The Umbrella Academy: Série de super-heróis com Ellen Page ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou três fotos, o pôster e o primeiro trailer legendado da série “The Umbrella Academy”, baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way ilustrados pelo brasileiro Gabriel Bá. A prévia resume a origem dos protagonistas e foi apresentada pela primeira vez durante a tarde de sábado na CCXP (Comic Con Experience) 2018, com a participação dos criadores da publicação original e integrantes do elenco, entre eles a atriz Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). Veja abaixo. Os quadrinhos, publicados no Brasil como “A Academia Umbrella”, acompanham um grupo de crianças que nasceu misteriosamente com poderes especiais e são adotadas pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves com o objetivo de crescerem como heróis. Várias décadas depois de se separarem, eles se reúnem do funeral de seu mentor e percebem que precisam enfrentar seu maior desafio para impedir o fim do mundo. O elenco de heróis inclui Ellen Page como Vanya, Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”) como Luther, Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”) como Klaus, Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”) como Allison, David Castañeda (“Guerra dos Monstros”) no papel de Diego e o adolescente Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) como Número Cinco. A cantora Mary J. Blige (indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound”), a atriz Kate Walsh (das séries “Private Practice” e “13 Reasons Why”) e o ator Cameron Britton (“Stitchers”) também fazem parte da produção. O roteiro do piloto foi escrito por Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, e circulou por pelo menos dois anos até chegar na Netflix. Já o showrunner responsável será Steve Blackman (produtor-roteirista de “Fargo”). Com dez episódios, a 1ª temporada vai estrear em 15 de fevereiro.
Série baseada nos quadrinhos da Academia Umbrella ganha primeiras imagens e data de estreia
A Netflix divulgou as primeiras imagens da série “The Umbrella Academy”, baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way ilustrados pelo brasileiro Gabriel Bá. São três fotos de cenas da série e nove pôsteres com os personagens centrais. Além disso, a plataforma também anunciou na New York Comic Con a data de estreia da atração. Os quadrinhos, publicados no Brasil como “A Academia Umbrella”, acompanham um grupo de crianças com poderes especiais, que são adotadas pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves com o objetivo de crescerem como heróis. Várias décadas depois de se separarem, eles são convocados a se reunir para enfrentar um dos seus integrantes originais. O elenco de heróis inclui Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) como Vanya, Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”) como Luther, Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”) como Klaus, Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”) como Allison, David Castañeda (“Guerra dos Monstros”) no papel de Diego e o adolescente Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) como Número Cinco. A cantora Mary J. Blige (indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound”), a atriz Kate Walsh (das séries “Private Practice” e “13 Reasons Why”) e o ator Cameron Britton (“Stitchers”) também fazem parte da produção. O roteiro do piloto foi escrito por Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, e circulava atrás de interessados há pelo menos dois anos, até chegar na Netflix. Já o showrunner responsável será Steve Blackman (produtor-roteirista de “Fargo”). Com dez episódios, a 1ª temporada vai estrear em 15 de fevereiro de 2019.
Ellen Page se junta à campanha #EleNão contra a eleição de Bolsonaro
A atriz americana Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) se juntou às colegas brasileiras na campanha contra a eleição de Jair Bolsonaro à presidência do Brasil. Page entrevistou Bolsonaro em 2016 para a série documental sobre homofobia “Gaycation”, do canal pago Viceland. E após ficar frente a frente com o político, ela diz que ele é um candidato “perigoso”. “Eu entrevistei Jair Bolsonaro para o ‘Gaycation’. Ele é um homem perigoso, homofóbico, racista e misógino que atualmente lidera a corrida presidencial no Brasil”, a atriz escreveu em seu Instagram. “Frase diretamente homofóbica: ‘Prefiro que meu filho morra em um acidente do que apareça com um cara bigodudo. Juntem-se às vozes das pessoas que estão se unindo no Brasil para dizer #elenão #neverhim. Estou mandando amor e apoio aos brasileiros que resistem a essa loucura”, afirmou ela, ao compartilhar a arte com as palavras “Ele Não” que viralizou na internet. Ellen Page não é a primeira celebridade internacional a protestar contra Bolsonaro nas eleições brasileiras. Antes dela, a cantora Dua Lipa e o vocalista do Imagine Dragons, Dan Reynolds, também se mostraram contrários ao candidato à presidência. No Brasil, a maioria das celebridades femininas, de Bruna Marquezine a Anitta, são contra Bolsonaro. Uma das poucas exceções é Antonia Fontenelle, que se junta a Alexandre Frota, Roger Moreira e Lobão entre os defensores do candidato. Lembre abaixo o programa com a entrevista de Bolsonaro a Ellen Page e leia a mensagem original da atriz no Instagram. Visualizar esta foto no Instagram. I interviewed #jairbolsonaro for Gaycation Brazil. He’s a dangerous, homophobic, racist and misogynistic man who currently is leading the presidential race in Brazil. Direct homophobic quote “Prefer that my son dies in an accident than show up with some dude with a mustache.” Join the voices of people coming together in Brazil to say #elenao #neverhim. I’m sending love and support to those in Brazil resisting this madness. Gaycation is available on @hulu if you are interested in checking out our episode in Brazil. #elenao #brazil Uma publicação compartilhada por @ ellenpage em 24 de Set, 2018 às 8:57 PDT
Kate Walsh entra na série baseada nos quadrinhos da Academia Umbrella
A atriz Kate Walsh (das séries “Private Practice” e “13 Reasons Why”) entrou no elenco da série “The Umbrella Academy”, produção da Netflix baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way ilustrados pelo brasileiro Gabriel Bá. Walsh será “The Handler”, a líder elegante e confiante de uma empresa misteriosa e burocrática que está sempre pronta para administrar qualquer situação – mas é melhor não estar contra ela. Seu charme é sua maior força e ela o usa para completar os negócios de sua organização. Os quadrinhos de “A Academia Umbrella” acompanham um grupo de seis crianças com poderes especiais, que são adotadas pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves com o objetivo de crescerem como heróis. Várias décadas depois de se separarem, eles são convocados a se reunir para enfrentar um dos seus integrantes originais. O elenco de heróis inclui Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) como Vanya, Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”) como Luther, Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”) como Klaus, Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”) como Allison, David Castañeda (“Guerra dos Monstros”) no papel de Diego e o adolescente Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) como Número Cinco. A cantora Mary J. Blige (indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound”) também faz parte da produção, como uma assassina que viaja no tempo. O roteiro do piloto foi escrito por Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, e circulava atrás de interessados há pelo menos dois anos, até chegar na Netflix. Já o showrunner responsável será Steve Blackman (produtor-roteirista de “Fargo”), com produção da NBCUniversal. Com dez episódios, a série deve estrear ainda em 2018.
Ellen Page quer voltar a viver Kitty Pryde no filme solo da heroína dos X-Men
A atriz Ellen Page ficou animado ao ouvir o rumor de que a mutante Kitty Pryde vai ganhar um filme solo. Em entrevista ao site Cinema Blend, ela admitiu que gostaria de voltar ao universo X-Men para interpretar a mutante que atravessa objetos, após tê-la vivido em dois filmes, “X-Men: O Confronto Final” (2006) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014). “Eu amei viver Kitty Pryde e eu acho que é uma das coisas que eu poderia fazer mais. Minha experiência nos filmes não foi tão longa e ela é uma grande personagem. Eu não sei nada sobre o filme, para ser honesta, mas claro, seria algo que amaria fazer.” O filme será escrito pelo autor de quadrinhos Brian Michael Bendis (criador de “Jessica Jones”) e dirigido por Tim Miller (que assinou o primeiro “Deadpool”). Mas pode ser um reboot da personagem. Graças à trama de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, Kitty poderia ser interpretada por outra atriz. Por outro lado, a personagem, que ainda é lembrada como uma adolescente pelos fãs mais antigos dos X-Men, amadureceu muito nos quadrinhos, a ponto de ter casamento marcado para junho (com Colossus). Portanto, do ponto de vista cronológico, ainda poderia ser vivida por Ellen Page, mesmo a atriz tendo completado 31 anos na semana passada.
Projeto secreto do diretor de Deadpool é filme solo da mutante Kitty Pryde
Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto secreto que vai juntar o diretor de “Deadpool” e o criador da personagem “Jessica Jones” é um filme da mutante Kitty Pryde. As fontes do site garantem que o misterioso filme de codinome “143” é sobre a heroína, que já foi vivida por Ellen Page em dois filmes da franquia “X-Men” – “X-Men: O Confronto Final” (2006) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014). O nome “143” seria uma referência à edição 143 da revista “Uncanny X-Men”, que traz a primeira aventura solo de Kitty Pryde, em que ela enfrenta um demônio sozinha na Mansão X. A história, de Chris Claremont e John Byrne, foi publicada em 1981. Brian Michael Bendis, que também escreveu muitas histórias dos X-Men em seus 17 anos de publicações na Marvel, vai estrear como roteirista de cinema com esse projeto, e Tim Miller será o diretor. Bendis é um dos escritores mais prolíficos dos quadrinhos atuais. Ele criou os personagens Miles Morales (o Homem-Aranha do universo Ultimate), a agente da SHIELD Maria Hill e Jessica Jones, entre outros, além de ter assinado alguns dos principais crossovers da Marvel, como, por exemplo, “Era de Ultron”, que virou filme. Recentemente, ele trocou a Marvel pela DC Comics, assinando um contrato de exclusividade. Mas, ironicamente, ao mesmo tempo volta para personagens do universo Marvel em seu primeiro roteiro para o cinema. Miller, por sua vez, está atualmente trabalhando na pré-produção do revival da franquia “O Exterminador do Futuro”, com produção de James Cameron.
Ellen Page enfrenta zumbis em trailer de terror indie
O estúdio indie IFC divulgou fotos, o pôster e o trailer de “The Cured”, filme de zumbis estrelado por Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). A prévia transmite muito suspense, cenas intensas e curiosas metáforas sobre homofobia, mas também deixa transparecer o baixo orçamento da produção. Originalmente intitulado “The Third Wave”, o filme extrapola um curta-metragem do diretor e roteirista David Freyne, intitulado “The First Wave” (2014), sobre um surto de epidemia zumbi. Estreia de Freyne em longa-metragem, a trama se passa após a descoberta de uma cura para a infecção. Mas o que seria o fim do problema é apenas o começo de outra situação perigosa, pois a sociedade não se mostra preparada para aceitar os ex-zumbis de braços abertos, levando à uma reação de revolta contra a intolerância, que precipita novo terror. A premissa pode parecer original no cinema, mas já foi vista numa série recente da TV britânica: “In the Flesh”, que teve duas temporadas entre 2013 e 2014. Além de Ellen Page, o elenco inclui Peter Campion (“Brooklyn”), Tom Vaughan-Lawlor (“Conexão Escobar”) e Sam Keeley (“No Coração do Mar”). Em exibição no circuito dos festivais internacionais, o filme ainda não tem estreia comercial marcada.
Ellen Page se casa em segredo com dançarina de Justin Bieber
A atriz Ellen Page se casou em segredo com a namorada, a dançarina e coreógrafa Emma Portner. “Mal posso acreditar que eu posso chamar essa mulher extraordinária de minha esposa”, escreveu a atriz na legenda de uma foto postada em seu perfil no Instagram, que mostra as mãos das duas com alianças. Portner também escreveu o mesmo texto em seu Instagram. Procurado pelo site da revista People, um assessor de imprensa da atriz confirmou que ela realmente se casou. O relacionamento das duas se tornou público durante o verão americano (inverno no Brasil). Emma é professora no Broadway Dance Center e já apareceu no clipe “Life Is Worth Living”, de Justin Bieber, além de ter participado da turnê Purpose, dançando para o cantor canadense. Ellen Page só se assumiu lésbica recentemente. Durante um discurso para a Campanha de Direitos Humanos de 2014, ela compartilhou sua preferência sexual na esperança de que falar sobre a sua experiência ajudasse outras pessoas que tivessem dificuldades com sua sexualidade. Seu primeiro filme após sair do armário foi “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, no qual foi surpreendida no set com aplausos dos colegas e da equipe. Até hoje lembrada pelo papel-título do filme “Juno” (2007) e como a X-Men Kitty Pryde, Ellen vai voltar a viver uma super-heroína em seu próximo trabalho, que também será a primeira série de sua carreira: a adaptação dos quadrinhos da “Academia Umbrella” para a Netflix. Can’t believe I get to call this extraordinary woman my wife. @emmaportner Uma publicação compartilhada por @ ellenpage em 3 de Jan, 2018 às 12:19 PST I get to call this incredible woman MY WIFE! @ellenpage I LOVE YOU! Uma publicação compartilhada por Emma Portner (@emmaportner) em 3 de Jan, 2018 às 12:19 PST
Atores de Game of Thrones e Misfits serão super-heróis na série da Academia Umbrella
A série baseada nos quadrinhos de “A Academia Umbrella” (The Umbrella Academy) definiu seu elenco de super-heróis. Além da atriz Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), que já tinha sido anunciada como Vanya, a produção da Netflix confirmou os atores Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”) como Luther, Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”) como Klaus, Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”) como Allison, David Castañeda (“Guerra dos Monstros”) no papel de Diego e o adolescente Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) foi escolhido como Número Cinco. Criada pelo vocalista da banda My Chemical Romance, Gerald Way, e ilustrada pelo brasileiro Gabriel Bá, “A Academia Umbrella” acompanha um grupo de seis crianças com poderes especiais, que são adotadas pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves com o objetivo de crescerem como heróis. Várias décadas depois de se separarem, eles são convocados a se reunir para enfrentar um dos seus integrantes originais. O roteiro do piloto foi escrito por Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, e circulava atrás de interessados há pelo menos dois anos, até chegar na Netflix. Já o showrunner responsável será Steve Blackman (produtor-roteirista de “Fargo”), com produção da NBCUniversal. Com dez episódios, a série vai estrear em 2018.
Ellen Page vai estrelar série baseada nos quadrinhos de A Academia Umbrella
A atriz Ellen Page vai voltar a viver uma heroína dos quadrinhos, após interpretar Kitty Pryde em dois filmes da franquia “X-Men”. Ela é o primeiro nome confirmado de “The Umbrella Academy”, adaptação de “A Academia Umbrella”, HQ do roqueiro Gerard Way (da banda My Chemical Romance) e do brasileiro Gabriel Bá, que vai virar série na Netflix. Publicada pela editora Dark Horse e premiada com o Eisner (o Oscar dos quadrinhos), “A Academia Umbrella” acompanha um grupo de seis crianças com poderes especiais, que são adotadas e criadas como uma família disfuncional pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves, com o objetivo de crescerem como heróis. Várias décadas depois de se separarem, eles são convocados a se reunirem para enfrentar um dos seus integrantes originais. A atriz será Vanya Hargreeves, também conhecido por seu nome de heroína, Violino Branco. Ela é a única dos filhos adotados de Hargreeves que não possui um dom extraordinário, mesmo tendo nascido no mesmo dia que seus irmãos superpoderosos. Insegura, Vanya luta para encontrar seu lugar no mundo. O roteiro do piloto foi escrito por Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, e circulava atrás de interessados há pelo menos dois anos, até chegar na Netflix. Já o showrunner responsável será Steve Blackman (produtor-roteirista de “Fargo”), com produção da NBCUniversal. Ainda não há previsão para a estreia.
Anna Paquin confirma denúncia de homofobia de Ellen Page contra Brett Ratner
A atriz Anna Paquin, que viveu Vampira na franquia “X-Men”, confirmou nas redes sociais as acusações que Ellen Page fez contra o diretor Brett Ratner. Page afirmou que sofreu com a homofobia do diretor, ao ter sua homossexualidade escancarada por ele na primeira reunião do elenco de “X-Men: O Confronto Final” (2006). De acordo com Page, ela tinha 18 anos quando chegou no primeiro dia de trabalho de “X-Men: O Confronto Final” (2006), no qual interpretou a mutante Kitty Pryde, quando Brett Ratner fez uma piadinha homofóbica que expôs sua sexualidade para todos os presentes. “Ele olhou para uma mulher próxima de mim, dez anos mais velha, apontou para mim e disse: ‘Você deveria fod*-la para ela perceber que é lésbica’”, Page recordou, num longo texto sobre assédio em Hollywood, publicado em seu Facebook. “Eu estava lá quando ele (Ratner) fez esse comentário. Eu te apoio Ellen Page”, escreveu Paquin no Twitter. Page revelou que ficou desconfortável com as atitudes homofóbicas e machistas do diretor durante todo o período de filmagens. Ela ainda relatou ter escutado ele falar sobre a vagina de uma das mulheres do set. “Eu era uma jovem adulta que ainda não tinha assumido para mim mesmo. Eu sabia que era gay, mas não sabia, por assim dizer. Senti-me violada quando isto aconteceu. Olhei para os meus pés, não disse nada e vi que ninguém o fez. Este homem começou os nossos meses de filmagens num encontro de trabalho com este terrível e incontestado ato. Ele ‘me tirou do armário’ sem consideração pelo meu bem-estar, um ato que todos reconhecemos como homofóbico. A partir daí, comecei a vê-lo no set dizendo coisas degradantes para as mulheres (…) como ‘boc*tas caídas'”. “Esta saída forçada e pública do armário me deixou com sentimento de vergonha por muito tempo, um dos resultados mais destrutivos da homofobia. Fazer com que alguém se sinta envergonhado de quem é, é uma manipulação cruel, concebida para oprimir e reprimir. Fui roubada de mais do que autonomia sobre a minha capacidade de me definir. O comentário de Ratner foi repetido em minha mente muitas vezes ao longo dos anos, todas as vezes que eu encontrei homofobia e tive que lidar com sentimentos de relutância e incerteza sobre meu futuro na indústria do entretenimento”, ela acrescentou. Questionada por seus seguidores porque não disse nada no momento em que ouviu o comentário, Paquin acrescentou: “Se você não consegue pensar na razão óbvia de porquê eu fiquei em silêncio, então talvez tenha esquecido que eu estou nesta indústria criadora de vítimas desde antes de atingir a puberdade”. Anna Paquin venceu o Oscar por “O Piano” (1994), aos 11 anos de idade, tornando-se a segunda atriz mais jovem a conquistar um troféu da Academia. E, por seu comentário, também deve ter histórias para contar, que não está contando. Por sua vez, Brett Ratner está envolvido na onda de escândalos que assola Hollywood, após ser acusado de abuso sexual em uma reportagem do jornal Los Angeles Time, publicada no dia 1 de novembro. Entre as mulheres que o denunciaram estão as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). I was there when that comment was made. I stand with you .@EllenPage https://t.co/DEIvKDXeEL — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017 If you can't think of the glaringly obvious reason I remained silent then perhaps you've forgotten that I've been in this victim grooming industry since before I hit puberty. — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017
Ellen Page acusa Brett Ratner de homofobia nas filmagens de X-Men: O Confronto Final
A atriz Ellen Page publicou um longo post em sua conta pessoal no Facebook onde reflete sobre as diversas acusações de abuso sexual em Hollywood, revelando momentos conturbados que ela própria passou durante sua carreira. Logo no começo, ela destaca ter sofrido um ataque homofóbico do diretor Brett Ratner, um dos nomes envolvidos em escândalos sexuais. De acordo com a atriz, ela tinha 18 anos quando chegou no primeiro dia de trabalho para o encontro com o elenco de “X-Men: O Confronto Final” (2006), no qual interpretou a mutante Kitty Pryde, quando Brett Ratner fez uma piadinha homofóbica que expôs sua sexualidade para todos os presentes. “Ele olhou para uma mulher próxima de mim, dez anos mais velha, apontou para mim e disse: ‘Você deveria fod*-la para ela perceber que é lésbica’. Ele era o diretor do filme, Brett Ratner”, ela recordou. “Eu era uma jovem adulta que ainda não tinha assumido para mim mesmo. Eu sabia que era gay, mas não sabia, por assim dizer. Senti-me violada quando isto aconteceu. Olhei para os meus pés, não disse nada e vi que ninguém o fez. Este homem começou os nossos meses de filmagens num encontro de trabalho com este terrível e incontestado ato. Ele ‘me tirou do armário’ sem consideração pelo meu bem-estar, um ato que todos reconhecemos como homofóbico. A partir daí, comecei a vê-lo no set dizendo coisas degradantes para as mulheres (…) como ‘boc*tas caídas'”. “Esta saída forçada e pública do armário me deixou com sentimento de vergonha por muito tempo, um dos resultados mais destrutivos da homofobia. Fazer com que alguém se sinta envergonhado de quem é, é uma manipulação cruel, concebida para oprimir e reprimir. Fui roubada de mais do que autonomia sobre a minha capacidade de me definir. O comentário de Ratner foi repetido em minha mente muitas vezes ao longo dos anos, todas as vezes que eu encontrei homofobia e tive que lidar com sentimentos de relutância e incerteza sobre meu futuro na indústria do entretenimento”, ela acrescentou. Ratner também foi descrito como misógino pelas mulheres que o acusaram de abuso sexual em uma reportagem do jornal Los Angeles Time, publicada no dia 1 de novembro, entre elas as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). Ellen Page também lembrou outras situações inconvenientes de sua carreira. Sem citar o nome do diretor, ela contou ter sido assediada aos 16 anos de idade. “Quando eu tinha 16 anos, um diretor me levou para jantar (uma obrigação profissional bem comum). Ele acariciou minha perna debaixo da mesa e disse: “Você tem que tomar a iniciativa, eu não posso”. Eu não tomei e tive a sorte de me afastar dessa situação. Mas foi uma percepção dolorosa: minha segurança não estava garantida no trabalho. Uma figura de autoridade adulta para quem eu trabalhava pretendia me explorar fisicamente. Fui assaltada sexualmente meses depois. E um diretor pediu que eu transasse com um homem de 20 e poucos anos e depois lhe contasse. Isto foi o que me aconteceu durante os meus 16 anos, um adolescente na indústria do entretenimento”. Ela comentou que, enquanto vítimas sofrem, os abusadores seguem festejados em Hollywood. E, neste contexto, menciona que o maior erro de sua carreira foi ter trabalhado com Woody Allen, que foi acusado de ter abusado de sua filha. “Fiz um filme do Woody Allen e é o maior arrependimento da minha carreira. Tenho vergonha de ter feito isto. Eu ainda tinha que encontrar a minha voz e não era quem eu sou agora e me senti pressionada, porque “Claro que você tem que dizer sim a este filme Woody Allen”. No final das contas, no entanto, é minha responsabilidade decidir que fazer e fiz a escolha errada. Cometi um erro terrível.” A atriz participou de “Para Roma, com Amor” (2012), de Allen. Desde então, se assumiu lésbica. E voltou a ser convidada a viver a mutante Kitty Pryde em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), logo após sair do armário publicamente. Desta vez, sem traumas.
Além da Morte é o terror pior avaliado do ano com 0% de aprovação
A estreia de “Além da Morte” na sexta-feira (29/9) nos Estados Unidos rendeu rejeição unânime da crítica. Sabendo a bomba que tinha nas mãos, a Sony não exibiu o filme para a imprensa, mas as críticas foram escritas assim que ele abriu nos cinemas. E o resultado foi 0% de aprovação no site Rotten Tomatoes, um consenso absoluto, que faz do remake/reboot de “Linha Mortal” (Flatliners) um recordista na categoria dos filmes ruins. Veja algumas das opiniões da crítica abaixo: “Um fiasco sem susto… ainda mais sem graça e tedioso que o original” – Rolling Stone. “Por mais dispensáveis que sejam os reboots, ‘Além da Morte’ não oferece nenhum motivo para reanimar essa propriedade expirada há muito tempo” – Variety. “O reboot que ninguém pediu do filme que ninguém lembra direito chegou… e é natimorto, com nada novo para dizer e nenhum jeito novo de dizê-lo” – Flick Filosopher. “O conceito é usado apenas como desculpa para mais um filme de assombração mal-feita, que deixa ‘Além da Morte’ igual a tantos outros” – The Hollywood Reporter. “Há pouco mistério e pouco profundamento para os personagens” – Time Out. “Um remake agonizante e tedioso” – Indiewire. “‘Além da Morte’ redefine a expressão ‘meh’ (inexpressivo)” – The New York Times O novo filme tem mais personagens femininas que o original, mas a conta a mesma história e sem o mesmo apelo visual do longa de 1990. Um grupo de médicos residentes decide investigar o que existe após a morte, experimentando morrer por alguns minutos e voltar para compartilhar o que viram. Não demora e a experiência se transforma em competição para ver quem fica mais tempo morto, até a experiência mostrar suas consequências, ainda que sejam apenas uma versão sobrenatural dos “12 passos” dos Alcoólatras Anônimos, com arrependimento e pedidos de desculpas obrigatórios. O elenco traz Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Diego Luna (“Rogue One”), Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”), James Norton (minissérie “Guerra e Paz”), Kiersey Clemons (série “Extant”) e, escondido na divulgação, Keifer Sutherland, astro do primeiro filme, em participação especial. O roteiro foi escrito por Ben Ripley (“Contra o Tempo”) e a direção é do dinamarquês Niels Arden Oplev (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”). A estreia está marcada para 19 de outubro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.












