Ophelia: Trailer traz Daisy Ridley em visão feminina da tragédia de Hamlet
O estúdio americano IFC divulgou 10 fotos e o primeiro trailer do drama medieval “Ophelia”, que traz Daisy Ridley (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) no papel-título. Ofélia, como é conhecida em português, era a namorada do jovem príncipe dinamarquês Hamlet e, por meio da personagem, a produção oferece um ponto de vista feminino para a conhecida tragédia shakespeariana. O filme da australiana Claire McCarthy (“The Waiting City”) é baseado em um livro de Lisa Klein, que reimagina a obra clássica de Shakespeare sob o ponto de vista da jovem ingênua e apaixonada, que se suicida por amor ao príncipe que se finge de louco. Outro detalhe é que, apesar de se passar no século 14, a trama não utiliza o vocabulário da peça original, mas linguagem contemporânea. O elenco também inclui Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), Clive Owen (série “The Knick”) e George MacKay (“Capitão Fantástico”) respectivamente como a rainha Gertrude (mãe de Hamlet), o rei Claudius (o tio-padrasto) e o príncipe Hamlet. Esta será a segunda versão alternativa de “Hamlet” a chegar às telas. Em 1990, o dramaturgo Tom Stoppard adaptou sua obra “Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos” para o cinema, contando a história de dois personagens secundários da peça de Shakespeare. Exibido no Festival de Sundance há mais de um ano, “Ophelia” finalmente vai estrear em 28 de junho nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Minissérie baseada em O Nome da Rosa ganha trailer americano e coleção de pôsteres
O canal pago americano Sundance TV divulgou o primeiro trailer em inglês e a rede italiana RAI uma coleção de pôsteres de personagens da minissérie baseada no best-seller “O Nome da Rosa”, fenômeno literário dos anos 1980. A adaptação teve seu roteiro supervisionado pelo próprio escritor Umberto Eco, antes de falecer em 2016, e já está sendo exibida na Itália. Apesar de ser uma coprodução italiana e alemã, a série foi lançada com dublagem italiana na Europa. As gravações foram originalmente feitas em inglês, visando o público internacional, com um elenco encabeçado pelo americano John Turturro (“Transformers”). O ator vive o monge franciscano William de Baskerville, que chega, com seu jovem aprendiz Adso de Melk (vivido pelo alemão Damien Hardung), num mosteiro isolado nos alpes italianos, durante o século 14. Incumbido de participar das discussões de uma disputa de propriedade entre franciscanos e o papado, Baskerville acaba se defrontando com uma série de assassinatos macabros. O elenco ainda destaca o inglês Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”) como o inquisidor Bernard Gui, inimigo de Baskerville, enviada pelo papa para investigar os crimes, além do americano Michael Emerson (“Lost”), o escocês James Cosmo (“Legítimo Rei”), os alemães Sebastian Koch (“Ponte dos Espiões”) e Richard Sammel (série “The Strain”) e os italianos Fabrizio Bentivoglio (“Capital Humano”), Greta Scarano (“Diva!”), Stefano Fresi (“Paro Quando Quero”) e Antonia Fotaras (“SKAM Italia”). O roteiro é assinado pelo cineasta Andrea Porporati (“Missão Romana”) em parceria com o britânico Nigel Williams (“Elizabeth I”), e todos os oito episódios são dirigidos por Giacomo Battiato (“O Jovem Casanova”). As gravações duraram cinco meses nos estúdios históricos da Cinecittà, em Roma, com orçamento de US$ 26 milhões. “O Nome da Rosa” foi publicado em 1980, vendendo 50 milhões de cópias pelo mundo, e já teve uma adaptação para o cinema. Dirigida pelo francês Jean-Jacques Annaud em 1986, a produção foi estrelada por Sean Connery e Christian Slater, respectivamente como Baskerville e Melk. A série vai estrear em 1 de maio no canal pago Sundance TV nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Kingdom: Série sul-coreana de zumbis ganha novo trailer aterrorizante
A Netflix divulgou o segundo trailer de “Kingdom”, uma série de terror medieval sul-coreana. E a nova prévia concentra diversos momentos aterrorizantes da trama, que mistura zumbis e espadachins. Criada por Kim Eun-hee, roteirista-produtor da série “Signal – uma espécie de “Frequency” sul-coreana – , a produção se passa durante a dinastia Joseon e traz Ju Ji-hoon (de “O Traidor”) como um príncipe herdeiro que vê seu reino dominado por um surto de zumbis. A praga se espalha logo após o rei recém-falecido se levantar. E caba ao príncipe enfrentar essa nova espécie de inimigos canibais para salvar seu reino. O elenco também inclui Bae Doona (“Sense8”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Kim Sang-ho (“Fabricated City”). A 1ª temporada com seis episódios é dirigida pelo aclamado cineasta coreano Kim Seong-hun, responsável pela excepcional combinação de crime e humor negro de “Um Dia Difícil” (2014) e pelo drama de sobrevivência “The Tunnel” (2016). E deve ter agradado muito, pois, antes mesmo da estreia, a série foi renovada para sua 2ª temporada. “Kingdom” chega ao streaming em 25 de janeiro.
Kingdom: Série sul-coreana de zumbis medievais ganha trailer legendado da Netflix
A Netflix divulgou seis novas fotos e o trailer legendado de “Kingdom”, uma série de terror medieval sul-coreana. O visual da prévia chega a lembrar o gênero wuxia, originário da China, que mistura fantasia e espadachins. Mas a trama é mais terror e menos artes marciais. Criada por Kim Eun-hee, roteirista-produtor da série “Signal – uma espécie de “Frequency” sul-coreana – , a produção se passa durante a dinastia Joseon e traz Ju Ji-hoon (de “O Traidor”) como um príncipe herdeiro que vê seu reino dominado por um surto de zumbis. A praga se espalha logo após o rei recém-falecido se levantar. E caba ao príncipe enfrentar essa nova espécie de inimigos canibais para salvar seu reino. O elenco também inclui Bae Doona (“Sense8”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Kim Sang-ho (“Fabricated City”). A 1ª temporada com seis episódios é dirigida pelo aclamado cineasta coreano Kim Seong-hun, responsável pela excepcional combinação de crime e humor negro de “Um Dia Difícil” (2014) e pelo drama de sobrevivência “The Tunnel” (2016). E deve ter agradado muito, pois, antes mesmo da estreia, a série foi renovada para sua 2ª temporada. “Kingdom” chega ao streaming em 25 de janeiro.
Kingdom: Série de terror medieval sul-coreana ganha primeiro trailer da Netflix
A Netflix divulgou cinco fotos e o primeiro trailer de “Kingdom”, uma série de terror medieval sul-coreana. O visual da prévia chega a lembrar o gênero wuxia, originário da China, que mistura fantasia e espadachins. Mas a trama é mais terror e menos artes marciais. Criada por Kim Eun-hee, roteirista-produtor da série “Signal – uma espécie de “Frequency” sul-coreana – , a produção se passa durante a dinastia Joseon e traz Ju Ji-hoon (de “O Traidor”) como um príncipe herdeiro que vê seu reino dominado por um surto de zumbis. A praga se espalha logo após o rei recém-falecido se levantar. E caba ao príncipe enfrentar uma nova espécie de inimigos para desvendar o mal e salvar seu povo. O elenco também inclui Bae Doona (“Sense8”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Kim Sang-ho (“Fabricated City”). A 1ª temporada com seis episódios é dirigida pelo aclamado cineasta coreano Kim Seong-hun, responsável pela excepcional combinação de crime e humor negro de “Um Dia Difícil” (2014) e pelo drama de sobrevivência “The Tunnel” (2016). E deve ter agradado muito, pois, antes mesmo da estreia, a série foi renovada para sua 2ª temporada. “Kingdom” chega ao streaming em 25 de janeiro.
Estrela de 13 Reasons Why vai estrelar série de Frank Miller na Netflix
A atriz Katherine Langford, que viveu Hannah Baker em “13 Reasons Why”, vai estrelar uma nova série da Netflix: “Cursed”, criada pelo quadrinista Frank Miller (“Sin City”). A série se inspirada em um livro inédito criado em parceria por Miller e Thom Wheeler (roteirista da animação “O Gato de Botas”), que terá publicação em 2019. A trama acompanha Nimue, uma poderosa garota que, no futuro, se tornará a Dama do Lago da Lenda Arthuriana, responsável por entregar a espada sagrada Excalibur ao rei Arthur. A Netflix descreve a produção como “uma história de amadurecimento cujos temas são familiares ao nosso tempo: o fim do mundo natural, terror religioso, guerra sem sentido, e como encontrar a coragem para ser um líder frente ao impossível”. Langford não deve retornar para a 3ª temporada de “13 Reasons Why”, cuja história se focará em novos casos de bullying.
Disney escala intérpretes de Ling e Chien-Po na versão live action de Mulan
Os atores Jimmy Wong (“O Círculo”) e Doua Moua (“Gran Torino”) entraram no elenco da versão live-action de “Mulan”, para interpretarem personagens conhecidos dos fãs da animação clássica da Disney. Wong e Moua interpretarão, respectivamente, os soldados Ling e Chien-Po, companheiros de batalhão de Mulan (Liu Yifei) quando ela se disfarça de homem para ir à guerra no lugar de seu pai. A versão com atores, porém, promete ser bem diferente do desenho de 1998. O novo filme não terá dragões bonzinhos e há promessa de muitas cenas de ação, com a contratação de astros de filmes chineses de artes marciais, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Além deles, também se destacam na produção a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, e o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”). “Mulan” também será o primeiro filme de fábulas “live action” da Disney dirigido por uma mulher, Nikki Caro, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A relação da diretora neozelandesa com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015. Mas ela é mais lembrada por trabalhos com tom de fábula e heroína adolescente, como o filme “Encantadora de Baleias” (2002) e a recente série “Anne with an E”, na Netflix. As filmagens começaram nesta semana, mas a estreia está prevista apenas para março de 2020.
Diretora divulga foto das filmagens de Mulan, inspirada em cena do desenho animado
A diretora Niki Caro (da série “Anne with an E”) postou em seu Instagram uma foto do primeiro dia de filmagens da versão com atores de “Mulan”. A imagem traz a jovem atriz chinesa Liu Yifei (“O Reino Perdido”) refletida num lago, com uma tela verde enorme ao fundo para o acréscimo de efeitos visuais. Veja acima. Na legenda, Caro escreveu: “Reflexions” (reflexos), que é também o título de uma música do desenho original da Disney, cantada pela personagem numa cena em ela tem a imagem refletida em várias superfícies, inclusive um lago. Veja abaixo. A versão com atores, porém, promete ser bem diferente do desenho de 1998. O novo filme não terá dragões bonzinhos, mas manterá a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. E há promessa de muitas cenas de ação, com a contratação de astros de filmes chineses de artes marciais, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Além deles, também se destacam na produção a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, e o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”). O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). “Mulan” também será o primeiro filme de fábulas “live action” da Disney dirigido por uma mulher, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A relação da diretora neozelandesa com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015. Mas ela é mais lembrada por trabalhos com tom de fábula e heroína adolescente, como o filme “Encantadora de Baleias” (2002) e a recente série “Anne with an E”, na Netflix. A estreia está prevista apenas para março de 2020.
Mulan ganha primeira foto oficial com a atriz de O Reino Proibido
A Disney revelou a primeira foto oficial da da nova versão hollywoodiana da fábula “Mulan”, que traz a atriz chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, como a guerreira medieval Hua Mulan. A divulgação marca o começo das filmagens. Mas a pré-produção já tem quase um ano de trabalho feito. Para definir a intérprete da protagonista, a Disney embarcou numa verdadeira jornada épica, despachando diretores de elenco para cinco continentes, que consideraram cerca de mil candidatas para o papel. Além de dar preferência à atrizes de descendência chinesa, em busca de precisão cultural, a escolhida precisava ter habilidades de artes marciais, capacidade de falar em inglês e carisma de estrela. A escolhida foi anunciada em novembro de 2017. E, longe de ser uma “descoberta”, a nova Mulan já tem inclusive passagens anteriores por Hollywood. Ela atuou em inglês na fantasia de artes marciais “O Reino Proibido” (2008), ao lado de Jackie Chan e Jet Li, e na aventura medieval “O Imperador” (2014), com Nicolas Cage. Fluente em inglês, por ter morado em Nova York durante parte de sua infância, a atriz chinesa também é estrela de produções chinesas de ação, mostrando habilidades como guerreira na franquia “Os Quatro”, que já rendeu três filmes de artes marciais medievais, além de “O Grande Mestre 3” (2015). Recentemente, ela contracenou com Emile Hirsch em “The Chinese Widow”, filme do dinamarquês Bille August (“Trem Noturno para Lisboa”) que abriu o Festival Internacional de Cinema de Xangai no ano passado. E está escalada para estrelar a sci-fi de desastre “Imersion”, de Peter Segal (“Tratamento de Choque”), ao lado de Samuel L. Jackson. Sua fama e beleza ainda a transformaram em embaixatriz chinesa de grifes como Dior, Tissot, Garnier e Pantene, e lhe renderam o apelido carinhoso de “irmã fada”, por seu olhar e imagem que transmitem inocência. A foto divulgada, em que a atriz aparece de espada em punho, reforça que, ao contrário de “A Bela e a Fera”, a versão com atores de “Mulan” não será um musical, mas um filme de ação. Tanto é assim que os astros chineses das artes marciais Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”) estão no elenco, respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Além deles, também se destacam na produção a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, e o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”). Bem diferente da versão animada, o novo filme não terá dragões bonzinhos, mas manterá a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). “Mulan” também será o primeiro filme de fábulas “live action” da Disney dirigido por uma mulher, a neozelandesa Niki Caro, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A relação da diretora com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015. Mas ela é mais lembrada por trabalhos com tom de fábula e heroína adolescente, como o filme “Encantadora de Baleias” (2002) e a recente série “Anne with an E”, na Netflix. A estreia está prevista apenas para março de 2020.
Ator que viveu Mogli será vilão na nova versão de Mulan
O ator havaiano Jason Scott Lee, que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee” (1993) e Mogli no filme com bichos reais “O Livro da Selva” (1994), entrou no elenco da versão live-action de “Mulan”, da Disney. O ator, que já está com 51 anos, vai interpretar Bori Khan, um vilão criado para o filme, que buscará vingar a morte de seu pai. Ele se junta à atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, no time de antagonistas do filme. Já Mulan será interpretada pela atriz Liu Yifei (“O Reino Proibido”). Bem diferente da versão animada, o novo filme não terá dragões bonzinhos, mas manterá a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. Donnie Yen (“Rogue One: Uma História Star Wars”) vai interpretar seu mentor, Jet Li (“Os Mercenários”) será o Imperador e o novato Yoson An dará vida ao interesse romântico dessa nova versão – Shang no desenho e Chen na nova versão. O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). A direção é da neozelandesa Niki Caro (de “Encantadora de Baleias” e da série “Anne”). A estreia está marcada para março de 2020.
Jet Li e Gong Li negociam papéis na versão com atores de Mulan
A Disney segue atrás de grandes estrelas do cinema chinês para sua versão com atores de “Mulan”. De acordo com o site The Hollywood Reporter, Jet Li (“Herói”) e Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”) estão negociando papéis importantes na produção americana. O astro dos filmes de ação está cotado para viver o imperador da China, enquanto a diva dos dramas de época viverá a vilã do filme, uma bruxa. Caso isso se confirme, indicaria uma mudança em relação ao longa animado de 1998, em que o antagonista foi Shan Yu, líder dos hunos. Eles se juntariam a Donnie Yen (“O Grande Mestre”), que viverá o mentor de Mulan, e Liu Yifei (de “O Reino Proibido”) no papel-título. Fluente em inglês, por ter morado em Nova York durante parte de sua infância, a atriz é considerada uma das mais populares da atualidade na China. A fábula de “Mulan” conta a história de uma guerreira chinesa que resolve se fingir de homem para ir à guerra no lugar do pai, um senhor de idade doente que provavelmente morreria em batalha, mas que precisaria lutar por ser o único homem da família. A versão animada dos anos 1990 fez história por seu pioneirismo, ao mostrar a primeira Princesa da Disney realmente independente, capaz de fazer o que qualquer homem faria e dispensando ajuda de um Príncipe Encantado para vencer seus desafios. A direção da versão com atores está a cargo da neo-zelandesa Niki Caro, que chamou atenção em 2002 à frente de outra história com tom de fábula e heroína adolescente, “Encantadora de Baleias”. Ela será a primeira mulher a dirigir uma fábula “live action” da Disney, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. Niki Caro realizou recentemente a série infantil “Anne”, disponível no Brasil pela Netflix, e o filme “O Zoológico de Varsóvia”, lançado no ano passado.
Donnie Yen será mentor de Mulan na versão com atores da Disney
O astro chinês das artes marciais Donnie Yen (“O Grande Mestre”) entrou na versão com atores de “Mulan”, em desenvolvimento na Disney. Segundo o Deadline, ele vai interpretar o comandante Tung, mentor e professor da heroína da fábula chinesa. Donnie Yen já tinha trabalho antes numa produção da Disney, ao estrelar “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016). Ele é segundo ator confirmado no elenco da atração, após o anúncio da também chinesa Liu Yifei (de “O Reino Proibido”) no papel-título. Fluente em inglês, por ter morado em Nova York durante parte de sua infância, a atriz já trabalhou com o astro em “O Grande Mestre 3” (2015). A fábula de “Mulan” conta a história de uma guerreira chinesa que resolve se fingir de homem para ir à guerra no lugar do pai, um senhor de idade doente que provavelmente morreria em batalha, mas que precisaria lutar por ser o único homem da família. A versão animada dos anos 1990 fez história por seu pioneirismo, ao mostrar a primeira Princesa da Disney realmente independente, capaz de fazer o que qualquer homem faria e dispensando ajuda de um Príncipe Encantado para vencer seus desafios. A direção da versão com atores está a cargo da neo-zelandesa Niki Caro, que chamou atenção em 2002 à frente de outra história com tom de fábula e heroína adolescente, “Encantadora de Baleias”. Ela será a primeira mulher a dirigir uma fábula “live action” da Disney, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. Niki Caro realizou recentemente a série infantil “Anne”, disponível no Brasil pela Netflix, e o filme “O Zoológico de Varsóvia”, lançado no ano passado.
Frank Miller desenvolve série sobre Excalibur na Netflix
O famoso criador de quadrinhos Frank Miller, criador de “300”, “Sin City” e clássicos de Demolidor e Batman, está desenvolvendo sua primeira série, que será disponibilizada pela Netflix. Segundo o site Deadline, trata-se de uma adaptação de “Cursed”, livro ainda inédito escrito por Tom Wheeler (roteirista da animação “O Gato de Botas”) e ilustrado pelo próprio Miller (veja uma imagem da obra abaixo). A trama acompanha Nimue, uma poderosa garota que, no futuro, se tornará a Dama do Lago da Lenda Arthuriana, responsável por entregar a espada sagrada Excalibur ao rei Arthur. “Eu sempre fui fascinado pela história mitológica de Arthur – principalmente por Nimue. Pode ser interpretada de inúmeras formas, tanto como uma contagiante história infantil como ‘A Espada Era a Lei, ou uma interpretação assustadora como ‘Excalibur'”, disse Miller em comunicado, sobre o livro. Apesar de mais conhecido por seus quadrinhos, Miller tem bastante experiência cinematográfica. Além de ter escrito os roteiros de “RoboCop 2” e “3” e produzido “300”, ele foi codiretor dos dois filmes de “Sin City”, ao lado de Robert Rodriguez, e dirigiu “Spirit”. Ele vai trabalhar na produção com Tom Wheeler, mas não há mais detalhes nem previsão de estreia para a série.











