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  • Filme

    Angelina Jolie ameaça Michelle Pfeiffer em comercial de Malévola 2

    8 de agosto de 2019 /

    A Disney divulgou um novo comercial internacional de “Malévola: Dona do Mal”. A prévia é focada na rivalidade entre a personagem do título, vivida por Angelina Jolie, e da Rainha Ingrith (Michelle Pfeiffer). Malévola usa tom ameaçador para impedir o destino de Aurora (Elle Fanning). Nesta versão do conto de fadas, a Malévola de Angelina Jolie é malvada só de nome e supera suas tendências sombrias para criar a Princesa Aurora como sua própria filha. Mas este não foi o final feliz da história. Ao decidir se casar com o Príncipe Felipe (Harris Dickinson), Aurora cria uma nova ameaça para Malévola na forma de sua sogra, a Rainha Ingrith, que resolve se tornar uma “mãe de verdade” para a jovem. Furiosa, Malévola deixa seus piores instintos prevalecerem ao entrar em guerra contra a mãe de Filipe. “Malévola: Dona do Mal” foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”). A direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) e as novidades do elenco também incluem Ed Skrein (“Deadpool”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). A estreia em 17 de outubro vai encerrar um ano repleto de lançamentos de versões live-action de animações da Disney, após “Dumbo”, “Aladdin” e “O Rei Leão” – sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo”, anunciado para streaming.

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  • Série

    Looking for Alaska: Série baseada no livro de John Green ganha primeiro teaser e fotos

    26 de julho de 2019 /

    A Hulu divulgou o primeiro teaser e cinco fotos da minissérie “Looking for Alaska”, inspirada no livro homônimo de John Green, que foi lançado no Brasil com o título “Quem É Você, Alasca?”. O clima da prévia, que retrata jovens amigos no interior dos EUA, em cenas à beira de um lago, é reminiscente da famosa série teen dos anos 1990 “Dawson’s Creek”. Primeiro livro de John Green (conhecido pelo estouro de “A Culpa É das Estrelas”), “Quem É Você, Alasca?” acompanha um adolescente chamado Miles Halter, que se muda para uma nova cidade, onde faz novos amigos e conhece a bela Alasca, por quem se apaixona, enquanto descobre que ela não é tão perfeita quanto ele imaginava. Miles é interpretado por Charlie Plummer (John Paul Getty III em “Todo o Dinheiro do Mundo”), Alaska é vivida por Kristine Froseth (de “Sierra Burgess É uma Loser”) e o brasileiro Henry Zaga (“13 Reasons Why?”) encarna Jake, o namorado charmoso dela. O elenco também inclui Jordan Connor (o Sweet Pea de “Riverdale”), Jay Lee (“American Vandal”), Sofia Vassilieva (“Medium”), Uriah Shelton (“Garota Conhece o Mundo”), Roman Armstrong (“Queen Sugar”) e Landry Bender (“Fuller House”). A obra chegou a ser cotada para o cinema, com Elle Fanning no papel de Alaska, mas após a baixa bilheteria de “Cidades de Papel”, segunda adaptação cinematográfica de Green, o projeto foi cancelado. O formato de série, por outro lado, permitirá maior liberdade para a exploração da trama, já que o livro causou certa polêmica e chegou a ser banido de diversas escolas dos EUA por fazer descrição de sexo entre adolescentes. A adaptação está cargo de Josh Schwartz, o criador de “Chuck” e “Gossip Girl”, que atualmente se divide entre o novelão de “Dynasty” e os super-heróis de “Runaways”. Ele estava envolvido com o projeto original do filme e tem sido um entusiasta do livro desde que a Paramount adquiriu os direitos em 2005. A produção está a cargo da Paramount TV e da Fake Empire, empresa de Schwartz e sua sócia criativa Stephanie Savage. Os dois trabalharão como showrunners da série, com consultoria do próprio Green. “Looking for Alaska” será lançada pela plataforma de streaming Hulu em 18 de outubro.

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  • Filme

    Angelina Jolie e Michelle Pfeiffer entram em guerra no trailer épico de Malévola 2

    8 de julho de 2019 /

    A Disney divulgou o trailer completo legendado de “Malévola: Dona do Mal”, que continua a revisão da fábula encantada “A Bela Adormecida”. Nesta versão do conto de fadas, a Malévola de Angelina Jolie é malvada só de nome e supera suas tendências sombrias para criar a Princesa Aurora (Elle Fanning) como sua própria filha. Mas este não foi o final feliz da história, como mostra a prévia épica da sequência. Ao decidir se casar com o Príncipe Felipe (Harris Dickinson), Aurora cria uma nova ameaça para Malévola na forma de sua sogra, a Rainha Ingrith, vivida por Michelle Pfeiffer (“Homem-Formiga e a Vespa”), que resolve se tornar uma “mãe de verdade” para a jovem. Furiosa, Malévola deixa seus piores instintos prevalecerem ao entrar em guerra contra a mãe de Filipe. Mas as manipulações e batalhas ao estilo “Game of Thrones” são apenas o começo, como demonstra a aparição de outras “criaturas”. “Malévola: Dona do Mal” foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”). A direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) e as novidades do elenco também incluem Ed Skrein (“Deadpool”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). A estreia em 17 de outubro vai encerrar um ano repleto de lançamentos de versões live-action de animações da Disney, após “Dumbo”, “Aladdin” e “O Rei Leão” – sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo”, anunciado para streaming.

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  • Filme

    Novo filme de Woody Allen ganha data de estreia no Brasil

    21 de maio de 2019 /

    O último filme do diretor Woody Allen, “A Rainy Day in New York”, vai ser lançado no Brasil. O cineasta readquiriu direitos sobre a obra, após processar a Amazon por descumprir seu contrato de distribuição – o processo, por sinal, ainda segue na justiça. Com isso, a obra começa a ganhar datas de estreia em vários países. As exibições vão começar pela França, em 18 de setembro, e passarão por Itália, Espanha, Alemanha, Portugal e até Argentina antes de chegar ao Brasil, onde será lançado pela Imagem Filmes em 26 de dezembro. Alterações nestas datas, no entanto, ainda podem ser feitas. O contrato de Allen com a Amazon garantia a produção e distribuição de quatro filmes do cineasta, incluindo “A Rainy Day in New York”. Após o lançamento ser cancelado, Allen entrou com um processo de US$ 68 milhões contra o estúdio, alegando quebra de contrato. De acordo com o cineasta, a desistência se deu por uma “acusação sem fundamento (de abuso sexual) de 25 anos atrás”, que não contém nenhum fato novo. A Amazon alega que o fato novo é o movimento #MeToo, que tornou inviável financeiramente a continuidade do contrato. Pronto há mais de um ano, o filme foi engavetado pela Amazon após o diretor virar alvo de uma campanha destrutiva de sua filha Dylan Farrow, que aproveitou o movimento #MeToo para desenterrar antigas acusações de abuso contra o cineasta. Ela afirma ter sido molestada quando criança por Allen, há cerca de três décadas. O diretor nega tudo e acusa sua ex, Mia Farrow, de lavagem cerebral. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão de Allen, que não foi condenado quando o caso foi levado a tribunal em 1990, durante a disputa da guarda das crianças, e nunca foi acusado de abuso por nenhuma atriz com quem trabalhou ao longo de meio século de carreira. Mas o movimento #MeToo decidiu apoiar Dylan, que prometeu, em entrevista televisiva, que iria acabar com a carreira de Woody Allen. Graças à pressão contra o diretor, vários atores que trabalharam com Allen disseram publicamente que não voltariam a filmar com ele, inclusive dois integrantes do elenco de “A Rainy Day in New York”, Timothée Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”) e Rebecca Hall (“Vicky Cristina Barcelona”), que decidiram doar seus salários para instituições de caridade após a entrada do #MeToo em cena. Para complicar ainda mais, o tema do filme entrou na usina de rumores das redes sociais, levando muitas publicações a noticiarem que a trama explorava o relacionamento de uma adolescente, vivida por Elle Fanning (“Espírito Jovem”), com um homem muito mais velho, que seria o personagem de Jude Law (“Capitã Marvel”) ou de Liev Schreiber (“Ray Donovan”). Isto toraria o filme difícil de ser aceito nos tempos atuais. Entretanto, o primeiro trailer da obra, divulgado pelo próprio Woody Allen em seu Facebook no fim de semana, não mostra nada disso – há um motivo plausível para a atração da personagem de Fanning por homens mais velhos e não é sexo – , deixando claro que Allen tem sido vítima de fake news.

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  • Filme

    Novo filme de Woody Allen rompe boicote, ganha primeiro trailer e desmascara fake news

    18 de maio de 2019 /

    Woody Allen divulgou em sua página no Facebook o primeiro trailer de “A Rainy Day in New York”. Pronto há mais de um ano, o filme foi engavetado pela Amazon, após o diretor virar alvo de uma campanha destrutiva de sua filha Dylan Farrow, que aproveitou o movimento #MeToo para desenterrar acusações de abuso contra o cineasta. Ela afirma ter sido molestada quando criança por Allen, há cerca de três décadas. O diretor nega tudo e acusa sua ex, Mia Farrow, de lavagem cerebral. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão de Allen, que não foi condenado quando o caso foi levado a tribunal em 1990, durante a disputa da guarda das crianças, e nunca foi acusado de abuso por nenhuma atriz com quem trabalhou ao longo de meio século de carreira. Mas Dylan prometeu, em entrevista televisiva, que iria acabar com a carreira de Woody Allen. E cumpriu. Vários atores que trabalharam com Allen disseram publicamente que não voltariam a filmar com o diretor, inclusive parte do elenco de “A Rainy Day in New York”, após a repercussão da campanha negativa. Para complicar ainda mais, o tema do filme entrou na usina de rumores das redes sociais, levando muitas publicações a noticiarem que a trama explorava o relacionamento de uma adolescente, vivida por Elle Fanning (“Espírito Jovem”), com um homem muito mais velho, que seria o personagem de Jude Law (“Capitã Marvel”) ou de Liev Schreiber (“Ray Donovan”). Isto toraria o filme difícil de ser aceito nos tempos atuais. Entretanto, o trailer não mostra nada disso – há um motivo plausível para a atração da personagem de Fanning por homens mais velhos e não é sexo – , deixando claro que Allen tem sido vítima de fake news. A prévia detalha toda a história, que é bastante envolvente. Elle Fanning é uma universitária que consegue uma entrevista exclusiva com um importante diretor de cinema (Liev Schreiber) em Nova York, e viaja com seu namorado (Timothée Chalamet, de “Me Chame pelo Seu Nome”) para passar um fim de semana romântico na cidade. Mas em plena entrevista o diretor revela passar por uma crise e convida a jovem a acompanhar os bastidores de seu novo filme, colocando-a em contato com outros integrantes da indústria, como os personagens de Jude Law e Diego Luna (“Rogue One”), um galã seguido por paparazzi que confundem Fanning com uma namorada. Ao mesmo tempo, ela se entusiasma com o acesso irrestrito e a possibilidade de um furo de reportagem, esquecendo o namorado. As horas passam, o namorado fica cada vez mais nervoso, mas também acaba se envolvendo numa filmagem, onde precisa beijar uma atriz interpretada por Selena Gomez (“Os Mortos Não Morrem”). A trama se complica e começa a chover. Allen processou a Amazon por não lançar o filme nem cumprir o contrato que previa a produção de seus próximos longas. A Amazon topou a briga e disse que não ia lançar mesmo, porque Allen ficou radioativo devido ao #MeToo. Mas a história não termina assim. Uma distribuidora italiana resolveu ignorar a campanha contra Allen e rompeu o boicote. Foi seguida por outra distribuidora na Alemanha. Com o lançamento na Europa, críticas positivas podem influenciar no futuro não apenas de “A Rainy Day in New York” mas do próprio cineasta, que tem planos para filmar sua próxima obra na Espanha. Confira abaixo como a acusação de pedofilia disparada contra “A Rainy Day in New York” não passa de fake news. Rainy Day trailer The official trailer for "A Rainy Day in New York". Publicado por Woody Allen em Sexta-feira, 17 de maio de 2019

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  • Filme

    Malévola: Dona do Mal ganha primeiro trailer legendado

    13 de maio de 2019 /

    A Disney divulgou o primeiro trailer legendado da continuação de “Malévola”, que traz Angelina Jolie em clima de Rainha do Mal – ou, como revela o título nacional da produção: “Dona do Mal”. O filme original, lançado em 2014, fez mais de US$ 750 milhões nas bilheterias mundiais, ao revisitar o famoso conto de fadas da “Bela Adormecida” sob o ponto de vista da vilã. A trama mostrava que Malévola foi vítima da ganância de um rei inescrupuloso, que cortou suas asas e a abandonou para reinar sobre o sombrio pântano mágico do reino. Mas a prévia mostra a personagem como uma bruxa aterradora, de grandes asas negras, que volta a ameaçar o reino e assustar a Princesa Aurora (novamente vivida por Elle Fanning). Entre as novidades do elenco estão Michelle Pfeiffer (“Homem-Formiga e a Vespa”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). “Malévola: Dona do Mal” foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”) e a direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). A estreia em 17 de outubro vai encerrar um ano repleto de lançamentos de versões live-action de animações da Disney, após “Dumbo”, “O Rei Leão” e “Aladdin” – sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo” em streaming.

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  • Série

    Brasileiro de 13 Reasons Why entra na série baseada no livro Quem É Você, Alasca?

    12 de maio de 2019 /

    O ator brasileiro Henry Zaga, que vive Brad em “13 Reasons Why”, entrou no elenco da minissérie “Looking for Alaska”, inspirado no livro de John Green, que foi lançado no Brasil com o título “Quem É Você, Alasca?”. O primeiro livro de John Green, que se tornou conhecido pelo estouro de “A Culpa É das Estrelas”, acompanha um adolescente chamado Miles Halter, que tem uma rotina completamente sem graça até conhecer a bela Alasca, por quem se apaixona, enquanto descobre que ela não é tão perfeita quando ele imaginava. O papel de Miles será interpretado por Charlie Plummer (John Paul Getty III em “Todo o Dinheiro do Mundo”), Alaska será vivida por Kristine Froseth (de “Sierra Burgess É uma Loser”) e Henry Zaga encarnará Jake, o namorado charmoso da jovem do título. A obra chegou a ser cotada para o cinema, com Elle Fanning no papel de Alaska, mas após a baixa bilheteria de “Cidades de Papel”, segunda adaptação cinematográfica de Green, o projeto foi cancelado. O formato de série, por outro lado, permitirá maior liberdade para a exploração da trama, já que o livro causou certa polêmica e chegou a ser banido de diversas escolas dos EUA por fazer descrição de sexo entre adolescentes. A adaptação está cargo de Josh Schwartz, o criador de “Chuck” e “Gossip Girl”, que atualmente se divide entre o novelão de “Dynasty” e os super-heróis de “Runaways”. Ele estava envolvido com o projeto original do filme e tem sido um entusiasta do livro desde que a Paramount adquiriu os direitos em 2005. A produção está a cargo da Paramount TV e da Fake Empire, empresa de Schwartz e sua sócia criativa Stephanie Savage. Os dois trabalharão como showrunners da série, com consultoria do próprio Green. “Looking for Alaska” será lançada pela plataforma de streaming Hulu, mas ainda não tem previsão de estreia. Henry Zaga também estará na vindoura série “Trinkets”, da Netflix, e no filme “Os Novos Mutantes”, último lançamento do universo dos X-Men produzido pela Fox, que, após vários adiamentos, será lançado em abril de 2020.

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  • Filme,  Música

    Elle Fanning vira cantora no trailer legendado de Espírito Jovem

    6 de maio de 2019 /

    A Diamond divulgou o trailer legendado de “Espírito Jovem” (Teen Spirit), drama indie em que Elle Fanning (“O Estranho que Nós Amamos”) vive uma aspirante a cantora pop. Na trama, ela interpreta Violet, uma adolescente britânica que sonha com o estrelato musical como uma maneira de escapar da vida rural na Ilha de Wight. Com a ajuda não convencional de um aspirante a empresário (Zlatko Buric, de “Contra o Tempo”), ela decide entrar em uma competição de calouros ao estilo de “American Idol”, algo que a testará em todos os aspectos. Fanning chamou a atenção da crítica por usar sua própria voz para cantar no filme e surpreendeu pelo talento vocal demonstrado, que sugere uma carreira paralela em potencial. A música que ela canta no trailer é “Light”, da cantora Ellie Goulding. E o trailer avisa que ela também vai cantar músicas de Robyn, Tegan & Sara, Annie Lennox e outros artistas. Além de Fanning e Buric, o elenco ainda destaca Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), Millie Brady (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Elizabeth Berrington (“Na Mira do Chefe”). O roteiro e a direção são de outro jovem talento que até então era conhecido apenas como ator: Max Minghella (de “The Handmaid’s Tale”), em sua estreia atrás das câmeras – após ter se aventurado como roteirista em “A Nona Vida de Louis Drax” (2016). Max é filho do premiado cineasta Anthony Minghella, vencedor do Oscar por “O Paciente Inglês” (1996), que, por sinal, nasceu na Ilha de Wight. A première mundial aconteceu no Festival de Toronto 2018 e a estreia comercial se deu no mês passado nos Estados Unidos. O lançamento no Brasil, porém, ainda vai demorar: foi marcado apenas para 20 de junho.

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  • Filme

    Júri do Festival de Cannes terá Elle Fanning e diretores de A Favorita e Guerra Fria

    29 de abril de 2019 /

    A organização do Festival de Cannes 2019 anunciou os membros do júri principal do evento, que decidirá qual filme levará a prestigiada Palma de Ouro. Os novos nomes vão se juntar ao cineasta mexicano Alejandro González Iñárritu, vencedor do Oscar por “Birdman” e “O Regresso”, que tinha sido anunciado anteriormente como presidente do júri. Os jurados se dividem igualmente por gêneros. São quatro mulheres: a atriz americana Elle Fanning (“Demônio de Neon”), de apenas 21 anos e já vasta carreira, a diretora americana Kelly Reichardt (“Certas Mulheres”), a cineasta italiana Alice Rohrwacher (“Lazzaro Felice”) e a atriz senegalesa Maimouna N’Diaye (“Eye of the Storm”). E mais quatro homens: o quadrinista e cineasta francês Enki Bilal (“Immortal”), o cineasta francês Robin Campillo (“120 Batimentos por Minuto”), o diretor grego Yorgos Lanthimos (“A Favorita”) e o diretor polonês Pawel Pawlikowski (“Guerra Fria”). Entre os concorrentes já revelados à Palma de Ouro, estão cineastas como o espanhol Pedro Almodóvar, o inglês Ken Loach, o americano Terrence Malick e o brasileiro Kleber Mendonça Filho. A edição de 2019 do festival ocorre entre os dias 14 e 25 de maio na Riviera Francesa.

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  • Filme,  Música

    Teen Spirit: Elle Fanning vira cantora em clipe com cenas de seu novo filme

    18 de março de 2019 /

    A Interscope Records divulgou um clipe do filme “Teen Spirit”, que traz a atriz Elle Fanning (“O Estranho que Nós Amamos”) cantando a música “Dancing On My Own”, da artista sueca Robyn. Na trama, ela interpreta Violet, uma adolescente britânica que sonha com o estrelato musical como uma maneira de escapar de sua vida proletária na Ilha de Wight. Com a ajuda não convencional de um aspirante a empresário (Zlatko Buric, de “Contra o Tempo”), ela decide entrar em uma competição de calouros ao estilo de “American Idol”, algo que a testará em todos os aspectos. Fanning chamou a atenção da crítica por usar sua própria voz para cantar no filme e surpreendeu pelo talento vocal demonstrado, que sugere uma carreira paralela em potencial. O disco da trilha vai testar essa hipótese. O repertório é baseado nas músicas que ela canta no filme, o que inclui hits de Ellie Goulding, Tegan & Sara, Annie Lennox e outros artistas. O roteiro e a direção são de outro jovem talento que até então era conhecido apenas como ator: Max Minghella (de “The Handmaid’s Tale”), em sua estreia atrás das câmeras – após ter se aventurado como roteirista em “A Nona Vida de Louis Drax” (2016). A première mundial aconteceu no Festival de Toronto 2018 e a estreia comercial está marcada para 5 de abril nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Angelina Jolie ilustra primeiro pôster da continuação de Malévola, que ganhou título oficial e data de estreia

    6 de março de 2019 /

    A Disney divulgou o primeiro pôster da continuação de “Malévola”, que destaca Angelina Jolie e revela o título oficial da produção. A sequência vai se chamar, em inglês, “Maleficent: Mistress of Evil”. O cartaz também revela uma nova data de estreia: 18 de outubro de 2019 nos EUA – ainda sem confirmação no Brasil. A expectativa era que o longa só chegasse aos cinemas em 2020 para evitar o acúmulo de versões live-action de animações da Disney. Com o adiantamento, o estúdio vai lançar mais fábulas que filmes da Marvel em 2019 – além do segundo filme de “Malévola”, chegam ainda este ano “Dumbo”, “O Rei Leão” e “Aladdin”, sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo” em streaming. A produção será a segunda continuação da atual leva de adaptações live-action da Disney. A primeira foi “Alice Através do Espelho”, que fracassou em 2016. O filme original, lançado em 2014, fez mais de US$ 750 milhões nas bilheterias mundiais, ao revisitar o famoso conto de fadas da “Bela Adormecida” sob o ponto de vista da vilã. A trama mostrava que Malévola foi vítima da ganância de um rei inescrupuloso, que cortou suas asas e a abandonou para reinar sobre o sombrio pântano mágico do reino. Além de Jolie de volta ao papel-título, o novo filme também trará Elle Fanning novamente como a princesa Aurora. Já as novidades no elenco ficam por conta de Michelle Pfeiffer (“Homem-Formiga e a Vespa”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). A sequência foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”) e a direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”).

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  • Série

    Elle Fanning será a imperatriz Catarina, a Grande, em minissérie

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma Hulu anunciou a produção de “The Great”, série de época estrelada por Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) no papel da imperatriz russa Catarina, a Grande, que reinou 1762 e 1796. A trama vai se centrar na ascensão ao trono de Catarina II e sua relação conflituosa com o marido, o czar Pedro III, imperador da Rússia, que será vivido por Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”). Criada por Tony McNamara, que concorre ao Oscar 2019 como roteirista de “A Favorita”, a produção representa o primeiro papel significativo de Fanning numa série e um retorno ao formato para Hoult, que ganhou projeção a partir de “Skins”, em 2007. Curiosamente, a série vai enfrentar concorrência de uma produção similar. A HBO está produzindo “Catherine the Great”, uma minissérie sobre o final do reinado da imperatriz, que será estrelada por Helen Mirren (“A Rainha”). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme,  Música

    Elle Fanning vira caloura de reality musical no primeiro trailer completo de Teen Spirit

    27 de dezembro de 2018 /

    A Bleeker Street divulgou o primeiro trailer completo de “Teen Spirit”, drama indie em que Elle Fanning (“O Estranho que Nós Amamos”) vive uma aspirante a cantora pop. Na trama, ela interpreta Violet, uma adolescente britânica que sonha com o estrelato musical como uma maneira de escapar de sua vida proletária na Ilha de Wight. Com a ajuda não convencional de um aspirante a empresário (Zlatko Buric, de “Contra o Tempo”), ela decide entrar em uma competição de calouros ao estilo de “American Idol”, algo que a testará em todos os aspectos. Fanning chamou a atenção da crítica por usar sua própria voz para cantar no filme e surpreendeu pelo talento vocal demonstrado, que sugere uma carreira paralela em potencial. A música que ela canta no trailer é “Dancing on My Own”, da cantora sueca Robyn. E o trailer avisa que ela também vai cantar músicas de Ellie Goulding, Tegan & Sara, Annie Lennox e outros artistas. Além de Fanning e Buric, o elenco ainda destaca Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), Millie Brady (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Elizabeth Berrington (“Na Mira do Chefe”). O roteiro e a direção são de outro jovem talento que até então era conhecido apenas como ator: Max Minghella (de “The Handmaid’s Tale”), em sua estreia atrás das câmeras – após ter se aventurado como roteirista em “A Nona Vida de Louis Drax” (2016). Max é filho do premiado cineasta Anthony Minghella, vencedor do Oscar por “O Paciente Inglês” (1996), que, por sinal, nasceu na Ilha de Wight. A première mundial aconteceu no Festival de Toronto 2018 e a estreia comercial está marcada para abril nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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