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  • Série

    Trailer do final de Transparent mata Jeffrey Tambor e comemora com música e dança

    8 de junho de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e o primeiro teaser do final da série “Transparent”, que vai acabar com um episódio especial, o primeiro e único sem o protagonista Jeffrey Tambor, demitido após denúncias de assédio sexual. O destino de seu personagem, um pai de família que inicia a transição de gênero na Terceira Idade, assumindo a identidade social de Maura Pfefferman, é revelado logo no começo do vídeo. “Maura morreu”, revela Davina (Alexandra Billings) num telefonema para Shelly (Judith Light), a esposa do falecido. E qual a reação da viúva – e de todo o elenco da produção? Cantar e dançar. Depois do choque, é claro. A criadora da série, Jill Soloway, decidiu encerrar “Transparent” com um episódio musical em vez de produzir uma 5ª temporada completa – ou uma versão encurtada dela. Tambor foi demitido em fevereiro do ano passado, após uma investigação interna, que apurou denúncia de uma ex-assistente pessoal, Van Barnes, feita em uma publicação no seu perfil privado do Facebook, na qual relatava comportamento inadequado por parte do ator. Logo em seguida, a colega de elenco Trace Lysette acusou o ator de ter feito comentários sexuais e tentado abusar dela em ocasiões diferentes. Ambas são transexuais. Após a primeira acusação, o ator de 73 anos, que venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, chegou a vir a público negar “de maneira contundente e veemente” qualquer tipo de comportamento inadequado. Mas, diante da segunda denúncia, disse que sua permanência na série tinha se tornado insustentável. “Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a ‘Transparent'”, ele chegou a desabafar, em comunicado. Ao ser informado por mensagem de texto que tinha sido demitido, ele ainda se declarou “profundamente desapontado” pelas acusações “injustas”. E logo depois foi arranjar confusão no set de “Arrested Development”, que também chegou ao fim na Netflix. Jeffrey Tambor venceu dois Emmys e um Globo de Ouro como Melhor Ator em Série de Comédia por “Transparent”. Mas o zeitgeist cultural evoluiu muito desde então. Após a série pioneira, mais produções passaram a incluir personagens transexuais em suas tramas, e todos elas são, ao contrário de Tambor, interpretadas por atores transexuais. Há atualmente um entendimento de que heterossexuais não devem viver personagens trans – o que levou até Scarlett Johanssen a abandonar um papel no cinema, num filme sobre uma gângster transexual que, sem ela, como queriam politicamente corretos, não será mais feito. O final musical da série “Transparent” será disponibilizado na temporada do outono norte-americano (entre setembro e novembro) no serviço Prime Video da Amazon.

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  • Etc,  Série

    Tim Conway (1933 – 2019)

    14 de maio de 2019 /

    O ator e comediante Tim Conway morreu aos 85 anos. Cinco vezes vencedor do Emmy, Conway sofria de demência e tinha perdido a fala após uma cirurgia no cérebro em setembro. Thomas Daniel Conway começou a carreira como redator de rádio e participou de talk shows como comediante convidado, antes de estrelar sua primeira série. Mas foi só entrar em “McHale’s Navy” para sua carreira estourar. A série de 1962 durou quatro temporadas e foi um enorme sucesso, rendendo até dois filmes, lançados no Brasil como “Marujos do Barulho” (1964) e “Os Marujos… na Força Aérea” (1965). Na trama, Conway interpretava o doce e aturdido segundo em comando em um barco da marinha cheio de vigaristas, liderados pelo personagem-título do programa, interpretado por Ernest Borgnine. Conway recebeu sua primeira indicação ao Emmy em 1963 por esse trabalho. Quando a série foi cancelada em 1966, ele entrou para o elenco da comédia western “Rango”, que durou só uma temporada, antes de ganhar seu próprio programa, “The Tim Conway Show”, em 1970. Que também teve duração efêmera. Em vez disso se tornar um problema, facilitou a carreira do ator no cinema, levando-o a estrelar diversas comédias, como “O Maior Atleta do Mundo” (1973), “Bang-Bang! Uma Turma do Barulho no Velho Oeste” (1975), “Gus, uma Mula Fora de Série” (1976), “Felpudo, o Cachorro Promotor” (1976), “O Vagabundo de Um Bilhão de Dólares” (1977), “A Gangue da Tortinha de Maçã Ataca Novamente” (1979) e “Os Investigadores” (1980), muitos deles em parceria com Don Knotts e alguns escritos pelo próprio Conway. Em meados dos anos 1970, ele voltou para a TV para participar do célebre programa de esquetes “The Carol Burnett Show”. Acabou ganhando destaque e estendendo sua participação por quatro temporadas, de 1975 a 1978, quando a série saiu do ar. Sua capacidade de criar personagens apatetados, combinada a um timing cômico impecável, ajudou a transformar a série num clássico televisivo. Ele ganhou dois Emmys e um Globo de Ouro como ator do programa e outro Emmy como roteirista das esquetes. Percebendo a ascensão do VHS na década de 1980, Conway lançou vários curtas diretamente para o mercado de vídeo, que giravam em torno de um personagem chamado Dorf, um entusiasta de golfe com sotaque escandinavo. O personagem acabou rendendo uma franquia, que continuou até os anos 1990 e foi retomada em 2010, com lançamentos em DVD. Por sinal, seu último papel foi justamente Dorf, num telefilme de 2016 intitulado “Chip and Bernie Save Christmas with Dorf”. Ele também fez várias participações especiais em séries famosas, como “No Calor de Cleveland” (Hot in Cleveland), “The Drew Carey Show”, “Patricinhas de Beverly Hills” (Clueless), “The Larry Sander Show”, “Newhart”, “Cybill”, “Um Amor de Família” (Married… with Children), “Louco por Você” (Mad About You), “Two and a Half Men” e “Mike & Molly”, entre muitas outras. Sem esquecer seu trabalho como dublador do Mexilhãozinho (Barnacle Boy) na série animada “Bob Esponja”. Graças a essas participações, acrescentou mais duas estátuas do Emmy à sua estante, pelo trabalho como convidado especial em episódios de “Coach” (em 1996) e “30 Rock” (em 2008).

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  • Etc

    Criadores do YouTube serão homenageados com Emmy especial pela Academia de Televisão dos EUA

    15 de março de 2019 /

    Os criadores do YouTube, Chad Hurley e Steven Shih Chen, serão homenageados com um Emmy especial por suas carreiras. A Academia da Televisão dos Estados Unidos prestará reconhecimento à dupla na 70ª edição dos Emmys Tecnológicos, que vai acontecer em abril em Las Vegas. Hurley e Chen trabalhavam no PayPal quando se juntaram para fundar o YouTube em 2005. Um ano depois, sua empresa foi comprada pelo Google. Mas a indústria, que agora se rende à invenção, foi totalmente contrária à sua popularização, a ponto de o portal de vídeos sofrer um processo da Viacom, numa tentativa de barrar o então maior rival da MTV. Com 1,3 bilhão de usuários ativos, o YouTube recebe cerca de 300 horas de vídeo a cada minuto, além de exibir quase 5 bilhões de vídeos todos os dias. Nenhum outro veículo de comunicação tem alcance tão amplo. Enquanto os vídeos de gatinhos continuem a ser muito comuns na plataforma, ela há muito deixou de ser apenas um portal de vídeos amadores, sendo usada por milhares de marcas estabelecidas, inclusive rivais diretos como Netflix e MTV, como ferramenta importante de divulgação. O que só tem aumentado sua influência. Mais recentemente, a plataforma vem tentando se estabelecer como produtora de conteúdo próprio, desenvolvendo séries, filmes e documentários para assinantes de seu novo serviço pago, o YouTube Premium. “O sucesso do YouTube e a maneira como ele revolucionou a maneira como o consumidor médio pode ver, criar e engajar milhões de pessoas é extraordinário”, disse Adam Sharp, Presidente e CEO da Academia, no comunicado que anunciou a homenagem. “Hurley e Chen são um testemunho da história do empreendedor de tecnologia americano que imagina algo e, através do trabalho árduo e perseverança, torna esse sonho uma realidade, não apenas criando um novo método de distribuição de mídia para um público amplo, mas permitindo a verdadeira democratização do televisão.” Charles Jablonski, presidente emérito do Comitê de Tecnologia e Engenharia da Academia, acrescentou mais elogios no texto, chamando o YouTube de “uma das obras-primas de escala e simplicidade desta geração”, cujo efeito é totalmente positivo e mudou a forma como o público, empresas e artistas passaram a se relacionar com vídeos.

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  • Orphan Black
    Série

    Série derivada de Orphan Black começa a ser desenvolvida pelo canal de The Walking Dead

    12 de março de 2019 /

    O universo de “Orphan Black” vai voltar à TV. O canal pago americano AMC encomendou à produtora Temple Street Productions, responsável pela série original, uma nova história de clones derivada da premiada produção da BBC America. Exibida de 2013 a 2017, “Orphan Black” girava em torno de um grupo de mulheres que descobre ser clones da mesma pessoa, separadas e criadas em diferentes localidades, devido a uma conspiração envolvendo grupos rivais numa guerra pelo controle da experiência – que não foi inteiramente bem-sucedida, já que elas estariam morrendo. A continuação não deve trazer de volta as “sisters” do “clone club” – ou “sestras” como dizia a clone russa – que foram interpretadas, de forma impressionante, pela mesma atriz: a canadense Tatiana Maslany, em uma dezena de papéis diferentes. Em vez disso, a nova série contaria outra história passada no mesmo universo. A produtora Temple Street abriu discussões com vários roteiristas e está ouvindo diferentes abordagens para desenvolver esse projeto. Mas não há notícias sobre o envolvimento dos pais da atração, John Fawcett e Graeme Manson, que antes de “Orphan Black” já eram conhecidos individualmente como feras do gênero terror, respectivamente como criadores das franquias de cinema “Possuída” e “O Cubo”. “Orphan Black” foi responsável por dar visibilidade à BBC America, atraindo muitos assinantes com sua repercussão, que não se restringiu ao universo geek, pois rendeu até um merecido Emmy de Melhor Atriz para Tatiana Maslany. Mas a nova série não será exibida no mesmo canal. A ideia é lançá-la na AMC, que é sócia da BBC America e recentemente promoveu a chefe dessa emissora, Sarah Barnett, a presidente de entretenimento de sua rede – que ainda inclui os canais IFC, WE tv, Sundance TV e a plataforma de streaming Shudder. A AMC está em busca de um novo sucesso, preocupada com a queda de audiência de “The Walking Dead”. Além disso, com a anunciada finalização de “Into the Badlands”, ficará sem nenhuma série de ficção científica em sua programação.

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  • Filme

    Premiação do Oscar 2019 consagra geração de “atores de TV”

    25 de fevereiro de 2019 /

    Apesar do voto anti-Netflix em “Green Book”, a premiação do Oscar 2019 mostrou que os preconceitos que separam trabalhos na TV e no cinema estão cada vez mais ultrapassados. Não só pela vitória de “Free Solo”, produção do canal NatGeo, como Melhor Documentário. O detalhe que mais chamou atenção foi o fato de os quatro vencedores nas categorias de interpretação serem “atores de TV”, com aval do Emmy. A Melhor Atriz Coadjuvante Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”) foi reconhecida pela Academia de Ciências e Artes Cinematográficas depois de conquistar três prêmios Emmy da Academia da Televisão – por “American Crime” e “Seven Seconds”. Melhor Ator do Oscar 2019, Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) também já tinha vencido seu Emmy pela série “Mr. Robot”. Olivia Colman (“A Favorita”), que foi praticamente apresentada ao grande público de cinema americano pelo papel que lhe deu o Oscar de Melhor Atriz, é uma veterana de séries britânicas. E concorreu ao Emmy antes de ser descoberta pela Academia do Cinema dos Estados Unidos, pela minissérie “The Night Manager”, que lhe rendeu um Globo de Ouro em 2017. Seu próximo papel será como a rainha Elizabeth na 3ª temporada da série “The Crown”. Mesmo Mahershala Ali (“Green Book”), que conquistou seu segundo Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, foi reconhecido pelo Emmy um ano antes de estrelar “Moonlight”, ao ser indicado pela série “House of Cards” em 2016. Por sinal, ele estava no ar, simultaneamente à transmissão do Oscar, no capítulo final da 3ª temporada de “True Detective”. O que isso significa? Logicamente, que ser “ator de TV” não é mais estigma na profissão. Não é por caso que estrelas famosas do cinema têm migrado para as séries. E celebram prêmios por esses trabalhos. Até Julia Roberts, que apresentou o Oscar de Melhor Filme, estrelou recentemente uma série – e foi indicada a Melhor Atriz pela 1ª temporada de “Homecoming” no último Globo de Ouro. Enquanto astros veteranos do cinema vão disputar prêmios de TV, estrelas reveladas em séries agora conquistam o Oscar.

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  • Série

    Globo vai exibir primeiro episódio de The Handmaid’s Tale na TV aberta

    12 de fevereiro de 2019 /

    A Globo vai repetir a estratégia de exibir na TV aberta o primeiro episódio de uma série exclusiva de seu serviço de streaming, o Globoplay, visando atrair novos assinantes para a plataforma. Nesta terça-feira (12/2), o canal transmite a estreia de “The Handmaid’s Tale”, que ganhou subtítulo nacional – “O Conto da Aia”. O mais curioso é que o episódio inaugural será exibido sem intervalos comerciais, como num canal pago premium. Ele vai ao ar após o “Jornal da Globo”. A 1º temporada, que venceu o Emmy de Melhor Série de Drama, já está disponível no Globoplay para assinantes – e também já foi exibida na TV paga pelo canal Paramount. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil justamente como “O Conto da Aia”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar à adoção de medidas drásticas, mergulhando a sociedade americana numa nova ordem conservadora, comandada apenas por homens. Com a fertilidade em queda, as mulheres que ainda conseguem ter filhos são transformadas em escravas sexuais, com o único propósito de gerar filhos. Elizabeth Moss (da série “Mad Men”) venceu o Emmy de Melhor Atriz pelo papel de June, rebatizada de Offred por seus captores. Como uma das últimas mulheres férteis, ela é forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do planeta, sendo obrigada a se submeter a um poderoso político, sua esposa cruel e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de June com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”), Ann Dowd (série “The Leftovers”) e Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”). As duas últimas também foram premiadas com o Emmy, respectivamente como Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Atriz Convidada de Série de Drama. Atualmente, a série se prepara para entrar em sua 3ª temporada na plataforma americana Hulu, com estreia marcada para 5 de junho. Veja abaixo o trailer nacional da tensa temporada inaugural.

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  • Filme

    Filho de James Gandolfini será Tony Soprano no filme derivado da série da HBO

    22 de janeiro de 2019 /

    O filme derivado da série “The Sopranos” (também conhecida como “Família Soprano”) definiu o intérprete do jovem Tony Soprano, personagem vivido na série da HBO pelo falecido ator James Gandolfini. A produção contratou Michael Gandolfini, da série “The Deuce” e filho do ator original, para encenar a juventude do famoso personagem. Intitulado “The Many Saints of Newark” irá mostrar versões mais jovens dos protagonistas da icônica série do canal pago HBO. Escrito por David Chase, criador de “The Sopranos”, o filme será um prólogo passado nos anos 1970 e também inclui os atores Jon Bernthal (“O Justiceiro”), Vera Farmiga (“Bates Motel”), Alessandro Nivola (“Desobediência”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) e Corey Stoll (“O Primeiro Homem”) em papéis não revelados. Segundo o roteirista, a ideia é mostrar a época a que Tony Soprano (James Gandolfini) se referia de forma saudosa em suas sessões com a psiquiatra Dra. Melfi (Lorraine Bracco). Para Tony, o mundo da máfia tinha mudado muito, e para pior, desde a sua infância. Entretanto, “The Many Saints of Newark” vai mostrar que nem tudo eram flores naquela época. “O filme vai lidar com as tensões que existiam entre negros e brancos, e Tony vai fazer parte disso. Eu estava muito interessado em explorar sua infância”, comentou Chase, em entrevista ao site Deadline. A ideia original era mostrar Tony ainda criança na nova produção, mas Michael Gandolfini já tem 18 anos de idades. Além de Tony, os integrantes mais velhos da família Soprano, como o pai e o tio do personagem de Gandolfini, aparecerão em seu auge. A direção do longa está a cargo de Alan Taylor, que comandou alguns episódios da série original. Depois de trabalhar também em “Game of Thrones”, ele virou cineasta, dirigindo duas produções de grande orçamento, “Thor: O Mundo Sombrio” e “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, ambas recebidas com críticas negativas.

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  • Filme,  Série

    Jon Bernthal e Vera Farmiga vão estrelar filme derivado da série The Sopranos

    14 de janeiro de 2019 /

    O filme com personagens da série “The Sopranos” (também conhecida como “Família Soprano”) começou a escalar seu elenco, com a divulgação dos nomes de Jon Bernthal (“O Justiceiro”) e Vera Farmiga (“Bates Motel”) entre os primeiros anunciados. Os nomes de seus personagens não foram revelados, mas o filme, intitulado “The Many Saints of Newark”, irá mostrar versões mais jovens dos protagonistas da icônica série do canal pago HBO. Escrito por David Chase, criador de “The Sopranos”, o filme será um prólogo passado nos anos 1970. Segundo o roteirista, a ideia é mostrar a época a que Tony Soprano (James Gandolfini) se referia de forma saudosa em suas sessões com a psiquiatra Dra. Melfi (Lorraine Bracco). Para Tony, o mundo da máfia tinha mudado muito, e para pior, desde a sua infância. Entretanto, o filme intitulado “The Many Saints of Newark” vai mostrar que nem tudo eram flores naquela época. “O filme vai lidar com as tensões que existiam entre negros e brancos, e Tony vai fazer parte disso. Eu estava muito interessado em explorar sua infância”, comentou Chase, em entrevista ao site Deadline. Tony será um adolescente na nova produção, mas os integrantes mais velhos da família, como o pai e o tio do personagem de Gandolfini, aparecerão em seu auge. A direção do filme está a cargo de Alan Taylor, que comandou alguns episódios da série original. Depois de trabalhar também em “Game of Thrones”, ele virou cineasta, dirigindo duas produções de grande orçamento, “Thor: O Mundo Sombrio” e “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, ambas recebidas com críticas negativas.

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  • Filme,  Série

    Filme da série The Sopranos vai mostrar infância de Tony Soprano

    7 de janeiro de 2019 /

    O roteirista e produtor David Chase, criador da série “The Sopranos” (ou “Família Soprano”, no Brasil) confirmou que as filmagens de um longa derivado da série vão começar em breve. Autor do roteiro, Chase revelou que o prólogo, passado nos anos 1970, vai mostrar uma versão mirim de Tony Soprano, o protagonista da série clássica, exibida entre entre 1999 e 2007 na HBO. Interpretado pelo já falecido ator James Gandolfini, Tony era o chefão da família mafiosa de Nova Jersey. Segundo Chase, a ideia é mostrar a época a que Tony se referia de forma saudosa em suas sessões com a psiquiatra Dra. Melfi (Lorraine Bracco). Para Tony, o mundo da máfia tinha mudado muito, e para pior, desde a sua infância. Entretanto, o filme intitulado “The Many Saints of Newark” vai mostrar que nem tudo eram flores nesta época. “O filme vai lidar com as tensões que existiam entre negros e brancos naquela época, e Tony vai fazer parte disso. Eu estava muito interessado em explorar sua infância”, comentou Chase, em entrevista ao site Deadline. Por muitos anos, Chase considerou a ideia de criar uma sequência para “Família Soprano”, mas a possibilidade morreu junto com Gandolfini, em 2013. Assim, a única forma que retomar aquele universo mafioso foi por meio de um prólogo. Além disso, como se trata de um prólogo, nenhum ator da série vai reaparecer na produção. Mas alguns personagens mais velhos estarão de volta em versões jovens, como o pai e o tio de Tony. A direção do filme está a cargo de Alan Taylor, que comandou alguns episódios da série original e, depois de trabalhar em “Game of Thrones”, virou cineasta, dirigindo duas produções de grande orçamento, “Thor: O Mundo Sombrio” e “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, ambas com críticas negativas.

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  • Etc,  Série

    Bob Einstein (1942 – 2019)

    6 de janeiro de 2019 /

    Morreu o ator Bob Einstein, integrante da série “Curb Your Enthusiasm” (Segura a Onda), da HBO, e criador do personagem Super Dave Osborne. Ele tinha 76 anos e faleceu na quarta-feira (2/1), após ter sido diagnosticado com câncer. Einstein integrava o elenco de “Curb Your Enthusiasm” desde a 4ª temporada e deveria participar da 10ª, atualmente em produção, mas sua saúde o impediu de participar. “Nunca vi um ator curtir um papel como Bob ao interpretar Marty Funkhouser em ‘Curb'”, disse Larry David, criador e protagonista da série da HBO em comunicado. “Foi uma experiência incrível e inesquecível conhecer e trabalhar com ele. Estamos todos em estado de choque.” Apesar de mais lembrado pelo papel em “Curb Your Enthusiasm”, Einstein iniciou sua carreira como roteirista e venceu seu primeiro Emmy nesta função, pelo programa de variedades “The Smothers Brothers Comedy Hour”, no qual trabalhou com Steve Martin, em 1969. Ele também foi indicado ao Emmy como roteirista de “The Sonny e Cher Comedy Hour”, em 1972 e 1974, e “Van Dyke and Company”, em 1977, ocasião em que o programa estrelado por Dick Van Dyke foi considerado a Melhor Série de Comédia do ano. Em 1987, ele transformou um personagem de esquetes, que criou como roteirista de humorísticos da década de 1970, numa série própria. “Super Dave” durou cinco temporadas, em que Einstein encarnava o dublê atrapalhado do título, em busca da fama com desafios perigosos e com um talk-show televisivo. “Super Dave” também virou filme, lançado direto em DVD, “As Aventuras de Super Dave – O Dublê” (2000), além de uma minissérie, “Super Dave’s Spike Tacular”, em 2009. Como ator, Einstein ainda participou de “Roseanne”, “Anger Management” e “Arrested Development” e apareceu em filmes como “Treze Homens e um Novo Segredo” (2007) e “Romance Moderno” (1981), escrito, dirigido e estrelado por seu irmão mais novo, Albert Brooks.  

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  • Etc,  Série

    Emmy muda regras para dificultar que episódios de séries concorram como Melhor Telefilme

    14 de dezembro de 2018 /

    A Academia de Televisão dos Estados Unidos anunciou mudança nas regras da premiação do Emmy, que já valerão para a consagração dos melhores da TV em 2019. A principal alteração foi na disputa de Melhor Telefilme. Após três episódios/especiais consecutivos de séries vencerem a categoria, a Academia decidiu evitar uma quarta reprise, estabelecendo uma duração mínima para candidatos ao prêmio. Para ser considerado um telefilme, as produções precisarão ter no mínimo 75 minutos (1h15) de duração. Isto evitaria, por exemplo, que o episódio “San Junipero”, da 3ª temporada de “Black Mirror”, levasse o Emmy em 2017. Com sua duração de 61 minutos, não seria elegível para a categoria nas novas regras. Por outro lado, em 2016 e 2018, o Emmy de Melhor Telefilme foi vencido por “The Abominable Bride” (episódio de “Sherlock”) e “USS Callister” (outro de “Black Mirror”). Ambos têm mais de 75 minutos e continuariam capazes de competir na categoria. Além desta mudança, a Academia criou uma nova categoria para premiar compositores de trilha sonora de séries documentais e dividiu o troféu de Melhor Coreografia, dando uma premiação para programas de variedade e outro para séries ficcionais. Por fim, o Emmy também aumentou em um mês seu prazo de elegibilidade. Antes, qualquer série que exibisse mais de metade de sua temporada até o dia 31 de maio era elegível para a premiação daquele ano. Agora, o prazo vale até o final de junho.

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  • Série

    Game of Thrones vence o Emmy 2018, mas Netflix supera a HBO na premiação

    18 de setembro de 2018 /

    Embalado pela vitória de sete prêmios preliminares, “Game of Thrones” encerrou a cerimônia do Emmy 2018 com o troféu de Melhor Série de Drama. A atração da HBO ainda rendeu a Peter Dinklage o Emmy de Melhor Ator Coadjuvante, o terceiro de sua carreira, e ajudou a manter o canal como a principal referência de qualidade “televisiva” para a Academia da Televisão. O canal pago também conquistou dois prêmios de interpretação de comédia com “Barry” (Bill Hader e Henry Winkler, Melhor Ator e Coadjuvante) e um de atuação dramática por “Westworld” (Thandy Newton, Melhor Atriz), além de uma vitória na seção de Variedades por “Last Week Tonight with John Oliver” (Melhor Talk Show). Mas viu sua hegemonia começar a ruir, sem emplacar seus telefilmes e demais produções, ao mesmo tempo em que as plataformas de streaming conquistaram espaço precioso, deixando de vez de ser coadjuvantes. A Amazon reinou nas categoria de comédias com “The Marvelous Mrs. Maisel”, série mais premiada da noite. Em seu primeiro ano na competição, a criação de Amy Sherman-Palladino venceu cinco troféus, incluindo o principal, Melhor Série de Comédia. Os demais foram Melhor Atriz (Rachel Brosnahan), Atriz Coadjuvante (Alex Borstein), Roteiro e Direção (ambos de Amy Sherman-Palladino). A Netflix, por sua vez, pulverizou seus prêmios entre “The Crown” (dois, inclusive Melhor Atriz para Claire Foy), “Godless” (dois), “Black Mirror” (um), “Seven Seconds” (um) e até o especial de comédia “John Mulaney: Kid Gorgeous at Radio City” (um) para conseguir seu objetivo. Virou a plataforma mais premiada da noite, com sete troféus, um a mais que a HBO. O feito é histórico. Após vencer o Festival de Veneza 2018, a Netflix foi o “canal” mais premiado da cerimônia oficial do Emmy 2018. A decepção ficou por conto da Hulu, que não conseguiu reprisar as conquistas do ano passado com “The Handmaid’s Tale” e ficou sem contribuir para o avanço do streaming. Entretanto, os 12 troféus da Amazon e da Netflix na cerimônia televisada foram suficientes para que as produções feitas para serem vista em qualquer lugar, inclusive na TV, empatassem com o total de prêmios conquistados pela programação a cabo. Além dos seis troféus da HBO, o canal FX colecionou cinco Emmys com “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” (vencedor de três troféus, inclusive o de Melhor Minissérie) e “The Americans” (dois, incluindo Ator de Série Dramática: Matthew Rhys). E o VH1 completou a lista com a conquista de “RuPaul’s Drag Race” (Melhor Reality de Competição). Nenhuma série da TV aberta foi premiada, nem mesmo o popular melodrama “This Is Us”. Mas ao receber mais um Emmy de Melhor Programa de Esquetes por “Saturday Night Live”, o produtor Lorne Michaels fez um discurso deslocado e nostálgico como se o resultado fosse outro, evocando que desde 1975 ouve falar no fim das grandes redes. Entretanto, o único programa reconhecido das grandes redes foi o seu. E a transmissão do Oscar 2018. Considerando a premiação preliminar, porém, houve um empate entre os dois maiores rivais deste ano. Tanto HBO quanto Netflix conquistaram 23 estatuetas cada, ao todo, coletadas nas cerimônias de sábado (8/9), domingo (9/9) e segunda (17/9). Mas com esta conta, até a Hulu encontra 4 troféus. Entre as conquistas individuais, um feito histórico foi estabelecido. Amy Sherman-Palladino se tornou a primeira mulher a vencer os Emmys de Melhor Roteiro e Direção. Ela também foi a primeira a vencer ambos os prêmios por um piloto – no caso, de “The Marvelous Mrs. Maisel” – , independente de gênero. Além disso, um recorde da competição foi igualado. Com seu terceiro Emmy de Melhor Ator Coadjuvante de Drama, Peter Dinklage empatou com Aaron Paul (de “Breaking Bad”) como o maior vencedor da categoria. Outra curiosidade da premiação foi a coincidência de dois atores que se despediram de seus papéis vencerem as categorias principais de interpretação dramática. Claire Foy, que não voltará a viver a Rainha Elizabeth em “The Crown”, ganhou como Melhor Atriz e dedicou sua conquista para a próxima geração de atores que irá entrar na 3ª temporada da série – no que quase soou como um desafio para sua substituta. E Matthew Rhys se consagrou como Melhor Ator por “The Americans”, série que chegou ao fim após seis temporadas. Igualmente notável foi a conquista de Henry Winkler, que venceu seu primeiro Emmy após 54 anos de carreira e 43 anos depois de sua primeira indicação. O veterano ator, que ficou mundialmente conhecido ao interpretar Fonzie em “Happy Days”, na década de 1970, levou o troféu de Melhor Ator Coadjuvante de Comédia pelo papel do técnico Gene Cousineau em “Barry”. Já a vitória menos esperada foi a de Regina King, que assumiu ter sido pega de surpresa diante do microfone. Ela subiu ao palco como Melhor Atriz de Minissérie por “Seven Seconds”, que era uma série de antologia como “American Crime Story”, mas foi cancelada na 1ª temporada. Entretanto, sua interpretação foi tão forte que, mesmo numa série cancelada, mobilizou os votos da Academia. E por falar em surpresa, é impossível não incluir entre os pontos altos da noite o discurso de Glenn Weiss, vencedor do Emmy de Melhor Direção em Especial de Variedades pelo Oscar. Em meio aos agradecimentos, ele pediu a namorada em casamento, e o noivado foi formalizado diante de milhões de telespectadores no mundo inteiro, emocionando toda a platéia do evento. Por outro lado, o agradecimento mais bizarro saiu da boca de Jeff Daniels. Ele encerrou seu discurso pela conquista do Emmy de Melhor Ator de Minissérie (por “Godless”) agradecendo seu cavalo, que o derrubou três vezes e o fez quebrar o pulso. Para completar, a lista de apresentadores também rendeu bons momentos televisivos. Entre os mais inusitados, apareceram ninguém menos que Rick e Morty. A dupla animada apresentou o prêmio de Melhor Reality Show de Competição. Mas a saudação Wakanda Forever de Tiffany Haddish e Angela Bassett (a mãe do Pantera Negra) também causou frisson. A cerimônia completa será reprisada no canal pago TNT às 6h50 da manhã desta terça (18/9) Confira abaixo a lista completa dos vencedores. E conheça também os vencedores dos prêmios preliminares, conhecidos como o Emmy das Artes Criativas, clicando este link. OS VENCEDORES DO EMMY 2018 SÉRIES DE DRAMA Melhor Série Dramática “Game of Thrones” Melhor Ator em Série Dramática Matthew Rhys – “The Americans” Melhor Atriz em Série Dramática Claire Foy – “The Crown” Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática Peter Dinklage – “Game of Thrones” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática Thandie Newton – “Westworld” Melhor Direção de Episódio em Série Dramática Stephen Daldry – “The Crown: Paterfamilias” Melhor Roteiro de Episódio em Série Dramática Joel Fields & Joe Weisberg – “The Americans: Start” SÉRIES DE COMÉDIA Melhor Série de Comédia “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader – “Barry” Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan – “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Henry Winkler – “Barry” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein – “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Direção de Episódio em Série de Comédia Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” Melhor Roteiro de Episódio em Série de Comédia Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” SÉRIES LIMITADAS E FILMES PARA TV Melhor Série Limitada “American Crime Story: The Assassination of Gianni Versace” Melhor Ator em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Darren Criss – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Atriz em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Regina King – “Seven Seconds” Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Jeff Daniels – “Godless” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Merritt Wever – “Godless” Melhor Direção em Série Limitada ou Filme para a TV Ryan Murphy – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story: The Man Who Would Be Vogue” Melhor Roteiro em Série Limitada ou Filme para a TV William Bridgers & Charlie Brooker – “USS Callister: Black Mirror” VARIEDADES Melhor Roteiro de Especial de Variedades John Mulaney – “John Mulaney: Kid Gorgeous at Radio City” Melhor Direção de Especial de Variedades Glenn Weiss – “The Oscars” Melhor Séries de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Talk Show “Last Week Tonight with John Oliver” Melhor Reality Show de Competição “RuPaul’s Drag Race”

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    Emmy 2018 premia os melhores da TV americana nesta segunda-feira

    17 de setembro de 2018 /

    A Academia de Televisão dos Estados Unidos realiza na noite desta segunda (17/9) a premiação do Emmy 2018, considerado o Oscar da TV. “Game of Thrones” chega como grande favorita, após ter se tornado a maior vencedora da premiação preliminar, conquistando sete troféus dos chamados Emmy das Artes Criativas, que são os prêmios técnicos. A atração da HBO vai disputar o Emmy de Melhor Série Dramática com “The Americans”, “The Crown”, “Stranger Things”, “This Is Us”, “Westworld” e “The Handmaid’s Tale”, a vencedora do ano passado. Apesar da inúmera quantidade de lançamentos de séries nos últimos meses, nenhum estreante conseguiu invadir a disputa dramática. Mas a categoria de Melhor Série de Comédia contará com duas novidades: “Barry”, da HBO, e “GLOW”, da Netflix. Vão concorrer com “Black-ish”, “Curb Your Enthusiasm”, “Silicon Valley”, “Unbreakable Kimmy Schimdt” e “The Marvelous Mrs. Maisel”, que já conquistou, no Emmy das artes criativas, o troféu de Melhor Elenco de Série de Comédia. Vencedora do ano passado, “Veep” não foi produzida em 2018, devido ao câncer da atriz Julia Louis-Dreyfus. Já “Roseanne”, cancelada após declarações racistas de sua estrela principal, Roseanne Barr, disputa apenas uma categoria: Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia, por Laurie Metcalf. A competição entre as minisséries vai testar o eterno favoritismo das produções e Ryan Murphy, pois “American Crime Story: The Assassination of Gianni Versace” enfrentará dois fortes candidatos, “Godless” e “Patrick Melrose”, que deve consagrar Benedict Cumberbatch como Melhor Ator da categoria. Os demais candidatos são “The Alienist” e “Genius: Picasso”. Apesar de produzir as duas séries mais nomeadas, “Game of Thrones” e “Westworld”, o canal pago HBO foi superado pela primeira vez em indicações pela plataforma Netflix, que atingiu 112 indicações (contando os prêmios técnicos), quatro a mais que a antiga campeã do Emmy. A HBO passou 17 anos consecutivos na liderança das indicações ao troféu da Academia. Caso conquiste mais prêmios, a Netflix reforçará evidência apontada pela vitória de “The Handmaid’s Tale”, do serviço Hulu, no ano passado. Após a era das grandes redes ser superada pela chegada da HBO e da TV paga, o streaming é quem começa a ditar os rumos da indústria da “televisão”. A cerimônia de premiação do 70º Emmy Awards acontecerá no Microsoft Theater, em Los Angeles, com apresentação da dupla Michael Che e Colin Jost, do programa humorístico “Saturday Night Live”, e transmissão no Brasil pelo canal pago TNT a partir das 21h. Mas vale lembrar que parte dos prêmios já foram entregues no fim de semana passado. Além do reconhecimento técnico de “Game of Thrones” e do humorístico “Saturday Night Live” séries mais premiadas até o momento, cada uma com sete troféus, a parte dedicada aos reality shows chamou atenção pelas cinco vitórias obtidas pelo programa do falecido Anthony Bourdain, “Parts Unknown”. O especial ao vivo de “Jesus Christ Superstar” também venceu cinco troféus, e a série “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” já soma quatro. Os principais prêmios já entregues incluem Melhor Telefilme para um episódio da série “Black Mirror”, o “USS Callister”, Melhor Série Animada para “Rick and Morty”, Melhor Reality Show para “Queer Eye”, Melhor Série Documental para “Wild Wild Country”, Melhor Especial Ao Vivo para “Jesus Christ Superstar Live in Concert” e os troféus para participações especiais, vencidos na categoria dramática por Samira Wiley (em “The Handmaid’s Tale”) e Ron Cephas Jones (“This Is Us”), e na categoria de comédia por Tiffany Haddish (“Saturday Night Live”) e Katt Williams (“Atlanta”). Confira abaixo a lista dos indicados aos prêmios que ainda estão em disputa e serão entregues nesta segunda-feira. SÉRIES DE DRAMA Melhor Série Dramática “The Americans” “The Crown” “Game of Thrones” “The Handmaid’s Tale” “Stranger Things” “This Is Us” “Westworld” Melhor Ator em Série Dramática Ed Harris – “Westworld” Matthew Rhys – “The Americans” Milo Ventimiglia – “This Is Us” Jeffrey Wright – “Westworld” Jason Bateman – “Ozark” Sterling K. Brown – “This Is Us” Melhor Atriz em Série Dramática Claire Foy – “The Crown” Tatiana Maslany – “Orphan Black” Elisabeth Moss – “The Handmaid’s Tale” Sandra Oh – “Killing Eve” Keri Russel – “The Americans” Evan Rachel Wood – “Westworld” Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática Nikolaj Coster-Waldau – “Game of Thrones” Peter Dinklage – “Game of Thrones” Joseph Fiennes – “The Handmaid’s Tale” David Harbour – “Stranger Things” Mandy Patinkin – “Homeland” Matt Smith – “The Crown” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática Alexis Bledel – “The Handmaid’s Tale” Millie Bobby Brown – “Stranger Things” Ann Dowd – “The Handmaid’s Tale” Lena Headey – “Game of Thrones” Thandie Newton – “Westworld” Yvonne Strahovski – “The Handmaid’s Tale” Melhor Direção de Episódio em Série Dramática Alan Taylor – “Game of Thrones: Beyond The Wall” Jeremy Podeswa – “Game Of Thrones: The Dragon And The Wolf” Jason Bateman – “Ozark: The Toll” Daniel Sackheim – “Ozark: Tonight We Improvise” Irmãos Duffer – “Stranger Things: Chapter Nine – The Gate” Stephen Daldry – “The Crown: Paterfamilias” Kari Skogland – “The Handmaid’s Tale: After” Melhor Roteiro de Episódio em Série Dramática David Benioff & D.B. Weiss – “Game of Thrones: The Dragon And The Wolf” Phoebe Waller-Bridge – “Killing Eve: Nice Face” Irmãos Duffer – “Stranger Things: Chapter Nine – The Gate” Joel Fields & Joe Weisberg – “The Americans: Start” Peter Morgan – “The Crown: Mystery Man” Bruce Miller – “The Handmaid’s Tale: June” SÉRIES DE COMÉDIA Melhor Série de Comédia “Atlanta” “Barry” “Black-ish” “Curb Your Enthusiasm” “GLOW” “The Marvelous Mrs. Maisel” “Silicon Valley” “Unbreakable Kimmy Schimdt” Melhor Ator em Série de Comédia Donald Glover – “Atlanta” Bill Hader – “Barry” Anthony Anderson – “Black-ish” William H. Macy – “Shameless” Larry David – “Curb Your Enthusiasm” Ted Danson – “The Good Place” Melhor Atriz em Série de Comédia Pamela Adlon – “Better Things” Rachel Brosnahan – “The Marvelous Mrs. Maisel” Allison Janney – “Mom” Isse Rae – “Insecure” Tracee Ellis Ross – “Black-ish” Lily Tomlin – “Grace and Frankie” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Louie Anderson – “Baskets” Alec Baldwin – “Saturday Night Live” Tituss Burgess – “Unbreakable Kimmy Schmidt” Tony Shalhoub – “The Marvelous Mrs. Maisel” Kenan Thompson – “Saturday Night Live” Henry Winkler – “Barry” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Zazie Beetz – “Atlanta” Alex Borstein – “The Marvelous Mrs. Maisel” Aidy Bryant – “Saturday Night Live” Betty Gilpin – “GLOW” Leslie Jones – “Saturday Night Live” Kate McKinnon – “Saturday Night Live” Laurie Metcalf – “Roseanne” Megan Mullally – “Will & Grace” Melhor Direção de Episódio em Série de Comédia Donald Glover – “Atlanta: FUBU” Hiro Murai – “Atlanta: Teddy Perkins” Bill Hader – “Barry: Chapter One: Make Your Mark” Jesse Peretz – “GLOW: Pilot” Mike Judge – “Silicon Valley: Initial Coin Offering” – Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” Melhor Roteiro de Episódio em Série de Comédia Donald Glover – “Atlanta: Alligator Man” Stefani Robinson – “Atlanta: Barbershop” Alec Berg & Bill Hader – “Barry: Chapter One: Make Your Mark” Liz Sarnoff – “Barry: Chapter Seven: Loud, Fast And Keep Going” Alec Berg – “Silicon Valley: Fifty-One Percent” Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” SÉRIES LIMITADAS E FILMES PARA TV Melhor Série Limitada “The Alienist” “American Crime Story: The Assassination of Gianni Versace” “Genius: Picasso” “Godless” “Patrick Melrose” Melhor Ator em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Antonio Banderas – “Genius: Picasso” Darren Criss – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Benedict Cumberbatch – “Patrick Melrose” Jeff Daniels – “The Looming Tower” John Legend – “Jesus Christ Superstar” Jesse Plemons – “Black Mirror: USS Callister” Melhor Atriz em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Jessica Biel – “The Sinner” Laura Dern – “The Tale” Michelle Dockery – “Godless” Edie Falco – “Law & Order True Crime: The Menendez Murders” Regina King – “Seven Seconds” Sarah Paulson – “American Horror Story: Cult” Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Jeff Daniels – “Godless” Brandon Victor Dixon – “Jesus Christ Superstar Live in Concert” John Leguizamo – “Waco” Ricky Martin – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” Edgar Ramírez – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” Michael Stuhlbarg – “The Looming Tower” Finn Wittrock – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Sara Bareilles – “Jesus Christ Superstar Live in Concert” Penélope Cruz – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” Judith Light – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” Adina Porter – “American Horror Story: Cult” Merritt Wever – “Godless” Letitia Wright – “Black Mirror – “Black Museum”” Melhor Direção em Série Limitada ou Filme para a TV Scott Frank – “Godless” David Leveaux – “Jesus Christ Superstar: Live in Concert” Barry Levinson – “Paterno” Edward Berger – “Patrick Melrose” Ryan Murphy – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story: The Man Who Would Be Vogue” Craig Zisk – “The Looming Tower: “9/11” David Lynch – “Twin Peaks” Melhor Roteiro em Série Limitada ou Filme para a TV Kevin McManus & Matthew McManus – “American Vandal” Scott Frank – “Godless” David Nicholls – “Patrick Melrose” Tob Rob Smith – “The Assassination Of Gianni Versace: American Crime Story” David Lynch & Mark Frost – “Twin Peaks” William Bridgers & Charlie Brooker – “USS Callister: Black Mirror”

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