Marilyn Manson tinha caixa de vidro em que trancava mulheres
O cantor Marilyn Manson tinha uma caixa de vidro à prova de som que usava para trancar mulheres. A acusação foi feita pela ex-assistente Ashley Walters na revista Rolling Stone. A caixa teria o tamanho de um provador de roupas e era chamada de espaço para as “meninas más”. O local, segundo ela, foi montado no apartamento do roqueiro, em West Hollywood, Califórnia (EUA), e era usado por Manson “como uma forma de punição” para as mulheres. “Mesmo que eu gritasse, ninguém podia me ouvir. Você lutava e ele gostava dessa reação. Eu aprendi a não lutar, porque isso dava a ele o que ele queria. Então, eu acabava indo para algum outro lugar dentro da minha cabeça”, disse Ashley sobre sua experiência na caixa. As acusações feitas por Ashley Walters foram corroboradas por Sarah McNeilly, ex-namorada de Manson. Ela relatou que foi “absolutamente assustador” ficar trancada no espaço, o que aconteceu após ela falar sobre um ex-namorado. “Ali a máscara caiu e foi possível ver do que ele era capaz”, contou. A ex-namorada disse ainda que foi ameaçada fisicamente por Marilyn Manson em 2011, quando ele, após um surto, fez menção sobre “amassar” sua cara com um taco de beisebol. “A violência física era quase um alívio. A merda psicológica que ele me fazia passar, que infestava o meu cérebro, era o que eu queria que acabasse”, desabafou. A modelo Ashley Morgan Smithline também citou a caixa para as “garotas más” em seu processo contra Manson por abuso sexual, onde ele ameaçou trancá-la caso quisesse deixá-lo. Ele também a ameaçou de morte e em uma ocasião cortou seu ombro, a parte interna do braço e o estômago com a faca, deixando cicatrizes. À revista People, ela disse querer que ele “seja responsabilizado de uma vez por todas”. A Rolling Stone também descreveu o apartamento de Marilyn Manson como um lugar decorado com “sangue, suásticas e imagens de revistas pornográficas”, além de ser todo fechado e preto, a fim de “impedir a luz das janelas durante o dia”. A reportagem ainda conta que ele ficava violento quando o termóstato do apartamento registrava uma temperatura superior a 18 graus e “destruía os móveis”. Em fevereiro deste ano, a atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”) usou seu perfil nas redes sociais para denunciar abusos sofridos na época em que namorou com o cantor entre 2006 e 2010. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”, ela escreveu. Isto abriu caminho para várias outras denúncias e processos contra o cantor. A ex-assistente Ashley Walters é um das mulheres que processam Manson, assim como a modelo Ashley Morgan Smithline e a atriz Esmé Bianco (“Game of Thrones”), que o acusa de tê-la drogado, esfaqueado, perseguido com um machado e estuprado.
Show escandaloso de Janet Jackson vai virar documentário
Após o sucesso de dois capítulos sobre Britney Spears (“Framing” e “Controlling Britney Spears”), a série documental “The New York Times Presents”, disponibilizada pela plataforma Hulu nos EUA, vai abordar outro escândalo envolvendo uma estrela pop. Desta vez, o foco será a apresentação de Janet Jackson no Super Bowl de 2004, quando ela teve parte da roupa arrancada por Justin Timberlake, exibindo um de seus seios ao vivo na TV. Intitulado “Malfunction: The Dressing Down of Janet Jackson”, o documentário contará os bastidores do show do intervalo do Super Bowl de 2004 e o impacto que a apresentação teve na carreira da cantora. Embora a carreira de Justin tenha se consolidado ao longo dos anos, a de Jackson nunca se recuperou. A produção pretende examinar os preconceitos raciais, sexuais e culturais que colidiram na ocasião, e pretende mostrar como o incidente impactou de forma diferente os dois envolvidos. O documentário tem direção e produção de Jodi Gomes, que já abordou a família Jackson em “The Jacksons: A Family Dynasty”. A estreia está marcada para 19 de novembro nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil. Os dois episódios de Britney foram disponibilizados no país pela Globoplay.
Britney Spears agradece fãs e movimento #FreeBritney pelo apoio contra tutela do pai
Britney Spears voltou a se manifestar sobre o fim da tutela de seu pai, Jamie Spears, encerrada pela Justiça na quinta passada (29/9). Desta vez foi mais direta, ao agradecer aos fãs pela dedicação e o empenho do movimento #FreeBritney, que pressionou nas redes sociais pelo fim do controle exercido por seu pai sobre sua vida. A cantora passou 13 anos impedida de decidir o que queria para si mesma e para sua carreira artística. “Movimento #FreeBritney, não tenho palavras”, ela escreveu no Twitter e no Instagram. “Por causa de vocês e de sua resistência constante para me libertar da minha tutela, minha vida agora está na direção certa! Eu chorei ontem à noite por duas horas porque meus fãs são os melhores e eu sei disso.” “Eu sinto seus corações e vocês sentem o meu. Eu sei que isso é de verdade”, completou. Dos 22 anos de Britney como cantora profissional, 13 deles foram vividos tendo o pai como tutor. A situação foi originalmente definida numa audiência de 10 minutos em 2008, após a cantora ser internada numa clínica de reabilitação. À frente da fortuna da artista, Jamie teria ficado milionário, controlando os compromissos profissionais e a vida pessoal da filha com a desculpa de que ela não teria condições mentais para assumir qualquer responsabilidade. Vale observar que, apesar de submetida à tutoria judicial, a natureza do estado mental de Britney nunca foi revelada. O fim dessa situação aconteceu de forma acelerada, após vários desdobramentos midiáticos nos últimos meses, entre testemunhos chocantes e denúncias de documentário. Tudo começou com o documentário “Framing Britney Spears”, dedicado justamente ao movimento #FreeBritney, que gerou até pedidos de desculpas à cantora de várias celebridades. Mas o ponto culminante foi a ida de Britney ao tribunal em junho passado, quando denunciou o próprio pai por situação análoga à escravidão. Em seguida, ela conseguiu fazer prevalecer seu desejo antigo de trocar seu advogado, um defensor indicado pela corte há 13 anos, por um representante de sua própria escolha. E o novo advogado atropelou o ritmo devagar quase parando dos últimos 13 anos para conseguir uma resolução-relâmpago. O último empurrão foi dado por um novo documentário da equipe de “Framing”, intitulado “Controlling Britney Spears”, que trouxe à tona em 24 de setembro a vigilância constante, com escutas no quarto da artista e espionagem de suas ligações, sob ordens de seu pai. As revelações foram incluídas na última petição de Matthew Rosengart, o atual advogado da cantora, que conseguiu tirar Jamie Spears da tutela. “Esta situação não é sustentável… Esta situação é tóxica”, disse a juíza Brenda Penny ao proferir sua decisão e livrar Britney do controle do pai. Britney continua tendo um tutor, John Zabel, um contador profissional designado pelo tribunal, mas esse arranjo pode ser encerrado em breve, em nova audiência no tribunal. #FreeBritney movement … I have no words … because of you guys and your constant resilience in freeing me from my conservatorship … my life is now in that direction !!!!! I cried last night for two hours cause my fans are the best and I know it … pic.twitter.com/7OpsOKoHNc — Britney Spears (@britneyspears) October 4, 2021
Britney Spears se pronuncia sobre fim da tutela do pai: “Muito a curar”
A cantora Britney Spears pronunciou-se em suas redes sociais sobre o fim da tutela de seu pai, encerrada pela Justiça na quinta passada (29/9). “Embora haja mudanças e coisas para comemorar na minha vida, ainda tenho muito a curar. Felizmente, tenho um bom sistema de suporte e estou tirando um tempo para entender que não há problema em desacelerar e respirar. Somente através do amor próprio eu posso orar, amar e apoiar os outros em troca”, escreveu a cantora em seu Instagram no sábado. Mesmo sem a tutela do pai, Britney não tem planos de voltar aos palcos tão cedo. Ela acusou o pai de forçá-la a trabalhar e, após a repercussão de seu depoimento na Justiça, seu empresário de longa data, Larry Rudolph, pediu demissão. Em carta aberta, Rudolph revelou que não falava pessoalmente com Britney há dois anos, ocasião em que ela comunicou “que queria fazer um hiato de trabalho por tempo indeterminado” e, neste ano, ficou “sabendo que Britney estava expressando sua intenção de se aposentar oficialmente”, ele escreveu. Jamie Spears, pai de Britney, tinha a cantora sob tutela desde 2008, ou seja, era ele quem dava a palavra final em várias decisões da vida da artista como, por exemplo, se ela faria turnês ou se poderia se casar. Sem o controle do pai, os planos imediatos de Britney são um casamento com o noivo e personal trainer Sam Asghari. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Britney Spears (@britneyspears)
Lori Loughlin volta a atuar após sair da prisão
A atriz Lori Loughlin está retomando a carreira depois passar
Justiça rejeita um dos processos de agressão sexual contra Marilyn Manson
Um juiz de Los Angeles arquivou um dos quatro processos movidos contra Marilyn Manson por agressão sexual, após decidir que a acusadora do artista de 52 anos, identificada como Jane Doe (pseudônimo), fez alegações que “não são suficientes para invocar a regra de descoberta atrasada”. Ou seja, não justificam considerar a abertura após o período de prescrição. Na ação arquivada, a mulher alegou que Manson a estuprou e abusou sexualmente dela diversas vezes durante seu relacionamento em 2011, mas que ela havia “reprimido” suas memórias até fevereiro deste ano, quando outras mulheres acusaram publicamente o cantor. O tribunal deu à Jane Doe 20 dias para reabrir o processo com detalhes adicionais. Marilyn Manson vem sendo acusado de assédio, abuso e estupro desde fevereiro, quando a atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”), que é sua ex-namorada, resolveu contar o que sofreu em suas mãos. “Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens”, escreveu Wood em suas redes sociais na ocasião. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Após a denúncia de Wood, outras mulheres se manifestaram. E, como resultado, Manson enfrenta outros três processos — por abuso sexual, agressões e assédio — movidos pela atriz Esmé Bianco (de “Game of Thrones”), pela modelo e ex-namorada Ashley Morgan Smithline e por sua ex-assistente Ashley Walters.
Ron Jeremy é indiciado por mais de 30 agressões sexuais
O ator Ron Jeremy, lenda dos filmes adultos americanos, foi indiciado por mais de 30 acusações de agressão sexual envolvendo 21 vítimas, que datam de mais de duas décadas. Atualmente com 67 anos, ele enfrentará julgamento por 12 acusações de estupro forçado, sete acusações de cópula oral forçada, seis acusações de agressão sexual por contenção, quatro acusações de penetração sexual por um objeto estranho, duas acusações de penetração sexual de pessoa inconsciente ou adormecida e contabilização de ato lascivo em criança menor de 14 ou 15 anos, além de sodomia com uso de força e agressão com intenção de estupro, segundo a promotoria. Preso desde o início das primeiras denúncias em junho de 2020, por não conseguir pagar a fiança de US$ 6,6 milhões, Jeremy declarou-se inocente de todas as acusações. Ele deve retornar ao tribunal em 12 de outubro para uma conferência pré-julgamento. O ator, cujo nome verdadeiro é Ronald Jeremy Hyatt, começou a fazer filmes adultos nos anos 1970 e apareceu em obras famosas do gênero, como “Delicious” (1981), “Objeto de Desejo” (1983), “Garganta Profunda II” (1987), “John Bobbit – Sem Cortes” (1994) e a versão adulta de “Dracula” (1994). Seu último vídeo para maiores é de 2018. Ele ficou conhecido o suficiente para ganhar vários documentários sobre sua carreira e aparecer em filmes convencionais. A maioria das vezes sua participação se resumiu a figurações. Chegou a superar Stan Lee nesse quesito, sendo visto por alguns segundos em filmes cultuados e até em grandes sucessos, como “Pânico na Escola” (2011), com Josh Hutcherson, “Adrenalina 2” (2009), com Jason Statham, “Todo Poderoso” (2003), com Jim Carrey, “Detroit, a Cidade do Rock” (1999), com a banda Kiss, “Studio 54” (1998), com Salma Hayek, “Tromeo & Juliet” (1996), escrito por James Gunn, “Rotação Máxima” (1994), com Charlie Sheen, “Parceiros do Crime” (1993), com Eric Stoltz, e, acredite se quiser, “O Poderoso Chefão III” (1990)!
“Impeachment: American Crime Story” ganha novo trailer
O canal pago FX divulgou um novo trailer de “Impeachment: American Crime Story”, 3ª temporada da série de antologia de Ryan Murphy. Depois de explorar o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace, a atração vai cobrir em seus novos episódios o processo de Impeachment do ex-presidente Bill Clinton. A prévia destaca a importância de Linda Tripp no escândalo, que foi quem descobriu e vazou o envolvimento de Clinton com a estagiária Monica Lewinsky, informação que foi usada para tentar derrubar o presidente. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e destaca um irreconhecível Clive Owen (“Projeto Gemini”) como Clinton, Beanie Feldstein (“Fora de Série”) idêntica à Monica Lewinsky, e Sarah Paulson (“American Horror Story”) como Linda Tripp, a mulher que gravou telefonemas em que Lewinsky admitia o caso com Clinton, além de Annaleigh Ashford (“Masters of Sex”) como Paula Jones, que processou o ex-presidente por assédio sexual, e Edie Falco (“Nurse Jackie”) como Hillary Clinton. A equipe da 3ª temporada inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora. A estreia está marcada para 7 de setembro nos EUA.
Trailer de “Impeachment: American Crime Story” joga nova luz sobre escândalo sexual de Bill Clinton
O canal pago FX divulgou o trailer impactante de “Impeachment: American Crime Story”, 3ª temporada da série de antologia de Ryan Murphy. Depois de explorar o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace, a atração vai cobrir o processo de Impeachment do ex-presidente Bill Clinton. A prévia mostra como o escândalo envolvendo Clinton e a estagiária Monica Lewinsky vazou na mídia e a forma como foi usado para tentar derrubar o presidente, jogando nova luz sobre os bastidores da polêmica. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e destaca um irreconhecível Clive Owen (“Projeto Gemini”) como Clinton, Beanie Feldstein (“Fora de Série”) idêntica à Monica Lewinsky, e Sarah Paulson (“American Horror Story”) como Linda Tripp, a mulher que gravou telefonemas em que Lewinsky admitia o caso com Clinton, além de Annaleigh Ashford (“Masters of Sex”) como Paula Jones, que processou o ex-presidente por assédio sexual, e Edie Falco (“Nurse Jackie”) como Hillary Clinton. A equipe da 3ª temporada ainda inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora. A estreia está marcada para 7 de setembro nos EUA e um tuite já deletado do perfil da série no Brasil anunciava o lançamento no mesmo dia por aqui. Desde então, a conta associada à atração foi excluída, indicando que os planos podem ter mudado.
Teaser revela data de estreia da série sobre Impeachment de Bill Clinton no Brasil
O canal pago brasileiro FX divulgou o teaser de “Impeachment: American Crime Story”, 3ª temporada da série de antologia de Ryan Murphy. Veiculada nas redes sociais da atração, a prévia confirma que a produção vai estrear no Brasil em 7 de setembro, mesmo dia do lançamento nos EUA. Depois de explorar o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace, a atração vai cobrir o processo de Impeachment do ex-presidente Bill Clinton. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e destaca Clive Owen (“Projeto Gemini”) como Clinton, Beanie Feldstein (“Fora de Série”) no papel de Monica Lewinsky, a estagiária que teve um affair com o presidente e foi estopim do processo, Sarah Paulson (“American Horror Story”) como Linda Tripp, a mulher que gravou telefonemas em que Lewinsky admitia o caso com Clinton, Annaleigh Ashford (“Masters of Sex”) como Paula Jones, que processou o ex-presidente por assédio sexual, e Edie Falco (“Nurse Jackie”) como Hillary Clinton. A equipe da 3ª temporada ainda inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora. Baseado em uma crise real. 'Impeachment: American Crime Story' estreia em 7 de Setembro no FX. pic.twitter.com/zOx3TinVoS — AmericanCrimeStoryFX (@ACSFXBR) August 5, 2021
Série sobre processo de Impeachment de Bill Clinton ganha pôster
O canal pago FX divulgou o pôster de “Impeachment: American Crime Story”, 3ª temporada da atração do produtor Ryan Murphy, que destaca em sua arte uma certa estagiária e o prédio da Casa Branca em Washington, nos EUA. Depois de explorar o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace, a atração vai cobrir o processo de impeachment do ex-presidente Bill Clinton. Na descrição do presidente do FX, John Landgraf, a temporada “vai explorar as mulheres que se viram apanhados no escândalo e guerra política que lançou uma longa sombra sobre a presidência de Clinton”. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e destaca Clive Owen (“Projeto Gemini”) como Clinton, Beanie Feldstein (“Fora de Série”) no papel de Monica Lewinsky, a estagiária que teve um affair com o presidente e foi estopim do processo, Sarah Paulson (“American Horror Story”) como Linda Tripp, a mulher que gravou telefonemas em que Lewinsky admitia o caso com Clinton, Annaleigh Ashford (“Masters of Sex”) como Paula Jones, que processou o ex-presidente por assédio sexual, e Edie Falco (“Nurse Jackie”) como Hillary Clinton. A equipe da 3ª temporada ainda inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora. Como aponta o cartaz, a estreia está marcada para 7 de setembro.
“The Chi” é renovada para 5ª temporada
O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “The Chi”, série dramática estrelada pelo ator-mirim Alex R. Hibbert, revelação de “Moonlight”, para sua 5ª temporada. A renovação vem um dia após o final do quarto ano da produção, que se encerrou com uma média de 4,2 milhões de telespectadores semanais, uma das maiores audiências da história do canal. A 5ª temporada está programada para estrear em 2022. A grande sintonia reforça como a série lidou bem com a demissão de Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”) ao final da 2ª temporada. Seu personagem, um dos protagonistas das primeiras temporadas, sumiu da trama após denúncias contra o comportamento do ator nos sets em relação às mulheres. Ele foi acusado de ser desrespeitoso com as colegas e até com as chefes. Criada por Lena Waithe, vencedora do Emmy 2017 de Melhor Roteiro de Comédia por “Master of None”, “The Chi” também tem produção do rapper Common (“Selma”), de Elwood Reid (criador de “The Bridge”) e do cineasta Rick Famuyiwa (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A serie estreou em janeiro de 2018 nos Estados Unidos, com 87% de aprovação da crítica. O título é uma abreviatura de Chicago e a série se passa na região mais pobre daquela cidade, acompanhando um grupo de residentes que se vê ligados por acaso. Além do menino de “Moonlight”, o elenco ainda inclui Jacob Latimore (“Sleight”), Birgundi Baker (“Black Lightning”), Yolanda Ross (“The Get Down”), Curtiss Cook (“House of Cards”), Luke James (“Star”) e os estreantes Michael V. Epps e Shamon Brown Jr. Inédita no Brasil, a série não chegou com a disponibilização do conteúdo do Showtime na plataforma Paramount+ no país. Veja abaixo o trailer da temporada mais recente da atração.
Sylvester Stallone revela preparativos para “Os Mercenários 4”
Sylvester Stallone revelou que já está se preparando para “Os Mercenários 4″. Ele postou no Instagram uma foto de anel de caveira dourada, que deve ser usado por seu personagem no filme. Ao lado da foto, escreveu: “Acabei de desenhar o novo anel para ‘Os Mercenários 4’. É um pouco pesado, mas com certeza vai colocar alguns músculos nas pontas dos dedos”. Stallone estrelou, escreveu e dirigiu o primeiro “Os Mercenários” em 2010, juntando vários astros do cinema de ação dos anos 1980 e 1990. O filme arrecadou um total de US$ 274,5 milhões de bilheteria, levando à produção de mais duas sequências. O último foi lançado em 2014, e desde então há conversas sobre retomar a franquia – e até mesmo lançar uma versão feminina. Em 2017, ele chegou a brigar com o produtor Avi Lerner, da Millennium Films, e anunciou que não faria mais continuações da franquia. A briga girou em torno do nome do diretor, o roteiro e alguns “elementos qualitativos” do filme, com ênfase para os efeitos visuais. Lerner queria usar sua empresa de efeitos para a realizar a produção e Stallone contestou a qualidade do serviço. Um ano depois, os dois fizeram as pazes e Stallone anunciou que o filme tinha voltado a ser desenvolvido. “Barney estará de volta, mais a equipe e um par de novos membros”, ele escreveu em 2018, referindo-se à seu personagem e ao elenco grandioso da franquia. A produção de “Mercenários 4” ainda não anunciou nenhum nome de sua equipe, mas é possível resumir que Stallone possa reprisar todas as funções que exerceu no primeiro filme. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone)









