Emma Watson entra na nova versão de Adoráveis Mulheres dirigida por Greta Gerwig
A atriz Emma Watson (“A Bela e a Fera”) entrou na nova versão de “Adoráveis Mulheres” (Little Women), que será dirigida por Greta Gerwig (“Lady Bird”). Segundo a revista Variety, ela substituirá Emma Stone, que precisou abandonar o projeto por conflito de agenda com a divulgação de “The Favourite”, uma das apostas do Oscar 2019. Ela se junta ao elenco grandioso, que inclui Saoirse Ronan e Timothée Chalamet, que trabalharam com Gerwig em “Lady Bird”, além de Meryl Streep (“Mamma Mia!”) e Laura Dern (“Livre”). É um elenco para encantar a Academia. Mas o desafio será entusiasmar o público a ir ao cinema. O motivo é simples: “Adoráveis Mulheres” é uma das histórias femininas mais filmadas de todos os tempos. O que leva à pergunta: por quê refilmá-la mais uma vez? Não há sequer a desculpa de reapresentar a trama para novas gerações. Uma adaptação como minissérie foi exibida na TV britânica em dezembro passado. E esta já tinha sido a terceira versão do livro de Louisa May Alcott realizada pela BBC, após minisséries nas décadas de 1950 e 1970. Hollywood foi mais fundo na exploração da obra, numa coleção de filmagens que vem desde o cinema mudo. As mais famosas foram “As Quatro Irmãs” (1933) com a jovem Katharine Hepburn, “Quatro Destinos” (1949) com a adolescente Elizabeth Taylor e “Adoráveis Mulheres” (1994), que reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes e Trini Alvarado como as irmãs March, além de Susan Sarandon e Christian Bale. Desta vez, a ideia é trazer Meryl Streep como mãe de Saoirse Ronan, Emma Watson e mais duas a serem escaladas, além de Timothée Chalamet como interesse romântico de uma das irmãs. Ronan interpretará a jovem protagonista Jo, enquanto Watson deve viver sua irmã Meg, papel cogitado para Stone. Já Streep encarnará a Sra. Marsh, mãe das meninas, e Chalamet dará vida a Theodore “Laurie” Laurence, futuro marido de Amy, ainda não escalada. O estúdio Tri-Star estaria tentando fechar com a britânica Florence Pugh (“Lady Macbeth”) para o papel. Gerwig foi trazida inicialmente para polir o roteiro do remake, mas, após o sucesso de “Lady Bird”, os executivos decidiram dar mais responsabilidades à jovem cineasta, contratando-a para dirigir o longa. O romance homônimo de Louisa May Alcott foi baseada em sua própria vida, inspirada pela juventude passada entre as irmãs, e há décadas é uma leitura obrigatória para os estudantes dos Estados Unidos.
Nova versão de Adoráveis Mulheres está juntando elenco para concorrer ao Oscar
A nova versão de cinema para o clássico literário “Adoráveis Mulheres” (Little Women) vai juntar um elenco impressionante. A produção do próximo filme da diretora Greta Gerwig, indicada ao Oscar por “Lady Bird: A Hora de Voar”, já confirmou Emma Stone (“La La Land”), Saoirse Ronan (também de “Lady Bird”) e Timothée Chalamet (mais um de “Lady Bird”), está praticamente acertada com Meryl Streep (“Mamma Mia!”) e abriu negociações com Laura Dern (“Livre”). Este elenco aponta uma clara intenção de produzir um filme focado na temporada de premiações. Todos os citados já foram indicados ou venceram o Oscar. Apesar disso, mesmo este elenco terá dificuldades de entusiasmar o público a ir ao cinema. O motivo é simples: “Adoráveis Mulheres” é uma das histórias femininas mais filmadas de todos os tempos. Todo mundo já deve ter visto alguma versão dessa história antes. O que leva à pergunta: por quê refilmá-la mais uma vez? Não há sequer a desculpa de reapresentar a trama para novas gerações. Uma adaptação como minissérie foi exibida na TV britânica em dezembro passado. E esta já tinha sido a terceira versão do livro de Alcott realizada pela BBC, após minisséries nas décadas de 1950 e 1970. Hollywood foi mais fundo na exploração a obra, numa coleção de filmagens que vem desde o cinema mudo. As mais famosas foram “As Quatro Irmãs” (1933) com a jovem Katharine Hepburn, “Quatro Destinos” (1949) com a adolescente Elizabeth Taylor e “Adoráveis Mulheres” (1994), que reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes e Trini Alvarado como as irmãs March, além de Susan Sarandon e Christian Bale. Desta vez, a ideia é trazer Meryl Streep como mãe de Saoirse Ronan, Emma Stone e mais duas a serem escaladas, além de Timothée Chalamet como interesse romântico de uma das irmãs. Ronan interpretará a jovem protagonista Jo, enquanto Stone viverá sua irmã Meg, Streep encarnará a Sra. Marsh e Chalamet dará vida a Theodore “Laurie” Laurence, futuro marido de Amy, ainda não escalada. O estúdio Tri-Star quer a britânica Florence Pugh (“Lady Macbeth”) no papel, mas a escalação não foi confirmada. Gerwig foi contratada inicialmente pelo estúdio para polir o roteiro, mas, após o sucesso de “Lady Bird”, os executivos decidiram dar mais responsabilidades à jovem cineasta, contratando-a para dirigir o longa. O romance homônimo de Louisa May Alcott foi baseada em sua própria vida, inspirada pela juventude passada entre as irmãs, e há décadas é uma leitura obrigatória para os estudantes dos Estados Unidos.
Emma Stone e Jonah Hill mergulham na esquizofrenia no primeiro trailer legendado da série Maniac
A Netflix divulgou o pôster, 10 novas fotos e o trailer legendado de “Maniac”, série sci-fi estrelada por Emma Stone (“La La Land”) e Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”). A prévia explica a premissa como uma experiência em que os protagonistas se voluntariam para resolver seus problemas mentais, apenas para se perderem ainda mais numa trama esquizofrênica, em que fantasia e realidade se confundem. A produção parece combinar elementos das séries “Legion” e “Westworld” com a trama do filme “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”, mas na verdade é um remake da série norueguesa de mesmo nome, marcada por humor negro, que gira em torno de Espen, um homem adorado por todos, que vive uma vida onde tudo é possível. Só que, na verdade, ele é um doente mental trancado em uma ala psiquiátrica. A adaptação tem roteiro de Patrick Somerville, autor dos episódios mais malucos de “The Leftovers”, e direção de Cary Fukunaga, que, assim como fez na 1ª temporada de “True Detective”, comanda todos os episódios. Além do casal protagonista, o elenco também destaca Justin Theroux (série “The Leftovers”) como o cientista responsável pela experiência, irreconhecível de peruca, e Sally Field (a Tia May de “O Espetacular Homem-Aranha”) como a executiva que questiona o projeto. “Maniac” tem estreia marcada para 21 de setembro em streaming.
Maniac: Série da Netflix com Emma Stone e Jonah Hill ganha primeiro teaser legendado
A Netflix divulgou fotos e o primeiro teaser legendado de “Maniac”, série estrelada por Emma Stone (“La La Land”) e Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”). A prévia é misteriosa e apresenta o casal sentados numa mesa, um diante do outro, de uniforme e crachá, enquanto um locutor sugere que eles são pacientes de uma experiência mental. O clima psicodélico lembra “Legion”, o que é reforçado pelas fotos – que além do casal também destacam Justin Theroux (série “The Leftovers”) e Sally Field (a Tia May de “O Espetacular Homem-Aranha”). “Maniac” é remake da série norueguesa de mesmo nome, marcada por humor negro, que gira em torno de Espen, um homem adorado por todos, que vive uma vida onde tudo é possível. Só que, na verdade, ele é um doente mental trancado em uma ala psiquiátrica. A adaptação tem roteiro de Patrick Somerville, autor dos episódios mais malucos de “The Leftovers”, e direção de Cary Fukunaga, que, assim como fez na 1ª temporada de “True Detective”, comanda todos os episódios. O projeto foi apresentado ao mercado pela Paramount com condições bastante específicas, sem produção de episódio piloto e com a obrigação de encomenda de duas temporadas para começar. Este tipo de negociação, realizada “às cegas”, tem se tornado cada vez mais frequente, valorizando conteúdos que agregam nomes famosos em sua produção, no mercado competitivo das séries “premium”. A produção está a cargo de Somerville, Fukunaga, Hill e Stone. Vale lembrar que Hill e Stone dividiram cenas apenas uma vez anteriormente, na comédia “Superbad” (2007), bem no começo de suas carreiras. Foi a estreia de Stone no cinema e o primeiro papel de protagonista de Hill. A atriz também já trabalhou com Sally Field na franquia “O Espetacular Homem-Aranha”. “Maniac” tem estreia marcada para 21 de setembro em streaming.
Zumbilândia 2 vai acontecer com mesmo diretor, roteiristas e todo o elenco original
“Zumbilândia 2” vai finalmente acontecer. A Sony Pictures deu sinal verde para a produção, que vai voltar a reunir o elenco, o diretor e os roteiristas da comédia de 2009, grande sucesso comercial, que deu novo impulso às comédias de zumbis. Com um orçamento de US$ 24 milhões, “Zumbilândia” acompanhava quatro sobreviventes do apocalipse zumbi e arrecadou mais de US$ 175 milhões nas bilheterias mundiais, inspirando uma profusão de terrires de mortos-vivos. Desde a estreia original, os astros da produção ficaram bem mais famosos do que já eram, mas continuaram guardando carinho especial por seus personagens, o que garantiu o interesse de Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin para retomar seus papéis com nomes de cidades americanas – Wichita, Tallahassee, Columbus e Little Rock, respectivamente – na continuação. O projeto já circula há bastante tempo. De fato, Paul Wernick e Rhett Reese mencionam a história da continuação há alguns anos, mas foi preciso estourarem com dois filmes de “Deadpool” para seu roteiro aparecer no topo da pilha dos executivos do estúdio. Já o diretor Ruben Fleischer está em alta na Sony, após assumir a responsabilidade de emplacar o primeiro spin-off do universo do Homem-Aranha, o filme do vilão “Venom”, que chega aos cinemas em outubro deste ano. As filmagens devem acontecer em janeiro e toda a produção deve estar finalizada até outubro de 2019, quando a Sony pretende lançar o filme, aproveitando o Halloween e o aniversário de dez anos da estreia do primeiro “Zumbilândia”.
Rachel Weisz e Emma Stone duelam pela atenção de uma rainha louca no trailer de The Favourite
A Fox Seachlight divulgou o trailer de “The Favourite”, primeiro filme de época do cineasta grego Yorgos Lanthimos (“O Sacrifício do Servo Sagrado”). O tom da prévia é de uma comédia de humor negro que lida com pessoas insanas, bem ao estilo dos primeiros filmes do diretor. O longa se passa na Inglaterra no começo do século 18. A demente rainha Anne, que está mais ocupada em se entreter com corridas de patos e se deliciar com abacaxis que saber da guerra que seu país trava contra a França, permite que sua melhor amiga, a duquesa Sarah Churchill, comande o país. Mas uma nova criada, Abigail, encanta sua majestade, deixando a posição de Sarah ameaçada, e não demora para as duas se verem como rivais pela atenção – e o poder – do trono britânico. A produção marca o reencontro de Lanthimos com a atriz Rachel Weisz, que ele dirigiu em “O Lagosta” (2015). Ela interpreta Sarah, a Duquesa de Marlborough, confidente mais próxima da rainha, por sua vez vivida por Olivia Colman (a nova Rainha Elizabeth II da série “The Crown”). O triângulo feminino se completa com Emma Stone (“La La Land”), no papel de Abigail Masham, uma parente distante de Sarah extremamente pobre, que subitamente consegue uma posição na corte que a coloca perto da Rainha, gerando uma inversão de poderes e conflitos entre as duas. O elenco também inclui Nicolas Hoult (“X-Men: Apocalipse”), Joe Alwyn (“A Longa Caminhada de Billy Lynn”) e Mark Gatiss (“Sherlock”). A estreia está marcada para 23 de novembro nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.
Greta Gerwig vai filmar remake de Adoráveis Mulheres com Saoirse Ronan e Emma Stone
A atriz e cineasta Greta Gerwig, duplamente indicada ao Oscar 2018 pela direção e pelo roteiro de “Lady Bird”, já tem novo projeto como diretora. Ela vai comandar uma nova versão do clássico literário “Adoráveis Mulheres” (Little Women), escrito por Louisa May Alcott em 1868. Trata-se de uma das histórias femininas mais filmadas de todos os tempos. O que leva à pergunta: por quê? Não se trata sequer de uma história desconhecida das novas gerações. Uma adaptação como minissérie foi apresentada na TV britânica em dezembro passado. E esta já tinha sido a terceira versão do livro de Alcott realizada pela BBC, após minisséries nas décadas de 1950 e 1970. Hollywood também usou a obra como fonte de várias produções, desde o cinema mudo. As mais famosas foram “As Quatro Irmãs” (1933) com a jovem Katharine Hepburn, “Quatro Destinos” (1949) com a adolescente Elizabeth Taylor e “Adoráveis Mulheres” (1994), que reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes e Trini Alvarado como as irmãs March, além de Susan Sarandon e Christian Bale. Desta vez, a ideia é trazer Meryl Streep como mãe de Saoirse Ronan, Emma Stone e mais duas a serem escaladas, além de Timothée Chalamet como interesse romântico de uma das irmãs. Ou seja, marcará um novo encontro de Gerwig com Ronan e Chalamet, que trabalharam juntos em “Lady Bird”. Ronan interpretará a jovem protagonista Jo, enquanto Stone viverá sua irmã Meg, Streep encarnará a Sra. Marsh e Chalamet dará vida a Theodore “Laurie” Laurence, futuro marido de Amy, ainda não escalada. Mas o estúdio Tri-Star negocia com a britânica Florence Pugh (“Lady Macbeth”) para assumir o papel de Amy, faltando definir ainda a intérprete de Beth. Gerwig foi contratada inicialmente pelo estúdio para polir o roteiro, mas, após o sucesso de “Lady Bird”, os executivos decidiram dar mais responsabilidades à jovem cineasta. O romance homônimo de Louisa May Alcott foi baseada em sua própria vida, inspirada pela juventude passada entre as irmãs, e há décadas é considerado leitura obrigatória para os estudantes dos Estados Unidos.
Elisabeth Moss vai viver a irmã do Presidente Kennedy que sofreu lobotomia
A atriz Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”) vai protagonizar “A Letter from Rosemary Kennedy”. Ela terá o papel-título, como a irmã do presidente John Kennedy, Rose Marie “Rosemary” Kennedy, o membro menos conhecido da famosa família de políticos. Sua história é pouco conhecida porque os Kennedys tentaram manter seus problemas mentais escondidos da mídia. Ela chegou a ser submetida a uma lobotomia aos 23 anos de idade, mas o procedimento fracassou e a deixou incapacitada. O filme vai abordar o que levou à essa ação radical e as consequências disso. Anteriormente, Emma Stone (“Guerra dos Sexos”) chegou a estar cotada para o filme, mas o projeto demorou muito para começar a sair do papel. O roteiro do estreante Nick Yarborough estava na Black List de 2016, mas só agora a produção definiu seu diretor: o indiano Ritesh Batra (“The Lunchbox”, “Nossas Noites”). O estúdio indie Mandalay Pictures é responsável pela produção, que ainda não tem previsão de estreia.
300 artistas e executivas de Hollywood se unem em iniciativa contra o assédio sexual
As atrizes Reese Witherspoon, Jennifer Aniston, Natalie Portman, Meryl Streep, Kerry Washington, Emma Stone e Cate Blanchett estão entre as mais de 300 artistas e executivas da indústria do entretenimento que lançaram a Time’s Up, uma iniciativa para enfrentar o assédio sexual generalizado em Hollywood e em outras áreas nos EUA. Entre os membros do Time’s Up também estão a produtora Shonda Rhimes, a presidente da Universal Pictures, Donna Langley, a escritora feminista Gloria Steinem, a advogada e ex-chefe de gabinete de Michelle Obama, Tina Tchen, e uma das presidentes da Nike Foundation, Maria Eitel. Elas decidiram se juntar para tomar uma atitude depois de que uma avalanche de acusações atingiu homens poderosos de Hollywood, da política, dos negócios e da imprensa, na carona do escândalo de sexual do produtor Harvey Weinstein. A Time’s Up inclui um fundo de defesa legal para proporcionar apoio legal subsidiado a mulheres e homens que foram sexualmente assediados, agredidos ou abusados em seu local de trabalho. Isto porque o projeto pretende dar atenção especial a pessoas que não contra com a mesma visibilidade das estrelas ou seus salários, como empregadas domésticas, porteiros, garçonetes, trabalhadores de fábricas e da agricultura. “Com muita frequência, o assédio persiste porque os perpetradores e os empregadores nunca enfrentam nenhuma consequência”, diz o comunicado da organização, publicado em um anúncio de página inteira no jornal The New York Times. Veja abaixo. O anúncio também reforça o pedido que as mulheres se vistam de preto na cerimônia de entrega dos Globos de Ouro, no domingo (7/1), como uma declaração contra a desigualdade de gênero e racial, assim como para aumentar a consciência sobre os esforços do grupo. “Seguimos comprometidas a fazer com que nossos lugares de trabalho sejam responsáveis, impulsionando mudanças rápidas e efetivas para que a indústria do entretenimento seja um lugar seguro e igualitário para todos”, afirma o texto.
Jennifer Lawrence e Emma Stone teriam projeto para trabalharem juntas
As atrizes Jennifer Lawrence e Emma Stone estariam planejando trabalhar juntas num “filme secreto”. As duas vencedoras do Oscar, respectivamente por “O Lado Bom da Vida” (2012) e “La La Land” (2016), comentaram os planos durante uma entrevista ao site The Hollywood Reporter, em que participaram de uma mesa redonda sobre empoderamento feminino e assédio em Hollywood. Ao serem perguntadas se tinham planos de trabalhar juntos, elas comentaram os “planos”. “Eu adoraria. Eu continuo tentando convencê-la”, disse Stone. “Eu tenho tantas idéias”. Mas Lawrence foi além, revelando que elas teriam discutido um projeto. “Há uma ideia que está flutuando, mas é um segredo”, disse ela. Stone reiterou: “Sim, é uma ideia secreta”. Após a revelação, Lawrence perguntou se Stone tinha se esquecido do plano secreto, ao responder a pergunta. “Não, eu estava tentando manter o segredo”, disse Stone. O tom das duas não deixa claro se realmente existe um projeto ou se foi uma brincadeira com o repórter do site.
Sally Field entra na série maluca de Emma Stone e Jonah Hill
A atriz Sally Field (a Tia May de “O Espetacular Homem-Aranha”) entrou no elenco da série “Maniac”, que será estrelada por Emma Stone (“La La Land”) e Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”). Não há detalhes sobre sua personagem, mas segundo o site Deadline ela pode interpretar a mãe de Hill. A participação marcará um reencontro entre Sally Field e Emma Stone, que também participou de “O Espetacular Homem-Aranha” como Gwen Stacy. Já Hill e Stone dividiram cenas pela primeira e única vez há dez anos, na comédia “Superbad” (2007), bem no começo de suas carreiras. Foi a estreia de Stone no cinema e o primeiro papel de protagonista de Hill. “Manic” é um remake da série norueguesa de mesmo nome, marcada por humor negro, que gira em torno de Espen, um homem adorado por todos, que vive uma vida onde tudo é possível. Só que, na verdade, ele é um doente mental trancado em uma ala psiquiátrica. A adaptação tem roteiro de Patrick Somerville, autor dos episódios mais malucos de “The Leftovers”, e direção de Cary Fukunaga, que, assim como fez na 1ª temporada de “True Detective”, comandará todos os episódios. O projeto foi apresentado ao mercado pela Paramount com condições bastante específicas, sem produção de episódio piloto e com a obrigação de encomenda de duas temporadas para começar. Este tipo de negociação, realizada “às cegas”, tem se tornado cada vez mais frequente, valorizando conteúdos que agregam nomes famosos em sua produção, no mercado competitivo das séries “premium”. A produção está a cargo de Somerville, Fukunaga, Hill e Stone. A exibição vai acontecer na Netflix em 2018, mas ainda não há data prevista para a estreia.
A Batalha dos Sexos entre Emma Stone e Steve Carell ganha trailer legendado
Um dos filmes mais elogiados do Festival de Toronto 2017 ganhou seu primeiro trailer legendado e título oficinal nacional. A Fox divulgou o vídeo de “A Guerra dos Sexos”, uma tradução aproximada do título original e do nome dado à partida de tênis intersexual que quebrou o recorde de audiência da TV americana nos anos 1970, “The Battle of Sexes”. O jogo lendário aconteceu em 1973, entre a jovem tenista Billie Jean King, 2ª melhor jogadora do mundo naquele ano, e o tenista aposentado Bobby Riggs, de 55 anos, ex-campeão de Wimbledon. E o nome do evento não podia ser mais apropriado, pois o que estava realmente em jogo eram duas visões distintas de mundo. De um lado, o machismo que se recusava a admitir a possibilidade da igualdade feminina, e do outro a luta pioneira do feminismo, que ainda precisava provar a capacidade das mulheres para o mundo. Não bastasse a pressão do evento midiático, Billie Jean King ainda escondia sua homossexualidade recém-descoberta das câmeras, enquanto permanecia casada com um homem. Ela se tornou a primeira atleta profissional feminina de destaque a admitir que era homossexual durante o processo de separação, que aconteceu na década seguinte e lhe custou todas as suas finanças. Os papéis principais são interpretados por Emma Stone (“La La Land”) e Steve Carell (“A Grande Aposta”), que voltam a contracenar após o sucesso da comédia “Amor a Toda Prova” (2011). E o elenco de apoio ainda inclui Andrea Riseborough (“Oblivion”), Natalie Morales (série “The Grinder”), Sarah Silverman (série “Masters of Sex”), Bill Pullman (“Independence Day: O Ressurgimento”), Alan Cumming (série “The Good Wife”), Elisabeth Shue (série “CSI”), Eric Christian Olsen (série “NCIS: Los Angeles”) e Fred Armisen (humorístico “Portlandia”). O roteiro é de Simon Beaufoy (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e a direção do casal Jonathan Dayton e Valerie Faris (a dupla de “Pequena Miss Sunshine”). O filme estreou neste fim de semana em circuito limitado nos Estados Unidos e só chega ao Brasil daqui a um mês, em 19 de outubro.
Batalha do Sexo entre Emma Stone e Steve Carell ganha 45 fotos e novos pôsteres
A Fox Searchlight divulgou três pôsteres e 45 fotos de “Battle of the Sexes”, em que Emma Stone (“La La Land”) e Steve Carell (“A Grande Aposta”) voltam a contracenar após o sucesso da comédia “Amor a Toda Prova” (2011), disputando uma partida de tênis histórica. Os dois aparecem nas imagens com um visual retrô dos anos 1970, época em que a trama se passa. O filme gira em torno a partida de tênis intersexual que quebrou o recorde de audiência da TV americana da época. Conhecida como “A Batalha dos Sexos”, o jogo lendário aconteceu em 1973, entre a jovem tenista Billie Jean King (papel de Stone), 2ª melhor jogadora do mundo naquele ano, e o tenista aposentado Bobby Riggs (papel de Carell), de 55 anos, ex-campeão de Wimbledon. Batalha dos Sexos foi um nome apropriado para o evento, pois o que estava realmente em jogo eram duas visões distintas de mundo. De um lado, o machismo que se recusava a admitir a possibilidade da igualdade feminina, e do outro a luta pioneira do feminismo, que ainda precisava provar a capacidade das mulheres para o mundo. Não bastasse a pressão do evento midiático, Billie Jean King ainda escondia sua homossexualidade recém-descoberta das câmeras, enquanto permanecia casada com um homem. Ela se tornou a primeira atleta profissional feminina de destaque a admitir que era homossexual durante o processo de separação, que aconteceu na década seguinte e lhe custou todas as suas finanças. O roteiro é de Simon Beaufoy (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e a direção foi realizada pelo casal Jonathan Dayton e Valerie Faris (a dupla de “Pequena Miss Sunshine”). Exibido no Festival de Toronto, o filme arrancou muitos elogios da crítica (está com 79% de aprovação no site Rotten Tomatoes) e estreia nos Estados Unidos nesta sexta (22/9). Já o lançamento no Brasil está marcado apenas para 19 de outubro.












