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    Woody Allen entra em acordo com a Amazon e encerra processo por quebra de contrato

    9 de novembro de 2019 /

    O cineasta Woody Allen entrou em acordo com a Amazon para encerrar a disputa judicial que travava com a empresa. Na noite de sexta-feira (9/11), Allen retirou o processo que movia contra a produtora por rompimento de um contrato para a produção de quatro filmes e pela recusa em distribuir um filme que ele já havia terminado – “Um Dia de chuva em Nova York”. Os termos do acordo não foram divulgados. Em fevereiro, Allen havia processado duas unidades da Amazon, reivindicando que elas não poderiam ter rompido os planos de distribuição por conta de uma acusação “sem base” de que ele teria molestado sua filha Dylan Farrow. As acusações não são novas e o diretor sempre negou tudo, retrucando que resultam de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Allen não foi condenado quando o caso foi levado a tribunal nos anos 1990, durante a disputa da guarda das crianças, e nunca foi acusado de abuso por nenhuma atriz com quem trabalhou ao longo de meio século de carreira. Mas Dylan aproveitou o movimento #MeToo no final de 2017 para resgatar a história e conseguiu criar uma reação de repúdio generalizado, como se houvesse fato novo. Em sua ação, Allen argumenta que a Amazon já sabia da acusação quando fechou o contrato. A Amazon respondeu dizendo que a amplificação da denúncia pelo #MeToo mudou as condições do negócio, pois impedia o estúdio de recuperar qualquer investimento que fizesse no diretor. Numa moção para descartar parte do processo de Allen, os advogados da Amazon afirmaram: “Dezenas de atores e atrizes expressaram profundo pesar por terem trabalhado com Allen no passado, e muitos declararam publicamente que nunca trabalhariam com ele no futuro”. Isto realmente aconteceu. Mas passados dois anos, a maré mudou, aumentando a quantidade de astros que vieram à público defender Allen, dizendo-se dispostos a trabalhar com o diretor quando ele quisesse, como Scarlett Johansson em setembro passado e Jeff Goldblum nesta semana. Isto pôs por terra os argumentos da Amazon. Para completar, a empresa de Allen, Gravier Productions, conseguiu fechar diversos lançamentos internacionais para “Um Dia de chuva em Nova York”, obra que a Amazon bloqueou nos Estados Unidos, e já arrecadou US$ 11,5 milhões em cinemas em todo o mundo. No Brasil, o filme protagonizado Timothée Chalamet, Elle Fanning e Selena Gomez chega aos cinemas no dia 21 de novembro. O acordo deve liberar o filme para ser lançado na América do Norte. Allen também fechou uma parceria com a produtora espanhola Mediapro e já rodou um novo filme na Espanha, “Rifkin’s Festival”, atualmente em pós-produção para um lançamento em 2020.

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    Roman Polanki é alvo de nova denúncia de estupro cometido nos anos 1970

    8 de novembro de 2019 /

    A fotógrafa francesa Valentine Monnier acusou publicamente o cineasta Roman Polanski de tê-la estuprado em 1975 na Suíça, quando ela tinha 18 anos. A denúncia foi publicada pelo jornal Le Parisien nesta sexta (8/11), a poucos dias da estreia do novo filme do diretor de 86 anos. Este, por sinal, teria sido o motivo dela decidir se manifestar. Monnier disse que resolveu revelar o estupro devido à estreia do filme “An Officer and a Spy” (J’accuse), em que Polanski filma um famoso erro judicial francês, o caso Dreyfus, em que um inocente é injustamente condenado por um crime que não cometeu. Polanski já teceu comentários comparando o seu caso com o de Dreyfus. “Não tinha qualquer relação com ele, pessoal ou profissional, só o conhecia”, relatou Monnier, que foi modelo em Nova York e participou de alguns filmes nos anos 1980, como “Três Homens e um Bebê”. “Foi de uma violência extrema, após esquiar, em seu chalé em Gstaad (Suíça), me agrediu até que me entreguei. Então me violentou me fazendo sofrer”. O advogado do cineasta, Hervé Temime, afirmou ao jornal Parisien que Polanski “nega firmemente qualquer acusação de estupro”, e destaca que fatos que teriam ocorrido há 45 anos “jamais foram levados ao conhecimento das autoridades”. A denunciante confirmou que jamais informou o crime – agora prescrito – à polícia. Ela foi a sexta mulher a acusar Polanski de estupro. O cineasta é considerado foragido pela justiça dos Estados Unidos, após se exilar na França em meio ao julgamento de 1977 em que se declarou culpado de ter mantido relações sexuais com Samantha Geimer, então com 13 anos. Ela foi compensada financeiramente por Polanski e ainda escreveu um livro sobre sua história, e nos últimos anos vem defendendo o diretor por considerar que ele cumpriu sua pena – ficou preso alguns dias nos anos 1970 e novamente em 2009, além de ficar impedido de trabalhar em Hollywood mulheres surgiram com denúncias de abuso sexual de décadas atrás. As denúncias anteriores também relataram casos acontecidos nos anos 1970. A atriz alemã Renate Langer, vista em “Amor de Menina” (1983) e “A Armadilha de Vênus” (1988), relatou ter sido estuprada duas vezes em 1972, quando ela tinha 15 anos e Polanski 39, também na casa do cineasta em Gstaad, na Suíça. Logo após o primeiro ataque, Polanski teria convidado Langer para figurar em seu filme “Que?”, como pedido de desculpas. O segundo abuso teria acontecido durante as filmagens, em Roma. A atriz revelou que, para se defender, chegou a jogar uma garrafa de vinho e outra de perfume no diretor. Outras acusações partiram da atriz britânica Charlotte Lewis (“O Rapto do Menino Dourado”), que denunciou ter sido estuprada em 1983, quando ela tinha 16 anos, de uma mulher identificada apenas como Robin, que acusa o diretor de tê-la estuprado nos anos 1970, também quando tinha 16 anos, e de Marianne Barnard, atacada em 1975 aos 10 anos de idade, durante uma sessão de fotos em que Polanski lhe pediu que posasse usando apenas um casaco de pele em uma praia de Los Angeles. A maioria das denúncias só veio à tona recentemente, durante o auge do movimento #MeToo, que Polanski chamou de “histeria coletiva” e “hipocrisia”. Por conta das novas denúncias, o cineasta foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, que lhe premiou com o Oscar de Melhor Direção por “O Pianista”, em 2003. O novo filme do diretor, “An Officer and a Spy” (J’accuse), também foi premiado. Venceu o Grande Prêmio do Júri (Leão de Prata) do Festival de Veneza deste ano. A estreia está marcada para quinta-feira (13/11) na França, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Secretaria da Cultura é transferida para o Ministério do Turismo

    7 de novembro de 2019 /

    Lembram quando o Brasil tinha Ministério da Cultura? Foi criado em 1985 pelo primeiro presidente civil após o fim da ditadura militar no Brasil. Antes, durante o período em que generais presidiam o país, ele era subordinado ao Ministério da Educação. Um dos primeiros atos do ex-capitão Jair Bolsonaro, ao assumir a presidência em janeiro, foi extinguir o Ministério, voltando a transformá-lo em apêndice de outro departamento, no caso o Ministério da Cidadania, invenção do atual mandatário de Brasília. Isso durou 300 dias. Nesta quinta (7/11), Bolsonaro jogou a atual Secretaria da Cultura em outra pasta, transformando-a em linha auxiliar do Ministério do Turismo. Também foram transferidas para o Turismo o Conselho Nacional de Política Cultural, a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura e a Comissão do Fundo Nacional de Cultura e outras seis secretarias não especificadas, além de atribuições como a proteção do patrimônio histórico, artístico e cultural, e regulação dos direitos autorais. Vale lembrar que o atual Ministro do Turismo é Marcelo Álvaro Antônio, denunciado pelo Ministério Público Federal por envolvimento no escândalo de corrupção que é chamado pelo próprio Bolsonaro de “laranjal” do PSL. O deputado Alexandre Frota aproveitou o decreto que oficializou a mudança para fazer piada nas redes sociais. “Com a ideia de Bolsonaro transferir a Secretaria de Cultura que estava na Cidadania para o Ministério do Turismo acho que o primeiro filme a ser realizado poderia ser o Meu Pé de ‘LARANJA’ Lima”, postou o político, aludindo tanto ao escândalo quanto à adaptação do famoso romance de José Mauro de Vasconcelos, lançado em 1968. Questionado sobre os motivos da transferência, a assessoria do Ministério Turismo disse à imprensa não ter detalhes ainda sobre a decisão do presidente, nem o nome de quem comandará a Secretaria, que, para completar, está sem chefia. Na quarta, o antigo Secretário de Cultura, o economista Ricardo Braga, foi exonerado do cargo para assumir um novo posto no governo. Braga assumiu a pasta da Cultura após Henrique Pires, que ocupou o mesmo cargo, pedir demissão em agosto. Na ocasião, Pires disse que preferia “cair fora” a “ficar e bater palma para censura”, aludindo à perseguição do governo à produções de temática LGBTQIA+. O descaso chamou atenção do atual Secretário da Cultura de São Paulo, que foi às redes sociais protestar. “Que absurdo a cultura do nosso país sendo tratada dessa forma. Atacada, sucateada, censurada. E agora, jogada como uma sub pasta de um ministério para outro”, escreveu Alexandre Youssef no Instagram. “A classe cultural precisa se levantar unida, para erguer a bandeira da nossa identidade nacional. É disso que se trata: cultura é identidade!” Ver essa foto no Instagram Que absurdo a cultura do nosso país sendo tratada dessa forma. Atacada, sucateada, censurada. E agora, jogada como uma sub pasta de um ministério para outro. Alvo da sanha de grupos obscurantistas raivosos. A classe cultural precisa se levantar unida, para erguer a bandeira da nossa identidade nacional. É disso que se trata: cultura é identidade! Precisamos estabelecer um novo modelo de desenvolvimento econômico e social para o Brasil, que tenha a cultura como eixo central. A hora é agora. ✊??? Uma publicação compartilhada por Alexandre Youssef (@aleyoussef) em 7 de Nov, 2019 às 5:21 PST

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  • Filme

    A Lavanderia é o mais novo mico de Steven Soderbergh

    2 de novembro de 2019 /

    Steven Soderbergh é um cineasta talentoso, mas coloca sua imagem muitas vezes em risco ao apostar em trabalhos experimentais que não contribuem em nada para sua evolução ou do próprio cinema. Ele dificilmente se repete no filme seguinte, mas geralmente entrega uma decepção retumbante logo após acertar no alvo. É só lembrar das continuações de “Onze Homens e um Segredo” ou perceber que o diretor de “Traffic” e “Erin Brockovich” também fez “O Desinformante!”. Neste ano, Soderbergh lançou dois filmes pela Netflix. E se “High Flying Bird” deixou boa impressão, o horroroso “A Lavanderia” confirma que se trata de um diretor de altos e baixos. E olha que o roteiro de Scott Z. Burns reconstitui a queda do esquema de corrupção conhecido como “Os Papéis do Panamá”, que envolveu inclusive a Odebrecht num caso bastante repercutido aqui no Brasil. Mas em vez de se concentrar em um ponto ou personagem que represente o todo, Soderbergh prefere abraçar o mundo. Conta diversas historinhas que entrelaçam a teia tecida pela Mossack-Fonseca, empresa jurídica que foi o coração dessa podridão. No começo, até parece que a trama será guiada pela personagem de Meryl Streep, vítima do esquema após a trágica morte do marido (numa cena muito bem filmada). Mas ela é apenas o centro de um dos muitos “episódios” narrados pelos sócios criminosos Jürgen Mossack e Ramón Fonseca, interpretados respectivamente por Gary Oldman e Antonio Banderas. “A Lavanderia” é um belo exemplo de como causar uma quebra descomunal no ritmo de um filme. Isto acontece pela opção de Soderbergh de contrastar as aparições de Oldman e Banderas, que se divertem ao entregar interpretações caricaturais e exageradas, com a atuação visivelmente dramática de Meryl Streep. A dupla chega a esbarrar na canastrice, gritando, fazendo caretas e gesticulando de forma exacerbada, segundos depois da tela promover o sofrimento de Meryl. Não parece que o problema esteja no roteiro, mas sim na falta de foco de Soderbergh, que tenta resgatar o tom cômico desastrado de “O Desinformante!” com um coral de personagens digno de “Traffic”. Adam McKay conseguiu se sair bem nesse registro, em “A Grande Aposta”. Mas desta vez não deu certo. O equívoco foi tentar explicar o enredo complexo de maneira excessivamente didática, usando como “professores” os dois vilões irritantes que jamais engajam o espectador. Pelo contrário, repelem. Soderbergh pretendia mostrar que existem outras Mossack-Fonsecas por aí e que a corrupção está enraizada numa profundidade inimaginável. Porém, que mico! Beira o insuportável quando Gary Oldman entra em cena falando alto, gritando e emulando um sotaque patético. Difícil saber quantos aguentaram até o fim da história, após suas primeiras aparições em cena.

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  • Etc

    Kevin Spacey não será julgado por crime sexual após morte misteriosa de acusador

    29 de outubro de 2019 /

    Kevin Spacey se livrou de ser julgado por assédio e abuso sexual, porque a vítima morreu durante as apurações da denúncia. Foi a segunda investigação contra o ator arquivada por motivos inesperados. Com a morte do massagista que acusava o ator, a ação foi descartada pela promotoria de Los Angeles. No processo, a vítima fez várias acusações além do abuso sexual, como cárcere privado e estresse pós-traumático. Segundo os autos, o homem não identificado foi à casa de Spacey para exercer seu trabalho como massagista, para livrar o cliente de supostas dores. O ator de 59 anos teria recebido o massagista apenas de robe e trancado a porta da sala em que seria atendido. Ao ser orientado a deitar de costas, desobedeceu o pedido do massagista e deitou de frente. Quando o homem começou a massagear sua perna, o ator teria puxado as mãos dele e forçado uma masturbação. O acusador ainda disse que tentou se esquivar do ator e que, neste momento, Kevin Spacey o puxou pelos ombros e tentou beijá-lo. O ator ainda teria tocado a genitália do homem e oferecido sexo oral. A revista Variety ouviu de uma fonte que o massagista teria morrido de câncer, mas não foram fornecidos maiores detalhes. Na última segunda-feira (28/10), a chefe da unidade de crimes sexuais de Los Angeles afirmou ter desistido de continuar a investigar o caso. “Durante a investigação, a vítima faleceu. As alegações de assédio sexual não podem ser provadas sem a participação da vítima. Portanto, o caso foi encerrado”, disse o porta-voz do departamento. Além deste caso, o julgamento de uma denúncia de um menor, que acusou Spacey de tê-lo assediado em 2016, também foi encerrado após a vítima abandonar o processo sem maiores explicações. O advogado desse caso disse apenas que seu cliente apresentou documentos para retirar voluntariamente a ação em que acusava Spacey de “comportamento sexual explícito e conduta impudica e lasciva”. A ação foi descartada de forma tal que não poderá ser retomada mais tarde. As duas reviravoltas parecem vir de um roteiro da série “House of Cards”, em que Spacey interpretava o presidente corrupto e implacável dos Estados Unidos, capaz de dar um destino trágico a todos que cruzassem seu caminho. Ele também foi acusado de assédio por integrantes dessa produção e acabou demitido pela Netflix. Kevin Spacey chegou a ser investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais, que coletaram um total de seis denúncias. Prescrição e falta de provas, além das reviravoltas acima mencionadas, impediram todos os casos de ir a julgamento. O ator livrou-se, assim, de punições da justiça. Mas viu sua carreira desmoronar nos últimos dois anos, após o colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) relatar ao site Buzzfeed que tinha sido assediado sexualmente por ele em 1986, quando tinha 14 anos. Desde então, as denúncias contra Spacey se multiplicaram. Como consequência, foi demitido de vários projetos e teve sua presença no drama “Todo o Dinheiro do Mundo” extirpada após o fim das filmagens. O diretor Ridley Scott chamou às pressas o ator Christopher Plummer para refazer as cenas de Spacey e o substituto foi até indicado ao Oscar. Spacey não está envolvido em nenhum projeto de cinema, nem parece haver clima para a retomada de sua carreira.

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    Felicity Huffman sai da prisão antes do final de sua sentença

    25 de outubro de 2019 /

    Felicity Huffman, a primeira mãe envolvida no escândalo de fraudes em admissões em faculdades dos Estados Unidos a ir para a prisão, foi libertada nesta sexta-feira (25/10) antes de terminar de cumprir sua pena de duas semanas de detenção em uma unidade prisional no Estado da Califórnia. A saída da estrela da série “Desperate Housewives” estava prevista para ocorrer no domingo, mas uma porta-voz da unidade mencionou uma política que permite a libertação antecipada de reclusos cujo dia final de cumprimento da pena cai em um fim de semana. Entretanto, no domingo ela completaria 12 dias presas e não duas semanas, conforme sua sentença. Huffman, que venceu um Emmy por seu papel na série “Desperate Housewives” e foi indicada ao Oscar por “Transamerica” (2005), entregou-se às autoridades da Instituição Correcional Federal em Dublin, na Califórnia, no dia 15 de outubro e passou 10 dias presa. A juíza distrital Indira Talwani condenou a atriz a cumprir duas semanas de prisão depois que Huffman se declarou culpada de conspiração relacionada ao pagamento de US$ 15 mil para obter, secretamente, as respostas corretas para o exame de admissão de sua filha Sophia em uma faculdade. A atriz está entre 52 pessoas acusadas de participar de um amplo esquema no qual pais ricos se envolveram em um plano de suborno e fraude com um consultor de admissões de faculdades da Califórnia para levar seus filhos para as melhores instituições do Estado, incluindo Yale, Stanford e a Universidade do Sul da Califórnia. A atriz disse que sua filha não tinha conhecimento do esquema até o escândalo estourar em março passado. Dias após a prisão de Huffman, a jovem perdeu sua vaga na faculdade. Além de Huffman, outra atriz famosa faz parte do grupo de pais denunciados na Operação Varsity Blues do FBI, que desbaratou o esquema de fraudes: Lori Loughlin (“Fuller House”). Como ela se declarou inocente, seu caso ainda vai a julgamento, mas ela pode pegar até 10 anos de prisão. Cerca de 200 agente do FBI participaram da investigação da operação, que foi batizada em homenagem a um filme de 1999, chamado “Marcação Cerrada” no Brasil.

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  • Filme

    Um Dia de Chuva em Nova York: Novo filme de Woody Allen tem estreia antecipada

    22 de outubro de 2019 /

    O filme “Um Dia de Chuva em Nova York” (A Rainy Day in New York), escrito e dirigido por Woody Allen, teve sua estreia antecipada em um mês no Brasil. Anteriormente previsto para o final de dezembro, o lançamento da Imagem Filmes agora vai ocorrer em 21 de novembro. Pronto há mais de um ano, o filme foi engavetado pela Amazon, após o diretor virar alvo de uma campanha destrutiva de sua filha Dylan Farrow, que aproveitou o movimento #MeToo para desenterrar acusações de abuso contra o cineasta. Ela afirma ter sido molestada quando criança por Allen, há cerca de três décadas. As acusações não são novas e o diretor sempre negou tudo, retrucando que resultam de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão de Allen, que não foi condenado quando o caso foi levado a tribunal em 1990, durante a disputa da guarda das crianças, e nunca foi acusado de abuso por nenhuma atriz com quem trabalhou ao longo de meio século de carreira. Apesar disso, vários atores que trabalharam com Allen disseram publicamente que não voltariam a filmar com o diretor, inclusive parte do elenco de “Um Dia de Chuva em Nova York”, o que convenceu a Amazon a que lançar o longa, pois não poderia contar com os atores para a divulgação. No filme, Elle Fanning (“Espírito Jovem”) vive uma universitária que consegue uma entrevista exclusiva com um importante diretor de cinema (Liev Schreiber, de “Ray Donovan”) em Nova York, e viaja com seu namorado (Timothée Chalamet, de “Me Chame pelo Seu Nome”) para passar um fim de semana romântico na cidade após a conversa marcada. Mas em plena entrevista o diretor revela passar por uma crise e convida a jovem a acompanhar os bastidores de seu novo filme, colocando-a em contato com outros integrantes da indústria, como os personagens de Jude Law (“Capitão Marvel”) e Diego Luna (“Rogue One”). Este último é um galã seguido por paparazzi que confundem Fanning com uma namorada. Ao mesmo tempo, ela se entusiasma com o acesso irrestrito e a possibilidade de um furo de reportagem, esquecendo o namorado. As horas passam, o namorado fica cada vez mais nervoso, mas também acaba se envolvendo numa filmagem, onde precisa beijar uma atriz interpretada por Selena Gomez (“Os Mortos Não Morrem”). A trama se complica e começa a chover. Allen processou a Amazon por não lançar o filme nem cumprir o contrato que previa a produção de seus próximos longas. A Amazon topou a briga e disse que não ia lançar mesmo, porque Allen ficou radioativo devido ao #MeToo. Mas Allen não ficou radioativo. Ele já está filmando outro longa e conseguiu recuperar os direitos de “Um Dia de Chuva em Nova York”, fechando com várias distribuidoras internacionais para realizar o lançamento do filme, que chega ao Brasil daqui a um mês. Aproveite e veja (ou reveja) o trailer legendado abaixo.

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  • Série

    Silicon Valley: Última temporada da série ganha trailer

    22 de outubro de 2019 /

    A HBO divulgou o trailer da 6ª e última temporada de “Silicon Valley”, que mostra Richard (Thomas Middleditch) no meio de uma guerra tecnológica por causa do uso indevido de dados de usuários na internet. Lançada em 2014, a série é ambientada no Vale do Silício, região na Califórnia que reúne empresas de tecnologia como Apple e Google, e acompanha um grupo de amigos que tenta emplacar sua própria empresa de informática. Os atores Thomas Middleditch, Kumail Nanjiani, Zach Woods, Martin Starr e Amanda Crew formam o núcleo principal do elenco. O comediante T.J. Miller (o Fuinha de “Deadpool”) também fez parte da produção até sua 4ª temporada, mas acabou saindo do elenco após uma série de polêmicas envolvendo o seu nome, incluindo abusos de álcool e drogas, acusações de assédio sexual e uma bizarra prisão por fazer falsa ameaça de bomba. O final de “Silicon Valley” vai acontecer no mesmo ano em que a HBO se despediu de dois de seus maiores sucessos de público e crítica, as séries “Game of Thrones” e “Veep”. Os episódios finais da série começam a ser exibidos no domingo (27/10).

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  • Filme

    Netflix derrota advogados que tentaram impedir lançamento de A Lavanderia

    18 de outubro de 2019 /

    A Netflix conseguiu derrotar sem muito esforço os sócios do escritório de advocacia panamenho Mossack Fonseca & CO, numa ação que tentou impedir o lançamento do filme “A Lavanderia” (The Laundromat), que fala justamente sobre como a firma jurídica se envolveu num escândalo internacional de lavagem de dinheiro, conhecido na mídia como “Panama Papers”. A ação foi aberta em Connecticut, nos Estados Unidos, e o juiz encarregado optou por arquivar o processo. Por conta disso, o filme chegou sem restrições na plataforma nesta sexta (18/10). E com o bônus de mais publicidade pelo processo. O juiz considerou os advogados ineptos, já que a sede da empresa não é americana e nada liga o caso ao estado de Connecticut. Ou seja, eles foram tão efetivos no processo quanto em seu esforço para conter a divulgação de 11,5 milhões de páginas confidenciais da empresa, que se tornou o maior vazamento de documentos de todos os tempos. Um consórcio internacional de jornalistas se debruçou sobre os chamados papéis do Panamá, revelando que a firma jurídica operava um esquema milionário de ocultação de dinheiro de políticos e figuras públicas de todo o mundo. Os responsáveis pela Mossack Foseca foram autuados por lavagem de dinheiro, crimes fiscais, propina e outras condutas criminosas. No filme, Gary Oldman (vencedor do Oscar 2018 por “O Destino de Uma Nação”) e Antonio Banderas (“Dor e Glória”) interpretam, respectivamente, Jürgen Mossack e Ramón Fonseca, donos do escritório ligado ao escândalo. Além deles, o grande elenco da produção ainda destaca Meryl Streep (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Sharon Stone (“Artista do Desastre”), Melissa Rauch (“Big Bang Theory”), David Schwimmer (“Friends”), James Cromwell (“O Artista”), Matthias Schoenaerts (“Operação Red Sparrow”), Alex Pettyfer (“Magic Mike”), Robert Patrick (“Scorpion”), Will Forte (“Nebraska”) e Jeffrey Wright (“Westworld”). “A Lavanderia” tem direção de Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e marca sua quarta parceria com o roteirista Scott Z. Burns – após “O Desinformante!” (2009), “Contágio” (2011) e “Terapia de Risco” (2013). Antes de chegar em streaming, o filme foi exibido nos festivais de Veneza e Toronto sem agradar à crítica – tem apenas 43% de aprovação no Rotten Tomatoes. Por isso, apesar do elenco grandioso, não mereceu lançamento antecipado em circuito limitado de cinemas pela Netflix.

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    A Lavanderia: Advogados tentam impedir lançamento de filme da Netflix

    16 de outubro de 2019 /

    Dois sócios do escritório de advocacia panamenho Mossack Fonseca & CO, que recentemente fechou as portas após se envolver num escândalo internacional de lavagem de dinheiro, decidiram processar a Netflix pelo filme “A Lavanderia” (The Laundromat), que fala justamente sobre o caso, também conhecido na mídia como “Panama Papers”. A ação foi aberta em Connecticut, nos Estados Unidos. De acordo com o processo, o longa “difama e retrata os autores do processo como advogados que estão envolvidos em lavagem de dinheiro, crimes fiscais, propina e outras condutas criminosas”. A ação tenta impedir o lançamento do filme, que, após ser exibido nos festivais de Veneza e Toronto, tem previsão de estreia para esta sexta-feira (18/10) em streaming. A alegação é que a produção pode influenciar o julgamento do caso, que ainda corre na justiça. Os advogados eram sócios da Mossack Fonseca, fornecedora de serviços offshore que fechou as portas em março deste ano após o caso dos Panama Papers estourar na imprensa mundial. O escândalo se tornou público em 2015, quando uma fonte anônima enviou para a imprensa um conjunto de 11,5 milhões de documentos da Mossack Fonseca que revelaram como a firma jurídica operava na ocultação de dinheiro de políticos e figuras públicas de todo o mundo. No filme, Gary Oldman (vencedor do Oscar 2018 por “O Destino de Uma Nação”) e Antonio Banderas (“Dor e Glória”), interpretam, respectivamente, Jürgen Mossack e Ramón Fonseca, donos do escritório de advocacia ligado ao escândalo. Além deles, o grande elenco da produção ainda destaca Meryl Streep (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Sharon Stone (“Artista do Desastre”), Melissa Rauch (“Big Bang Theory”), David Schwimmer (“Friends”), James Cromwell (“O Artista”), Matthias Schoenaerts (“Operação Red Sparrow”), Alex Pettyfer (“Magic Mike”), Robert Patrick (“Scorpion”), Will Forte (“Nebraska”) e Jeffrey Wright (“Westworld”). “A Lavanderia” tem direção de Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e marca sua quarta parceria com o roteirista Scott Z. Burns – após “O Desinformante!” (2009), “Contágio” (2011) e “Terapia de Risco” (2013).

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    Felicity Huffman começa a cumprir pena de prisão por fraude

    15 de outubro de 2019 /

    A atriz Felicity Huffman se apresentou à prisão nesta terça (15/12), no estado da Califórnia, para dar início a sua sentença de 14 dias de detenção. Ela foi condenada por seu envolvimento no que a mídia americana batizou de escândalo de fraudes universitárias da elite dos Estados Unidos. Huffman se declarou culpada por ter pago US$ 15 mil para que um consultor de admissões em faculdades inflasse as notas de uma de suas filhas para que ela ingressasse na instituição de sua preferência. “Felicity Huffman se apresentou hoje para cumprir sua sentença no Instituto Federal Correcional de Dublin, na Califórnia. A sra. Huffman está preparada para atender ao termo ordenado pela juíza Indira Talwani como parte de sua punição”, afirmou um representante da atriz. “Posteriormente, quando for solta, ela continuará cumprindo o restante da pena determinada pela juíza: um ano de liberdade condicional e realização de 250 horas de serviço comunitário”, completou. Ela ainda terá de pagar uma multa de US# 30 mil (mais de R$ 120 mil). A intérprete de Lynette em “Desperate Housewives” foi detida em março deste ano, junto com a atriz Lori Loughlin, sob acusação de pagar suborno para que seus filhos fossem aprovados em faculdade de alto nível, como Georgetown, Stanford, UCLA e Yale. As duas atrizes eram as personalidades mais conhecidas de um grupo de 50 pessoas denunciadas na Operação Varsity Blues do FBI, que desbaratou o esquema de fraudes. Entre os pais envolvidos há diretores executivos de empresas e sócios de importantes escritórios de advocacia. O nome da operação é uma homenagem a um filme de 1999, batizado no Brasil de “Marcação Cerrada”. Cerca de 200 agente do FBI participaram da investigação e seus desdobramentos.

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    O Escândalo: Margot Robbie, Charlize Theron e Nicole Kidman se juntam contra assédio em trailer legendado

    15 de outubro de 2019 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer legendado de “O Escândalo” (Bombshell), sobre a denúncia de assédio sexual que abalou a Fox News. A história já foi abordada na minissérie “The Loudest Voice”, mas o filme apresenta a trama sob a perspectiva das mulheres que apresentaram a queixa contra o homem mais poderoso do canal. O escândalo real aconteceu um ano antes das denúncias que acabaram com a carreira de Harvey Weinstein e originaram o movimento #MeToo. Quando veio à tona, em 2016, com acusações das mais famosas apresentadoras da Fox News, Gretchen Carlson e Megyn Kelly, o criador do canal, Roger Ailes, foi forçado a pedir demissão. E em seguida uma enchente de denúncias semelhantes vieram à tona, envolvendo outros profissionais da emissora. O âncora de maior prestígio da emissora, Bill O’Reilly, foi demitido logo em seguida. O filme acompanha a história das vítimas, vividas por Margot Robbie (“Eu, Tonya”), Nicole Kidman (“Lion”) e Charlize Theron (“Tully”). Kidman e Theron interpretam justamente Gretchen Carlson e Megyn Kelly. Já Robbie tem o papel de uma produtora executiva do canal, personagem criada especificamente para o longa, com o objetivo de concentrar uma série de situações reais. O tema é tão controvertido que o estúdio indie Annapurna Pictures desistiu de produzir o longa na véspera do começo das filmagens. Mas a Lionsgate imediatamente resgatou o projeto – e também lançou seu primeiro pôster. Veja abaixo. Ex-assistente de campanha dos presidentes americanos Richard Nixon, Ronald Reagan e George Bush, Roger Ailes fundou a Fox News em 1996, com o objetivo de oferecer conteúdo de forte tendência conservadora (quase extrema direita) para o ambiente do jornalismo televisivo do país. O executivo morreu em 2017, aos 77 anos, com a carreira e seu canal abalados pelo escândalo. O roteiro de “O Escândalo” é de Charles Randolph (“A Grande Aposta”) e a direção está a cargo de Jay Roach (“Trumbo – Lista Negra”). Por sua vez, o elenco inclui mais loiras: Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), Connie Britton (“9-1-1”), Allison Janney (“Eu, Tonya”), Brigette Lundy-Paine (“Atypical”) e Elisabeth Röhm (“The Oath”). Mas também há morenas no casting majoritariamente feminino: Nazanin Boniadi (“Counterpart”), Madeline Zima (“Californication”), Ashley Greene (“Crepúsculo”) e Alanna Ubach (“Euphoria”). Já o papel de Aisles é interpretado por John Lithgow (“The Crown”). A estreia está marcada para 20 de dezembro nos Estados Unidos e apenas 30 de janeiro no Brasil.

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    Ex-esposa diz que Jeremy Renner tentou matá-la e se suicidar

    14 de outubro de 2019 /

    O divórcio de Jeremy Renner, intérprete do herói Gavião Arqueiro nos filmes da Marvel, entrou em fase sensacionalista. Sonni Pacheco, ex-mulher de Jeremy Renner, que ficou famoso por seu papel como Gavião Arqueiro na franquia Vingadores, fez revelações bombásticas sobre o ator no processo de separação na Justiça norte-americana. Na briga pela filha Ava, de seis anos, Pacheco acusou Renner até de tentar matá-la e de quase se suicidar em seguida. A revelação foi feita pelo site TMZ, que teve acesso aos documentos da disputa pela guarda da menina. Atualmente, a guarda de Ava é compartilhada, mas a ex de Renner quer impedir maiores contatos do pai. A ex-esposa alega que o ator ameaçou matá-la durante uma briga que tiveram em um momento em que Renner estava embriagado e sob o efeito de cocaína. De acordo com Pacheco, ele chegou a colocar a arma dentro da própria boca, ameaçou se matar e disparou no quintal enquanto Ava estava dormindo no quarto. Por fim, a denúncia ainda aponta que uma babá contratada por Renner chegou a ligar para Sonni Pacheco para avisá-la que o ator estava indo para a casa dela com a intenção de matá-la e cometer suicídio na sequência, alegando que “seria melhor que Ava não tivesse pais do que tivesse Sonni como mãe”. Ainda segundo Pacheco, esta não teria sido a primeira briga em que ele teria ameaçado matá-la. Ela citou um caso que teria ocorrido em novembro do ano passado, quando o ator a teria ameaçado de morte em uma casa noturna. De acordo com a mulher, Renner estava “sob efeito de cocaína e bebidas alcoólicas” no momento em que a confusão ocorreu e ele teria dito que “não conseguia mais lidar com ela”, que ressaltou que só queria deixar o local. Na denúncia, Sonni Pacheco afirma que Renner tem histórico de uso de drogas. Ela alega, inclusive, que Renner fica constantemente sob influência de drogas quando está com Ava e que, certa vez, ele deixou cocaína exposta no banheiro ao alcance da criança. Após a publicação da reportagem, um representante do ator encaminhou um comunicado ao TMZ indicando que “o bem-estar de sua filha Ava sempre foi e continua sendo o principal foco de Jeremy, e essa é uma questão para a Justiça decidir” e que “é importante salientar que a dramatização feita pelas declarações de Sonni só levam em conta um lado da história e são feitas com um objetivo específico em mente”.

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