras das locadoras – coisas como “Comando de Resgate” (1988), “Transylvania Twit” (1989) e “Chud – A Cidade das Sombras” (1989). Paralelamente, voltou à rotina das aparições em séries, que manteve firme durante os anos 1990, período em que foi de “The Nanny” para “Lei & Ordem”. Ele também participou do elenco de “The Magnificent Seven”, série baseada no filme “Sete Homens e um Destino”, que durou duas temporadas, entre 1998 e 2000, antes de se mudar de vez para o Reino Unido, onde estrelou a atração mais longeva de sua carreira, “O Golpe” (The Hustler), exibida de 2004 a 2012, no qual liderava um grupo de vigaristas londrinos, na realização das mais diversas trapaças. Estabelecido em Londres, Vaughn ainda participou da novela “Coronation Street”, no ar desde 1960, mas voltou aos EUA para seus últimos papéis, que incluíram nova passagem pela franquia “Lei & Ordem” (num episódio de 2015 de “Law & Order: SVU”) e dois filmes, o thriller “The American Side” (2016) e o drama “Gold Star” (2016), seu último trabalho, em que teve o papel principal, como um homem à beira da morte. Ainda inédito, o filme registra o esforço do ator para trabalhar mesmo quando a saúde não lhe permitia mais. David McCallun, seu grande parceiro em “O Agente da UNCLE”, se declarou “devastado com a notícia” da morte do amigo. “Trabalhei ao lado de Robert durante tantos anos, a ponto de sentir que perdê-lo é como perder uma parte mim. Ele foi um excelente ser humano. Apreciei cada dia que trabalhei com ele”, afirmou.
American Assassin: Veja 9 fotos do thriller de ação estrelado por Dylan O’Brien
A CBS Films divulgou nove fotos do filme “American Assassin”, estrelado por Dylan O’Brien (“Maze Runner”). As imagens mostram o ator mais cabeludo, ao lado de Michael Keaton (“Spotlight”) e Shiva Negar (série “24 Hour Rental”). Quem também aparece é Taylor Kitsch (“John Carter”), que foi escalado no papel de vilão, e Scott Adkins (“Doutor Estranho”), escondido atrás de uma grande barba. A produção gira em torno de Mitch Rapp (O’Brien), um jovem que, após uma tragédia pessoal, é recrutado pelo governo para se tornar um agente secreto impiedoso. O personagem protagonizou 14 livros de Vince Flynn, que faleceu em 2013. Michael Keaton vive o agente responsável pelo treinamento de Rapp. Na trama, os dois participarão de uma missão secreta com um letal agente turco para evitar o início da 3ª Guerra Mundial no Oriente Médio. O roteiro da adaptação é de Stephen Schiff (roteirista de “Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme” e da série “The Americans”) e a direção está a cargo de Michael Cuesta (de “O Mensageiro” e da série “Homeland”). Ainda não há previsão para a estreia.
Aliados: Novos comerciais exploram segredos de Brad Pitt e Marion Cotillard
A Paramount Pictures divulgou três novos comerciais de “Aliados”, filme de espionagem de época, estrelado por Marion Cotillard (“Dois Dias, Uma Noite”) e Brad Pitt (“A Grande Aposta”). As prévias afirmam que os dois têm segredos, o que pode ter uma leitura de duplo sentido, que reflete tanto a trama quanto, supostamente, os bastidores da produção. A produção acabou envolvida em fofocas, por conta do divórcio de Pitt. A suspeita de que os atores teriam se envolvido de verdade durante as filmagens, alimentada por tabloides, ainda que negada veementemente por Cotillard, pode ter impacto sobre o lançamento, alimentando a curiosidade do público, como aconteceu na época de “Sr. e Sra. Smith” (2005), que marcou o início do envolvimento entre Brad Pitt e Angelina Jolie. No filme, Pitt e Cotillard interpretam agentes secretos numa missão para eliminar um embaixador nazista em Casablanca, durante a 2ª Guerra Mundial. Enfrentando o perigo, eles acabam se apaixonando. Mas após decidirem se casar, surgem suspeitas de que a personagem de Cotillard esteve, o tempo inteiro, trabalhando secretamente para os nazistas e, ao decidir investigar seu passado, o personagem de Pitt vê seu casamento desmoronar. O elenco de “Aliados” também inclui Lizzy Caplan (série “Masters of Sex”), Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”), Jared Harris (“O Agente da UNCLE”), Charlote Hope (série “Game of Thrones”) e August Diehl (“Se Não Nós, Quem?”). O roteiro é de Steven Knight (“Senhores do Crime”), a direção é de Robert Zemeckis (“A Travessia”) e a estreia foi adiada para 12 de janeiro no Brasil, dois meses após o lançamento nos EUA.
Homeland: Veja o primeiro trailer da 6ª temporada
O canal pago americano Showtime divulgou o primeiro trailer da 6ª temporada de “Homeland”, que mostra a ex-agente Carrie Mathison (Claire Danes) e o diretor da CIA Dar Adal (F. Murray Abraham) trocando ameaças, ao som de um cover de “In the Air Tonight”, de Phil Collins. Uma cena do trailer ainda sugere a presença de Quinn (Rupert Friend), o que foi confirmado pelo produtor Alex Gansa, encerrando assim o suspense sobre seu destino – a impressão é que ele tinha morrido na temporada passada. Seu estado de saúde, porém, ainda não está claro. A nova temporada vai se passar em Nova York, durante o período entre a eleição e a posse da primeira presidente dos EUA – vivida por Elizabeth Marvel, que curiosamente já tentou virar presidente antes, na série “House of Cards”. “Homeland” estreia sua 6ª temporada em janeiro, no canal pago Showtime, e já se encontra renovada até a 8ª temporada. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago FX.
Série de Zendaya, Agente K.C. é renovada pelo Disney Channel
O Disney Channel renovou a série teen “Agente K.C.”, estrelada por Zendaya, para sua 3ª temporada. Atualmente no ar em sua 2ª temporada, “Agente K.C.” é um dos maiores sucessos do Disney Channel, atingindo 106 milhões de espectadores, por meio de diversas plataformas, apenas nos EUA. Ao fazer o anúncio, Adam Bonnett, vice-presidente executivo de programação original, Disney Channels Worldwide mencionou o sucesso e a qualidade da atração. “Estamos muito orgulhosos do sucesso de ‘Agente KC’ e de como a série é popular em todas as nossas diferentes plataformas. A série vai continuar a entregar sequências de ação que ultrapassam os limites das produções de comédia com a mesma qualidade narrativa e elenco talentoso liderado pela incomparável Zendaya”. Zendaya acrescentou, no mesmo comunicado: “Estou feliz por poder continuar a fazer uma série positiva para as crianças de todo o mundo. Fiquem atentos para a 3ª temporada – que vai elevar tudo para o próximo nível!” A série de comédia e ação acompanha KC Cooper, uma geniazinha de matemática do ensino médio e fera em artes marciais, que vira uma super-espiã internacional para a agência secreta do governo conhecida apenas como a Organização. Quando não está tentando navegar os altos e baixos da vida adolescente com sua melhor amiga Marisa, KC, juntamente com seus pais, os agentes experientes Craig e Kira, e seus irmãos mais novos Ernie e Judy (um robô humanóide), realiza missões secretas para salvar o mundo todo. Lembrou de “Pequenos Espiões” (2001)? Apesar da renovação, será difícil segurar Zendaya por outro ano, já que a jovem atriz completou 20 anos em setembro, idade que a torna “velha” para o canal infantil. Além disso, ela começou a dar passos ousados no cinema, coestrelando o filme do “Homem-Aranha” como nada menos que Mary Jane Watson e participando do musical “The Greatest Showman”, ao lado de Hugh Jackman. Os dois filmes chegam aos cinemas em 2017.
Aliados: Relacionamento de Brad Pitt e Marion Cotillard é testado em novos comerciais
A Paramount Pictures divulgou uma nova foto e três comerciais de “Aliados”, filme de espionagem de época, estrelado por Marion Cotillard (“Dois Dias, Uma Noite”) e Brad Pitt (“A Grande Aposta”). No filme, Pitt e Cotillard interpretam agentes secretos numa missão para eliminar um embaixador nazista, em Casablanca, durante a 2ª Guerra Mundial. Enfrentando o perigo, eles acabam se apaixonando. Mas após decidirem se casar, surgem suspeitas de que a personagem de Cotillard esteve, o tempo inteiro, trabalhando secretamente para os nazistas e, ao decidir investigar seu passado, o personagem de Pitt vê seu casamento desmoronar. A produção acabou envolvida em fofocas, por conta do divórcio de Pitt. A suspeita de que os atores teriam se envolvido de verdade durante as filmagens, alimentada por tabloides, ainda que negada veementemente por Cotillard, pode ter impacto sobre o lançamento, alimentando a curiosidade do público, como aconteceu na época de “Sr. e Sra. Smith” (2005), que marcou o início do envolvimento entre Brad Pitt e Angelina Jolie. O elenco de “Aliados” também inclui Lizzy Caplan (série “Masters of Sex”), Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”), Jared Harris (“O Agente da UNCLE”), Charlote Hope (série “Game of Thrones”) e August Diehl (“Se Não Nós, Quem?”). O roteiro é de Steven Knight (“Senhores do Crime”), a direção é de Robert Zemeckis (“A Travessia”) e a estreia foi adiada para 12 de janeiro no Brasil, dois meses após o lançamento nos EUA.
Aliados: Marion Cotillard e Brad Pitt vão à guerra em pôsteres e fotos
A Paramount Pictures divulgou os pôsteres (um deles, nacional) e fotos oficiais de “Aliados”, filme de espionagem de época, estrelado por Marion Cotillard (“Dois Dias, Uma Noite”) e Brad Pitt (“A Grande Aposta”). A produção acabou envolvida em fofocas, por conta do divórcio de Pitt. A suspeita de que os atores teriam se envolvido de verdade durante as filmagens, alimentada por tabloides, ainda que negada veementemente por Cotillard, pode ter impacto sobre o lançamento, alimentando a curiosidade do público, como aconteceu na época de “Sr. e Sra. Smith” (2005), que marcou o início do envolvimento entre Brad Pitt e Angelina Jolie. No filme, Pitt e Cotillard interpretam agentes secretos numa missão para eliminar um embaixador nazista, em Casablanca, durante a 2ª Guerra Mundial. Enfrentando o perigo, eles acabam se apaixonando. Mas após decidirem se casar, surgem suspeitas de que a personagem de Cotillard esteve, o tempo inteiro, trabalhando secretamente para os nazistas e, ao decidir investigar seu passado, o personagem de Pitt vê seu casamento desmoronar. O elenco de “Aliados” também inclui Lizzy Caplan (série “Masters of Sex”), Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”), Jared Harris (“O Agente da UNCLE”), Charlote Hope (série “Game of Thrones”) e August Diehl (“Se Não Nós, Quem?”). O roteiro é de Steven Knight (“Senhores do Crime”), a direção é de Robert Zemeckis (“A Travessia”) e a estreia está marcada para 1 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Filme Inimigo do Estado vai virar série de TV
A rede americana ABC está desenvolvendo uma adaptação do filme “Inimigo do Estado” (1999), seguindo a onda de séries inspiradas por produções cinematográficas. A diferença para “Lethal Weapon”, a adaptação de “Máquina Mortífera”, é que, segundo o site da revista Variety, a ideia é desenvolver uma história similar, mas com personagens diferentes do thriller dirigido pelo falecido Tony Scott e estrelado por Will Smith e Gene Hackman. Assim, a série não seria um remake, mas uma nova história ambientada no universo do filme. A adaptação irá acompanhar uma advogada e um policial do FBI que descobrem uma trama misteriosa envolvendo um espião da NSA responsável pelo vazamento de informações confidenciais. Casos como o WikiLeaks e Edward Snowden devem atualizar a trama para os dias de hoje. Na história original, Smith vivia um advogado, que, após receber um vídeo que denunciava um poderoso oficial da CIA, passava a ser perseguido implacavelmente por agentes federais. E o único homem que podia ajudá-lo era um ex-integrante do governo (Gene Hackman) que trabalhava com serviços de vigilância. Da equipe original, apenas o produtor Jerry Bruckheimer deve retornar. A versão televisiva está a cargo do roteirista Morgan Foehl, responsável pelo fracasso de bilheterias “Hacker”, estrelado por Chris Hemsworth no ano passado.
Oliver Stone vem ao Brasil para o lançamento de Snowden
O diretor americano Oliver Stone vem ao Brasil para divulgar seu mais novo filme, “Snowden – Herói ou Traidor”, anunciou a Disney, distribuidora da produção no país. O cineasta participará de uma pré-estreia do longa, na qual receberá convidados e fãs. A data do evento não foi divulgada, mas deverá ser na primeira semana de novembro. “Snowden” tem lançamento em circuito nacional marcado para 10 de novembro. Conhecido por abordar temas controversos e políticos em filmes como “Salvador – O Martírio de um Povo” (1986), sobre a guerra civil em El Salvador, e “Platoon”, que mostra os horrores da guerra do Vietnã e rendeu ao diretor prêmio no Oscar, Globo de Ouro e BAFTA, Oliver Stone também filmou cinebiografias de vários presidentes americanos e fez um documentário chapa branca sobre Hugo Chavez, “Mi Amigo Hugo” (2014). No novo trabalho, ele conta a história de Edward Snowden, responsável por denunciar as técnicas ilegais de vigilância da NSA, agência de segurança dos Estados Unidos. O filme cobre desde o começo da carreira de Snowden como recruta do exército aos 20 anos, sua integração à CIA aos 22 e sua promoção para a divisão de informática do NSA aos 26, até o ato que o transformou no homem mais procurado do mundo aos 29, ao denunciar o maior esquema institucionalizado de espionagem já visto. Snowden copiou e divulgou para a imprensa o programa secreto americano de espionagem indiscriminada da internet e telefonia celular, que, desrespeitando o direito à privacidade, vigiou desde pessoas comuns a governos estrangeiros. O escândalo o levou a ser considerado traidor pelo governo americano, precipitando sua fuga do país e uma perigosa caçada internacional. O papel é vivido por Joseph Gordon-Levitt (“A Travessia”). Em setembro, Stone chegou a revelar, em entrevista à agência de notícias Reuters, que pensou em recusar o convite para fazer o filme. “Não queria fazer, não queria problemas”, disse na ocasião. Ele contou ter mudado de ideia depois de conhecer Snowden na Rússia. O diretor esteve em 2010 no Brasil para lançar outro filme, o documentário “Ao Sul da Fronteira”, em que entrevistou os governantes populistas da América do Sul, antes dos escândalos de corrupção e dos fracassos econômicos levarem a uma mudança radical no mapa geopolítico da região. Na ocasião, ele se disse admirador de Lula, a quem entrevistou para o filme, e defendeu sua indicação ao Prêmio Nobel da Paz, por defender o direito do Irã de produzir material radioativo.











