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    Kevin Spacey não será julgado por crime sexual após morte misteriosa de acusador

    29 de outubro de 2019 /

    Kevin Spacey se livrou de ser julgado por assédio e abuso sexual, porque a vítima morreu durante as apurações da denúncia. Foi a segunda investigação contra o ator arquivada por motivos inesperados. Com a morte do massagista que acusava o ator, a ação foi descartada pela promotoria de Los Angeles. No processo, a vítima fez várias acusações além do abuso sexual, como cárcere privado e estresse pós-traumático. Segundo os autos, o homem não identificado foi à casa de Spacey para exercer seu trabalho como massagista, para livrar o cliente de supostas dores. O ator de 59 anos teria recebido o massagista apenas de robe e trancado a porta da sala em que seria atendido. Ao ser orientado a deitar de costas, desobedeceu o pedido do massagista e deitou de frente. Quando o homem começou a massagear sua perna, o ator teria puxado as mãos dele e forçado uma masturbação. O acusador ainda disse que tentou se esquivar do ator e que, neste momento, Kevin Spacey o puxou pelos ombros e tentou beijá-lo. O ator ainda teria tocado a genitália do homem e oferecido sexo oral. A revista Variety ouviu de uma fonte que o massagista teria morrido de câncer, mas não foram fornecidos maiores detalhes. Na última segunda-feira (28/10), a chefe da unidade de crimes sexuais de Los Angeles afirmou ter desistido de continuar a investigar o caso. “Durante a investigação, a vítima faleceu. As alegações de assédio sexual não podem ser provadas sem a participação da vítima. Portanto, o caso foi encerrado”, disse o porta-voz do departamento. Além deste caso, o julgamento de uma denúncia de um menor, que acusou Spacey de tê-lo assediado em 2016, também foi encerrado após a vítima abandonar o processo sem maiores explicações. O advogado desse caso disse apenas que seu cliente apresentou documentos para retirar voluntariamente a ação em que acusava Spacey de “comportamento sexual explícito e conduta impudica e lasciva”. A ação foi descartada de forma tal que não poderá ser retomada mais tarde. As duas reviravoltas parecem vir de um roteiro da série “House of Cards”, em que Spacey interpretava o presidente corrupto e implacável dos Estados Unidos, capaz de dar um destino trágico a todos que cruzassem seu caminho. Ele também foi acusado de assédio por integrantes dessa produção e acabou demitido pela Netflix. Kevin Spacey chegou a ser investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais, que coletaram um total de seis denúncias. Prescrição e falta de provas, além das reviravoltas acima mencionadas, impediram todos os casos de ir a julgamento. O ator livrou-se, assim, de punições da justiça. Mas viu sua carreira desmoronar nos últimos dois anos, após o colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) relatar ao site Buzzfeed que tinha sido assediado sexualmente por ele em 1986, quando tinha 14 anos. Desde então, as denúncias contra Spacey se multiplicaram. Como consequência, foi demitido de vários projetos e teve sua presença no drama “Todo o Dinheiro do Mundo” extirpada após o fim das filmagens. O diretor Ridley Scott chamou às pressas o ator Christopher Plummer para refazer as cenas de Spacey e o substituto foi até indicado ao Oscar. Spacey não está envolvido em nenhum projeto de cinema, nem parece haver clima para a retomada de sua carreira.

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    Felicity Huffman sai da prisão antes do final de sua sentença

    25 de outubro de 2019 /

    Felicity Huffman, a primeira mãe envolvida no escândalo de fraudes em admissões em faculdades dos Estados Unidos a ir para a prisão, foi libertada nesta sexta-feira (25/10) antes de terminar de cumprir sua pena de duas semanas de detenção em uma unidade prisional no Estado da Califórnia. A saída da estrela da série “Desperate Housewives” estava prevista para ocorrer no domingo, mas uma porta-voz da unidade mencionou uma política que permite a libertação antecipada de reclusos cujo dia final de cumprimento da pena cai em um fim de semana. Entretanto, no domingo ela completaria 12 dias presas e não duas semanas, conforme sua sentença. Huffman, que venceu um Emmy por seu papel na série “Desperate Housewives” e foi indicada ao Oscar por “Transamerica” (2005), entregou-se às autoridades da Instituição Correcional Federal em Dublin, na Califórnia, no dia 15 de outubro e passou 10 dias presa. A juíza distrital Indira Talwani condenou a atriz a cumprir duas semanas de prisão depois que Huffman se declarou culpada de conspiração relacionada ao pagamento de US$ 15 mil para obter, secretamente, as respostas corretas para o exame de admissão de sua filha Sophia em uma faculdade. A atriz está entre 52 pessoas acusadas de participar de um amplo esquema no qual pais ricos se envolveram em um plano de suborno e fraude com um consultor de admissões de faculdades da Califórnia para levar seus filhos para as melhores instituições do Estado, incluindo Yale, Stanford e a Universidade do Sul da Califórnia. A atriz disse que sua filha não tinha conhecimento do esquema até o escândalo estourar em março passado. Dias após a prisão de Huffman, a jovem perdeu sua vaga na faculdade. Além de Huffman, outra atriz famosa faz parte do grupo de pais denunciados na Operação Varsity Blues do FBI, que desbaratou o esquema de fraudes: Lori Loughlin (“Fuller House”). Como ela se declarou inocente, seu caso ainda vai a julgamento, mas ela pode pegar até 10 anos de prisão. Cerca de 200 agente do FBI participaram da investigação da operação, que foi batizada em homenagem a um filme de 1999, chamado “Marcação Cerrada” no Brasil.

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  • Filme

    Um Dia de Chuva em Nova York: Novo filme de Woody Allen tem estreia antecipada

    22 de outubro de 2019 /

    O filme “Um Dia de Chuva em Nova York” (A Rainy Day in New York), escrito e dirigido por Woody Allen, teve sua estreia antecipada em um mês no Brasil. Anteriormente previsto para o final de dezembro, o lançamento da Imagem Filmes agora vai ocorrer em 21 de novembro. Pronto há mais de um ano, o filme foi engavetado pela Amazon, após o diretor virar alvo de uma campanha destrutiva de sua filha Dylan Farrow, que aproveitou o movimento #MeToo para desenterrar acusações de abuso contra o cineasta. Ela afirma ter sido molestada quando criança por Allen, há cerca de três décadas. As acusações não são novas e o diretor sempre negou tudo, retrucando que resultam de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão de Allen, que não foi condenado quando o caso foi levado a tribunal em 1990, durante a disputa da guarda das crianças, e nunca foi acusado de abuso por nenhuma atriz com quem trabalhou ao longo de meio século de carreira. Apesar disso, vários atores que trabalharam com Allen disseram publicamente que não voltariam a filmar com o diretor, inclusive parte do elenco de “Um Dia de Chuva em Nova York”, o que convenceu a Amazon a que lançar o longa, pois não poderia contar com os atores para a divulgação. No filme, Elle Fanning (“Espírito Jovem”) vive uma universitária que consegue uma entrevista exclusiva com um importante diretor de cinema (Liev Schreiber, de “Ray Donovan”) em Nova York, e viaja com seu namorado (Timothée Chalamet, de “Me Chame pelo Seu Nome”) para passar um fim de semana romântico na cidade após a conversa marcada. Mas em plena entrevista o diretor revela passar por uma crise e convida a jovem a acompanhar os bastidores de seu novo filme, colocando-a em contato com outros integrantes da indústria, como os personagens de Jude Law (“Capitão Marvel”) e Diego Luna (“Rogue One”). Este último é um galã seguido por paparazzi que confundem Fanning com uma namorada. Ao mesmo tempo, ela se entusiasma com o acesso irrestrito e a possibilidade de um furo de reportagem, esquecendo o namorado. As horas passam, o namorado fica cada vez mais nervoso, mas também acaba se envolvendo numa filmagem, onde precisa beijar uma atriz interpretada por Selena Gomez (“Os Mortos Não Morrem”). A trama se complica e começa a chover. Allen processou a Amazon por não lançar o filme nem cumprir o contrato que previa a produção de seus próximos longas. A Amazon topou a briga e disse que não ia lançar mesmo, porque Allen ficou radioativo devido ao #MeToo. Mas Allen não ficou radioativo. Ele já está filmando outro longa e conseguiu recuperar os direitos de “Um Dia de Chuva em Nova York”, fechando com várias distribuidoras internacionais para realizar o lançamento do filme, que chega ao Brasil daqui a um mês. Aproveite e veja (ou reveja) o trailer legendado abaixo.

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  • Série

    Silicon Valley: Última temporada da série ganha trailer

    22 de outubro de 2019 /

    A HBO divulgou o trailer da 6ª e última temporada de “Silicon Valley”, que mostra Richard (Thomas Middleditch) no meio de uma guerra tecnológica por causa do uso indevido de dados de usuários na internet. Lançada em 2014, a série é ambientada no Vale do Silício, região na Califórnia que reúne empresas de tecnologia como Apple e Google, e acompanha um grupo de amigos que tenta emplacar sua própria empresa de informática. Os atores Thomas Middleditch, Kumail Nanjiani, Zach Woods, Martin Starr e Amanda Crew formam o núcleo principal do elenco. O comediante T.J. Miller (o Fuinha de “Deadpool”) também fez parte da produção até sua 4ª temporada, mas acabou saindo do elenco após uma série de polêmicas envolvendo o seu nome, incluindo abusos de álcool e drogas, acusações de assédio sexual e uma bizarra prisão por fazer falsa ameaça de bomba. O final de “Silicon Valley” vai acontecer no mesmo ano em que a HBO se despediu de dois de seus maiores sucessos de público e crítica, as séries “Game of Thrones” e “Veep”. Os episódios finais da série começam a ser exibidos no domingo (27/10).

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  • Filme

    Netflix derrota advogados que tentaram impedir lançamento de A Lavanderia

    18 de outubro de 2019 /

    A Netflix conseguiu derrotar sem muito esforço os sócios do escritório de advocacia panamenho Mossack Fonseca & CO, numa ação que tentou impedir o lançamento do filme “A Lavanderia” (The Laundromat), que fala justamente sobre como a firma jurídica se envolveu num escândalo internacional de lavagem de dinheiro, conhecido na mídia como “Panama Papers”. A ação foi aberta em Connecticut, nos Estados Unidos, e o juiz encarregado optou por arquivar o processo. Por conta disso, o filme chegou sem restrições na plataforma nesta sexta (18/10). E com o bônus de mais publicidade pelo processo. O juiz considerou os advogados ineptos, já que a sede da empresa não é americana e nada liga o caso ao estado de Connecticut. Ou seja, eles foram tão efetivos no processo quanto em seu esforço para conter a divulgação de 11,5 milhões de páginas confidenciais da empresa, que se tornou o maior vazamento de documentos de todos os tempos. Um consórcio internacional de jornalistas se debruçou sobre os chamados papéis do Panamá, revelando que a firma jurídica operava um esquema milionário de ocultação de dinheiro de políticos e figuras públicas de todo o mundo. Os responsáveis pela Mossack Foseca foram autuados por lavagem de dinheiro, crimes fiscais, propina e outras condutas criminosas. No filme, Gary Oldman (vencedor do Oscar 2018 por “O Destino de Uma Nação”) e Antonio Banderas (“Dor e Glória”) interpretam, respectivamente, Jürgen Mossack e Ramón Fonseca, donos do escritório ligado ao escândalo. Além deles, o grande elenco da produção ainda destaca Meryl Streep (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Sharon Stone (“Artista do Desastre”), Melissa Rauch (“Big Bang Theory”), David Schwimmer (“Friends”), James Cromwell (“O Artista”), Matthias Schoenaerts (“Operação Red Sparrow”), Alex Pettyfer (“Magic Mike”), Robert Patrick (“Scorpion”), Will Forte (“Nebraska”) e Jeffrey Wright (“Westworld”). “A Lavanderia” tem direção de Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e marca sua quarta parceria com o roteirista Scott Z. Burns – após “O Desinformante!” (2009), “Contágio” (2011) e “Terapia de Risco” (2013). Antes de chegar em streaming, o filme foi exibido nos festivais de Veneza e Toronto sem agradar à crítica – tem apenas 43% de aprovação no Rotten Tomatoes. Por isso, apesar do elenco grandioso, não mereceu lançamento antecipado em circuito limitado de cinemas pela Netflix.

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  • Filme

    A Lavanderia: Advogados tentam impedir lançamento de filme da Netflix

    16 de outubro de 2019 /

    Dois sócios do escritório de advocacia panamenho Mossack Fonseca & CO, que recentemente fechou as portas após se envolver num escândalo internacional de lavagem de dinheiro, decidiram processar a Netflix pelo filme “A Lavanderia” (The Laundromat), que fala justamente sobre o caso, também conhecido na mídia como “Panama Papers”. A ação foi aberta em Connecticut, nos Estados Unidos. De acordo com o processo, o longa “difama e retrata os autores do processo como advogados que estão envolvidos em lavagem de dinheiro, crimes fiscais, propina e outras condutas criminosas”. A ação tenta impedir o lançamento do filme, que, após ser exibido nos festivais de Veneza e Toronto, tem previsão de estreia para esta sexta-feira (18/10) em streaming. A alegação é que a produção pode influenciar o julgamento do caso, que ainda corre na justiça. Os advogados eram sócios da Mossack Fonseca, fornecedora de serviços offshore que fechou as portas em março deste ano após o caso dos Panama Papers estourar na imprensa mundial. O escândalo se tornou público em 2015, quando uma fonte anônima enviou para a imprensa um conjunto de 11,5 milhões de documentos da Mossack Fonseca que revelaram como a firma jurídica operava na ocultação de dinheiro de políticos e figuras públicas de todo o mundo. No filme, Gary Oldman (vencedor do Oscar 2018 por “O Destino de Uma Nação”) e Antonio Banderas (“Dor e Glória”), interpretam, respectivamente, Jürgen Mossack e Ramón Fonseca, donos do escritório de advocacia ligado ao escândalo. Além deles, o grande elenco da produção ainda destaca Meryl Streep (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Sharon Stone (“Artista do Desastre”), Melissa Rauch (“Big Bang Theory”), David Schwimmer (“Friends”), James Cromwell (“O Artista”), Matthias Schoenaerts (“Operação Red Sparrow”), Alex Pettyfer (“Magic Mike”), Robert Patrick (“Scorpion”), Will Forte (“Nebraska”) e Jeffrey Wright (“Westworld”). “A Lavanderia” tem direção de Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e marca sua quarta parceria com o roteirista Scott Z. Burns – após “O Desinformante!” (2009), “Contágio” (2011) e “Terapia de Risco” (2013).

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  • Etc

    Felicity Huffman começa a cumprir pena de prisão por fraude

    15 de outubro de 2019 /

    A atriz Felicity Huffman se apresentou à prisão nesta terça (15/12), no estado da Califórnia, para dar início a sua sentença de 14 dias de detenção. Ela foi condenada por seu envolvimento no que a mídia americana batizou de escândalo de fraudes universitárias da elite dos Estados Unidos. Huffman se declarou culpada por ter pago US$ 15 mil para que um consultor de admissões em faculdades inflasse as notas de uma de suas filhas para que ela ingressasse na instituição de sua preferência. “Felicity Huffman se apresentou hoje para cumprir sua sentença no Instituto Federal Correcional de Dublin, na Califórnia. A sra. Huffman está preparada para atender ao termo ordenado pela juíza Indira Talwani como parte de sua punição”, afirmou um representante da atriz. “Posteriormente, quando for solta, ela continuará cumprindo o restante da pena determinada pela juíza: um ano de liberdade condicional e realização de 250 horas de serviço comunitário”, completou. Ela ainda terá de pagar uma multa de US# 30 mil (mais de R$ 120 mil). A intérprete de Lynette em “Desperate Housewives” foi detida em março deste ano, junto com a atriz Lori Loughlin, sob acusação de pagar suborno para que seus filhos fossem aprovados em faculdade de alto nível, como Georgetown, Stanford, UCLA e Yale. As duas atrizes eram as personalidades mais conhecidas de um grupo de 50 pessoas denunciadas na Operação Varsity Blues do FBI, que desbaratou o esquema de fraudes. Entre os pais envolvidos há diretores executivos de empresas e sócios de importantes escritórios de advocacia. O nome da operação é uma homenagem a um filme de 1999, batizado no Brasil de “Marcação Cerrada”. Cerca de 200 agente do FBI participaram da investigação e seus desdobramentos.

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  • Filme

    O Escândalo: Margot Robbie, Charlize Theron e Nicole Kidman se juntam contra assédio em trailer legendado

    15 de outubro de 2019 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer legendado de “O Escândalo” (Bombshell), sobre a denúncia de assédio sexual que abalou a Fox News. A história já foi abordada na minissérie “The Loudest Voice”, mas o filme apresenta a trama sob a perspectiva das mulheres que apresentaram a queixa contra o homem mais poderoso do canal. O escândalo real aconteceu um ano antes das denúncias que acabaram com a carreira de Harvey Weinstein e originaram o movimento #MeToo. Quando veio à tona, em 2016, com acusações das mais famosas apresentadoras da Fox News, Gretchen Carlson e Megyn Kelly, o criador do canal, Roger Ailes, foi forçado a pedir demissão. E em seguida uma enchente de denúncias semelhantes vieram à tona, envolvendo outros profissionais da emissora. O âncora de maior prestígio da emissora, Bill O’Reilly, foi demitido logo em seguida. O filme acompanha a história das vítimas, vividas por Margot Robbie (“Eu, Tonya”), Nicole Kidman (“Lion”) e Charlize Theron (“Tully”). Kidman e Theron interpretam justamente Gretchen Carlson e Megyn Kelly. Já Robbie tem o papel de uma produtora executiva do canal, personagem criada especificamente para o longa, com o objetivo de concentrar uma série de situações reais. O tema é tão controvertido que o estúdio indie Annapurna Pictures desistiu de produzir o longa na véspera do começo das filmagens. Mas a Lionsgate imediatamente resgatou o projeto – e também lançou seu primeiro pôster. Veja abaixo. Ex-assistente de campanha dos presidentes americanos Richard Nixon, Ronald Reagan e George Bush, Roger Ailes fundou a Fox News em 1996, com o objetivo de oferecer conteúdo de forte tendência conservadora (quase extrema direita) para o ambiente do jornalismo televisivo do país. O executivo morreu em 2017, aos 77 anos, com a carreira e seu canal abalados pelo escândalo. O roteiro de “O Escândalo” é de Charles Randolph (“A Grande Aposta”) e a direção está a cargo de Jay Roach (“Trumbo – Lista Negra”). Por sua vez, o elenco inclui mais loiras: Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), Connie Britton (“9-1-1”), Allison Janney (“Eu, Tonya”), Brigette Lundy-Paine (“Atypical”) e Elisabeth Röhm (“The Oath”). Mas também há morenas no casting majoritariamente feminino: Nazanin Boniadi (“Counterpart”), Madeline Zima (“Californication”), Ashley Greene (“Crepúsculo”) e Alanna Ubach (“Euphoria”). Já o papel de Aisles é interpretado por John Lithgow (“The Crown”). A estreia está marcada para 20 de dezembro nos Estados Unidos e apenas 30 de janeiro no Brasil.

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    Ex-esposa diz que Jeremy Renner tentou matá-la e se suicidar

    14 de outubro de 2019 /

    O divórcio de Jeremy Renner, intérprete do herói Gavião Arqueiro nos filmes da Marvel, entrou em fase sensacionalista. Sonni Pacheco, ex-mulher de Jeremy Renner, que ficou famoso por seu papel como Gavião Arqueiro na franquia Vingadores, fez revelações bombásticas sobre o ator no processo de separação na Justiça norte-americana. Na briga pela filha Ava, de seis anos, Pacheco acusou Renner até de tentar matá-la e de quase se suicidar em seguida. A revelação foi feita pelo site TMZ, que teve acesso aos documentos da disputa pela guarda da menina. Atualmente, a guarda de Ava é compartilhada, mas a ex de Renner quer impedir maiores contatos do pai. A ex-esposa alega que o ator ameaçou matá-la durante uma briga que tiveram em um momento em que Renner estava embriagado e sob o efeito de cocaína. De acordo com Pacheco, ele chegou a colocar a arma dentro da própria boca, ameaçou se matar e disparou no quintal enquanto Ava estava dormindo no quarto. Por fim, a denúncia ainda aponta que uma babá contratada por Renner chegou a ligar para Sonni Pacheco para avisá-la que o ator estava indo para a casa dela com a intenção de matá-la e cometer suicídio na sequência, alegando que “seria melhor que Ava não tivesse pais do que tivesse Sonni como mãe”. Ainda segundo Pacheco, esta não teria sido a primeira briga em que ele teria ameaçado matá-la. Ela citou um caso que teria ocorrido em novembro do ano passado, quando o ator a teria ameaçado de morte em uma casa noturna. De acordo com a mulher, Renner estava “sob efeito de cocaína e bebidas alcoólicas” no momento em que a confusão ocorreu e ele teria dito que “não conseguia mais lidar com ela”, que ressaltou que só queria deixar o local. Na denúncia, Sonni Pacheco afirma que Renner tem histórico de uso de drogas. Ela alega, inclusive, que Renner fica constantemente sob influência de drogas quando está com Ava e que, certa vez, ele deixou cocaína exposta no banheiro ao alcance da criança. Após a publicação da reportagem, um representante do ator encaminhou um comunicado ao TMZ indicando que “o bem-estar de sua filha Ava sempre foi e continua sendo o principal foco de Jeremy, e essa é uma questão para a Justiça decidir” e que “é importante salientar que a dramatização feita pelas declarações de Sonni só levam em conta um lado da história e são feitas com um objetivo específico em mente”.

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    James Franco sofre processo coletivo por abuso sexual de alunas de sua escola de atuação

    3 de outubro de 2019 /

    Duas ex-alunas da escola de atuação de James Franco, Studio 4, já fechada, entraram com um processo coletivo nesta quinta-feira (3/10) alegando que as aulas no local existiam apenas para facilitar que Franco e seus associados se aproveitassem de jovens estudantes. Sarah Tither-Kaplan e Toni Gaal entraram com uma ação na justiça de Los Angeles, dizendo que o ator e seus sócios “se envolveram em um comportamento inapropriado e sexualmente difundido em relação às estudantes, sexualizando seu poder como professor e empregador ao oferecer oportunidades para papéis em seus projetos”. Franco e seu parceiro de negócios Vince Jolivette abriram a escola Studio 4 em 2014, com filiais em Nova York e Los Angeles. O processo alega que os estudantes pagavam US$ 300 por mês, pensando que estavam participando de uma escola de atuação legítima. Em vez disso, as mulheres alegam que foram submetidas à intimidação sexual e descobriram que aquelas que estavam dispostas a se despir na frente do ator e seus amigos receberam tratamento especial. Como parte do currículo, Franco ministrou “aulas de mestrado” com cenas de sexo, de acordo com a denúncia. Nos testes para serem admitidos nas aulas, os estudantes eram pressionados a se envolver em atividades sexuais que iam muito além dos padrões da indústria. As audições eram gravadas e o ator revisava as fitas para ver quem poderia entrar na classe. A queixa faz alegações de discriminação sexual, assédio sexual, fraude e propaganda enganosa. A ação representa duas classes de autodeclaradas vítimas: estudantes que foram exploradas sexualmente e todos os alunos do Studio 4, que a ação alega terem sido fraudados. Os advogados de ação coletiva, na empresa Valli Kane & Vagnini, estão procurando estudantes adicionais para se apresentarem como parte do processo. Tither-Kaplan é uma das cinco mulheres que apresentaram acusações contra Franco em um artigo publicado em janeiro de 2018 no Los Angeles Times. O advogado de Franco negou as acusações na época. Na ocasião, ela também participou do programa “Good Morning America”, onde, apesar de acusar o ator de “criar ambientes abusivos”, garantiu que “ele com certeza não é um Harvey Weinstein”, o produtor de Hollywood acusado por dezenas de mulheres de assédio e estupro. “Ele não é um monstro sem sentimentos que não tem senso da realidade”, disse Tither-Kaplan, bastante nervosa. Ela explicou como o ator acrescentava cenas de nudez e sexo nos projetos que dirigia e dispensava atrizes que reclamassem. “Ele criou ambientes abusivos em suas gravações para mulheres que ainda não são famosas”, comentou, fazendo uma ressalva: “Mas eu acho que James é talentoso e uma pessoa valiosa”. “É uma pirâmide, e no topo está estupro e violência sexual, enquanto na base há outros abusos de poder, que, enquanto continuam a acontecer, constroem uma cultura que permite os mais abomináveis exemplos de violência sexual, misoginia e discriminação”, completou. As denúncias surgiram após James Franco ir ao Globo de Ouro de 2018, onde foi premiado pelo filme “Artista do Desastre”, com o broche do movimento “Times Up”, criado para ajudar vítimas de assédio sexual em Hollywood. Suas supostas vítimas manifestaram-se imediatamente, ainda durante a transmissão, nas redes sociais. Até a atriz Ally Sheedy, estrela do clássico adolescente “Clube dos Cinco” (1985), manifestou-se na época com tuítes sobre supostos abusos de Franco, mas os apagou e não quis comentar mais sobre o assunto. “James Franco acaba de ganhar. Por favor, nunca me perguntem por que eu deixei a indústria de cinema/TV”, ela escreveu, enigmaticamente, acrescentando: “Por o James Franco foi autorizado a entrar? Já falei demais. Boa noite, amo vocês”. Após os comentários, Franco abordou a polêmica em entrevista a Stephen Colbert. “Eu não tenho ideia do que fiz à Ally Sheedy. Eu não tive nada além de um ótimo tempo com ela. Tenho total respeito e não sei porque ela ficou chateada. Mas ela apagou o tuíte e não posso falar por ela”. Sobre as demais, o ator disse que “assume a responsabilidade pelos seus atos” e que está sempre disposto a se corrigir quando comete erros. Mas ressaltou: “As coisas que ouvi falar, que estão no Twitter, não estão corretas”.

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  • Série

    Jorge Garcia deixa a série Hawaii Five-0

    2 de outubro de 2019 /

    A série “Hawaii Five-0” perdeu um novo integrante de seu elenco. O ator Jorge Garcia (até hoje lembrado por “Lost”), que interpretava o personagem Jerry Ortega, deixou a atração no primeiro episódio da da 10ª temporada. A conclusão do arco do personagem é spoiler, mas não da forma como os espectadores poderiam esperar. Após o gancho deixado no final da 9ª temporada, a volta da série, que aconteceu na semana passada na rede americana CBS, revelou que o personagem de Garcia sobrevive após ser baleado, mas decide deixar a equipe depois de se recuperar.​ O ator comentou sua saída em um comunicado. “Sou grato pelo meu tempo no ‘Hawaii Five-0’. Adorei voltar para as ilhas [‘Lost’ também foi gravada no Havaí] e criar um personagem que se conectasse com tantas pessoas. Interpretar Jerry foi uma diversão, e estou ansioso para aparições futuras com minha ohana da TV”, escreveu, sugerindo que deve reaparecer em participações especiais. A série entrou em fase de reformulação intensa há dois anos, após a saída dos atores Daniel Dae Kim e Grace Park. Os intérpretes de Chin Ho e Kono e deixaram a série após seus pedidos por igualdade salarial com os colegas brancos serem recusados. No lugar dos dois, foram escalados Meaghan Rath (série “Being Human”) e Beulah Koale (da série sci-fi neozelandesa “The Cul De Sac”), enquanto Ian Anthony Dale, que fazia aparições recorrentes, foi promovido ao elenco regular. O episódio que marcou a saída de Garcia também serviu para introduzir uma nova personagem, Quinn Liu, interpretada por Katrina Law (a Nyssa al Ghul da série “Arrow”), mais nova integrante da série. “Hawaii Five-0” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.

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  • Etc

    Massagista que processava Kevin Spacey por assédio morre misteriosamente

    18 de setembro de 2019 /

    Os processos por assédio movidos contra o ator Kevin Spacey (“Em Ritmo de Fuga”) tiveram outra reviravolta. O massagista que acusava o ator numa das ações morreu. Até o momento, a causa da morte é um mistério. A informação foi divulgada pelo advogado de Spacey, que informou que a pessoa que o processou “morreu recentemente”. Nenhum detalhe adicional foi fornecido. A Justiça americana solicitou mais informações para o advogado do massagista, que permanece anônimo no processo, mas ainda não obteve retorno. Com a morte do massagista, a ação deve ser arquivada, livrando Spacey de seu segundo processo. Um jovem que acusou o ator de tê-lo assediado em 2016, quando era menor, abandonou outro processo sem maiores explicações. O advogado desse caso disse apenas que seu cliente apresentou documentos para retirar voluntariamente a ação em que acusava Spacey de “comportamento sexual explícito e conduta impudica e lasciva”. A ação civil foi descartada de forma tal que não poderá ser retomada mais tarde. As duas reviravoltas parecem vir de um roteiro da série “House of Cards”, em que Spacey interpretava o presidente corrupto e implacável dos Estados Unidos, capaz de dar um destino trágico a todos que cruzassem seu caminho. Ele também foi acusado de assédio por integrantes dessa produção e acabou demitido pela Netflix. O ator de 59 anos viu sua carreira desmoronar após o colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) relatar ao site Buzzfeed que tinha sido assediado sexualmente por Spacey em 1986, quando tinha 14 anos. Desde então, as denúncias contra ele se multiplicaram. Como consequência, o ator foi demitido de vários projetos e teve sua presença no drama “Todo o Dinheiro do Mundo” extirpada após o fim das filmagens. O diretor Ridley Scott chamou às pressas o ator Christopher Plummer para refazer as cenas de Spacey e o substituto foi até indicado ao Oscar. Com a sucessão de denúncias, Kevin Spacey também foi investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais, que coletaram um total de seis denúncias em Los Angeles. Prescrição e falta de provas impediram os casos de ir a julgamento.

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    Felicity Huffman é condenada a 14 dias de prisão por fraude universitária

    13 de setembro de 2019 /

    A atriz Felicity Huffman, conhecida por atuar na série “Desperate Housewives” e na recente minissérie “Os Olhos que Condenam”, foi condenada a 14 dias de prisão por seu envolvimento no que a mídia americana batizou de escândalo de fraudes universitárias da elite dos Estados Unidos. Ela se declarou culpada por ter pago US$ 15 mil para que um consultor de admissões em faculdades inflasse as notas de uma de suas filhas para que ela ingressasse na instituição de sua preferência. Além dela, outra atriz famosa, Lori Loughlin, conhecida por seu papel na série “Três É Demais” (Full House) e na sequência “Fuller House”, também foi acusada no mesmo caso, mas não se uniu a Huffman e outros pais que se declararam culpados. Loughlin se disse inocente e, por isso, será agora submetida a julgamento – mas se for condenada deve pegar uma pena muito mais elevada. Por ter se declarado culpada, Huffman vai cumprir a pena mínima. Ela poderia pegar cinco anos de prisão pelo crime de transferência fraudulenta de fundos. As duas atrizes eram as personalidades mais conhecidas de um grupo de 50 pessoas denunciadas na Operação Varsity Blues do FBI, que desbaratou o esquema de fraudes. Entre os pais envolvidos há diretores executivos de empresas e sócios de importantes escritórios de advocacia. O nome da operação é uma homenagem a um filme de 1999, batizado no Brasil de “Marcação Cerrada”. Cerca de 200 agente do FBI participaram da investigação e seus desdobramentos. Em sua defesa, Huffman disse que tentou fazer o melhor para a filha, que queria estudar artes dramáticas, mas tinha notas baixas em matemática. “Eu só queria dar a ela uma chance de ser considerada para um curso em que seu talento para atuação fosse o fator decisivo. Isso parece superficial agora, mas na minha mente eu sabia que o seu sucesso ou fracasso no cinema e no teatro não dependeria de suas aptidões em matemática. Não queria que minha filha fosse impedida de fazer o que ela ama por ser ruim em matemática.” A promotoria pressionou para que todos os pais envolvidos passem algum tempo na prisão, para que ficasse claro que pessoas ricas não podem se safar após cometerem crimes como esse. O escândalo vai virar telefilme do canal pago Lifetime. Intitulado “The College Admissions Scandal”, o longa já teve o primeiro trailer divulgado. Veja aqui.

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