Primeiras impressões de Alita: Anjo de Combate chamam filme de “maravilha” e “marco da sci-fi”
“Alita: Anjo de Combate” teve suas primeiras sessões para a imprensa, gerando repercussão extremamente positiva nas redes sociais, pouco mais de um mês antes de sua estreia. Os elogios são rasgadíssimos. De “marco da sci-fi” à “uma maravilha da computação gráfica”, que tem só um problema, como disse o editor do site JoBlo, Paul Shirley: “a vontade de ver mais, o que é um bom problema para ter”. Shirley ainda descreveu a produção como “uma jornada selvagem e visceral que oferece ação incrível, um mundo virtual imersivo e uma quantidade surpreendente de peso emocional” e ainda destacou que a protagonista, criada com ajuda de muita computação gráfica, “é totalmente desenvolvida, forte, falha, cativante e rebelde”. Hector Navarro, um freelance de Los Angeles, juntou-se ao coro, ao conclamar: “Mal posso esperar para que todos vejam! Mais adaptações de anime/mangá como essa, por favor”. Chris Sylvia, da Regal Movies, ainda destacou que o filme deve ser visto em 3D, pela forma imersiva como usa a tecnologia. “Alita chuta bundas a sério”, ele elogiou. “Deve ser experimentado em 3D.” Max Evry, editor do ComingSoon, foi quem chamou “Alita” de “um marco no gênero sci-fi, com mergulhos imersivos no mundo do futuro”. Ele também elogiou “a performance fotorrealista” de Rosa Salazar, “surpreendentemente cheia de nuances”, e repetiu o “problema” do filme. “A única queixa é que me deixou querendo mais”. Yen Yamato, do Los Angeles Times, replicou quase com as mesmas palavras, ao descrever o filme de “uma maravilha fotorrealista de computação gráfica, que ganha vida explosiva na performance incrivelmente sutil de Rosa Salazar”. A jornalista ainda acrescenta que a atriz “é carismática, hilária e uma estrela”. A história adapta o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita, que é encontrada em um ferro-velho por um cientista. Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). Além de Rosa Salazar (de “Bird Box”), recriada digitalmente no papel-título, o elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). A estreia está marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Cena de ação de Alita: Anjo de Combate chama atenção por sua mistura de realismo e animação
A Fox divulgou uma cena inédita de “Alita: Anjo de Combate”, que destaca uma luta da protagonista contra vários robôs assassinos. Totalmente feita por computação gráfica, a cena tem resultado bem realista, sem abandonar sua clara inspiração anime. O limite é tão tênue que deixa dúvida: “Alita: Anjo de Combate” é live-action ou animação? Supostamente um filme com atores reais, a produção não esconde sua referência anime. Ao contrário, transforma a protagonista via CGI, diferenciando-a do elenco “normal” pelo design de olhos desproporcionalmente grandes, além do esqueleto metálico, mas sem perder de vista a aparência de sua intérprete, a jovem Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”). A opção estética dos olhos grandes replica a característica mais marcante dos quadrinhos e animação japoneses desde Osamu Tezuka. E, como muitos sabem, o material original é realmente japonês, um mangá criado por Yukito Kishiro em 1990. Entretanto, toda a produção é americana, o que faz os olhos de anime contrastarem ainda mais com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pela escalação de Scarlett Johanson como uma ciborgue “ocidentalizada”, será interessante observar como a reversão será encarada – uma atriz ocidental filmada como desenho japonês. Mas este não é o único detalhe que caracteriza a produção hollywoodiana. Diversos personagens dos mangás tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, replicando o que aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos originais, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que ela perdeu suas memórias e passa a tratá-la como sua filha. Mas Alita demonstra ser uma expert em artes marciais e logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. No filme, o personagem interpretado por Christoph Waltz (“Django Livre”) se chama Dr. Dyson Ido. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”), que tratou de defender a sua própria cultura, escalando uma atriz latina no papel-título. O elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). As filmagens do estúdio 20th Century Fox aconteceram com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões) e a estreia, que foi adiada três vezes, está atualmente marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Atriz de Em Ritmo de Fuga entra no spin-off de Velozes e Furiosos
A atriz mexicana Eiza Gonzalez (de “Em Ritmo de Fuga”) foi anunciada no elenco de “Hobbs & Shaw”, spin-off da franquia “Velozes e Furiosos” estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson e Jason Statham. Não há informações sobre seu papel, mas a escalação foi uma adição de última hora no longa, que está em fase final de filmagens. Dirigido por David Leitch (“Deadpool 2”), e escrito por Chris Morgan, roteirista veterano de “Velozes & Furiosos”, o longa acompanha os personagens de Johnson e Statham, que já foram rivais na franquia, mas se aliaram em “Velozes e Furiosos 8”. O elenco também inclui Vanessa Kirby (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) e Idris Elba (“A Torre Negra”), e a estreia está marcada para julho de 2019 – dez meses antes do aguardado “Velozes & Furiosos 9”. Eiza Gonzalez atravessa a melhor fase da sua carreira desde que foi revelada para o público americano na série “Um Drink no Inferno”, de Robert Rodriguez, em 2014. Ela retomou a parceria com Rodriguez em “Alita: Anjo de Combate”, que estreia em fevereiro nos cinemas, e está em vários projetos de grande orçamento, como a adaptação de quadrinhos “Bloodshot”, estrelada por Vin Diesel, e “Godzilla vs. Kong”, ambos previstos para 2020.
Alexander Skarsgard e Eiza Gonzalez aparecem nas primeiras fotos das filmagens de Godzilla vs Kong
Paparazzi conseguiram flagrar as filmagens de ”Godzilla vs Kong”, revelando as primeiras imagens da produção. Nelas, é possível ver os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”) e Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”) em uniformes da organização Monarch (o logo é visível nos ombros). Outro detalhe é que o personagem de Skarsgard já surge brigando em cena. A produção não teve sinopse nem descrição de personagens divulgadas. Além dos dois atores citados, o elenco inclui Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), além do trio remanescente Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”). Os três últimos aparecerão antes em “Godzilla II: Rei dos Monstros”. “Godzilla vs Kong” será continuação desse filme. O longa tem direção de Adam Wingard (“Bruxa de Blair”) e previsão de estreia para maio de 2020, exatamente um ano após o lançamento de “Godzilla II: Rei dos Monstros”.
Alita: Anjo de Combate ganha seu terceiro e melhor trailer legendado
A Fox divulgou o pôster e o terceiro trailer legendado de “Alita: Anjo de Combate”. Melhor prévia até agora, o vídeo se concentra nos aspectos dramáticos da história, deixando as cenas de ação para o final. A estratégia confere maior humanidade para a personagem-título, ao mesmo tempo em que usufrui de grande aprimoramento nos efeitos visuais, que contrastam com a aparência caricata da introdução de Alita no primeiro trailer, revelado no ano passado. Apesar de manter a opção de retratar a protagonista ciborgue por meio de animação computadorizada, diferenciando-a do elenco “normal” pelo design de olhos desproporcionalmente grandes, além do esqueleto metálico, Alita está fisicamente mais parecida com sua intérprete, a jovem Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”). A opção estética dos olhos grandes dá à produção uma aparência de anime, replicando a característica mais marcante dos quadrinhos e animação japoneses desde Osamu Tezuka. E, como muitos sabem, o material original é realmente japonês, um mangá criado por Yukito Kishiro em 1990. Entretanto, toda a produção é americana, o que faz os olhos de anime contrastarem ainda mais com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pela escalação de Scarlett Johanson como uma ciborgue “ocidentalizada”, será interessante observar como a reversão será encarada – uma atriz ocidental filmada como desenho japonês. Mas este não é o único detalhe que caracteriza a produção hollywoodiana. Diversos personagens dos mangás tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, replicando o que aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos originais, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que ela perdeu suas memórias e passa a tratá-la como sua filha. Mas Alita demonstra ser uma expert em artes marciais e logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. No filme, o personagem interpretado por Christoph Waltz (“Django Livre”) se chama Dr. Dyson Ido. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”), que tratou de defender a sua própria cultura, escalando uma atriz latina no papel-título. O elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). As filmagens do estúdio 20th Century Fox aconteceram com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões) e a estreia, que foi adiada pela terceira vez, está atualmente marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Atriz de Punho de Ferro entra em Godzilla vs Kong
A atriz Jessica Henwick, que viveu a heroína Colleen Wing na série “Punho de Ferro”, entrou no filme “Godzilla vs Kong”, crossover dos monstros do estúdio Legendary. A produção não teve sinopse nem descrição de personagens divulgadas, enquanto segue reunindo um grande elenco. Henwick vai se juntar a Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), além de Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”). Os três últimos aparecerão antes em “Godzilla II: Rei dos Monstros”. “Godzilla vs Kong” será continuação desse filme. O longa tem direção de Adam Wingard (“Bruxa de Blair”) e previsão de estreia para maio de 2020, exatamente um ano após o lançamento de “Godzilla II: Rei dos Monstros”.
Eiza González e Rebecca Hall entram em Godzilla vs Kong
As atrizes Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) foram confirmadas no elenco de “Godzilla vs Kong”, que vai juntar os monstros do estúdio Legendary. “Godzilla vs Kong” será continuação de “Godzilla II: Rei dos Monstros” e voltará a trazer parte do elenco daquele filme, como Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”), além de Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”) e Brian Tyree Henry (“Atlanta”). O longa tem direção de Adam Wingard (“Bruxa de Blair”) e previsão de lançamento para maio de 2020, exatamente um ano após “Godzilla II: Rei dos Monstros”.
Vin Diesel anuncia início da produção da adaptação dos quadrinhos de Bloodshot
Vin Diesel publicou um vídeo em seu Instagram para marcar o começo da produção de seu novo filme. Trata-se da adaptação dos quadrinhos de “Bloodshot”, que pode inaugurar um universo de personagens da editora Valiant no cinema, em produções da Sony. No vídeo, ele se apresenta com uma camiseta com o logotipo de “Bloodshot” e revela que já está em Cape Town, na África do Sul, para o começo das filmagens. Com ele, também aparece o diretor Dave Wilson, que vai estrear na função após trabalhar em diversos blockbusters (inclusive da Marvel) como técnico de efeitos visuais. “Bloodshot” foi criado em 1992 por Kevin VanHook e Yvel Guichet, e gira em torno do assassino profissional Angelo Mortalli, ex-capanga de mafiosos que entra em um programa de proteção a testemunhas e acaba traído, virando cobaia de uma experiência para se tornar uma verdadeira máquina de matar. Suas memórias são apagadas e diversos nanocomputadores são implantados em seu corpo. E enquanto tenta recuperar sua memória, Angelo se divide entre batalhas com a polícia e com os bandidos. Há quatro anos, havia um roteiro sendo escrito por Jeff Wadlow (diretor de “Kick-Ass 2”) e Eric Heisserer (“A Chegada”), mas muita coisa mudou desde então – o projeto original seria dirigido por David Leitch e Chad Stahelski (“De Volta ao Jogo”). Além de Diesel, o elenco inclui Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Talulah Riley (“Westworld”), Lamorne Morris (“New Girl”) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (“Os Inocentes”). Para completar, Guy Pearce (também de “Os Inocentes”, da Netflix) negocia viver o vilão da trama. Segundo o site Deadline, o filme deverá seguir o tom de clássicos sci-fi dos anos 1980, como “Robocop”, “O Exterminador do Futuro” e “O Vingador do Futuro”. E há rumores de que será bastante violento e focado num público adulto, como a recente adaptação de “Logan”. #Bloodshot Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em 5 de Ago, 2018 às 9:51 PDT
Novo trailer de Alita: Anjo de Combate aprimora adaptação do mangá criada por James Cameron e Robert Rodriguez
A Fox divulgou fotos e o segundo trailer legendado de “Alita: Anjo de Combate”, sete meses após a primeira prévia. A divulgação tão espaçada, que reflete um adiamento por tempo similar na estreia, parece ter servido para uma recalibragem nos efeitos visuais, pois o novo vídeo causa menos estranheza, apesar de manter a opção de retratar a protagonista ciborgue por meio de animação computadorizada, diferenciando-a do elenco “normal” pelo design de olhos desproporcionalmente grandes. Esta abordagem estética dá à produção uma aparência de anime, replicando a característica mais marcante da produção japonesa desde Osamu Tezuka: os personagens olhudos. O material original é realmente japonês, um mangá criado por Yukito Kishiro em 1990, mas toda a produção é americana, o que faz os olhos de anime contrastarem ainda mais com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pela escalação de Scarlett Johanson como uma ciborgue “ocidentalizada”, será interessante observar como a reversão será encarada – uma atriz ocidental filmada como desenho japonês. Mas este não é o único detalhe que caracteriza a produção hollywoodiana. Diversos personagens dos mangás tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, replicando o que aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos originais, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, Alita demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Mas logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. A história é praticamente a mesma, mas Christoph Waltz (“Django Livre”) interpreta o Dr. Dyson Ido, por exemplo. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”), que tratou de defender a sua própria cultura, escalando uma atriz latina, Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), no papel-título. O elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). As filmagens do estúdio 20th Century Fox aconteceram com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões) e a estreia está atualmente marcada para o dia 3 de janeiro no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos Estados Unidos.
Steve Carell vira boneco de ação no trailer legendado do novo filme de Robert Zemeckis
A Universal divulgou uma coleção de pôsteres e o segundo trailer de “Bem-Vindo a Marwen” (Welcome to Marwen) – o primeiro disponibilizado com legendas no Brasil. O filme é uma fantasia dramática de Robert Zemeckis, diretor dos clássicos “De Volta ao Futuro” (1985), “Uma Cilada para Roger Rabit” (1988) e “Forest Gump” (1994), que mistura animação de bonecos com atores reais e curiosamente é baseada numa história verídica. Sua trama é inspirada no documentário “Marwencol” (2010), de Jeff Malmberg, sobre a história de Mark Hogancamp. Vivido no filme por Steve Carell (“A Guerra dos Sexos”), Hogencamp concebeu uma cidade em miniatura, que batizou de Marwen, recriando cenas da 2ª Guerra Mundial com bonecos. Cada habitante de plástico de Marwen era inspirado em pessoas que ele conhecia. Mas o que se tornou uma ambiciosa instalação de arte começou como uma forma dele lidar com uma violenta agressão física que sofreu nas mãos – e pés botinados – de um grupo de brutamontes. Antes do ataque, ele era ilustrador, mas perdeu a capacidade de desenhar devido às sequelas do crime, além de ter ficado com danos físicos e abalado psicologicamente. Assim, passou a usar sua imaginação e talento criativo para criar cenários e contar uma história diferente, que mostrava vilões nazistas perdendo batalhas lideradas por ele mesmo, como um oficial aliado, na companhia das mulheres guerreiras que o ajudaram a se recuperar na vida real. Além de Carell, o elenco inclui ainda Leslie Mann (“Não Vai Dar”), Diane Kruger (“Em Pedaços”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Gwendoline Christie (série “Game of Thrones”), Merritt Wever (série “Godless”), Neil Jackson (série “Absentia”), Siobhan Williams (série “UnReal”), Falk Hentschel (série “Legends of Tomorrow”), Matt O’Leary (“O Preço do Amanhã”) e a cantora Janelle Monáe (“Estrelas Além do Tempo”). O filme estreia em novembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Edgar Wright sugere planos para continuação de Em Ritmo de Fuga
O diretor Edgar Wright sugeriu que está considerando fazer uma continuação de “Em Ritmo de Fuga”. Em uma mensagem no Twitter, para comemorar um ano de lançamento do longa, o diretor escreveu que “talvez a gente voltar para a estrada em breve”. “‘Em Ritmo de Fuga’ foi lançado há um ano. Tive uma jornada louca com ele nos últimos 365 dias. Então agradeço a todos vocês pelas belas respostas, significa tudo. E, quem sabe, talvez a gente possa voltar para a estrada em breve”, diz o texto, que pode ser conferido na íntegra abaixo. A revelação do projeto de uma continuação veio à tona em dezembro e foi feita por Eric Fellner, um dos proprietários do estúdio Working Title, responsável pela produção. “Edgar definitivamente tem mais idéias e acho que, no Ano Novo, ele vai se sentar e decidir se vai escrever esse roteiro”, disse o produtor. “Eu certamente acho que seria ótimo ver Ansel Elgort e Lily James de volta. Eles foram brilhantes juntos”, completou. Orçado em US$ 34 milhões, “Em Ritmo de Fuga” acabou faturando mais de US$ 100 milhões só nos Estados Unidos, atingindo US$ 226 milhões em todo o mundo. 'Baby Driver' was released one year ago today. Had a wild ride with it in the last 365 days. so I thank you for all your beautiful responses, it means everything. And who knows, maybe he could get back on the road soon… pic.twitter.com/MgtRlPACau — edgarwright (@edgarwright) June 28, 2018
Steve Carell vira boneco de ação no trailer dramático do novo filme de Robert Zemeckis
A Universal divulgou o pôster e o primeiro trailer do filme “Welcome to Marwen”, uma fantasia dramática de Robert Zemeckis, diretor dos clássicos “De Volta ao Futuro” (1985), “Uma Cilada para Roger Rabit” (1988) e “Forest Gump” (1994), que mistura animação de bonecos com atores reais e curiosamente é baseada numa história verídica. O longa é inspirado no documentário “Marwencol” (2010), de Jeff Malmberg, que conta a história de Mark Hogancamp. Vivido no filme por Steve Carell (“A Guerra dos Sexos”), Hogencamp concebeu uma cidade em miniatura, que batizou de Marwen, recriando cenas da 2ª Guerra Mundial com bonecos. Cada habitante de plástico de Marwen era inspirado em pessoas que ele conhecia. Mas o que se tornou uma ambiciosa instalação de arte começou como uma forma dele lidar com uma violenta agressão física que sofreu nas mãos – e pés botinados – de um grupo de neonazistas. Antes do ataque, ele era ilustrador, mas perdeu a capacidade de desenhar devido às sequelas do crime, além de ter ficado abalado psicologicamente. Assim, passou a usar sua imaginação e talento criativo para criar cenários e contar uma história diferente, que mostrava nazistas perdendo batalhas lideradas por ele mesmo, como um oficial aliado. A prévia mostra os bonecos ganhando vida para ajudar Hogencamp a enfrentar o cotidiano, superar suas sequelas e até mesmo encarar os homens que o agrediram e foram a julgamento. O elenco inclui ainda Leslie Mann (“Não Vai Dar”), Diane Kruger (“Em Pedaços”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Gwendoline Christie (série “Game of Thrones”), Merritt Wever (série “Godless”), Neil Jackson (série “Absentia”), Siobhan Williams (série “UnReal”), Falk Hentschel (série “Legends of Tomorrow”), Matt O’Leary (“O Preço do Amanhã”) e a cantora Janelle Monáe (“Estrelas Além do Tempo”). O filme estreia em novembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Emma Roberts e Milla Jovovich vão estrelar sci-fi do diretor de Colossal
As atrizes Emma Roberts (série “Scream Queens”) e Milla Jovovich (da franquia “Resident Evil”) vão estrelar “Paradise Hill”, nova sci-fi concebida por Nacho Vigalondo, o diretor espanhol de “Colossal”. Desta vez, ele contribui apenas com o roteiro, que será dirigido pela estreante Alice Waddington, vinda da publicidade e do mercado de videoclipes espanhóis. A trama se passa no futuro próximo e segue Uma (Roberts), que um dia acorda em Paradise Hills, uma clínica de alta classe, localizada numa ilha isolada, para onde as famílias endinheiradas enviam suas filhas para serem “reformadas”. O elenco ainda inclui Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Jeremy Irvine (“Cavalo de Guerra”) e Awkwafina (do vindouro “Oito Mulheres e um Segredo”), e ainda não há previsão de estreia.









