Jodie Foster negocia estrelar série baseada nos quadrinhos de Y: O Último Homem
A atriz Jodie Foster (“Elysium”) está em negociações para integrar o elenco da série baseada nos quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: the Last Man). Segundo o site The Hashtag Show, a atriz é cotada para o papel de Jennifer Brown, mãe do protagonista Yorick Brown. Há anos considerada como franquia potencial, a adaptação dos quadrinhos teve seu piloto encomendado em abril pelo canal pago FX, com roteiro e produção de Michael Green (indicado ao Oscar por “Logan”). Para se ter noção, a trama quase virou filme em 2007 com direção de D.J. Caruso (“Eu Sou o Número Quatro”) e com Shia LaBeouf (“Ninfomaníaca”) no papel principal. Em 2012, voltou a ser cotado para o cinema, como o longa de estreia de Dan Trachtenberg, que acabou fazendo “Rua Cloverfield 10”. O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para a FX há três anos, em parceria com Michael Green. Mas só agora o projeto andou. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, e vencedor de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, “Y: O Último Homem” teve 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, em que contou a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan que pode virar série. Ele também criou os quadrinhos dos Fugitivos (Runaways), transformado em atração da plataforma Hulu. Além disso, Vaughan é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de cocriador da série “American Gods”. O piloto da adaptação será dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna). E como deve ser rodado no fim de julho, o elenco precisa ser finalizado nos próximos dias.
Roteirista de Logan vai transformar os quadrinhos de Y: O Último Homem em série
Há anos considerada como franquia potencial, a adaptação dos quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man) finalmente ganhou encomenda de piloto para virar série. O canal pago FX aprovou o roteiro de Michael Green (indicado ao Oscar por “Logan”) e deu sinal verde para a produção pós-apocalíptica. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, “Y: O Último Homem” contou em 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente da morte repentina de todos os seres do planeta com cromossomo Y, sejam humanos ou animais, por uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que eles são os únicos machos que restaram, passam a caçá-los de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. A publicação ganhou cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, e foi publicada no Brasil por três editoras diferentes. O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para a FX há três anos, em parceria com Michael Green. Vaughan também é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de ser cocriador da série “American Gods”. A adaptação de “Y” ronda Hollywood há cerca de uma década. O projeto quase saiu do papel em 2007 como um filme dirigido por D.J. Caruso (“Eu Sou o Número Quatro”) e estrelado por Shia LaBeouf (“Ninfomaníaca”), e em 2012 chegou a ser cotado para virar o longa de estreia de Dan Trachtenberg, que acabou fazendo “Rua Cloverfield 10”. Quando a Warner cedeu os títulos da Vertigo para a New Line, a expectativa era que sua subsidiária produzisse filmes de terror barato a partir dos quadrinhos. Entretanto, os produtores logo descobriram que as histórias da Vertigo eram complexas demais para o cinema. Como o tempo passou sem que a New Line conseguisse tirar a adaptação de “Y” do papel, os direitos reverteram para seu autor. Com experiência no universo das séries, Vaughn quis aproveitar a boa aceitação de outras criações da Vertigo na TV – “Constantine” fracassou, mas “Lucifer”, “Preacher” e “iZombie” continuam a ser renovadas. E assim fechou um acordo com o estúdio Color Force, de Nina Jacobson e Brad Simpson, que foram coprodutores da aclamada série “The People v. OJ Simpson – American Crime Story”, e que por isso já possuíam uma relação com o FX. Mas o canal pago só decidiu ir adiante após Michael Green deixar a série “American Gods” e se comprometer a assumir a produção de “Y: The Last Man” (o título original). Mesmo assim, os executivos do FX querem ver um piloto antes de encomendar uma temporada. O piloto terá direção de Melina Matsoukas, especialista em clipes (e premiada por trabalhos com Beyoncé e Rihanna), que estreou em séries assinando sete episódios de “Insecure”. Caso o piloto seja aprovado, o canal já definiu que a produtora Aïda Mashaka Croal (das séries “Jessica Jones” e “Luke Cage”) vai dividir a função de showrunner com Green, tendo em vista como ele é requisitado por Hollywood. O criador dos quadrinhos, Brian K. Vaughan, também participará da produção, mas já disse repetidas vezes que prefere que outra pessoa tome as decisões sobre como adaptar sua obra – a segunda a virar série, após “Fugitivos” (Runaways), da Marvel.
Tom Hiddleston pode estrelar adaptação de Hard Boiled, graphic novel de Frank Miller
A Warner Bros.está negociando produzir a adaptação da graphic novel “Hard Boiled: À Queima-Roupa”, de Frank Miller (“300”, “O Cavaleiro das Trevas”) e Geof Darrow. Segundo o site Deadline, o estúdio quer contratar o diretor inglês Ben Wheatley e o ator Tom Hiddleston para a produção. Os dois trabalharam juntos recentemente na adaptação de “High-Rise”, baseado no livro distópico de J.G. Ballard (autor de “O Império do Sol”). Caso o projeto siga adiante, será mais um filme derivado de quadrinhos estrelado por Hiddleston, que vive o vilão Loki nos filmes da Marvel. Lançada como minissérie de três números pela editora Dark Horse entre 1990 e 1992, a publicação venceu o prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos). Com uma estética ultraviolenta, acompanha a história de um investigador de seguros chamado Carl Seltz, que descobre que é na verdade um coletor de impostos cibernético homicida, apelidado de Nixon. Um colega robô informa, no entanto, que ele é a última esperança da sua raça para escapar de sua escravidão programada. A adaptação de “Hard Boiled” é um projeto antigo do estúdio, que planeja filmar a trama de Frank Miller desde 2001. Na época, o estúdio chegou a negociar com o diretor David Fincher (“Garota Exemplar”) e o ator Nicolas Cage (“Motoqueiro Fantasma”).
Diretor de Kung Fu Panda vai transformar os quadrinhos de Bone num longa animado
O cineasta Mark Osborne (“Kung Fu Panda”) vai dirigir a adaptação animada de “Bone”, a história em quadrinhos premiada de Jeff Smith. Vencedora do prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos), a história foi originalmente publicada de forma independente em 55 edições, de 1991 a 2004, na maior sequência já escrita e desenhada pelo mesmo artista. “‘Bone’ é muito especial e não convencional, porque combina elementos que você não espera, como personagens cartunescos numa trama épica de aventura e fantasia”, definiu Osborne, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Transformar os quadrinhos num filme vai nos permitir apresentar ao público do cinema o que os fãs amam a respeito da história, além de nos dar a oportunidade de ousar contar uma história animada de forma emocionante e diferente da maioria”. Equilibrando humor, ação e fantasia, “Bone” tem como principal inspiração os quadrinhos clássicos de Carl Barks (“Tio Patinhas”), Walt Kelly (“Pogo”) e a obra literária de J R.R. Tolkien (“O Senhor dos Anéis”). A trama gira em torno de três primos – Fone Bone, Phoney Bone e Smiley Bone – pequeninos, carecas, totalmente brancos e narigudos, que se perdem num deserto vasto, depois de serem expulsos de sua cidade natal, e acabam encontrando seu destino num vale repleto de criaturas maravilhosas e aterradoras. A produção está a cargo de Dan Lin e Zareh Nalbandian (ambos de “Uma Aventura Lego”), que visam fazer de “Bone” uma trilogia de filmes de animação . O mais recente filme de Osborne foi a adaptação do clássico infantil “O Pequeno Prince”, produzido pela Netflix, que está na disputa por uma vaga ao Oscar de Melhor Animação.
Criador de Y: O Último Homem vai transformar os quadrinhos em série
Depois de desenvolver sua primeira série da Marvel, o canal pago americano FX vai investir na editora rival, DC Comics. Mais precisamente numa publicação de sua linha adulta, a Vertigo. Segundo o site The Hollywood Reporter, o canal encomendou a produção de uma série baseada no cultuadíssimo “Y: O Último Homem”. Ao longo de 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, os quadrinhos originais acompanharam a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente da súbita e simultânea morte de todos os seres do planeta com cromossomo Y, sejam humanos ou animais – ou seja, toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que eles são os únicos machos que restaram, passam a caçá-los de todas as formas possíveis. A publicação ganhou cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, e foi publicada no Brasil por três editoras diferentes. O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, vai escrever o roteiro do piloto em parceria com Michael Green, que, por sua vez, será o showrunner da atração. Vaughan também é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais assediados da atualidade, autor de “Logan” e das vindouras continuações de “Prometheus” e “Blade Runner”, além de produzir a aguardadíssima série “American Gods”. A adaptação de “Y” ronda Hollywood há cerca de uma década. O projeto quase saiu do papel em 2007 como um filme dirigido por D.J. Caruso (“Eu Sou o Número Quatro”) e estrelado por Shia LaBeouf (“Ninfomaníaca”), e em 2012 chegou a ser considerado o longa de estreia de Dan Trachtenberg, que acabou fazendo “Rua Cloverfield 10” neste ano. Quando a Warner cedeu os títulos da Vertigo para a New Line, a expectativa era que sua subsidiária produzisse filmes de terror barato a partir dos quadrinhos. Entretanto, os produtores logo descobriram que as histórias da Vertigo eram complexas demais para o cinema. Como o tempo passou sem que a New Line conseguisse tirar a adaptação de “Y” do papel, os direitos reverteram para seu autor. Com experiência no universo das séries, Vaughn pretende fazer de “Y: The Last Man” (título original) uma distopia sci-fi, aproveitando a boa aceitação de outras criações da Vertigo na TV. “Constantine” fracassou, mas “Lucifer” e “Preacher” foram renovadas. O estúdio por trás da adaptação para o canal FX é o Color Force, de Nina Jacobson e Brad Simpson, que foram coprodutores da aclamada série “The People v. OJ Simpson – American Crime Story”.




